segunda-feira, 29 de maio de 2017

Jovem Pan : Design (Eberlin) X Darwin (Fábio)



Nota: Esse foi um debate que aconteceu na Jovem Pan entre o Dr. Marcos Eberlin (Químico) e o Dr. Fábio (Biólogo) sobre o mérito científico da Teoria do Design Inteligente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia

Lançamento
Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.

Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento. A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade.

Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.

“Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão”, diz Cris.

Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que “o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje”.

O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.

Sobre a autora

Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

Ficha Técnica
AD Santos Editora
Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
ISBN: 978.85.7459-414-9
Páginas: 240
Formato: 14 X 21cm
Preço: R$ 35,00

Nota: O livro está à venda no site e pela página oficial no Facebook, além de
livrarias virtuais especializadas em livros cristãos e também pelo
whats app (11) 997372302.

A nova Revista Criacionista do Brasil

É com grande alegria que apresentamos a você uma novidade: a edição de lançamento da Origem em Revista!

Foram meses trabalhando, orando, e por meio da parceria com alguns queridos amigos, estamos conseguindo projetar uma revista relevante, para que hoje possamos celebrar junto com você o nascimento de um veículo de divulgação criacionista que veio pra ficar.

Origem em Revista é um periódico eletrônico interdisciplinar do tipo magazine, publicado semestralmente, que aborda questões científicas e teológicas relativas à origem da vida e à história passada do mundo natural. Será uma revista gratuita de acesso livre, e a publicação conosco não envolverá nenhum custo.

Estamos preparando a revista para que ela apresente imagens que inspirem sua imaginação e que traduzam fielmente o conteúdo dos textos, com um texto fluido, linguagem moderna e com informações úteis para quem quer aprender mais sobre o assunto das origens. O ideal é que você nos acompanhe sempre por meio de mais este canal, para que possamos estabelecer um diálogo constante e ininterrupto. Além de inspiração, últimas notícias e evidências recém-publicadas pela comunidade científica (criacionista e naturalista), a revista trará a cada edição seções contendo os mais variados assuntos, a fim de cobrir as mais diversas áreas do conhecimento humano com o viés da Origem da Vida e do Universo.

Estamos torcendo para que você curta muito o conteúdo que a gente está preparando pra você, porque tudo está sendo feito com muito carinho. E se tiver sugestões ou perguntas, escreva para faleconosco@origememrevista.com.br

Visite nosso site em: www.origememrevista.com.br

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um esputamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

Cientistas questionam a teoria da evolução

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza comprovam a existência de um ser superior. No núcleo de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recém-inaugurado por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, estudiosos descartam a criação do mundo com um simples acaso e analisam códigos genéticos como uma espécie de 'assinatura de Deus'. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

Mackenzie cria centro que questiona a evolução

Universidade  realmente plural
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

Tribunais dos EUA consideraram que o DI seria, na essência, muito semelhante ao criacionismo bíblico (a ideia de que Deus criou diretamente o homem e os demais seres vivos) e, portanto, seu ensino violaria a separação legal entre religião e Estado no país [o que é uma tremenda forçação de barra, já que o DI nem se ocupa da natureza do Designer, por entender que esse assunto extrapola a capacidade de pesquisa dos cientistas. A TDI apenas identifica evidências de um design na natureza, mais ou menos como fazem os cientistas forenses, por exemplo. Há entre os defensores do DI até ateus e agnósticos. O próprio Michael Behe (que esteve na Mackenzie) não é criacionista. Dizer que DI é um tipo de criacionismo trata-se de má-fé das autoridades norte-americanas e do autor da matéria da Folha, na tentativa de evitar a discussão e blindar o evolucionismo].

“É importante destacar que não é um núcleo de DI, e sim um núcleo de fé, ciência e sociedade”, declarou à Folha o teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler da universidade. “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Segundo Gomes, o contato com o Discovery Institute já acontece desde a década passada, quando a universidade começou a organizar o ciclo de simpósios “Darwinismo Hoje”, trazendo biólogos defensores da teoria da evolução e palestrantes que questionam o consenso científico. “Visitei o Discovery em Seattle e descobri que eles aplicam a ideia de design inteligente e complexidade irredutível a uma série de questões que vão além dos seres vivos, como sistemas de trânsito.” [A Mackenzie está de parabéns, pois está fazendo o que todas as ditas universidades deveriam estar fazendo: dando voz e vez ao contraditório, permitindo que haja discussão aberta e plural, oportunizando aos alunos a chance de ter contato com várias facetas da discussão sobre a origem e o desenvolvimento da vida. Palestrantes evolucionistas têm livre acesso aos eventos da Mackenzie. Por que o mesmo não ocorre com os pesquisadores criacionistas e do DI em todas as universidades não confessionais? Algumas até lhes fecham as portas. Confira aqui e aqui.]

“Complexidade irredutível” é uma das palavras de ordem dos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução. O grande exemplo seria o flagelo (grosso modo, “cauda”) de certas bactérias. Embora biólogos já tenham apresentado indícios fortes de que o flagelo bacteriano poderia ter sido construído a partir de peças de “seringas moleculares” usadas pelos micróbios para injetar toxinas, os adeptos do DI resistem à ideia. “Quanto mais a gente estuda o flagelo, mais complexo ele fica”, argumenta o químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp que coordenará o núcleo e é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. [Depois de mais de vinte anos que Behe publicou seu livro A Caixa Preta de Darwin, com seu desafio bioquímico à teoria da evolução, tudo o que os evolucionistas têm a oferecer são “indícios fortes”?]

Eberlin afirma que seu objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI), um debate que, segundo ele, estaria sendo barrado pela maior parte da comunidade científica. “O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, diz.

Grande parte dos defensores do DI são cristãos conservadores, interessados em mostrar uma possível consonância entre os dados biológicos e o relato bíblico da Criação, mas Eberlin afirma que o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas.”

Para especialistas [e os pesquisadores do DI não são especialistas?], o projeto tem sabor de fracasso. “É triste e extremamente preocupante”, diz o paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). “As premissas do DI foram derrubadas e expostas já faz muito tempo. Seus proponentes não têm aportado nenhuma novidade para a discussão. O único motivo pelo qual isso continua atraindo gente é a falta de educação em ciências.” [Para mim, o projeto deixa na boca dos evolucionistas um sabor de desespero e medo. Eles não suportam a ideia de a academia se abrir para o diálogo ou de ver o evolucionismo ser contestado em bases científicas.]

“Sabendo que o Mackenzie tem um curso de biologia que não compartilha, ou não compartilhava, das ideias do DI, pode haver choque de interesses. De qualquer forma, o peso simbólico é grande”, afirma o teólogo Eduardo Rodrigues da Cruz, especialista na relação entre ciência e religião da PUC-SP. “Considero que se trata de uma tremenda desonestidade intelectual”, diz Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS. “As evidências, fatos, provas pouco importam – o que importa é a narrativa, construída de forma que se coadune com a ideologia ou a crença do sujeito.” [Desonestidade intelectual é uma instituição de ensino proibir seus alunos de saber que existem outros modelos que estudam o assunto das origens, e que o evolucionismo tem, também, aspectos filosóficos/metafísicos. Desonestidade intelectual é não querer ver que a TDI não se baseia em livros religiosos nem em crenças subjetivas. Desonestidade intelectual é não apresentar argumentos e ficar no mi, mi, mi.]

Fonte: Folha.com via criacionismo

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