terça-feira, 30 de dezembro de 2014

É verdade que a Terra ficará sem gravidade no dia 4 de Janeiro?

A notícia divulgada por alguns sites, está dizendo que exatamente ás 9h47 do dia 4 Janeiro, a Terra, Júpiter e Plutão estarão alinhados e isso provocará variações no campo gravitacional terrestre, o que deixaria a gravidade fraca. Isso supostamente possibilitaria que as pessoas "voassem".

Evidentemente é uma mentira! Esse boato (que na verdade foi uma piada), foi divulgado em uma rádio no dia primeiro de abril de 1976, desde então ele vem repercutindo.

Okay, foi apenas uma brincadeira. Mas isso pode ser mais sério do que você pode imaginar, por exemplo, várias pessoas acreditaram que se saltassem de uma determinada altura, eles iram sair voando.

Sinceramente, não vejo nada de positivo sair por aí divulgando essas mentiras. No mês passado saiu um boato que a Terra ficaria 6 dias em escuridão total, várias pessoas acreditaram e ajudaram a divulgar o boato. Então pode ficar tranquilo a Terra não ficará com gravidade fraca e nem terá apagão.

Fonte: Mistérios do Espaço

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Doutrinação darwiniana



Nota deste blog
: Esta curta metragem é uma comédia porque sabemos que a doutrinação darwiniana é feita em sala de aula (logo nos primeiros anos escolares até a graduação) e não de porta em porta como algumas religiões o fazem hoje. Por outro lado, com o enfraquecimento da teoria darwinista (como temos demonstrado constantemente aqui no blog), acredito, muito em breve, encontraremos eles também batendo as portas de nossas casas, pois será mais uma tentativa e estratégia de 'evangelização'. Não duvide, meus amigos, para os naturalistas, tudo é possível...

domingo, 28 de dezembro de 2014

sábado, 27 de dezembro de 2014

As 16 palestras do I Congresso do Design Inteligente no Brasil


PALESTRA PLENARIA DE ABERTURA I - UZIEL SANTANA


PALESTRA PLENÁRIA II DE ABERTURA - PAUL NELSON



PALESTRA RICARDO MARQUES


PALESTRA TARCISIO S. VIEIRA



PALESTRA KELSON MOTTA



PALESTRA RODINEI AUGUSTI


PALESTRA MARCOS ROMANO



PALESTRA ENÉZIO E. DE ALMEIDA FILHO


PALESTRA JOHANNES G. JANZEM


PALESTRA ANDRE S. OLIVEIRA


PALESTRA EDUARDO MEURER


PALESTRA RODOLFO PAIVA


PALESTRA MARCOS N. EBERLIN


PALESTRA MARIO MAGALHÃES


PALESTRA AHMED A. EL-DASH


PALESTRA DE ENCERRAMENTO ADAUTO LOURENÇO


Canal da TDI Brasil aqui:

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Campeã do ENEM é, ao mesmo tempo, a escola 1 e a escola 569 do Brasil

 A escola que se auto intitula a primeira no ENEM é, ao mesmo tempo, a escola 1 e a escola 569 no ranking que a imprensa faz com os resultados do ENEM. Como pode isto? E faz 5 anos que a escola usa do mesmo expediente e ninguém toma nenhuma providência.

Não, isto não é exclusividade desta escola. No Brasil todo temos centenas de escolas que trabalham com a regra na mão para tentar parecer que é melhor escola e depois divulgar, em propagandas, que é a melhor escola do país, do estado, da região, da cidade e, em cidades grandes, como várias capitais, até mesmo que é a melhor escola de um determinado bairro.
Uma curiosidade é que a ‘primeira’ colocada no ENEM não aprovaria, se consideramos que seus cerca de 40 selecionados alunos tivessem a nota média divulgada no ENEM, NENHUM aluno para o curso de Medicina nas Federais mais tradicionais do Sudeste. E, pior, a escola verdadeira, aquela que faz a captação dos alunos que mais gabaritam em simulados, não aprovaria ninguém (se considerarmos que todos tivessem a média divulgada para a escola) em nenhum curso muito ou mediamente concorrido. Eles ficariam com nota média um pouco menor que 624, o que significa um pouco mais de um desvio padrão em relação ao aluno médio nacional, o que é um desastre pedagógico se consideramos as condições sócio econômicas dos alunos e o valor de sua mensalidade (superior a dois mil reais).

Antes de explicar a “receita” para alcançar os primeiros lugares nestas divulgações já digo, de antemão, que não adianta o MEC simplesmente falar que ele não faz não divulga ranking, que quem faz isto é a imprensa. Pode até ser que hoje seja assim, mas algumas vezes, em anos anteriores, o MEC tinha ferramentas, em seu site, que classificava as escolas por ordem de nota, igual ao que fazemos com uma tabela de Excel.

A receita é simples para uma escola estar entre as primeiras colocadas: Tenha uma mensalidade alta (famílias de maior capital econômico tendem a ter maior capital cultural), selecione seus alunos por prova e/ou entrevistas (assim sua ‘escola’ já irá iniciar o ensino médio com os alunos que tendem a acertar mais questões do tipo ENEM/Vestibular), separe os alunos que acertam mais questões nos simulados e matricule-os em outro CNPJ, com nome parecido ao da sua escola principal e distribua bolsas para os alunos de outras escolas que acertam muitas questões em seus simulados abertos, mesmo que a família tenha plenas condições de pagar pelo curso (mas se o aluno não tiver condições econômicas de frequentar a sua escola você pode até ‘pagar’ para que ele esteja entre seus matriculados). Por fim não admita, em nenhuma hipótese, que alunos de inclusão, com necessidades especiais, estejam na escola que você deseja que apareça bem no ENEM. Depois disto é só correr pra galera e inundar a sociedade da informação de que sua escola é a melhor do país, ou do Estado, ou da Grande Salvador, ou da Zona Norte ou até mesmo do bairro de Santana.

Todas as escolas nas primeiras colocações no ENEM usam um ou mais destes expedientes que citei. Tem algumas que usam todos. Até as públicas melhores colocadas usam de um deste expediente (elas selecionam os alunos com prova que chamam de ‘vestibulinho’. Já começam o primeiro ano com quem, entre seus inscritos, acertam mais questões. Boa parte de seus alunos são provenientes de famílias de boas condições econômicas e/ou cultural).

O que é fundamental entender é, que do jeito que analisamos as notas do ENEM, que na média nacional são muito baixas para todas as escolas, tanto publicas como particulares (é bom explicar que 600 não é 60%, e 700 não é 70%, a nota do ENEM é dada em uma escala de desvio padrão) só conseguimos descobrir onde estão os alunos de melhores condições sócio econômicas. Só isto.

Qualquer média, nas quatro provas objetivas, abaixo de 700 (700 é algo, para 2013, entre 80 e 90 acertos) é muito baixa para escolas particulares e uma nota abaixo de 600 (600 foi, para 2013, um pouco mais ou pouco menos de 60 acertos nas 180 questões) demonstra que os três anos de ensino médio serviram para quase nada na formação do aluno. A média 600, nas quatro provas objetivas já é um desastre total na formação do aluno. A média 500, que é a nota do aluno mediano (o aluno do meio na escala de notas), é um desastre ainda maior, e metade dos alunos que estavam no terceiro ano e fizeram o ENEM ficaram com nota menor que 500. Lembro que, como a nota é dada em desvio padrão, de média 500 e desvio 100, o aluno nunca zera, mesmo que erre todas as questões.
E há solução para isto, para que indicador seja mais claro e objetivo, tenha função pedagógica e não seja instrumento de propaganda de algumas escolas mal intencionadas? Sim, claro que há. Primeiro é obvio que ter algum indicador é milhares de vezes melhor do que não ter nenhum. Quem estuda indicadores de educação, como eu, tem agora dados que antes só sabíamos pelas experiências de outros países ou pela intuição do trabalho de campo. Mas estes indicadores foram jogados ao país sem maiores explicações e apoderados pelas escolas e pelos sistemas de ensino que (pelo menos os que usam destes expedientes para se ‘aproveitar’ dos resultados do ENEM por escola) estão muito pouco preocupados com o desenvolvimento da Educação e com as reformas necessárias para que o Ensino Médio seja de fato uma porta de oportunidades com menor diferenças para ricos e pobres.

O ENEM, como avaliador do ensino médio, precisa criar mecanismos para que a sociedade possa olhar para uma escola e saber o que de fato ela acrescentou ao aluno. E a única forma de saber isto é saber ‘onde ele estava’ quando entrou no ensino médio e ‘aonde ele chegou’ quando saiu dele. Ai todos nós saberemos se o método, o material, os professores, a estrutura e tudo mais ao redor do aluno, na escola, colaboraram para sua formação no ensino médio ou se ela foi tão somente fruto de seu amadurecimento, de sua estrutura familiar e de sua convivência em sociedade.

A nota, das escolas, tem que ser dada à diferença entre onde ela recebeu a turma e até onde ela caminhou com ela. E não tem jeito, a única forma de fazer isto é criar um exame no fim do nono ano do ensino fundamental para que os alunos façam e tenham seus resultados comparados com o que tiverem no ENEM. E este exame precisa ter alguma coisa que com poder de incentivo suficiente para atrair a maior parte dos alunos brasileiros a realiza-lo e de estudar para ele. O ENEM tem algum tipo de incentivo a isto, mas ele não é absoluto. Milhões de pessoas que estão no ensino médio, mas não acreditam na perspectiva, de fato, de passar em Uma Universidade Pública, não chegam nem a fazer a inscrição para o ENEM, se fazem deixam de comparecer nos dias do exame ou simplesmente ‘abandonam’ a prova pela metade em um ou nos dois dias de Prova (isto acontece principalmente em Matemática, a última prova, no caderno de provas, do segundo dia do exame).

Fonte: Estadão

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A incoerência de um incoerente... Dawkins também comemora o Natal

Richard Dawkins
Seguindo no caminho contrário de seus colegas, os quais denunciam toda e qualquer festa religiosa como uma imposição coercitiva, anualmente Richard Dawkins publica e republica artigos que justificam sua aptidão às festas religiosas; não somente o Natal, é de se constar (por festa, entenda qualquer manifestação festiva religiosa, não somente o Natal, não somente a Páscoa judaica).

 Por óbvio que a justificativa de Dawkins segue o padrão meramente pragmático em definir “festa religiosa” a festa que decorre de uma tradição de fé e de reunião familiar, circunstância que causa estranheza ainda àqueles que tentam separar as datas festivas de seu simbolismo religioso.

Acalentado e ainda não tão enfático na briga contra as festas religiosas, Dawkins deixa em aberto o motivo de sua tolerância amplamente contraditória aos motivos de sua luta ideológica contra as manifestações de fé. Por qual motivo, ao tentar invalidar a religião, Dawkins também tenta validar suas datas festivas?

Fonte: Facebook

Leia também outras incoerências deste cientista aqui.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Eis mais uma maneira de provar que sim, o homem foi à Lua


Os seres humanos pousaram na Lua seis vezes, mas os teóricos da conspiração ainda insistem que esse número é zero. Eles se baseiam em teorias mal fundamentadas, usam a física do jeito errado e interpretam mal as fotografias quando tentam convencer que os astronautas americanos nunca puseram os pés na Lua. Aqui está mais uma maneira de provar que eles estão errados.

Por que o pouso lunar nunca poderia ter sido forjado

Amy Shira Teitel, estudiosa da história da corrida espacial, nos traz este vídeo explicando mais uma vez como as missões lunares não poderiam ter sido forjadas na Terra. Desta vez, a resposta está especificamente no pó: as rodas do Rover Lunar movem a poeira da Lua, e ela cai de uma forma que não poderia ser recriada na Terra.

Como Amy explica neste artigo da Popular Science, a poeira levantada pelas rodas do Rover Lunar cai de uma forma que só faria em um vácuo. Ou a NASA conseguiu criar um enorme estúdio com total ausência de ar, ou o vídeo foi mesmo gravado na Lua.

Hsiang-Wen Hsu e Mihály Horányi, cientistas do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade de Colorado, Boulder (EUA), provaram isso usando matemática:

    Os resultados de Hsu e Horányi – especificamente a falta de desaceleração das partículas ao longo do eixo x – só poderia acontecer se o vídeo do rover da Apollo 16 fosse filmado em um vácuo. Você encontra este vácuo na superfície lunar, por exemplo, mas não em um estúdio de gravação na Terra.

Claro, tudo isso se soma aos inúmeros motivos pelos quais os pousos na Lua nunca poderiam ter sido forjados. A União Soviética monitorou tudo na época e aceitou a vitória americana na corrida espacial; os russos sabiam, pois foram responsáveis pela Luna 9, primeira missão não-tripulada a pousar na superfície da Lua. E na década de 1960, nem mesmo a NASA possuía a tecnologia para fazer os vídeos em câmera lenta que foram exibidos ao vivo, pela televisão, nas seis missões à Lua.

A National Geographic já nos fez o favor de desmentir a teoria maluca de que o homem não foi à Lua. Mas infelizmente, alguns ainda resistem em acreditar, achando que tudo é uma conspiração e que quem discorda faz parte da conspiração. [YouTube e Popular Science]

Foto: NASA

Fonte: GizModo

domingo, 21 de dezembro de 2014

Sirius: o maior projeto da ciência brasileira - O novo acelerador de partículas

Pesquisador analisa equipamento em uma das linhas de luz do acelerador atual, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas. Foto: Marcio Fernandes/Estadão (2013)
O maior projeto da ciência brasileira ganhou a canetada que faltava para se tornar realidade. Em uma cerimônia em Campinas, foi lançada a pedra fundamental e assinado, nesta sexta-feira (19), o contrato de construção do prédio de 68 mil metros quadrados (maior do que muitos estádios de futebol) que vai abrigar o novo acelerador de partículas brasileiro, chamado Sirius. O custo total estimado do projeto é de R$ 1,3 bilhão, e a previsão é que a máquina comece a operar em 2018.

O Sirius terá um anel de 165 metros de diâmetro, que será usado para acelerar elétrons a uma velocidade muito próxima da velocidade da luz (99,999999%, para ser exato). Diferentemente do que ocorre no Large Hadron Collider (LHC) e outros grandes laboratórios dedicados ao estudo da física de partículas, porém, o objetivo do Sirius não é fazer com que os elétrons se choquem, mas aproveitar a luz que é gerada por eles quando acelerados a essa velocidade.

Essa luz, chamada de luz síncrotron, é uma radiação eletromagnética de amplo espectro, abrangendo diferentes tipos de energia, desde o infravermelho até os raios X. Ela é captada de dentro do anel e direcionada para as chamadas “linhas de luz”, onde os cientistas podem utilizá-la para uma série de aplicações — principalmente, para investigar as propriedades atômicas de materiais, tanto orgânicos (como uma célula, ou uma proteína) quanto inorgânicos (como uma liga de metal ou algum tipo de cerâmica industrial).

Made in Brazil
Há várias fontes de luz síncrotron em operação no mundo e o Sirius, segundo os responsáveis pelo projeto, será o mais avançado da sua categoria. Ele vai substituir o acelerador atual, chamado UVX, que foi inaugurado em 1997 e funciona bem até hoje, mas é pequeno demais para atender às demandas científicas da atualidade. Ambos os projetos são desenvolvidos e construídos no Brasil (não são máquinas prontas, compradas no exterior).

O projeto é do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que é um dos laboratórios que compõem o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas. A maior parte dos custos será bancada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O contrato de construção do prédio, de R$ 510 milhões, foi assinado com a empresa Racional Engenharia. Todos os cientistas brasileiros (e também estrangeiros) poderão utilizar o acelerador, mediante a apresentação de projetos.

Para mais detalhes sobre o Sirius, veja a reportagem especial que publiquei sobre o projeto em 2013: Sirius, o maior projeto da ciência brasileira — Parte 1 e Parte 2  (O custo estimado do projeto à época era de R$ 650 milhões, mas ele foi ampliado e refinado tecnologicamente desde então.)

Clique aqui para ver um infográfico interativo, explicando como o acelerador funciona.

Para ver a página oficial do projeto no LNLS, clique aqui.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Bafômetro: a Química a serviço da vida

No Brasil, a cada ano, aproximadamente 40 mil pessoas morrem e outras ficam paraplégicas ou tetraplégicas vítimas de acidentes automobilísticos. A maioria dos acidentes envolve motoristas embriagados. Uma vez ingerido, o álcool passa rapidamente do estômago e intestino para o sangue, e deste para todas as partes do corpo (em aproximadamente 20 ou 30 minutos).

A consequência imediata e a intoxicação, que se manifesta desde uma leve euforia até estados mais graves de estupor alcoólico. Como a intoxicação alcoólica afeta o cerebelo, órgão responsável pela coordenação motora e pela rapidez dos reflexos, a pessoa fica impossibilitada de dirigir.

BafômetroCom o objetivo de auxiliar os órgãos fiscalizadores na identificação de motoristas embriagados, foi desenvolvido o bafômetro, aparelho capaz de medir a intoxicação alcoólica por meio do hálito da pessoa examinada. A concentração de álcool no hálito está relacionada com a quantidade de álcool presente no sangue, dado o processo de troca que ocorre nos pulmões.

O aparelho funciona do seguinte modo: o motorista deve soprar com força num canudinho, que conduzirá o ar dos pulmões para um analisador contendo uma solução ácida de dicromato de potássio, que existe num compartimento do aparelho. O álcool presente no bafo reage e, na reação, é transformado em etanal (C2H4O) ou ácido acético (C2H4O2); o cromo, na forma de íon dicromato (coloração laranja-avermelhada), é tranxsformado em Cr3+ (verde-azulado).

A reação que ocorre pode ser representada pela seguinte equação não balanceada:
Quanto maior a concentração de álcool no bafo, mais intensa será a coloração verde-azulada obtida. O sensor do aparelho percebe a reação química pela corrente elétrica produzida na pilha eletroquímica envolvida ou pela mudança das características resistência/condutância do sensor, o que dependerá do tipo de aparelho. Essas informações são transformadas em dados que aparecem no seu visor. Existem bafômetros descartáveis que indicam a intoxicação alcoólica simplesmente pela variação da cor de laranja-avermelhada para verde-azulada e pela intensidade da última coloração.

O bafômetro tem apresentado bons resultados na identificação da embriaguez ao volante, uma prática responsável pela destruição de muitas vidas e que só poderá ser combatida com a conscientização, principalmente dos mais envolvidos. Veja alguns sintomas apresentados pela intoxicação alcoólica no organismo humano:
Fonte: CPB Educacional

Tréplica dos defensores do Design Inteligente

O professor Marcos Eberlin, da Unicamp, um dos defensores da Teoria do Design Inteligente no país, junto com seus colegas, redigiu uma “tréplica” ao manifesto de pesquisadores da UFRGS defendendo a teoria da evolução e criticando o Design Inteligente. Para quem não está a par do rolo todo, eis o Manifesto da TDI aqui, e a replica aqui.

Reproduzo abaixo a “tréplica” — deixando claríssimo que não endosso em nenhum momento seu conteúdo, simplesmente no interesse da liberdade de expressão e de debate. Confiram!

********

Réplica da TDI BRASIL ao Manifesto UFRGS (abaixo assinado): descompassos com a verdade histórico-teórica sobre a TDI, e ignorância profunda sobre o status quo heurístico da atual teoria da evolução

O manifesto-resposta de professores e alunos da UFRGS contra o Manifesto da Sociedade Brasileira do Design Inteligente –TDI BRASIL- sobre o ensino do Criacionismo, da Teoria do Design Inteligente (TDI), e da Teoria da Evolução (TE) é aqui replicado pela TDI-BRASIL por três razões:

1. Razão 1. Distorção de nossa posição exarada em nosso Manifesto sobre o ensino do criacionismo, teoria do Design Inteligente e Evolução nas escolas públicas.

Os signatários do manifesto UFRGS afirmaram, falsamente, que “exigimos” sejam ensinadas alegadas deficiências da TE, e que a disputa entre a TDI e a Evolução deva ser informada aos alunos. “Defender” ensinar, foi o que declaramos em nosso manifesto, o que é muito diferente de “exigir” ensinar.

Reiteramos que as deficiências na TE são, sim, verdadeiras, e amplamente conhecidas pela academia. Vejam alguns exemplos de áreas a seguir, onde há várias referências registradas na literatura científica com sérios questionamentos abalizados mesmo por cientistas evolucionistas: a) Origem da vida, b) Embriologia e o Desenvolvimento, c) Registro fóssil, d) Árvores Filogenéticas, d) Seleção Natural e e) Mecanismos da Evolução.

E poderíamos mencionar aqui quase uma centena de artigos científicos, de renomados e abalizados cientistas evolucionistas, questionando a robustez de alguns aspectos fundamentais da TE no contexto de justificação teórica e que apontam para outra direção.

2. Razão 2. Há várias afirmativas em descompasso com a verdade sobre o caráter científico da TDI e seu debate com a TE.

Reiteramos a existência de disputa entre a TE e a TDI na academia, não somente nos Estados Unidos desde os anos 1990s, facilmente identificada e atestada por vários manifestos de organizações científicas contra a TDI mencionados no próprio manifesto UFRGS, e agora também no Brasil.

O manifesto UFRGS alertou o público que a TDI não pode ser considerada uma teoria científica. Esclarecemos porém que, por exemplo, as exigências feitas pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos para uma teoria ser considerada científica são todas atendidas pela TDI, ou seja: Elemento 1: “uma explicação bem substanciada de algum aspecto do mundo natural que possa incorporar fatos, leis, e hipóteses testadas… Elemento 2: uma explicação abrangente de algum aspecto da natureza que seja apoiado por um vasto conjunto de evidências”

Elemento 1: A TDI deve ser uma “explicação de algum aspecto do mundo natural” e uma “explicação abrangente de algum aspecto da natureza”. A TDI não é apenas uma explicação de “algum aspecto do mundo natural”, na verdade, ela explica muitos aspectos do mundo natural. Se pensarmos em categorias amplas, a TDI propõe que agência inteligente é a explicação mais corriqueira para eventos históricos tais como:

a) A origem do ajuste fino do cosmos para a existência de vida avançada. A origem de níveis de informação complexa e especificada extremamente altos no DNA.
b) A origem de muitos sistemas irredutivelmente complexos encontrados nos organismos vivos.

Elemento 2: A TDI deve “incorporar muitos fatos, leis e hipóteses testadas”.
A TDI incorpora muitos fatos, leis, e hipóteses testadas: A TDI incorpora as leis e constantes conhecidas do universo, e articulando-as em uma teoria unificada para explicar por que elas são coordenadas para produzir parâmetros físicos favoráveis para a vida.

A TDI incorpora muitos fatos conhecidos como a informação imaterial bioquímica, com seu código arbitrário e aperiódico, registrado nas sequências do DNA, bem como hipóteses testadas demonstrando que elas são finamente ajustadas para realizar funções biológicas específicas. A TDI incorpora muitas hipóteses testadas sobre a presença de complexidade irredutível em sistemas biológicos, evidenciada por experiências de silenciamento de genes, que têm demonstrado que a complexidade irredutível é um fenômeno verdadeiro.

Os teóricos da TDI fazem tudo isso ao proporem novas leis tais como a lei de conservação da informação, novos princípios sobre as causas de altos níveis de Informação Complexa Especificada, novos métodos para medir a informação e complexidade funcionais, e novas hipóteses sobre a ubiquidade do ajuste fino por toda a cosmologia e biologia.

Elemento 3: A TDI deve ser “bem substanciada” e “apoiada por um vasto conjunto de evidência”.

Pesquisas em Física e Cosmologia continuam a descobrir níveis cada vez mais profundos de ajuste fino. Muitos exemplos poderiam ser dados, mas este aqui é surpreendente: a entropia inicial do universo deve ter sido finamente ajustada em 1 parte em 10(10123) para produzir o universo favorável à vida.

Pesquisas de epigenética e de biologia de sistemas estão revelando mais e mais quão integrados são os organismos, da bioquímica à macrobiologia, e demonstrando funções celulares básicas finamente ajustadas.As experiências de silenciamento genético estão demonstrando a complexidade irredutível, tais como a do flagelo bacteriano, ou as características multimutacionais onde muitas mutações simultâneas seriam necessárias para ganhar uma vantagem.

Assim sendo, a TDI, apesar de ainda não ser ainda aceita por grande parte da comunidade científica, se apresenta como uma alternativa científica robusta e qualificada à teoria evolutiva. A TDI é uma teoria científica que fornece descrições e/ou explicações naturais sobre o mundo. A TDI, como foi falsamente aludido no manifesto UFRGS, não se relaciona e nem depende de alegações ou dependência explícita ou implícita a causas sobrenaturais. Os conceitos elaborados pelos teóricos e defensores da TDI não são demasiado vagos para permitir previsões específicas, pois têm unificação explicativa: há sinais de inteligência na natureza e são empiricamente detectados.

Razão 3. Inverdades gerais sobre a TDI como que alegou que proponentes da TDI se recusam a entrar em detalhes sobre os mecanismos – pois propomos sim que ações inteligentes funcionam nesse papel, servindo como causa/mecanismo conhecidos produzindo altos níveis de informação complexa especificada que podem ser detectados.

A maior parte de nossa literatura não consiste não em argumentos puramente negativos contra a evolução, e nem tem como propósito distorcer a ciência e inserir dúvidas infundadas – pois primeiro que questionar teorias científicas é papel de todo cientista e é a própria literatura especializada, que citamos, que demonstra a falência epistêmica da atual teoria da evolução em vários aspectos teóricos fundamentais no contexto de justificação teórica.

As inconsistências graves da Síntese Evolutiva Moderna não foram, portanto, distorcidas no manifesto da TDI Brasil, mas serenamente apresentadas pois são fatos. E fatos tão graves, que a comunidade científica já reconhecendo a falência da TE atual já está elaborando uma nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que será anunciada somente em 2020. Adiamentos constantes nos mostram, porém, que esta nova teoria está também enfrentando sérias dificuldades. Há, portanto, uma ignorância (pragmática ou vera?) da literatura especializada, a qual demonstra o status quo de falência epistêmica da TE demandando assim sua profunda revisão, ou substituição. As diversas controvérsias existentes na teoria evolutiva deveriam então ser apresentadas aos nossos alunos, mas não são. Isso se dá, entendemos, pois o que está em jogo é a validade da evolução como fato, mas fato em qual nível de evolução? Microevolução? Macroevolução? A TDI BRASIL concorda que as teorias são estruturas de ideias que explicam e interpretam fatos, mas discorda do Manifesto UFRGS de que as novas abordagens teóricas acumulem cada vez mais evidências a favor da evolução da vida. Entendemos que o que se dá é oposto do que se afirma.

Para finalizar, o Manifesto UFRGS confirma então a disputa científica entre TDI e TE. Entendemos, porém, que a TDI não deva ser apresentada ainda no ensino básico, não porque a TDI não apresenta aspectos fundamentais de uma teoria científica, o que não procede, mas pelas razões exaradas em nosso manifesto – pelo simples fato da TDI ainda não ser aceita pela comunidade científica. Concordamos que as controvérsias são aspectos imprescindíveis no conhecimento científico, e devem ser criteriosamente consideradas no seu ensino mas, no entanto, entendemos que a inclusão de controvérsias científicas no currículo escolar deve ser criteriosa.

Sendo criteriosos, poderíamos sugerir, por exemplo, a inclusão dos seguintes10 tópicos para discussão em aulas de ciência em que se discuta a TE:

1. Existe mecanismo viável para gerar vida a partir de pequenas moléculas inanimadas na sopa primordial?

2. Processos químicos puramente materialísticos não guiados podem explicar a origem do código genético?

3. Mutações aleatórias podem gerar simultaneamente todo o grupo de informação genética requerida para a formação de estruturas irredutivelmente complexas?4. Por que a seleção natural luta para fixar características vantajosas nas populações?

5. O surgimento abrupto de espécies no registro fóssil (Explosão Cambriana) e as “formas transicionais” até hoje lá encontradas apoia a evolução preconizada por Darwin?

6. A biologia moderna teve obtido êxito na corroboração de uma “Árvore da Vida”?

7. A evolução convergente fortalece o Darwinismo ou destrói a lógica da ancestralidade comum?

8. As diferenças entre os embriões de vertebrados fortalecem ou contradizem as predições de ancestralidade comum?

9. O neodarwinismo tem obtido êxito em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies?

10. O que fazer quando uma teoria faz previsões equivocadas, como o neodarwinismo e sua longa história de tais predições, como as dos órgãos vestigiais, a abundância de formas transicionais no registro fóssil, a do DNA “lixo” e da redundância do código genético?

Fonte: Folha on line

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A biologia não está sequer vendo a superfície da origem da vida!

Milton Wainwright, biólogo molecular, escreveu em seu artigo “Musings on the Origin of Life and Panspermia” no Journal of Cosmology, Vol. 5 (Jan. 30, 2010), as seguintes palavras:

Será que estamos chegando mais perto em compreender a origem da vida (considerando que ela possua uma origem)? Como sempre há muito otimismo que de fato nós estejamos progredindo.

Por outro lado, muitas vezes parece como se a questão da origem da vida tem se enredado cada vez mais em química orgânica sofisticada. A realidade é que, apesar do ego de alguns, a existência da vida permanece um mistério.

Não é que a biologia esteja meramente arranhando a superfície deste enigma; a realidade é que ainda temos de ver a superfície!

Fonte: Origem e Destino

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Descoberta de gás abre portas para a existência de vida em Marte?

Robô Curiosity
Vagando pelas terras de Marte, o robô americano Curiosity detectou uma fonte de metano que aparece e desaparece sem explicação. Seus níveis se multiplicam por dez e voltam a baixar de forma brusca, segundo estudo publicado na revista científica “Science”. Na Terra, mais de 90% desse gás na atmosfera é produzido por seres vivos. Isso poderia indicar a existência de vida no Planeta Vermelho, embora outras explicações também sejam possíveis, dizem cientistas.

O metano em Marte aumenta a níveis incompatíveis com o ciclo de vida médio do gás, que deveria permanecer na atmosfera por cerca de 300 anos. Segundo o estudo, a variação foi de 0,7 partes por bilhão em volume (ppmv) para 7 ppmv, dez vezes mais, em seis ocasiões. Isto indica que “há uma fonte adicional de metano de origem desconhecida”, ressalta a pesquisa.

O estudo compila 20 meses de dados durante os quais o robô percorreu a cratera de Gale, com mais de 150 quilômetros de diâmetro, próximo ao equador marciano.

Além da origem biológica, outras hipóteses para esta variação de metano seriam a degradação de meteoritos que caem no planeta, o impacto de cometas ou a liberação de depósitos antigos.

— Eu apostaria numa origem geológica, mas, obviamente, não é uma evidência científica — afirmou ao “El País”, Javier Martín-Torres, coautor do estudo e pesquisador do Instituto Andaluz de Ciências da Terra.

Fonte: O Globo

Nota deste blog: Mais uma notícia sensacionalista na área científica. Observem bem, encontraram um gás em Marte e correm para anunciar que supostamente pode ter vida por lá... Os agnósticos leigos quando leem uma matéria como esta, principalmente aqueles que não tem conhecimento de química, ingenuamente, ficam todos esperançosos. Mas na prática, não é bem assim que funciona!! Já dissemos aqui no blog várias vezes que não basta ter os 'ingredientes químicos', acima de tudo, deve haver (várias) condições  necessárias para que a vida possa evoluir gradualmente. Quimicamente falando, impossível surgir vida naquelas condições de Marte!!! Assista a palestra abaixo e confirme estas minhas afirmações. O palestrante é um biologo do IF Tocantins e doutorando em química, prof. Tarcísio Vieira, cujo tema: A química da vida e suas evidências ao nível molecular: origem espontânea da vida ou Design Inteligente?

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

É verdade que a Terra passará por 6 dias de escuridão?

Seis dias de escuridão?
Uma "alerta da NASA" divulgada por vários sites no Brasil informa que a Terra - entre os dias 16 a 22 de dezembro de 2014 - terá seis dias de escuridão total. O principal motivo, segundo a tal alerta, "uma tempestade vai lançar uma grande nuvem de poeira sobre a Terra, causando uma escuridão que vai durar seis dias! Não vai ser o fim do mundo, mas vai causar medo, terror e o caos. "

Olha só que sensacionalismo! Visitando o site da Agência Espacial dos Estados Unidos  para analisar e tentar tirar qualquer conclusão, não encontrei nada por lá. Além disso, não encontrei também nenhuma outra fonte segura em sites que confirme o fenômeno! Gente, claro que não é verdade!

O pior de tudo que nas redes sociais, até a data de ontem, alguns amigos divulgaram o suposto evento e muitos até arriscaram o palpite dizendo que este fato poderia ser mais um sinal da volta de Jesus. Pensei comigo, como as pessoas são facilmente manipuladas pelas mídias em pleno século da informação. Falta o bom senso! [Firmo Neto]

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Uma Breve História da Ciência

Mais um livro na área de ciências que acabei de ler e que recomendo você fazer o mesmo, principalmente se não gosta de ciências naturais. Uma Breve História da Ciência é um dos poucos livros - que já li -  que aborda o tema científico de forma clara, sucinta e sem perder os detalhes dos fatos. A autora, Patricia Fara, 'tem um estilo bastante cativante, até mesmo aqueles que não se interessam muito pelo tema terão prazer em ler.'

Faço uma só ressalva: Em alguns capítulos do livro a autora deixa escapar, implicitamente, sua crença no Naturalismo Filosófico - bem comum entre os autores de ciências. Na página 388, por exemplo, ela expõe com mais nitidez a sua cosmovisão ironizando os criacionistas e a teoria do Design Inteligente. Tirando estes detalhezinhos, recomendo ainda ler, pois você conhecerá ainda mais a épica história da ciência.

Descrição do Livro
 
A história da ciência é, na verdade, a história de tudo. Da observação dos astros na Antiguidade à tecnologia mais avançada, a curiosidade incansável e a necessidade moveram a ciência. E a ciência moveu o homem. Nesta obra, a historiadora científica Patricia Fara relata de forma extremamente agradável e simples as grandes evoluções da ciência. Derruba mitos, fala de gênios atemporais, resgata cientistas esquecidos tudo para levar o leitor a viajar na maior aventura de todas: a história da ciência. Em uma obra inigualável, os princípios científicos mais complexos são apresentados de maneira clara e instigante, e as mudanças científicas se interligam com as transformações políticas e sociais que deram nova cara à nossa civilização. Uma Breve História da Ciência mostra que os fatos do passado da ciência são mais interessantes do que muitos livros de ficção. E, como em qualquer boa história, você não vai querer que esta chegue ao fim.

Veja aqui algumas sugestões de compra.

Rosetta: água da Terra não veio de cometas

Não encontraram a 'nossa água'
 Um dos instrumentos da sonda Rosetta descobriu que a água expelida pelos jatos do cometa 67P é muito diferente da água da Terra. Isso complica a ideia que os cientistas vinham acalentando há alguns anos de que a água dos oceanos da Terra teria sido trazida pelos cometas, uma vez que as [supostas] temperaturas escaldantes no período de formação do nosso planeta fizeram qualquer água primordial evaporar-se. A água na Terra tem uma assinatura distinta: embora consista primariamente de oxigênio e hidrogênio, ocasionalmente um átomo de hidrogênio é substituído por seu isótopo deutério - a proporção é de três átomos de deutério para cada 10.000 moléculas de água. Essa água tem as mesmas propriedades físicas da molécula H2O normal, mas é mais pesada. Já a água expelida pelo cometa 67P tem uma proporção de deutério três vezes maior, sugerindo que, se a água da Terra veio mesmo do espaço, não foram os cometas que a trouxeram. A medição foi feita pelo instrumento Rosina (Rosetta Orbiter Sensor for Ion and Neutral Analysis), cujos dados já haviam mostrado que o cheiro do cometa não é nada agradável. [...]

Como não se conhece nenhum processo físico, químico ou geológico que possa explicar a formação da água na Terra, então os cientistas presumem que toda a água do planeta deve ter chegado aqui depois que a Terra esfriou, água que teria então sido trazida por asteroides ou por cometas.

Os cometas eram os candidatos ideais porque - pelo menos até a chegada da sonda Rosetta ao cometa 67P - acreditava-se que cometas eram bolas de gelo sujas. Assim, os dedos dos astrofísicos agora começam a apontar para os asteroides como candidatos naturais. A rigor, a informação de um só cometa é pouco para descartar uma hipótese - e uma medição que ainda não é a ideal porque os pesquisadores haviam planejado um estudo que dependia dos dados do robô Philae, que não funcionou como esperado.

O cometa 67P possui uma proporção deutério/hidrogênio que é três vezes superior à da água da Terra, e ainda mais elevada do que as registradas em cometas originários da nuvem de Oort - o Hartley 2 e o 67P são da família Júpiter, formados no interior do Sistema Solar.

Fonte: Inovação Tecnológica

Nota do blog criacionismo: Curiosa mesmo foi a chamada da matéria sobre o mesmo assunto, publicada no site da revista Veja: “Missão Rosetta: asteroides, não cometas, teriam trazido água para a Terra”. Note como, descartada a teoria anterior (que era tão certa!), eles já afirmam com certeza a nova teoria. O fato é que a teoria naturalista do surgimento da vida em nosso planeta não “fecha as contas”. Há muitos buracos que a tornam um verdadeiro “queijo suíço”. Como a água é imprescindível para a vida, e como se assume que o planeta primordial era uma bola incandescente, essa água toda não pode ter se formado aqui. Logo, deve ter sido trazida do espaço. Note que uma hipótese gera a outra e nenhuma delas está exatamente baseada em fatos. Existem contraevidências que sugerem que a formação do nosso planeta não ocorreu como alguns cientistas creem. Mas a fé deles continua firme e forte, lutando contra as evidências. Descartada (em parte) a hipótese do abastecimento de água por “caminhões pipa” cometários, ganha força a ideia de que essa água tenha sido trazida a bordo de asteroides. Tudo para fugir da ideia de que, quando Deus começou a modelar este planeta, a água já estava aqui em abundância. [MB]

Leia também: Primeiro pouso controlado no núcleo de um cometa é para descobrir a nossa verdadeira origem e

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Animais que enxergam no escuro intrigam cientistas

Mariposas têm capacidade de fazer o que nem humanos conseguem 
Não é fácil imaginar como o mundo é visto pelos olhos de outra criatura. Com base em pesquisas, por muitos anos os cientistas acreditavam que os olhos da maioria dos animais só tinham capacidade para enxergar tons de cinza no escuro, como fazem os humanos.

Mas novos dados indicam que alguns animais podem ter a capacidade de enxergar cores mesmo na escuridão quase total.

A teoria faz sentido. A visão colorida é útil para achar comida, acasalar ou se proteger à noite. O problema é que as leis da natureza parecem ir de encontra a essa tese. No mundo animal, os olhos evoluíram para detectar fótons, pequenas partículas que compõem os raios de luz.

À noite, quando o sol se põe, há menos fótons e os olhos ficam sem o que ver. Enxergar cores é ainda mais difícil. Os olhos humanos possuem três receptores chamados cones, que combinam tons de vermelho, azul e verde para nos permitir ver todas as cores do arco-íris. Mas é preciso luz para que eles funcionem.
Falta de bastonetes fez lagarto criar cones sofisticados que vêem cores no escuro
Na ausência de luz, esses cones param de funcionar e entram em operação os bastonetes - que enxergam com menos luz mas não distinguem as cores.

Então como alguns animais conseguem ver cores no escuro? Em alguns casos, eles possuem pequenas modificações no seu aparelho visual que estendem suas possibilidades.
Adaptações

A primeira experiência do tipo foi feita com a mariposa-elefante, na Suécia, pela cientista Almut Kelber. As mariposas possuem "lentes" maiores em seus olhos, o que faz com que a luz viaje uma distância menor até seus receptores.

Assim, com pouca luz, elas conseguem detectar cores ultravioletas, o amarelo e o azul, mesmo na ausência quase completa de luz. Na experiência, as mariposas conseguiam achar flores de determinadas cores no escuro.

Dois anos depois, a mesmo pesquisadora identificou essa capacidade entre animais mais evoluídos - os lagartos Tarentola chazaliae. A experiência revelou que esses animais possuem uma capacidade mais apurada que os humanos de enxergar cores no escuro.

Como as mariposas, eles também possuem "lentes" maiores nos olhos, o que reduz a distância percorrida pela luz dentro do olho. Outra característica é que esses lagartos não possuem bastonetes, e com o tempo os seus cones evoluíram para conseguir enxergar no escuro. Como os cones são capazes de detectar cores, os lagartos conseguem isso mesmo com pouca luz.
Descoberta

Por esse mesmo motivo, cientistas sempre presumiram que todos os mamíferos não veem cores no escuro, já que todos possuem bastonetes. Mas a descoberta de lêmures noturnos desafiou essa teoria.

Em 2011, cientistas descobriram que o aie-aie, que vive no Madagascar, é capaz de ver azul quase ultravioleta mesmo na quase ausência de luzes. Em 2014, foram identificadas várias outras espécies de lêmures com capacidade de ver cores à noite.
Aie-aie, do Madagascar, é estudado até hoje devido à sua visão apurada
A pesquisadora Emma Teeling, da universidade irlandesa de Dublin, acredita que é preciso estudar todos os mamíferos noturnos, pois todos teriam capacidade de, potencialmente, enxergar cores no escuro.

O curioso para os cientistas é que - com exceção das mariposas - não existe uma resposta convincente para explicar a finalidade dessa capacidade de enxergar cores no escuro.

Uma pesquisa com lêmures sugere que a principal função da habilidade seria encontrar comida. Mas Huabin Zhao, da universidade chinesa de Wuhan, descarta essa hipótese.

"Enxergar cores não tem relação com a dieta de mamíferos. Alguns morcegos são daltônicos e outros veem cores."

Os cientistas seguem pesquisando o tema. Em Durham, na Carolina do Norte, uma equipe se dedica exclusivamente aos aie-aie. Kelber está tentando entender como funciona a visão noturna de sapos, mas em um ano de pesquisas ela ainda não conseguiu evoluir nos estudos.

Fonte: BBC Brasil

Nota: Muito curioso, não? Você acha que esta visão foi constituído por mero acaso ou design Inteligente?

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cientistas tiram múmia de caixão pela primeira vez na história

Múmia "sai" do caixão pela primeira vez na história (Foto: Reprodução/AP)
Para que não houvesse problemas, pesquisadores do Chicago Field Museum e outros três cientistas retiraram uma múmia do caixão pela primeira vez na história. A medida se mostrou necessária, pois a relíquia de Minirdis viajará em uma exibição pelo mundo.

Utilizando aparelhos ideais para o processo, o líder J.P. Brown confessou que a primeira sensação depois do procedimento ocorrer corretamente foi soltar um aliviado “Aí sim! Eu estava nervoso!”. A jovem múmia guarda a história de um filho de sacerdote – e será exibida em Los Angeles pela mostra “Mummies: Images of the Afterlife”.

O museu de Chicago guardava a múmia desde 1920, quando recebeu uma coleção histórica de 30 múmias do Egito. “Nesses processos, elas sempre correm riscos de danos, então temos que lidar com o máximo de atenção possível”, conta Brown.

Múmia estava com danos nos membros inferiores (Foto: Reprodução/AP)
 Dentro do caixão, os pesquisadores conseguiram notar alguns problemas (já esperados). Por exemplo, por meio de raios-x anteriores, os cientistas já sabiam que os pés da múmia estavam soltos, mas mesmo assim, Brown disse: “É fascinante que tenha sobrevivido por todo esse tempo. Elas são muito mais frágeis do que as pessoas realmente pensam”.

“Esses são indivíduos únicos. Não há nada como eles. Se algum dano acontecesse, não poderíamos simplesmente pegar e recolocar as partes de onde tiramos”, finaliza Molly Gleeson, cientista envolvida no projeto.

Fonte: Galileu

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Palestras do Design Inteligente Rio


Conferência 1: Existe conflito entre Fé e Ciência? - Com Wellington Silva

Conferência 2: Ciência e Religião: Como (re)conciliá-las! Com Enezio de Almeida


Conferência 3: O Terceiro Elemento da Vida: Prova... Com Marcos Eberlin



Conferência 4: O Big-Bang demostra a existência de Deus? Com Evandro Mello



Mesa Redonda com Marcos Eberlin, Wellington Silva e Gustavo Milson


15 alimentos cancerígenos que provavelmente você come

Comida 'impura'
O câncer é, hoje em dia, uma das doenças mais temidas e que atinge uma grande porcentagem da população mundial. De acordo com o Cancer Research UK, só em 2012, a estimativa é de que tenham surgido 14,1 milhões de novos casos de câncer em todo o mundo, e você já parou para pensar que muito disso se deve à nossa alimentação? Não! Pois é bom parar e raciocinar sobre isso enquanto há tempo.

Diversas comidas que causam a doença são consumidas o dia inteiro por todos nós. Infelizmente, muita coisa é passível de causar câncer e não só os alimentos são os responsáveis, mas se nós pudermos evitar, por que não fazer? Apresentamos uma lista com 15 alimentos cancerígenos que estão em nossa mesa.

01 - Farinha branca

Você sabia que quando os grãos de trigo são refinados, os seus nutrientes naturais são todos destruídos? Esse é apenas o começo. Depois de refinada, a farinha não fica branca imediatamente, é preciso usar um gás de cloro para acelerar o processo. Esse produto químico é altamente perigoso e se inalado em excesso pode ser letal.

Além disso, o câncer se alimenta principalmente do açúcar na corrente sanguínea. Consumindo alimentos ricos em farinha branca, você estará acelerando não só a possibilidade de ter diabetes, aumentando o nível de açúcar e insulina, como também irá alimentar as células cancerígenas, aumentando a probabilidade de se ter a doença.

02 - Carnes processadas

Para quem não sabe, as carnes processadas são também aquelas conhecidas como alimentos embutidos, como a linguiça, salsicha, bacon, carnes secas, mortadela, presunto, rosbife, entre outros do tipo, desses que adoramos comer no café da manhã, almoço, qualquer hora do dia. Eles podem ser deliciosos, mas são também bem perigosos.

Essas carnes processadas trazem produtos químicos e conservantes, como nitrato de sódio, para que elas tenham uma aparência melhor e mantenham-se frescas por mais tempo. Porém, esses mesmos ingredientes são conhecidos por sua influência cancerígena, já que possuem alcatrão, o mesmo ingrediente mortal que a fumaça do cigarro possui.

03 - Álcool

Não se espante ao saber que o álcool é cancerígeno. Foi feito um estudo com 200 mil mulheres por quase 14 anos. Metade tomavam bebidas alcoólicas todo dia e a outra metade, não. Houve um aumento de 30% nas taxas de câncer de mama entre as que ingeriram álcool em comparação àquelas que não beberam nada.

Um dado que talvez você não saiba é que o consumo de álcool é a segunda principal causa de câncer, ficando atrás apenas do cigarro. É claro que uma dose moderada por dia até pode ser saudável, mas consumir em excesso causa insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral e até mesmo morte súbita.

Os principais tipos de câncer entre os dependentes de álcool estão na boca, esôfago, fígado, cólon, reto e, entre as mulheres, tumores na mama. Portanto, atente-se ao consumo de bebidas alcoólicas, já que o câncer não é o único fim para quem faz uso dessas drogas liberadas.

04 - Refrigerante

Quantas vezes você já ouviu falar que o refrigerante é cancerígeno e você achou que era apenas um boato para que você parasse de beber? Pois saiba que não é bem assim. Apesar de viciante, essa bebida é causadora de câncer, sim. Além disso, quem a consome todos os dias também tem um risco maior de um acidente vascular cerebral.

Tudo porque eles são cheios de açúcar e as ditas "calorias vazias", aquelas que fazem você engordar apenas, não tendo nenhum tipo de vitamina. E então entra mais uma vez o fato da diabetes e do alto nível de açúcar no sangue, alimentando as células cancerígenas. Além do mais, eles possuem inúmeros corantes artificiais e produtos químicos alimentares.

05 - Café
Muitas pessoas não acreditam, as opiniões dos especialistas ainda são bastante conflitantes e ele é apontado ora como herói, ora como vilão. Porém, existem alguns estudos que mostram que o café pode ser, sim, cancerígeno. Claro que, em pequenas doses, ele pode ser benéfico, mas quem abusa da bebida pode estar correndo risco.

Saiu um artigo que mostra uma pesquisa cujo resultado apresenta o câncer de pulmão em 14% entre as pessoas que tomam duas ou mais xícaras grandes de café por dia. Nós brasileiros somos apaixonados pela bebida e muita gente bebe bem mais do que isso, então é preciso estar atento e policiar-se quanto a isso.

06 - Carne vermelha
Saiba que aquele seu churrasquinho do final de semana não apenas pode engordar, mas também causar câncer. Lógico que a carne vermelha não é de toda maléfica, ela possui sim os seus benefícios e são essenciais em pequenas quantidades dentro de uma dieta equilibrada. Mas quando consumida em excesso, pode ser letal.

Entre os grandes consumidores de grande vermelha, o câncer de cólon, de mama e próstata são os mais comuns. Portanto, prefira as carnes brancas, verduras e legumes em substituição à carne vermelha que pode aparecer na sua alimentação uma ou duas vezes durante a semana para suprir as suas necessidades e não fazer mal à sua saúde.

07 - Frutas não orgânicas
A maioria de nós consome frutas não orgânicas todos os dias. Elas são bem mais comuns do que as orgânicas, mas também estão contaminadas com pesticidas perigosos, como atrazina, organosfosforado e fertilizantes com altos níveis de nitrogênio. A atrazina, por exemplo, é proibida em países europeus, mas ainda muito usado aqui na América.

Além disso, elas são cultivadas com uma grande quantidade de produtos químicos hormonais para que o fruto cresça mais. As maçãs são as frutas que mais recebem esse tipo de pesticida, sendo mostrado em mais de 98% dos produtos testados. Infelizmente, lavar muito bem as frutas não elimina 100% das substâncias tóxicas usadas durante o cultivo.

08 - Alimentos diet

O que é um alimento diet? É aquele produto que contém aspartame, um produto químico usado para adoçar artificialmente um alimento, já que eles são livres de açúcar. Existem inúmeros estudos que mostram o aspartame como um grande vilão, provocando enfermidades como câncer, defeitos congênitos e problemas cardíacos.

Essa dieta normalmente é aplicada àquelas pessoas que não podem ingerir açúcar, como os diabéticos, por exemplo. Além disso, esses produtos diet podem causar uma dependência semelhante à cocaína. Portanto, prefira produtos naturais, de preferência sem qualquer tipo de adoçante, frutas e legumes para uma alimentação saudável.

09 - Pipoca de micro-ondas


Elas são deliciosas, práticas e muito fáceis de serem feitas, mas as pipocas de micro-ondas são muito perigosas para a saúde. Tudo começa pelo próprio saco do alimento, que são revestidos com uma substância química chamada ácido perfluorooctanoic (PFOA), um composto também encontrado em objetos revestidos com Teflon.

O PFOA aumenta significativamente o risco de tumor no rim, na bexiga, no fígado, pâncreas e testículos. Além disso, o alimento traz vários conservantes, como o propilgalato, que causa câner no estômago e erupções na pele. Há também a presença do diacetil, proibido por causar doenças pulmonares em funcionários que trabalhavam com a substância.

10 - Pão tostado

Você gosta daquele pão tostadinho feito na torradeira toda manhã? Ele é realmente uma delícia, mas pode ser altamente perigoso para a sua saúde. Tudo porque, quando o alimento é elevado às altas temperaturas para ficar crocante, se forma um composto chamado acrilamina, responsável por aparecimento de tumores em seres humanos.

E não só os pães são vilões, mas também as batatas fritas, os biscoitos, as bolachas e tudo aquilo que fica crocante, assim como todos os tipos de frituras. Por causa de tudo isso, controle a alimentação e policie-se com relação a essas comidas, principalmente entre as crianças que tanto gostam de coisas desse tipo.

11 - Batatas chips

Quem não gosta de um saquinho ou latinha de batatas chips? Elas estão ali a qualquer momento para satisfazer as nossas vontades, saciar a nossa fome e são, inegavelmente, deliciosas. Porém, cada embalagem esconde um perigo real para a nossa saúde: uma ação cancerígena bem alta, além de grande ganho de peso.

Além de formarem acrilamina, elas trazem aromas artificiais, conservantes, corantes e muitas outras substâncias químicas em grande quantidade. Uma sugestão é trocar a batata frita de pacotes ou latas por alimentos assados e feitos de farinha integral, além de frutas desidratadas, como maçã ou banana, que também são crocantes e bem mais saudáveis.

12 - Adoçantes artificiais
Pessoas que querem perder peso, diabéticos e todos aqueles que evitam o açúcar normalmente adoçam comida e bebida com adoçantes artificiais pensando estar fazendo bem para a sua saúde, mas o efeito pode ser bem o contrário. Os adoçantes costumam fazer muito mal e causar vários tipos de doenças, como cataratas e problemas gastrointestinais.

Além disso, eles possuem uma toxina mortal chamada DKP. Quando o estômago processa este produto químico, ele produz substâncias que podem causar câncer, principalmente tumores cerebrais. Por causa disso, prefira consumir alimentos naturais, sem qualquer tipo de adoçante, além de muitas frutas e verduras.

13 - Comidas altamente salgadas, condimentadas, em conservas ou defumadas
Eles são muito deliciosos, mas mantenha-se afastado deles o máximo possível. Tudo porque esses alimentos são ricos em nitratos que atuam como conservantes e dão cor à carne e outros pratos. E é essa mesma substância que está associada ao maior número de tumores em desenvolvimento.

Há provas contundentes de que comer esses tipos de alimentos aumenta demais o risco de câncer colorretal e taxas muito altas de câncer de estômago. Além disso, alimentos defumados, como carne, linguiças, mortadelas, entre outros, possuem uma quantidade considerada de alcatrão, a mesma substância mortal que o fumo produz.

14 - Açúcar refinado
Todo mundo sabe o quanto o açúcar refinado é perigoso, em vários sentidos. Eles são muito conhecidos por cravar os níveis de insulina e aumentar muito a glicemia no sangue. Além disso, também é o tipo de alimento preferido das células cancerosas, que se alimentam e crescem a partir do açúcar que você joga para dentro.

Bolos, tortas, biscoitos, refrigerantes, sucos, molhos, cereais e muitos outros alimentos extremamente populares são carregados de açúcares refinados e tudo isso ajuda a explicar o motivo pelo qual as taxas de câncer estão em crescendo consideravelmente nos dias de hoje. Se você puder, corte definitivamente esse produto da sua dieta.

15 - Temperos artificiais
Eles são usados para dar gosto na comida, temperar a sua pipoca, saborear a sua sopa e nos molhos para saladas. Os temperos artificiais dão um toque todo especial ao seu alimento, mas eles escondem perigos que muita gente desconhece. Além do câncer, causam dores de cabeça, náuseas e até mesmo lesões neurológicas.

Então, ao invés de escolher aquele sachê para usar no seu arroz, o molho pronto para temperar a sua salada, o caldo de carne em tablete para saborear a sua sopa, use condimentos naturais como alho, cebola, manjericão, salsinha, cebolinha, coentro, além de caldos feitos da própria carne e molhos com iogurte natural e especiarias.

Fonte: Mega Curioso

Leia também: Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde e Os quatro piores alimentos industrializados  

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mais de 60% dos alunos do 4º ano não dominam leitura e matemática

 Os dados do Terce (Terceiro Estudo Regional Comparativo e Explicativo), divulgados nesta quinta-feira (4) pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), mostram que mais da metade dos alunos brasileiros do 4º ano do ensino fundamental não dominam habilidades de leitura e matemática.

De acordo com o estudo, 64,26% dos alunos brasileiros não alcançaram o desempenho bom ou ótimo na avaliação em leitura. Desses, 2,60% tiveram resultados muito ruins, 17,19%, ruins e 44,47% ficaram no nível regular. No nível de excelência, 31,21% foram bem na avaliação e só 4,53% atingiram as maiores notas da avaliação.

Em matemática, 61,4% obtiveram notas entre os níveis muito baixo e regular, enquanto 38,61% conseguiram atingir um desempenho bom ou ótimo.
Melhores notas

No 7º ano do ensino fundamental, os resultados foram melhores do que no 4º ano. Nessa etapa, a maioria dos alunos brasileiros teve um desempenho considerado bom ou ótimo. Nessa faixa estão 51,7% dos estudantes que fizeram a prova de matemática e 53,05% dos avaliados em leitura.

O Terce avaliou também os alunos em ciências. Nessa matéria, 14,20% dos estudantes brasileiros tiveram desempenho considerado bom e só 1,46% apresentaram resultados excelentes. Na outra ponta, 5,20% tiraram notas muito ruins, 34,45% tiveram desempenho ruim e 44,69%, regular.

"Esses dados são amostrais, mas são compatíveis aos resultados de outras avaliações que já fizemos, como a Prova Brasil", disse o presidente do Inep, Francisco Soares. "Sabemos que uma parte dos alunos ainda não está no nível que gostaríamos, bom e ótimo, mas estamos no caminho para mudar isso, com o novo PNE (Plano Nacional da Educação)", afirmou.

O Terce avaliou 134 mil estudantes de mais de 3.200 escolas da América Latina e Caribe. Participaram da avaliação 15 países da região (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai) e o Estado mexicano de Nuevo León.

Fonte: UOL

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Espaço INB promove exposição científica sobre Química

Entrada da Exposição
Sou professor e graduando em química. Apaixonei-me por esta disciplina quando descobrir que a química, em nível molecular, é um dos melhores estudos que temos para a compreensão da vida e do universo. Foi através dela que aprendi que a vida só pode vir de vida e só um Super-Mega Projetista Inteligente pode elaborá-la. Neste blog, a cada dia, buscamos trazer novidades e descobertas sobre esta matéria e consequentemente, incentivar você a gostar dela.

Infelizmente, muita gente pensa que a Química faz parte do cotidiano apenas de pesquisadores e seus estudos em laboratório. A exposição em cartaz no Espaço INB mostra que esta ciência vai muito além e está presente no nosso dia dia de diferentes formas, como no meio ambiente, nos remédios, na agricultura, nos combustíveis, entre outras. Não perdendo a oportunidade, viajei até a cidade de Caetité/BA para visitar a referida exposição e trazer para você esta novidade.


A INB em parceria com o Museu de astronomia e Ciências Afins (MAST), preparou mais uma exposição no seu Espaço INB de Ciência Tecnologia e Cultura, de Caetité. O evento está aberto à visitação pública desde 11 de novembro, com a exposição “A Química na história do Universo, da Terra e do corpo”.

Para o coordenador do evento, Aloísio Carvalho, será certamente mais uma amostra de sucesso de público, tendo em vista a importância do tema e a experiência com outras exposições de temas científicos.

“A Química na história do Universo, da Terra e do corpo” entende a Química como ciência da transformação da matéria, por meio de uma abordagem histórica e com suas implicações no cotidiano social. Nos últimos duzentos anos a enorme expansão dos conhecimentos químicos e físicos deu aos materiais um irremediável valor social e econômico. Associada ao remédio e ao veneno, ao bem-estar e ao doping, à produção de combustíveis, à poluição, à contaminação dos alimentos e dos ambientes, a Química marcou a evolução histórica do mundo e dos homens.
Nesta área da exposição são apresentados os principais químicos em sua época.
Antigamente dizia-se que a Química havia surgido no contraponto da alquimia, então considerada como feitiçaria, bruxaria, heresia. Hoje a Química está no centro dos debates que buscam encontrar o nexo da sobrevivência na Terra, sendo subsídio fundamental da Ecologia. Ao mesmo tempo, é a ciência que permite à Biologia manipular as estruturas do ser vivo, operando nos limites da ética científica, e à Astronomia desvendar a história do Universo.
Duas fotos com imagens dos supostos fornos dos alquimistas
UNIVERSO

As estrelas nascem, evoluem e morrem. Esse processo evolutivo se define nas transformações da sua composição química. Estudos sobre a nucleossíntese, desenvolvidos na segunda metade do século XX, e análises espectroscópicas, realizadas desde os anos de 1930, possibilitaram determinar tanto a composição química das estrelas quanto sua idade e o seu lugar na galáxia.

Química e Física se confundiram nesses estudos, mostrando que a evolução do Universo se dá por fusões nucleares, no curso das quais a estrela passa por estágios que se alternam em fases de equilíbrio entre a força gravitacional e a pressão da energia das reações nucleares, e de desequilíbrio, quando a estrela esgota seu combustível.
Dezenas de painéis ilustrados ajudam o visitante entender as mais importantes descobertas química

TERRA

Com a quebra da ideia dos quatro elementos – terra, ar, água e fogo – começou-se a explorar o quebra-cabeça químico da natureza. O primeiro passo foi entender a diversidade dos produtos da Terra. Em um momento seguinte, os químicos transformaram
Simulação do aquecimento Global
as moléculas, por substituição, adição ou transformação de substâncias criando os produtos sintéticos.

Com a intensificação dos processos de transformação química da matéria orgânica e o crescimento da indústria dos sintéticos, alterou-se o equilíbrio energético da vida na terra, trazendo inúmeras consequências socioambientais com as quais temos que lidar cotidianamente.

Na foto a cima, temos uma amostra de simulação de aquecimento global. O objetivo do experimento é mostrar como funciona a camada de ozônio e sua proteção atmosférica contra os raios ultravioleta emitido pelo sol.
Cientista, Johanna, destaque em pesquisa 'Química Ecológica' no Brasil
CORPO

Os seres vivos, na condição de complexos sistemas químicos estão em interação com o ambiente, que os transforma sem cessar por meio de agentes químicos externos ao corpo vivo.

A doença é exemplo de intromissão da química no corpo. A história do câncer, na sua dupla relação com o indivíduo – o ataque da doença e a busca da cura – está associada a uma das mais importantes parcelas da história da química. A descoberta dos elementos radioativos por Marie Curie no século XX levaram à radioterapia e à quimioterapia — formas atuais de tratamento contra o câncer.
Aparelho medidor de radiação. Na minha mão esquerda, uma pedra com alta concentração de Urânio

Além de aprender bastante com as explicações dos guias, visualizar as dezenas de banners expostas em diversos salões da exposição e vídeos ilustrativos, o visitante também tem a oportunidade de realizar alguns experimentos. Veja as fotos de dois experimentos realizados nesta exposição.
Experimento 1: Destilação simples: Água (H2O) e álcool (C2H6O)
Experimento 2: Inversão Térmica

Então, não deixe de conferir! O Espaço INB de Ciência Tecnologia e Cultura fica na Praça da Catedral, 23 no centro de Caetité/BA, e a entrada é gratuita. A visita de grupos pode ser agendada pelo e-mail espacoinbcaetite@inb.gov.br ou pelo telefone 3454-3600. Horário de funcionamento é de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h; Sábados, das 9h às 12h.
 
Fonte: Folder explicativo da exposição “A Química na história do Universo, da Terra e do corpo”

Feira de Ciências e Matemática 2014

Durante os dias 4 e 5 de novembro acontecerá a 1ª Feira de Ciências e Matemática no colégio Idalice Nunes de Guanambi-Ba. O evento foi organizado por professores, coordenadores, supervisores e bolsistas do PIBID do IF Baiano.

Todo trabalho é por meio de oficinas temáticas que terá como base a metodologia científica, onde será explorado a investigação e a resolução de problemas, sendo que no final serão avaliados todos os trabalhos.

Objetivo Gerais

Proporcionar a comunidade escolar o contato com a pesquisa e a investigação científica visando o desenvolvimento dessas habilidades em sala de aula.

Palestra de Abertura

Para abrir a programação no primeiro dia, foi convidado o estudante de química e palestrante, Firmo Neto, que abordará o tema: "Origens - Relacionando a Ciência com a fé Bíblica". Segundo, Neto, a temática ajudará os alunos a ter uma visão mais crítica sobre as divulgações científicas veiculadas na mídia e também nos livros didáticos.


Fonte: PIBID Idalice

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails