terça-feira, 28 de março de 2017

Dr. Enéas explica por que acredita em Deus



Nota: Este é um trecho da palestra - A História do Pensamento Científico - do Dr. Enéas que aconteceu em 1999 na cidade de São Paulo no encerramento do curso “O Eletrocardiograma”. A aula completa está disponível gratuitamente na internet. Para acessar, clique aqui!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Lista atualizada de artigos científicos revisados ​​por pares apoiando a teoria do Design Inteligente

Definição de Design Inteligente: Uma teoria científica que sustenta que certas características do universo e dos seres vivos são melhores explicadas por uma causa inteligente, em vez de processos não direcionados, como a seleção natural.
'Papel aceito'!
O design inteligente (DI) é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados ​​por outras ciências históricas para concluir que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não direcionado, como a seleção natural. Os teóricos da DI argumentam que o design pode ser inferido estudando as propriedades informacionais de objetos naturais para determinar se eles carregam o tipo de informação que em nossa experiência surgem de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por ação inteligente e, portanto, indica de forma confiável design, é geralmente chamada de "complexidade especificada" ou "informação complexa e especificada" (CSI).

Nesta página você pode baixar uma bibliografia anotada de artigos científicos revisados ​​por pares e editados por pares apoiando, aplicando ou decorrentes da teoria do design inteligente. Você também pode ler uma descrição da comunidade de pesquisa de design inteligente e seus objetivos.

Baixar PDF Gratuito: Discovery Institute

domingo, 26 de março de 2017

Evento da TDI Brasil

A TDI Brasil estará realizando no dia 5 de maio de 2017, as 19:30h, em São Paulo, mais um grande evento. Desta vez já estão confirmados a presença de Michel Behe (autor do bestseller "A caixa Preta de Darwin" e o mais conhecido defensor do DI no mundo) e Douglas Axe (autor do mais recente livro lançado pelo DI-USA, e também um bestseller: "Undeniable"), e outros grandes nomes da TDI Internacional e no Brasil. No dia 06 de maio, terá ainda um curso de treinamento para palestrantes e líderes do DI no Brasil. Imperdível!

Em breve mais informações e inscrições estarão disponíveis no site da TDI Brasil. Imperdível!

Fonte: TDI Brasil

O Registro Fóssil Confirma a Teoria da Evolução?



Nota: O que nos diz o registro fóssil acerca do surgimento da vida? Os fósseis confirmam a evolução ou representam a morte abrupta de diversas espécies? Venha conferir as evidências apresentadas por quem entende do assunto. O palestrante desta semana é o Dr. Marcos Natal, Doutor em Geologia e professor de Paleontologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP).

Os pulmões, o sangue e o design inteligente

Maravilhas de Design Inteligente
Usando câmaras microscópicas no tecido vivo dos pulmões de ratos, os investigadores comprovaram que eles produzem dez mil milhões de plaquetas por hora, uma função pulmonar até agora desconhecida. No estudo publicado ontem na revista científica Nature, postula-se que isso pode também se passar nos pulmões dos seres humanos e os investigadores esperam poder chegar a conclusões sobre doenças em que as pessoas sofrem de falta de plaquetas, que servem para conter as hemorragias e reparar os tecidos. Descobriram ainda uma fonte nova de células estaminais sanguíneas, capazes de repor a produção de sangue, quando as da medula óssea se esgotam. “Essas observações mudam os paradigmas existentes sobre a formação de células sanguíneas, a biologia do pulmão, doenças e transplantes”, afirmou o pneumologista Guy A. Zimmerman, professor do departamento de Medicina Interna na faculdade de Medicina da Universidade do Utah.

O movimento das células estaminais sanguíneas entre os pulmões e a medula óssea sugere que esse tipo de célula é muito mais ativa do que se pensava até agora, indicou.

Fonte: Saúde Online via criacionismo

Nota de Michelson Borges: Quando vemos órgãos e sistemas trabalhando de maneira integrada e interdependente, a pergunta que vem à mente é: Como puderam surgir de maneira darwiniana, passo a passo, ao longo de milhões de anos, se um depende tanto do outro e se o organismo depende tanto de todas? Que os sistemas circulatório e respiratório trabalham de forma integrada e interdependente, nós já sabíamos. Essa descoberta, porém, nos surpreende ao mostrar órgãos diferentes (inclusive de sistemas diferentes) trabalhando de forma complementar. Isso é evidência clara de complexidade irredutível e design inteligente. Veja outras aqui.

A bióloga Maura Eduarda Lopes Brandão destaca o seguinte do artigo original: "Sob condições de trombocitopenia (baixa quantidade de plaquetas no sangue) e relativa deficiência de células tronco na medula óssea, esses progenitores (das plaquetas) podem migrar dos pulmões, repopular a medula óssea, reconstituir completamente a quantidade de plaquetas no sangue e contribuir para multiplicar as linhagens hematopoiéticas." E comenta: "Além de estar envolvidas na produção dessas células, elas também socorrem a medula quando ela está com problemas na produção. Achei simplesmente sensacional a forma como esses mecanismos estão programados para se autoajustar. E ainda há muitos mecanismos que não foram esclarecidos ainda, ou seja, muita coisa pode surpreender ainda."

Quanto mais avançam os conhecimentos em biologia molecular, em bioquímica, em fisiologia e outras áreas, mais complicada fica a vida dos evolucionistas. [MB]

terça-feira, 21 de março de 2017

Operação "Carne Fraca" da Polícia Federal e os aditivos químicos

Segundo polícia Federal, papelão e ácidos ascórbico e sórbico são utilizadas nas carnes
Foi divulgado nesta sexta-feira pela Polícia federal a operação "Carne Fraca", onde grandes empresas  alimentícias, supostamente, vem utilizando papelão e adicionando ácidos sórbico e ascórbico (vitamina C). Evidentemente estas informações espalharam pela internet e causaram pânico em muitos consumidores. Mas, quais são os reais problemas que estas substâncias podem causar?

Segundo a engenheira de alimentos Carmen Castillo, da ESALQ - USP, em entrevista à BBC, os ácidos sórbico e ascórbico (vitamina C) ‒ ambos citados nas acusações ‒, são permitidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) durante o processamento dos alimentos. O limite máximo permitido de ácido sórbico é de 0,02g por 100g de carne. Já o ácido ascórbico é autorizado em “quantidade suficiente para obter o efeito”. Por isso, o problema não é utilizar tais substâncias, mas sim usá-las em quantidades acima dos níveis permitidos a fim de mascarar a aparência e o mau cheiro de carne estragada.

Eduardo Tondo, professor de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ressaltou que o ácido sórbico é um conservante seguro. Segundo o professor, os danos à saúde que podem ser causados ao ingerir carne com ácido sórbico se referem à contaminação pela carne estragada e não pelo químico. De acordo com ele, o ácido sórbico não é um produto cancerígeno e nem capaz de causar doenças crônicas, mas pode mascarar os efeitos de uma carne contaminada por bactérias, por exemplo, o que poderia causar infecções. Especialistas também alegam que o ácido ascórbico estabiliza o sabor e evita que a carne fique com uma coloração escura, podendo mascarar a deterioração em estágios iniciais, e não possui efeitos cancerígenos.

"O uso do ácido ascórbico(vitamina C) tem benefícios e não é para mascarar carne adulterada. Ele tem uma função nas carnes processadas como antioxidante, ajuda a melhorar a estabilidade do sabor e reduzir o teor de nitrito residual. O nitrito é um aditivo para realizar a cura, que é uma etapa importante no processamento da maior parte dos produtos processados. Todo ingrediente não cárneo tem função a cumprir no processamento de alimentos", afirmou Carmen Castillo.

O ácido sórbico é um potente inibidor de mofo, leveduras e bolor, mas não é tão eficiente em inibir bactérias. Pode causar alergia, se consumido excessivamente.

Vale ressaltar que estes compostos só são permitidos para serem utilizados em produtos embutidos e não em carnes frescas. Carnes usadas como matéria-prima para estes produtos ou as carnes frescas compradas no supermercado não devem ter qualquer aditivo.

Segue a lista de aditivos permitidos pela Anvisa aqui!

Fonte: BBC Brasil

Folhas para desenhar reações orgânicas

Caderno hexagonal
Anéis assimétricos e benzenos amassados geralmente são escritos em folhas e cadernos comuns por muitos estudantes de química orgânica. Por isso, muitos procuram um Caderno Hexagonal, com pautas hexagonais, para auxiliar nos desenhos das reações orgânicas.

Estas folhas são bem úteis para fazer exercícios de abertura de ciclos ou ciclização de cadeias carbônicas. No entanto, este caderno hexagonal acaba ficando não muito em conta e muitos alunos perdem a motivação para comprá-lo. Hoje este material está à venda pelo site da Amazon, por US$ 15,95. Veja aqui!
Contudo, a  boa novidade nesse aspecto foi a iniciativa do estudante, Bruno Boni Guidotti, que produziu estas artes e disponibilizou gratuitamente na internet para quem quiser montar seu próprio caderno. Os arquivos estão disponíveis em dois tipos, hexagono menor e maior no formato .docx que podem ser impressos frente e verso. Para baixar clique nos links a seguir: Hexagonos menores baixar aqui / Hexagonos maiores baixar aqui. Bons estudos!

quinta-feira, 16 de março de 2017

As palestras e minicursos do I Simpósio Baiano sobre as Origens estão disponíveis no You tube



Me. Jolival Soares | Palestra: “O PROGRESSO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E O IMAGINÁRIO RELIGIOSO DA HUMANIDADE".



Dr. Marcos Eberlin
| Palestra: "AS EVIDÊNCIAS DO DESIGN INTELIGENTE: DO BIG BANG AO HOMEM".




Dr. Marcos Eberlin
| Minicurso: "A TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE: MITOS E FATOS".




Dr. Matuzalém Alves
| Palestra: "OS ENSINAMENTOS DE SUMÉ E A TRADIÇÃO ITACOATIARA NO CONTEXTO DA PEDRA DO INGÁ: PONTOS DE CONTATO COM NARRATIVA BÍBLICA DO DILÚVIO".



Dr. Matuzalém Alves 
| Minicurso: "ARQUEOLOGIA DO ORIENTE PRÓXIMO".



Me. Enézio Filho
| Palestra: "A TEORIA DO DESIGN INTELIGENTE NOS CONTEXTOS DE DESCOBERTA E JUSTIFICAÇÃO TEÓRICA"

quinta-feira, 9 de março de 2017

I Simpósio de Criacionismo


Dê um clique na imagem para ampliar!

O modelo atômico mais famoso não é o mais correto

Este diagrama atômico está entre os símbolos da ciência mais conhecidos. No entanto, ele não representa como os átomos realmente são, e a comunidade científica sabe disso há quase um século.

Como o diagrama surgiu

Vamos recapitular, começando no século XX. Thomson descobriu o elétron, que é a parte carregada negativamente do átomo. Ele propôs que esses elétrons eram capturados em esferas uniformes de matéria positiva. Seu modelo foi chamado de pudim de passas, já que a substância positiva com elétrons se parece com a sobremesa inglesa.
Modelo Pudim de Passas

Modelo Planetário
Mas o físico neozelandês Ernest Rutherford descobriu que se você disparar partículas positivas em átomos (na forma de folha de ouro), eles não são rebatidos como eles deveriam se estivessem em uma grande massa positiva. Ao invés disso, alguns desviam, enquanto a maioria passa direto, sugerindo que elétrons são distribuídos ao redor de uma pequena massa positiva: o núcleo. Ele adaptou seu modelo em 1911 para mostrar elétrons orbitando o núcleo da mesma forma que planetas orbitam o sol, o que rendeu ele o nome de “modelo planetário”.

O problema com o modelo planetário é que elétrons perderiam energia ao orbitar, fazendo com que eles acabassem entrando em colisão com o núcleo. O modelo de Bohr resolveu este problema: ao invés de orbitar aleatoriamente, os elétrons orbitariam apenas em níveis bem específicos de energia. Os elétrons pulariam de nível em nível se absorvessem ou liberassem energia. Este é o modelo mais popular em livros escolares de ciências, mas há muitos problemas nele.
Os elétrons orbitam em níveis energéticos

Qual é o melhor modelo?

Steven Dutch da Universidade de Wisconsin Green Bay resume o próximo passo do modelo atômico: “Em 1920, físicos descobriram que a matéria também tinha propriedades de ondas, e isso não funciona no nível atômico para tratar as partículas como pequenos pontos com localizações e energia precisas. A matéria é imprecisa. Eles deixaram de pensar nos elétrons como pequenos planetas”.

Elétrons não seguem caminhos e físicos descobriram que eles são na verdade partículas quânticas que existem em vários locais diferentes de uma vez. Eles ainda ocupam níveis de energia individuais, mas ao invés de seguir um caminho, a localização de cada elétron pode ser pensada como uma nuvem. Este modelo é conhecido como o modelo da nuvem eletrônica, exibido logo abaixo.
Modelo atômico atual
Fonte: Curiosity via HypeScience

Veja esta explicação no vídeo, que tem opção de legenda em português:

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