sexta-feira, 27 de setembro de 2013

I Simpósio Baiano Sobre as Origens

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Terremoto cria nova ilha no Paquistão

Ilha "instantânea" no Mar da Arábia
Um enorme terremoto de magnitude 7,7 atingiu o centro-sul do Paquistão nesta terça-feira (24) à tarde, hora local. O porta-voz da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (NDMA) local, Kamran Zia, afirmou que as forças de segurança paquistanesas já contabilizaram 65 mortos em decorrência do terremoto, embora oficialmente o número de vítimas fatais ainda esteja em 33. As estatísticas são da tarde de terça, horário do Brasil [ontem, a contagem de mortos já indicava 300 vítimas fatais]. Os sismólogos também confirmaram que o terremoto acabou criando uma nova ilha, com cerca de 10 a 12 metros de altura, ao largo da costa paquistanesa. O abalo aconteceu a 69 quilômetros da cidade de Awaran, província do Baluchistão, em uma área relativamente próxima ao litoral do país.

A ilha recém-formada se localiza a cerca de 800 metros da costa de Gwadar, no Mar da Arábia. Já há informações (do jornal International Herald Tribune, pertencente ao The New York Times) de que uma verdadeira multidão está reunida no local para observar a mais nova ilha rochosa do mundo. Algumas fontes alegam que ela possui 30 metros de comprimento.

Não é incomum que terremotos dessa magnitude mudem a paisagem da região, ou mesmo deformem a forma do planeta. Em 2010, um abalo sísmico de magnitude 8,8 no Chile criou novas linhas costeiras no país e mudou a forma da Terra o suficiente para encurtar nossos dias em uma fração de segundo. [...]

Abdul Qadoos, vice-presidente da Assembleia do Baluchistão, disse à agência de notícias Reuters que pelo menos 30% das casas do distrito de Awaran desmoronaram. A cidade mais populosa do Paquistão, Karachi, de mais de 13 milhões de habitantes, também pode ter sido afetada pelo terremoto. Há relatos de que o tremor foi sentido até mesmo nos países vizinhos, como na capital indiana de Nova Déli.

O USGS divulgou um resumo científico da natureza do terremoto, em que o serviço explica que o terremoto ocorreu como resultado do movimento inclinado de deslizamento da crosta em profundidade rasa. “O local e o mecanismo do terremoto estão de acordo com a ruptura que existe dentro da placa da Eurásia, acima da zona de subducção Makran”, consta a nota.

Ainda de acordo com o UDGS, o evento ocorreu dentro da zona de transição entre a região da zona de subducção (uma área de convergência de placas tectônicas, onde uma das placas desliza para debaixo da outra) da placa da Arábia, sob a placa da Eurásia, e a zona de colisão da placa da Índia, com a placa da Eurásia.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Apenas um terremoto foi capaz de criar uma ilha quase instantaneamente (mais ou menos como ocorreu em Surtsey). Então imagine do que seria capaz uma catástrofe global que envolvesse muitos abalos sísmicos, tremendas inundações e tsunamis varrendo o mundo! Toda a topografia do planeta seria drasticamente alterada em questão de horas, dias e semanas, sem serem necessários os alegados milhões e bilhões de anos da geologia convencional. [Michelson Borges]

Filósofo explica por que deixou de ser ateu

A revista Veja de 13/7 publicou entrevista interessante com o filósofo Luiz Felipe Pondé, de 52 anos. Responsável por uma coluna semanal na Folha de S. Paulo e autor de livros, Pondé costuma criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, o filósofo também é estudioso de teologia e considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular. Pondé diz que “a esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta”. Sobre sexo, ele diz: “Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.”

Leia aqui alguns trechos da entrevista:

Por que a política não pode ser redentora?

O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem sem responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.

Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?

Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.

Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?

Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo.

Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.

O senhor acredita em Deus?

Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?


Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Fonte:  CACP

Fórum na Unicamp discute a origem do Universo e da vida

Tentativas de desvendar os mistérios que envolvem a origem do Universo sempre foram uma preocupação da humanidade. Diante disso, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), através da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS) e da Agência Para a Formação Profissional da Unicamp (AFPU), promove, no dia 17 de outubro, das 9 às 17 horas, no Centro de Convenções da Universidade, o 1ª Fórum de Filosofia e Ciência das Origens. O evento reunirá estudiosos do tema, como o geólogo Nahor Neves de Souza Jr., o físico Russell Humphreys, o jornalista Michelson Borges, o químico Marcos Eberlin e o arqueólogo Rodrigo Silva.

O Dr. Eberlin abrirá o fórum com a palestra “A química do Universo e da Vida”, e fará uma abordagem científica sobre as evidências que a química do Universo e dos seres vivos apresentam para responder a questão “De onde viemos?”. Em seguida, o Dr. Humphreys falará sobre o livro Starlight and Time no qual trata de uma teoria baseada no modelo relativístico de Einstein sobre a origem do Universo. Na palestra seguinte, o Dr. Nahor discursará sobre “Modelos em geociências: aspectos científicos e metafísicos”. O Dr. Rodrigo tratará do tema “O relato das origens e as remotas tradições sumerianas” e mostrará evidências de que a Arqueologia ajuda a iluminar o mistério das origens humanas. Encerrando o ciclo de palestras, antes da sessão de perguntas, o jornalista Michelson apresentará o tema “A cobertura midiática da origem da vida” e ilustrará o assunto com casos que exemplificam a cobertura da mídia sobre a origem da vida no Brasil e no mundo, e suas consequências sociológicas.

Clique aqui para fazer sua inscrição gratuita, e aqui para conhecer melhor os palestrantes.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cafeína atrasa desenvolvimento cerebral de adolescentes

Adolescentes que bebem muita cafeína podem ter o desenvolvimento do cérebro afetado, segundo cientistas suíços. Crianças e jovens adultos que consomem o equivalente a três xícaras de café - três latas de energético ou aproximadamente uma garrafa de cola - podem estar reduzindo a quantidade de sono profundo e consequentemente prejudicando o desenvolvimento cerebral, mostrou o Daily Mail.

Humanos e outros mamíferos têm padrões de sono mais intensos na puberdade e seus cérebros amadurecem mais rápido neste período. Entretanto, cientistas que exploram os efeitos da cafeína em ratos descobriram que o processo de amadurecimento no cérebro do roedores era atrasado quando associado ao consumo das bebidas.

O estudo foi financiado pela fundação Nacional de Ciência da Suíça, preocupada com o consumo de cafeína por crianças e adolescentes, que aumentou cerca de 70% nos últimos 30 anos.

Pesquisadores da Universidade do Hospital Infantil de Zurich, descobriram que, em ratos na puberdade, a ingestão de cafeína - equivalente a três a quatro xícaras de café por dia em humanos - resulta em sono profundo reduzido e num desenvolvimento cerebral atrasado.

- O cérebro das crianças é extremamente plástico, devido às muitas conexões, e quando ele começa a amadurecer durante a puberdade, um grande número das conexões são perdidas - afirmou Reto Huber, autor do estudo. - Essa otimização provavelmente ocorre durante o sono profundo. Sinapses chave se estendem, enquanto outras são reduzidas, o que torna a rede mais eficiente e o cérebro mais poderoso.

Fonte: O Globo.

sábado, 21 de setembro de 2013

Ingleses dizem ter provas de vida alienígena que veio parar na Terra

IMAGEM DO MÊS - Uol notícias
Cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, apresentaram imagens que seriam de vida alienígena que veio parar na Terra. Segundo o grupo, as partículas foram captadas após um experimento que soltou um balão na estratosfera, a 27 quilômetros de altitude, durante a chuva de meteoros Perseidas, que ocorreu em agosto passado. A descoberta considerada "revolucionária" foi publicada no periódico Journal of Cosmology nesta quinta-feira (19). Se achar interessante, continue lendo aqui.

Fonte: Uol notícias

Nota: Parece baboseira, mas é! No entanto, daqui para frente as grandes mídias enfatizaram mais este tipo de informação.Como já tinha afirmado ainda nesta semana. Há uma necessidade de explorar esse campo, pois os naturalistas precisam de uma saída para dar credibilidade a sua tese. Confira mais detalhes aqui e aqui.

Para você que é crente nas Escrituras Sagradas, você sabe que a 'chapa' vai esquentar ainda mais daqui para frente. Se antes eles tinham uma hipótese, hoje eles já encontraram provas, amanhã veremos sinais no céu, no sol, na lua e nas estrelas. Não duvide! Como disse o próprio Cristo: são sinais do tempo do fim!

A coisa está ficando tão séria que existe até Fórum Mundial de Ufologia. Veja o Vídeo de apresentação aqui, em novembro deste ano o Brasil vai receber o V Fórum Mundial de Ufologia. [FN]

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

I Simpósio Baiano sobre as Origens - dias 15 e 16 de novembro

Nota: Inscrições aqui.

Ciência confirma: ateísmo é antinatural

O Dr. Justin Barrett, um pesquisador sênior do Centre for Anthropology and Mind, da Universidade de Oxford, alega que os jovens possuem uma predisposição para acreditar num Ser Supremo porque assumem que tudo o que existe no mundo foi criado com um propósito. Ele afirma que as crianças têm fé mesmo quando não foram ensinadas pelas escolas ou pela família; ele alega também que, se as crianças fossem criadas sozinhas numa ilha deserta, acabariam por acreditar em Deus. Falando para a BBC Radio 4, Barrett afirmou: “A preponderância de evidências científicas recolhidas durante os últimos dez anos mostrou que há muito mais coisas embutidas no desenvolvimento natural das mentes infantis do que pensávamos – incluindo uma predisposição para ver o mundo natural como algo criado e com um propósito, e para ver algum tipo de Inteligência por trás desse propósito. Se colocássemos um grupo de crianças numa ilha e elas crescessem isoladas do resto do mundo, e sozinhas, acho que elas acabariam por acreditar em Deus.”

Numa palestra a ser dada no Instituto Faraday da Universidade de Cambridge, [...] o Dr Barrett citará experiências psicológicas levadas a cabo com crianças que ele afirma demonstrarem que elas instintivamente acreditam que quase tudo foi criado com um propósito. Num dos estudos, foi perguntado a crianças com seis e sete anos o porquê da existência do primeiro pássaro, ao que elas responderam: “Para fazer música bonita”, e “Porque serve para tornar o mundo mais agradável”.

Outra experiência levada a cabo com bebês de 12 meses sugeriu que eles ficaram surpreendidos por ver um filme em que uma bola rolante aparentemente criou uma pilha de blocos organizada a partir de uma pilha de blocos desorganizada.

O Dr. Barrett afirmou que existem evidências de que aos quatro anos as crianças entendem que, embora alguns objetos possam ser feitos pelos seres humanos, o mundo natural é diferente. Ele acrescentou que isso significa que as crianças são mais suscetíveis de acreditar no criacionismo do que na teoria da evolução, apesar do que lhes possa ser dito pelos pais ou professores.

O Dr. Barrett disse ainda que alguns antropólogos apuraram que em algumas culturas as crianças acreditam em Deus mesmo quando o ensino religioso lhes foi barrado.

O desenvolvimento normal e natural das mentes infantis faz com que elas sejam mais suscetíveis à criação divina e ao design inteligente. Em contraste, a teoria da evolução é antinatural e relativamente difícil de acreditar.

Fonte:criacionismo via The Telegraph

Nota do blog Darwinismo: "Aparentemente, o cérebro humano está construído para ver propósito e ordem no mundo natural – algo que rapidamente nos leva para outra dimensão de existência, uma vez que essa ordem e esse propósito nunca poderiam ser autoimpostos. Portanto, sempre que um militante ateu alega que ‘todos nós nascemos ateus’, ele está a fazer uma declaração que contradiz as evidências. Obviamente que se pode dizer que essas experiências foram feitas com crianças com seis ou sete anos, ou com as de 12 meses (e não com recém-nascidos), mas é difícil aceitar que essa inclinação natural do cérebro humano seja algo ensinado ou instalado pela sociedade. Aliás, o próprio Dr. Barrett sugere que isso é algo inato e imutável. O que o ateísmo e a teoria da evolução fazem no cérebro humano é rejeitar a natural tendência humana de ver um propósito e uma causa nos efeitos naturais, e acreditar que o Universo em si é um efeito sem causa – um sistema sem um Engenheiro –, algo que é, usando a palavra do texto acima, antinatural. Convém ressalvar que só porque uma coisa é ‘difícil de acreditar’ isso não a torna falsa. O que o texto acima mostra é que o argumento ‘todos nascemos ateus’ é cientificamente falso."

terça-feira, 17 de setembro de 2013

XV Seminário A Filosofia das Origens

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Realização: Sociedade Criacionista Brasileira

Local: Campo Grande – MS

Data: 22 a 24 de novembro de 2013

Inscrições e informações aqui!

A hipocrisia dos evolucionistas

Os evolucionistas são um grupo ideológico incoerente, e essa incoerência não é algo marginal e periférico, mas algo que é consequência da sua visão do mundo. Comparemos a questão da liberdade acadêmica de dois países: num deles, quando a sua hegemonia se encontra ameaçada, os evolucionistas apelam para a liberdade acadêmica. Noutro país, eles negam essa mesma liberdade àqueles que querem debater os méritos do evolucionismo. A Turquia, com os seus governos razoavelmente seculares, mas com uma população largamente islâmica, tem dúvidas em relação a Darwin. Segundo a Science Now, os líderes desse país encontram-se relutantes em promover a teoria da evolução, que eles consideram controversa, como a “cola de todas as ciências biológicas”. Além disso, o governo bloqueia (ocasionalmente) certos sites educacionais de teor evolucionista, e dificulta o acesso a conferências evolucionistas alegando que “uma vez que a teoria da evolução ainda seja tópico em debate, a forma como os organizadores representam a comunidade/o país é bastante questionável”.

Isso deixou alguns acadêmicos darwinistas furiosos, visto que eles esperavam que o governo Turco financiasse uma recente conferência pró-evolução feita para os estudantes. No seu protesto, eles apelaram à liberdade de expressão e à liberdade de investigação (semelhante à liberdade acadêmica): “Isso abre um precedente perigoso”, afirmou Akçay. “Hoje, pode ser uma escola de verão, mas amanhã pode ser um jovem pesquisador em busca de uma docência (inglês: ‘tenure’).” E isso se encontra dentro de uma preocupante e cada vez mais grave tendência nos círculos acadêmicos e na sociedade em geral rumo a uma limitação da liberdade de expressão e liberdade de investigação. Mas nos EUA os darwinistas ficam encantados com o fato de a liberdade acadêmica ser negada a todos aqueles que lançam críticas à teoria da evolução.

A Nature, juntamente com a NCSE, suspirou de alívio quando cinco estados americanos adotaram padrões científicos que irão ensinar a ciência climática e a teoria da evolução de um modo dogmático, proibindo as iniciativas que visavam a conferir liberdade acadêmica a quem quer que levantasse críticas a essas teorias. As novas diretrizes científicas, apoiadas pelos evolucionistas, dão início à doutrinação unilateral, “muito antes da escola secundária”. Eles “recomendam o ensino da teoria da evolução muito antes de os alunos começarem a receber aulas de biologia no ensino secundário, fase em que muitos estados abordam conceitos como a seleção natural e a adaptação”.

Nos últimos dois meses, os oficiais educacionais de Rhode Island, Kentucky, Kansas, Maryland e Vermont aprovaram esses padrões escolares pró-evolução após votação vencida com grande margem. Pelo menos mais cinco estados – Califórnia, Florida, Maine, Michigan e Washington – podem adotar os mesmos padrões durante os próximos meses.

“Whew”, diz Minda Berbeco, directora da National Center for Science Education de Oakland, Califórnia. “Por enquanto, tudo corre bem.” A adoção rápida das diretrizes tem sido surpreendente, mas bem vinda para muitos apoiadores. A teoria da evolução tem sido um tópico controverso já há algumas décadas, esticando até 1925, ano do “julgamento do macaco” em Tennessee, onde o estado processou o professor secundário John Scopes por violar a lei que proibia o ensino da teoria da evolução. Na última década, aqueles que se colocam contra a teoria da evolução tentaram instalar leis em favor da “liberdade acadêmica” que permitiriam o ensino do criacionismo lado a lado com a teoria da evolução.

A referência ao criacionismo é uma “mentira careca”, uma vez que nenhuma das propostas de lei em favor da liberdade acadêmica prescreve o ensino do criacionismo. O que essas medidas tencionam é um ensino honesto da teoria da evolução, incluindo os pontos fortes e os pontos fracos, ou a proibição da penalização aos educadores que resolvem fazer isso mesmo [...]. De qualquer modo, a teoria da evolução é a única teoria permitida no currículo. Nem mesmo o Discovery Institute recomenda propostas de lei que requeiram o ensino do design inteligente.

Conclusão:

Os evolucionistas são hipócritas, como se pode ler por essa notícia. De certo modo, os evolucionistas são como os marxistas, que lutam pela “liberdade” até eles obterem o poder total. Mas, quando eles o obtêm, negam a liberdade aos outros. Mais engraçado ainda é que os evolucionistas nem são bons darwinistas, uma vez que sua forma de censura se encontra em oposição direta aos conselhos de Charles Darwin: só se pode obter um resultado justo após a declaração e a ponderação dos fatos e argumentos dos dois lados de cada questão. Ou seja, sempre que os evolucionistas usam a censura como forma de defender sua frágil fé na teoria da evolução, eles estão agindo de um modo que nem Darwin aprovaria.

Fontes: Creation-Evolution Headlines, via Darwinismo

Micróbios ETs podem ter colonizado a Terra [?]

Os ETs podem estar entre nós. Ou, pelo menos, as bactérias ETs. Um novo estudo acaba de demonstrar que criaturas unicelulares embarcadas no interior de meteoritos podem sobreviver à entrada na atmosfera terrestre e seu subsequente impacto na superfície.

O trabalho, coordenado por Dina Pasini, da Universidade de Kent, no Reino Unido, foi apresentado durante o Congresso Europeu de Ciência Planetária, na semana passada. Ela usou uma espécie de alga unicelular oceânica chamada Nannochloropsis oculata, inserida em pequenas pelotas congeladas.

Foi quase uma sessão de tortura microbiana. Com uma pistola de pressão, ela disparou os projéteis a velocidades extremamente altas, na direção de um corpo d’água. Aí foi ver se alguma coisa sobreviveu ao impacto.

“Como você poderia esperar, aumentar a velocidade do impacto aumenta a proporção de morte das algas”, explica Pasini. “Mas mesmo a 6,93 km/s [cerca de 25 mil km/h], uma pequena proporção delas sobreviveu. Esse tipo de velocidade de impacto seria o que você esperaria se um meteorito atingisse um planeta similar à Terra.”

O trabalho vem se juntar a um corpo já respeitável de estudos que mostram que formas de vida simples podem se transferir de um corpo celeste a outro pegando carona em meteoritos. Ben Weiss, do MIT, já demonstrou em 2000 que meteoritos originários de Marte, como o famoso ALH 84001 (que supostamente teria sinais de bactérias marcianas, embora a comunidade científica hoje duvide disso), podem atravessar o espaço e chegar à Terra sem ser completamente esterilizados.

Estudos como o de Weiss mostram que rochas e gelo podem proteger formas de vida no interior do meteorito de perigos espaciais como radiação e variação térmica. Mesmo na entrada atmosférica, só a camada exterior da rocha superaquece, enquanto o interior permanece praticamente na mesma temperatura.

É a hipótese da panspermia — a vida se transfere de um planeta a outro — ganhando cada vez mais força. Recentemente, outro cientistas respeitável, Steve Benner, sugeriu que a vida terrestre pode ter surgido em Marte antes de se instalar por aqui.

A essa altura, é muito cedo para afirmar qualquer coisa a esse respeito. Ainda não compreendemos suficientemente a origem da vida para dizer onde e como ela pode ter acontecido.

De todo modo, há um jeito de testar a hipótese: encontrando formas de vida em Marte. Ao compará-las às terrestres, será fácil identificar um parentesco — se houver.

Claro, se fosse fácil achar vida em Marte, já teria sido feito…

Fonte: Mensageiro Sideral

Nota: Observe as partes que destaquei em negrito. Pergunto: por que fazer este alarde todo se ainda não tem certeza se a vida veio mesmo do espaço? E pior ainda, por que e pelo qual motivo que a ideia da panspermia ganha cada vez mais força no meio científico se ainda ninguém tem certeza de nada?

Caros leitores, não precisamos pensar muito para ter estas respostas. Para quem acompanha de perto o declínio do evolucionismo é notório perceber que os cientistas naturalistas hoje - mais do que nunca - precisam e procuram urgentemente outra explicação - mais plausível - sobre o surgimento da vida, pois já é de esperar por todos que esta velha teoria não sustentará por muito tempo no meio acadêmico. A cada dia, teóricos evolucionistas abandonam a velha tese para acreditar em uma mais nova explicação para o surgimento da vida: o Desing Inteligente.

Portanto, acreditam-se (Neo-darwnistas) que exportar a problemática teórica evolucionista para outro planeta é a melhor forma de mascarar ou solucionar esta questão de vez.

Sem dúvidas outras matérias deste tipo virão com mais frequência nas grandes mídias, pois agora é a vez dos Ovnis e ETs [FN]

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

I Simpósio Baiano sobre as Origens - 15 e 16 de novembro

Nota: Inscrições aqui!

Inseto tem mecanismo parecido com engrenagem

Para registrar o funcionamento das engrenagens no corpo do inseto, o pesquisador conseguiu capturar imagens em um vídeo. Conforme o animal se prepara para saltar, é possível ver os dentes da engrenagem se encaixando. Em seguida, o animal impulsiona as patas em um movimento rápido e certeiro, como podemos ver no vídeo.
Engrenagens são estruturas vastamente utilizadas pelo homem. Desde relógios até motores de carros contam com as rodas denteadas para ajudar no seu funcionamento. No entanto, estudos recentes realizados com um inseto indicam que talvez a natureza [!] tenha sido a verdadeira responsável por criar o mecanismo. Um novo estudo descobriu que os insetos da espécie Issus coleoptratus são as primeiras criaturas vivas a possuir engrenagens funcionais. As estruturas foram encontradas nas patas traseiras do inseto e servem para sincronizar seus movimentos na hora do pulo. “Pelo meu conhecimento, essa é a primeira demonstração de engrenagens funcionais em um animal”, declarou Malcolm Burrows, professor emérito de Neurobiologia na Universidade de Cambridge, na Inglaterra.


 Os pesquisadores notaram que cada uma das pernas do inseto apresenta entre 10 e 12 dentes que estão associados ao trocanter – estrutura que corresponde ao espaço entre a coxa e o fêmur. Esse mecanismo já havia sido descoberto e descrito em 1957, mas ninguém provou que as engrenagens seriam estruturas funcionais, afirma Burrows.

As pernas traseiras dos insetos podem ser organizadas de duas maneiras. Os gafanhotos e as pulgas, por exemplo, têm pernas que se movem em planos diferentes nas laterais de seus corpos. Já outros insetos saltadores – como é o caso do Issus – têm pernas que se movem abaixo do corpo em um mesmo plano.

No segundo grupo de insetos, as patas precisam estar firmemente agrupadas. “Se houver uma pequena diferença de tempo entre as pernas, então o corpo do inseto começa a girar”, explica o pesquisador.

As engrenagens sincronizam o movimento das pernas traseiras em até 30 microssegundos de diferença – que é uma velocidade muito superior a que o sistema nervoso consegue alcançar, como já mostraram alguns estudos.

Burrows também notou que às vezes as engrenagens passam nulas umas pela outras, mas quando elas se encaixam, as pernas entram em sincronia. Ao fazer o experimento com um Issus morto, o pesquisador notou que ao puxar uma das pernas do inseto, a outra se estendia rapidamente.

Fonte: Mega Curioso via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Quando foi encontrado apenas um pedaço de engrenagem no meio de carvão, ninguém ousou supor que o objeto fosse resultado de “forças naturais”. A evidência a favor do design inteligente foi tão forte, que houve até quem supusesse que aquela peça pudesse ter caído de uma nave alienígena (confira)! Se fosse encontrada, digamos, em Marte uma engrenagem como a do Issus coleoptratus, duvido que um astronauta fizesse menção da “natureza” ou do “acaso” como originadores daquilo. Por que, então, o inseto seria fruto de “forças cegas” ou de processos evolutivos não guiados? [Michelson Borges]

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Inscrições abertas! I Simpósio Baiano Sobre as Origens


Revista desconversa quando o assunto é evolução

Na seção de cartas da revista Superinteressante deste mês foi publicada a opinião do leitor Walmir: “Sou assinante e gostaria muito de manifestar minha insatisfação com a posição desta revista em defender a ideia (sem nenhuma prova) de que o homem tenha vindo do macaco. Na seção Ideia Visual (agosto), o texto diz que ‘um chimpanzé macho, nosso parente mais próximo, não olharia duas vezes para a mulher’. Acredito que uma revista tão conceituada não deve manifestar sua posição pessoal sobre um fato não comprovado.”

E a revista respondeu: “Walmir, nós nunca dissemos que o homem ‘veio’ do macaco, mas que o chimpanzé é o seu parente mais próximo – somos descendentes de um ancestral comum, como fica claro pela teoria da evolução, que é um modelo científico sólido. Agora, se a sua religião não permite que você acredite na teoria da evolução, não tem problema algum, temos pleno respeito por todas as religiões. Achamos que a Bíblia é um documento histórico belíssimo, mas, na hora de falar de ciência, ficamos mesmo com A Origem das Espécies.”

Preciso dissecar a resposta, já que eles conseguem espalhar tantas “pérolas” em tão poucas linhas:

1. Super repete a máxima evolucionista: “O homem não veio do macaco.” Tá, isso a gente já sabe. Mas se o ser humano e os chimpanzés são primos e vieram de um suposto ancestral comum, duvido que ele tenha sido (se tivesse existido) um tipo de galinha. Teria que ser um tipo de... macaco. E até hoje há debates sobre qual teria sido esse suposto ancestral comum. É leviandade afirmar que isso é um “fato estabelecido”, mesmo que se apele para os alegados 90 e tantos por cento de semelhança genética entre chimpanzés e humanos, o que também é discutível (confira). Alias, já apontaram semelhanças genéticas entre humanos e anêmonas! E até porcos.

2. Super não respeita o leitor e afirma que o chimpanzé é parente dele, ignorando sua opinião.

3. Como assim “a teoria da evolução é um modelo científico sólido”? Qual teoria da evolução? A macroevolução ou a microdiversificação? Diversificação étnica humana e variações entre cães e tentilhões, por exemplo, são fato e permanecem na categoria da diversificação de baixo nível (ou “microevolução”). Humanos e macacos provindo de hipotéticos ancestrais comuns (ou mesmo toda a biodiversidade atual tendo origem num ser unicelular desconhecido que teria vivido bilhões de anos atrás), isso é mera especulação hipotética oriunda da mentalidade naturalista, ou seja, é filosofia sem amparo científico (empírico). Quem está por dentro das discussões intramuros sabe que a teoria da evolução não se trata de um “modelo científico sólido”. Darwinistas honestos têm reconhecido isso. Mas o pessoal da Super parece fanático demais por Darwin para admitir isso.

4. “Se a sua religião não permite que você acredite na teoria da evolução...” Espere aí! O leitor não menciona em momento algum (pelo menos não no texto publicado) qualquer tipo de religião. Aqui, também, o pessoal da Super (ou, pelo menos, o editor de cartas e e-mails) cai no lugar comum da controvérsia ciência x religião. Essa é uma tática antiga para blindar o evolucionismo de discussões realmente científicas. Note que a revista muda rapidinho de assunto. Sai da ciência para a religião e tenta, assim, encerrar a questão. Esse é um típico argumento evolucionista de “roda de bar”, mas não deveria ser usado por uma revista que se propõe séria e científica.

5. Eles dizem ter respeito por todas as religiões, exceto (isso fica nas entrelinhas) por aquelas que insistem em defender o criacionismo e que veem a Bíblia como mais do que simplesmente um "documento histórico".

6. “Achamos que a Bíblia é um documento histórico belíssimo, mas, na hora de falar de ciência, ficamos mesmo com A Origem das Espécies.” Quem falou em Bíblia? O Walmir não menciona (no texto publicado) qualquer livro religioso. Mesmo assim, a resposta é reveladora. A "Bíblia" deles é o livro de Darwin, e eles não negam isso! Quem disse que A Origem das Espécies fala de ciência? Até porque, como diz o químico Marcos Eberlin, o maior instrumento de pesquisa no tempo de Darwin era a cadeira de balanço. Quem disse que as informações do naturalista/teólogo (sim, Darwin estudou teologia) do século 19 estão todas de acordo com a ciência experimental? Quem disse que as ideias macroevolutivas de Darwin resistem ao laboratório e às observações possibilitadas pelos modernos recursos do nosso tempo? Se resistissem, não haveria rumores de uma nova teoria da evolução não selecionista sendo gestada... (confira aqui, aqui, aqui e aqui). Apesar do título, Darwin não entregou o que se propôs explicar - a origem das espécies. Um título melhor para o livro seria Origem das Variações, assunto que Darwin muito abordou, mas nem isso conseguiu explicar. Que ciência Darwin praticou nesse livro?
 
Depois de ler essa resposta tão SUPERficial, carregada de imprecisões, pregação e preconceito, reafirmei para mim mesmo o motivo pelo qual deixei de ser assinante da Super há muito tempo.

Detalhe: a matéria de capa deste mês é sobre Ovnis. Nisso eles também parecem acreditar...

Fonte: criacionismo

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Inscrições abertas: I Simpósio Baiano Sobre as Origens

Nota: No campo das origens surge uma nova discussão no âmbito científico, educacional, religioso e social, assim, é necessário que busquemos novos conhecimentos  e socialização dos últimos resultados dessas pesquisas com objetivo de tentar quebrar  paradigmas sobre a origem da vida.

Perguntas como: Por que muitos cientistas e educadores experientes, em pleno século XXI, ainda não chegaram a um consenso sobre a origem da vida? Por que alguns cientistas ainda preferem acreditar no livro de Gênesis que explica a existência de um Design Inteligente? Devemos acreditar na teoria evolucionista darwinista ou mesmo na evolução teísta a qual explica que um Ser, de mente inteligente, todo-poderoso é o criador e direcionador destes processos evolutivos?

Portanto, com o objetivo de questionar, pesquisar, estudar e divulgar este referido tema, o NUBEPO trás o I Simpósio Baiano Sobre as Origens, que será realizado na cidade de Vitória da Conquista – BA, no Instituto Federal Bahia, nos dias 15 e 16 de novembro de 2013, onde teremos 05 (cinco) conferencistas cientistas brasileiros de renome nacional em diversas áreas e também especialistas no tema origens.

Todos participantes inscritos terão direito a 3 minicurso com certificados de carga horária total de 6 (seis) horas,  mais 01 (um) certificado de participação de evento com carga horário de 13 horas. Confira mais detalhes clicando AQUI e inscreva-se!

A bioquímica da gravidez refuta o evolucionismo

O início da gravidez apresenta uma aparente contradição. Mulheres em ovulação ou mulheres com gravidez recente experimentam um aumento de progesterona. Por um lado, esse hormônio “diz” ao sistema imunológico que ele deve recuar e se manter menos ativo. Isso é muito importante visto que, de outra forma, o corpo poderia lutar e matar os espermatozoides, como se eles fossem invasores não desejados e, desse modo, nunca engravidaria. Mas, por outro lado, a progesterona reduz os níveis de colesterol no corpo. Muita progesterona seria o fim do bebê em desenvolvimento, visto que ele precisa do colesterol. Por que uma ação promoveria e preveniria – ao mesmo tempo – o mesmo resultado?

Publicando na edição de junho de 2013 da The Quarterly Review of Biology, os autores ressalvaram inicialmente que muitas infecções, causadas tanto por vírus quanto por bactérias, ou dependiam ou são fortalecidas pelas “jangadas lipídicas” cheias de colesterol que se encontram embutidas nas membranas das células.[1] Os invasores se conectam aos lipídios, usando-os como portas para aceder e infectar as células, causando as doenças.

Normalmente, o sistema imunológico das mulheres fornece proteção suficiente contra tais potenciais patógenos, mas, quando os níveis de progesterona aumentam, seu sistema imunológico diminui, tornando-a mais suscetível a contrair uma doença (ao mesmo tempo que a torna mais susceptível de engravidar). Ao diminuir os níveis de colesterol, ao mesmo tempo em que diminui a resposta do sistema imunológico, o corpo diminui o número de portas abertas a potenciais invasores – permitindo assim que ela e seu bebê permaneçam protegidos.

No princípio do primeiro trimestre, o bebê é tão pequeno que sua maior necessidade é ter uma mãe saudável. Mais tarde na gravidez, os níveis de progesterona baixam, e isso permite que a quantidade necessária de colesterol fundamental para o sistema imunológico da mãe e do pequeno bebê aumente a um ritmo perfeito.

No estudo, os autores escrevem: “A modulação do colesterol parece estar minuciosamente cronometrada ao longo da gravidez, seguindo de perto a importância variável de se combater os patógenos e construir o tecido fetal.”[1] Como foi que essa cronometragem minuciosa se originou?[2]

Os autores do Quarterly Review explicam que a temporização minuciosa se originou “como uma segunda ordem de adaptação selecionada devido à maior vulnerabilidade às infecções, que é consequência inerente do papel da progesterona na tolerância imunitária maternal do [pequeno bebê].”[1] Será que os autores dessa pesquisa querem dizer que o risco de uma doença literalmente selecionou o afinado e minuciosamente temporizado aparato de comunicação hormonal completo, com sua habilidade de gerir de forma temporária mas precisa a produção e a retenção das taxas de bioquímicos específicos e críticos, como o colesterol?

Essa alegação não seria científica, a menos que eles conseguissem medir ou de alguma forma testemunhar os efeitos da “vulnerabilidade à infecção” num animal que não tem ainda um sistema endócrino, uma vez que a criatura e seus sistemas se encontram evoluindo. Eles não fizeram nada disso, uma vez que os animais já possuem sistemas endócrinos completos, fundamentais para a operacionalidade de seu corpo. Os pesquisadores observaram, sim, a fisiologia minuciosa já entrelaçada no corpo das mães.

Como é que a origem da temporização perfeitamente afinada do sistema endócrino e dos seus processos interdependentes pode ser atribuída à sua necessidade de evitar a doença? E como é que ela pode ter arquitetado suas próprias estratégias de mediação de doenças sem o input de informação inteligente? O longo artigo dos autores não lida com essas questões fundamentais. Pode ser que pesquisas posteriores o façam.[3]

Uma vez que esse sistema particular específico é claramente resultado de design intencional, o Criador – e não a natureza – merece receber o crédito por ter originalmente inventado hormônios “minuciosamente temporizados”, necessários para a reprodução humana. Ao descrever esse novo aspecto da fisiologia maternal, os cientistas evolucionistas revelam mais uma maravilha à qual se referiu o salmista, quando escreveu que o corpo humano foi “assombrosa e maravilhosamente” formado (Salmo 139:14).

Fontes: Brian Thomas, via Darwinismo

Referencias:
1. Amir, D., and D.M.T. Fessler. 2013. “Boots for Achilles: Progesterone’s Reduction of Cholesterol Is a Second-Order Adaptation”. The Quarterly Review of Biology. 88
(2): 97-116. 
2. Especificamente, qual é a origem desse temporizador minucioso, apesar das modificações que pode ter sofrido desde a criação e a queda?
3. E se o fizerem, as pesquisas devem também explicar a origem da precisão e da especificidade através dos tecidos corporais e da bioquímica corporal durante a comunicação hormonal. Esse conjunto de partes bem ajustadas do sistema endócrino, em que a remoção de uma das partes causa a falência de todo o sistema imunitário, pode requerer centenas de mutações simultâneas e perfeitamente arquitetadas. Consequentemente, a pesquisa tem que explicar como o conjunto de mutações necessárias para gerar as proteínas receptivas e as redes de feedback teriam que se originar, simultaneamente, tanto nas células germinativas do marido como nas da mulher. Além disso, como o genótipo da sua descendência viria a dominar toda a população mundial?

Marcelo Gleiser e o erro de Darwin

"Devemos julgar afirmações sobre 'teorias de tudo' com enorme ceticismo; nosso conhecimento é limitado"

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA). Artigo publicado na "Folha de SP":

Em 1859, com o furor de uma mente devota, o já não tão jovem Charles Robert Darwin, com 50 anos, publica seu segundo livro, " On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favored Races in the Struggle for Life" [A origem das espécies através da seleção natural ou a preservação das raças favorecidas na luta pela vida].

Nele, o então cientista principiante propõe nada menos do que a solução final para a origem das espécies: o plano totalmente natural e mecanicista através da seleção natural.

Segundo Darwin, tudo se deu durante uma leitura desinteressada que fez da Malthus em 1837. Segundo sua autobiografia publicada em 1876, quando lia o princípio malthusiano sobre o crescimento geométrico dos alimentos e o crescimento aritmético das populações, Darwin teve um estalo epistêmico a la Arquimedes:

Se a produção de mais descendentes que podem sobreviver estabelece um ambiente competitivo entre os aparentados, e a variação entre eles produziria alguns indivíduos com maiores chances de sobrevivência, se este princípio malthusiano estivesse correto, isso era sintoma de sua aplicabilidade em uma ordem muito mais profunda.

Eureka! Voilá! Talvez a estrutura biológica seguisse as regras da economia. Fosse esse o caso, a mente humana teria acesso direto aos segredos mais profundos da natureza sem precisar de nenhuma ajuda externa. E a língua em comum entre o homem e a origem das espécies somente seria melhor explicada através da seleção natural ao longo de longas eras.

Após várias tentativas teóricas frustradas, Darwin somente obteve a solução epistêmica que tanto almejava após receber em 1858 o ensaio teórico de Alfred Rusell Wallace muito superior às suas ideias. Na época, alguns naturalistas já falavam em seleção natural e outros mecanismos evolucionistas. Mas a seleção natural era invisível aos olhos europeus vitorianos.



Todavia, Darwin, numa sacada genial, pediu permissão aos leitores para “apresentar um ou dois exemplos imaginários [da ação da seleção natural]”: o lobo e a captura de suas presas [pela astúcia, força e agilidade] e o entrecruzamento de duas flores de plantas distintas através de um líquido/néctar também imaginário, que transmitiriam essas características aos seus descendentes, e assim os mais aptos sobreviveriam devido ao processo de preservação contínua. Portanto, a origem das espécies seria, principalmente, segundo Darwin, decorrente da seleção natural entre outros mecanismos evolutivos!

Darwin foi além, mas precavido. Ele tinha plena consciência de que a sua (e de Alfred Rusell Wallace também) teoria da seleção natural, ilustrada com dois exemplos imaginários, sofreria objeções científicas. Mesmo tendo apenas dois exemplos imaginários, Darwin afirmou que “a seleção natural só pode agir através da preservação e acumulação de modificações hereditárias infinitesimalmente pequenas, desde que úteis ao ser modificado”.

Para um homem que acreditava profundamente na natureza, nada mais natural do que uma solução natural. Darwin via seu arranjo como a expressão do sonho dos filósofos gregos antigos de obter uma explicação estritamente naturalista para os mistérios do mundo. Para ele, a teoria da seleção natural [o mais importante entre outros mecanismos evolutivos] era a teoria biológica final para explicar a origem das espécies.

Podemos aprender algo com Darwin. Soubesse ele da existência da complexidade irredutível dos sistemas biológicos, e da informação complexa especificada, como teria reagido? Certamente, seu sonho de uma ordem natural para as coisas vivas dependia do que se sabia na época. Seu erro foi ter dado ao estado do conhecimento empírico do mundo o valor epistêmico para o mero acaso, a fortuita necessidade, e a ação cega da seleção através de longas eras, numa teoria de longo alcance histórico de difícil corroboração no contexto de justificação teórica. Uma Theoria perennis. Uma teoria final.

Para Charles Robert Darwin, era inimaginável que a origem das espécies pudesse se desviar desta estrutura de mero acaso, fortuita necessidade, através da seleção natural. No entanto, sabemos que nosso conhecimento do mundo é limitado, e será sempre.

Por isso, devemos julgar declarações sobre teorias de tudo ou teorias finais com enorme ceticismo, inclusive a teoria da evolução através da seleção de Darwin. Afinal de contas, a história da ciência nos ensina que o progresso científico caminha de mãos dadas com nossa habilidade de medir a natureza. Achar que a mente humana pode imaginar a origem das espécies antes de verificá-la empiricamente pode, ocasionalmente, dar certo. Mas, em geral, leva a teorias que existem apenas na imaginação. Como os exemplos de ação da teoria da seleção natural de Darwin, uma teoria nos seus estertores epistêmicos demandando uma revisão nos seus fundamentos, ou siplesmente descarte, e que outra teoria tome seu lugar: a Síntese Evolutiva Ampliada, que, pelas montanhas de evidências contrárias, não pode mais ser selecionista a la Darwin.

Baseado em texto publicado na Folha de SP, 1/8/2010, e republicado no JC e-mail 4065, de 02 de agosto de 2010, "O erro de Kepler".

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

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