quinta-feira, 23 de abril de 2015

O mito evolutivo das “patas” da baleia

As patas que nunca foram patas
 O darwinismo ensina que a vida terrestre surgiu a partir de vertebrados que deixaram o ambiente aquático para viver em terra firme. Eles também ensinam que alguns desses animais resolveram voltar a viver na água (250 milhões de anos depois de terem saído de lá)! Entre esses supostos animais que voltaram a viver em ambientes aquáticos estariam os supostos ancestrais da baleia. A grande “prova” apresentada pelos discípulos de Darwin são alguns ossos encontrados no corpo da baleia que parecem ser o que sobrou de patas primitivas de algum ancestral dela. Esses ossos, segundo os evolucionistas, não possuem função alguma, e por isso seriam “órgãos vestigiais”, (leia aqui) ou seja, vestígios evolutivos que “comprovam” o passado terrestre dos ancestrais da baleia. Assim como aconteceu com outros alegados “órgão vestigiais”, a ciência também derrubou mais essa “prova” darwinista. Novos estudos indicam que esses ossos pélvicos nada têm a ver com patas primitivas, mas possuem a função de apoiar os músculos que controlam o pênis da baleia. Ou seja, os tais ossos possuem funções reprodutoras e não locomotoras.

Fonte: criacionismo via Dines, J.P. et al. “Sexual selection targets cetacean pelvic bones”. Evolution. Published online before print, November 3, 2014.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Contra químicos, inglesa está há 3 anos sem lavar cabelo com xampu

Lucy Aitken Read
 "Decidi deixar de lavar o cabelo com xampu em janeiro de 2012 e, desde então, não voltei a usá-lo nenhuma vez", conta, satisfeita, a britânica Lucy Aitken Read.

Os motivos para tomar a decisão foram vários: "Queria economizar dinheiro, reduzir a quantidade de químicos que usava no meu corpo, sobretudo os cancerígenos, e simplificar a minha vida."

A decisão foi tomada após Lucy ler uma reportagem que afirmava que as mulheres costumam colocar no corpo 515 químicos por dia.

Ela leu, então, a embalagem de seu xampu em busca da lista de ingredientes. "Não reconhecia a metade deles", diz.

Um estudo do banco de investimentos Goldman Sachs estimou em 2014 que a despesa global na indústria de produtos para o cabelo é de US$ 38 bilhões por ano e cresce anualmente a uma taxa de 7%.

Mudança drástica

Tudo isso levou Lucy a tomar uma decisão.

 E a mudança foi drástica: ela, que usava dois ou três produtos diariamente para lavar, desembaraçar, hidratar e nutrir o cabelo, passou a usar apenas água.

"No começo foi difícil", lembra. "Passei por três meses do cabelo horrível, e depois foram mais dois meses com o cabelo regular", diz.

"Mas agora, para falar a verdade, eu tenho um cabelo maravilhoso", diz, satisfeita com seu longo cabelo ruivo, que mantém hidratado lavando com água a cada uma ou duas semanas e aplicando um ovo a cada 11 dias. Além disso, ela já não tem o problemas com cheiro. Agora, seu cabelo cheira a humano, diz.

"Mas quando comecei não sabia da existência de óleos essenciais e outros produtos naturais que poderiam ser usados, porque fiz tudo por conta própria, sem apoio nenhum", diz.

Assim, para que iniciantes não se sintam tão sozinho quanto ela, Lucy criou um blog, Lulastic.co.uk.

Além disso, no ano passado, publicou o livro Happy Hair: The definitive guide to give up shampoo (Cabelo feliz: o guia definitivo para abandonar o xampu). E deu início ao movimento No 'Poo (abreviatura em inglês para 'sem xampu'), que ganha adeptos.

Água ou bicarbonato e vinagre

A nicaraguense Claudia Siu se inspirou em um site e um livro similar para largar o xampu há oito meses.

Sua motivação foi a saúde, "por todos os perturbadores endócrinos que esses produtos têm", mas acima de tudo o desejo de reduzir o impacto ambiental e a água gasta para lavar os cabelos.

"O xampu vai com a água, que em seguida, bebemos ou é usada na agricultura", explica. Por isso, mudou seus hábitos de higiene de cabelo entre uma série de outras opções verdes, como a redução do consumo de carne e optar por comprar vegetais orgânicos diretamente de agricultores.

A rotina de Siu hoje não inclui só a água, como a de Lucy. A nicaraguense usa uma solução de bicarbonato de sódio e vinagre de maçã na água.

"Todo mundo tem que encontrar uma receita que melhor se adapte às características do seu couro cabeludo", explica ela.

"Mas, no meu caso, misturo duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em meio copo de água fria e aplico a solução nos cabelos molhados, massageando, e evitando o contato direto com o couro cabeludo para não irritar", diz ela.

"Em seguida, adiciono duas colheres de sopa de vinagre a meio copo de água e, novamente, aplico a mistura no cabelo e lavo", diz. "O vinagre equilibra o pH do couro cabeludo e atua como um antibacteriano natural".

Quebrar o ciclo

Siu faz tudo isso apenas uma vez por mês.

"O objetivo era esse, embora tenha começado a usar menos xampu e espaçando as lavadas, e quando consegui lavar o cabelo uma vez por semana é que comecei a aplicar o método do No 'Poo", diz. Ela afirma que o xampu altera o pH do couro cabeludo e têm ação antibacteriana natural.

Ela deixa claro que existem outras fórmulas - "há outras mais tradicionais, como argila verde ou agave" - e reconhece que essa mudança é um processo que requer paciência. "Não é para todos."

A rotina de Siu hoje não inclui só a água, como a de Lucy. A nicaraguense usa uma solução de bicarbonato de sódio e vinagre de maçã na água.

"Todo mundo tem que encontrar uma receita que melhor se adapte às características do seu couro cabeludo", explica ela.

"Mas, no meu caso, misturo duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em meio copo de água fria e aplico a solução nos cabelos molhados, massageando, e evitando o contato direto com o couro cabeludo para não irritar", diz ela.

"Em seguida, adiciono duas colheres de sopa de vinagre a meio copo de água e, novamente, aplico a mistura no cabelo e lavo", diz. "O vinagre equilibra o pH do couro cabeludo e atua como um antibacteriano natural".

Fonte: BBC Brasil


Nota deste blog: Sempre digo, produtos industrializados fazem mal a saúde, mesmo sendo de uso humano. Por outro lado, anos anteriores (1º de março de 2012) chamei atenção aqui de uma perigosa 'moda' das mulheres de usar produto animal em cabelos que tinham 'dificuldades' de crescimento... Muitos (sem conhecimento, é claro) criticaram-me achando que não haveria problemas de saúde por causa da pequena quantidade. Enfim, a matéria gerou e continua gerando o maior comentário neste blog. Por sinal, é a postagem com maior acesso de leitura atualmente com mais de 34.914 mil acessos. Leia a matéria  PERIGO! Remédio de uso animal é utilizado nos xampus de seres humanos  e no fim veja os 22 comentários dos leitores. [Firmo Neto]

O que acontece se misturarmos todos os elementos da tabela periódica?

A tabela periódica é sinônimo de “bicho-papão” para muitos estudantes do ensino médio.

Mesmo com tanta repulsa, sabemos que sem ela nossa vida não seria tão moderna como é, teríamos enormes dificuldades em entender as reações e muitos problemas surgiram por isso.

A tabela periódica como conhecemos hoje foi organizada pelo russo Dimitri Mendeleiev, em 1869. Nós do Jornal Ciência, ficamos curiosos em saber o que aconteceria se misturássemos todos os elementos de uma só vez, e fomos atrás da resposta para você, leitor.

Antes que você imagine que, ao misturar todos os elementos ao mesmo tempo, encontraríamos um super mega átomo de filme de ficção científica; para reagir tudo ao mesmo tempo precisaríamos de uma quantidade colossal de energia. Embora este experimento nunca tenha sido realizado, contamos com conhecimento suficiente para fazer suposições concretas do resultado final.

Qualquer reação desses elementos envolvidos ocasionaria a formação de monóxido de carbono e uma grande quantidade de sais. Bem, vamos aos fatos: oxigênio tem bastante facilidade em reagir com outros átomos, se ele estiver mais próximo do hidrogênio na hora da mistura, formará o hidróxido (OH), se esbarrar com um carbono primeiro, formará o monóxido de carbono (CO). O grande problema desta “mistureba” é que você não encontrará o mesmo resultado em casa vez que fizer a experiência. Se misturar tudo 200 vezes, encontrará 200 combinações diferentes, e assim sucessivamente.

Alguns elementos como os gases nobres, os mais estáveis da tabela, não costumam reagir em nenhuma hipótese (com exceção de algumas condições bem específicas produzidas em laboratório) não reagiriam nessa mistura e no final sairiam do mesmo modo que entraram.

Se fosse possível acelerar todos os átomos a uma velocidade próxima da luz, cerca de 99 % dos cerca de 300.000 quilômetros por segundo, e todos eles se chocassem ao mesmo tempo, talvez encontraríamos um plasma de quarks-glúon como resultado disso, mas esse estado duraria uma fração minúscula e logo esse plasma se degradaria.

Poderia também ocorrer explosões, se pensarmos que o oxigênio vai reagir com o sódio ou com o lítio e inflamar, sendo assim elevaria a temperatura do local da mistura e tudo pegaria fogo. Devido à presença dos elementos radioativos, essa brincadeirinha não seria definitivamente de criança, com a liberação de certos gases provenientes desses átomos, a simples inalação mesmo que a distância resultaria em várias mortes em um tempo curto. Metais como ouro e platina provavelmente não reagiriam.

No final dessa “mistureba” não resultaria em nada mágico, fantástico ou surreal, não iríamos encontrar nenhum átomo que nos teletransportaria para outra galáxia, ou nenhum super elemento que transformaria qualquer mortal em um super herói dos quadrinhos. Talvez o que sobraria no resultado de tudo isso, seria uma coisa chata, resquícios de carbono, vários tipos de gases bobos, sais e ferrugem, o que não seria nada animador para quem esperou encontrar uma mega experiência digna de Einstein.

Fonte:
Jornal da Ciência

Leia também Tabela periódica para químicos, professores e estudantes. 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Por que vegetarianos não devem comer figo

A fruta também não deve ser consumida por quem não gosta da ideia de comer insetos


Apesar de ser uma fruta, o figo deve ser descartado como opção para os vegetarianos, mostrou um artigo publicado pelo jornal britânico "Mirror". Pessoas que não gostam da ideia de comer insetos também não devem ingerir o alimento. Isso porque, quando as vespas pousam no figo para depositar o pólen, elas com frequência ficam presas lá dentro.

Figos comestíveis têm ao menos uma vespa morta dentro deles. Porém, não é possível ver o corpo do inseto inteiro dentro da fruta porque, quando ele morre, uma enzima especial transforma a carcaça em proteína. Basicamente, o figo come a vespa e a transforma em uma parte de si. Inclusive, alguns fazendeiros compram sacos do inseto para controlar a quantidade do bicho que cada planta pode comer.

Fonte: O Globo

domingo, 5 de abril de 2015

Como são determinadas as massas atômicas das espécies química?

Ilustração de um espectrômetro de massas
Atualmente, o método mais preciso e direto para determinar massas atômicas e moleculares é a espectrometria de massas. Essa técnica se utiliza da movimentação de íons em campos elétricos e magnéticos para determinar a relação carga/massa dessas espécies.

A amostra, na fase gasosa, é bombardeada com elétrons de alta energia. Na colisão entre elétrons e os átomos ou moléculas gasosas, formam-se íons positivos. Esses íons são acelerados ao experimentarem a ação das placas de cargas opostas, sendo defletidos para trajetórias circulares por ação de um ímã. O raio da circunferência depende da razão carga/ massa. Os íons de menor razão descrevem circunferências maiores que as observadas para os que apresentam maior razão, possibilitando separá-los. os íons atingem o detector que registra uma corrente elétrica para cada tipo de íon. Como as correntes são diretamente proporcionais aos tipos de íons, é possível determinar a abundância  relativa dos isótopos.
A figura ilustra o espectro de massas obtido para o cloro atômico.

Fonte:
Coleção Estudo EM1

Você é capaz de visualizar como o espectrômetro de massas provoca desvios diferentes nas espécies química? O experimento abaixo ilustra o funcionamento de um espectrômetro de massas, veja:


 Explicação do vídeo:

Observe que, abaixo da superfície, há um ímã que interage fazendo as bolinhas desviarem. Coo essas bolinhas têm massas diferentes, a ação do campo elétrico também será diferente. Moléculas menores (representadas por bolinhas menores) são influenciadas pelo campo magnético de forma mais significativa e, por isso, o ângulo de desvio é maior. A carga resultante da espécie também deve ser investigadas. Em u átomo ou grupo de átomos, a carga resultante é nula, pois o número de prótons e elétricos é o mesmo. quando for diferente, a espécie é denominada íons e apresentada uma carga resultante. quanto mais intensa for essa carga, maior será a influencia do campo e, assim, maior o ângulo de desvio.

Veja também: Como fazer um espectrômetro de massas em casa

Leia mais: Espectrometria de Massas

Aprofunde mais no conhecimento assistindo o vídeo: A Espectrometria de Massas, incluindo Fontes de Ionização, Analisadores de Massas e Detectores.


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'Pela própria caneta de Darwin, evolução deveria ser rejeitada'

Nota: O Dr. Nathaniel Jeanson tem Ph.D. em desenvolvimento biológico e celular pela Harvard Medical School; B.S. em Biologia Molecular e Bioinformática pela Universidade de Wisconsin-Parkside. Sendo Vice-Diretor para as Ciências da Vida no ICR (Intitute for Creation Research - "Instituto de Pesquisa da Criação") Leia mais aqui.

sábado, 4 de abril de 2015

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução

Os tentilhões das Ilhas Galápagos são um símbolo icónico da teoria da evolução de Charles Darwin. No entanto, as evidências científicas reais validando a teoria de Darwin de que “uma [destas espécies] havia sido tomada e modificada para fins distintos” há muito que tem sido colocada em causa.

Naquela que é uma das investigações genéticas mais compreensivas até ao dias de hoje, uma equipa de cientistas liderada por Sangeet Lamichhaney da Universidade Uppsala na Suécia, acaba de publicar o seu artigo com o título “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing” na prestigiosa revista científica com o nome de Nature. No entanto, e mais uma vez, as evidências genéticas falham ao não demonstrarem como é que “uma espécie havia sido tomada e modificada.”

Evidências Genéticas

Ao focarem a sua atenção no gene associado ao controle do desenvolvimento da forma do bico da áve, o gene ALX1, a equipa descobriu “discrepâncias enormes com a taxonomia baseada no fenótipo”. Isto não são propriamente boas notícias para a indústria da evolução visto que as diferenças genéticas entre os tentilhões falham ao não se alinharem com o fenótipo – termo referente às características físicas e morfológicas.

As evidências genéticas da pesquisa foram extraídas de amostras de sangue de 120 tentilhões capturados em redes mistas (e posteriormente libertados) posicionadas nas Ilhas Galápagos e nas Ilhas Cocos, e dois grupos próximos de tanagers [espécie de pássaro] das Ilhas Bardados.

O gene ALX1 não só falhou ao não se corresponder de forma consistente com o tamanho e a forma dos bicos, como – e mais importante ainda – serviu para que a equipa apurasse não haver qualquer relacionamento transicional entre os tentilhões, vazios de algum tipo de evidências que sirvam de identificação do ancestral comum – a raiz da árvore de Darwin.

Em vez de se encontrarem evidências das “mudanças [genéticas] pequenas e sucessivas” entre os tentilhões, a equipa descobriu uma partilha de genes – e não uma mudanças genéticas evolutivas e sequenciais. “Era evidente uma partilha extensiva de variações genéticas entre as populações, particularmente entre os tentilhões terrestres e os arbóreos, com quase nenhuma diferença fixa entre as espécies de cada grupo”.

O Colapso da Árvore de Darwin

A equipa foi incapaz de reconstruir uma árvore baseada nos genes, e com formas transicionais, desde a raiz até aos ramos superiores para nenhuma das populações de tentilhões. Nem mesmo foram identificadas as formas transicionais dos ramificados nós da árvore.

Adicionado ainda mais um dilema à teoria da evolução, a equipa “encontrou uma quantidade considerável de diversidade genética dentro de cada população”, salientando que “a ordem de ramificação exacta entre …. os tentilhões terrestres e os arbóreos tem que ser interpretada cuidadosamente.” Isto não é propriamente a volta de vitória que a indústria da evolução desejaria.

A imagem genética que emerge entre as populações de tentilhões das Galápagos e das Ilhas Cocos é tão complicada como uma novela de Tolstoy. Geoffry Mohan, escrevendo para o Los Angeles Times, chegou até a notar que “as espécies que eram geneticamente semelhantes numa ilha não eram intimamente relacionadas noutras ilhas…… [que] pode ser interpretado como evidência duma hibridização.” As evidências genéticas em favor duma distinção clara entre as populações não existia.

Um vez que uma bem sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões – algo que não está de acordo com a teoria de Darwin de que “uma espécie … [foi] tomada e modificada.”

Lamichhaney não está sozinho; Stephen O’Brien, co-fundador do Genome 10K Project,  havia antecipado previamente, em 2012, que “o empoderamento das sequências genéticas dos tentilhões de Darwin iria iniciar a resolução dos enigmas evolutivos que há um século têm deixado os biólogos perplexos.” Embora o Genome 10K Project tenha anunciado que “os cientistas sequenciaram o genoma de um dos tentilhões icónicos das Galápagos descritos por Darwin,” o Genome 10K-Project ainda não publicou qualquer tipo de evidência que resolva os “enigmas evolutivos” da teórica árvore de Darwin.

Akie Sato, do Max-Planck-Institut für Biologie, Alemanha, e num artigo com o nome de “Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” também falhou em distinguir as populações de tentilhões em espécies sequências distintas: “A classificação tradicional das espécies de tentilhões terrestres em seis espécies, e os tentilhões arbóreos em cinco espécies, não se reflecte nos dados moleculares.”

Peter e Rosemary Grant, a infame equipa marido-e-mulher que dedicou a sua carreira profissional ao estudo dos tentilhões de Darwin, confirmaram as observações de Sato. Num artigo com o nome de “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches”, publicado em na edição de Setembro de 2005 da revista  “Molecular Ecology”, eles pura e simplesmente declararam que as evidências apontam para uma “dissociação da evolução morfológica e molecular” – evidências científicas devastadoras  para a ingénua teoria de Darwin.

Revolução Genética Derruba Teoria da Evolução


“A revolução genómica [tem]….efectivamente derrubado a metáfora central da biologia evolutiva, a Árvore da Vida,” – assim alega Eugene V. Koonin do “National Center for Biotechnology Information” no seu livro “The Logic of Chance“. O esquema da árvore de Darwin foi, agora, substituído pelo esquema da radiação.

Este esquema revisto foi publicado na Nature por parte de Nipam H. Patel e com o título de “Evolutionary biology: How to build a longer beak.” No entanto, esta revisão tem os mesmos problemas que a árvore de Darwin: ausência de ancestrais e de formas transicionais.

John Archibald, da Universidade Dalhousie, alega no seu livro “One Plus One Equals One” (2014) encontrar pontos comuns com Koonin e salienta: “a árvore da vida tem passado por muitas dificuldades….. [com] a imagem geral que emerge sendo uma de mosaicismo” – e não uma onde de mudanças evolutivas onde “uma espécie…é tomada e modificada” para outra espécie.”
Surpreendentemente, David Baum e Stacey Smith no seu livro “Tree Thinking, an Introduction to Phylogenetic Biology” (2013) avançam ainda mais com as alegações, afirmando que “O nosso conhecimento do processo molecular não é suficientemente bom para descartar uma origem independente.”

Genómica confirma Génesis

Os tentilhões de Darwin falham os testes genéticos. Embora a revolução genómica continue a fragilizar o conceito da evolução biológica, um padrão mosaico da natureza começa a surgir, revelando evidências científicas que são compatíveis com a descrição da criação presente no Livro de Génesis, para além de revelarem os tentilhões de Darwin como a versão do século 21 do Homem de Piltdown.

A teoria da evolução já foi uma teoria em crise, mas hoje em dia é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como uma facto filosófico, e não como uma facto científico.

Fonte: Darwinismo

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Aulão Show na Oficina de Aperfeiçoamento da FG

Foto: Professores Fabrício Mendes e Firmo Neto
Nesta última segunda-feira (30/03), no último horário de aula da Oficina de Aperfeiçoamento da Faculdade Guanambi, dois professores de química explicaram aos alunos desta oficina os assuntos da Tabela Periódica. Segundo os presentes, o aulão foi considerada show, pois de forma descontraída e dinâmica os Professores, Fabrício Mendes e Firmo Neto, explicaram e desvendaram o famoso 'mapa' dos elementos químicos.
 
Fica aqui o meu agradecimento ao Prof. Fabrício pela visita e contribuição e também ao aluno de Biomedicina, Rasec Kayan, pelo registro e por ter enviado ao meu e-mail esta foto. Meu muito obrigado, valeu!!


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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Belíssima reação química registrada por câmera de alta resolução

Imagem do vídeo
Este vídeo apresenta 5 reações de precipitação, cada um com sua própria "personalidade". Em uma manifestação típica de reações de precipitação, vemos uma solução transparente em um tubo de ensaio no início e um líquido turvo no final, após adição de algumas gotas de uma outra solução. No entanto, quando usamos células de vidro cúbicos para substituir tubos de ensaio e deu uma olhada mais de perto, a sua beleza única foi revelado. VEJA AQUI!

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Abelhas, vespas e formigas têm “RG químico”

Funções interdependentes
Assim como os vinhos, as flores e os perfumes, os insetos sociais – abelhas, vespas e formigas – possuem um buquê aromático específico, que varia de acordo com a espécie, o sexo, a idade e a função desempenhada na colônia. Esse odor particular funciona como um “RG químico” desses animais, facilitando a identificação por seus companheiros. Com ele, é possível saber se pertencem ou não à colônia, se são macho ou fêmea, novos ou velhos, rainhas ou operárias. As descobertas foram feitas por pesquisadores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP), durante uma série de estudos realizados no âmbito do projeto “Mediação comportamental, sinalização química e aspectos fisiológicos reguladores da organização social em himenópteros”, apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.

“Constatamos que cada inseto tem um odor específico e isso funciona como uma espécie de código de barras químico”, disse Fábio Santos do Nascimento, professor da FFCLRP-USP, à Agência FAPESP. “Ao ler esse código de barras químico, é possível identificar a espécie, o gênero, a idade e a função desempenhada pelo inseto na colônia”, afirmou o pesquisador, que é coordenador do projeto.

De acordo com Nascimento, o que confere essa identidade química para os insetos sociais é uma classe de compostos químicos, chamados hidrocarbonetos cuticulares, formados por cadeias de carbonos lineares e moléculas de hidrogênio (alcanos, alcenos e alcanos metilados).

Encontrados sobre a última camada do revestimento externo (cutícula) que recobre o corpo de insetos sociais, esses compostos químicos, na forma de cera, têm a função primária de evitar a perda de água e, consequentemente, a desidratação desses animais, além de servir de barreira protetora contra microrganismos.

Ao analisar a composição química dos hidrocarbonetos cuticulares de diferentes espécies de formigas, vespas e abelhas, os pesquisadores constataram, contudo, que a composição química dos hidrocarbonetos cuticulares varia de acordo com a espécie, o sexo e a função do inseto na colônia, e que essa variabilidade química auxilia na comunicação entre esses animais.

Em um estudo publicado na revista Apidologie com abelhas Melipona marginata – conhecidas popularmente como manduri –, os pesquisadores observaram que os machos mais velhos, as rainhas e as operárias dessa espécie brasileira de abelha sem ferrão, encontrada nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Bahia, têm diferentes perfis de hidrocarbonetos cutilares que podem ser percebidos pelos membros.

As operárias – normalmente estéreis e incapazes de se tornar rainhas – apresentaram menor porcentagem de alcanos (ceras saturadas), como hentriacontanes e tetratriacontanes, em comparação com machos, rainhas e as abelhas da casta destinada à realeza.

“Apesar de a estrutura química dos hidrocarbonetos cuticulares ser bastante estável, a sua composição nos insetos sociais varia também de acordo com a função que eles ocupam na colônia”, disse Nascimento. “Cada colônia também apresenta um perfil químico diferente”, afirmou.

A fim de avaliar a capacidade de insetos sociais reconhecerem os membros de suas colônias pelo odor, os pesquisadores fizeram um experimento com abelhas sem ferrão Melipona asilvai. Foram colocadas operárias e forrageiras dessa espécie – conhecida popularmente como uruçu-mirim ou rajada – na entrada de uma colônia à qual não pertenciam para verificar a reação das abelhas guardiãs do ninho.

Os resultados do experimento, descrito em um artigo publicado no Journal of Chemical Ecology, indicaram que as abelhas guardiãs exibiram um comportamento flexível de acordo com o grau de semelhança da identidade química com as abelhas “intrusas”. Elas foram mais permissivas e barraram muito menos a entrada na colônia de abelhas intrusas com perfis químicos altamente semelhantes aos delas – o que, de acordo com os pesquisadores, deve-se ao fato de, provavelmente, as terem confundido com suas “companheiras”. Em contrapartida, foram seletivas e restringiram muito mais a passagem de abelhas com perfis químicos diferentes dos seus.

“Uma colmeia possui muitos recursos, como néctar na forma de mel, o pólen e as crias. Se o sistema de reconhecimento das abelhas guardiãs for falho, isso pode possibilitar a pilhagem desses recursos por abelhas de colônias vizinhas”, disse Nascimento.

Os pesquisadores fizeram um experimento semelhante com formigas da espécie Dinoponera quadriceps: colocaram operárias forrageiras e enfermeiras (que cuidam de ovos) dessa espécie de formiga – conhecida popularmente no Brasil como falsa-tocandira – na entrada de uma colônia diferente das suas para avaliar quanto tempo demoravam para ser reconhecidas como intrusas por formigas guardiãs.

Os resultados do estudo, publicados no Journal of Insect Behavior, demonstraram que as formigas guardiãs demoraram mais tempo para reconhecer as formigas enfermeiras como “usurpadoras” do que as operárias. As operárias receberam significativamente mais mordidas e outros golpes violentos das formigas guardiãs do que as enfermeiras. Além disso, as formigas guardiãs levaram mais tempo para reagir contra as enfermeiras do que contra as operárias forrageiras.

Uma das hipóteses para explicar essas diferenças de comportamento, corroborada com análises da composição de hidrocarbonetos dos insetos utilizados no estudo, é que as formigas enfermeiras da mesma espécie e de colônias distintas podem compartilhar uma maior quantidade de compostos químicos.

“As antenas dos insetos possuem receptores específicos, na forma de pequenos pelos, por meio dos quais captam os sinais químicos desses hidrocarbonetos cuticulares – que nós chamamos de feromônios de contato – de outros insetos”, disse Nascimento. “No contato com outro inseto da mesma espécie, eles conseguem identificar a composição cuticular dos hidrocarbonetos e de outros compostos químicos e reconhecer se ele faz ou não parte da colônia”, explicou.

Os pesquisadores também descobriram que os insetos sociais podem mudar o perfil de seus buquês aromáticos de acordo com a alimentação, o que pode dificultar o reconhecimento pelos outros membros de sua colônia.

Em um estudo publicado na revista Insects, eles realizam um experimento em laboratório em que alimentaram um grupo de formigas saúva (Atta sexdens) operárias com folhas e pétalas de rosa e outro grupo de formigas da mesma colônia com folhas de extremosa ou resedá (Lagerstroemia sp.). Ao juntar as formigas, as que foram alimentadas com extremosa ou resedá passaram a rejeitar e agredir as companheiras alimentadas com folhas e pétalas de rosa por causa da mudança do odor. “O ditado que diz que somos o que comemos também parece ser válido para os insetos sociais”, avaliou Nascimento.

Fonte:
Agência Fapesp

Nota do blog criacionismo: São pesquisas muito interessantes e que reforçam o que já se sabe sobre a complexa vida dos insetos sociais. Esse tipo de ser vivo depende de interações químicas e comportamentos inatos e aprendidos, instintos, etc., a fim de poder viver em colônias. A pergunta é: Como tudo isso pôde “evoluir” aos poucos se são elementos necessários à sobrevivência desses insetos e deveriam funcionar bem desde o começo? É bom lembrar, também, que insetos como as formigas dependem de GPS magnéticos presentes em suas antenas. Esses “aparelhos” enviam sinais que são decodificados no cérebro da formiga. Ela depende disso, também, para sobreviver. O sistema de GPS humano levou vários anos para ser colocado em operação ao custo de dez bilhões de dólares. O sistema de GPS das formigas não gasta energia, não polui o meio ambiente e funciona bem há milhares de anos. [Michelson Borges]

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