terça-feira, 17 de setembro de 2013

A hipocrisia dos evolucionistas

Os evolucionistas são um grupo ideológico incoerente, e essa incoerência não é algo marginal e periférico, mas algo que é consequência da sua visão do mundo. Comparemos a questão da liberdade acadêmica de dois países: num deles, quando a sua hegemonia se encontra ameaçada, os evolucionistas apelam para a liberdade acadêmica. Noutro país, eles negam essa mesma liberdade àqueles que querem debater os méritos do evolucionismo. A Turquia, com os seus governos razoavelmente seculares, mas com uma população largamente islâmica, tem dúvidas em relação a Darwin. Segundo a Science Now, os líderes desse país encontram-se relutantes em promover a teoria da evolução, que eles consideram controversa, como a “cola de todas as ciências biológicas”. Além disso, o governo bloqueia (ocasionalmente) certos sites educacionais de teor evolucionista, e dificulta o acesso a conferências evolucionistas alegando que “uma vez que a teoria da evolução ainda seja tópico em debate, a forma como os organizadores representam a comunidade/o país é bastante questionável”.

Isso deixou alguns acadêmicos darwinistas furiosos, visto que eles esperavam que o governo Turco financiasse uma recente conferência pró-evolução feita para os estudantes. No seu protesto, eles apelaram à liberdade de expressão e à liberdade de investigação (semelhante à liberdade acadêmica): “Isso abre um precedente perigoso”, afirmou Akçay. “Hoje, pode ser uma escola de verão, mas amanhã pode ser um jovem pesquisador em busca de uma docência (inglês: ‘tenure’).” E isso se encontra dentro de uma preocupante e cada vez mais grave tendência nos círculos acadêmicos e na sociedade em geral rumo a uma limitação da liberdade de expressão e liberdade de investigação. Mas nos EUA os darwinistas ficam encantados com o fato de a liberdade acadêmica ser negada a todos aqueles que lançam críticas à teoria da evolução.

A Nature, juntamente com a NCSE, suspirou de alívio quando cinco estados americanos adotaram padrões científicos que irão ensinar a ciência climática e a teoria da evolução de um modo dogmático, proibindo as iniciativas que visavam a conferir liberdade acadêmica a quem quer que levantasse críticas a essas teorias. As novas diretrizes científicas, apoiadas pelos evolucionistas, dão início à doutrinação unilateral, “muito antes da escola secundária”. Eles “recomendam o ensino da teoria da evolução muito antes de os alunos começarem a receber aulas de biologia no ensino secundário, fase em que muitos estados abordam conceitos como a seleção natural e a adaptação”.

Nos últimos dois meses, os oficiais educacionais de Rhode Island, Kentucky, Kansas, Maryland e Vermont aprovaram esses padrões escolares pró-evolução após votação vencida com grande margem. Pelo menos mais cinco estados – Califórnia, Florida, Maine, Michigan e Washington – podem adotar os mesmos padrões durante os próximos meses.

“Whew”, diz Minda Berbeco, directora da National Center for Science Education de Oakland, Califórnia. “Por enquanto, tudo corre bem.” A adoção rápida das diretrizes tem sido surpreendente, mas bem vinda para muitos apoiadores. A teoria da evolução tem sido um tópico controverso já há algumas décadas, esticando até 1925, ano do “julgamento do macaco” em Tennessee, onde o estado processou o professor secundário John Scopes por violar a lei que proibia o ensino da teoria da evolução. Na última década, aqueles que se colocam contra a teoria da evolução tentaram instalar leis em favor da “liberdade acadêmica” que permitiriam o ensino do criacionismo lado a lado com a teoria da evolução.

A referência ao criacionismo é uma “mentira careca”, uma vez que nenhuma das propostas de lei em favor da liberdade acadêmica prescreve o ensino do criacionismo. O que essas medidas tencionam é um ensino honesto da teoria da evolução, incluindo os pontos fortes e os pontos fracos, ou a proibição da penalização aos educadores que resolvem fazer isso mesmo [...]. De qualquer modo, a teoria da evolução é a única teoria permitida no currículo. Nem mesmo o Discovery Institute recomenda propostas de lei que requeiram o ensino do design inteligente.

Conclusão:

Os evolucionistas são hipócritas, como se pode ler por essa notícia. De certo modo, os evolucionistas são como os marxistas, que lutam pela “liberdade” até eles obterem o poder total. Mas, quando eles o obtêm, negam a liberdade aos outros. Mais engraçado ainda é que os evolucionistas nem são bons darwinistas, uma vez que sua forma de censura se encontra em oposição direta aos conselhos de Charles Darwin: só se pode obter um resultado justo após a declaração e a ponderação dos fatos e argumentos dos dois lados de cada questão. Ou seja, sempre que os evolucionistas usam a censura como forma de defender sua frágil fé na teoria da evolução, eles estão agindo de um modo que nem Darwin aprovaria.

Fontes: Creation-Evolution Headlines, via Darwinismo

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