segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O código dentro do código genético refuta a teoria da evolução?

Os cientistas descobriram um segundo código escondido dentro do DNA, e este segundo código contém dados que alteram a forma como os cientistas leem as instruções contidas no DNA, e a forma como interpretam as mutações de modo a que se possa entender melhor a saúde e a doença.

Uma equipa de pesquisa liderada pelo Dr. John Stamatoyannopoulos, professor-adjunto de ciências genómicas e de Medicina na Universidade de Washington, fez a descoberta, e os seus resultados encontram-se reportados na edição do dia 13 de Dezembro da revista Science.

O trabalho faz parte do projecto “Encyclopedia of DNA Elements”, também conhecido como ENCODE. O “National Human Genome Research Institute” fundou o esforço multi-anual e internacional, e a ENCODE tem como propósito descobrir onde e como é que as instruções para as funções biológicas se encontram armazenadas no genoma humano.

Desde que o código genético foi decifrado nos anos 60 que os cientistas assumiram que ele era usado exclusivamente para escrever informação sobre as proteínas. Os cientistas da Universidade de Washington ficaram perplexos por descobrir que o genoma usa o código genético para escrever duas linguagens distintas. Uma descreve como as proteínas são feitas, e a outra instruí a célula em torno da forma como os genes são controlados. Uma linguagem é escrita por cima da outra, e é precisamente por isso que esta segunda linguagem permaneceu oculta durante tanto tempo.

Falando desta descoberta, o Dr Stamatoyannopoulos afirma: "Por mais de 40 anos assumimos que as modificações do DNA que afetam o código genético apenas impactavam a forma como as proteínas eram feitas. Sabemos agora que esta suposição básica em torno da leitura do genoma humano era só metade da história. Estes novos achados ressalvam que o DNA é um engenho de armazenamento de informação incrivelmente poderoso (…)"

O código genético usa um alfabeto de 64 letras chamados de condons. A equipa da Universidade de Washignton descobriu que alguns condons, que eles deram o nome de duons, podem ter dois significados – um relacionado à sequência proteica e outra relativa ao controle genético. (…) As instruções de controle genético parecem ajudar a estabilizar certos traços benéficos das proteínas e a forma como são construídos.

Para além da descoberta dos duons ter implicações enormes na forma como os cientistas e os médicos interpretam o genoma do paciente, ela abre novas portas ao diagnóstico e ao tratamento de doenças.

O fato do código genético escrever, ao mesmo tempo, dois tipos de informação significa que muitas alterações no DNA que parecem alterar as sequências de proteínas podem, na verdade, causar doenças ao perturbarem os programas que controlam os genes, ou mesmo os dois mecanismos ao mesmo tempo.

Fontes: University of Washington via Darwnismo

Nota do blog Darwinismo: Obviamente que se o próprio DNA era evidência suficiente para se ver que a vida tem Uma Causa Inteligente, a existência de um código embutido dentro do já-de-si-complexo código de DNA remove as inexplicáveis dúvidas que as pessoas ainda podem ter acerca da natureza anti-científica da teoria da evolução.

Códigos de informação são sempre o efeito de design inteligente. Como nós encontrámos códigos dentro das formas de vida, então é perfeitamente científico e lógico inferir que a vida deve a sua existência a Alguém que vive fora da dimensão natural. Se algum evolucionista contesta desta posição, então ele tem que mostrar ao mundo o sistema de informação cujas origens tenham sido empiricamente observadas que não tem uma causa inteligente.

Quando o criacionista afirma que o DNA é obra de design inteligente, ele apenas está a fazer uma observação baseada nas experiências diárias. Quando o evolucionista afirma que o DNA não é obra de design inteligente, ele está a propor uma hipótese que se encontra em oposição direta ao que podemos observar com os nossos olhos.

Isto não significa que o evolucionista não pode manter tal posição, mas sim que ao mantê-la, ele tem que se aperceber que se encontra a defender algo que não tem qualquer tipo base ou apoio nas observações (embora tenha uma validade ideológica extrema).

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