quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Nosso código genético tem mensagem alienígena embutida?

 A resposta para saber se estamos ou não sozinhos no Universo pode estar bem debaixo do nosso nariz, ou mais literalmente, dentro de cada célula do nosso corpo. Poderiam nosso genes conter um “selo do fabricante” escrito há bilhões de anos [sic] em outros lugares de nossa galáxia? Tal grife pode ser uma marca de uma civilização alienígena mestre que nos precedeu há muitos milhões ou bilhões de anos [sic]. Como seu legado, eles podem ter reformulado a Via Láctea em sua própria imagem biológica. Os pesquisadores Vladimir I. shCherbak e Maxim A. Makukov sugerem que o sinal inteligente embutido no nosso código genético seja uma mensagem matemática e semântica que não pode ser explicada pela evolução darwiniana. Eles dizem que, uma vez fixado, o código pode permanecer inalterado em escalas de tempo cosmológicas, representando uma excelente assinatura inteligente. Uma vez que o genoma é apropriadamente reescrito, o novo código com a assinatura permanecerá congelado na célula, que o transmitirá através do espaço e do tempo.

Para testar a ideia, os pesquisadores disseram que quaisquer padrões no código genético devem ser altamente significantes e possuir características inteligentes que são inconsistentes com qualquer processo natural. Eles argumentam que sua detalhada análise do genoma humano exibe uma minuciosa ordem de precisão entre os nucleotídeos do DNA e aminoácidos, revelando padrões aritméticos e ideográficos de uma linguagem simbólica, incluindo o uso da notação decimal, transformações lógicas e o uso do abstrato símbolo do zero.

Essa interpretação leva a uma conclusão absurda: a de que o código genético foi inventado fora do sistema solar há bilhões de anos [sic]. A vida na Terra teria sido semeada pela atividade interestelar.

Essa ideia vai ao encontro a uma ideia que é totalmente contrária à ciência [só porque os naturalistas querem]: o conceito de que um poder superior tenha criado a vida. Pode a hipótese de uma assinatura alienígena em nosso código genético ser mais crível ou provável do que o cenário bíblico?

Fato é que sabemos muito pouco sobre a origem da vida na Terra, e sem dúvida é muita presunção afirmar que é possível identificar uma estrutura genética que supostamente desafia uma explicação natural. Mesmo a descoberta de vida em outros cantos do sistema solar e fora dele não apoiaria essa ideia. E mesmo que o código genético seja o legado de um grande projetista extraterrestre, quem então o projetou? [Pergunta escapista...]

Fonte: Mistérios do Mundo

Nota do blog criacionismo: É interessante notar que, quando pesquisadores sugerem que o design inteligente da vida seria produto de mentes alienígenas, há os que até os levam a sério. Mas afirmar que a assinatura matemática provém do Deus da Bíblia é demais para os naturalistas, com seu preconceito localizado. Um dia terão que admitir que o código pressupõe um codificador e que as digitais apontam para a mão que criou. [MB]

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Problema: elétrons são perfeitamente redondos


Más notícias, pessoal! Novas medições mostram que os elétrons são perfeitamente redondos. Isso é um problema, porque a descoberta significa que alguma coisa ainda está muito errada com uma teoria crítica que deveria nos dizer por que o Universo existe.

No ano passado, físicos das universidades norte-americanas de Harvard e Yale conduziram um experimento para medir a “granulosidade” dos elétrons. Os pesquisadores esperavam encontrar anormalidades dentro da carga negativa do elétron. Tal observação poderia ter apontado para a existência de partículas pesadas não descobertas. Essa evidência é necessária para apoiar teorias além do Modelo Padrão de Partículas da Física, como a supersimetria de escala fraca. Como está, o Modelo Padrão – uma descrição dos elementos fundamentais do Universo – é incompleto; ele não consegue explicar mistérios cosmológicos, como a matéria escura e a gravidade.

Contudo, caso fosse descoberto que o elétron tem, digamos, a forma de um ovo, isso poderia sugerir a existência de partículas de sombra – companheiras de partículas subatômicas regulares. Os cientistas esperam encontrar algumas dessas partículas de conjectura de matéria medindo seus efeitos sobre a forma do elétron, ou, mais precisamente, a partícula subatômica de carga negativa que orbita dentro de cada átomo.

Porém, as novas medições, realizadas por instrumentos com maior sensibilidade, mostram que o elétron é, de fato, uma esfera perfeita. A experiência fracassou em resolver problemas com o Modelo Padrão – um resultado frustrante, na verdade.

Destemidos, os pesquisadores querem tornar seus instrumentos dez vezes mais sensíveis e realizar novas medições. A caçada continua.

Fonte: Hypescience

Nota do matemático Evandro Costa de Oliveira: “Um detalhe, quanto aos físicos: eles consideram não existir nada real que seja de fato perfeito, o que existe ‘somente’ na matemática – conjectura-se. Portanto, dizer que o elétron tem uma forma circular perfeita é um grande problema para eles. É muito interessante ver coisas como essas!”

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Pesquisadores descobrem finalmente para que serve o apêndice

O apêndice tem sido considerado um órgão redundante e potencialmente problemático no corpo humano. Mas pesquisadores norte-americanos afirmam ter descoberto finalmente a sua verdadeira função.

Segundo eles, o apêndice funciona como um lugar seguro para as bactérias boas do organismo, que podem ser usadas para retomar o bom funcionamento do intestino depois de um surto de disenteria ou cólera, por exemplo.

Após um ataque severo no intestino grosso, que pode conduzir à remoção de bactérias essenciais para a digestão, é do apêndice que surgem as reservas de bactérias benéficas, capazes de reestabelecer o bom funcionamento do corpo.

Os pesquisadores defendem, contudo, que continua a fazer sentido remover o apêndice, em casos de inflamação.

Bill Parker, do Duke University Medical Centre, na Carolina do Norte, explicou ser importante que “as pessoas entendam que, se o seu apêndice fica inflamado, não significa que o devem manter apenas porque ele tem uma funcionalidade”.

E conclui: “Não queremos que isto [a descoberta] cause qualquer dano, não queremos que as pessoas digam que, por o seu apêndice ter uma função, não têm de ir ao médico e não o querem remover”. 

Fonte: Duke University Medical Centre via Engenharia é

Nota: Antes da minha opinião, gostaria que o amigo leitor desse uma lida sobre o que são órgãos vestigiais:

São aqueles que, em alguns organismos, encontram-se com tamanho reduzido e geralmente sem função, mas em outros organismos são maiores e exercem função definitiva. A importância evolutiva desses órgãos vestigiais é a indicação de uma ancestralidade comum. Um exemplo bem conhecido de órgão vestigial no homem é o apêndice vermiforme , estrutura pequena e sem função que parte do ceco (estrutura localizada no ponto onde o intestino delgado liga-se ao grosso). Fonte: Só biologia

Ora bolas, só por que é pequeno quer dizer que não tem uma função? Amigos leitores, lembro muito bem das minhas aulas de  ciências que tive quando criança, os livros didáticos traziam informações (como você leu acima) de que este órgão era um membro do corpo que ainda não tinha evoluído. Assim, minhas professoras repetiam as informações tiradas da literatura naturalista e reafirmavam para nós que o tal apêndice era mais um órgão vestigial.

O legal disso tudo, pelo que percebo, quem está evoluindo mesmo é a própria ciência que aos poucos vai 'enterrando com cada pá de cal' esta velha teoria darwinista. [Firmo Neto]

O código dentro do código genético refuta a teoria da evolução?

Os cientistas descobriram um segundo código escondido dentro do DNA, e este segundo código contém dados que alteram a forma como os cientistas leem as instruções contidas no DNA, e a forma como interpretam as mutações de modo a que se possa entender melhor a saúde e a doença.

Uma equipa de pesquisa liderada pelo Dr. John Stamatoyannopoulos, professor-adjunto de ciências genómicas e de Medicina na Universidade de Washington, fez a descoberta, e os seus resultados encontram-se reportados na edição do dia 13 de Dezembro da revista Science.

O trabalho faz parte do projecto “Encyclopedia of DNA Elements”, também conhecido como ENCODE. O “National Human Genome Research Institute” fundou o esforço multi-anual e internacional, e a ENCODE tem como propósito descobrir onde e como é que as instruções para as funções biológicas se encontram armazenadas no genoma humano.

Desde que o código genético foi decifrado nos anos 60 que os cientistas assumiram que ele era usado exclusivamente para escrever informação sobre as proteínas. Os cientistas da Universidade de Washington ficaram perplexos por descobrir que o genoma usa o código genético para escrever duas linguagens distintas. Uma descreve como as proteínas são feitas, e a outra instruí a célula em torno da forma como os genes são controlados. Uma linguagem é escrita por cima da outra, e é precisamente por isso que esta segunda linguagem permaneceu oculta durante tanto tempo.

Falando desta descoberta, o Dr Stamatoyannopoulos afirma: "Por mais de 40 anos assumimos que as modificações do DNA que afetam o código genético apenas impactavam a forma como as proteínas eram feitas. Sabemos agora que esta suposição básica em torno da leitura do genoma humano era só metade da história. Estes novos achados ressalvam que o DNA é um engenho de armazenamento de informação incrivelmente poderoso (…)"

O código genético usa um alfabeto de 64 letras chamados de condons. A equipa da Universidade de Washignton descobriu que alguns condons, que eles deram o nome de duons, podem ter dois significados – um relacionado à sequência proteica e outra relativa ao controle genético. (…) As instruções de controle genético parecem ajudar a estabilizar certos traços benéficos das proteínas e a forma como são construídos.

Para além da descoberta dos duons ter implicações enormes na forma como os cientistas e os médicos interpretam o genoma do paciente, ela abre novas portas ao diagnóstico e ao tratamento de doenças.

O fato do código genético escrever, ao mesmo tempo, dois tipos de informação significa que muitas alterações no DNA que parecem alterar as sequências de proteínas podem, na verdade, causar doenças ao perturbarem os programas que controlam os genes, ou mesmo os dois mecanismos ao mesmo tempo.

Fontes: University of Washington via Darwnismo

Nota do blog Darwinismo: Obviamente que se o próprio DNA era evidência suficiente para se ver que a vida tem Uma Causa Inteligente, a existência de um código embutido dentro do já-de-si-complexo código de DNA remove as inexplicáveis dúvidas que as pessoas ainda podem ter acerca da natureza anti-científica da teoria da evolução.

Códigos de informação são sempre o efeito de design inteligente. Como nós encontrámos códigos dentro das formas de vida, então é perfeitamente científico e lógico inferir que a vida deve a sua existência a Alguém que vive fora da dimensão natural. Se algum evolucionista contesta desta posição, então ele tem que mostrar ao mundo o sistema de informação cujas origens tenham sido empiricamente observadas que não tem uma causa inteligente.

Quando o criacionista afirma que o DNA é obra de design inteligente, ele apenas está a fazer uma observação baseada nas experiências diárias. Quando o evolucionista afirma que o DNA não é obra de design inteligente, ele está a propor uma hipótese que se encontra em oposição direta ao que podemos observar com os nossos olhos.

Isto não significa que o evolucionista não pode manter tal posição, mas sim que ao mantê-la, ele tem que se aperceber que se encontra a defender algo que não tem qualquer tipo base ou apoio nas observações (embora tenha uma validade ideológica extrema).

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails