segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Os Mangbetu – e a tradição do alogamento craneano

Há uma tribo na profundidade do centro de África, que já foi famosa por seus estilos de cabelo que desafiavam a natureza. Eles praticavam Lipombo - a arte alongamento da cabeça que denotava majestade e status, uma tradição que acabou sucumbindo devido a intervenção dos colonialistas belgas que tomaram o território no início do século 19 e contribuem para a morte de mais um costume antigo Africano. Todavia, e se não soubéssemos deste acontecimento ? Será que os cientistas tendenciosos de hoje interpretariam corretamente?

Fonte: Bíblia ciência e fé

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A Evolução do Pensamento Científico - Dr. Enéas Carneiro



Nota: Este vídeo é uma aula de Encerramento do curso “O Eletrocardiograma” de 1997 em São Paulo. Dr. Enéas Carneiro no final desta palestra explica por que acredita em Deus.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Mapa quantifica pela primeira vez água escondida debaixo da terra no mundo

O volume total de água armazenada no subsolo do planeta é estimado em 23 milhões de km³. Seria o suficiente para cobrir toda a superfície da Terra com uma camada de 180 metros de profundidade.

Essa foi a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores canadenses e publicado na revista científica Nature Geoscience.
Mas apenas 6% dessa água é própria para consumo humano. Isso porque a chamada água "moderna" presente no subsolo está próxima da superfície e pode ser extraída ou usada para complementar recursos localizados acima do solo, em rios e lagos.

"Esta é a água que é renovada mais rapidamente na escala de vida humana", explicou Tom Gleeson, da Universidade de Victoria, no Canadá, responsável pelo estudo.

"Ao mesmo tempo, é a mais sensível a mudanças climáticas e contaminação humana. Trata-se, portanto, de um recurso vital que precisa ser mais bem gerenciado."

Recurso finito

Para quantificar a água armazenada nos dois primeiros quilômetros da superfície da Terra, Gleeson e sua equipe combinaram extensas bases de dados e modelos computacionais.

Foram analisados, entre outros fatores, a permeabilidade de rochas e do solo, sua porosidade e características dos lençóis freáticos.

A chave para determinar a idade de toda a água armazenada foram medições feitas com trítio, uma forma radioativa de hidrogênio que surgiu na atmosfera há 50 anos como resultado de testes de bombas termonucleares.

A partir desse elemento químico, os cientistas puderam identificar toda a chuva que chegou ao subsolo desde então.

Reservas

O mapa acima mostra a distribuição da água moderna presente no subsolo ao redor do mundo. As manchas em azul escuro mostram onde ela é renovada rapidamente. Em tom mais claro, a água mais antiga, que em sua maioria está estagnada e não pode ser renovada.

"As características dessa água antiga variam muito", disse Gleeson à BBC News. "Em alguns lugares, é muito profunda. Em outros, não. Em muitos lugares, ela é de má qualidade e pode ser mais salina que a água do mar, além de ter metais e outros componentes químicos dissolvidos nela e que teriam de ser tratada antes de se tornar potável ou usada na agricultura."

Isso torna ainda mais importante as reservas modernas e a necessidade de administrá-las de forma sustentável, alertam os cientistas.

O estudo destaca ainda como elas estão distribuídas de forma desigual no planeta. O próximo passo, afirmou Gleeson, é determinar o ritmo com que algumas reservas estão sendo consumidas.

"Essa visão global da água no subsolo irá conscientizar de que nossas reservas mais recentes no subsolo, aquelas que são mais sensíveis a mudanças ambientais e provocadas pelo homem, são finitas", disse Ying Fan, da Rutgers University, nos Estados Unidos.

Fonte: uol notícias

Nota: Ao ler a matéria lembrei-me da história do dilúvio, pois sempre ouvimos pessoas perguntar: onde apareceu tanta água no dilúvio para cobrir toda a terra? Talvez esta seja a resposta para estas indagações. Pelo que percebemos, com o tempo (depois de um dado após outro) a ciência vem comprovando e demonstrando que a fé bíblica é digna de confiança! [FN]

Leia também: Água está presente desde o início da formação da Terra

Everton Alves fala sobre design inteligente

Água está presente desde o início da formação da Terra

Planeta água
A origem da água na Terra, um dos grandes mistérios da ciência, pode estar mais perto de ser revelado depois de um grupo de pesquisadores ter encontrado indícios de que o planeta teve o líquido desde a sua formação, conforme um estudo publicado [na] quinta-feira pela revista americana Science. Os cientistas sempre tentaram determinar se a água, que cobre dois terços da superfície terrestre, estava presente desde a formação do planeta ou se chegou mais tarde, com um cometa ou meteorito. Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Havaí (EUA) descobriu que rochas da ilha de Baffin, no Canadá, contêm indícios de que a água faz parte do planeta desde o início. Essas rochas foram coletadas em 1985, de modo que os cientistas tiveram um longo tempo para analisá-las e concluir que há componentes das profundezas do manto terrestre.

As rochas são as mais primitivas já encontradas na superfície da Terra. Por isso, a água que elas contêm é um recurso de grande valor para estudar as origens da Terra e a procedência do líquido.

“Descobrimos que a água tinha muito pouco deutério, o que indica que não chegou à Terra após ela ser formada. As moléculas de água foram levadas provavelmente no pó que existiu em um disco ao redor de nosso Sol antes de os planetas se formarem”, explica no estudo a líder da pesquisa, Lydia Hallis.

Com o tempo, esse pó rico em água foi [supostamente] secando e se compactando lentamente para formar o planeta, indica a pesquisa.

“Apesar de uma boa proporção de água ter se perdido pela evaporação do calor do processo de formação, uma quantidade suficiente sobreviveu para formar a água da Terra”, afirma Hallis.

A equipe de pesquisadores disse que com a tecnologia disponível até poucos anos atrás não era possível realizar uma análise desse tipo e pedem mais avanços no setor.

A porcentagem de hidrogênio em relação ao deutério na água proporcionou aos cientistas provas essenciais para determinar a origem. Eles descobriram que a água de diferentes corpos planetários do Sistema Solar têm porcentagens distintas dos dois elementos.

Fonte: Terra


Nota do blog criacionismo: Demoraram tanto para descobrir o que os leitores da Bíblia já sabiam faz tempo:  “No princípio criou Deus o céu e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus Se movia sobre a face das águas” (Gênesis 1:1, 2). [MB]

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Ensino da evolução ideologizado, desatualizado e em descompasso com a verdade das evidências?

Com formação precária, jovens brasileiros recorrem à bagagem cultural e religiosa para explicar a evolução dos seres vivos, aponta tese
Exposição permanente Do macaco ao homem, no Catavento Cultural, em São Paulo: conhecimento sobre evolução fora da escola

Um estudo que comparou o nível de conhecimento científico de alunos no Brasil e na Itália traz um panorama revelador sobre problemas no ensino da teoria da evolução e seu impacto na formação dos jovens brasileiros.

O levantamento sugere que a precária formação científica dos estudantes de ensino médio do país os leva a recorrer a sua bagagem cultural e religiosa para explicar a evolução dos seres vivos e a origem da espécie humana, algo que não se observa entre os italianos, que recebem uma educação científica mais sólida.

O estudo envolveu as equipes de Nélio Bizzo, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP), e de Giuseppe Pelegrini, docente da Universidade de Pádua, na Itália, e baseou-se na aplicação de um questionário padronizado respondido por estudantes de 15 anos de idade dos dois países.

No Brasil, 2.404 alunos de 78 colégios públicos e privados de todos os estados brasileiros participaram do levantamento, sorteados aleatoriamente a partir de um plano com rigor estatístico, compondo uma amostra de representação nacional e regional.

Os resultados foram publicados na tese de doutorado de Graciela da Silva Oliveira, professora da Universidade Federal do Mato Grosso, que foi defendida em agosto no programa de pós-graduação da FE-USP sob orientação de Bizzo.

O estudo mostra que há uma diferença clara na postura dos estudantes dos dois países frente a conceitos da teoria da evolução.

 Na Itália, um país de forte tradição católica, concepções de mundo científicas e religiosas coexistem no repertório dos estudantes e só eventualmente entram em conflito, com alguns exemplos de alunos que rejeitam a abordagem científica sobre a origem dos seres humanos e das espécies. Eles, porém, exibem familiaridade com conhecimentos científicos e, se os rejeitam, isso não pode ser explicado por falta de entendimento.

 Já no Brasil, a realidade é distinta. Falta à maioria dos jovens domínio sobre os conceitos. Por isso, muitos alunos responderam que “não sabem” quando foram indagados se eram falsas ou verdadeiras afirmações como a existência de parentesco entre o ser humano e os outros primatas. “Eles consideram válidas percepções de compreensão mais simples, como a de que os seres vivos mudam ao longo do tempo e que a evolução biológica acontece na natureza, mas se confundem com temas relacionados à ancestralidade comum e à origem humana”, diz Graciela.

A principal explicação para o desempenho distante dos dois países tem relação com a educação científica. “Na Itália, as primeiras noções sobre a teoria evolutiva são mostradas aos alunos nas séries iniciais do ensino fundamental e se sofisticam no conteúdo das aulas ao longo da trajetória escolar”, afirma Bizzo. “Desde os 9 anos de idade as crianças italianas estudam a origem do Homo sapiens, e isso tanto nas aulas de ciências como nas de história.”

 No mês passado, o Ministério da Educação lançou uma proposta de Base Nacional Comum Curricular (BNC) para o ensino básico do Brasil que será discutida nos próximos meses. “Essa proposta inclui no currículo do 6º ano do ensino fundamental a história evolutiva das espécies. É um avanço. Falta no currículo brasileiro a história da vida na Terra. Se, por exemplo, a paleontologia estivesse presente no currículo de ciências, a dificuldade dos estudantes seria menor”, afirma Bizzo, que coordena o Núcleo de Pesquisa em Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução (Edevo-Darwin), vinculado à Pró-reitoria de Pesquisa da USP, dentro do qual o levantamento binacional foi feito. O trabalho será complementado com estudos comparativos feitos com estudantes das ilhas Galápagos, no Pacífico, cuja observação inspirou Charles Darwin a formular a teoria da evolução. Os dados da equipe equatoriana farão parte de uma dissertação de mestrado, na Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (Flacso), e estão sendo analisados por Adrián Soria, sob orientação do professor Nicolás Cuvi. O processamento de dados, realizado na USP, revelou que a realidade dos jovens que vivem nas ilhas Galápagos, e que têm contato diário com a realidade que influenciou Darwin, está mais próxima daquela dos jovens brasileiros do que da dos italianos.

Para além dos atritos entre o criacionismo, crença que atribui a criação dos seres vivos e da humanidade a um agente sobrenatural, e a teoria de Darwin, que propõe ancestralidade comum entre seres vivos e sua evolução por seleção natural, existe uma dificuldade de compreensão de conceitos complexos que é agravada pela formação escolar deficiente.

“É comum que os alunos criem concepções distorcidas. Muitos acham que as espécies evoluíram de forma rápida e que, de uma geração para outra, surgiram mudanças significativas”, comenta Marcelo Motokane, professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, especialista no ensino de biologia. “Também têm dificuldade em compreender que as mudanças acontecem em nível populacional e não conseguem conceber escalas de tempo tão diferentes das que estão acostumados a lidar”, explica.
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PDF aqui: Revista FAPESP

Nota do blog Desafiando a Nomenclatura Científica: Um artigo da revista FAPESP sobre a tese de doutoramento de Graciela da Silva Oliveira, professora da Universidade Federal do Mato Grosso para serem lidos cum grano salis, pois atribui-se aos alunos e suas subjetividades religiosas essas visões nubladas sobre o fato, Fato, FATO da evolução biológica, quando o que temos denunciado neste blog é o ensino da teoria da evolução de forma ideologizada, desatualizado e em flagrante descompasso com a verdade das evidências discutidas nas publicações científicas.

Visões nubladas ou ensino ideologizado da teoria da evolução que não se sustenta em um confronto sobre as dificuldades fundamentais trazidas pelo rigor do contexto de justificação teórica?

Darwin 1 (1859), Darwin 2 (1930-1940)  não explicaram a origem das espécies pela seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z (vai que um falhe...), e agora Darwin 3 (Agosto de 2015) - a Síntese Evolutiva Ampliada ou Estendida, que não é selecionista, mas incorporou aspectos neolamarckistas, já epistemicamente natimorta, pois deixou de fora a informação, e a Biologia dos Séculos 20 e 21 é uma ciência de informação.

Deixaram a informação propositalmente de fora porque a teoria do Design Inteligente é uma teoria de informação??? 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A Sintonia Fina do Universo

A engrenagem de um inseto revela o gênio do Criador

Obra do acaso cego ou do Design?
Todos nós temos conhecimento de que o desenvolvimento das engrenagens foi um marco na história da nossa engenharia. Não é mesmo? Pois bem, a partir do surgimento dessas pequenas (ou enormes) rodas dentadas, os humanos passaram a ser capazes de construir máquinas cada vez mais complexas. O grande trunfo desse mecanismo é que ele permite coordenar, de um jeito bem simplificado, diferentes processos que ocorrem ao mesmo tempo dentro de um dispositivo mecânico, e isso é apenas um exemplo. O potencial das engrenagens é tão grande que elas são velhas conhecidas dos inventores – a esfera de Arquimedes, por exemplo, reproduzia os movimentos do Universo por meio de engrenagens há mais de dois mil anos. São elas que fazem um relógio de ponteiro funcionar, e foram elas que acabaram virando um símbolo de tudo o que remeta a fábricas ou indústrias. Charlie Chaplin captou essa essência como ninguém e a reproduziu com graça e brilhantismo em Tempos Modernos.

Mas poucos sabem que as engrenagens não são uma invenção do ser humano. Muito antes de nós a natureza já havia “notado” a eficiência e a precisão que elas proporcionam – e, não à toa, a evolução acabou criando uma estrutura biológica que cumpre à risca o papel das engrenagens. A mesma lógica que funciona tão bem nas máquinas também é encontrada nas patas traseiras de um pequeno inseto do gênero Issus. O mecanismo não deve em nada àqueles encontrados nas bicicletas ou nas embreagens de carro.

Cada dente, por sua vez, é arredondado para absorver o choque e evitar que as partes se quebrem. O sistema garante total sincronia ao movimento das patas do bichano – elas sempre se movem dentro de 30 microssegundos uma da outra. Um microssegundo equivale a um milionésimo de segundo. Tamanha precisão é fundamental para a sobrevivência do inseto, já que seu meio de transporte, basicamente, se resume aos saltos poderosos que dá para se locomover. Durante o momento crítico da propulsão, qualquer discrepância na velocidade das patas, por menor que seja, seria o bastante para fazer com que o pequeno Issus perdesse o controle e saísse rodopiando por aí.
De acordo com o ponto de vista da seleção natural, ele viraria uma presa fácil para predadores, e provavelmente sua espécie acabaria sendo extinta. “Essa sincronia precisa seria impossível de ser atingida através de um sistema nervoso, pois os impulsos neurais levariam tempo demais para suprir a coordenação extrema que é exigida”, explicou Malcolm Burrows, do Departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge. O pesquisador liderou um estudo a respeito das engrenagens do inseto.

Fonte: Engenharia É

Nota do blog criacionismo: E aí, o que você acha desta “lógica”? Engrenagens feitas pelo ser humano foram obra do gênio de seus criadores, design inteligente puro; a engrenagem encontrada na natureza, supercomplexa, finamente ajustada, com precisão de milissegundos, é obra da evolução cega. Dá para acreditar? [MB]


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Mas o que é essa tal de 2º Lei da Termodinâmica ?

Criacionistas sempre gostam de citar as leias da termodinâmica para refutar a evolução, mas muitas vezes nem sabem o que estão dizendo e por que as leis da termodinâmica favorecem os pensamentos criacionistas.

A 2º Lei da Termodinâmica = É uma das leis fundamentais da ciência. Essencialmente ela diz que num dado sistema, as coisas progridem da ordem para a disordem quer a nível informacional, quer ao nível organizacional.

Com o passar do tempo, os sistemas progridem da entropia mínima para a entropia máxima. Isto é uma descrição rústica, mas dá para entender.

Quando aplicado à biologia, isto é uma evidência devastadora para mitos evolucionistas, uma vez que a teoria diz exatamente o contrário daquilo que a ciência diz. A teoria diz que os sistemas de vida progrediram de sistemas com muito pouca ou nenhuma informação para sistemas mais complexos e bem mais organizados POR SI SÓ, sem intervenção inteligente. Nunca tal coisa foi empiricamente observada.

O que é um sistema isolado ?

Esta pergunta parte do princípio que a 2ª Lei só se aplica a sistemas fechados. Em sistemas abertos, a 2ª Lei é anulada porque há uma infusão de energia. O que esta pergunta nos leva a pensar é que o sol, de alguma forma, reverteu a 2ª Lei o que permitiu à evolução.

Há vários problemas com isto. Os mais óbvios são:

1. O universo é um sistema fechado, segundo a teoria da evolução.

2. A energia nua e crua não organiza nada. Para verificares isso, experimenta pôr a tua comida ao sol por algumas horas.

A energia só “organiza” alguma coisa quando nos sistemas onde essa energia é aplicada existem formas de reter e converter a energia. A clorofila, por exemplo, faz isso mesmo.

Portanto a noção de “sistemas abertos” e “sistemas fechados” não salvam a teoria da evolução.

A 2º Lei da Termodinâmica contra a Evolução

Ainda há evolucionistas que não concordam com o facto de que a teoria da evolução vai contra a 2ª lei da Termodinâmica. Mais do que isso, é afirmado por eles que só aqueles que não entendem a ciência podem dizer tais coisas.

Neste post vamos ver o que os cientistas, alguns evolucionistas, dizem em relação a isso.

"Embora seja verdade que a quantidade de matéria do universo está em contínua mudança, a mudança parece ser principalmente em uma dissolução direção-direção. O sol está lentamente a queimar, as estrelas estão morrendo em brasas, e em toda parte o coração do cosmos está se voltando para frio; ele está se dissolvendo em radiação, e energia e está sendo dissipado para o espaço vazio (...) O universo está progredindo, assim, em direção a um final para a "morte do calor", ou, como é tecnicamente definida, uma condição de "entropia máxima '. E não há nenhuma maneira de evitar esse destino. Para que o princípio fatídico conhecida como a Segunda Lei da Termodinâmica, que permanece até hoje como o principal pilar da física clássica deixado intacto pela marcha da ciência, proclama que os processos fundamentais da natureza são irreversíveis. Natureza se move apenas de uma maneira.” [Lincoln Barnett, The Universe and Dr. Einstein (1957), pp. 102-103.]
A natureza se move em apenas uma direção.

"Não importa o quão cuidadosamente examinamos a energética dos sistemas vivos, não encontramos nenhuma evidência da derrota dos princípios termodinâmicos." [Harold Blum, da Time Arrow and Evolution (1962), p. 119.]

O Sistemas de vida estão Sujeitos à 2ª Lei.

"... Não há violações conhecidas da segunda lei da termodinâmica ...". [Dr. John Ross, cientista de Harvard , Chemical and Engineering News, vol. 58, 7 de julho, 1980, p. 40]
Não Há violações em Relação à 2ª Lei.

"Outra forma de expressar a segunda lei, então, é: 'O universo está constantemente se tornando mais desordenado' Visto dessa maneira, podemos ver a segunda lei tudo sobre nós. Nós temos que trabalhar duro para arrumar um quarto, mas deixado a si mesmo, torna-se uma confusão outra vez muito rapidamente e muito facilmente. Mesmo que nunca sujarmos, torna-se poeira e mofo. Como é difícil manter casas, máquinas e nossos corpos, e em perfeito estado de funcionamento: como é fácil deixá-los se deteriorar. Na verdade, tudo o que temos a fazer é nada, e tudo se deteriora, entra em colapso, quebra, se desgasta, por si só -. E é isso que a segunda lei é. "[Isaac Asimov (ateu e evolucionista), Smithsonian Jornal Institute, de Junho de 1970, p. 6]

Nota-se que o evolucionista Isaac Asimov inclui os nossos próprios corpos debaixo da alçada da 2ª Lei.

Para além disto, a “2ª Lei generalizada” aplica-se à Teoria da Informação de tal modo que, deixado para si próprio através do tempo, a informação transmitida por um sistema de informação-comunicação tem tendência a ficar mais distorcida e menos completa do que quando começou (aumento de entropia, neste caso, entropia informacional).*

Os próprios evolucionistas dizem que a ordem que encontramos nos cristais de neve não justifica a extrapolação para os sistemas de vida:

O Prémio Nobel Ilya Prigogine diz:

"O ponto é que, em um sistema não-isolado [aberto] existe uma possibilidade de formação de estruturas ordenadas de baixa entropia a temperaturas suficientemente baixas. Este princípio de ordenação é responsável pelo aparecimento de estruturas ordenadas, tais como cristais, bem como para os fenômenos de transições de fase. Infelizmente, este princípio não pode explicar a formação de estruturas biológicas ".

[EU. Prigogine, G. Nicolis e A. Babloyants, Physics Today 25 (11): 23 (1972)]

Como se ISSO NÃO fosse Suficiente, OS PRÓPRIOS evolucionistas dizem:

"A termodinâmica imediatamente esclarece a última questão, salientando que ... sistemas biológicos estão abertos a trocar energia e matéria. A explicação, porém, não é completamente satisfatória, porque ainda deixa em aberto o problema de como ou por que o processo de encomenda surgiu (uma aparente diminuição da entropia), e um número de cientistas têm lutado com este problema. Bertalanffy (1968) chamou a relação entre a termodinâmica irreversível e seria um dos problemas não resolvidos mais fundamentais da biologia. "[C. J. Smith, Applied Biosystems 1: 259 (1975)]

A 2ª Lei ainda é um problema não resolvido, no que toca à teoria da evolução. Não é um problema inventado pelos criacionistas, mas pela própria ciência.

Conclusão:

1. A natureza move-se numa direção.

2. Não há exceções à 2ª Lei, tal como o cientista Dr. John Ross diz.

3. Os sistemas de vida estão sujeitos à 2ª Lei.

4. Com o passar do tempo, a entropia informacional num sistema de informação aumenta, não diminui (isto é, a informação torna-se menos organizada e menos completa).

5. O exemplo dos cristais não é relevante quando o comparamos com as formas de vida, tal como diz o Prémio Nobel Ilya Prigogine.

6. O problema da 2ª Lei ainda não foi resolvido (pelos darwinistas).

Portanto, a pergunta mantêm-se: como é que a informação dos sistemas biológicos foi ficando cada vez mais complexa, mais organizada, mais especificada, quando a tendência natural de sistemas naturais e não supervisionados é exactamente o contrário?

Para o cristão a degeneração tem uma explicação. Quando Adão resolveu seguir os seus próprios desejos, deixando de lado os Mandamentos do Senhor, Deus removeu parcialmente a Sua Mão protetora sobre o universo. O mundo em que vivemos vive debaixo da maldição do pecado (Gênesis 3:17, Romanos 5:12, Romanos 8:20) e como tal tudo “move-se numa só direção” (degeneração).

No entanto, a história não acaba aqui! Apesar de todas as coisas que o homem tem feito na Terra que Deus criou, apesar de todo o pecado, morte, violência, imoralidade, Deus não abandonou o ser humano. Deus prometeu que um dia Ele vai criar céus novos e Terra nova:

Isaías 65:17 - Pois eis que Eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão.

Isaías 66:22 - Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de Mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. Neste novo universo não haverá choro, morte, dor ou degeneração:

Apocalipse 21:4.
Ele [Deus] enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

Fonte: 11 de gêneses

Uma bola de “caipirinha” cósmica é nova esperança de vida

Jogando o problema para fora
Cientistas informaram na sexta-feira que conseguiram identificar, pela primeira vez, duas moléculas orgânicas complexas em um cometa - lançando nova luz sobre as origens cósmicas de planetas como a Terra. Segundo a pesquisa, publicada na revista Science Advances, os especialistas detectaram moléculas de álcool etílico e de um açúcar simples conhecido como glicolaldeído no cometa Lovejoy. “Essas moléculas orgânicas complexas podem ser parte do material rochoso a partir do qual os planetas se formaram”, afirmou o estudo. Moléculas orgânicas já haviam sido encontradas em núcleos de cometas. O caso mais recente foi o do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, onde o robô Philae da agência espacial europeia encontrou várias, algumas das quais nunca antes detectadas num cometa. Como os cometas contêm os materiais mais antigos e primitivos do sistema solar, os cientistas os estudam como se fossem cápsulas do tempo que oferecem pistas sobre como tudo começou [ou teria começado], 4,6 bilhões de anos atrás.

Durante anos, debateu-se se os cometas que se chocaram com a Terra há milhões de anos a alimentaram com os componentes necessários para a vida. Embora este último estudo não resolva a questão, adiciona novos elementos para o debate, garante Dominique Bockelée-Morvan, co-autor e astrofísico do Centro Francês para a investigação científica.

“A presença de uma grande molécula orgânica complexa no material de um cometa é um passo fundamental para uma melhor compreensão das condições que prevaleceram no momento em que a vida surgiu [sic] em nosso planeta”, explicou à AFP. “Essas observações vão significar uma possível explicação para a origem da vida em nosso planeta”, apontou.

Lovejoy interessa particularmente os cientistas porque “é um dos cometas mais ativos na área orbital da Terra”, disse o estudo.

A pesquisa foi feita através de um telescópio de 30 metros de comprimento no Instituto de Radioastronomia Milimétrica em Sierra Nevada, Espanha, em janeiro de 2015, quando o cometa estava no seu momento mais brilhante e produtivo.

Fonte: BOL Notícias

Nota do blog criacionismoComo me disse um amigo biólogo dotado de grande senso de humor: “Deve ter muito pinguço perdido nas estrelas!” O desespero para explicar a misteriosa origem da vida é tanto que a ideia da panspermia cósmica (origem espacial) vem ganhando força entre os cientistas. Como se fosse um pulinho partir de moléculas orgânicas para a vida, com toda a sua informação genética, suas máquinas moleculares e complexidades específicas. A hipótese da panspermia é a admissão de que mesmo em quase cinco bilhões de anos seria impossível surgir e evoluir vida aqui em nosso planeta. Então, o jeito é jogar o problema para fora. Mas se a vida viesse embarcada num cometa na forma de, digamos, uma bactéria alienígena? Ficaria muito difícil explicar como esse ser vivo teria sobrevivido no vácuo e no frio espaciais e resistido às radiações cósmicas letais. Além disso, quando chegasse ao nosso planeta, esse ET microscópico teria que resistir às altíssimas temperaturas causadas pelo atrito da entrada do cometa na atmosfera e, se o cometa não se esmigalhasse no ar e chegasse ao solo, o ser unicelular ainda teria que suportar a força do impacto. Só se fosse uma bactéria kryptoniana! Supor que o cometa Lovejoy, com seu conteúdo de “caipirinha espacial” pudesse ajudar a desvendar o mistério é depositar fé demais no acaso. E eu não tenho tanta fé para acreditar nesse tipo de história. [MB]

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Diferenças entre duas reportagens sobre a Fosfoetanolamina




Reportagem da Rede Record - Domingo Espetacular



Reportagem da Rede Globo - Fantástico


As cobras foram projetadas para deslizar no chão

Engenharia impressionante
Cientistas americanos anunciaram ter descoberto o que acreditam ser o segredo de como as cobras deslizam pelo chão. Segundo a equipe de pesquisadores da Universidade de Oregon, a evolução deu [sic] aos répteis uma concentração de “moléculas gordurosas” nas escamas da barriga, que seriam mais oleosas do que as localizadas nas costas. As razões para o fenômeno ainda não são conhecidas, mas a revelação da estrutura molecular da superfície das escamas oferece uma nova explicação para como as cobras reduzem o atrito na parte inferior de seus corpos. Joe Baio, engenheiro químico que coordenou o estudo das cobras, afirmou que a lubrificação ajuda as cobras de duas maneiras: facilita os movimentos e também reduz os danos à pele. “O coeficiente de atrito para as barrigas de cobras é muito menor que o das costas, então alguma coisa está reduzindo a fricção. O problema é que, debaixo do microscópio, o formato das escamas parece idêntico”, explicou Baio à BBC, em San José, na Califórnia (EUA), durante uma conferência sobre tecnologia de materiais.

Foi justamente em uma das edições do evento que ele conheceu seu “parceiro no crime”: o zoologista Stanislav Gorb. Uma conversa inocente sobre cobras fez com que a dupla se debruçasse sobre a resolução do mistério.

De seu laboratório em Kiel, na Alemanha, Gorb enviou carregamentos de escamas para Baio. Usando instrumentos de alta precisão, o americano conseguiu enxergar diferenças no nível nanoscópico nas amostras. E descobriu o que chamou de imensas diferenças entre as escamas da barriga e das costas das cobras. Ambas estão revestidas por uma película de gordura em sua superfície, mas nas escamas ventrais as moléculas lipídicas estavam distribuídas de maneira bem mais ordenada. “Trata-se de algo extremamente organizado, e não de algum tipo de gordura que tenha aparecido lá por acaso. Está lá por um motivo”, afirma Baio.

Os estudos começaram com a cobra-rei californiana, mas resultados similares foram encontrados em outras espécies. Agora, o passo é testar a hipótese. “Nosso argumento é que a química na superfície é a única diferença que conseguimos encontrar.”

Continua sendo um mistério a origem da camada lubrificante. Ela não parece gastar, então os cientistas acreditam que a gordura possa ser secretada de poros na pele das cobras ou mesmo “fixada”. “Outra possibilidade é que algum tipo de ligação eletromagnética posicione as moléculas. Ainda não descobrimos a origem”, diz Baio.

Para Baio, seus estudos podem ter aplicação prática no campo da engenharia, mais especificamente na produção de novas tintas ou vernizes que protejam superfícies. “Você pode produzir superfícies escorregadias imitando o que acontece nas escamas das cobras.”

Fonte: BBC Brasil

Nota do blog criacionista: Novamente cientistas utilizam tempo, dinheiro e muita inteligência com o objetivo de copiar algo que surgiu por acaso, sem a necessidade de um design inteligente! Mas, desta vez, há uma singela admissão: “Trata-se de algo extremamente organizado, e não de algum tipo de gordura que tenha aparecido lá por acaso. Está lá por um motivo.” Sim, está lá por um motivo: “Então o Senhor Deus declarou à serpente: ‘Já que você fez isso, maldita é você entre todos os rebanhos domésticos e entre todos os animais selvagens! Sobre o seu ventre você rastejará, e pó comerá todos os dias da sua vida’” (Gênesis 3:14). [MB]

domingo, 11 de outubro de 2015

Três em um: um novo quebra-cabeça para os darwinistas


Um extremamente raro e bem preservado fóssil encontrado no famoso depósito de calcário Solnhofen, na Alemanha, entrelaçou eternamente as vidas de três animais. O fóssil registra os momentos subsequentes em que um pterossauro [dinossauro voador] de cauda longa, Rhamphorhynchus, mergulhou e pegou um peixe pequeno, que pensa-se ser o Leptolepides, quando um peixe predador maior, Aspidorhynchus, conseguiu saltar e se agarrar à membrana de vôo da asa do pterossauro, puxando-o de volta para a água.

Um mistério à là Sherlock Holmes!

Enquanto o destino do peixe menor parecia certo, tendo acabado de ser engolido pelo pterossauro, “o rabo do peixe ainda degolando na região faríngea da garganta e a excelente preservação do peixe minúsculo sem qualquer vestígio de digestão, sugere que a deglutição não foi concluída e que o Rhamphorhynchus [pterossauro] estava vivo e no ar durante o ataque”.[1]

Significativamente, isso quer dizer que o pterossauro só não tinha morrido recentemente como também não estava flutuando na água à espera de um carniceiro para que o consumisse. O pterossauro tinha acabado de descer para pegar o peixe menor e estava a meio caminho de engoli-lo, quando o Aspidorhynchus atacou o Rhamphorhynchus e o puxou para dentro da água, afogando-o. Sua asa esquerda foi mutilada enquanto seu oponente [o Aspidorhynchus] furiosamente tentava soltar seu focinho pontudo de sua presa de grandes dimensões, a qual não foi capaz de consumir devido ao seu tamanho. A postura incomum da asa esquerda, com toda a ‘asa-dedo’ puxada sob o antebraço nos restos fossilizados, testemunha toda a contorção do Aspidorhynchus para se soltar do pterossauro.

Enigmas quanto à fossilização e a formação rochosa

A morte, e a preservação excelente, do Aspidorhynchus que se torna problemática para a geologia secular das longas eras. Isto porque os geólogos seculares não chegam a um acordo sobre como as rochas calcárias, ou os fósseis que elas contêm, foram formadas. Apesar de um número considerável de fósseis encontrados em Solnhofen terem sido documentados na Creation magazine[2] e em publicações seculares anteriormente, um artigo recente de um jornal secular destaca que, “em contraste com a riqueza de fósseis já muito estudada, pouco se sabe sobre a origem e diagênese[3] da rocha hospedeira…. Publicações que tratam da matriz sedimentar, do sistema de deposição e da diagênese de plattenkalk[4] são escassas e, até à data, nenhum modelo satisfatório está disponível para explicar o sistema de deposição ou a diagênese das séries de plattenkalk em geral e das ocorrências em Solnhofen em particular”.[5]

Os geólogos seculares das “longas eras” continuarão lutando para explicar o sistema de deposição, ou mesmo para criar um modelo satisfatório para a formação de calcário, persistindo em ignorar deliberadamente o Dilúvio mundial descrito na Bíblia, e buscando unir as ideologias claramente opostas dos “milhões de anos” com a natureza extraordinária dos fósseis encontrados que requerem rápida deposição.
Espécime WDC CSG 255: um Aspidorhynchus e um Rhamphorhynchus em um embate fatal
Paleontólogos seculares têm ideias conflitantes

Há duas hipóteses concorrentes com relação à origem dos fósseis na formação calcária de Solnhofen, que dizem ter sido formada no período Jurássico há 155 milhões de anos, durante um período de 0,5 milhões de anos.[6] Ambas as hipóteses afirmam que a área era uma lagoa quente cortada do oceano. Proponentes da primeira [hipótese] colocam então sua esperança na falta de oxigênio e uma camada de água super-salgada[7] na parte inferior da lagoa, com uma lama de carbono macio para que os animais mortos caíssem. A condição tóxica da água supostamente teria impedido o apodrecimento por bactérias e levado à ausência de carniceiros, preservando qualquer animal morto que viesse a cair na lama de carbono macio. Entretanto, como Whitmore, que tem conduzido seus próprios experimentos sobre as taxas de apodrecimento de peixes em diversos ambientes, aponta: “É comum o equívoco de que a ausência de oxigênio no ambiente inibe apodrecimento. Isto é falso; em alguns casos o apodrecimento não é só rápido, senão até mais rápido nestes ambientes… De fato, a maioria dos apodrecimentos é anóxica e acontece em muitos casos de dentro para fora.”[8] E quanto ao caso hipotético da lagoa com falta de oxigênio e super-salgada? Quando discutida pelos geólogos seculares das “longas eras”, eles concluem que “ainda faltam boas evidências”.[9]

Com relação aos fósseis, a segunda teoria se aproxima da realidade uma vez admitido que os fósseis de Solnhofen requerem rápida sedimentação. Aqui se têm algumas camadas sendo depositadas por tempestades de depósitos e uma invasão oceânica que ocasionalmente transportou a lama macia e animais para a base da lagoa.[10]

Embora o artigo que descreve o fóssil afirme que a morte do Aspidorhynchus (o peixe grande) “permanece especulativa”, ele apoia a primeira hipótese ao afirmar que “o cenário mais provável é que o Aspidorhynchus enfrentou sua vítima [o pterossauro] por um período de tempo, e assim foi rapidamente afundando até a hostil camada anóxica da água… aonde foi instantaneamente sufocado. Ainda unidas, as carcaças chegaram ao fundo do mar.”[1] Isso falha totalmente em explicar a morte do Aspidorhynchus e a preservação dos três animais. A não ser que alguém assuma o cenário de pressupostos milhões de anos, é muito claro que o caso mais provável da morte do Aspidorhynchus tenha sido uma onda cataclísmica cheia de sedimentos que o soterrou, expicando o alto estado de preservação observado. É evidente que virtualmente não ocorreu nenhuma decomposição, tanto do Rhamphorhynchus como do Aspidorhynchus, o que indica que eles foram enterrados rapidamente pelo sedimento.[11]

Milhões de anos?

O que dizer então dos 0,5 milhões de anos que o depósito sedimentar de Solnhofen supostamente levou para se formar? Se seus fósseis requerem sedimentação extremamente rápida, como pode o período de tempo atribuído anteriormente permanecer? O dogma da evolução é que os fósseis e suas camadas têm milhões de anos, um registro de processos lentos e graduais. Porém, como podem esses fósseis, dos quais dois foram registrados no ato de tentarem garantir o jantar, concordarem com isso? Observando corretamente, este rápido sepultamento indica que os sedimentos devem ter sido depositados rapidamente, o que refuta completamente o dogma evolutivo. O que acontece, então, às centenas de milhares de anos que o depósito sedimentar Solnhofen supostamente levou para se formar? Também caem por terra. Faz mais sentido atribuir o registro fóssil de Solnhofen, que contém uma superabundância de insetos, animais marinhos e terrestres, ao Dilúvio de Noé. Durante o Dilúvio, toda a topografia do mundo foi alterada. A atividade geológica global e a deposição massiva de sedimentos foi rápida, soterrando animais como os três descritos neste artigo, e preservando seus fósseis como resultado.

Estes belos e únicos fósseis, atualmente alojados no Wyoming Dinosaur Centre, Thermopolis, USA, são um incrível testemunho do julgamento divino no passado; a história da Bíblia sobre um Dilúvio mundial nos tempos de Noé e um lembrete do julgamento vindouro.

Fonte: Philip Robinson, traduzido do CMI

Referências e notas

[1] Frey, E. and Tischlinger, H., The Late Jurassic Pterosaur Rhamphorhynchus, a Frequent Victim of the Ganoid Fish Aspidorhynchus?, PLoS ONE 7(3): e31945| doi:10.1371/journal.pone.0031945, 2012.

[2] Por exemplo, Walker, T., Death March Horseshoe Crab stopped in its tracks, Creation 25(2):54–55, 2003; creation.com/deathmarch and Living Fossils: the Shovelnose Ray, Creation 33(1):15, 2011; creation.com/livingfossilray.

[3] Refere-se aos vários processos físicos e químicos que modificam sedimentos na formação de uma rocha sedimentary.

[4] Calcário finamente granulado quimicamente precipitado em uma coluna de água estratificada sob condições de ausência de bioturbação.

[5] Munnecke, A., Westphal, H. & Kolblebert, M., Diagenesis of plattenkalk: examples from the Solnhofen area (Upper Jurassic, southern Germany), Sedimentology 55:1931–1946, 2008; p. 1932.

[6] Viohl, G., Solnhofen Lithographic Limestones; in: Briggs, D.E.G. & Crowther, P.R. (Eds), Palaeobiology: a synthesis, Blackwell Science, 285289, 1990.

[7] Tecnicamente definido como anóxico e hipersalino.

[8] Whitmore, J., Fossil Preservation; chapter 14 in: Page 231 in Oard, M. & Reed, J., (Eds), Rock Solid Answers: The Biblical Truth Behind 14 Geologic Questions, Master Books, Green Forest, Arizona, 2009.

[9] Munnecke, A. et al., ref. 5, p. 1933.

[10] Viohl, G., ref. 6. Also, Barthel, K. W., Solnhofen: Ein Blick in die Erdgeschichte, Ott Verlag, Thun, 1978.

[11] Longage geologists insisted for a long time that limestone could not form quickly, but this is clearly incorrect. Another example is the Whitmore nautiloid bed in the Grand Canyon; see Walker, T., Geologic catastrophe and the young earth, Creation 32(2):28–31, 2010; creation.com/geologiststeveaustin.


Nota do Engenharia Filosófica: Mais uma descoberta fóssil que ao invés de ajudar (como Darwin quis imaginar) só atrapalha os darwinistas. Não é a primeira vez que são encontrados fósseis em condições que contradizem o modelo evolucionista das longas eras, uma vez que é inimaginável que o trio fóssil estivesse se reunindo para um banquete especial (e que banquete longo!). Como não podem recorrer a um modelo geológico catastrofista – e por consequência bíblico -, pois a teoria evolutiva precisa de longos períodos de tempo (para sair da ameba até o ser humano, por ex.), sobra para eles [os darwinistas] bolar contos mirabolantes. E olha que o dilúvio é que é lenda…[JDL]

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Nobel de Química vai para descoberta de mecanismos de reparo do DNA

As formas de atuação do mecanismo de reparação do DNA renderam um Nobel aos pesquisadores da Inglaterra e dos Estados Unidos (Foto: Flickr/ynse)
 O Nobel de Química de 2015 foi para os cientistas Tomas Lindahl, Aziz Sancar e Paul L. Modrich que, por meio de diferentes linhas de pesquisa, ajudaram a descobrir quais são os mecanismo de reparo do DNA. Ao perceber que alguns mecanismos do corpo não fazem nada além de consertar partes frágeis do DNA, Lindahl, do Instituto Francis Crick em Londres, na Inglaterra, criou todo um campo de pesquisa voltado ao assunto. Já Aziz Sancar, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, partiu do princípio que uma das formas mais fáceis de danificar o DNA é o expondo a raios ultravioletas. Grande parte dos raios emitidos pelo Sol são filtrados pela camada de ozônio da Terra, mas ainda assim, vários conseguem passar. Pensando nisso, o pesquisador americano focou seu estudo em como os raios ultravioleta causam esse tipo de dano e o que as células precisam fazer para consertá-lo.

Existe também a possibilidade de o corpo danificar seu próprio DNA. O corpo humano depende da replicação de células e copia sem parar bilhões de pares que criam o código DNA de cada um. Mas assim como as máquinas, ele também pode cometer erros. O professor Paul Modrich, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, descobriu como os grupos de reparação celular encontram e consertam esse DNA bagunçado durante o processo de replicação.

Ao todo, o trabalho do trio de cientistas prova o quão crucial é compreender como as mudanças genéticas funcionam – e como podem gerar doenças como o câncer, por exemplo.

Fonte: Galileu

 Nota do químico Dr. Marcos Eberlin: “Pense comigo. Se só para ‘desvendar’ os mecanismos de conserto do DNA e seus erros de cópia foram necessárias décadas de estudos e três mentes brilhantes ganhadoras de prêmio Nobel e em Química – eta, coisa complicada! – e centenas de pesquisadores em suas equipes; imagine o quanto de inteligência foi necessária para a mente que fez o DNA e seu sistema de cópia e correção – todo o arsenal de nanomáquinas que executa tais operações de forma espetacularmente automatizada cibernética e extremamente eficiente – “quase” perfeita, pois é tanta complicação e tanta máquina e tanta função que parece que nem Ele deu conta de evitar erros e teve que bolar a correção. Pense!”

“Homens das cavernas” eram exímios pintores?


Arte elaborada
[Tradução Google tradutor - Inglês para Português]

Os especialistas de locomoção dos animais bem conhecer as características do quadrúpede curta desde o trabalho pioneiro de Eadweard Muybridge na década de 1880. A maioria dos quadrúpedes avançar suas pernas na mesma sequência de lateral quando a pé, e só o tempo de seus pés de apoio diferem mais ou menos.

Como é que este conhecimento científico influenciam a exatidão de quadrúpede caminhada representações nas artes plásticas? Será que a proporção de errôneas ilustrações quadrúpede de passeio em relação ao seu número (ou seja, taxa de erro) total de diminuir após Muybridge? Como corretamente ter homens das cavernas (Paleolítico Homo sapiens superior) ilustra o pé de sua presa quadrúpede em tempos pré-históricos?

O objetivo deste trabalho é responder a essas perguntas. Analisamos 1.000 quadrúpedes artístico representações de passeio pré-históricos e modernos e determinar se elas estão corretas ou não em relação às atitudes dos membros apresentados, assumindo que os outros aspectos de representações usados ​​para determinar a marcha animais são ilustrados corretamente. A taxa de erro dos modernos pré-Muybridgean ilustrações quadrúpede caminhada foi de 83,5%, muito mais do que a taxa de erro de 73,3% do mero acaso. Ele diminuiu para 57,9% depois de 1887, ou seja, no período pós-Muybridgean. Surpreendentemente, as representações de passeio quadrúpedes pré-histórico tinha a menor taxa de erro de 46,2%. Todas essas diferenças foram estatisticamente significativas.

Assim, os homens das cavernas eram mais profundamente consciente do movimento mais lento de suas presas e ilustrado andar quadrúpede mais precisamente do que artistas posteriores.

Fonte: PDF grátis aqui: PLoS One)

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Mas o homem das cavernas não é mostrado nos livros didáticos como sendo primitivo, tosco demais, abrutalhado e mais próximo de macacos antropoides? Como então foram muito mais brilhantes na descrição do andar quadrúpede do que Leonardo da Vinci, renomado e incensado pintor, escultor, músico, cientista, arquiteto, engenheiro e inventor da Renascença?”

Clique aqui e leia mais sobre "homens das cavernas" e sua "arte moderna".

sábado, 26 de setembro de 2015

Paleobiologia e as descobertas de tecidos moles

 Por Everton F. Alves (Web-Book)

A Paleobiologia é um campo científico que se dedica ao estudo dos organismos fósseis sob a ótica da Biologia, utiliza conceitos e ferramentas desta ciência para esclarecer aspectos fundamentais sobre a história e processos evolutivos dos organismos [1]. Nas últimas décadas, paleobiólogos têm descobertos tecidos moles - embora os evolucionistas prefiram o termo ‘tecido não resistente’ − no interior dos ossos de dinossauros fossilizados [2]. Eles parecem tão frescos a ponto de sugerir que os corpos foram enterrados a apenas alguns milhares de anos atrás.

Em 2005, um estudo norte-americano liderado pela Dr. Mary Schweitzer desafiou as evidências de uma cronologia que infere a 65 milhões anos de idade a extinção dos dinossauros. Os autores resolveram quebrar um precioso fóssil um fêmur de Tyrannosaurus rex − ainda que com certa relutância, para estudá-lo por dentro e procurar tecidos moles preservados. Para tanto, eles usaram alguns ossos isolados de um espécime procedente da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos), e obtiveram certo sucesso [3]. Os autores descobriram filamentos flexíveis e transparentes que se assemelham a vasos sanguíneos (mantêm elasticidade, são transparentes e ocos).

Dentro desses supostos vasos sanguíneos havia vestígios do que parecia ser hemácias; e outras que pareciam osteócitos - células que constroem e mantêm o osso. Para os autores, o processo que preservou essas estruturas é diferente da fossilização comum, um meio desconhecido de preservação, que ainda faz os pesquisadores pensar duas vezes antes de dar um palpite a respeito. Embora o material estivesse preservado (confirmado pela elasticidade), apenas as proteínas não poderiam ser utilizadas para dar detalhes do DNA do animal [3]. Os autores forneceram apenas uma vaga explicação de fatores geoquímicos e ambientais que poderiam ter preservado os tecidos, mas acrescentaram que a causa ainda era indeterminada.

Como era de se esperar, o anúncio de Schweitzer foi recebido com grande ceticismo por parte da comunidade evolucionista. Schweitzer, inclusive, teve problemas para publicar os seus resultados. Segundo a pesquisadora: "Eu tive um revisor que me disse que ele não se importava com o que dizia os dados, ele sabia que o que eu tinha encontrado não era possível. Eu escrevi de volta e disse: Bem, quais dados convenceriam você? E ele disse: Nenhum” [4: p.37].

A melhor maneira dos evolucionistas descartarem esta forte evidência contra o cenário darwinista era alegar contaminação ou algo do gênero. Foi então que, Jeffrey Bada, um geoquímico orgânico do Instituto Scripps de Oceanografia em San Diego disse: “não posso imaginar tecido mole sobreviver milhões de anos” [5]. Ele acrescentou que o material celular encontrado deveria ser a “contaminação de fontes externas”. Em 2008, um estudo publicado na revista PLoS One interpretou os restos de tecidos moles vasculares (túbulos ramificados e os glóbulos) nos fósseis de T. rex como sendo produtos de biofilmes bacterianos [6]. Mas, mesmo se os vasos sanguíneos fossem produtos do biofilme, este dificilmente poderia ter explicado a presença de proteínas e DNA [7].

Schwetzer, entretanto, buscou levantar objeções contra a interpretação de biofilmes e, em estudos posteriores, acrescentou outros argumentos e mostrou linhas de evidência complementares para corroborar a interpretação de que os restos eram, sim, tecidos biológicos de dinossauros. Foi então que, em 2009, Schwetzer e colaboradores identificaram sinais de vasos sanguíneos e colágeno por meio de uma análise feita em um fêmur de Hadrosaur B. canadenses (Hadrossauro), o dinossauro bico-de-pato, um fóssil de 80 milhões de anos, encontrado na formação do rio Judith, um sítio paleontológico no estado de Montana [8].

Em vez de escavar o fóssil no local, os cientistas removeram a peça juntamente com a camada de arenito que a envolvia. O bloco foi selado e transportado para o laboratório a fim de evitar uma contaminação e degradação do material - a fim de evitar novamente as críticas sobre contaminação [8]. Os pesquisadores, então, usaram análises independentes e distintas como microscopia de tunelamento de elétrons para examinar a aparência e a estrutura dos tecidos, e espectrometria de massa e testes de ligação de anticorpos para identificar proteínas. Os resultados mostraram evidências de colágeno, bem como de laminina e elastina, duas proteínas encontradas em vasos sanguíneos.

Em 2013, Schwetzer e colaboradores testaram uma hipótese anterior de que o ferro poderia desempenhar um papel na preservação de tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros [9, 10]. Os resultados sugeriram que a presença de hemoglobina − a molécula que contém ferro que transporta o oxigênio nas células vermelhas do sangue - pode ser a chave para preservar tecidos antigos dentro de fósseis de dinossauros, mas também pode escondê-los de detecção. Ao morrer, as células liberariam ferro nos tecidos que desencadearia a formação de radicais livres (antioxidante), funcionando como o formaldeído na preservação dos tecidos e proteínas.

No entanto, a experiência realizada em laboratório é pouco representativa em comparação com o mundo real [11]. Eles mergulharam um grupo de vasos sanguíneos em líquido rico em ferro feito de células vermelhas do sangue, isto é, hemoglobina pura; e outro grupo foi mergulhado em água. Eles afirmaram que o grupo que permaneceu na água ficou irreconhecível dentro de dias, e o outro grupo em hemoglobina pura ficou reconhecível durante 2 anos. Será que se a hemoglobina fosse diluída ela agiria da mesma maneira? E a sugestão de que os vasos sanguíneos ficaram 'reconhecível' por dois anos de alguma forma demonstra que estes poderiam durar trinta e cinco milhões de vezes mais?

Em 2012, uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia fez uma apresentação no período de 13-17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica (AGU) e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS) [12]. Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens do que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono (carbono-14) em múltiplas amostras de ossos de 8 dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E, pasmem! Eles reportaram a presença do carbono-14 (que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso? O pressuposto dos presidentes era o de que o carbono-14 não poderia estar presente em tais fósseis "velhos". Negativas como essa é o que tem impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma análise fosse feita utilizando este método de datação, é altamente provável que mostraria uma "idade de radiocarbono" de milhares de anos, e não a de "milhões de anos” como a da previsão evolutiva.

Em, 2013, um estudo experimental realizado nos Estados Unidos por um cientista da microscopia, criacionista, encontrou tecidos fibrilares moles obtidos da região supraorbital de um chifre de Triceratops horridus (Tricerátopo) coletados na Formação Hell Creek, em Montana, EUA [13]. O tecido mole estava presente no osso pré e pós-descalcificado. Foram retiradas amostras da matriz óssea lamelar onde foram encontradas microestruturas parecidas com osteócitos. Os osteócitos são células derivadas dos osteoblastos que se diferenciam e preenchem a estrutura lamelar compreendendo diversas funções histológicas, como por exemplo, remodelação do esqueleto ou mesmo crescimento ósseo. Os autores notaram que alguns osteócitos apresentavam extensões filipodiais e, segundo ele, não havia nenhuma evidência de permineralização ou cristalização. Mas, o que isso significa? Isso quer dizer que o material ósseo conservou proteínas ativas e, inesperadamente, DNA (que se degrada rapidamente). Ou seja, ele não foi degradado e nem passou por processo de fossilização. Teoricamente, o material continua ileso, íntegro, desde a morte do dinossauro.

Após a publicação do artigo sobre a descoberta de tecidos moles, Mark Armitage foi demitido da Universidade Estadual da Califórnia por inferir que tais estruturas, talvez, tivessem milhares de anos em vez dos supostos milhões de anos [14]. Armitage, é claro, está processando a Universidade por ter sido despedido sem uma justa causa. O caso legal em torno da demissão de Armitage abre muitas questões importantes sobre a liberdade acadêmica. Na verdade, numerosos exemplos de supressão da “liberdade acadêmica” podem ser citados em que os cientistas têm sido discriminados por apresentar pontos de vista conflitantes com as perspectivas tradicionais.

Em 2015, foram encontradas fibras e estruturas celulares preservadas em espécimes de dinossauro de supostos 75 milhões de anos [15]. Os pesquisadores examinaram amostras de oito ossos de dinossauros do Cretáceo. Eles encontraram material consistente com as estruturas de fibra de colágeno endógeno e fragmentos de aminoácidos típicos de fibrilas de colágeno. Também observaram estruturas compatíveis com eritrócitos com espectros semelhantes à do sangue total. Para a equipe, mesmo sem DNA, as células dos tecidos moles e as moléculas poderiam ajudar a aprender muito mais sobre a fisiologia e o comportamento dos dinossauros. Por exemplo, o tamanho das células do sangue pode revelar insights sobre o metabolismo e a suposta transição do sangue frio para o sangue quente. Exames tridimensionais das células do sangue revelaram que elas possuem núcleos, o que significa que as células do sangue humano não podem ter contaminado a amostra, porque não possuem núcleos.

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram os resultados de seu projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles em ossos de dinossauros [16]. Os autores encontraram quantidades mensuráveis de carbono-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozóica, Mesozóica e Paleozóica. As amostras vieram do Canadá, Alemanha e Austrália. Cerca de metade eram de ossos de dinossauros (7 espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processos padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas a um laboratório para espectrometria de massa atômica. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono.

Como pode ser visto, parece que está cada vez mais difícil defender o dogma de que os dinossauros viveram há milhões de anos na escala geológica, pois se há tecido mole em fósseis de dinossauros e até mesmo células sanguíneas e DNA, eles não podem ter morrido há tanto tempo, ainda que suposições sobre influências do ambiente e do ferro na preservação das biomoléculas tenham sido levantadas. Fato é que, evidências científicas indicam que biomoléculas em restos fósseis não sobrevivem por até 80 milhões de anos, como algumas pesquisas apontam. Há evidências de que a degradação de biomoléculas ocorre depois da morte em um tempo entre semanas a décadas, com alguns fragmentos moleculares resistentes que poderiam sobreviver até no máximo 100 mil anos [9, 17]. Outra pesquisa sugeriu que o colágeno não deveria aguentar num organismo fóssil por mais de 2,7 milhões de anos, na melhor das hipóteses [18].

Além disso, é curioso observar as tentativas de evolucionistas em relacionar muitas destas descobertas com uma suposta contaminação, e também o modo que eles agem para abafar as descobertas ou métodos conflitantes com suas hipóteses de “milhões de anos”. Um pesquisador que segue apenas as evidências deve-se perguntar: Por quê? O público tem o direito de saber a cronologia real dos dinossauros, e a verdade sobre a história da Terra.

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REFERÊNCIAS

[1] Soares LPCM, Kerber BB, Osés GL, Oliveira AM, Pacheco MLAF. Paleobiologia e Evolução: o potencial do registro fossilífero brasileiro. Revista Espinhaço 2013; 2(1): 24-40.

[2] Morell V. Dino DNA: the hunt and the hype. Science. 1993; 261(5118):160-2.

[3] Schweitzer MH, Wittmeyer JL, Horner JR, Toporski JK. Soft-Tissue Vessels and Cellular Preservation in Tyrannosaurus rex. Science. 2005; 307(5717):1952-5.

[4] Yeoman B. Schweitzer's Dangerous Discovery. Discover magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna ou
ou https://web.archive.org/web/20121020174529/http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[5] Entrevista concedida por Jeffrey Bada. In: Yeoman B. Schweitzer's Dangerous Discovery. Discover magazine 2006; 27(4):37-41. Disponível em: http://discovermagazine.com/2006/apr/dinosaur-dna

[6] Kaye TG, Gaugler G, Sawlowicz Z. Dinosaurian soft tissues interpreted as bacterial biofilms. PLoS One. 2008; 3(7):e2808.

[7] Wieland C. More confirmation for dinosaur soft tissue and protein. Journal of creation 2009; 23(3):10–11. Disponível em: http://creation.com/images/pdfs/tj/j23_3/j23_3_10-11.pdf

[8] Schweitzer MH, Zheng W, Organ CL, Avci R, Suo Z, Freimark LM, Lebleu VS, Duncan MB, Vander Heiden MG, Neveu JM, Lane WS, Cottrell JS, Horner JR,Cantley LC, Kalluri R, Asara JM. Biomolecular Characterization and Protein Sequences of the Campanian Hadrosaur B. Canadensis. Science. 2009; 324(5927):626-31.

[9] Schweitzer MH, Wittmeyer JL. Dinosaurian soft tissue taphonomy and implications. In: AAAS Annual meeting, Abstracts with Programs, St. Louis, Missouri, USA, 16-20 de Fevereiro de 2006.

[10] Schweitzer MH, Zheng W, Cleland TP, Goodwin MB, Boatman E, Theil E, Marcus MA, Fakra SC. A role for iron and oxygen chemistry in preserving soft tissues, cells and molecules from deep time. Proc Biol Sci. 2013; 281(1775):20132741.

[11] Smith C. Dinosaur soft tissue. [Jan. 2014]. Creation, 2014. Disponível em: http://creation.com/dinosaur-soft-tissue

[12] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. A comparison of δ13C & pMC Values for Ten Cretaceous-jurassic Dinosaur Bones from Texas to Alaska, USA, China and Europe. In: AOGS 9th Annual General Meeting. 13 to 17 Aug 2012, Singapore. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/dfdc0a3fdc564435bb159bce43a40d77

[13] Armitage MH, Anderson KL. Soft sheets of fibrillar bone from a fossil of the supraorbital horn of the dinosaur Triceratops horridus. Acta Histochem. 2013; 115(6):603-8.

[14] CBS Los Angeles. Lawsuit: CSUN Scientist Fired After Soft Tissue Found On Dinosaur Fossil. [Jul. 2014]. CBS Los Angeles, 2014. Disponível em: http://losangeles.cbslocal.com/2014/07/24/scientist-alleges-csun-fired-him-for-discovery-of-soft-tissue-on-dinosaur-fossil/

[15] Bertazzo S, Maidment SC, Kallepitis C, Fearn S, Stevens MM, Xie HN. Fibres and cellular structures preserved in 75-million–year-old dinosaur specimens. Nat Commun. 2015; 6:7352.

[16] Thomas B, Nelson V. Radiocarbon in Dinosaur and Other Fossils. Creation Research Society Quarterly 2015; 51(4):299-311.
https://creationresearch.org/index.php/extensions/crs-quarterly/s5-frontpage-display/item/117

[17] Entrevista concedida por Mary Schweitzer. Protein links T. rex to chickens. [Abr. 2007]. Entrevistador: Paul Rincon. BBC News, 2007. Disponível em: http://news.bbc.co.uk/2/hi/6548719.stm

[18] Nielsen-Marsh C. Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance. The Biochemist 2002; 24(3):12-14.


Assista a reportagem: Brasileiro faz descoberta incrível em osso de dinossauro

Brasileiro faz descoberta incrível em osso de dinossauro

Clique aqui para assistir à reportagem.

A grande pergunta que os evolucionistas evitam é: Como explicar o fato de que cada vez mais amostras fósseis revelam a presença de colágeno e outras estruturas frágeis, incapazes de se manter intactas por tantos milhões de anos?

Karl Popper, falou e disse...


domingo, 13 de setembro de 2015

É a teoria da evolução uma religião?

Estamos certos que muitas pessoas irão achar estranho a pergunta que serve de título a este capítulo.  Certamente que a evolução centra-se na origem e no desenvolvimento das formas de vida na Terra; de que forma é que isso estão relacionado com a religião? A evolução é ciência, certo? E é-nos dito que a ciência tem que estar à parte da religião – pelo menos nas salas de aulas! Bem, vejamos se teoria da evolução cumpre os requisitos de ciência genuína e não duma crença religiosa. Para apuramos isso, temos que definir alguns termos. Leia a matéria completa aqui!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Homo naledi: mais um candidato a elo perdido


 Homo naledi é o nome de um novo candidato a elo perdido, descoberto por uma equipe de pesquisadores numa gruta da África do Sul. Os fósseis de 15 ditos hominídeos foram encontrados perto de Johanesburgo. Lee Berger, pesquisador da Universidade de Witwatersrand, disse o seguinte, numa entrevista coletiva em Maropeng: “Apresento-lhes uma nova espécie do gênero humano.” Chris Stringer, do Museu de Londres, explica que “alguns aspectos do Homo naledi, como as mãos, os pulsos e os pés, são muito próximos dos do ser humano moderno. “Ao mesmo tempo, o pequeno cérebro e a forma da parte superior do corpo estão mais próximos de um grupo pré-humano denominado australopiteco.”

Recentemente, o jornalista Reinaldo José Lopes, da Folha de S. Paulo, publicou uma matéria que revela o desespero dos pesquisadores evolucionistas em montar a suposta árvore evolutiva humana. Segundo Lopes, não há muita dúvida quanto ao Homo sapiens e ao neandertal, tanto que análises de DNA revelaram episódios de miscigenação entre humanos modernos e neandertais, o que leva alguns pesquisadores a considerar que eram todos humanos, afinal de contas.

Para Jeffrey Schwartz, da Universidade de Pittsburgh, e Ian Tattersall, do Museu Americano de História Natural, a coisa fica feia quando o objetivo é entender formas mais arcaicas de supostos ancestrais da humanidade. Escavações na África e em outros lugares do mundo revelaram um minizoológico dessas criaturas: há o Homo habilis, o Homo rudolfensis, o Homo ergaster, o Homo erectus e formas mais misteriosas, conhecidas simplesmente como “Homo primitivo”, isso sem falar em alguns outros nomes científicos que acabaram não pegando. Alguns consideram que se trata simplesmente de fragmentos de ossos de macacos que os darwinistas querem sempre promover a “elo perdido”.

Em artigo na última edição da revista Science, Schwartz e Tattersall defendem que esse milagre da multiplicação da nomenclatura foi longe demais. Boa parte dos fósseis não deveria estar no gênero Homo, dizem eles. Tattersall afirma que “os paleoantropólogos têm simplesmente enfiado fósseis mais e mais antigos no gênero sem se preocupar muito com a questão da morfologia. Em vez de fazer as coisas com cuidado, os trabalhos seguem o desejo de descobrir o ‘Homo mais antigo’, o que não dá muito certo”.

E por que os pesquisadores fazem isso? Para ter seus quinze minutos de fama, promovidos por alguma publicação científica ou pela mídia popular, que adora publicar matérias sensacionalistas sobre nossos supostos ancestrais. E é exatamente o que aconteceu no caso do Homo naledi. Ele ainda nem foi datado e já estampa a capa da revista National Gegraphic de outubro, com o título em letras garrafais: “Almost Human”, ou seja, “Quase Humano”.

Esteban Sarmiento, da Fundação Evolução Humana, dos EUA, diz que essa afobação toda tem levado cientistas mais afoitos a enxergar hominídeos em toda parte. Certos fósseis, na verdade, seriam de grandes macacos primitivos. “Existe um desejo subliminar de enxergar certos fósseis como hominídeos”, pondera Tattersall. E ele diz mais: “Nós descobrimos que muitos dentes do Extremo Oriente atribuídos ao Homo erectus poderiam ser interpretados de forma mais razoável como pertencentes a primos dos orangotangos.”

Como se pode ver nas fotos divulgadas do Homo naledi e mesmo na capa da National Gegraphic, quem mais tem trabalho nessas ocasiões são os artistas e escultores, que procuram, com muita imaginação, humanizar os macacos e “macaquizar” os humanos.

Michelson Borges

Fonte: Criacionismo

domingo, 6 de setembro de 2015

Seria Deus injusto?

Pensamento ateu
C.S Lewis
"Meu argumento contra Deus era o de que o universo parecia injusto e cruel. No entanto, de onde eu tirara essa ideia de justo e injusto? Um homem não diz que uma linha é torta se não souber o que é uma linha reta. Com o que eu comparava o universo quando o chamava de injusto? Se o espetáculo inteiro era ruim do começo ao fim, como é que eu, fazendo parte dele, podia ter uma reação assim tão violenta? Um homem sente o corpo molhado quando entra na água porque não é um animal aquático; um peixe não se sente assim. E claro que eu poderia ter desistido da minha ideia de justiça dizendo que ela não passava de uma ideia particular minha. Se procedesse assim, porém, meu argumento contra Deus também desmoronaria - pois depende da premissa de que o mundo é realmente injusto, e não de que simplesmente não agrada aos meus caprichos pessoais. Assim, no próprio ato de tentar provar que Deus não existe - ou, por outra, que a realidade como um todo não tem sentido -, vi-me forçado a admitir que uma parte da realidade - a saber, minha ideia de justiça tem sentido, sim. Ou seja, o ateísmo é uma solução simplista. Se o universo inteiro não tivesse sentido, nunca perceberíamos que ele não tem sentido - do mesmo modo que, se não existisse luz no universo e as criaturas não tivessem olhos, nunca nos saberíamos imersos na escuridão. A própria palavra escuridão não teria significado."

Fonte: C. S. Lewis em Cristianismo Puro e Simples.

domingo, 30 de agosto de 2015

A história do design Inteligênte

Acredita-se, ainda hoje, que Charles Darwin rejeitava qualquer alegação de design inteligente na natureza. No entanto, há evidências de que Darwin aceitou alguns aspectos desse ponto de vista [1]. Sua conceituação do design foi fundada em ambas as ideias cosmológicas e teleológicas da teologia natural clássica. Somente, quando Darwin descobriu o processo dinâmico de seleção natural, ele rejeitou o velho argumento teleológico. No entanto, ele nunca foi capaz de ignorar a forte experiência da beleza e complexidade de um universo de design inteligente, como um todo.

O termo “design inteligente” (DI) foi provavelmente introduzido por William Whewell, um professor do Trinity College, Cambridge (1794-1866) [1]. Em 1897, Ferdinand Schiller, erudito da Universidade de Oxford, nos Estados Unidos, utilizou o termo design inteligente como alternativa ao processo evolutivo cego em um ensaio intitulado “Darwinism and the Design Argument” [2]. Nele, Schiller disse: “não será possível excluir a suposição de que o processo da Evolução possa ser guiado por um design inteligente” [p.141].

Em 1993, um grupo de cientistas e filósofos norte-americanos se reuniu em uma conferência na cidade de Pajaro Dunes, Califórnia, a fim de questionar a teoria da evolução [3]. O grupo inicial de dissidentes foi composto por pesquisadores de diversas áreas, tais como Philip E. Jonhson (organizador da conferência), Dean Kenyon, Paul Nelson, Stephen C. Meyer, William Dembski, Jonathan Wells, Jed Macosko, Scott Minich, Siegfried Scherer, Kurt Wise, David Raup, Charles Thaxton, Walter Bradley e Michael Behe. Foi então que o design inteligente, tal como o conhecemos hoje, foi oficialmente estabelecido como teoria científica, embora os pressupostos do design não sejam novos.

De lá para cá, diversos estudos têm evidenciado a controvérsia do naturalismo e sua dificuldade em explicar a origem da vida. Ao mesmo passo, houve um aumento significativo na produção científica, cujas evidências empíricas apoiam o design inteligente. A publicação de artigos revisados por pares baseada em design é relativamente nova, tendo seu início há pouco mais de trinta anos [4]. No entanto, o movimento literário do design efetivamente começou em 1991 por meio do best-seller “Darwin no banco dos réus”, do professor de direito Phillip E. Johnson [5], e popularizou-se em 1996, com a publicação de “A Caixa Preta de Darwin” do bioquímico Michael Behe [6].

Mas como nem tudo são flores, o design inteligente tem passado por grandes dificuldades para se inserir na comunidade científica. Isso porque a partir do momento em que um cientista desafia uma crença profundamente defendida, como no caso do naturalismo filosófico, ele enfrenta grande resistência em financiamentos de seus projetos de pesquisa e na publicação de seus resultados em anais de congressos ou em periódicos de alto fator de impacto.

Em 2004, por exemplo, a mídia reportou um caso polêmico relacionado à publicação de um artigo que apoiava o design inteligente em uma revista científica, bem como as perguntas subsequentes de se os procedimentos editoriais adequados foram seguidos e se ele [o artigo] foi devidamente revisado. Stephen C. Meyer, diretor do Centro do Instituto Discovery, nos Estados Unidos, publicou um artigo intitulado “The origin of biological information and the higher taxonomic categories” na Proceedings, revista de biologia do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsoniano, em Washington [7].

Um mês depois, o conselho do periódico de Biologia emitiu uma nota onde criticou o artigo, dizendo que ele não atendia aos padrões científicos do processo, e enfatizou que a decisão de publicá-lo foi do ex-editor Richard Sternberg. Mas qual seria o motivo de tanta polêmica? Este artigo afirmou que a explosão cambriana não poderia ser explicada por processos naturais, isto é, nenhuma teoria materialista atual seria suficiente para explicar a origem da informação necessária para construir novas formas animais presentes na explosão cambriana. O artigo foi além, propôs o design inteligente como uma alternativa para a explicação da origem da informação biológica e para a taxonomia superior. O artigo que antes fora aceito, publicado e indexado em importantes bases de dados médicas, a partir de então foi retirada sua indexação.

Em 2010, outro manuscrito submetido a um periódico chamado Quarterly Review of Biology fez inicialmente menção aos princípios do design, logo, a submissão do manuscrito foi rejeitada. O autor do estudo, o bioquímico Michael Behe, foi orientado a retirar o termo “design inteligente” do manuscrito intitulado “Experimental Evolution, Loss-of-Function Mutations and 'The First Rule of Adaptive Evolution'” [8]; uma vez acatada a sugestão do editor, o trabalho foi publicado.

Esses são apenas alguns exemplos diante de tantos outros a que estão submetidos os cientistas comprometidos com a verdade. Assim, os cientistas pró-design foram forçados a evitar o assunto em suas publicações científicas. Diante desses casos, surgiu a necessidade de uma revista própria de acesso aberto, revisada por pares, especialmente nas ciências biológicas, onde a oposição ao design inteligente é particularmente intensa [9].

Em 2010, foi lançada a revista BIO-Complexity, publicada pelo Instituto Biológico nos Estados Unidos. BIO-Complexity [http://bio-complexity.org/ojs/index.php/main/index] é uma revista científica com um objetivo único [9]. Destina-se a ser o principal fórum para testar o mérito científico da alegação de que o design inteligente é uma explicação credível para a vida. Embora muitas grandes ideias científicas em design tenham sido publicadas em livros, a ciência especializada se desenvolve, em grande parte, através do processo de publicação avaliada por pares.

Diante dessas informações surge uma dúvida crucial: qual será o futuro das pesquisas baseadas em design? Apesar de os pesquisadores do design ter sido injustamente excluídos da literatura científica por muitos anos, as nossas expectativas são positivas, em grande parte, também, devido à observação da atual abertura científica ao diálogo, debate e crítica. Esperamos que os editores de periódicos científicos tradicionais mantenham a mente aberta para uma análise justa e imparcial, tal como foi a de Richard Sternberg. Assim, os méritos científicos do design dependerão, exclusivamente, de seu conteúdo.

Fonte: Everton F. Alves via Evolulution News

Contradições

Fonte: Um sábado especial

Cientistas estão rejeitando o NeoDarwinismo

 Quantos estudantes ou profissionais ao longo da história têm se sentido isolados no ambiente acadêmico por possuir pressupostos ou ideologias científicas contrárias às da maioria? Somente quem já tentou nadar contra a maré, entende o grau de esforço realizado. Mas a estes, o Discovery Institute informa que não estão sozinhos.

Desde 2001, quando essa instituição de pesquisa pró-design lançou uma lista de cadastro, centenas de cientistas com doutorado – hoje mais de 900 pesquisadores – mostraram-se dispostos a expressar publicamente o ceticismo em relação à visão darwiniana, tradicional e moderna, de como a vida teria se desenvolvido ao longo do tempo. Essa lista, “A Scientific Dissent from Darwin”, é uma pedra no sapato daqueles que dizem que não há debate científico sobre se a evolução funciona de uma forma completamente natural.

A lista desafia o princípio mais básico da teoria darwiniana moderna (também chamada de “neodarwinismo”) – a visão de que mutação aleatória e seleção natural são as principais forças que geram a complexidade adaptativa em organismos vivos. Porém, ao invés de criticar a teoria moderna da evolução, a lista foca em seus desafios para os mecanismos biológicos mais importantes.

Atualmente, já assinaram a lista doutores pelas seguintes instituições de ensino: Oxford, Cambridge, Harvard, Dartmouth, Rutgers, Universidade de Chicago, Stanford e da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Também assinaram a lista professores ou pesquisadores das principais universidades e instituições de pesquisa do mundo, tais como Cambridge, Princeton, MIT, UCLA, Universidade da Pensilvânia, Universidade da Geórgia, Tulane, Universidade Estadual de Moscou, Instituto de Chitose da ciência e da tecnologia, no Japão, e Universidade Ben-Gurion, do Negev, em Israel.

Se você possui um mestrado (e atua como professor de medicina), ou já obteve seu doutorado e quer, de igual modo, se declarar publicamente cético em relação ao darwinismo, clique aqui [http://www.dissentfromdarwin.org/] e assine a lista.

Por Por Everton F. Alves: https://www.widbook.com/ebook/teoria-do-design-inteligente

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