segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

“Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé

História Bíblica vira circo midiático
De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo, astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais.

Vimos um claro exemplo disso ontem à noite. Em pleno Natal, o programa semanal de variedades “Fantástico” levou ao ar uma reportagem sobre a réplica da arca de Noé construída no Estado do Kentucky, nos Estados Unidos. A seguir, vamos analisar alguns pontos da reportagem que pode ser vista aqui. Confira também os links fornecidos ao longo do texto e que proveem conteúdo adicional. [Ler o artigo completo aqui]

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Por que o mel é o único alimento da natureza que não estraga?


O mel possui uma porção de propriedades incríveis. Além do seu sabor delicioso, é praticamente o único alimento da natureza que não estraga. Mas você sabe por que, exatamente, isso acontece?
O alimento produzido pelas abelhas começou a ser usado por conta de suas propriedades medicinais há muito tempo, especialmente como tratamento para feridas abertas. O historiador grego Heródoto relatou que os babilônios enterravam seus mortos no mel e Alexandre, o Grande pode ter sido embalsamado em um caixão cheio de mel.

 O mel mais antigo já encontrado foi descoberto na Geórgia, país do Cáucaso, e remonta há mais de 5 mil anos. Então, se você se encontrasse na posse de um mel de cerca de 5 mil anos de idade, você poderia comê-lo?

O mel é um açúcar. Você já ouviu todos os tipos de coisas sobre os benefícios para a saúde da substituição de açúcar por mel, o que pode ou não ser verdade. Por mais que o mel não seja igual àquele açúcar branco refinado, ainda é um tipo de açúcar. E, como tanto, é higroscópico, ou seja, tem tendência para absorver a umidade do ar e, consequentemente, não contém muita água em seu estado natural. E pouquíssimas bactérias ou micro-organismos conseguem sobreviver em um ambiente de umidade tão baixa assim.

Amina Harris, diretora-executiva do Centro de Mel e Polinização, no Instituto Robert Mondavi da Universidade da Califórnia, EUA, explica que as bactérias ou os micro-organismos simplesmente morrem em um ambiente como esse. “Eles são sufocados pela falta de umidade, essencialmente. O fato de os organismos não poderem sobreviver por muito tempo no mel significa que eles não têm a chance de estragá-lo”, conta.

Outra coisa que diferencia o mel de outros açúcares é a sua acidez. O PH do mel está entre 3 e 4,5 (ou, mais precisamente, entre 3,26 e 4,48), condição que também mata qualquer tipo de organismo que por acaso tem a pretensão de fazer do mel sua casa.
Porém, existem alguns fatores extras além do baixo teor de umidade que faz do mel uma substância que reina absoluta ante os elementos que poderiam, em tese, estragá-lo. Entre esses fatores estão as abelhas.

Primeiro , as abelhas contribuem para o ambiente de baixa umidade do mel ao bater as asas para secar o néctar. Em segundo lugar, a maneira como as abelhas introduzem o néctar nos favos de mel é vomitando lá. Isso parece nojento, mas a composição química dos estômagos das abelhas também contribui para a longa vida do mel.

O estômago das abelhas contém a enzima glicose oxidase, que é adicionado ao mel quando o néctar é regurgitado . A enzima e o néctar se misturam para criar o ácido glucônico e o peróxido de hidrogênio. O peróxido de hidrogênio também é uma força hostil contra qualquer ser tentando crescer no mel.

O armazenamento também é importante. Vimos que o mel possui pouca água em seu estado natural, mas pode facilmente absorver água, caso seja exposto a ela. Se isso acontecer, o mel pode realmente estragar. Portanto, o ponto chave para o mel permanecer bom para o consumo humano é ter certeza de que ele está bem vedado e armazenado em local seco.

O que pode acontecer com um mel mal armazenado é a cristalização. O mel cristalizado não significa, necessariamente, que ele está estragado. O alimento que chega ao mercado muitas vezes passam antes por filtros para remover partículas que podem levar à cristalização. O mel cru e o mel orgânico não são submetidos a esse processo, mas isso não significa que eles vão estragar. Além disso, o diferentes tipos de mel possuem taxas de cristalização distintas. Por isso, pode ser apenas que o mel que você tem na sua casa é mais propenso à cristalização.

E, se você não gostar do seu mel cristalizado, a grande dica é não colocá-lo na geladeira. Abaixo de 10°C, a cristalização diminui, então sinta-se livre para congelar o seu mel. Por outro lado, com temperaturas acima de 25°C, o mel resiste melhor à cristalização.

De uma forma geral, o mel cristaliza mais rapidamente se estiver sob uma temperaturas entre 10 e 15° C. Por isso, se você quiser evitar ter de aquecer o seu mel para remover os cristais (a propósito, o calor lento e indireto é o melhor para isso), evite a geladeira.

No final das contas, sim , o mel em sua maioria não estraga. No entanto, o alimento pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum. Embora patogênica, o micro-organismo não é prejudicial para adultos ou crianças com mais de um ano de idade, cujo trato gastrointestinal já está desenvolvido o suficiente para lidar com os esporos. Mas crianças menores de um ano possuem riscos de desenvolver a doença botulismo infantil. Ou seja, o mel não é bom para o seu bebê.

Voltando à grande pergunta do texto, você poderia comer um mel de cinco mil anos de idade? Bem, se ele passou esse tempo todo selado e armazenado longe da umidade, vá em frente. Se está cristalizado, não se incomode: é só aquecê-lo e colocá-lo em seu alimento de escolha. A menos que você seja um bebê com menos de um ano de idade. Nesse caso, é melhor esperar sua primeira festinha de aniversário.

Fonte: io9 via hypescience

Filme sobre Gênesis chega aos cinemas em fevereiro



Um filme cristão que abordará a historicidade do livro de Gênesis está chegando aos cinemas em fevereiro. Embora documentários nunca consigam ser sucesso de bilheteria, a intenção é divulgar “O Projeto Verdade”. A iniciativa é do Dr. Del Tackett, que passou anos pesquisando as reivindicações históricas do Gênesis em vários campos científicos, incluindo arqueologia, biologia, geologia e astronomia. O filme se chama “O Gênesis é história?” e será exibido nos cinemas dos Estados Unidos no dia 23 de fevereiro. A produção da Compass Cinema e da Fathom Events tem um objetivo, explica Tackett: “Milhões de pessoas têm dúvidas sobre as origens da Terra e da humanidade.”

“Há pontos de vista contrastantes de nossa história, uma das quais está no livro de Gênesis. A pergunta é: Qual ponto de vista está certo? ‘Gênesis é história?’ apresenta uma defesa de que a Bíblia é historicamente confiável”, afirmam seus produtores ao Christian Examiner.

Thomas Purifoy Jr., que trabalhou na concepção do documentário, afirma que ele pode ser assistido por adolescentes e pessoas que se consideram “leigas” no assunto, uma vez que a apresentação é bem didática e a linguagem, simples.

O filme irá abordar não apenas a precisão histórica de Gênesis, mas também o debate se o mundo foi criado em seis dias literais ou não. Além disso, serão analisadas as dúvidas mais comuns sobre os dinossauros e o tempo de formação do planeta.

Após a estreia do filme, o Dr. Tackett vai conduzir um painel de discussão com vários dos cientistas que aparecem na produção.

Não há previsão do longa chegar ao Brasil.

Fonte: Gospel Prime

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