segunda-feira, 17 de abril de 2017

Não tenho fé no acaso. Neste caso, prefiro acreditar nos dados do método científico, sem corrupção.

Ainda são intensas as resistências à Teoria do Design Inteligente dentro da academia. Mais resistentes ainda são os ex-darwinistas/evolucionistas que enxergam cientificamente que não há lógica alguma nas argumentações que o evolucionismo proporciona para explicar a vida. Ainda é forte a ideia de que a academia tem mantido o Establishment do dogma darwinista aceso.

Não causa estranheza quando se toma um livro texto de Biologia Molecular, Bioquímica ou Biologia básica e encontra nestes, textos tendenciosos que confirmam tal imposição aos leitores/estudantes, sem, sequer, citar um tipo que seja de argumento que mostre plausibilidade nas questões evolutivas. Veja este exemplo.
Este texto é de um livro de Biologia Celular e Molecular 4ª Edição, de Lodish, Berk e cols, prefaciado pela pesquisadora marxista Helena B. Nader.
Neste texto de introdução, o autor diz que falar sobre as origens da vida por meio de estudos Físicos e Químicos não procedem, pois todas as argumentações teriam que levar em conta as propriedades imutáveis da matéria. Em outras palavras, a Leis que regem o universo, e as Leis da Física e Química estão inclusas, têm e devem se consideradas, ora, uma vez que em se tratando de vida, e vida pressupõe movimento, respiração, trocas químicas, metabolismo, interação entre átomos, moléculas, com reações entre substratos e outros compostos gerando produtos e subprodutos, e estes com cargas elétricas, interação atômica e nesta, influenciando fortemente os meios biológicos onde estão. Seria extremamente desonesto, e chaga a ser imoral, uma ciência desconsiderar a Física e a Química para sustentar suas argumentações, mas, é exatamente isto que faz a academia hoje.

Aliás, um dos mais ferrenhos darwinistas, Thomas Huxley, afirmou em 1893:

“evolução e ética são incompatíveis“.

Existe corrupção na ciência. Nenhum setor de uma sociedade escapa desta maldita forma de agir com desonestidade. Huxley sustenta sua forma “ética” de fazer ciência sem ética com a seguinte afirmação:

“a prática do que é eticamente melhor (bondade ou virtude), envolve um molde de conduta que, em todos os detalhes, se opõe ao que leva ao sucesso na luta cósmica pela existência.”

A luta em entender melhor as origens fora da caixa preta de Darwin permanece mais forte do que nunca. Pesquisadores brasileiros, juntamente com pesquisadores de outros países têm promovido eventos que tentam expor a forma de pensamento científico da Teoria do Design Inteligente, que, de acordo com a lógica epistemológica do método científico, tem mostrado uma melhor argumentação para as origens.

A ideia central é a de explicar, diante do que já se sabe, que há todo um planejamento para a vida, e que tudo isto que já existe e funciona muito bem seja oriundo de um pré-projeto, um planejamento específico e exato, bem contrário ao que o evolucionismo diz, onde nada foi planejado, mas tudo veio por conta do acaso, e assim, este acaso é quem define a perfeição que já existe ao longo do tempo. Muito absurdo isto! Credibilizar o acaso, que sequer tem uma definição do que seja, como o “autor e consumador” da existência, da vida e do universo!

Sendo lógico, eu não teria a coragem de atribuir nada ao acaso. Seria um ato, ao mesmo tempo, de insanidade e de desonestidade científica. Dar créditos ao acaso (acreditar, depositar confiança = fé) é um ato que requer sobremaneira, uma fé muito superior àquela que a crença em Deus afirma que se deva ter. Sinceramente, ter fé no acaso é algo invejável aos que têm fé num Deus invisível.

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