quarta-feira, 11 de junho de 2014

Camarão com “500 milhões de anos” tem coração mais complexo que os atuais


Antes de mais, vamos ler a história da descoberta científica tal como reportada pela Bioscience Technology. É preciso levar em conta que as idades apresentadas no artigo, bem como as referências à teoria da evolução, são coisas imaginados pelos evolucionistas – e não algo que se tenha observado, testado, duplicado ou analisado.

Trecho:
Há 520 milhões de anos atrás o primeiro coração de animal de que se tem conhecimento foi formado. Era o coração de camarão, e que coração ele era. Segundo o que os pesquisadores reportaram na mais recente “Nature Communications”, foi apurado que esse coração, bem como o seu sistema vascular, eram mais complexos que os corações dos camarões modernos. Aparentemente, o seu sistema cardiovascular foi o primeiro exemplo modelo evolutivo para os sistemas cardiovasculares modernos. Desde então, significantes simplificações ocorreram.

Esta descoberta chega numa altura que em outra descoberta também importante foi feita pelo mesmo grupo – nomeadamente, a descoberta dum sistema nervoso espantosamente intacto proveniente da mesma raça de camarões: Fuxianhuia protensa. Diego Garcia-Bellido, da Universidade de Adelaide, que co-descobriu o primeiro dos artrópodes dos quais se vai falar de seguida enquanto estava na Universidade de Cambridge, disse que, “Este é apenas o segundo caso da descrição dum sistema cardiovascular proveniente dum artrópode Cambriano, sendo o primeiro aquele proveniente do Marrella de uma polegada que se encontrava no ‘Burgess Shale’”.

***
Garcia-Bellido não esteve envolvido neste novo estudo. “Este novo achado do sistema cardiovascular num animal maior (Fuxianhuia é entre duas a três vezes maior, e desde logo, tem mais detalhe), juntamente com um sistema nervoso fantasticamente preservado e bem complexo – desconhecido no Marrella – juntamente com o intestino, muito provavelmente fazem dele a forma de vida artrópode com a anatomia interna mais completa do registro fóssil.”

Segundo Garcia-Bellido, a principal conclusão que se pode extrair de tudo isto é: “O nível de complexidade de Fuxianhuia era extremamente elevado, levando em conta que estamos a estudar os mais antigos animais da Terra.”

Se vocês são como eu, certamente que ficam céticos da alegação de que tecido macio pode ser preservado no registro fóssil. Pensem assim: se por acaso um globo ocular for deixado à mercê das forças da natureza, é mais provável que ele fossilize ou que ele se decomponha e “desapareça”? Para que o tecido macio dum animal fique preservado como fóssil é preciso que ele seja rapidamente enterrado antes dele entrar em decomposição.

O paleontólogo acrescentou por email: “Como todos sabemos, a maior parte do tecido macio dos animais tem tendência a entrar em decomposição mal o animal morre; é precisamente por isso que normalmente o que é fossilizado é a parte mais “dura” dos animais (ossos, conchas, dentes, etc). No entanto, em algumas condições excepcionais o tecido macio e órgãos do sistema anatômico podem também ser preservados no registro fóssil”.

É preciso não esquecer que, segundo a mitológica datação evolutiva, foi há 520 milhões de anos atrás que a vida biológica unicelular supostamente evoluiu para tipos de órgãos complexos em apenas “alguns milhões de anos”. Isto são notícias devastadoras para o naturalismo neo-darwiniano.


Se por acaso és um naturalista, então precisas que o registro fóssil passe do mais simples para o mais complexo. O problema é que na imagem de cima, a evolução do mais simples para o mais complexo é pura especulação, e esta especulação não é o resultado de falta de tentativas para se confirmar o padrão ansiado pelos evolucionistas.

Este é o tipo de informação que todas as igrejas deste país deveriam discutir, visto que este é o tipo de dado que todos os Cristãos deveriam conhecer como forma de revelar a pressuposição naturalista, que é letal para o pensamento racional. Seria bom se nós Cristãos nos focássemos mais na verdade do que em cantar e falar de sentimentos nas igrejas, e não tivéssemos receio dos métodos de datação tradicionais.

É bem provável que se nos Cristãos agíssemos dessa forma, seríamos mais bem sucedidos na guerra cultural.

Fonte: Darwinismo

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