quinta-feira, 23 de abril de 2015

O mito evolutivo das “patas” da baleia

As patas que nunca foram patas
 O darwinismo ensina que a vida terrestre surgiu a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme. Eles também ensinam que alguns desses animais resolveram voltar a viver na água (250 milhões de anos depois de terem saído de lá)! Entre esses supostos animais que voltaram a viver em ambientes aquáticos estariam os supostos ancestrais da baleia. A grande “prova” apresentada pelos discípulos de Darwin são alguns ossos encontrados no corpo da baleia que parecem ser o que sobrou de patas primitivas de algum ancestral dela. Esses ossos, segundo os evolucionistas, não possuem função alguma, e por isso seriam “órgãos vestigiais”, (leia aqui) ou seja, vestígios evolutivos que “comprovam” o passado terrestre dos ancestrais da baleia. Assim como aconteceu com outros alegados “órgão vestigiais”, a ciência também derrubou mais essa “prova” darwinista. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos nada têm a ver com patas primitivas, mas possuem a função de apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Ou seja, os tais ossos possuem funções reprodutoras e não locomotoras.

Fonte: criacionismo via Dines, J.P. et al. “Sexual selection targets cetacean pelvic bones”. Evolution. Published online before print, November 3, 2014.

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