quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Lugar de médico é na cozinha" - O médico que trocou o microscópio pelo liquidificador

Você já parou para pensar que pode substituir a doença e o desânimo por uma saúde integral? Que você pode trocar os hospitais por um entardecer perto de uma horta orgânica, colhendo seus próprios alimentos e elaborando dietas que curam ?

Sim, este é um sonho possível. Um projeto implantado e realizado pelo médico Dr. Alberto Peribanez, um dos palestrantes do III Simpósio de Saúde Quântica e Qualidade de Vida, que acontece nos dias  13, 14 e 15 de setembro de 2013 no Palácio de Convenções Anhembi - SP. O médico que trocou o microscópio pelo liquidificador.

O Dr. Alberto Peribanez é médico formado pela Universidade de Brasília, fez mestrado e doutorado pelo Instituto de Pesquisa Cirúrgica da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha.

Ele trabalha no Sistema Nacional de Saúde Brasileiro e promove, pelo mundo todo, cursos e workshops focados na alimentação natural, tais como cura para as doenças crônicas e degenerativas da humanidade.
No Brasil, o doutor tem sido convidado por prefeituras de norte a sul, universidades e hospitais, para eventos e formações complementares.

É uma fígura presente em programas de rádio e televisão no Brasil para falar sobre a importância da alimentação viva para a saúde integral.

É autor do best seller "Lugar de Médico é na Cozinha", um livro com base na extensa pesquisa científica que mostra que a chave para a saúde está nos alimentos da horta e do pomar manuseados dentro da sua própria cozinha.

Algumas iniciativas de Alberto

Em meio a mata Atlântica, numa cidade do interior de São Paulo, em um galpão, sua idéia é produzir alimentos saudáveis, como pães, leites vegetais, frutas desidratadas, suco verde, entre outros. Mas tudo orgânico, com intenção de atingir tanto a população em geral quanto a merenda escolar.

A idéia é valorizar os pequenos produtores rurais e assim estimulá-los a produzir com qualidade. A distribuição não visa o lucro abusivo, mas sim o melhor preço pago ao distribuidor, o que melhora também o custo do consumidor.

Além disso, neste projeto serão promovidas palestras, a exibição de filmes e a realização de oficinas de sustentabilidade.  

Sobre alimentação e doença

Alberto constatou que a alimentação contemporânea é baseada em amido, açúcar, laticínio e carne. Segundo o médico, esse é o eixo insulínico, isto é, a alimentação que faz uso de insulina em excesso. Esse excesso faz com que os fatores inflamatórios também aumentem o que pode levar a inúmeras doenças.

Além disso, a base dessa alimentação não possui antioxidantes, fitoquímicos, vitaminas, enzimas e mineralizantes que mantenham a epigenética (campo da biologia que investiga a informação contida no DNA) estáveis.

O excesso de açúcar causa um impacto no epigenoma, ou seja, alguns gens não se expressam, o que gera a falta de insulina e proteínas fundamentais na manutenção do metabolismo. Muitas pessoas não tem o conhecimento de que os alimentos que demandam mais insulina são os laticínios e gorduras animais.

Segundo o doutor, essa é a cultura da morte que se baseia no excesso de sedentarismo, no ato de ingerir refrigerante, bolachas, salgadinhos, pesticidas e agrotóxicos. Isso faz com que as pessoas estejam cada vez mais distantes da natureza.

Isso sem falar nos transgênicos aonde o DNA da bactéria que produz toxinas capazes de matar a lagarta que ataca as plantações é implantada no alimento.  Tão sério esse caso que quando a lagarta morde qualquer parte do alimento ela morre. Imagine agora o que isso pode causar ao ser humano?

Não é necessário imaginar. Já sabemos os danos que os transgênicos causam.  Alteram o ecosistema fazendo com que o solo perca a biodiversidade. Inúmeros são os países que proíbem o uso dos agrotóxicos, inclusive, o Peru.

Alimentação e saúde

Em alguns de seus programas para cura de diabetes, baseado nas pesquisas também do Dr. Gabriel Cousens, são usados o suco verde que é uma alimentação rica em carboidratos complexos, lipídios, proteínas e nozes. O que causa um impacto epigenético.

Esse impacto é recebido pelo paciente pela falta de laticínio, carne, amido, gluten e gordura hidrogenada. Depois disso, vem outras fases.  A primeira fase e é uma dieta mineralizante.

Com esses conceitos, o Dr. Alberto nos mostra que não precisamos de açúcar para nos sentirmos felizes. A chave é alimentarmos nossa alma com experiências prazerosas, experiências espirituais como a meditação que nos ajuda a termos um genoma mais resistente.

A alimentação viva não é uma alimentação que deve ser utilizada apenas para curar doenças, mas sim na manutenção da saúde.





Fonte: Simpósio Saúde Quantica

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