terça-feira, 1 de outubro de 2013

Evolucionistas “detonam” o ensino da ciência

Evolucionismo acima da biologia
No ano 2005, um cativante e inteligente estudante de graduação chamado Bryan Leonard estava prestes a defender sua tese de doutoramento na Ohio State University (OSU). Leonard, que tinha um mestrado em Biologia, ensinava essa disciplina numa escola pública usando um plano de ensino aprovado pelo estado local – plano de ensino esse que exibia as evidências a favor e contra a teoria da evolução. Sua tese de doutoramento analisava os benefícios pedagógicos do ensino da evolução darwiniana dessa forma objetiva.

Quando alguns biólogos evolucionistas da universidade local souberam do tema da tese, escreveram uma carta protestando contra a defesa da tese de Leonard, alegando que “não existem dados científicos válidos que colocam em causa a macroevolução” e que, como tal, o ensino dos problemas da teoria da evolução era um ato “antiético” e uma “deseducação deliberada”.

Segundo os evolucionistas, portanto, ensinar aos alunos que existem fraquezas científicas dentro da teoria neodarwiniana é uma forma de investigação experimental “antiética”.

Um dos biólogos evolucionistas que se insurgiu com a tese de Leonard foi Steve Rissing (na foto).

Steve Rissing
Eventualmente, Bryan Leonard foi ilibado das acusações repugnantes e artificias, mas isso não impediu o Dr. Rissing de voltar à carga com mais sugestões e com uma nova causa pró-darwiniana e anticiência: Rissing quer que os estudantes passem menos tempo aprendendo sobre biologia celular (e biologia molecular) de modo que possam investir mais tempo aprendendo sobre a teoria da evolução. Uma nota de imprensa da OSU cita Rissing, na qual ele diz que a forma de criar “um publico cientificamente mais instruído” é desviando a atenção deles da biologia molecular para a teoria da evolução.

“Esses estudantes estão recebendo muita informação sobre a mitose da divisão celular por parte de seus livros, quando deveriam estas estudando coisas como a medicina personalizada, a teoria da evolução e o impacto das alterações climáticas.”

Ou seja, os estudantes deveriam deixar de lado o estudo da operacionalidade das células em favor do estudo da teoria da evolução e das alterações climáticas. [O fato de evolucionistas colocarem o ensino da teoria da evolução como algo mais importante que o ensino da ciência demonstra de forma clara como o vínculo deles não é com a ciência, mas, sim, com Darwin. Para um evolucionista, é mais importante que o aluno tenha fé na teoria da evolução do que saiba como funciona a célula.]

No artigo publicado pela Life Sciences Education, Rissing fornece exemplos específicos do que ele pensa estar errado, lamentando o fato de uma edição do livro escolar Campbell’s Biology disponibilizar apenas nove espécies dentro da evolução dos hominídeos, omitindo espécies tais como Orrorin tugenensis, Sahelanthropus tchadensis e Australopithecus anamensis.

Na nota de imprensa, Rissing denota preocupação com o fato de que, sem os fósseis, “alguns estudantes podem pensar que as evidências em favor da teoria da evolução não são tão fortes como o são” – porque, como se sabe, seu propósito é que os estudantes aceitem a teoria da evolução.

Mas Rissing não se apercebe de que a estratégia não funcionará de acordo com seus planos, visto que os restos fósseis das espécies mencionadas acima – das quais ele se queixa – estão (1) desaparecidos, (2) fragmentados e (3) incompletos. Em alguns casos, certas características contradizem a árvore evolutiva padrão dos hominídeos. De fato, esses fósseis pouco fazem para solidificar o caso em favor da teoria da evolução. É bem mais provável que os estudantes “acreditem” na teoria da evolução se essa “evidência” decepcionante for deixada de lado.

Fonte: Evolution News, via Darwinismo

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