sábado, 21 de junho de 2014

Memórias são guardadas em células individuais

 O cérebro humano guarda memórias episódicas no hipocampo, colocando cada lembrança em uma distinta e distribuída fração de células individuais. O estudo que faz essa afirmação, liderado por pesquisadores do Instituto Neurológico Dignity Health Barrow, da Universidade da Califórnia e da Escola de Medicina de San Diego, todos nos Estados Unidos, confirma algo que os especialistas já suspeitavam. Os resultados, publicados em 16 de junho na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, iluminam ainda mais a base neural da memória humana e podem até mesmo lançar luz sobre novos tratamentos para doenças e condições adversas, como o mal de Alzheimer e a epilepsia. “Para realmente entender como o cérebro representa a memória, devemos entender como a memória é representada pelas suas unidades fundamentais – os neurônios individuais – e suas redes”, explica Peter N. Steinmetz, diretor do Programa de Neuroengenharia em Barrow e autor sênior do estudo. “Conhecer o mecanismo de armazenamento de memória e recuperação é um passo crítico na compreensão de como tratar melhor as doenças cerebrais que afetam nossa crescente população idosa.”

Steinmetz, juntamente com John T. Wixted, professor de psicologia, e Larry R. Squire, professor dos departamentos de Neurociências, Psiquiatria e Psicologia, ambos da Universidade da Califórnia, e outros colegas, avaliaram nove pacientes com epilepsia, cujos cérebros foram cobertos com eletrodos para monitorar convulsões. O monitoramento registrou atividade no nível dos neurônios individuais.

Os pacientes memorizaram uma lista de palavras em uma tela de computador. Em seguida, viram uma segunda lista mais longa, que continha essas palavras e outras. Eles foram convidados a identificar as palavras que tinham visto antes e indicar o quão bem eles se lembravam delas. A diferença observada na excitação das células na leitura das palavras vistas na primeira lista e aquelas que não estavam na lista anterior indicou claramente que as células no hipocampo foram representando as memórias das palavras dos pacientes.

Os pesquisadores descobriram que as palavras exibidas anteriormente e de forma recente foram armazenadas de forma distribuída ao longo do hipocampo, com cerca de 2% das células respondendo a qualquer nova palavra e uma pequena fração de palavras, cerca de 3%, produzindo uma forte mudança na ativação dessas células.

“Intuitivamente, pode-se esperar descobrir que qualquer neurônio que responde a um item da lista também responderia aos demais itens da lista, mas os nossos resultados não se pareciam nada com isso. O mais incrível sobre esses resultados é que eles não poderiam estar mais de acordo com o que teóricos influentes há muito tempo previam”, afirma Wixted.

Embora apenas uma pequena fração de células tenha codificado a memória recente para qualquer palavra, os cientistas afirmam que o número absoluto de células de codificação de memória para cada palavra era grande, no entanto – na ordem de centenas de milhares, pelo menos. Assim, a perda de qualquer célula teria um impacto negligenciável sobre a capacidade de uma pessoa se lembrar de palavras específicas vistas recentemente.

Em última análise, os cientistas afirmam que seu objetivo é entender completamente como o cérebro humano forma e representa memórias de lugares e coisas na vida cotidiana, quais células estão envolvidas nisso e como as células são afetadas por doenças e enfermidades. Os pesquisadores irão agora tentar determinar se uma codificação semelhante está envolvida em memórias de fotos de pessoas e lugares e como as células do hipocampo que representam a memória são afetadas nos pacientes com formas mais graves de epilepsia.

 Nota do blog criacionismo: O cérebro é tão complexo que ainda não é capaz de entender o próprio funcionamento, e surpreende cada vez mais os pesquisadores que se dedicam a estudá-lo. Digite a palavra “cérebro” no buscador do blog e leia vários outros textos sobre quilo e meio de matéria mais complexa do Universo (como este texto aqui). [Michelson Borges]

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Opinião de quem participou... VI

Clique na imagem para ampliar!

De que forma o naturalismo impede o avanço da ciência?

Por vezes acontece as pessoas que acreditam em Deus serem acusadas de limitar a ciência, afirmando de maneira preguiçosa que Deus é a Explicação para um dado fenômeno, e como tal, não precisamos de mais nenhuma explicação. Embora alguns Cristãos possam ser culpados de tal pensamento, muitos Cristãos apercebem-se que a ciência é maneira através da qual nós podemos saber como foi que Deus criou o universo.

Dizer que a existência e o entendimento da ciência invalida a casualidade Divina, é como dizer que como entendemos de engenharia, não precisamos de Henry Ford. Ironicamente, os naturalistas metafísicos (aqueles que escolhem acreditar que o mundo físico é tudo o que existe, existiu e alguma vez vai existir) não se apercebem que a sua própria crítica pode ser usada contra eles. Julgo ser possível listar pelo menos 6 razões que nos fazem ver que a metafísica naturalista limita a ciência.

1. O naturalismo metafísico leva-nos a cometer a falácia do naturalismo-das-lacunas.

Existe um erro infrequente cometido pelos teístas conhecido como o Deus-das-lacunas. Este erro consiste em dizer que, como não se consegue explicar algum fenômeno, então Deus está por trás dele. Mas à medida que a ciência vai avançado e recolhendo mais dados, essas “lacunas” ou “falhas” vão sendo progressivamente fechadas com o nosso conhecimento; Deus vai, digamos assim, sendo “Afastado” pelas evidências.

O problema é que quando alguém afirma que o mundo natural é tudo o que existe, inevitavelmente ele faz o mesmo erro que ele mesmo acusa os teístas de fazer. O naturalista dirá que embora ele não consiga explicar um dado fenômeno, certamente que no futuro próximo uma explicação “natural” será encontrada, o que invalidará a
necessidade de se invocar o sobrenatural.

O naturalista irá alegremente aceitar uma explicação “científica” desde que ela não esteja fora do âmbito do naturalismo, mesmo que essa explicação tenha falhas e seja claramente refutada pelas evidências empíricas [por exemplo, a teoria da evolução]. Pode-se dizer assim que ele preencheu a lacuna do seu conhecimento com o naturalismo metafísico, levando-o a cometer a falácia do naturalismo-das-lacunas.

2. O naturalismo metafísico carece de alcance explicativo.

Como dito na introdução deste texto, imaginemos que alguém diz que como entende da operacionalidade da termodinâmica e da engenharia, ele não precisa de Henry Ford. O seu raciocínio tem falhas ao assumir que a descoberta dum mecanismo operacional invalida a necessidade dum agente por trás desse mecanismo. E é precisamente isto que os ateus e os evolucionistas fazem visto que se algum fenômeno natural logicamente precisa dum agente causador sobrenatural, eles ignoram e/ou rejeitam as evidências que podem servir de apoio a essa tese. Um artigo de fé do naturalismo metafísico é precisamente limitar a área de pesquisa quando se apura a casualidade, o que, obviamente, limita a ciência.

3. O naturalismo metafísico fecha as mentes.

Se uma pessoa começa assumindo a conclusão de que o mundo natural é tudo o que existe, ele irá interpretar tudo à luz desta conclusão. Isto tornar-se-á a sua pressuposição e desde logo, a sua mente estará fechada às evidências que lhe forem apresentadas. Talvez o exemplo mais conhecido desta forma de pensar seja David Hume, que sugeriu que se alguém presenciar um milagre, não acredite nele. Isto é o exemplo clássico duma mente fechada visto que ele literalmente propõe que se negue a veracidade do que se pode claramente observar com os seus olhos. Esta é a posição que o naturalismo metafísico exige que os seus aderentes tomem.

Pode-se dizer, portanto, e em contraste a isto, que o Cristão está aberto à ciência natural como também também à uma casualidade que transcende o mundo natural, enquanto que a crença cardinal do naturalista não permite que ele siga as evidências até onde quer que elas o levem.

4. O naturalismo metafísico não tem justificação.


Sempre que alguém sugere que o mundo natural é tudo o que existe, existiu e alguma vez vai existir, ele está a fazer uma afirmação positiva em favor da qual teremos que ter algum tipo de evidência. Como ressalvou o ateu Christopher Hitchens, aquilo que pode ser afirmado sem qualquer evidência em seu favor, pode ser rejeitado sem qualquer evidência contra.

Portanto, se alguém afirma que o mundo natural é tudo o que existe, ele tem que fornecer algum tipo de evidência em favor desta posição. O problema é que não existem evidências em favor do naturalismo metafísico, e desde logo, qualquer cientista que opere dentro do âmbito do naturalismo está a operar dentro de limitações ideológicas que não têm evidências em seu favor.

Quando temos como pressuposição um ponto de partida falso, obviamente que obteremos conclusões falsas e este é o erro que o naturalismo metafísico causa a que os cientistas façam.

5. O naturalismo metafísico não explica a inteligibilidade racional do universo.


Próprio fato de alguém poder fazer ciência assume que o universo é inteligível e aquilo que pode ser compreendido tem que ter um significado. (Uma coisa em sentido não pode ser compreendida.) A própria pressuposição de que o universo poderia ser racionalmente entendido veio da crença em Deus; os homens esperaram que a natureza tivesse leis porque eles acreditaram no Legislador Supremo.

Mas se Deus não existe, a inteligibilidade racional do universo dentro do naturalismo metafísico não se justifica. É bem provável que a nossa percepção de inteligibilidade seja consequência do desejo humano de buscar padrões onde não há nenhum. Logo, o naturalismo metafísico destrói a ciência ao atacar o fundamento do empreendimento científico: a inteligibilidade racional do universo.

6. O naturalismo metafísico não explica a correspondência entre a inteligência humana e o mundo natural.

Tal como o físico Lawrence Krauss ressalvou em mais do que uma ocasião, o cérebro humano não evoluiu para fazer ciência, nem para entender da mecânica quântica. Segundo o naturalismo metafísico, o cérebro humano evoluiu apenas com o propósito de sobreviver e de propagar o ADN. Dito de outra forma, e usando as palavras de Richard Dawkins, esse é o propósito único da nossa existência.

Mas se isto é assim, então porque é que alguém esperaria que o cérebro humano fosse capaz de alcançar a verdade? Se o naturalismo metafísico está certo, o cérebro humano foi afinado para sobreviver e não para saber a verdade. (Esse é o propósito do livro “Evolutionary Argument Against Naturalism” escrito por aquele que é provavelmente o maior filósofo da atualidade, Alvin Plantinga.)

Foi por isso que Darwin disse, “Comigo, a terrível dúvida sempre surge, nomeadamente, se as convicções da mente humana, que se desenvolveram a partir da mente de animais inferiores, têm algum valor ou se são fiáveis. Será que alguém confiaria nas convicções da mente dum macaco, se é que existem convicções em tal mente?”

Tal como um blogueiro disse, é bem possível que estejamos perdidos num mar de loucura, pensando que estabelecemos verdades quando ouvimos outros loucos a recitá-las. O naturalismo metafísico parece minar a mais importante crença do empreendimento científico: a capacidade humana de levar a cabo trabalho científico.

Fonte: Darwinismo

terça-feira, 17 de junho de 2014

Fóssil vivo: foi encontrado baleia extinta há 2 milhões de anos

Segundo um estudo recente, a baleia-franca-pigmeia (Caperea marginata), que foi descrita e classificada em 1846 por John Edward Gray, pertence a um grupo de baleias que se acreditava extinto.

A descoberta, publicada em 18 de dezembro de 2012 no Proceedings of the Royal Society B, explica por que esta baleia enigmática é tão diferente de todas as outras baleias.

Segundo Felix Marx, um paleontólogo da Universidade de Otago, Nova Zelândia, aponta que “a baleia-franca-pigmeia é, se você prefere assim, um último sobrevivente, quase como um fóssil vivo. É o último espécime de uma linhagem bem antiga que até agora se imaginava não ter mais nenhum representante vivo”.

A baleia-franca-pigmeia é relativamente pequena, com apenas 6,5 metros, e vive no oceano aberto, no hemisfério sul, tendo sido avistada poucas vezes. Tanta timidez resultou no fato de que os cientistas praticamente não sabem nada sobre o habitat ou estrutura social deste mamífero.

A análise de DNA desta baleia apontou que ela divergiu das baleias modernas, como a baleia azul e a jubarte, entre 17 e 25 milhões de anos atrás [sic]. Entretanto, seu focinho, que é muito diferente dos das outras baleias, indica que ela tem um parentesco com um grupo que inclui a baleia-da-groenlândia. Entretanto, não existem estudos de fósseis mostrando como foi a evolução da baleia-franca-pigmeia.[especulação ao extremo, portanto]

Fóssil vivo
“Fóssil vivo” é o nome informal dado a um ser vivo moderno que tem características que o tornam morfologicamente semelhante a algum fóssil conhecido. Não se trata de um ser que "não evoluiu" [será?], mas de um representante moderno de uma espécie que antes era conhecida apenas no registro fóssil. [que, para se encaixar no modelo, dizem que não mudou nadinha de lá para cá... sei.]

Alguns autores sugerem que se abandone esta expressão, por ser incorreta, mas ela já está bem firme no imaginário popular.

A análise dos ossos do crânio e sua comparação com fósseis de diversos cetáceos revelou que a baleia é parente de uma família antiga chamada cetotheres, que se acreditava extinta há 2 milhões de anos.

Fontes: HypeScience

Leia mais sobre o fóssil vivo aqui e aqui 

Nota do blog criacionismo pela fé e pela razão: Mais uma furada para a lista evolucionista. Outras espécies de animais, tais como o peixe Celacanto e o rato das rochas do Laos, foram encontrados vivos, onde acreditava-se que sua espécie já tinha sido extinta há milhões de anos, não se encontrando seres intermediários no registro fóssil (assim como de nenhum outro, a não ser pela especulação evolucionista). Eu não deposito minha fé numa teoria que se contradiz o tempo todo.[ALM]

Muitos Norte-americanos são criacionistas, diz pesquisa

Quatro em cada 10 norte-americanos acreditam que Deus criou a Terra e os seres humanos há menos de 10 mil anos, segundo uma sondagem da Gallup. A sondagem especifica que uma percentagem significativa acredita que tudo aconteceu entre 6 mil e 10 mil anos. Segundo uma notícia do Yahoo, se o número que dos acreditam na teoria do criacionismo não tem sofrido alterações, a percentagem dos que dizem que os humanos foram criados por Deus mais do que duplicou [curiosamente, isso praticamente faz deles criacionistas!]. A Gallup divulgou outro resultado curioso [curioso para a mídia]: três em cada quatro norte-americanos veem a Bíblia como a Palavra de Deus

Fontes: TSF Rádio Notícias via criacionismo

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Opinião de quem participou... V

Clique na imagem para ampliar!

Obra completa de Bach para downloard gratuito

O site Block Music Records em parceria com a School of Music at the University of Michigan disponibiliza para download gratuito a obra completa de Johann Sebastian Bach gravada em órgão barroco. As gravações foram feitas pelo professor, compositor e músico James Kibbie, da Universidade de Michigan, entre 2007 e 2009, em Leipzig, Alemanha. Ouça aqui!

sábado, 14 de junho de 2014

Opinião de quem participou... III

Clique na imagem para ampliar

Descoberto o maior reservatório de água do mundo

Um reservatório de água três vezes maior do que o volume de todos os oceanos do mundo terá sido descoberto debaixo dos Estados Unidos, segundo um estudo publicado nesta sexta-feira na revista Science. Apesar de não estar na tradicional forma líquida, foram encontrados poços de magma a cerca de 600 quilômetros de profundidade, o que poderá indicar a presença de água.

A descoberta feita por uma equipa liderada pelo geofísico Steve Jacobsen, da Universidade de Northwestern, e pelo sismólogo Brandon Schmandt, da Universidade do Novo México, sugere que a água existente à superfície da Terra pode ter chegado a uma grande profundidade através das placas tectônicas e eventualmente provocar o derretimento parcial das zonas rochosas situadas no manto do planeta, a camada que fica por baixo da crosta superficial.

Steve Jacobsen afirma que esta descoberta pode dar algumas explicações sobre o que acontece dentro da Terra. “Os processos geológicos na superfície terrestre, como os sismos ou as erupções de vulcões, são uma expressão do que se passa no interior da Terra, longe da nossa vista”, começa por explicar o geofísico, citado num comunicado divulgado pela sua universidade.

Jacobsen acredita que se está “finalmente a ver sinais de todo o ciclo de água da Terra, que pode explicar a enorme quantidade de água líquida na superfície do nosso planeta habitável”. “Os cientistas têm procurado por esta água profunda desaparecida há décadas”, observa. O geofísico refere-se às várias especulações que existem de que há água presa numa camada de rocha no manto da Terra localizada entre o manto inferior e o manto superior, a profundidades entre os 400 e os 650 quilômetros, naquela que é chamada a “zona de transição”.

No trabalho liderado pela dupla Schmandt e Jacobsen foram utilizadas as experiências em laboratório em que o geofísico estudou camadas rochosas sob uma alta pressão simulada semelhante à existente a 600 quilômetros debaixo da superfície da Terra, com as observações do sismólogo de dados de atividade sísmica recolhidos no âmbito do projeto USArray, uma enorme rede formada por mais de 2000 sismómetros espalhados pelo território norte-americano.

A resposta pode estar no ringwoodite

Com base nestes dados, os investigadores acreditam que o H2O está armazenado na estrutura molecular de minerais no interior do manto rochoso, na sua própria forma (não líquida, gelada ou em vapor), criada pela pressão e calor que existe debaixo da superfície. No manto rochoso existe o mineral ringwoodite, que tem água na sua composição, o mesmo que, segundo um artigo publicado na Nature, em Março, permite inferir a existência de um reservatório de água no manto terrestre equivalente à água de todos os oceanos da Terra.

“O ringwoodite é como uma esponja, absorve a água”, explica Jacobsen, acrescentando que na sua composição existe algo que “atrai o hidrogênio e retém a água”. “Este mineral pode conter muita água sob as condições que existem no manto profundo”. O geofísico sublinha que na investigação em que participou foram “encontradas provas de uma fusão extensiva debaixo da América do Norte nas mesmas profundidades que correspondem à desidratação do ringwoodite”, o mesmo que Jacobsen registou nas suas experiências.

Ao utilizarem os sismómetros, os investigadores analisaram a velocidade das ondas sísmicas para determinar o que existe debaixo da superfície da Terra. As ondas desaceleraram quando chegaram à camada de ringwoodite. A profundidade a que acontece a fusão é também a que tem melhor temperatura e pressão para que a água saia do ringwoodite, criando um fenômeno que, segundo Jacobsen, parece que está a transpirar.

Para já, só existem indícios da presença de ringwoodite debaixo dos Estados Unidos, sendo necessárias outras análises para saber se o mesmo se passa noutras zonas do planeta.

Fonte: Ciência P

Nota do blog criacionismo: De onde teria vindo tanta água? Considerando-se que o topo das montanhas não estava lá tão alto no passado, essa água abissal toda (fontes do abismo?), se estivesse na superfície, cobriria a Terra inteira. Outra coisa: essa imensa quantidade indispensável de água em nosso planeta torna mais difícil outros planetas serem candidatos a “Terras”, como querem os astrônomos evolucionistas. A Terra é especial. Foi meticulosamente projetada para abrigar vida. [Michelson Borges]

Nota deste blog: Será esta mais uma evidência do dilúvio? Leia também as matérias a seguir e tire suas conclusões: Dilúvio: águas de cima e debaixo , Diamante revela existência de um oceano dentro da Terra e Para onde foi toda água do dilúvio

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Camarão com “500 milhões de anos” tem coração mais complexo que os atuais


Antes de mais, vamos ler a história da descoberta científica tal como reportada pela Bioscience Technology. É preciso levar em conta que as idades apresentadas no artigo, bem como as referências à teoria da evolução, são coisas imaginados pelos evolucionistas – e não algo que se tenha observado, testado, duplicado ou analisado.

Trecho:
Há 520 milhões de anos atrás o primeiro coração de animal de que se tem conhecimento foi formado. Era o coração de camarão, e que coração ele era. Segundo o que os pesquisadores reportaram na mais recente “Nature Communications”, foi apurado que esse coração, bem como o seu sistema vascular, eram mais complexos que os corações dos camarões modernos. Aparentemente, o seu sistema cardiovascular foi o primeiro exemplo modelo evolutivo para os sistemas cardiovasculares modernos. Desde então, significantes simplificações ocorreram.

Esta descoberta chega numa altura que em outra descoberta também importante foi feita pelo mesmo grupo – nomeadamente, a descoberta dum sistema nervoso espantosamente intacto proveniente da mesma raça de camarões: Fuxianhuia protensa. Diego Garcia-Bellido, da Universidade de Adelaide, que co-descobriu o primeiro dos artrópodes dos quais se vai falar de seguida enquanto estava na Universidade de Cambridge, disse que, “Este é apenas o segundo caso da descrição dum sistema cardiovascular proveniente dum artrópode Cambriano, sendo o primeiro aquele proveniente do Marrella de uma polegada que se encontrava no ‘Burgess Shale’”.

***
Garcia-Bellido não esteve envolvido neste novo estudo. “Este novo achado do sistema cardiovascular num animal maior (Fuxianhuia é entre duas a três vezes maior, e desde logo, tem mais detalhe), juntamente com um sistema nervoso fantasticamente preservado e bem complexo – desconhecido no Marrella – juntamente com o intestino, muito provavelmente fazem dele a forma de vida artrópode com a anatomia interna mais completa do registro fóssil.”

Segundo Garcia-Bellido, a principal conclusão que se pode extrair de tudo isto é: “O nível de complexidade de Fuxianhuia era extremamente elevado, levando em conta que estamos a estudar os mais antigos animais da Terra.”

Se vocês são como eu, certamente que ficam céticos da alegação de que tecido macio pode ser preservado no registro fóssil. Pensem assim: se por acaso um globo ocular for deixado à mercê das forças da natureza, é mais provável que ele fossilize ou que ele se decomponha e “desapareça”? Para que o tecido macio dum animal fique preservado como fóssil é preciso que ele seja rapidamente enterrado antes dele entrar em decomposição.

O paleontólogo acrescentou por email: “Como todos sabemos, a maior parte do tecido macio dos animais tem tendência a entrar em decomposição mal o animal morre; é precisamente por isso que normalmente o que é fossilizado é a parte mais “dura” dos animais (ossos, conchas, dentes, etc). No entanto, em algumas condições excepcionais o tecido macio e órgãos do sistema anatômico podem também ser preservados no registro fóssil”.

É preciso não esquecer que, segundo a mitológica datação evolutiva, foi há 520 milhões de anos atrás que a vida biológica unicelular supostamente evoluiu para tipos de órgãos complexos em apenas “alguns milhões de anos”. Isto são notícias devastadoras para o naturalismo neo-darwiniano.


Se por acaso és um naturalista, então precisas que o registro fóssil passe do mais simples para o mais complexo. O problema é que na imagem de cima, a evolução do mais simples para o mais complexo é pura especulação, e esta especulação não é o resultado de falta de tentativas para se confirmar o padrão ansiado pelos evolucionistas.

Este é o tipo de informação que todas as igrejas deste país deveriam discutir, visto que este é o tipo de dado que todos os Cristãos deveriam conhecer como forma de revelar a pressuposição naturalista, que é letal para o pensamento racional. Seria bom se nós Cristãos nos focássemos mais na verdade do que em cantar e falar de sentimentos nas igrejas, e não tivéssemos receio dos métodos de datação tradicionais.

É bem provável que se nos Cristãos agíssemos dessa forma, seríamos mais bem sucedidos na guerra cultural.

Fonte: Darwinismo

Opinião de quem participou... II


Clique na imagem para ampliar

Nota: Assista o discurso de abertura aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Doutrinação acadêmica, quanto mais cedo melhor!

Evolução por seleção natural é uma das melhores ideias em toda a ciência. Ele prevê e explica uma incrível variedade de fatos biológicos. Mas apenas 60% dos americanos acreditam que a evolução é verdadeira. Isto pode ser parcialmente devido à ideologia religiosa, é claro, mas estudos mostram que muitas pessoas seculares que dizem acreditar em evolução ainda não entendem isso. Porque é que a seleção natural tão difícil de entender e aceitar? O que podemos fazer para torná-lo mais fácil?

Um novo estudo na revista Psychological Science por Deborah Kelemen da Universidade de Boston e colegas ajuda a explicar porque a evolução é difícil de entender. Ele também sugere que devemos ensinar as crianças a teoria da seleção natural, enquanto eles ainda estão no jardim de infância, em vez de esperar, como fazemos agora, até que eles são adolescentes.

Ideias científicas sempre desafia o nosso senso comum. Mas algumas ideias, como o sistema solar heliocêntrico, requerem apenas pequenos ajustes para o nosso conhecimento cotidiano. Podemos facilmente compreender o que isso significaria para a Terra para ir ao redor do sol, mesmo que pareça como se o sol está indo ao redor da Terra. Outras ideias, como a relatividade ou da mecânica quântica, são tão violentamente contra-intuitivo que encolher os ombros, aceitar que apenas os matemáticos realmente vai buscá-la e voltar a cair metáforas vagas.

Mas a evolução pela seleção natural ocupa um lugar não-tão-doce entre o intuitivo e o contraditório. O problema é que é quase, mas não é verdade, como o projeto intencional, e isso é confuso. Adaptação através da seleção natural, como o projeto intencional, faz as coisas funcionarem melhor. Mas o mecanismo que leva a que o resultado é muito diferente.

Projeto intencional é uma excelente teoria cotidiano de artefatos humanos. Se você queria explicar a maioria dos objetos complicados em minha sala de estar, você diria que alguém intencionalmente projetado-los para fornecer luz ou calor ou um lugar para colocar a sua bebida, e você estaria certo. Mesmo os bebês entendem que as ações humanas são "teleológica" concebido para atingir objetivos específicos. Em trabalhos anteriores, Dr. Kelemen mostrou que pré-escolares começam a aplicar este tipo de pensamento de design de modo mais geral, uma atitude que ela chama de "teleologia promíscua."

(Texto traduzido pelo google tradutor)


Fontes: Desafiando a Nomenklatura Científica: via The Wall Street Journal

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica:
O nome disso não é EDUCAÇÃO, o nome disso é LAVAGEM CEREBRAL. Além de ser DESONESTIDADE ACADÊMICA, pois a teoria da evolução de Darwin através da seleção e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um não dê conta!) é uma teoria científica morta desde 1859. Darwin está passando por um upgrade, onde uma nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA ou ESTENDIDA, não será selecionista e deverá incorporar aspectos teóricos neo-lamarckistas. Todavia, esta nova teoria somente será anunciada em 2020...

Nota deste blog:  O problema do evolucionismo é que o produto é tão ruim que eles têm muita dificuldades de vendê-lo. Tenho falado isso em vários posts e inclusive na abertura do I Simpósio Baiano sobre as Origens (assista aqui). A doutrinação acadêmica é visível e forte nas escolas e universidades e agora querem começar esta catequese bem mais cedo. O pior de tudo é que chamam disso de ciência e o que nós fazemos de religião. Vai entender! [FN]

Opinião de quem participou...

Clique na imagem para ampliar!

Nota: Assista o discurso de abertura aqui.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Brasileira é premiada como autora da melhor tese em química dos EUA

Livia Eberlin, graduada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), foi premiada este ano como autora da melhor tese em química dos Estados Unidos.

Essa foi a primeira vez que um brasileiro recebeu o chamado Nobel Laureate Signature Award 2014. O prêmio é bastante cobiçado na área e traz a assinatura de todos os ganhadores do Nobel de química.

Livia iniciou sua pesquisa ainda durante a graduação no Instituto de Química da Unicamp. Depois, foi aceita como doutoranda na Universidade de Purdue, no Estado de Indiana, região Norte dos EUA.

A pesquisadora se tornou especialista na operação de um equipamento que identifica marcadores químicos (moléculas) de tumores no cérebro. Quando manuesado, o instrumento cria imagens dos limites de tumores cerebrais para melhor guiar o bisturi dos médicos durante cirurgias.

Livia passou a operar o equipamento no hospital da Harvard Medical School (Escola de Medicina de Harvard). Em março, ela recebeu o Nobel Laureate Signature Award 2014, durante o Congresso da Sociedade Americana de Química.

O reconhecimento veio devido ao fato de a doutoranda brasileira ter sido a primeira pesquisadora a desenvolver e a utilizar a técnica em uma sala de cirurgia nos EUA. Toda a pesquisa está descrita em sua tese de doutorado.

— No futuro, eu vejo essa técnica sendo utilizada em todos os hospitais, em todas as cirurgias de cânceres, diz a brasileira.


Nota: Para quem não sabe, Livia é filha do brasileiro, Dr. Marcos Eberlin, um dos químicos mais famoso do mundo.

sábado, 7 de junho de 2014

Dr. Jeremy Freese 'falou e disse' sobre como a ciência é praticada pela maioria dos cientistas...


Prof. Dr. Jeremy Freese, da Northwestern University, 'falou e disse' sobre como a ciência é praticada pela maioria dos cientistas:

"é vampírica, mais do que empírica  – incapaz de ser morta pela mera evidência".

"vampirical more than empirical – unable to be killed by mere evidence".

Não sei por que me lembrei do que, dizem os que foram alunos de Dobzhansky, mas não confirmam por razões mais do que óbvias, que diante de resultados das pesquisas com Drosophilas que não corroboravam a teoria da evolução, numa aula de Genética na USP disse aos alunos:

"As evidências? Que se danem as evidências, o que vale é a teoria".

Por que sempre menciono este episódio no blog? É que a fonte, um especialista em Dobzhansky no Brasil, me confidenciou. Ele sabe quem sabe, mas não tem coragem de confirmar por temer o ostracismo e a inquisição sem fogueiras promovidas pela Nomenklatura científica. Sei bem o que é isso...

Pobre ciência! Vampírica! Por isso não é eliminada pelas evidências contrárias às teorias.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails