segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Os Mangbetu – e a tradição do alogamento craneano

Há uma tribo na profundidade do centro de África, que já foi famosa por seus estilos de cabelo que desafiavam a natureza. Eles praticavam Lipombo - a arte alongamento da cabeça que denotava majestade e status, uma tradição que acabou sucumbindo devido a intervenção dos colonialistas belgas que tomaram o território no início do século 19 e contribuem para a morte de mais um costume antigo Africano. Todavia, e se não soubéssemos deste acontecimento ? Será que os cientistas tendenciosos de hoje interpretariam corretamente?

Fonte: Bíblia ciência e fé

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A Evolução do Pensamento Científico - Dr. Enéas Carneiro



Nota: Este vídeo é uma aula de Encerramento do curso “O Eletrocardiograma” de 1997 em São Paulo. Dr. Enéas Carneiro no final desta palestra explica por que acredita em Deus.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pesquisa surpreende: cientistas acreditam em Deus?

Há muitos crentes entre eles
Geralmente, a impressão que se tem é a de que os cientistas são, em sua maioria, ateus e não veem compatibilidade entre ciência e religião. Mas isso é só impressão. Uma pesquisa divulgada pela revista PhysOrg revelou dados muito interessantes e até surpreendentes. Trata-se do primeiro e maior estudo mundial sobre como os cientistas veem a religião. A responsável foi a Universidade Rice, dos Estados Unidos. Os pesquisadores recolheram informações de 9.422 entrevistados em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA. Eles também foram até essas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 cientistas. Segundo a principal autora do estudo, Elaine Howard Ecklund, “mais da metade dos cientistas da Índia, Itália, Taiwan e Turquia se identificou como religiosos”. Outra revelação surpreendente: existe aproximadamente o dobro de ateus convictos na população geral de Hong Kong (55%), em comparação com a comunidade científica nessa região (26%). Ou seja, há mais crentes entre os cientistas lá do que na população em geral. Tanto que 39% dos cientistas em Hong Kong se identificam como religiosos em comparação com 20% da população geral.

Em Taiwan não é muito diferente. Quase 55% dos cientistas lá se identificam como religiosos em comparação com 44% da população geral. A minoria dos cientistas de lá disse acreditar que ciência e religião não estão em conflito.

No Reino Unido, conhecido por seu secularismo, apenas 32% dos cientistas caracterizaram a relação entre ciência e fé como conflituosa. Nos EUA, esse número foi de apenas 29%.

Os pesquisadores descobriram nuances nas respostas dos cientistas durante as entrevistas em profundidade. Por exemplo, numerosos cientistas expressaram que a religião pode fornecer uma “base” em áreas eticamente cinzentas.

Essa pesquisa mostra uma vez mais que a existência ou não de Deus não é um assunto para o laboratório. Se a existência de Deus pudesse ser cientificamente provada, não haveria um cientista ateu. Por outro lado, se a inexistência de Deus pudesse ser cientificamente provada, não haveria um cientista crente. A ciência é uma ótima ferramenta humana, mas é humana, lida com o que é material e não pode alcançar o transcendental.

A situação em Hong Kong e Taiwan é especialmente interessante, com mais cientistas manifestando crença religiosa do que a população geral. Se daria o caso de a ciência os estar ajudando a superar as imposições ateias de um sistema político como o comunismo? Estariam as pesquisas demonstrando a existência de um design inteligente intencional, coisa que o público não científico doutrinado por ideologias ainda não percebeu?

É realmente uma pesquisa muito reveladora...

Fonte: Michelson Borges

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

SP terá simpósio sobre a Teoria do Design Inteligente

Evento será realizado nos dias 4 e 5 de dezembro, na Universidade Mackenzie com apoio do Unasp, e terá entre seus convidados o filósofo Luiz Felipe Pondé

Desde os anos 1990, a Teoria do Design Inteligente (TDI) é tema de pesquisas e debates nas universidades norte-americanas. Segundo seus defensores, a maioria cientistas e filósofos, é preciso analisar e contestar as teorias sobre o surgimento da vida na Terra. A teoria da evolução não explica de forma apurada muitos mecanismos funcionais e estruturais presentes na origem da vida, o que leva esses pesquisadores a atribuí-la a um agente inteligente. Os estudos dessa teoria, metodológicos e interdisciplinares, são focados em dados científicos recentes sobre a origem do Universo e da vida, e apontam para o que chamam de “projeto inteligente”.

Polêmica e inovadora, a TDI ganha cada vez mais espaço nas universidades brasileiras por meio de pesquisas e encontros. São Paulo é a próxima cidade a receber, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, mais um círculo de debates nos dias 4 e 5 de dezembro. Organizado pela Sociedade Brasileira do Design Inteligente (TDI-Brasil), o Simpósio do Design Inteligente de São Paulo (TDI-São Paulo-2015) abordará assuntos multi e interdisciplinares, graças à participação de cientistas, pesquisadores, professores e filósofos que debaterão sobre essa teoria, considerada uma revolução no âmbito das ciências que estudam a origem da vida.

Dentre os palestrantes, destaca-se o coordenador do TDI-São Paulo-2015, Dr. Dermeval Reis Junior, biomédico, professor de Ciências Médicas e da Saúde no Departamento de Medicina e disciplina de Cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina), especialista em Fisiologia pela Faculdade de Medicina do ABC-Santo André em 2004, habilitado em Patologia Clínica e graduado em Biomedicina pela Universidade de Franca-SP, em 2001, é ainda docente nas disciplinas de Bioquímica (básica e clínica), Farmacologia, Fisiologia, Hematologia, Imunologia e Patologia. Segundo ele, o evento de cunho científico/universitário estimulará ainda mais o debate sobre a TDI no Brasil e, consequentemente, ampliará o conhecimento sobre as origens da vida: “A cada evento, novos conhecimentos são disseminados entre os adeptos estudiosos dessa teoria. Isso pode, em muito, acrescer e ampliar a teoria, e diria até fortificá-la ainda mais.”

Como convidado especial, o simpósio conta com a presença do célebre filósofo Luiz Felipe Pondé, PhD em Filosofia pela Universidade de Tel Aviv, doutor em Filosofia pela USP/Universidade de Paris, escritor, colunista da Folha de S. Paulo e comentarista do Jornal da Cultura (TV Cultura). Considerado um pensador polêmico no Brasil, Pondé aceitou participar de uma mesa redonda, que promete levantar questões polêmicas entre o darwinismo e o design inteligente, enriquecendo assim o debate. A mesa contará também com a presença do Dr. Dermeval, além do cientista e pesquisador Dr. Marcos Eberlin, que desde 2008 se dedica ao tema do design inteligente e é considerado o principal defensor da teoria no Brasil. Professor titular MS-6 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), coordenador do laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas, membro da Academia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Cientifico (2005), Eberlin tem como prêmios o “Zeferino Vaz de Reconhecimento Acadêmico” (2002) e o “Scopus-Capes” (2008) de excelência em publicações e formação de pessoal, e já publicou cerca de 650 artigos científicos, além de ter orientado quase uma centena e meia de mestres, doutores e pós-doutores (seu grupo de pesquisa é hoje um dos maiores do Brasil, com cerca de 55 pesquisadores). É ainda presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas (IMSF) e presidente-executivo da Sociedade Brasileira (BrMASS), além de editor do Journal of Mass Spectrometry da Wiley.

O simpósio conta também com a participação do coordenador do Núcleo Brasileiro do Design Inteligente, graduado em Ciências Humanas pela Universidade Federal do Amazonas, Enézio Eugênio de Almeida Filho; da doutora em Ciências Biológicas com pós-graduação em Sistemática e Evolução pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Mariana Sá; da doutora em Biologia Molecular, Rogéria Ventura; do químico graduado pela Universidade Federal do Amazonas, Kelson Mota; do engenheiro Johannes Janzen; do químico Rodolfo Paiva, e do médico psiquiatra Marcos Romano.

A TDI-Brasil reconhece que as ciências que abordam nossas origens são ambivalentes, multi e interdisciplinares, com fortes implicações históricas, filosóficas e teológicas. Por isso, a Teoria do Design Inteligente já é considerada um tema acadêmico: universidades brasileiras como a Universidade Federal do Amazonas, a Universidade Estadual de Maringá e a Unicamp desenvolvem pesquisas e promovem discussões sobre o tema. É importante salientar que, nesse campo, o debate é primordial, uma vez que a TDI não abrange somente ciência, mas também filosofia; por isso, o Simpósio do Design Inteligente de São Paulo é considerado um passo muito importante rumo a um melhor conhecimento sobre essa teoria, o que certamente estimulará mais pesquisas.

O TDI-São Paulo-2015 terá início no dia 4 de dezembro de 2015, às 20h, com cerimônia de abertura e duas palestras, e continuará no dia 5 de dezembro. A programação completa encontra-se no site: www.designinteligentebrasil.com.br/saopaulo/

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