sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Esqueça Adão e Eva; viemos de uma porca e um macaco!

 De acordo com um geneticista, a espécie humana surgiu após uma fêmea de porco ter relações sexuais com um chimpanzé. A afirmação é extremamente controversa e causou polêmica. A alegação é do pesquisador Eugene McCarthy, da Universidade da Geórgia, considerado líder mundial sobre assuntos que envolvam animais híbridos. Ele ressalta que enquanto os seres humanos têm muitas características em comum com os chimpanzés, também temos uma infinidade de coisas que não são compartilhadas com outros primatas. O Dr. McCarthy afirmou que essas características divergentes são, provavelmente, o resultado de uma origem híbrida em algum ponto distante na história evolutiva humana. Além disso, ele sugere que há um animal que tem todas as características que distinguem os seres humanos de nossos primatas no reino animal: “O que é esse outro animal que tem todas essas características? Ele pergunta retoricamente. A resposta é apenas uma: o porco.”

Dr. McCarthy elaborou sua hipótese e surpreendeu o mundo em um artigo publicado no site Macro Evolution. Ele comentou ainda que isso é apenas uma hipótese, mas existem provas [sic] convincentes que podem sustentá-la.

Atualmente, os cientistas supõem que os chimpanzés são mais próximos dos parentes evolutivos dos seres humanos atuais, uma teoria amplamente apoiada pelas evidências genéticas [embora haja controvérsias não mencionadas aqui]. No entanto, o Dr. McCarthy aponta que, apesar da similaridade genética, há um grande número de características anatômicas que distinguem as duas espécies. Essas características distintas, incluindo a pele sem pelos densos, uma espessa camada de gordura subcutânea, olhos claros, nariz saliente e cílios pesados são apenas alguns pontos ressaltados por ele que são compartilhadas com os suínos.

Há também certo número de semelhanças menos óbvias, mas igualmente inexplicáveis, entre os humanos e os porcos, como a estrutura da pele e os órgãos. Na verdade, os tecidos da pele do porco e suas válvulas cardíacas podem até ser usados na medicina devido à semelhança e compatibilidade com o corpo humano.

Ele disse que o porco-chimpanzé original foi, provavelmente, seguido por várias gerações de “backcrossing”, onde os filhos dele viviam entre os chimpanzés e se acasalavam com eles – tornando-se mais como chimpanzés e menos suínos a cada nova geração.

Isso ajuda a explicar o problema da infertilidade dos híbridos. Ele afirma que a crença popular de que os híbridos são sempre estéreis é uma afirmação falsa e que, em muitos casos, eles são capazes de reprodução com companheiros da mesma espécie de um dos pais.

Depois de várias gerações, a cepa híbrida teria se tornado fértil o suficiente para reproduzir entre si.

Evidentemente, a teoria de McCarthy foi alvo de inúmeras críticas por biólogos evolucionistas.

Fonte:
Jornal Ciência, R7

Nota do blog criacionismo: É curioso ver biólogos evolucionistas criticando a teoria da hibridização, enquanto defendem a hipótese da ancestralidade comum de todos os seres. No fim das contas, todos os seres vivos – árvores, baleias, ursos, vermes e humanos – descenderiam de um mesmo organismo unicelular desconhecido, ancestralidade essa que misteriosamente não ficou devidamente “impressa” no registro fóssil. Sinceramente, quando leio sobre essas elucubrações, a história de Adão e Eva me parece ainda mais interessante e lógica. [MB]

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