terça-feira, 15 de julho de 2014

Do Macaco ao Homem é tema de mostra em São Paulo

Numa exposição que acaba de ser aberta [em 15 de julho] em São Paulo é possível ficar cara a cara com algumas figuras estranhas de nosso álbum de família. São parentes distantes com nomes em latim como Sahelanthropus e Australopithecus - membros do grupo que, após 7 milhões de anos de evolução, acabou dando origem ao homem moderno.

Os caprichados bustos dessas criaturas extintas, com reconstruções da pele e dos cabelos, estão entre as principais atrações da mostra "Do Macaco ao Homem", que tem curadoria do bioantropólogo Walter Neves, da USP.

O curador Walter Neves: investimento de 620 000 reais na mostra, onde são apresentadas réplicas de esqueletos e ossos dos nossos antepassados (Foto: Lucas Lima)
O visitante da exposição também poderá ver as semelhanças entre o esqueleto humano e o de seus parentes mais próximos, chimpanzés e gorilas, e entender como alterações da anatomia e do comportamento levaram ao surgimento da nossa espécie. A exibição é dividida em módulos que abordam os origens da locomoção, da dentição e do cérebro típicos do homem.
As informações foram organizadas em módulos temáticos, o que facilita a visita. Um deles fala sobre a locomoção. (Fotos: Lucas Lima)
O que deve fazer mais sucesso é o setor que mostra bustos com a reconstituição do rosto de cinco hominídeos.
(Fotos: Lucas Lima)
Segundo Neves, mostrar o estudo da evolução é crucial para combater o avanço do criacionismo, crença de que o relato bíblico da criação é uma verdade científica.

Não que os cientistas já saibam tudo sobre as origens do homem, diz Neves. "Quando mais fósseis são encontrados, maior a polêmica. Sabemos, por exemplo, que surgiram primatas bípedes há 7 milhões de anos, em ambiente de florestas, mas ainda não temos ideia da razão do sucesso dessa adaptação."

A mostra "DO MACACO AO HOMEM" fica exposto no Catavento Cultural e Educacional (Pça. Cívica Ulisses Guimarâes, S/n, Brás, São Paulo-SP); de terça a domingo, das 9h às 17h. Entrada: R$ 6. tel.: (11)3315-0051

Fontes: Veja e Folha de São Paulo 

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: O Dr. Walter Neves é um nome científico internacional respeitável. Lamentavelmente é o curador desta exposição PERMANENTE sobre tema científico controverso, polêmico e inconcluso: a evolução humana. Permanência em ciência? Desde quando? A ciência muda assim como biruta de aeroporto muda de direção por causa do vento!

A paleoantropologia é uma área científica onde os egos dos cientistas mais aparecem em detrimento da ciência qua ciência. No afã de ter seus nomes nos pedestais do saber como aqueles que acharam o tal de elo perdido, muita pobre ciência foi feita tendo como pano de fundo a agenda do naturalismo filosófico posando como se fosse ciência. Nada mais falso. As atuais evidências que dispomos mostram que não é apenas UM elo perdido, mas toda uma CORRENTE PERDIDA.

Se esta exposição não mostrar as MUITAS fraudes que foram perpetradas por cientistas evolucionistas para estabelecer o fato, Fato, FATO de evolução, ela incorre no crime de sonegação de informação aos seus visitantes. Se não abordar as dificuldades morfológicas e moleculares que esta transição evolucionária apresenta, a exposição incorre em flagrante 171 epistêmico.

O bom em ciência é que a verdade de hoje, pelo peso das evidências que forem sendo encontradas, será mentira amanhã. Esta exposição nasceu morta com a publicação do RIP for a Key Homo species, um pequeno artigo que saiu na Science no dia 11 de julho de 2014 (Requer assinatura ou pagamento, mas pode ser acessado gratuitamente via CAPES/Periódicos). Os cientistas discutiram e concluíram que, não apenas um indivíduo, mas uma espécie TODA, o Homo heidelbergensis, que viveu entre 800.000 e 200.000 anos atrás, não deve fazer parte desse processo evolucionário macaco >>> homem. E agora Darwin?

Prezado Dr. Walter Neves, sabedor de seu amor à ciência, remova o Homo heidelbergensis de nossa árvore evolutiva dessa exposição PERMANENTE, ou passe vergonha posterior de ter sido avisado por este blogger, de que a espécie TODA não faz parte de nossa linhagem evolutiva, e nada fez. A conferir se o Homo heidelbergensis saiu da exposição PERMANENTE do cenário evolucionário da evolução humana.

E um dos objetivos desta exposição é conter o avanço do criacionismo no Brasil. Senhores, para conter o avanço do criacionismo e promover o avanço do conhecimento científico nessa área, sejam HONESTOS e ensinem a teoria da evolução OBJETIVAMENTE com evidências a favor e contra. O que temos no Brasil sobre estudos evolucionários nas escolas públicas não é EDUCAÇÃO, mas DOUTRINAÇÃO do naturalismo filosófico posando como se fosse CIÊNCIA. Nada mais falso! Pobre ciência! Pobres alunos, lesados na sua cidadania e na sua formação de espírito crítico... [Enézio Filho]

Nota do blog criacionismo
: Mais um megaesforço de doutrinação das crianças, já que são o principal público do Catavento Cultural e Educacional. Pena que não vejamos megaexposições permanentes sobre descobertas científicas realmente significativas e factuais, como as de Newton, Pasteur e Einstein, para citar apenas três. Ao contrário, investe-se muito na divulgação de uma hipótese que carece de evidências sólidas (a macroevolução), contribuindo, assim, para que as pessoas creiam que se trata de algo “comprovado” e universalmente aceito. Também achei interessante o título da mostra: “Do Macaco ao Homem”. Os darwinistas sempre explicam que “o homem não veio do macaco”, mas, quando o objetivo é catequizar crianças, vale. Também quero ver como eles vão reorganizar de quando em quando a exposição, já que, em anos recentes, a “história evolutiva” humana sofreu alterações significativas, com novas descobertas de fósseis. [Michelson Borges]

Leia também a matéria:
Dr. Walter Neves, o Homem de Heidelberg já era!!!

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