sábado, 30 de novembro de 2013

GRANDES NOMES CRISTÃOS XLII

Francis Collins (1950 - ) é um geneticista estadunidense, um dos cientistas mais respeitados da atualidade. Foi diretor do Projeto Genoma Humano e um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida.

“O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma”. “Ele pode ser adorado numa catedral ou em um laboratório”.

Nota: Conheça outros grandes nomes cristão aqui!

Jovens ainda preferem ler livros em papel

Formato digital, os e-books, foram preferidos só por 38% dos entrevistados que alegaram gostar de ‘segurar o livro’

A “geração conectada” pode não ter virado as costas para os formatos tradicionais de consumo de produtos culturais como livros, filmes e música. Uma pesquisa feita agência londrina Voxburner, especializada em análise de comportamento jovem, concluiu que o formato em papel dos livros ainda é preferido pela maioria dos jovens (62%), à frente de filmes (48%), jornais e revistas (47%), CDs (32%) e videogames (31%).

“É surpreendente porque nós pensamos nos jovens de 16 a 24 anos muito ligado a seus smartphones e dispositivos digitais”, disse Luke Mitchell, da Voxburner, ao Guardian. As razões apontadas pelos entrevistados se sintetizam em preço (28% dos jovens acreditam que o ebooks deveriam custar a metade do valor atual) e depois a conexão emocional com os livros físicos.

A agência solicitou aos entrevistados que selecionassem frases que expressassem os motivos de preferirem as versões físicas. “Eu gosto de segurar o produto” foi escolhida por 51% deles, e seguida de “Não fico restrito a um dispositivo em particular” (20%), “Posso facilmente compartilhar o livro” (10%), “Gosto do produto (capa, ilustrações)” (9%) e “Posso vender depois de ler” (6%).

Além destes, os comentários espontâneos reúnem os argumentos mais conhecidos como “eu coleciono”, “gosto do cheiro” e até “gosto de estantes cheias”.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Saber que algo é prejudicial e continuar fazendo é uma 'tolice'?

Costumo postar no meu blog Ciência e Fé, estudos, artigos e até mesmo raras matérias publicadas em alguns sites sobre os perigos dos refrigerantes, açucares e estimulantes que podem ocasionar no indivíduo que o ingerem. Você leitor deste blog é testemunha disso.

Hoje, em meu site de relacionamento uma amiga deixou sua opinião (mais para uma ironia do que opinião) quanto ao meu uso de refrigerantes - principalmente a base de cola.

Confesso que foi interessante a sua observação (ironia) e de grande relevância para nossa reflexão, com isso, tive que tentar explicar minhas razões e o por que de tanta publicação no blog ciência e Fé sobre refrigerantes , açúcar e cafeína e a aparente controvérsia da minha parte. Acredito que ao dividir com você as minhas declarações e testemunho, com certeza irá entender todos os motivos.

Para entender melhor todo o contexto, leia antes como tudo começou:

"Vc [Firmo Neto] sabendo disso [malefícios das bebidas com cafeína] e fica tomando né
?? aiai deixa isso pros tolos que sabem que fazem mal e continuam consumindo."



Olá, minha amiga, Grace Oliveira, com certeza a matéria é bombástica e bem convicente e com certeza é muito raro ler estas reportagens nas grandes mídias. Todavia, acredito que por motivos capitalistas os meios de comunicação silenciam em suas publicações e telejornais o referido anuncio. Consequentemente, a população fica desinformada dos perigos que estas bebidas provocam a nossa saúde.

Particularmente, sempre soube que estes produtos (publicada na foto acima) são bebidas ricas em cafeína e açucares que ocasionam energia de imediato ao cérebro, pois todas elas são energéticas e estimulantes. É por este motivo e outros que muitos estudantes e pessoas que trabalham nos horários noturnos tem o costume de ingerir diariamente este tipo de produto. Não diferente da maioria, o USO CONSTANTE destas bebidas tinha como meu objetivo deixar-me mais 'aceso' e acordado até altas horas da noite para puder ter mais concentração nos estudos e na leitura.

Diante disso tudo, a informação que não conhecia e acabei descobrindo com muita leitura de artigos e livros é que: ao indivíduo ingerir diariamente este tipo de substância, principalmente ao longo de sua vida, em minha pesquisa conclui que este ato causará sérios efeitos colaterais em seu organismo como: insônia, aceleração ou irregularidade dos batimentos cardíacos, irritabilidade, agitação e até mesmo dependência.

Percebendo a gravidade que vinha cometendo contra minha saúde ao longo destes anos, tomei a decisão de deixar de ingerir as referidas bebidas e também esta forma de estudar. Digo, deixar esta forma de estudar porque descobrir que nosso organismo também precisa de boas horas de sono (o equivalente a 8 horas) e inclusive, nos horários adequados. Segundo estudos recentes, os horários mais adequado seriam entre 22h00min e 5h00min.

Por conscientizar da importância de ter um estilo de vida saudável, confesso que desde o ano de 2009 venho tomando atitudes para tentar colocar meus hábitos em conformidade com as leis da saúde. Comecei a praticar esportes, alimentar mais de verduras, legumes e frutas e abster alimentos com muitas gorduras, carnes, sorvetes e bebidas como os refrigerantes.  Além disso venho incentivando e alertando outros a fazerem o mesmo aqui neste blog.

Extremos no Regime

Como todo ser humano, no início há sempre aquela impogação na mudança com objetivo de buscar uma melhoria rápida na qualidade de vida. Não diferente, fui muito ao extremo no regime, pois queria chegar logo aos resultados finais. Foram quase dois anos na prática de esporte e sem ingerir nada que vinha de carnes e bebidas como refrigerantes, só tomando água e sucos (sem açúcar, é claro). Infelizmente, não chegaram dois anos.

Todavia, desconhecia que a forma mais correta de se ter uma reforma dietética deve ser progressiva. Em outras palavras: deve ser lenta, gradual, mas constante com substituição de alimentos até que o organismo se adapte ao novo estilo.

No livro, A ciência do bom viver, na página 334, a autora Ellen White afirma: "a reforma de saúde aos extremos fazem frequentemente mais mal dentro de pouco tempo do que  se poderia desfazer em toda uma existência de vida coerente."

Assim, hoje procurando o equilíbrio, o bom censo e a moderação, posso dizer que consigo conciliar com a vida moderna sem o sentimento de culpa que tinha antes. Aos poucos já consegui tirar muitos costumes errôneos que fazia parte da minha vida diária. Mas quanto o dito refrigerante, se não tiver outra opção de bebida mais saudável no local, costumo pedir e tomar socialmente.

Portanto, saber que algo é prejudicial e continuar fazendo é considerado uma 'tolice'? Depende! Pela experiência vivenciada e relatada aqui, poderia dizer que 'tolo' é o homem conhecer e não tentar buscar realizar mudanças nos seus hábitos e comportamentos.

Vale ressaltar que, o verdadeiro sentido da busca por uma alimentação saudável está registrado nos conselhos do apóstolo Paulo: "Quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (I Coríntios 10:31).

O incrível poder da matéria estranha

A matéria estranha, como os cientistas a chamam, é sem dúvida estranha. É diferente de qualquer matéria da Terra. Por um lado, é mais pesada do que a matéria comum que conhecemos, mas isso é apenas o começo. Nossa amada e familiar matéria é organizada. Ela é feita de átomos, que contêm núcleos embalados com prótons e nêutrons.A matéria estranha, como os cientistas a chamam, é sem dúvida estranha. É diferente de qualquer matéria da Terra. Por um lado, é mais pesada do que a matéria comum que conhecemos, mas isso é apenas o começo. Nossa amada e familiar matéria é organizada. Ela é feita de átomos, que contêm núcleos embalados com prótons e nêutrons.

De fato, nossos quarks, que são partículas básicas, estão arrumados dentro dos prótons e nêutrons. Mas, na matéria estranha, não há limites, é apenas um local onde os quarks correm livremente, vagando de cima para baixo e de ponta a ponta. É importante dizer que não sabemos se a matéria estranha existe em qualquer lugar do universo. Isso é um detalhe importante. Físicos surgiram com a ideia da matéria estranha na década de 1970, quando se perguntaram o que aconteceria se os prótons e nêutrons fossem duramente esmagados.

Vamos repetir uma versão semelhante a um experimento teórico, imaginando que temos um átomo de ferro, além de um pistão capaz de esmagá-lo com uma força enorme. Ao comprimir o núcleo do átomo de ferro, acrescentamos energia a seus 26 prótons e 30 nêutrons. Se pressionarmos bastante, os prótons e nêutrons vão colapsar no que eles são feitos: partículas menores chamadas quarks.

Temos então uma confusão de quarks – os tipos de quarks chamados “up” e “down” são os mais comuns. Espremendo-os, eles quarks mudam suas identidades. Alguns vão ficar muito mais pesados e se tornam strange quarks (quarks estranhos). Quando quarks strange se combinam com quarks “up” e “down” em números iguais, a partícula resultante chama-se strangelet, que forma a matéria estranha.
O poder da matéria estranha

A matéria estranha, teoricamente, é capaz de transformar a matéria comum em strangelets. Em outras palavras, tudo o que um strangelet toca (exceto um buraco negro), é transformado em novos strangelets, gerando um cataclísmico efeito cascata capaz de transformar um corpo celeste inteiro em matéria estranha, que o deixaria semelhante a um pudim. [As 10 melhores formas de destruir a Terra]

A matéria estranha está na Terra agora? Os físicos já consideraram. Eles já experimentaram diversos elementos e não encontraram nada. Eles consideraram a possibilidade da criação de matéria estranha em aceleradores de partículas como o LHC, uma vez que poderia colidir núcleos atômicos com força suficiente para derrubar os quarks para fora dos átomos e, potencialmente, converter alguns deles em quarks estranhos. Mas os físicos descobriram que os aceleradores de partículas criam tanto calor que eles iriam derreter potenciais strangelets. A probabilidade da criação de matéria estranha em um acelerador de partículas seria tão baixa como fazer um cubo de gelo em um forno.

Os físicos também se perguntaram se a matéria estranha pode existir no espaço. Alguns acreditam que strangelets podem ter sido criados no início do universo, mas a maioria acredita que a incrível pressão em estrelas de nêutrons pode criar a matéria estranha. [O que é uma estrela de nêutrons?]

No núcleo desses corpos, você tem densidades e pressões grandes o suficiente para formar a matéria estranha. Se a matéria estranha é formada no núcleo, ela iria comer tudo no seu caminho para fora e consumir a estrela. Debaixo de sua crosta, a estrela de nêutrons pode ser  um pedaço de matéria estranha, ou uma estrela estranha. Se duas estrelas estranhas colidirem, elas poderiam enviar matéria estranha no espaço, no qual parte dela poderia vir em direção à Terra.

Como já dito, os físicos não têm certeza se a matéria estranha de fato existe. Além do mais, se a presença da matéria estranha em grandes quantidades for provada, o fato pode ter um efeito profundo sobre as teorias relativas e se o universo é suficientemente denso ou não para, eventualmente, colapsar sob o seu próprio através da gravidade.

Fonte: Mistério do Mundo

Descoberta contradiz teoria do Big Bang

“Embora seja difícil de entender a dimensão deste ‘grande grupo de quasares’ (LQG), podemos dizer com toda a certeza que é a maior estrutura já vista em todo o Universo”, disse o Dr. Clowes, da Universidade Central de Lancashire’s Jeremiah Horrocks Institute. “Isso é extremamente empolgante, porque vai contra a nossa compreensão atual da escala do Universo. Mesmo viajando na velocidade da luz, levaríamos cerca de quatro bilhões de anos para atravessar essa estrutura. Isso é importante não apenas por causa de seu tamanho, mas também porque desafia o princípio cosmológico, que tem sido amplamente aceito desde Einstein. Nossa equipe tem estudado casos semelhantes que agregam ainda mais peso a esse desafio, e vamos continuar a investigar esses fenômenos fascinantes.”

Esse grande grupo de quasares desafia o princípio cosmológico, a suposição de que o Universo, quando visto em uma escala suficientemente grande, tem a mesma aparência, não importa de onde você o esteja observando. A teoria moderna da cosmologia é baseada na obra de Albert Einstein, e depende do princípio cosmológico. O princípio é assumido, mas nunca foi demonstrado através de observações que não gerassem dúvidas.

Quasares são núcleos de galáxias dos “primeiros dias” do Universo. Um único Quasar emite de 100 a 1.000 vezes mais luz e energia do que uma galáxia inteira com 100 bilhões de estrelas. Eles se submetem a breves períodos de altíssimo brilho que os tornam visíveis através de grandes distâncias. Esses períodos são “breves” em termos de Astrofísica, mas na verdade são cerca de 10 a 100 milhões de anos. Desde 1982, tem sido aceito que os quasares tendem a se agrupar em grupos ou “estruturas” de dimensões surpreendentemente colossais, formando os grandes grupos de quasares, ou LQGs, na sigla em inglês.

Para dar uma noção de escala, nossa galáxia, a Via Láctea, está separada de sua vizinha mais próxima, a galáxia de Andrômeda, por cerca de 0,75 Megaparsecs (MPC), ou 2,5 milhões de anos-luz. Grupos de galáxias podem ter de 2 a 3 MPC, porém, os LQGs podem ter cerca de 200 MPC ou mais de diâmetro.

Com base no princípio cosmológico e na moderna teoria da cosmologia, cálculos sugerem que os astrofísicos não poderiam encontrar uma estrutura maior do que 370 MPC. O que eles não esperavam do recém-descoberto LQG é que sua dimensão fosse de 500 MPC. Como esse grupo de quasares é alongado, sua dimensão chega a 1.200 MPC (4 bilhões de anos-luz), cerca de 1.600 vezes maior do que a distância entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda.

A cor de fundo da imagem ao lado indica os picos e depressões na ocorrência de quasares na distância do LQG. Cores mais escuras indicam mais quasares, cores mais claras indicam menos quasares. O LQG é claramente visto como uma longa cadeia de picos indicados por círculos pretos. (As cruzes vermelhas marcam as posições dos quasares em um LQG diferente e menor.) Os eixos horizontais e verticais representam ascensão reta e declinação, o equivalente celeste de longitude e latitude. O mapa cobre cerca de 29,4 por 24 graus no céu, indicando a grande escala da estrutura recém-descoberta.

A equipe publicou seus resultados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fontes: Galeria do Meteorito via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Quando evidências contrárias vão se acumulando, um modelo pode ser revisto ou até descartado (dependendo, é claro, do grau de teimosia de seus defensores, como dizia Thomas Kuhn). Pelo menos na astronomia os pesquisadores parecem ter mais coragem de divulgar dados que contradigam o modelo mais aceito. Infelizmente, quando o assunto é evolução, a tendência dos evolucionistas é ignorar os fatos contraditórios ou reinterpretá-los de acordo com o modelo, salvando a teoria. [Michelson Borges]

Maná ainda cai do céu na África

No ano de 1948, a Revista Adventista publicou no mês de novembro, nas páginas 26 e 27, uma história sobre o maná que havia caído na Missão Adventista da Namba, em Angola, África. Eu era adolescente na época (tinha 15 anos) e lembro que havia lido essa história que muito me impressionou. Agora, mais recentemente, depois de trabalhar por 52 anos na obra adventista como pastor e professor e me aposentar oficialmente em 2008, minha esposa e eu fomos convidados a realizar um trabalho voluntário, como professor nos seminários de Moçambique e Angola. Estivemos em Angola durante o ano escolar de 2010 ensinando algumas matérias no Seminário Adventista de Huambo, capital da Província de Huambo. Certo dia, enquanto conversávamos com o pastor Teodoro Elias, presidente da União de Angola, ele nos contou que na Missão Adventista de Namba, ainda hoje, caía algum maná desde aquela ocasião, em 1939. Ficamos empolgados e curiosos, e pedimos-lhe para ver o lugar, mesmo que não caísse maná naquele dia, pois haviam nos informado que o maná continuava caindo às quartas-feiras e às sextas-feiras, e como dávamos aulas naqueles dias da semana, não poderíamos ver o fenômeno.

O pastor Teodoro foi muito gentil em conseguir a ajuda de um de nossos irmãos, que tinha um carro 4X4 (carros comuns não conseguem chegar até lá). No dia 14 de novembro de 2010, ele nos levou até a Missão, numa viagem de cerca de 160 quilômetros. Após três horas de viagem (somente a metade do percurso é pavimentada, o restante é uma trilha na montanha), chegamos à missão. Alguns irmãos estavam colhendo batatas e fomos muito bem recebidos com boas-vindas de todos. Quando dissemos que havíamos vindo para ver o lugar onde caía o maná, um dos irmãos nos disse: “Hoje pela manhã caiu um pouco de maná e penso que ainda há alguma coisa lá.”

Corremos para ver com os próprios olhos esse incrível milagre e, realmente, lá estava. Espalhados sobre o solo e sobre as folhas de grama e arbustos havia uma porção de flocos brancos semelhantes a flocos de pipoca. Colhemos alguns e começamos a comer. Enquanto isso, lágrimas rolavam pela nossa face, tocados que fomos por uma emoção intensa. Minha esposa dizia: “Que privilégio ver, tocar, colher e experimentar o que o povo de Israel havia provado por 40 anos há cerca de 3.500 anos.”

O gosto é realmente conforme descrito na Bíblia: “Sabor de bolos de mel.” Essa foi realmente uma experiência fantástica e empolgante!

Procuramos, então, verificar se não haveria uma explicação natural para o fenômeno. Primeiro notamos que caia numa pequena área atrás da igreja. Os irmãos estavam concluindo a reconstrução do templo que fora destruído pela guerra civil que se abateu sobre Angola por mais de 30 anos, e agora, mediante a contribuição de igrejas de além-mar, podiam ter outra vez um templo. Então pensamos que talvez fosse algo que caía das árvores de eucalipto que há lá, mas, quando verificamos que também caía na grama e nos arbustos onde não havia eucalipto, descartamos essa hipótese.

Perguntamos aos irmãos mais antigos a respeito dessa história e nos contaram que de modo semelhante ao início, quando caiu da primeira vez, também no período da guerra civil, durante a estação seca em que nada se produzia, eles também colhiam o maná, tendo assim algo para comer. No entanto, quando Savimby, o líder revolucionário, tomou nossa Missão da Namba para fazer dela um quartel para seus soldados e nossos irmãos tiveram que fugir, o maná não mais caiu.

No fim da guerra, tão logo a propriedade foi devolvida pelo governo à nossa igreja, e nossos irmãos puderam voltar e começar a reconstruir a missão que fora arrasada pelos revolucionários, o maná voltou a cair. Agora, ao terem eles seu próprio alimento (naquele dia estavam colhendo de batatas que dão em abundância), o maná continua caindo em pequena quantidade.

Outro fato digno de nota é que ninguém vê o maná cair. Quando amanhece o dia, lá estão os flocos. Pode ser que Deus queira dizer que eles não têm nada a temer, pois Ele ainda é Aquele que cuida de Seu povo.

Colhemos algumas amostras do maná para mostrar aos nossos irmãos no Brasil, quando voltamos, no fim do ano de 2010. Contamos para alguns irmãos e eles experimentaram e acharam o maná apetitoso. Deixamos alguma amostra na sede da Sociedade Criacionista Brasileira, em Brasília, e o presidente, Dr. Ruy Vieira, nos sugeriu que levássemos parte da amostra para um dos melhores laboratórios de espectrometria de massa no Brasil, localizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para fazerem uma análise.

O Dr. Marcos Eberlin e seu associado, Marcos A. Pudenzi, mostraram-se interessados e gratuitamente fizeram uma profunda análise do material e concluíram com um relatório que demonstra que a amostra é composta “principalmente de oligossacarídeos, constituídos por hexose (C6H12O6); mais açúcar, pequenas quantidades de compostos nitrogenados e óxidos de elementos metálicos adequados para a alimentação humana... Boa fonte de nutrientes para a dieta humana”. Esses óxidos eram de potássio, cálcio, fósforo, ferro, silício, enxofre e cobre. Todos esses elementos, como carbono, hidrogênio e nitrogênio, que estão presentes no açúcar e nas proteínas, têm função importante no metabolismo humano. Não são somente aceitáveis, mas essenciais para o funcionamento do organismo.

No e-mail que nos enviou, o Dr. Eberlin afirma que é muito provável que os flocos sejam maná.

Quão grande Deus é o nosso Deus! “Bem aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor.”

Fontes: Criacionismo via Pastor Gerson Pires de Araújo

Leia também a reportagem publicada no site Gospel Mais (aqui) e o relatório da Unicamp (aqui).

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Richard Dawkins rejeita o registo fóssil

Por volta de 1950, o registro fóssil não era amigo de Darwin. Hoje, passados 150 anos, o registro fóssil também já não é amigo de Richard Dawkins. Darwin disse: “Porque todas as coleções de restos fósseis não disponibilizam evidências claras da transição gradual e das mutações entre as formas de vida?” A pergunta era difícil de evitar – o elefante na sala –, mas também era perturbadora, visto que Darwin reconheceu que o registro fóssil poderia confirmar ou refutar sua teoria: “Se se puder demonstrar a existência de um órgão complexo que nunca se poderia formar através de modificações pequenas, graduais e sucessivas, minha teoria entraria em colapso absoluto.” Darwin reconheceu também o seguinte: “A singularidade das formas específicas [o registro fóssil] e o fato de elas não estarem misturadas em inúmeros elos de transição é uma dificuldade óbvia.”

Em seu livro The Panda’s Thumb, o paleontólogo evolucionista Stephen Jay Gould reflete sobre a frustração de Darwin e ressalva: “O registro fóssil causou mais preocupação do que alegria a Darwin.” Deparando-se com evidências tão pobres, e até evidências contrárias, Darwin evitou o problema alegando que “apenas uma pequena porção da superfície da Terra já foi geologicamente explorada.” A “explicação” dele manteve viva a esperança de que explorações futuras desenterrariam os sempre esquivos “inúmeros elos de transição”.

As coisas não mudaram muito durante os últimos 150 anos. “Precisamos de mais fósseis”, suplicou Dawkins, em seu livro de 2009, The Greatest Show on Earth. Ao voltar as costas ao registro fóssil, Dawkins avançou com o conceito das “evidências comparativas”: “Tal como eu sugeri no princípio deste capítulo, as evidências comparativas sempre foram mais convincentes do que o registro fóssil.”

Independentemente do que as “evidências comparativas” sejam (Dawkins não as definiu), ele está rejeitando o registro fóssil como evidência essencial em favor da teoria de Darwin. “Não precisamos dos fósseis para demonstrar que a evolução é um fato.” Segundo Dawkins, o registro fóssil deveria ser retirado da sua posição dentro do debate, até mesmo um dos mais notórios ícones evolutivos, o Archaeopteryx. Em seu livro The Greatest Show on Earth, Dawkins afirma: “Aguentar um simples fóssil famoso como o Archaeopteryx é dar espaço para um argumento falacioso.”

Quando Darwin estava desesperado por encontrar os “inúmeros elos de transição”, ele rapidamente se voltou para o [então] recentemente descoberto Archaeopteryx (imagem ao lado). Para Darwin, o Archaeopteryx emergiu como a evidência-chave que fazia a conexão entre os répteis e os pássaros: “Mesmo o espaçoso intervalo entre as aves e os répteis foi demonstrado recentemente [por Huxley] como estando parcialmente unido de uma forma inesperada, pela avestruz e pelo extinto Archaeopteryx.”

Durante a parte final do século 20, a rejeição do Archaeopteryx como um elo perdido entre os répteis e as aves começou a ganhar apoio entre os paleontólogos. Segundo Larry Martin (paleontólogo de vertebrados e curador do Museu de História Natural e do Biodiversity Research Center, da Universidade do Kansas), “o Archaeopteryx não é ancestral de qualquer grupo moderno de aves”.

O estatuto de “elo perdido” do Archaeopteryx é apenas uma ilusão, e, segundo Henry Gee (paleontólogo e biólogo evolutivo e editor- sénior da prestigiada revista Nature), uma história para crianças.

Abandonar o Archaeopteryx como fóssil transicional é, na verdade, apenas a ponta do iceberg do mais amplo problema que o registo fóssil constitui para a teoria da evolução. Em seu livro intitulado The Evolution of the Long-Necked Giraffe, o geneticista Wolf-Ekkehard Lönnig (Max-Planck Institute, na Alemanha), tal como Dawkins, ressalva de modo cândido o fato de que “a série gradual de intermediários, segundo Darwin os entendia, nunca existiu nem nunca vai existir”.

Tempos atrás, a evolução era uma teoria em crise; hoje a evolução está em crise e vazia de uma teoria. Sem as evidências do registro fóssil, segundo o próprio Darwin, “minha teoria entraria em colapso absoluto”.

Conclusão: a rejeição do registro fóssil por parte de um dos últimos proponentes hardcore do gradualismo evolutivo assinala o fim da era darwiniana, e serve para ressalvar ainda mais a natureza filosófica (e não científica) da teoria da evolução.

Uma coisa se torna cada vez mais aparente: os evolucionistas não têm qualquer compromisso com o gradualismo de Darwin, mas, sim, com o naturalismo. Para o evolucionista comum, qualquer mecanismo serve, desde que seja “natural” – isto é, que possa ser usado contra quem defende a criação Divina.





Fonte: Darwinismo

Leia mais sobre Richard Dawkins aqui.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

[Fotos] I Simpósio Baiano Sobre as Origens 15 e16 de Novembro 2013

 
 
Nota: Nas próximas semanas o NUBEPO estará disponibilizando os DVDs do I Simpósio Baiano Sobre as Origens em seu site: www.nubepo.org      Aguardem!

domingo, 10 de novembro de 2013

Evolucionistas afirmam falhas na teoria

Douglas H. Erwin
"Nós últimos anos cada elemento deste paradigma tem sido atacado. Preocupações sobre as fontes de inovação evolucionária e descobertas sobre como evolui o DNA tem levado alguns cientistas a propor que as mutações, e não a seleção, é que conduzem o grosso da evolução, ou pelo menos os principais episódios da inovação, como a origem dos principais grupos de animais, inclusive os vertebrados."

"As transições entre as espécies documentadas pelo registro fóssil pareciam ser abruptas, talvez abruptas demais para serem explicadas pela Síntese Moderna. Se sido fosse geralmente verdade, isso poderia tornar irrelevante muito da seleção natural ocorrendo dentro das espécies, porque assim como as mutações são produzidas aleatoriamente no que diz respeito às necessidades de uma espécie, com a seleção moldando isso em novas adaptações, novas espécies podem evoluir aleatoriamente com a seleção de espécies moldando-as em tendências evolutivas. Este desafio foi saudado com menos do que louvor  pelos biólogos evolucionistas estudando mudanças dentro de uma espécie. A confusão resultante ainda está por desaparecer. Mas, o trabalho mais recente corta bem próximo do fundamento da Síntese Moderna, e é mais potencialmente revolucionário, porque aborda a questão fundamental de como realmente novas coisas acontecem na história da vida. O que provocou a origem dos animais, ou a invasão terrestre."

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Debate: O criacionismo deve ter espaço na universidades?


 
Nota: Entrevistas com o teólogo e arqueólogo Rodrigo Silva e com o físico Leandro Tessler, acadêmicos que estiveram no centro da discussão sobre o tema, após o cancelamento do Fórum de Ciência e Filosofia das Origens, que aconteceria na Unicamp.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mentes abertas x Medo de novas ideias

Oi, amigo e minha amiga, você já sabe da novidade? A teoria da evolução está falida. Acabou! Isso mesmo que você leu. Darwin está no banco dos réus. CIENTISTAS do mundo todo, inclusive aqui no Brasil, revelaram a Caixa Preta de Darwin. Agora a macroevolução virou estorinha para criança dormir!

Acredito que você deve estar se perguntando: se é assim; cadê os meios de comunicação para anunciar o falecimento desta teoria que hoje é incapaz de explicar a origem do Universo e da Vida? E porque as universidades ainda continuam doutrinando com unhas e dentes um paradigma falida e que está em processo de profundas revisões?

Olha, costumo sempre ouvir desculpas como: "Desing Inteligente é uma linha melhorada do criacionismo" ou ainda, "ciência e fé não se mistura" ou "Deus não entra no meio acadêmico". Oras, não foi assim que nossos primeiros pais da ciência moderna nos ensinou - diga-se de passagem, todos eram cristãos. Argumentos como estes são fracos, antigos e pobres desculpas para quem quer discutir filosofia e ciência.

Sou persistente neste assunto e não canso a pensar: será que este tanto receio de não enterrar esta velha teoria é por causa da tão aguardada revelação e sonhada revisão da SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, que foi estendida para o ano de 2020? Será que é isso??? Mesmo assim, por que não debater estas evidências ou controvérsias em fóruns e simpósios? Ao contrário disso, cancelam eventos como ocorreu na UNICAMP no mês passado (17/10) e recusaram convites de grandes eventos como o que ocorreu no I Simpósio Baiano sobre as Origens que acontecerá em Vitória da Conquista - BA, nos dias 15 e 16 de novembro de 2013.

De todas estas incertezas levantadas acima, de uma coisa eu sei, quem se inscrever no I simpósio Baiano sobre as Origens (www.nubepo.org), além de estar participando da maior discussão científica de todos os tempos, sairá de lá diferente da forma como entraram. Como Einstein mesmo dizia: "a mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original". Não tenha medo de descobrir novas ideias! [Firmo Neto]

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Eu penso, logo sou perigoso!

 Eu penso, logo sou perigoso!

É por isso que este blogger e outros críticos de paradigmas falidos são odiados pela Nomenklatura científica e pela Galera dos meninos e meninas de Darwin. Eles defendem com unhas e dentes paradigmas falidos e em processo de profundas revisões - mas que eles se negam debater publicamente, e covarde e desonestamente como acadêmicos, nem abordam em outras instâncias.

O nome disso é 171 epistemológico! Darwin morreu! Viva Darwin! E que venha logo a nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada/Estendida, que vai ser anunciada somente em 2020! Durma-se com um barulho desses, ensinam nas universidades que, assim como o avião "rejeita" o vácuo, a Ciência com C maiúsculo rejeita o VAZIO EPISTÊMICO.

Pergunta causticaste deste blogger - sob qual referencial teórico está sendo feita a biologia evolucionária, vez que a Síntese Evolutiva Moderna já foi para a lata do lixo da História da Ciência? Abracadabra? Cartas de baralho? Tarô? Horóscopo? Entranhas de animais?

A ciência com C maiúsculo não anda de mãos dadas com a mentira. Os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar. Infelizmente, o que vemos hoje em dia, em flagrante desonestidade acadêmica da Nomenklatura científica, prevalece a máxima de Dobzhansky quando esteve no Brasil - As evidências? Que se danem as evidências, o que vale é a teoria! Seus alunos ainda vivos se recusam falar sobre isso...

Pobre ciência onde o livre debate de ideias - que realmente provoca o avanço da ciência - é proibido nas universidades...


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

sábado, 2 de novembro de 2013

A inscrição foi prorrogado


A vida na terra surgiu por acaso

A origem da vida na Terra ainda é um grande mistério. Os pesquisadores não sabem dizer como ocorreu seu surgimento a partir de conjuntos de produtos químicos inanimados. Isso porque é difícil saber quais produtos existiam há mais de três bilhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] – mas podemos estudar as biomoléculas que temos hoje para descobrir mais sobre o assunto. Máquinas moleculares presentes nas células, misturadas com produtos químicos gordurosos, formam uma versão primitiva de membranas celulares – o estudo dessas máquinas, por exemplo, pode ser uma descoberta fantástica que irá explicar como a vida se formou na Terra e como pode se formar em outros planetas [mesmo estudando máquinas moleculares os pesquisadores relutam em falar do Projetista dessas máquinas].

Em 1987, o Prêmio Nobel de Química foi dado a Donald J. Cram, que demonstrou como moléculas complexas podem executar funções muito precisas. Um dos comportamentos dessas moléculas é chamado de auto-organização, pois vários produtos químicos diferentes se juntam graças às muitas forças que atuam sobre eles, formando assim uma máquina molecular que permite a execução de tarefas complexas [complexidade e “software” de auto-organização. O que isso lhe sugere?]

Pasquale Stano e seus colegas da Universidade de Roma (Itália) estavam interessados em utilizar esse conhecimento para investigar as origens da vida. Para tornar as coisas simples, eles escolheram um conjunto que produz proteínas [se escolheram, se valeram de inteligência e organização, o que, de modo algum, sugere aleatoriedade e acaso, como desejam provar]. Esse conjunto é constituído de 83 diferentes moléculas de DNA, programadas [programação pressupõe um programador] para a produção de uma proteína fluorescente verde, que pode ser observada com um microscópio confocal. Esse conjunto só produz proteínas quando as moléculas estão próximas o suficiente a ponto de reagir uma com a outra. Porém, quando o conjunto é diluído com água, elas não podem mais reagir. É esse um dos motivos para o interior das células ser cheio.

Tentando recriar essa aglomeração molecular para entender a origem da vida, Stano adicionou um produto químico chamado POPC à solução diluída. Moléculas gordurosas, tais como a POPC, não se misturam com água, e quando colocadas no líquido, formam automaticamente os chamados lipossomas, que possuem uma estrutura parecida com a das membranas de células vivas, por isso são bastante utilizados para o estudo da evolução das células.
Com o estudo, Stano relatou que cinco em cada mil lipossomas tinham todas as 83 moléculas necessárias para a produção da proteína. Esses lipossomas produziram uma grande quantidade da proteína GFP e brilharam verde sob um microscópio.

Cálculos computacionais revelam que, mesmo por acaso, cinco lipossomas em mil não poderiam ter juntado todas as 83 moléculas do conjunto – a probabilidade calculada é essencialmente zero, o que significa que algo bastante singular está acontecendo.

Stano e os outros pesquisadores da sua equipe ainda não entenderam por que isso aconteceu. Pode ainda ser um processo aleatório que um modelo estatístico possa explicar [a esperança nunca morre...]. É possível que essas moléculas particulares estejam adequadas para esse tipo de automontagem por já estarem altamente evoluídas [o que piora a situação num cenário de moléculas mais simples, como propõe a teoria da evolução]. Um próximo passo importante é descobrir se moléculas semelhantes, mas menos complexas, são capazes de repetir o mesmo efeito.

Independentemente das limitações, o experimento de Stano demonstrou pela primeira vez que a automontagem em células simples pode ser um processo físico inevitável [sim, mas ainda permanece o enigma: Como teria surgido a primeira célula capaz de automontagem?]. Descobrir exatamente como isso acontece significa dar um grande passo para a compreensão de como a vida no planeta Terra se formou [não tem jeito: na cabeça deles a vida simplesmente “se formou”, e não consideram outra possibilidade mais lógica: a de que vida somente provém de vida, como demonstrou cientificamente Louis Pasteur].

Máquinas moleculares: Moléculas que fabricam moléculas

 Uma nova revolução industrial começa a ser preparada de forma silenciosa e invisível no interior de vários laboratórios de nanotecnologia ao redor do mundo. São as nanofábricas, onde as linhas de montagem, que só podem ser vistas pelo microscópio, imitam a forma como as moléculas são feitas na natureza. E uma das máquinas moleculares artificiais mais avançadas já construídas acaba de ser apresentada pela equipe do Dr. David Leigh, da Universidade de Manchester, no Reino Unido. “Essa máquina usa moléculas para fazer moléculas em um processo sintético que é similar à linha de montagem robotizada dos automóveis”, explica o pesquisador. “Essas máquinas poderão tornar os processos de fabricação de moléculas muito mais eficientes e baratos. Isso irá beneficiar todos os tipos de fábricas, já que a maioria dos produtos feitos pelo homem começa no nível molecular. Por exemplo, nós atualmente estamos modificando nossa máquina para que ela possa fabricar penicilina”, complementa o pesquisador.

A máquina molecular, que mede apenas alguns milionésimos de milímetro, foi inspirada no ribossomo, essencialmente uma máquina molecular natural encontrada em todas as células vivas. O ribossomo é uma organela que fabrica proteínas enzimas para os seres vivos - ele faz isso juntando aminoácidos.

Bartosz Lewandowski, idealizador da máquina molecular artificial, usou um rotaxano, uma molécula que já foi usada para fabricar nanomotores, nanoválvulas e até uma memória para computadores moleculares. O rotaxano consiste em um pequeno anel preso a um bastão. Ao deslizar ao longo do bastão, a molécula captura os aminoácidos que os pesquisadores colocam em seu caminho.

O protótipo da máquina molecular conseguiu juntar três aminoácidos para fabricar alguns miligramas de peptídeos - na verdade, são trilhões de máquinas funcionando simultaneamente. “O ribossomo pode juntar 20 blocos por segundo até que 150 deles estejam ligados. Até o momento, nossa máquina consegue juntar até quatro blocos, e ela leva 12 horas para conectar cada bloco”, contextualiza Leigh. “Mas você pode tornar esse processo maciçamente paralelo: nós já estamos usando 1.018 dessas máquinas em paralelo em nosso laboratório para fabricar moléculas”, acrescenta.

O próximo passo é construir máquinas capazes de lidar com um número maior de peças, para fabricar moléculas mais complexas, sobretudo moléculas artificiais não encontradas naturalmente.

Fonte: criacionismo via Inovação Tecnológica

Nota do blog criacionismo: Curioso como os seres humanos se maravilham com seus feitos que consistem em imitar a criação de Deus (leia também isto), mas não reconhecem a Inteligência por trás dos mecanismos e processos que eles copiam! Se Deus fosse cobrar copyright... Imagine que alguém lhe dissesse que uma fábrica é fruto do acaso, de ajuntamentos aleatórios de peças metálicas, cabos elétricos e outras tantas partes. O que você pensaria? E se alguém lhe dissesse que as nanofábricas criadas pelos pesquisadores são, também, resultado de forças naturais que dispensam a inteligência criadora? Mas o que dizer, então, do ribossomo, muito mais eficiente que as máquinas moleculares sintéticas (20 blocos por segundo contra quatro blocos a cada 12 horas)? Há quem diga que design inteligente não é ciência, que não se pode fazer ciência a partir dessa teoria – mas e quando a ciência imita o design inteligente? Pelo visto, a abertura da “caixa-preta de Darwin” continuará maravilhando o observador atento e inspirando muito “plágio” por aí, nos laboratórios.[MB]

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