sábado, 11 de agosto de 2018

A fé dos cientistas

A ciência propriamente dita assume pelo menos 4 coisas:

1. A uniformidade da natureza, que leva os cientistas a assumir que o futuro vai ser como o passado (o que permite fazer previsões cientificas). Dizer que o futuro vai ser como o passado porque “sempre foi assim” é assumir o que tem que se provar.

2. A constância das leis da natureza, que permite assumir que estas leis operam essencialmente da mesma forma em todo o universo. Devido a esta fé, é possível aplicar o conhecimento da ciência atómica aos corpos celestiais visto a análise presencial estar impossibilitada devido às distâncias.

3. A capacidade humana de entender o universo, que permite assumir que todo o fenómeno natural tem uma explicação, e que a mente humana pode entender essa explicação. Se Deus não existe, não há motivo para assumir isto visto que, dentro do paradigma ateísta, a mente humana “evoluiu” para nada mais que caçar e procriar (não para estudar as estrelas ou fazer outro tipo de actividade que não esteja directamente relacionada com a procriação ou nutrição).

4. A fiabilidade da Lógica. A ciência não ‘prova’ as leis da lógica: a ciência assume-as e usa-as para provar tudo o resto. Usar a lógica para provar a lógica é uma falácia.

O ateísmo, ao negar a auto-evidente existência do Deus dos Cristãos, encontra-se em oposição a tudo isto visto que se Deus não existe, não há Fundamento e nem Explicação para a uniformidade da natureza, nem para a fiabilidade da Lógica, e muito menos para a fé de que a mente humana tem a capacidade de entender o universo.
Fonte: Darwinismo

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