terça-feira, 17 de setembro de 2013

Micróbios ETs podem ter colonizado a Terra [?]

Os ETs podem estar entre nós. Ou, pelo menos, as bactérias ETs. Um novo estudo acaba de demonstrar que criaturas unicelulares embarcadas no interior de meteoritos podem sobreviver à entrada na atmosfera terrestre e seu subsequente impacto na superfície.

O trabalho, coordenado por Dina Pasini, da Universidade de Kent, no Reino Unido, foi apresentado durante o Congresso Europeu de Ciência Planetária, na semana passada. Ela usou uma espécie de alga unicelular oceânica chamada Nannochloropsis oculata, inserida em pequenas pelotas congeladas.

Foi quase uma sessão de tortura microbiana. Com uma pistola de pressão, ela disparou os projéteis a velocidades extremamente altas, na direção de um corpo d’água. Aí foi ver se alguma coisa sobreviveu ao impacto.

“Como você poderia esperar, aumentar a velocidade do impacto aumenta a proporção de morte das algas”, explica Pasini. “Mas mesmo a 6,93 km/s [cerca de 25 mil km/h], uma pequena proporção delas sobreviveu. Esse tipo de velocidade de impacto seria o que você esperaria se um meteorito atingisse um planeta similar à Terra.”

O trabalho vem se juntar a um corpo já respeitável de estudos que mostram que formas de vida simples podem se transferir de um corpo celeste a outro pegando carona em meteoritos. Ben Weiss, do MIT, já demonstrou em 2000 que meteoritos originários de Marte, como o famoso ALH 84001 (que supostamente teria sinais de bactérias marcianas, embora a comunidade científica hoje duvide disso), podem atravessar o espaço e chegar à Terra sem ser completamente esterilizados.

Estudos como o de Weiss mostram que rochas e gelo podem proteger formas de vida no interior do meteorito de perigos espaciais como radiação e variação térmica. Mesmo na entrada atmosférica, só a camada exterior da rocha superaquece, enquanto o interior permanece praticamente na mesma temperatura.

É a hipótese da panspermia — a vida se transfere de um planeta a outro — ganhando cada vez mais força. Recentemente, outro cientistas respeitável, Steve Benner, sugeriu que a vida terrestre pode ter surgido em Marte antes de se instalar por aqui.

A essa altura, é muito cedo para afirmar qualquer coisa a esse respeito. Ainda não compreendemos suficientemente a origem da vida para dizer onde e como ela pode ter acontecido.

De todo modo, há um jeito de testar a hipótese: encontrando formas de vida em Marte. Ao compará-las às terrestres, será fácil identificar um parentesco — se houver.

Claro, se fosse fácil achar vida em Marte, já teria sido feito…

Fonte: Mensageiro Sideral

Nota: Observe as partes que destaquei em negrito. Pergunto: por que fazer este alarde todo se ainda não tem certeza se a vida veio mesmo do espaço? E pior ainda, por que e pelo qual motivo que a ideia da panspermia ganha cada vez mais força no meio científico se ainda ninguém tem certeza de nada?

Caros leitores, não precisamos pensar muito para ter estas respostas. Para quem acompanha de perto o declínio do evolucionismo é notório perceber que os cientistas naturalistas hoje - mais do que nunca - precisam e procuram urgentemente outra explicação - mais plausível - sobre o surgimento da vida, pois já é de esperar por todos que esta velha teoria não sustentará por muito tempo no meio acadêmico. A cada dia, teóricos evolucionistas abandonam a velha tese para acreditar em uma mais nova explicação para o surgimento da vida: o Desing Inteligente.

Portanto, acreditam-se (Neo-darwnistas) que exportar a problemática teórica evolucionista para outro planeta é a melhor forma de mascarar ou solucionar esta questão de vez.

Sem dúvidas outras matérias deste tipo virão com mais frequência nas grandes mídias, pois agora é a vez dos Ovnis e ETs [FN]

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