quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Imperdível! Palestras com o Dr. Jonathan Wells no Brasil

Clique na imagem para ampliar!
Nota: O palestrante será o Dr. Jonathan Wells, um dos mais conhecidos defensores da Teoria do Design Inteligente. Doutor em biologia molecular e celular, e autor de livros famosos como o "Icons of Evolution" (2000), "The myth of Junk DNA" (2011) e o best-seller "Zombie Science" (2017).

Serão apresentadas quatro palestras no período entre 06-8 de novembro de 2017. As cidades contempladas serão São Paulo, São Bernardo do Campo e Campinas. Sua palestra será sobre bioquímica mas também abordará conteúdos voltados a filosofia, teologia, aspectos da mídia e divulgação e ensino de ciências. Com certeza será uma palestra histórica e 'arrasadora de mitos'! [FN]

sábado, 7 de outubro de 2017

Nobel de Química 2017 vai para microscópio que permitiu análise do vírus da zika

Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson são os vencedores do Prêmio Nobel de Química 2017
Depois da premiação do Nobel de Medicina e de Física, chegou a vez, nesta quarta-feira (4) dos pesquisadores Jacques Dubochet, Joachim Frank e Richard Henderson serem condecorados com o prêmio Nobel de Química pelos seus estudos com microscopia – uma técnica que melhora e simplifica a visualização de moléculas.

"Este método coloca a bioquímica em uma nova era. Pesquisadores agora vão poder congelar biomoléculas no meio de seus movimentos e visualizar processos que nunca foram vistos antes, o que é decisivo para o entendimento da vida e para o desenvolvimento de remédios", explicou a Academia Real Sueca de Ciências após anunciar os vencedores do Nobel de Química.

O método permite que os cientistas parem as moléculas no meio do seu processo orgânico e entendam o que está ocorrendo dentro dela. Essa técnica foi desenvolvida em 2013 pelos três pesquisadores e foi utilizada para visualizar as estruturas presentes no vírus da zika, coisa que não seria possível com outras tecnologias. O mesmo processo foi usado para observar a resistência bacteriana quando as células não respondem aos antibióticos de maneira suficiente.

Entenda a técnica que levou o Nobel de Química

Nas aulas de química do ensino médio, tudo são bolinhas. As proteínas são como colares de contas microscópicos, em que cada miçanga é um aminoácido. Os carboidratos têm um carbono ali, cinza, um oxigênio aqui, vermelho. Até a água vira LEGO: uma molécula pequena e gordinha, feita por três círculos encaixáveis.

Acontece que essas são só representações. Da mesma maneira que os mapas de metrô reduzem cidades caóticas a linhas retas e cores primárias, os livros didáticos transformam biomoléculas — os compostos químicos da matéria viva — em formas geométricas mais fáceis de entender.

Isso deixa uma pergunta no ar: o que nós veríamos se existisse um microscópio capaz de ‘tirar fotos’ de uma molécula de proteína ou carboidrato? Afinal, se um túnel de metrô real não é uma linha colorida, mas sim uma caverna de concreto longa e úmida, não há motivos para acreditar que as biomoléculas dos livros sejam iguais às reais.

Bem, em 1990 essa ainda era uma pergunta mais ou menos sem resposta. Já se conhecia bem o corpo humano e sua bioquímica, mas era muito difícil observá-lo em escalas tão pequenas. Foi aí que o suíço Jacques Dubochet, o alemão Joachim Frank e o britânico Richard Henderson criaram um método chamado crio-microscopia eletrônica – que lhes rendeu o Nobel de Química de 2017.

O nome é feio que dói, mas a técnica é valiosa: graças a ela, médicos puderam dar closes em coisas como o vírus da zika – para então analisar sua estrutura e criar novos remédios para combatê-lo (na imagem abaixo, c). Também foi possível observar de perto as proteínas que governam os ritmos circadianos, e entender nosso relógio biológico (a). Outra opção é dar uma olhada nos sensores de pressão minúsculos que existem no interior dos nossos ouvidos (b). 

Essas são só algumas das portas que a técnica abriu. Segundo o anúncio oficial do prêmio, mais de mil estruturas orgânicas antes invisíveis ganharam ‘retratos falados’ em HD após a invenção da crio-microscopia eletrônica.  


domingo, 1 de outubro de 2017

Núcleo de estudos criacionista será inaugurado em Blumenau, SC

Nos dias 6 e 7 de outubro será realizada na cidade de Blumenau, SC, a I Jornada Criacionista do Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB). O evento tem o objetivo de fundar o terceiro núcleo de estudos da SCB e, assim, iniciar suas atividades de divulgação do criacionismo no estado de Santa Catarina. O criacionismo é uma interpretação alternativa da natureza a partir da cosmovisão bíblica nas discussões acadêmicas sobre a origem da vida. Serão dois dias de muita informação abertos a toda a comunidade, com palestras de cientistas e pesquisadores do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB).

PALESTRAS

6/10 (19h30) – O Criador e o Método Científico
Com o Dr. Agrinaldo Jacinto do Nascimento Júnior, químico, professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e diretor-presidente do Numar-SCB.

7/10 (9h30) – Um panorama sobre as atividades criacionistas no Brasil
Com o MSc. Everton Fernando Alves, cofundador e editor associado da Origem em Revista e diretor executivo do NBLU-SCB.

7/10 (10h30) – Evidências bíblicas do Dilúvio
Com o MSc. Everton Fernando Alves, mestre em Ciências e pós-graduando em Biotecnologia (Biologia Molecular, UEM) e rditor-chefe da Origem em Revista.

7/10 (16h) – Mitos sobre a evolução dos dinossauros
Com o MSc. Everton Fernando Alves.

MAIS SOBRE O EVENTO

O Simpósio está sendo organizado pelo Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB) e conta com o apoio da Sociedade Criacionista Brasileira, com sede em Brasília, DF, e do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB). O evento contará com certificação emitida pelo NBLU-SCB.

De acordo com o MSc. Emerson Lubitz, professor do Departamento de Engenharia Civil da FURB e diretor-presidente do NBLU-SCB, “a I Jornada Criacionista de Blumenau é o evento inaugural do recém-formado Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB), criado por um grupo de entusiastas desse tema tão controverso quanto fascinante. Pretende-se, a partir desse começo, unir esforços a outros núcleos formados e em formação na obra de apontar a narrativa bíblica como fundamento real e preciso da origem da vida, enfatizando a atuação de um Ser de infinitas magnificência, sabedoria e excelência, que conhecemos simplesmente por Deus. A Ele daremos honra através de cada ação, cada palavra, cada esforço, enfim, nesta jornada que ora se inicia”.

INSCRIÇÕES:

As inscrições serão gratuitas (com certificação) e deverão ser feitas online através do seguinte link: https://goo.gl/GiJw6v

DATA: 6 e 7 de outubro
LOCAL: Espaço Vida & Saúde. Rua Gustavo Salinger, 500 – Bairro Itoupava Seca, Blumenau, SC.

Mais informações sobre o evento:
Alexandre Kretzschmar
47 99149-0208

alexandre.kretzschmar@gmail.com
Diretor executivo do NBLU-SCB

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Evolucionista admite: evolução evita maiores questões da origem biológica

Gerd B. Müller
Neste encontro de novembro de 2016 da Royal Society, “New Trends in Evolutionary Biology” [Novas tendências em biologia evolucionária], o renomado teórico evolucionista austríaco Gerd B. Müller [foto ao lado] fez a primeira apresentação. Como destacamos antes, foi uma apresentação devastadora para alguém que quer pensar que, sobre as grandes questões de origens biológicas, a teoria evolucionária ortodoxa já explicou tudo. Em vez disso, Müller apontou para as lacunas de “déficits explanatórios” na teoria. Agora a publicação científica da Royal Society, o Interface Focus, oferece uma edição especial reunindo artigos baseados nas palestras da conferência. Vejamos o que o Dr. Müller tem a dizer no artigo intitulado “Why anextended evolutionary synthesis is necessary” [Por que é necessária uma síntese evolutiva ampliada/estendida]. Um amigo destacou o seguinte parágrafo:

“Como pode ser notado dos princípios relacionados, a atual teoria evolucionária é predominantemente orientada para uma explicação genética de variação, e exceto por algumas modificações semânticas mínimas, isso não tem mudado ao longo das últimas sete ou oito décadas. Qualquer que seja o apoio da boca para fora pago para levar em consideração outros fatores do que aqueles aceitos tradicionalmente, descobrimos que a teoria, conforme apresentada em artigos existentes, concentra-se em uma limitada série de explanação evolutiva, excluindo a maioria daqueles mencionados entre os objetivos explanatórios acima. A teoria cumpre bem seu papel no que diz respeito às questões em que se concentra, fornecendo predições testáveis e abundantemente confirmadas na dinâmica da variação genética em populações evoluindo, na variação gradual e adaptação de características fenotípicas, e sobre certas características genéticas de especiação. Se a explanação parasse aqui, não existiria controvérsia. Mas, tem se tornado habitual em biologia evolucionária se tomar a genética de população como o tipo de explicação privilegiado de todos os fenômenos evolutivos, negando assim o fato de que, por um lado, nem todas as suas predições podem ser confirmadas sob todas as circunstâncias e, por outro lado, um grande número de fenômenos evolucionários permanece excluído. Por exemplo, a teoria evita largamente a questão de como as organizações complexas de estrutura organismal, a fisiologia, o desenvolvimento ou comportamento – cuja variação ela descreve – surgem realmente na evolução, e também não fornece meios adequados para incluir fatores que não fazem parte da estrutura da genética populacional tais como as influências de desenvolvimento, sistemas teóricos, ecológicos ou culturais.”

Uau! Leia isso de novo. Müller diz que “a atual teoria evolucionária... amplamente evita a questão de como as organizações complexas de estrutura organismal, fisiologia, desenvolvimento ou comportamento... surgem de verdade na evolução”. Mas como a coisa biológica “surge de verdade” é exatamente o que a maioria das pessoas pensa quando elas pensam da “evolução”.

Diz o nosso amigo, vide Michael Behe no seu livro The Edge of Evolution, onde o Dr. Behe pergunta: “A grande questão, contudo, não é ‘Quem sobreviverá, o mais apto ou o menos apto?’ A grande questão é ‘Como os organismos se tornam mais aptos?’” Müller concede que o pensamento evolucionário convencional “amplamente evita” essa “grande questão”. Embora expressada em termos anódinos, isso é uma acusação gravíssima.

Eis aqui outras pérolas do artigo:

“Um número crescente de publicações defende uma profunda revisão ou até mesmo a substituição da teoria da evolução padrão [2-14], indicando que isso não pode ser desconsiderado como uma opinião minoritária, mas, antes, é um amplo sentimento idêntico entre cientistas e filósofos.”

Essa afirmação poderia ter aparecido em um trabalho de proponente de design inteligente. Mas espere, isso ainda fica melhor:

“Na verdade, um número crescente de desafios ao modelo clássico de evolução tem surgido ao longo dos últimos anos, tais como da biologia de desenvolvimento evolucionário [16], epigenética [17], fisiologia [18], genômica [19], ecologia [20], pesquisa de plasticidade [21], genética populacional [22], evolução regulatória [23], abordagens de redes [14], pesquisa de novidade biológica [24], biologia comportamental [12], microbiologia [7] e biologia de sistemas [25], ainda mais apoiado pelos argumentos das ciências culturais [26] e sociais [27], bem como por tratamentos filosóficos [28–31]. Nenhuma dessas contenções é acientífica, todas repousam firmemente em princípios evolucionários e todas são apoiadas por evidência empírica substancial.”

“Desafios ao modelo clássico” são “amplas” e “nenhuma... é acientífica”. Uau! Arquive isso para futura referência.

Mais: “Algumas vezes esses desafios são tratados com hostilidade dogmática, denunciando qualquer crítica do edifício teórico tradicional como estúpida [32], mas mais frequentemente os defensores da concepção tradicional argumentam que ‘tudo vai bem’ com a atual teoria evolucionária, que eles veem como tendo ‘coevoluído’ junto com os avanços metodológico e empírico que já recebem o que lhes é devido na atual biologia evolucionária [33]. Mas o fato repetidamente enfatizado de que os mecanismos evolucionários inovadores têm sido mencionados em certos artigos mais antigos ou mais recentes não quer dizer que a estrutura formal da teoria evolutiva tenha se ajustado a eles.”

Os darwinistas ortodoxos da escola “Tudo Vai Bem” enfrentam os desafios com “hostilidade dogmática”? Sim. Nós estávamos cientes.

Aqui ele destrói a noção, uma verdadeira extrapolação vazia, de que as mudanças microevolutivas podem explicar as tendências macroevolutivas:


“Uma versão mais sútil do argumento isso-já-foi-dito-antes usado para desviar quaisquer desafios à visão recebida é levar a questão para o interminável debate da micro-versus-macroevolução. Enquanto que a ‘microevolução’ é considerada como a mudança contínua das frequências de alelos dentro de uma espécie ou população [109], o conceito mal definido de macroevolução [36], amalgama a questão de especiação e a origem dos ‘táxons superiores’ com a tão chamada ‘principal mudança fenotípica’ ou novo tipos construcionais. Geralmente, um reconhecimento superficial do problema da origem dos caracteres fenotípicos rapidamente se torna uma discussão de argumentos de genética de população sobre a especiação, muitas vezes ligada ao conceito difamado de equilíbrio pontuado [9], a fim de finalmente desconsiderar qualquer necessidade da mudança de teoria. Assim, o problema da complexidade fenotípica se torna (des)elegantemente ignorado. Inevitavelmente, a conclusão é alcançada de que os mecanismos microevolucionários são consistentes com os fenômenos macroevolucionários [36], muito embora isso tenha muito pouco a ver com a estrutura e predições da Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida. A verdadeira questão é que a evolução genética sozinha tem sido encontrada insuficiente para uma explicação causal adequada de todas as formas de complexidade fenotípica, não somente de algo vagamente denominado ‘macroevolução’. Consequentemente, a distinção micro/macro serve somente para obscurecer as questões importantes que surgem dos atuais desafios à teoria padrão. Isso não deveria ser usado na discussão da Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que raramente faz quaisquer alusões à macroevolução, embora algumas vezes seja forçada a fazer.”


Isso é uma concessão maior da parte de uma figura principal no mundo da teoria da evolução. É um grande olho preto à turma do “Tudo Vai Bem”. Quem irá dizer para a mídia? Quem irá dizer aos leões de chácara de Darwin? Quem irá dizer aos estudantes de biologia no ensino médio ou na faculdade, mantidos nas trevas pela rígida pedagogia darwinista?

A evolução tem somente “pontos fortes” e nenhum “ponto fraco”, você diz? A teoria darwinista está tão firmemente estabelecida como “a gravidade, o heliocentrismo e a forma redonda da Terra“? Realmente? Como alguém pode possivelmente manter esse tanto considerando-se essa afirmação cristalina, não de nenhum defensor do DI ou cético de Darwin, não de um tão-chamado “criacionista”, mas de uma figura central em pesquisa evolucionária, escrevendo em um journal publicado pela augusta sociedade científica uma vez presidida por Isaac Newton, por ter gritado tão alto?

Manter este ponto de que “Tudo Vai Bem” com a evolução indica que você deve estar em um estado sério de negacionismo.

Fonte: Evolution News, via Desafiando a Nomenklarura Científica

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sol + CO2 = gasolina, diesel ou querosene

Planta-piloto - Aqui já foram produzidos os primeiros 200 L de combustível sem petróleo
Um projeto tocado por engenheiros e pesquisadores da Alemanha e da Finlândia produziu os primeiros 200 litros de combustível sintético extraído do dióxido de carbono ( CO2) atmosférico e usando energia solar.

O combustível limpo foi produzido em uma planta-piloto móvel, que pode ser usada de forma descentralizada para produzir gasolina, diesel ou querosene. Para facilitar sua mobilidade, a planta química supercompacta foi acondicionada em um contêiner.

"O sucesso da transição energética exige inovações geradas por pesquisas se estendendo dos fundamentos até as aplicações," disse o professor Thomas Hirth, do Instituto de Tecnologia Karlsruhe. "O sucesso do [projeto] Soletair reflete a importância das redes de pesquisa internacionais que lidam com os desafios globais e desenvolvem soluções aplicáveis."

Do  CO2 à gasolina

A usina de combustível é formada por três componentes principais.

A unidade de "captura direta do ar" captura o dióxido de carbono do ar em volta.
A seguir, uma unidade de eletrólise usa a energia solar para produzir hidrogênio. No terceiro componente, o dióxido de carbono e o hidrogênio são primeiro convertidos em gás de síntese reativo a alta temperatura e depois em combustíveis líquidos em um reator químico microestruturado.

Reator microestruturado - Converte o
gás de síntese em combustíveis líquidos.
A equipe afirma que esta é a primeira vez que o processo completo, da energia fotovoltaica e da captura de dióxido de carbono do ar, até a síntese de combustível líquido, mostrou sua viabilidade técnica.

A planta-piloto tem uma capacidade de produção de 80 litros de gasolina por dia. Na primeira
campanha, agora concluída, foram produzidos cerca de 200 litros de combustível em várias fases, para estudar o processo de síntese ideal, as possibilidades de reaproveitar o calor produzido e as propriedades do produto final.

A planta compacta foi projetada para fabricação descentralizada, além de poder se encaixar em um contêiner para facilidade de transporte. Com isto, uma usina completa poderá ser ampliada de forma modular. A equipe já está constituindo uma empresa para comercializar esses módulos.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 12 de agosto de 2017

Uma semana difícil para os ateus

Escritor e cientista, Dawkins
Richard Dawkins é conhecido por ser um defensor intransigente do ateísmo e do darwinismo. Postei nove posts sobre ele aqui no neste blog - confira aqui. Mas houve uma situação em que ele se deu muito, muito mal, durante um programa de rádio da BBC de Londres, ao vivo, debatendo com um sacerdote da Catedral de St. Paul. Com seu tom tipicamente beligerante, o autor de Deus um Delírio afirmou arrogantemente que os cristãos são muito despreparados, pois a maioria deles não seria sequer capaz de mencionar o nome dos evangelhos. A resposta do sacerdote foi impressionante. Assista.

terça-feira, 18 de julho de 2017

10 dicas para ter sucesso na vida, segundo um Nobel de Química

Stoddart palestrando na Convenção IUPAC 2017 - "Dedicação e humildade são os segredos".
Fraser Stoddart, Nobel de Química de 2016, esteve em São Paulo para a 49ª convenção da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), um dos principais encontros da área, que ocorreu entre os dias sete e 13 de julho de 2017.

Ao fim de sua palestra, Stoddart fez questão de ressaltar algumas dicas que o ajudaram a ser bem sucedido na vida, dando destaque para uma citação do dramaturgo britânico Noel Coward: "O segredo do sucesso é a capacidade de superar o fracasso".

Para ter sucesso em qualquer aspecto da vida, o ganhador do Nobel indica:

01 - Trate as pessoas como gostaria de ser tratado

02 - Seja respeitoso com as pessoas mais jovens que você

03 - Trate pessoas com diferentes passados e culturas da mesma forma

04 - Não fale mal das outras pessoas

05 - Pense antes de abrir sua boca

06 - Perceba que vivemos em um mundo pequeno

07 - Esteja pronto para dar mais que receber

08 - Apoie quem estiver ao seu redor

09 - Seja pronto, disposto e capaz de elogiar

10 - Aprenda a fazer muito com pouco

Fonte: Galileu

I Simpósio de Design Inteligente do Nordeste

Depois do grande sucesso do TDI BRASIL, TDI RIO e TDI Sâo Paulo teremos agora em Novembro 2017 - 10 e 11 em Fortzaleza -Ceará o TDI NORDESTE a ser realizado na Universidade Federal do Ceará - UFC.

Grandes nomes da TDI BRASIL estarão lá, além de um dos maiores defensores do DI no mundo - Jonathan Wells. Ele é também autor de dois livros que se tornaram ícones do DI - "Icons of Evolution" e mais recentemente "Zombie Science: More Icons of Evolution".

Inscreva-se já e não perca mais este congresso histórico da TDI no Brasil.

Fonte: TDI NORDESTE

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A profunda ignorância dos cientistas sobre a origem da vida

Embora o público em geral seja desconsertadamente desconhecedor, o simples fato científico é que os cientistas ainda não têm a menor ideia de como a vida pode ter começado através de um processo natural não guiado com a ausência da intervenção de uma força criadora consciente.

Eis aqui algumas declarações sobre a origem da vida:

LUCA - Antepassado comum
universal de todas as células
James Tour, professor de Química na Universidade Rice, 2016: “[Há] ignorância coletiva. [...] Aqueles que dizem que isso já está bem elaborado não sabem de nada, nada sobre a síntese química... Aqueles que pensam que os cientistas entendem os detalhes da origem da vida estão completamente desinformados. Ninguém entende. [...] Quando a comunidade científica confessará ao mundo que eles não têm pistas sobre a origem da vida, que o imperador está nu?”

 Eugene Koonin, microbiólogo, 2011: “A origem da vida é um fracasso.”

Lee Hartwell, laureado com o Prêmio Nobel em Medicina, 2011: “Com respeito à origem da vida, eu descubro que quanto mais aprendemos sobre as células, mais complexas elas parecem; elas simplesmente são coisas incrivelmente complexas, e partir do que nós podemos ver hoje e tentar raciocinar de onde veio, eu acho que é realmente impossível.”

 Paul Davies, físico teórico da Universidade Estadual do Arizona, 2010: “Como [a vida começou]? Nós não temos ideia.”

 Franklin Harold, biólogo molecular da Universidade Estadual do Colorado, 2001: “Para mim, a origem da vida parece tão incompreensível quanto antes, uma questão para se maravilhar, mas não para explicação.”

 Hubert Yockey, físico e renomado teórico da informação, 1981: “Uma vez que a ciência não tem a menor ideia de como a vida na Terra se originou... seria somente honesto confessar isso para os outros cientistas, para os financiadores, e para o público em geral.”

Basta dizer que não somente a ciência não tem progredido nessa área desde que Charles Darwin publicou seu famoso tratado de 1859, A Origem das Espécies, mas, ao contrário, regrediu em muitas ordens de grandeza.

O que quero dizer com regredir torna-se claro se traçarmos o dilema da origem da vida em um gráfico X-Y padrão; com o eixo X horizontal representando o entendimento de uma origem naturalista da vida de 1859 até o presente. É uma linha reta começando com zero (entendimento em 1859) e terminando com zero (entendimento em 2017). Que o eixo Y represente o nível de entendimento desde 1859 da magnitude do problema que precisa ser resolvido. Em 1859, era tido como sendo uma questão relativamente trivial (i.e. próxima de zero); todavia, devido aos avanços surpreendentes em genética, bioquímica, e microbiologia desde então, a linha do eixo Y já saiu do gráfico.

Como o bioquímico Klaus Dose escreveu: “A experimentação da origem da vida... tem levado a uma melhor percepção da imensidade do problema da origem da vida na Terra em vez de sua solução.” Os pesquisadores Carl Woese e Gunter Wachtershauser concordam: “Embora nós não tenhamos uma solução, agora temos uma noção da magnitude do problema.”

Por que os pesquisadores estão enfrentando tais dificuldades em descobrir uma origem naturalista da vida? “Certamente”, disse Koonin, “isso não é devido a uma falta de esforço experimental e teórico, mas à extraordinária intrínseca dificuldade e complexidade do problema. Uma sucessão de etapas extremamente improváveis é essencial para a origem da vida... Isso faz o resultado final parecer quase que um milagre.”

Em outras palavras, descobrir como que forças naturais não guiadas poderiam montar uma célula viva – uma máquina molecular mais sofisticada e funcionalmente complexa do que qualquer tecnologia humana já produzida – é um problema de proporções atormentadoras como um pesadelo.

O conjunto de peças LEGO de um modelo da ponte do Brooklyn tem 852 peças; cada peça foi intencional e especificamente planejada para construir o modelo da ponte. Imagine que a você foi designada a tarefa de descobrir um caminho para a montagem bem-sucedida do modelo da ponte usando somente forças naturais não guiadas (calor, raio, luz solar, vento, radiação, etc....).

Fonte: Questia, via Desafiando a Nomenklatura Científica

terça-feira, 4 de julho de 2017

Teoria da Evolução vai deixar de ser ensinada na Turquia

Presidente da Turquia, Recep Erdogan
A teoria da evolução vai deixar de ser lecionada na Turquia porque é um assunto controverso, passível de debate e demasiado complicado para os estudantes. A ideia foi defendida por Alpaslan Durmus, responsável pelo Conselho de Educação turco, num vídeo publicado no site do Ministério da Educação. “Acreditamos que o tema está além da compreensão deles [dos estudantes]”, afirmou. O responsável acrescentou que um capítulo sobre a evolução ia ser removido dos livros de Biologia do nono ano. Adicionalmente, outra mudança no currículo poderá envolver uma redução do tempo que os estudantes passam estudando o secularismo e aumentar o tempo de estudo da religião. A proposta foi apresentada em janeiro e levou Cagatay Tavsanoglu, presidente da Sociedade Turca de Ecologia e Biologia Evolucionária, a escrever um artigo na Nature, pedindo apoio à comunidade científica internacional para o tema voltar ao currículo nas escolas turcas.

“A estratégia proclamada pela Turquia de alcançar excelência nas ciências biológicas e médicas deve ser apoiada por um forte programa educacional em biologia evolucionária. O entendimento da teoria da evolução é crucial para resolver desafios contemporâneos, como a perda da biodiversidade. Os princípios evolucionários têm proporcionado avanços em muitos campos, como a agricultura, medicina, farmácia e nanotecnologia”, escreveu Tavsanoglu.

Muitos são os críticos dessa mudança, de acordo com o jorna britânico Guardian, que acusam o presidente da Turquia, Recep Erdogan [foto acima], de querer tornar a sociedade turca cada vez mais religiosa e islâmica. Essa agenda é contrária, defendem muitos, aos ideais do fundador da Turquia moderna, Mustafa Atatürk. Assim, o país afasta-se também de uma abordagem e de ideais mais ligados ao Ocidente e à Europa, para dar lugar ao estudo do que foi feito por cientistas turcos e muçulmanos, defendeu também o líder do Conselho de Educação.

Fonte: DN Portugal

Nota do blog Criacionismo: Talvez os evolucionistas possam pensar que os criacionistas de todo o mundo vão comemorar uma notícia como essa, só que não. A Turquia tem orientação religiosa muçulmana, e nos países islâmicos teocráticos as coisas acontecem meio que “no cabresto”. Criacionistas cristãos, de modo geral, não assumem nem defendem esse tipo de postura. Na verdade, também de modo geral (pelo menos os adventistas pensam assim), defendem a total separação entre o Estado e a religião/igreja, um dos motivos pelos quais não concordam com o ensino do criacionismo em escolas públicas (o outro motivo é o despreparo da maioria dos professores, que mais fariam é “detonar” o criacionismo em lugar de ensinar adequadamente suas bases conceituais). O ideal seria um ensino crítico da teoria da evolução, destacando seus elementos científicos e filosóficos, deixando claro que muito do que é apresentado como científico não passa pelo crivo do método científico nem se encaixa no conceito correto de ciência, que se vale de métodos matemáticos para compreender a realidade (acompanhe esta série e clique aqui e aqui).

Tavsanoglu, que defende a teoria da evolução, comete vários erros em sua fala. Primeiro, ele associa a busca da excelência em ciências biológicas e médicas ao ensino do evolucionismo. Nada mais falso. Basta ver quantas dissertações e quantas teses foram publicadas sobre os mecanismos da macroevolução biológica, por exemplo. O avanço da biologia não depende necessariamente da teoria da evolução, embora aspectos dela (que são científicos), como a seleção natural, sejam válidos e úteis. Pior é dizer que o desenvolvimento da medicina tenha relação com a teoria darwiniana. Por favor, leia o artigo “Por que a medicina ignora a teoria da evolução” e compreenderá o que quero dizer.

Tavsanoglu diz ainda que “os princípios evolucionários têm proporcionado avanços em muitos campos, como a agricultura, medicina, farmácia e nanotecnologia”. No imaginário popular, o que fica é o seguinte: a vida surgiu naturalmente em um mar primitivo há bilhões de anos e foi se tornando mais e mais complexa, por si só, e, de alguma forma, isso é tão importante que levou até mesmo ao desenvolvimento de tecnologias avançadas e medicamentos úteis. Só que uma coisa não tem nada a ver com a outra, e essa ideia faz com que se tenha a impressão de que os criacionistas seriam contra a medicina, o desenvolvimento de remédios e a nanotecnologia. Isso é uma tremenda confusão, para não dizer injustiça! De fato, o computador foi inventado por um religioso, a genética, por um padre, e o método científico (além do cálculo) por homens profundamente devotos e crentes na Bíblia como a revelação de Deus.

A Turquia está errada em sua decisão arbitrária, mas também estão errados os argumentos dos que não querem que o evolucionismo seja eliminado das salas de aula. [MB]

Leia também: “Evolucionistas ‘detonam’ o ensino da ciência” e “Os médicos e a teoria da evolução

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Em artigo, pesquisadores admitem imprecisão da datação por C14

J. A. S. Francisco, aluno do curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário Amparense (Unifia); A. A. Lima, química, doutora em Ciências (área de concentração: Química Inorgânica), professora da Unifia e coordenadora do curso de Química; e D. P. Arçari, biólogo, mestre em Ciências e professor da Unifia escreveram o artigo “Datação por Carbono 14” (leia aqui), no qual concluem o seguinte: “No estudo realizado através de revisão literária pode-se concluir que pelo método de datação por carbono 14, se torna possível que arqueólogos possam comprovar a idade de objetos e fosseis encontrados, que provavelmente estão no local há milhares de anos. Pelo que podemos ver, a datação através do carbono 14 não deve ser utilizada como algo exato, principalmente por não se conhecer a concentração exata de carbono 14 em tempos remotos. Essa variação pode fazer uma amostra parecer mais velha do que realmente possa ser. É bom ter em mente o que está por trás dos métodos de datação por carbono 14. Uma coisa é medir a quantidade de isótopos presentes em determinada amostra, isso é possível fazer com grande precisão; outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar a idade do objeto em questão, isso depende de fatores não observados e não conhecidos que simplesmente se tem de assumir não dá para voltar atrás no tempo até a altura que o objeto começou a se formar e acompanhar o seu desenvolvimento.”

Admissão interessante de quem estuda o assunto, embora programas popularescos como o Fantástico e documentários da Discovery, por exemplo, sempre apresentem os métodos radioativos de datação como praticamente infalíveis. Uma análise rápida de alguns artigos científicos disponíveis na internet mostra que vários autores admitem possibilidades de erros nas datações. E meu livro A História da Vida, trato desse assunto dos métodos de datação em um capítulo específico, e a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) acaba de lançar um ótimo livro sobre o assunto, intitulado Exame Crítico da Datação Radiométrica.

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza. Esse livro pretende fornecer subsídios para quem realmente deseja compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte do livro, encontra-se uma seleção de artigos já publicados nos periódicos editados pela SCB e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes, publicados na revista Acts and Facts, publicada mensalmente pelo Institute for Creation Research, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos métodos de datação radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

O desejo dos editores é que essa seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais expostas, nem sempre fáceis de ser encontradas na literatura especializada sobre o assunto.

O livro tem 220 páginas e pode ser adquirido aqui. [MB]

Fonte: Criacinismo

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A Evolução Espera que Você não Saiba Química



Nota: Enovelamento de proteínas, DNA, RNA...TODA REALIDADE contra Evolução. "A Evolução espera que você não saiba Química" - Dr. Marcos Eberlin

O Dr. Marcos Eberlin é o Presidente da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. Seja um membro da Sociedade ! É simples, cadastre-se aqui : http://tdibrasil.com

domingo, 11 de junho de 2017

Discutir a origem da vida através da fé e da ciência é proposta de nova revista

Com o objetivo de divulgar notícias e artigos referentes à origem da vida com uma visão bíblica e cientifica, surge no mercado a Origem em Revista, um veículo que busca responder ao desafio de oferecer conteúdo aprofundado sobre a origem da vida, unindo a fé cristã e a ciência. A Origem em Revista se propõe a dialogar com o público ao ponto de compreender suas necessidades e absorver suas principais dúvidas, assim produzindo conteúdos específicos que alcancem, especialmente, os jovens que possuem apenas o contato restrito com a teoria darwiniana em suas faculdades. “Percebemos uma lacuna existente no Brasil, um espaço que deveria ser ocupado por alguém que trouxesse toda a experiência, paixão, determinação e ideias inovadoras nessa missão de levar a todo lugar a mensagem da Criação através de um canal de divulgação em forma de uma revista gratuita, interativa, isto é, que convidasse todos os pesquisadores e/ou cientistas criacionistas ou adeptos do design inteligente que temos no Brasil a publicar seus textos em nossa revista”, afirma o cofundador e editor chefe da revista, Everton Alves.

O título da publicação está relacionado diretamente com a identidade e missão da publicação. O termo Origem se refere diretamente ao foco da revista, que abrange um campo mais amplo para o diálogo, não se limitando apenas ao modelo criacionista e suas ramificações, mas abrindo possibilidades de discussão dos outros modelos que estão surgindo, como, por exemplo, o Design Inteligente, que aponta como uma nova forma de compreender os mecanismos envolvidos na origem do projeto e manutenção da vida na Terra. “Já o segundo termo, em Revista, não diz respeito apenas ao formato da publicação, mas é uma mensagem mais profunda. Segundo o dicionário, “revista” significa uma segunda visita, um novo exame mais minucioso, ou seja, é a revisão da história de nossas origens que, até então, tem sido parcialmente contada através dos livros didáticos ofertados nos ensinos fundamentais e médios de nossas escolas”, comenta o cofundador e diagramador da revista, Alex Kretzschmar.

A revista será no formato digital e disponibilizada gratuitamente no site Origem em Revista, e a previsão de lançamento é janeiro de 2018. “A revista será semestral, mas o site será atualizado constantemente com notícias e artigos relacionados à temática”, explica Alex.

Serviço
Lançamento: Origem em Revista
Facebook: @origememrevista
Site: https://origememrevista.com.br/
Contato: faleconosco@origememrevista.com.br

Fonte: Rafaela Garcia, Origem em Revista

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Livro - Exame Crítico da Datação Radiométrica

A Datação Radiométrica é um dos assuntos cruciais envolvidos na controvérsia entre a estrutura conceitual evolucionista e a estrutura conceitual criacionista, pelas implicações relativas às distintas interpretações das idades de formações geológicas e de fósseis encontradas na natureza.

Este livro pretende fornecer subsídios para quem realmente desejar compreender as bases filosóficas e as evidências reais que fundamentam os pressupostos assumidos pelas duas posições antagônicas aceitas para a interpretação dos fatos observados na natureza.

Na primeira parte desta publicação encontra-se uma seleção de artigos já anteriormente publicados nos periódicos editados pela Sociedade Criacionista Brasileira e, na segunda parte, uma coletânea de artigos mais recentes publicados na revista “Acts and Facts” publicada mensalmente pelo “Institute for Creation Research”, instituição criacionista sediada nos Estados Unidos da América.

Todos esses artigos, em seu conjunto, constituem um valioso acervo de informações básicas sobre a história do desenvolvimento dos Métodos de Datação Radiométrica e do estado atual da arte nesse interessante e importante campo de pesquisas.

Esta publicação é fruto da colaboração iniciada há três anos entre a SCB e o seu Núcleo Criacionista da cidade de Maringá, PR (“NUMAR-SCB”) que reúne mais de uma dezena de professores universitários e pesquisadores de alta qualificação acadêmica.

O desejo dos Editores é que esta seja uma publicação que possa trazer à baila argumentos de peso a favor da interpretação alternativa dos fatos a partir de pressuposições distintas das usualmente levadas em conta no campo da datação radiométrica, permitindo aos leitores avaliarem a questão por si mesmos considerando as informações adicionais aqui expostas, nem sempre fáceis de serem encontradas na literatura especializada sobre o assunto. Total de 220 páginas.Vários autores.

PRIMEIRA PARTE

- Uma Terra Recente?

- Um Levantamento de Métodos de Datação 25

Eugene F. Chaffin - O Debate Sobre a Idade da Terra 50

Lawrence Badash - A Terra Recente 63

Henry M. Morris - Um Exame Crítico da Datação com Radiocarbono à Luz de Dados Dendocronológicos 72

Sidney P. Clementson - Confirmada a Idade Magnética Recente da Terra 89

Thomas G. Barnes - Um Exame Crítico da Datação Radioativa das Rochas 99

Sidney P. Clementson - Taxas de Difusão de Hélio Apontam para uma Terra Recente 110

Adauto J. B. Lourenço - Tempo: Um Problema para os Modelos da História da Terra 122

Urias Echterhoff Takatohi - Uma Revisão Crítica do Uniformismo na Geologia e o Dilúvio Universal 140

A. W. Mehlert - Duas descobertas muito relevantes para a datação radiométrica 158


SEGUNDA PARTE

Rodrigo M. Pontes - Relógios nas Rochas?  169

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O Ícone das “Isócronas”  176

Vernon R. Cupps, Ph.D. - O relógio “Nobre”  184

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Datação com Metal Alcalino: O Modelo de Datação de Rb-Sr 193

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Primeira Parte) 201

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Terras Raras Os Modelos de Datação Sm-Nd e Lu-Hf

(Segunda Parte) 206

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados: Os Modelos de Datação U-Pb E Th-Pb  211

Vernon R. Cupps, Ph.D. - Relógios de Metais Pesados o Modelo de Datação Pb-Pb  216

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A tabela periódica e a evidência de um projetista cósmico

    No princípio não havia tempo, nem espaço, nem matéria. No instante inicial do espaço-tempo como o conhecemos, o “relógio universal” já marcava cerca de 10-43s. As três dimensões de espaço expandiram-se rapidamente com a passagem do tempo. A Criação do tempo induziu a criação de energia, que excitou o vácuo e criou partículas com grande quantidade de energia cinética, o que elevou a temperatura. Devido às propriedades do espaço-tempo, houve uma grande expansão e depois um resfriamento. Entrou em cena uma minúscula partícula conhecida como Bóson de Higgs que começou a conferir massa aos férmions e às demais partículas. Então, uma força nuclear mediada por glúons entrou em ação e os quarks (um tipo de férmions) começaram a se unir e formaram os prótons e nêutrons, depois os elétrons começaram a formar a eletrosfera dos primeiros átomos, em seguida foi produzido o primeiro elemento químico, o mais simples e o mais abundante no Universo: o Hidrogênio. Este elemento possui três formas semelhantes que são chamadas de isótopos (Prótio, Deutério e Trítio).


    Todavia, esse foi apenas o começo. Então, os isótopos Deutério e Trítio através de um processo denominado de fusão nuclear formaram o Hélio. Então, as nuvens de hidrogênio e hélio começaram a interagir e surgiu a primeira estrela, diferente de qualquer outra que conhecemos. As estrelas são verdadeiras fábricas de elementos químicos. Por esse motivo, essa estrela precisou explodir para espalhar os elementos fabricados em seu interior pelo Universo. Novamente, a gravidade começou agir e formou, com esses elementos lançados pelas estrelas, os planetas ricos em elementos essenciais à vida, o objetivo final do plano, para que, assim, ela pudesse surgir com toda a sua beleza e ordem, bem como todo o processo que a antecedeu.

    Essa breve e simplória descrição acima relata o que foi o Big Bang[1] e como surgiram os ingredientes necessários para que a vida pudesse surgir. Quando estudamos Química, nos deparamos
com a tabela dos elementos presentes na natureza (Tabela Periódica) e, por sua aparente complexidade, não nos damos conta de sua ordem e beleza. Será que o acaso sem propósito pode criar algo tão magnífico?

    Ao analisarmos o alfabeto, verificamos 26 símbolos que chamamos de letras e que são capazes de expressar de forma escrita todas as palavras em diversos idiomas. Se alguém afirmasse que esses símbolos surgiram do acaso, ninguém o levaria a sério. O mesmo acontece quando observamos a Tabela Periódica e identificamos atualmente 118 elementos em perfeita ordem, que podem ser agrupados em famílias. Tudo que vemos, desde rochas, água, ar, plantas, insetos, animais, até ao homem são constituídos por esses elementos. Alguns dão a impressão de existirem somente para benefício do próprio homem. A Tabela Periódica apresenta-se como sendo o alfabeto da vida. Sua beleza e ordem testemunham a favor de uma Inteligência agindo nos bastidores.

    É possível inferir que essa Inteligência brincou conosco e escondeu vários deles em compostos complexos em uma natureza repleta de beleza, como alguém que desejava fornecer pistas para não ficarmos sem saber de nossa origem e nos beneficiou, ainda, com um extremo apreço pelo o que é belo. Como um pai que estimula no filho o desejo pela leitura só pra que ele possa ler a sua biografia e conhecê-lo melhor.

Cyril Stanley Smith
    Veja o que Cyril Stanley Smith, um dos historiadores da metalurgia, afirma: “A metalurgia começou com a confecção de contas para colares e ornamentos malhados em cobre, o que ocorria naturalmente, muito antes de serem feitas facas e armas ‘úteis’”.[2] Dessa forma, não foi o instinto pela preservação e proteção da vida que impulsionou a descoberta dos elementos químicos, mas sim a arte, a beleza. Talvez seja por esse motivo que o ouro, “o metal menos prático é o mais valioso, valorizado porque os seres humanos são mais fundamentalmente artistas do que guerreiros” [3]. A existência da beleza por amor à própria beleza foi um desafio para Darwin que o levou a assumir que isso “seria totalmente fatal para sua teoria”[4].

    Foi exatamente o apreço pelo o que é belo que levou os cientistas a procurar por padrões ou modelos entre os elementos químicos. “Haviam visto sempre a natureza engenhosamente elaborada, suspeitando que houvesse uma ordem escondida com significado”[5]. Benjamin Wiker e Jonathan Witt trazem este tema em seu livro “Um Mundo com Significado” de maneira bem interessante.

Evolução Histórica

Johann Döbereiner
    Em 1800, a quantidade de elementos descoberta era suficiente para que a buscar por padrões que demonstrassem uma ordem fosse realizada pelos cientistas da época. 

 O primeiro a identificar a existência de modelos entre os elementos foi o alemão, Johann Döbereiner, que em 1817, criou, o que é considerado por alguns, o primeiro esboço da Tabela Periódica. Ele percebeu o que denominou de “Lei das tríade”, grupo composto por três elementos onde o peso atômico do elemento do centro aproximava-se da média entre os outros dois elementos. Mas não foi aceito porque compreendia um número pequeno de elementos. 

 Entretanto, essas tríades se encontram alinhadas verticalmente em Grupos diferentes (Li, Na e K no Grupo 1; Ca, Sr e Ba, no Grupo 2; S, Se e Te, no Grupo 16; Cl, Br e I, no Grupo 17) e, horizontalmente, no Período 4, os elementos Fe, Co e Ni.
Esboço do primeiro modelo da Tabela periódica, conhecida como Lei das tríade - 1817.
      Ainda no século XIX, Jean Baptiste André Dumas identificou padrões matemáticos nos elementos químicos. Sem que ele percebesse, acabou descobrindo a ordem de quatro grupos da Tabela Periódica.

Chancourtois
    O geólogo francês Alexandre-Émile Béguyer de Chancourtois foi o primeiro cientista a ver a periodicidade dos elementos quando foram arranjados em ordem de seus pesos atômicos. Creditado como sendo o descobridor original do periodicidade dos elementos e o criador do método tridimensional de acordo elemento e representação. 

    Ele desenhou os elementos como uma espiral contínua em torno de um cilindro de metal dividido em 16 partes. O peso atômico do oxigênio foi tomado como 16 e foi utilizado como padrão contra o qual todos os outros elementos foram comparados. Telúrio foi situado no centro, o que levou o nome "Parafuso telúrica". Em 1862, a invenção de Chancourtois, o parafuso de telurídeo calculou os pesos atômicos de todos os elementos conhecidos na época. Entretanto, o parafuso de telúrico não era confiável.
Modelo Parafuso Telúrico do cientistas Chancourtois em 1862
    Apesar do trabalho de Chancourtois, sua publicação atraiu pouca atenção dos químicos em todo o mundo. A razão é que o diagrama original de Chancourtois foi deixado fora da publicação, fazendo o papel difícil de compreender. 

Jonh Newlands
    Jonh Newlands, levando em consideração o entendimento de Dumas, observou que alinhando os elementos em ordem de peso atômico, iniciando com o Hidrogênio, cada oitavo elemento da ordem possuía propriedades semelhantes entre si. 

   Por exemplo: Se desconsiderássemos os Elementos de Transição e os Gases Nobres e iniciássemos em Li, o oitavo seria o Na, que possui características semelhantes ao Li; se iniciássemos com o Be, o oitavo seria o Mg, que possui características semelhantes ao Be. Ele chamou essa descoberta de “lei das oitavas”, semelhante às notas musicais. 

    Para Newlands, que era músico, os elementos químicos poderiam ser organizados em forma de um instrumento musical.
Teoria das "Leis das oitavas" de Jonh Newlands - 1864
    Entretanto, Newlands não persistiu em seus estudos e acabou cometendo alguns equívocos e isso maculou sua pesquisa. Se tivesse insistência em sua ideia inicial teria ido muito longe, já que muitos elementos químicos ainda estavam para ser descobertos. Newlands poderia ter, até mesmo, previsto esses elementos, bem como seus pesos e propriedades químicas.

Dmitri Mendeleev
    Em 1871, Dmitri Mendeleev, o profeta da descoberta dos elementos químicos, como uma criatura que ama padrões, acreditou que a natureza não interromperia os padrões que ele havia descoberto nos pesos e nas propriedades químicas crescentes nos elementos. Insistiu em sua teoria [Teoria da Ordem de Massa Atômica] e quando não havia um elemento descoberto com as características necessárias para se encaixar em um grupo, ele deixava o espaço em branco e afirmava que deveria haver um elemento na natureza a ser descoberto que preencheria os requisitos.

    Mendeleev previu a descoberta do escândio (Sc), ele o chamava de eka boron, previu seu peso e suas características e acertou em cheio. Do mesmo modo, previu a descoberta do gálio (Ga) e germânio (Ge). Este ilustre russo não viveu suficiente para testemunhar as descobertas de J. J. Thomson, Ernest Rutherford, Niels Bohr, Erwin Schrödinger e Werner Heisenberg, pois teria ele ficado maravilhado com tamanha beleza e ordem que a natureza ainda estava para revelar.

              Moseley
    Contudo, em 1913, o inglês Henry Gwyn Jeffreys Moseley, descobriu uma relação entre o espectro de raios X de um elemento químico e seu número atômico. Foi o primeiro a conseguir determinar os números atômicos dos elementos com precisão, esta teoria ficou conhecida como Ordem de Número Atômico

    Ele mostrou que, quando os átomos eram bombardeados pelos raios catódicos, eles emitiam raios X, e, já que cada um tinha sua propriedade, determinava os valores dos números atômicos, e ainda previu lugares na tabela periódica para outros elementos, que foram descobertos anos mais tarde. Desta forma, a disposição dos elementos na tabela periódica ficou com um parâmetro mais adequado, que persiste até hoje. Cientistas posteriores foram determinando os números de prótons de outros elementos a partir desta técnica.

    Como o acaso sem propósito pôde realizar uma tarefa de tamanha elegância e ordem? Seria mera coincidência? Evidências de ordem e beleza estão presentes na Natureza. Ela está repleta de insight de uma Inteligência. Essa mesma Inteligência dotou o homem com um interesse impressionante pela beleza, ordem e curiosidade para descobrir sua origem e destino, para que soubesse que não foi fruto de um acidente. Como disse Henri Poincaré: “O cientista não estuda a natureza porque ela é útil. Estuda-a porque encontra grande prazer nisso; ele encontra prazer no estudo porque a natureza é bela. Se não fosse bela, não valeria a pena conhecê-la e a vida não valeria a pena ser vivida”[6]. A natureza é bela e é inerente ao homem o amor e a busca pela beleza. Isso faz-nos crer que por trás de toda beleza existente no Universo há um Ser que ama o belo e atribuiu às suas criaturas o mesmo sentimento.

Autor: Hilton Bastos 

Referências

[1] Acreditamos que o modelo do Big Bang não é totalmente incompatível com o Criacionismo Científico, embora haja quem discorde. A ideia de um Universo ainda em expansão e a cronologia utilizada parece ser cabível de revisão. Entretanto acreditamos que o modelo inicial utilizado nos dois primeiros parágrafos, onde subtraímos a cronologia evolucionista, não parece, a priori, contradizer a teologia.
[1] Cyril Stanley Smith. “Aestethic curiosity, the root of invention”, Anvil's ring, 1996. Disponível em http://www.pennabilli.org/testi/Smith_EN.htm, último acesso em 22 de fevereiro de 2017.
[2] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 110.
[3] De “Utilitarian Doctrine, How Far True: Beauty, How Acquired”, cap. 6 de Charles Darwin, The Origin of Species, 6ª ed. Nova York: Mentor, 1958, p. 188. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 111.
[4] Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 127.
[5] Henri Poincaré, The Value of Science, Nova York, Dover, 1958, p. 8. Extraído de Benjamin Wiker e Jonathan Witt. Um mundo com significado – como as artes e a ciência revelam o gênio da natureza. São Paulo, Cultura Cristã, 2009, p. 109.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Jovem Pan : Design (Eberlin) X Darwin (Fábio)



Nota: Esse foi um debate que aconteceu na Jovem Pan entre o Dr. Marcos Eberlin (Químico) e o Dr. Fábio (Biólogo) sobre o mérito científico da Teoria do Design Inteligente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia

Lançamento
Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.

Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento. A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade.

Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.

“Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão”, diz Cris.

Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que “o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje”.

O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.

Sobre a autora

Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

Ficha Técnica
AD Santos Editora
Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
ISBN: 978.85.7459-414-9
Páginas: 240
Formato: 14 X 21cm
Preço: R$ 35,00

Nota: O livro está à venda no site e pela página oficial no Facebook, além de
livrarias virtuais especializadas em livros cristãos e também pelo
whats app (11) 997372302.

A nova Revista Criacionista do Brasil

É com grande alegria que apresentamos a você uma novidade: a edição de lançamento da Origem em Revista!

Foram meses trabalhando, orando, e por meio da parceria com alguns queridos amigos, estamos conseguindo projetar uma revista relevante, para que hoje possamos celebrar junto com você o nascimento de um veículo de divulgação criacionista que veio pra ficar.

Origem em Revista é um periódico eletrônico interdisciplinar do tipo magazine, publicado semestralmente, que aborda questões científicas e teológicas relativas à origem da vida e à história passada do mundo natural. Será uma revista gratuita de acesso livre, e a publicação conosco não envolverá nenhum custo.

Estamos preparando a revista para que ela apresente imagens que inspirem sua imaginação e que traduzam fielmente o conteúdo dos textos, com um texto fluido, linguagem moderna e com informações úteis para quem quer aprender mais sobre o assunto das origens. O ideal é que você nos acompanhe sempre por meio de mais este canal, para que possamos estabelecer um diálogo constante e ininterrupto. Além de inspiração, últimas notícias e evidências recém-publicadas pela comunidade científica (criacionista e naturalista), a revista trará a cada edição seções contendo os mais variados assuntos, a fim de cobrir as mais diversas áreas do conhecimento humano com o viés da Origem da Vida e do Universo.

Estamos torcendo para que você curta muito o conteúdo que a gente está preparando pra você, porque tudo está sendo feito com muito carinho. E se tiver sugestões ou perguntas, escreva para faleconosco@origememrevista.com.br

Visite nosso site em: www.origememrevista.com.br

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um esputamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

Cientistas questionam a teoria da evolução

Uma nova linha de pesquisa, conhecida como design inteligente, acredita que a complexidade da vida e a perfeição da natureza comprovam a existência de um ser superior. No núcleo de pesquisa em Ciência, Fé e Sociedade, recém-inaugurado por uma das maiores universidades de São Paulo, em parceria com instituições americanas, estudiosos descartam a criação do mundo com um simples acaso e analisam códigos genéticos como uma espécie de 'assinatura de Deus'. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

Mackenzie cria centro que questiona a evolução

Universidade  realmente plural
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

Tribunais dos EUA consideraram que o DI seria, na essência, muito semelhante ao criacionismo bíblico (a ideia de que Deus criou diretamente o homem e os demais seres vivos) e, portanto, seu ensino violaria a separação legal entre religião e Estado no país [o que é uma tremenda forçação de barra, já que o DI nem se ocupa da natureza do Designer, por entender que esse assunto extrapola a capacidade de pesquisa dos cientistas. A TDI apenas identifica evidências de um design na natureza, mais ou menos como fazem os cientistas forenses, por exemplo. Há entre os defensores do DI até ateus e agnósticos. O próprio Michael Behe (que esteve na Mackenzie) não é criacionista. Dizer que DI é um tipo de criacionismo trata-se de má-fé das autoridades norte-americanas e do autor da matéria da Folha, na tentativa de evitar a discussão e blindar o evolucionismo].

“É importante destacar que não é um núcleo de DI, e sim um núcleo de fé, ciência e sociedade”, declarou à Folha o teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler da universidade. “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Segundo Gomes, o contato com o Discovery Institute já acontece desde a década passada, quando a universidade começou a organizar o ciclo de simpósios “Darwinismo Hoje”, trazendo biólogos defensores da teoria da evolução e palestrantes que questionam o consenso científico. “Visitei o Discovery em Seattle e descobri que eles aplicam a ideia de design inteligente e complexidade irredutível a uma série de questões que vão além dos seres vivos, como sistemas de trânsito.” [A Mackenzie está de parabéns, pois está fazendo o que todas as ditas universidades deveriam estar fazendo: dando voz e vez ao contraditório, permitindo que haja discussão aberta e plural, oportunizando aos alunos a chance de ter contato com várias facetas da discussão sobre a origem e o desenvolvimento da vida. Palestrantes evolucionistas têm livre acesso aos eventos da Mackenzie. Por que o mesmo não ocorre com os pesquisadores criacionistas e do DI em todas as universidades não confessionais? Algumas até lhes fecham as portas. Confira aqui e aqui.]

“Complexidade irredutível” é uma das palavras de ordem dos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução. O grande exemplo seria o flagelo (grosso modo, “cauda”) de certas bactérias. Embora biólogos já tenham apresentado indícios fortes de que o flagelo bacteriano poderia ter sido construído a partir de peças de “seringas moleculares” usadas pelos micróbios para injetar toxinas, os adeptos do DI resistem à ideia. “Quanto mais a gente estuda o flagelo, mais complexo ele fica”, argumenta o químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp que coordenará o núcleo e é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. [Depois de mais de vinte anos que Behe publicou seu livro A Caixa Preta de Darwin, com seu desafio bioquímico à teoria da evolução, tudo o que os evolucionistas têm a oferecer são “indícios fortes”?]

Eberlin afirma que seu objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI), um debate que, segundo ele, estaria sendo barrado pela maior parte da comunidade científica. “O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, diz.

Grande parte dos defensores do DI são cristãos conservadores, interessados em mostrar uma possível consonância entre os dados biológicos e o relato bíblico da Criação, mas Eberlin afirma que o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas.”

Para especialistas [e os pesquisadores do DI não são especialistas?], o projeto tem sabor de fracasso. “É triste e extremamente preocupante”, diz o paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). “As premissas do DI foram derrubadas e expostas já faz muito tempo. Seus proponentes não têm aportado nenhuma novidade para a discussão. O único motivo pelo qual isso continua atraindo gente é a falta de educação em ciências.” [Para mim, o projeto deixa na boca dos evolucionistas um sabor de desespero e medo. Eles não suportam a ideia de a academia se abrir para o diálogo ou de ver o evolucionismo ser contestado em bases científicas.]

“Sabendo que o Mackenzie tem um curso de biologia que não compartilha, ou não compartilhava, das ideias do DI, pode haver choque de interesses. De qualquer forma, o peso simbólico é grande”, afirma o teólogo Eduardo Rodrigues da Cruz, especialista na relação entre ciência e religião da PUC-SP. “Considero que se trata de uma tremenda desonestidade intelectual”, diz Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS. “As evidências, fatos, provas pouco importam – o que importa é a narrativa, construída de forma que se coadune com a ideologia ou a crença do sujeito.” [Desonestidade intelectual é uma instituição de ensino proibir seus alunos de saber que existem outros modelos que estudam o assunto das origens, e que o evolucionismo tem, também, aspectos filosóficos/metafísicos. Desonestidade intelectual é não querer ver que a TDI não se baseia em livros religiosos nem em crenças subjetivas. Desonestidade intelectual é não apresentar argumentos e ficar no mi, mi, mi.]

Fonte: Folha.com via criacionismo

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