domingo, 14 de setembro de 2014

Colunista da Folha de São Paulo ironiza evento da TDI

Logomarca do evento
O jornalista da Folha de São Paulo, Salvador Nogueira, na sua coluna  Mensageiro Sideral (13/09/14), ironizou a teoria do Design Inteligente e aproveitou para alfinetar os dois maiores proponentes da teoria do Design Inteligente no Brasil: o químico, Dr. Marcos Eberlin, e o historiador e coordenador brasileiro da TDI, Enézio Filho.

Com o título, Complexidade irredutível, o autor descreve uma sátira que envolve quatro personagens: o Naberlind (Eberlin) e Asnezo (Enézio) que tem como objetivo quebrar paradigmas vigentes. Os outros dois, Dareem (Darwin) e Ualaco (Wallace) tem como papel defender o naturalismo filosófico que passa como se fosse ciência.

O artigo começa assim: "Num pequeno planeta azul, orbitando uma estrela anã amarela a milhões de anos-luz daqui, vivia uma pacífica sociedade paleolítica. Bem, tão pacífica quanto pequenos grupos isolados de caçadores-coletores podem ser. No relativo..."

Se puder, lei a matéria completa aqui, garanto que você vai ri bastante. [Pelo menos o texto ficou bem cômico!!]

Segundo, Salvador Nogueira, este texto é "Uma mensagem sobre a importância da ciência como inquirição incansável, diante daqueles que preferem respostas fáceis e definitivas. Com a típica sutileza de um estouro de elefantes do Mensageiro Sideral."

Outro destaque desta coluna (que ficou bem visível) foi a distorção do logomarca do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente. Pelo jeito, é disso que Salvador Nogueira quer, caçoar tudo que vem da TDI e de seus proponentes!
Logo distorcido pelo colunista
Nota do blog Desafiando a Nomenclatura Científica: Salvador Nogueira é um jornalista inteligente. Todavia,  esse artigo satírico está light demais. Nem vale a pena replicar. Se os discípulos de Dareem só têm isso para oferecer na presente controvérsia, é um sinal - bateu o desespero epistemológico neles! Nem sei por que, me lembrei de Schopenhauer:

"Quando percebemos que o adversário é superior e que não ficaremos com a razão, devemos nos tornar ofensivos, insultantes, indelicados. O caráter ofensivo consiste em passar do objeto da contenda (pois nele o caso está perdido) para o contendor, atacando de alguma maneira a sua pessoa [...] No caráter ofensivo, porém, abandona-se completamente o objeto e dirige-se o próprio ataque à pessoa do adversário: tornamo-nos, portanto, insolentes, maliciosos, insultantes, indelicados."(SCHOPENHAUER, Arthur. A Arte de Ter Razão. São Paulo: Martins Fontes: 2001, p.74-75).

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