sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pergunte os meninos e meninas de Darwin, eles têm as respostas!


Porque a ciência não é inimiga da religião

 Quando o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama anunciou em 8 de julho de 2009, que ele iria anunciar o renomado geneticista Francis Collins para ser o novo diretor do National Institutes of Health, alguns cientistas e jornalistas deram suas opiniões de "especialistas" dizendo que um religioso devoto da fé não tinha qualificação para assumir um cargo desse. Alguns em particular, estavam preocupados como um cristão, que acredita em milagres, não seria pessoa certa para comandar o cargo mais importante na ciência dos Estados Unidos. Collins, mesmo assim, foi unânime confirmado pelo Senado dos EUA em 2009 para o cargo, mas a controvérsia aumentou ainda mais o debate entre aqueles que acreditam que os cientistas podem ser bem sucedidos sendo religiosos, onde a ciência e a religião são dois reinos separados capazes de examinar os questionamentos que temos na vida vida e aqueles que acreditam que somente a ciência é o único caminho para entender as verdades do universo.

Um pesquisa feita com os cientistas que são membros da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), conduzida pela Pew Research Center for the People & the Press entre Maio e Junho de 2009, revelou que os membros desse grupo são, menos religiosos que o público em geral. Mas revelou outros dados importantes. De acordo com a pesquisa, 51% dos cientistas acreditam em alguma forma de deidade ou poder superior, mais especificamente 33% deles acreditam em Deus e 18% acreditam em algum espírito universal ou poder superior. Só para título de comparação, 95% dos americanos, na mesma época, acreditavam em algum tipo de deidade ou poder superior. De acordo com a mesma pesquisa, 41% dos cientistas entrevistados não acreditavam em qualquer tipo de deidade, poder superior ou forma sobrenatural. Acesse a pesquisa original aqui.

 Ao contrário do que as pessoas na Internet, Richard Dawkins, Sam Harris, etc., dizem, a maioria dos cientistas americanos não são ateus.

E ao longo da história? Os cientistas tentaram realmente derrubar a religião? Vamos ver o que os mais importantes cientistas ao longos dos séculos tem a dizer sobre isso. Dê um clique aqui e aqui leia!

Fonte: Base blog

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Neurocientistas descobriu novos "mini-computador neural" no cérebro

Uma nova pesquisa está indicando que o cérebro é ainda mais poderoso do que se pensava. A célula nervosa, ou neurônio (ver ilustração), pode ser considerado como tendo entradas e saídas.

A saída básica é um sinal elétrico que percorre a cauda do neurônio chamada axônio. O axónio pode conectar-se a tecidos, tais como o músculo por meio de uma ligação de uma sinapse. A sinapse também pode conectar o axônio para outro neurônio, e isso nos leva a lado da entrada do neurônio. Os ramos de entrada, levando da sinapse para o órgão central do neurônio, são chamados dendritos. Assim, para um dado neurónio, há um certo número de sinais de entrada provenientes dos dendritos, e um número de sinais de saída na extremidade de cauda do axónio.

Mas o que acontece no meio? Além de simplesmente propagar esses sinais elétricos, em algum lugar do neurônio precisa fazer algum processamento dos sinais de entrada, que determina os sinais de saída que são gerados. Como é que este trabalho de processamento, e onde ela ocorre?

A nova pesquisa indica que, embora os dendritos foram pensados ​​principalmente para transmitir sinais, eles também realizam o processamento substancial também. Como disse um dos pesquisadores, explicou:

 Este trabalho mostra que os dendritos, pensado para simplesmente canalizar os sinais de entrada em direção ao SOMA, em vez desempenham um papel fundamental na ordenação e na interpretação da enorme barragem de inputs recebidos pelo neurônio. Dendritos actuam assim como dispositivos de computação em miniatura para detectar e amplificar tipos específicos de entrada.

Ou, como outro pesquisador concluiu: " De repente, é como se o poder de processamento do cérebro é muito maior do que tinha pensado originalmente." Este trabalho, acrescentou, é um pouco como engenharia reversa de um pedaço de tecnologia estrangeira:

    Imagine que você está a engenharia reversa de um pedaço de tecnologia alienígena, e o que você pensava que era a fiação simples acaba por ser transistores que computam informações. Isso é o que este achado é semelhante. As implicações são interessantes para se pensar.

É assim que a ciência funciona, e contradiz a afirmação do evolucionista de que a teoria da evolução é necessária para realizar pesquisas de ciências humanas. Nada poderia estar mais longe da verdade. Pressupostos da evolução não só são desnecessárias, elas ficam no caminho. Ciência analisa a natureza e descobre como ela funciona.

Estes resultados também contradizem a afirmação do evolucionista de que a evolução é um fato, para os evolucionistas não têm explicação, além da vaga e bobo de contar histórias, pois como tal maravilha como o cérebro e seus neurônios poderia ter evoluído. A metafísica torna a evolução um fato, mas do ponto de vista estritamente científico, a evolução é uma teoria bizarra e inane .

Fonte: Darwin's God

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Vida no interior da célula - Mitocôndrias



Juntos, Universidade de Harvard e XVIVO, desenvolveram esta jornada de animação 3D para graduação de Harvard Molecular e Biologia Celular estudantes sobre o mundo microscópico das mitocôndrias.  

A animação destaca a criação de adenosina trifosfato (ATP) - moléculas celulares que armazenam energia química derivada da quebra de alimentos à base de carbono.  

Moléculas de ATP atuar como uma espécie de moeda, dando energia química para alimentar todos os componentes funcionais da atividade celular. Esta peça é o segundo de uma série de animações premiadas XVIVO que está criando para BioVisions, site educativo de Harvard em Harvard. O primeiro programa, Vida Interior da Célula, recebeu aclamação internacional e pode ser visto tanto em nosso site e no site BioVisions.

Cientistas estão perdidos quando se fala em evolução humana

 Não fiquei alheio às notícias sobre a leitura do DNA de humano primitivo de 400.000 anos encontrado em Atapuerca, Espanha:
Cientistas leem o mais antigo DNA de humano primitivo

Cientistas encontram em Atapuerca DNA humano de cerca de 400 mil anos

Cientistas decodificam o mais antigo DNA 'humano'

Razão do meu silêncio? É que há tanta confusão, controvérsia e polêmica entre os maiores especialistas de evolução humana diante das evidências encontradas e interpretações dadas que eu me perguntei se valeria a pena considerar o que foi alardeado pela Grande Mídia.

Desta vez foi muito, mas muito diferente. Por que? Porque foi publicado um artigo na Nature, a publicação científica fundada por Thomas Huxley et al para defender e promover as ideias evolucionárias de Darwin, com esta chamada “Hominin DNA baffles experts” [DNA de hominídeo confunde os especialistas]. É que as peças do quebra-cabeça da evolução humana estão caindo em lugares onde não deveriam cair, contrariando expectativas teóricas. Não seriam expectativas ideológicas???

E o que era fato, Fato, FATO da evolução humana diante das evidências encontradas se torna um mistério “Another ancient genome, another mystery” [Outro genoma antigo, outro mistério]. E pensar que tem darwinista ortodoxo, fundamentalista, xiita, pós-moderno, chique e perfumado a la Dawkins, como Pazza e Tessler que têm a evolução humana como sendo um fato científico tão bem estabelecido quanto à lei da gravidade, que a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO! Ainda continua Mysterium tremendum. Coisa que este blogger vem dizendo há anos! Desde 1998...

 O interessante e inesperado nesta pesquisa de DNA retirado de fêmur de 400.000 anos encontrado em Sima de los Huesos, Atapuerca, na Espanha, é a relação desse hominídeo e os denisovanos que, sabe-se, viveram muito mais recente na Sibéria.

Pela teoria, os ancestrais europeus deveriam ser mais proximamente geneticamente relacionados com os Neanderthais do que com os denisovanos. Foi isso que deixou os pesquisadores “confundidos”. Chris Stringer disse “não é o que eu esperaria [encontrar].” Svante Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, disse “Isso realmente levanta mais perguntas do que respostas.” Digno de nota é a sugestão no artigo de como explicar a evidência que contraria o esperado pela teoria, “pesquisadores interessados na evolução humana estão se esforçando para explicar o elo surpreendente, e todo mundo parece ter suas ideias.”

O que a maior parte da Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin querem é esperança, mas diante das evidências, os especialistas ofereceram somente perplexidade:

Clive Finlayson, arqueólogo do Museu de Gibraltar Museum, considera o mais recente artigo como sendo “moderado e renovador”. Ele disse que as muitas ideias [SIC1] sobre evolução humana têm sido derivadas de amostras limitadas de fósseis e de ideias preconcebidas [SIC 2]. Neste caso, ele afirmou “A genética, para mim, não mente”.

Até Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, admite que ficou surpreso com a última descoberta de sua equipe: “A minha esperança, é claro, é que eventualmente nós não tragamos confusão, mas clareza para este mundo”.

Outras publicações também mostraram terem sido surpreendidas com a descoberta:

National Geographic reportou que isso “embaralha” o quadro da origem humana.

Live Science reportou sobre um “braço misterioso da humanidade.”

Science Now traz Pääbo dizendo que eles pensavam que este genoma seria encontrado na China e não na Europa. Outro paleoantropólogo disse “Isso é muito mais complex do que nós pensávamos.” Vários “especialistas” propõem “cenários” para responder esse enigma, “O que o DNA de denisovano está fazendo em um proto-neanderthal a 7.500 kilômetros da Sibéria?”

A BBC até brincou: da Sibéria para a Ibéria?

A história fica complicada com os diversos grupos incompatíveis cruzando entre si, mas perdendo o DNA que eles ganharam.

O artigo deixou alguns pesquisadores bem frustrados, pois os autores “não chegaram a nenhuma conclusão... Isso não é um grande avanço, deixando todas as hipóteses no ar”, resmungou Emiliano Bruner, do Centro Nacional Espanhol de Pesquisa para Evolução Humana em Burgos.

Ian Tattersal disse, curiosamente: “Tudo o que eu posso dizer é que isso fica cada vez muito mais misterioso.”

Science Daily reportou que parece similar aos primitivos primatas e “Lucy”, mas não com os primatas vivos: “Primatas atuais têm suas histórias evolucionárias longas e independentes, e as suas anatomias modernas não devem ser pressupostas como representando a condição ancestral de nossa linhagem humana”, disse William Jungers, da Escola de Medicina Stony Brook.

PhysOrg reportou que esta espécie (foi chamada de “Homem do Milênio”) se mostrou ser “menos parecida com chimpanzé do que foi pensado.” Ele parece estar descrevendo um arbusto evolucionário e não uma árvore. Então, o que do fato, Fato, FATO da evolução humana pode ser deduzida dos fósseis? Como os cientistas sabem que esses galhos não foram galhos de primatas que simplesmente se extinguiram, e nada tinham a ver com a origem humana?

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: É bom ser vindicado pelas evidências. Muito bom mesmo é ser vindicado pelos evolucionistas HONESTOS! Neste blog sempre mostramos ceticismo saudável e localizado sobre o fato, Fato, FATO da evolução humana alardeado como fato científico assim como a lei da gravidade, como a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO!!!

O nome disso é DESONESTIDADE ACADÊMICA, pois a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falhe...) não é corroborada no contexto de justificação teórica.

Por que nossos alunos do ensino médio não podem ficar sabendo que o fato, Fato, FATO da evolução não é assim uma Brastemp de aceitação entre os cientistas evolucionistas COMPETENTES e HONESTOS???

Fui, nem sei por que, rindo igual ao Gato de Cheshire!!!

Ponto de vista de John Hawks sobre esta questão polêmica e controversa:
The Denisova-Sima de los Huesos connection

P.S.: Este cientista evolucionista não abre espaço para comentários em seu blog. Foi nele, Galera de meninos e meninas de Darwin e alguns cientistas da Nomenklatura científica, que me inspirei. Capice?

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Porque a maioria dos cientistas aceita a evolução?

 Por Marcos Eberlin

Hoje no face me confrontei com a questão: Porque a maioria dos cientistas aceita a evolução?

Sabe o porque? Vou te explicar, porque sou cientista há muitos anos e conheço bem a questão... A ciência hoje é mega-fragmentada... ninguém entende bem toda uma área... ninguém sabe Química em toda a sua "vastidão". Ninguém entende bem biologia em sua abrangência toda... e como a evolução é um processo que, para entendê-la você precisa saber Química, Bioquímica, Genética, Biologia, e até Matemática, para fazer as contas de probabilidade, e Computação, para entender as estratégias do código, e um pouco mais ainda de quase tudo em ciência, ninguém entende bem a evolução... e ai tem um monte de cientista com "c" que se acha, e se achando diz que a evolução - que ele conhece muito bem obrigado- tá mais provado que a gravidade - e como ninguém tem coragem de falar o contrário, pois não tem conhecimento suficiente para perceber as falhas da argumentação- e se percebe não tem coragem de confrontar, pois a tarefa é com certeza tremenda - pois além de requerer muito conhecimento você vai ter que enfrentar toda uma legião de "discípulos", de "inquisidores seculares", os "bulldogs de Darwin", os meus colegas fazem então infelizmente coro com a blablação da evolução, meio sem escolha todos vão no embalo e se juntam ao bloco.

Mas quando alguém que sabe um pouco de Química e Bioquímica, e Genética, e Matemática, como eu sei um pouco, decide se aprofundar ao máximo no assunto, e se dedica com afinco a entender a "coisa horrorosa" ao nível molecular, como o cientista da foto ai que vai a fundo e investiga o DNA e os diversos códigos da Vida - e decide não aceitar provas a la bico de passarinho mas estuda o que o fez o bico mudar - genética e bioquimicamente - descobre o quê? Que a evolução é uma farsa científica monstruosa que se perpetua na Ciência e é "aceita" por boa parcela dos cientistas por conta não de suas evidências científicas, mas da ignorância da maioria dos cientistas quanto a própria teoria, e a incapacidade desses cientistas de entenderem as falácias da evolução, e a confiança então que depositam em seus "colegas", que lhes afirmam ser a "defunta" verdade absoluta, provada por uma "avalanche de dados"...

Evolução, ópio da ciência, trevas da ignorância, que só sobrevive pela força de um paradigma imenso, mas falido! Pela propaganda dos "bispos de Darwin"... pela exclusão da concorrência com definições espúrias do que é e não é ciência, pela difamação - e não refutação- de teorias concorrentes.


Fonte:
Facebook 

MEC diz que criacionismo não é tema para aula de ciências

 O Ministério da Educação tomou posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país. Para o MEC, o modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais (ligados a uma crença religiosa).

"A nossa posição é objetiva: criacionismo pode e deve ser discutido nas aulas de religião, como visão teológica, nunca nas aulas de ciências", afirmou à Folha a secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar.

Apesar do posicionamento, o MEC diz não poder interferir no conteúdo ensinado pelas escolas, pois elas têm autonomia.

Conforme informou o colunista da Folha Marcelo Leite no último dia 30, o colégio Mackenzie (presbiteriano) adotou neste ano apostilas que apresentam o criacionismo nas aulas de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental.

Outras escolas, como as adventistas, por exemplo, praticam opção semelhante.

Teorias

Os criacionistas dizem que o Universo foi criado por um ser superior, assim como os seres vivos. Para eles, a vida é muito complexa para ter surgido sem intervenção sobrenatural.

Essa crença se opõe à teoria da evolução desenvolvida por Charles Darwin, presente nas diretrizes curriculares nacionais, segundo a qual todas as espécies provêm de um ancestral único --e, a partir dele, se diferenciaram, chegando à diversidade atual de seres vivos.

O entendimento do MEC é semelhante ao dos pesquisadores contrários ao criacionismo: o modelo não pode ser considerado teoria científica por não estar baseado em evidências (preceito tido como básico para se definir o que é ciência).

"[O ensino do criacionismo como ciência] é uma posição que consideramos incoerente com o ambiente de uma escola em que se busca o conhecimento científico e se incentiva a pesquisa", afirmou Pilar.

O presidente da Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, Christiano da Silva Neto, tem entendimento diferente.

Para ele, como não há consenso sobre qual teoria está correta, "a maneira mais justa e honesta de lidar com a questão é apresentar ambos os modelos nas aulas de ciências, dando-se destaque aos pontos fortes e fracos de cada um".

Escolas

O criacionismo é ensinado no Colégio Presbiteriano Mackenzie desde 1870, quando a instituição foi fundada.

O conteúdo é abordado no sexto ano do fundamental --para crianças com idade por volta dos 11 anos--, assim como a teoria evolucionista.

Neste ano, no entanto, o colégio passou a adotar um novo material nos três primeiros anos do ensino fundamental. São apostilas com conteúdos didáticos convencionais, onde há a explicação criacionista, mas sem a teoria evolucionista.

Segundo o colégio, nessa idade (por volta dos oito anos) os alunos não estão preparados para aprender o darwinismo. O colégio anunciou que alterará o conteúdo das apostilas, abrandando o caráter religioso, mas manterá o criacionismo.

O Pueri Domus Escolas Associadas, uma rede laica que reúne 160 escolas no Brasil inteiro, algumas com orientação católica ou protestante, também apresenta o criacionismo nas aulas de ciências.

O conteúdo é exposto com o evolucionismo no oitavo ano do ensino fundamental das escolas. Para Lilio Alonso Paoliel-lo Júnior, diretor de conteúdo da rede associada, o objetivo é promover o debate.

"Negativo seria não deixar que a discussão acontecesse. É uma questão de posição pedagógica. O conteúdo é aceito por pais das escolas laicas e das religiosas", diz o diretor.

A visão também é defendida por Maria Lúcia Callegari, orientadora do colégio Santa Maria (zona sul de SP). "Quando falamos sobre o surgimento da vida, abordamos o criacionismo e o evolucionismo. Trabalhamos com pluralidade na ciência, para romper a idéia de uma verdade absoluta."

Na escola, o conteúdo é ensinado para os alunos do quinto ano do ensino fundamental e, segundo ela, não há reclamação de pais por causa do conteúdo.

Fonte: Folha Online

Nota: Leia o comentário do leitor da Folha Online, Armando Pereira:

Senhores:

Não li toda a reportagem. O assunto é tão debatido, que até podemos nos poupar! O que me preocupa é ver pessoas - e até cientistas? - argumentando de que o Criacinismo seria imprório para a Escola, por que não é Ciência! Mas quem lhes ensinou que teoria é ciência?! Eu transfereria de escola evolucionista, tanto um filho, como um meu dependente. Ora, se o próprio professor ignora os "passos para a Ciência (teoria, tese; e, finalmente, a Ciência), como um aluno iria dar os passos para a Ciência de sua Formação?! A crença (Criacionismo); ou uma teoria (evolucionismo), pondero, qual seria a mais util - ou mais inutil, se alguém o quiser - considerando-se o tão sublime Objetivo do Ensino ( formar pessoas, inclusive)?! Coerente é que, se o objetivo é Educar através de Conteúdo consistente - como deve pensar, aliás, todo educador autêntico - jamais deve incutir na mente do educando teorias com ares ou pretensão de ciência! Nessa Visão Pedagocêntrica da Educação, ambos, crença e teoria são imprórios para esse Objetivo!

- Se eu não tivesse escolha, ou se todas as Escolas, ou fossem criacionistas, ou evolucuinistas, sem dúvida optaria pela criacionista! Não se trata de querer "forjar" ares de Ciência ao Criacionismo. Mas é que - desculpem a franqueza - na História, nenhum Crente usou trapaças para impor sua Fé como Ciência! Antes, todo Crente na Criação, é Consciente da Finalidade da sua Fé! Mas, de trapaceiros evolucionistas a História está cheia!

Que os Céus nos Protejam.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Bactéria pode produzir ouro em instantes

De acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade McMaster de Hamilton, no Canadá, a bactéria Delftia acidovorans é capaz de solidificar íons de ouro e criar estruturas sólidas semelhantes à pepitas, com o objetivo de se protegerem do próprio ouro, metal que é letal para sua sobrevivência. O ouro produzido pelas bactérias acaba ganhando uma forma não-tóxica para elas.

Uma bactéria chamada Cupriavidus metallidurans também vive nas mesmas pepitas de ouro, e o metaboliza no interior de suas células, o que também acaba as protegendo contra o metal.

Diferentemente dessas bactérias, a D. acidovorans ejeta uma molécula que precipita os íons de ouro em suspensão na água, criando estruturas sólidas, similares à pepitas. Esse processo leva somente alguns segundos para ser concluído, e ocorre somente quando a bactéria está em temperatura ambiente e em condições de acidez neutra.

Segundo os cientistas, isso é uma prova de que microrganismos têm uma importante função no acúmulo e depósito de ouro na origem de pepitas.

Fonte: HuffingtonPost

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

DARWIN ou MENDEL ?

Charles Darwin a esquerda da foto e Gregor Mendel a direira
Gregor Mendel foi o primeiro cientista a explicar os mecanismos da hereditariedade em um experimento sobre cruzamento de ervilhas publicado em 1866. Com os seus estudos, Mendel comprovou que as características eram determinadas por pares de elementos, herdados de cada um dos genitores e que passavam de uma geração a outra de forma particulada, ou seja, esses elementos permaneciam intactos. Apesar de sua grande relevância, esse trabalho teve pouco impacto na época e passou desapercebido aos estudiosos da evolução por quase meio século, incluindo o próprio Darwin. Com a redescoberta dos trabalhos de Mendel no início do século XX, os elementos envolvidos na herança foram denominados genes e a disciplina que estuda a hereditariedade passou a ser chamar genética.

Os primeiros geneticistas, no entanto, não acreditavam na eficácia da seleção natural como mecanismo evolutivo, mas sim da mutação, que era mais compatível com a herança mendeliana na época . Com isso, no início do século XX, a genética mendeliana e a evolução darwiniana eram incompatíveis, contribuindo para o "eclipse do darwinismo". Enquanto as ideias de Darwin se baseavam em fundamentos errôneos e não testados sobre hereditariedade, como a herança por mistura ou de caracteres adquiridos, as conclusões de Mendel eram fundadas em experimentação cuidadosa. Os trabalhos de Mendel e Darwin só puderam ser reconciliados nos anos de 1930 e 1940 com a chamada Síntese Moderna , que se baseou nos fundamentos da genética de populações desenvolvidos nas décadas anteriores.

RESPOSTA: SE NÃO PODE COM MENDEL, JUNTE-SE A ELE!

Fonte:
Facebook

Conheça o novo elemento: Ununpentium

É hora de definir mais um lugar na tabela periódica: Em 2013, uma equipe internacional de físicos e químicos nucleares encontrado novas provas e confirmando que estabelece um novo elemento químico - um dos crescente família de substâncias superpesados​​.

A equipe criou 30 átomos do elemento 115, disparando um feixe de átomos de cálcio em um pedaço de folha de amerício. O ununpentium radioativo (um nome temporário que significa "um-um-five") existe há apenas uma fração de segundo antes de decair em outros elementos.

Em seguida, os físicos e químicos vai tentar fazer mais do misterioso metal para explorar seus "modos à mesa" - suas propriedades e estrutura.


Fonte: Discover

[Este artigo foi publicado originalmente na imprensa como "Conheça o novo elemento:. Ununpentium"]

domingo, 15 de dezembro de 2013

Gratuitos: “Coleção Educadores”

O Ministério da Educação disponibilizou a Coleção Educadores para download gratuito.

A série conta com 62 livros, sendo 30 sobre pensadores brasileiros, 30 estrangeiros e dois manifestos: “Pioneiros da Educação Nova”, de 1932, e “Educadores”, de 1959.

Concluídas em novembro de 2010, as obras são voltadas para professores, educadores e interessados em geral.

Paulo Freire, Jean Piaget, Antônio Gramsci, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, são apenas alguns dos pensadores abordados nos títulos da coleção.

Confira a coleção completa do portal Domínio Público.

Fonte: Catraca Livre

Os quatro piores alimentos industrializados

Em um mundo cada vez mais globalizado, o tempo vira artigo cada vez mais escasso na vida de muitas pessoas. Às vezes, fica difícil até realizar as atividades mais básicas a qualquer ser humano, como fazer as refeições. É aí que a praticidade ganha terreno. Alimentos industrializados, prontos para o consumo, fazem sucesso, porque são práticos e dispensam muito tempo para o preparo. Mas o custo disso pode ser alto.

Esses alimentos são verdadeiros vilões da vida saudável, contém inúmeras substâncias que podem não só engordar, mas também, colocar em risco à sua saúde. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, um em cada dez adultos tem diabetes – 1,6 milhão de casos são diagnosticados por ano. Além disso, 70% da população é considerada acima do peso. Nós brasileiros também não temos o que comemorar. Hoje, 50% da população está com sobrepeso. Fique atento e conheça alguns dos piores alimentos industrializados, segundo o site Curiosidades Insanas.

1 - NUGGETS

Os nuggets estão no topo da lista dos alimentos industrializados mais consumidos em todo mundo. Muito embora alguns defensores de comida saudável já tenham provado seus males, a maioria das pessoas ignora os fatos e continua comendo esse tipo de gordura. Mas, vamos a realidade: os nuggets são compostos de boa parte de gordura e carboidratos, além do glutamato monossódico, substância que dá aquela vontade de comer sem parar.

Além disso, são processados com a pior parte do frango: olhos, patas, miúdos, bicos, tudo muito rico em gorduras e amônia (sim, amônia!), para evitar a contaminação por bactérias, corantes e aromatizantes.

2 - MIOJO

Criado pelos japoneses após a Segunda Guerra Mundial, o miojo é um dos vilões da vida saudável. Para que o macarrão fique desidratado, daquela forma que encontramos no pacote, ele é pré-cozido e frito. Por isso, possui o triplo de calorias do que o macarrão convencional, além de gorduras trans. Se não bastasse, pesquisas recentes mostraram que o macarrão instantâneo faz mais mal do que se imaginava.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), recentemente, analisou dez marcas de macarrão instantâneo e chegou a uma conclusão assustadora: o tempero em pó de algumas marcas do produto contém mais sódio do que a quantidade indicada para o consumo em um dia inteiro. Miojo, sinônimo de sobrevivência: será?

3 - LASANHA DE MICRO-ONDAS

Os adeptos da comida congelada precisam ficar mais atentos, pois esse tipo de alimento semi-pronto é rico em gordura saturada, ou seja, eleva os níveis do colesterol ruim e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Tais refeições também são ricas em sódio que, em excesso, pode ocasionar aumento da pressão arterial. Além disso, são extremamente calóricos. Uma lasanha de micro-ondas possui, em média, 900 Kcal, quase a metade de calorias que você deve ingerir por dia.

4 - TEMPERO INSTANTÂNEO


Temperar a comida fica muito mais fácil com caldo de carnes ou legumes, não é mesmo? Mas esses cubinhos são quase um “veneno” para sua saúde. Eles contém elevada concentração de sódio e de aditivos químicos – como o glutamato monossódico, responsável por realçar o sabor. Esses aditivos estimulam o paladar, fazem com que as pessoas demorem ainda mais a ficarem satisfeitas, aumentando o prejuízo.

Pior ainda, também há uma suspeita de que o glutamato monossódico possa causar câncer no trato intestinal, além de inúmeros danos à pressão arterial.

Alimentar-se bem é essencial para sua saúde, evite os alimentos citados acima e procure fazer refeições ricas em proteínas, legumes e frutas. Tudo é uma questão de equilíbrio.

Fonte: Eco D

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cientistas descobrem segundo código genético


Há muito tempo os cientistas acreditavam que o DNA diz às células como produzir proteínas. Mas a descoberta de um segundo código secreto de DNA, nesta quinta-feira, sugere que o corpo na verdade fala dois idiomas diferentes.

A descoberta, publicadas na revista Science, pode ter fortes implicações em como especialistas médicos usam os genomas dos pacientes para interpretar e diagnosticar doenças, afirmaram os pesquisadores.

O recém-descoberto código genético, encontrado no interior do ácido desoxirribonucleico, o material hereditário existente em quase todas as células do corpo, foi escrito bem acima do código de DNA que os cientistas já tinham decodificado.

Ao invés de se concentrar nas proteínas, este DNA instrui as células sobre como os genes são controlados.

Sua descoberta significa que o DNA muda, ou que mutações que ocorrem com a idade ou em resposta a vírus podem fazer mais do que os cientistas pensavam anteriormente.

"Por mais de 40 anos, presumimos que as mudanças no DNA que afetam o código genético impactavam unicamente a forma como as proteínas são feitas", disse o principal autor do estudo, John Stamatoyannopoulos, professor associado de ciência do genoma e de medicina da Universidade de Washington.

"Agora nós sabemos que esta suposição básica sobre a leitura do genoma humano está incompleta", afirmou.

"Muitas mudanças no DNA que parecem alterar a sequência das proteínas podem na verdade causar doenças interrompendo programas de controle genético ou inclusive ambos os mecanismos simultaneamente", prosseguiu.

Os cientistas já sabiam que o código genético usa um alfabeto de 64 letras denominado códons. Mas agora os pesquisadores descobriram que alguns desses códons têm dois significados.

Denominados "duons", estes novos elementos da linguagem de DNA só têm um significado relacionado ao sequenciamento proteico e outro que é relacionado ao controle genético.

As últimas instruções "parecem estabilizar certas características benéficas das proteínas e de como são feitas", destacou o estudo. A descoberta foi feita como parte de uma colaboração internacional de grupos de pesquisa conhecidos como projeto Enciclopédia do Elementos de DNA ou ENCODE.

Ele é financiado pelo Instituto Nacional de Pesquisas do Genoma Humano com o objetivo de descobrir onde e como as direções de funções biológicas são armazenadas no genoma humano.

Fonte: Exame.com

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