quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Lugar de médico é na cozinha" - O médico que trocou o microscópio pelo liquidificador

Você já parou para pensar que pode substituir a doença e o desânimo por uma saúde integral? Que você pode trocar os hospitais por um entardecer perto de uma horta orgânica, colhendo seus próprios alimentos e elaborando dietas que curam ?

Sim, este é um sonho possível. Um projeto implantado e realizado pelo médico Dr. Alberto Peribanez, um dos palestrantes do III Simpósio de Saúde Quântica e Qualidade de Vida, que acontece nos dias  13, 14 e 15 de setembro de 2013 no Palácio de Convenções Anhembi - SP. O médico que trocou o microscópio pelo liquidificador.

O Dr. Alberto Peribanez é médico formado pela Universidade de Brasília, fez mestrado e doutorado pelo Instituto de Pesquisa Cirúrgica da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha.

Ele trabalha no Sistema Nacional de Saúde Brasileiro e promove, pelo mundo todo, cursos e workshops focados na alimentação natural, tais como cura para as doenças crônicas e degenerativas da humanidade.
No Brasil, o doutor tem sido convidado por prefeituras de norte a sul, universidades e hospitais, para eventos e formações complementares.

É uma fígura presente em programas de rádio e televisão no Brasil para falar sobre a importância da alimentação viva para a saúde integral.

É autor do best seller "Lugar de Médico é na Cozinha", um livro com base na extensa pesquisa científica que mostra que a chave para a saúde está nos alimentos da horta e do pomar manuseados dentro da sua própria cozinha.

Algumas iniciativas de Alberto

Em meio a mata Atlântica, numa cidade do interior de São Paulo, em um galpão, sua idéia é produzir alimentos saudáveis, como pães, leites vegetais, frutas desidratadas, suco verde, entre outros. Mas tudo orgânico, com intenção de atingir tanto a população em geral quanto a merenda escolar.

A idéia é valorizar os pequenos produtores rurais e assim estimulá-los a produzir com qualidade. A distribuição não visa o lucro abusivo, mas sim o melhor preço pago ao distribuidor, o que melhora também o custo do consumidor.

Além disso, neste projeto serão promovidas palestras, a exibição de filmes e a realização de oficinas de sustentabilidade.  

Sobre alimentação e doença

Alberto constatou que a alimentação contemporânea é baseada em amido, açúcar, laticínio e carne. Segundo o médico, esse é o eixo insulínico, isto é, a alimentação que faz uso de insulina em excesso. Esse excesso faz com que os fatores inflamatórios também aumentem o que pode levar a inúmeras doenças.

Além disso, a base dessa alimentação não possui antioxidantes, fitoquímicos, vitaminas, enzimas e mineralizantes que mantenham a epigenética (campo da biologia que investiga a informação contida no DNA) estáveis.

O excesso de açúcar causa um impacto no epigenoma, ou seja, alguns gens não se expressam, o que gera a falta de insulina e proteínas fundamentais na manutenção do metabolismo. Muitas pessoas não tem o conhecimento de que os alimentos que demandam mais insulina são os laticínios e gorduras animais.

Segundo o doutor, essa é a cultura da morte que se baseia no excesso de sedentarismo, no ato de ingerir refrigerante, bolachas, salgadinhos, pesticidas e agrotóxicos. Isso faz com que as pessoas estejam cada vez mais distantes da natureza.

Isso sem falar nos transgênicos aonde o DNA da bactéria que produz toxinas capazes de matar a lagarta que ataca as plantações é implantada no alimento.  Tão sério esse caso que quando a lagarta morde qualquer parte do alimento ela morre. Imagine agora o que isso pode causar ao ser humano?

Não é necessário imaginar. Já sabemos os danos que os transgênicos causam.  Alteram o ecosistema fazendo com que o solo perca a biodiversidade. Inúmeros são os países que proíbem o uso dos agrotóxicos, inclusive, o Peru.

Alimentação e saúde

Em alguns de seus programas para cura de diabetes, baseado nas pesquisas também do Dr. Gabriel Cousens, são usados o suco verde que é uma alimentação rica em carboidratos complexos, lipídios, proteínas e nozes. O que causa um impacto epigenético.

Esse impacto é recebido pelo paciente pela falta de laticínio, carne, amido, gluten e gordura hidrogenada. Depois disso, vem outras fases.  A primeira fase e é uma dieta mineralizante.

Com esses conceitos, o Dr. Alberto nos mostra que não precisamos de açúcar para nos sentirmos felizes. A chave é alimentarmos nossa alma com experiências prazerosas, experiências espirituais como a meditação que nos ajuda a termos um genoma mais resistente.

A alimentação viva não é uma alimentação que deve ser utilizada apenas para curar doenças, mas sim na manutenção da saúde.





Fonte: Simpósio Saúde Quantica

Ateus enfurecidos após IRS lhes conceder isenção fiscal como grupo religioso

A líder de um grupo ateu alegadamente encontra-se indignada com o fato do governo dos EUA lhes ter conferido estatuto de religião como forma de  obterem isenção de impostos. Pior ainda, ela está ainda mais furiosa com o fato ter ficado a saber que ela é considerada uma guia espiritual  (“pastora”) segundo a o código da “Internal Revenue Service”.

Nós não somos pastores,” afirmou Annie Laurie Gaylor, que lidera da “Freedom from Religion Foundation” ao The Blaze. Ela acrescentou ainda:

A organização não quer isenção de impostos se a mesma baseia-se em códigos legais que controlam os grupos religiosos. Nós teremos que dizer o óbvio ao governo: nós não somos uma igreja.

A maior parte das pessoas aceitaria de bom grado o fato de pagarem menos impostos ao governo. O Departamento de Justiça deu entrada a um resumo no tribunal alegando que a senhora Gaylor é elegível para a isenção, que lhe dá uma casa livre de impostos uma vez que ela lidera o grupo e  organizações ateístas podem receber alguns dos benefícios conferidos às igrejas.

Mas o grupo da senhora Gaylor deu entrada a um processo legal, alegando que a isenção de impostos do governo federal feita a grupos religiosos não se aplica a grupos ateus, e que a insistência do governo em fornecer esse benefício é análogo a uma casa premiada livre de impostos.

Em 2009, a senhora Gaylor e o marido, Dan Barker, foram inicialmente premiados com um subsídio de habitação do governo no valor de $15,000 por ano. Eles têm vindo a alegar que eles não merecem esse benefício uma vez que são ateus e orgulhosos por alegar não terem qualquer tipo de afiliação religiosa.

Segundo o Departamento da Justiça, o Budismo e o Taoísmo são afiliações que não acreditam em Deus mas são, mesmo assim, qualificadas como religiões e ilegíveis para recolher o benefício.

Fonte: Darwinismo

A mosca que refuta a teoria da evolução

Desde o princípio do século passado que múltiplas gerações de moscas da fruta foram criadas um pouco por todo o mundo. Os cientistas que levaram acabo estas experiências sujeitaram as moscas da fruta a vários tipos de radiações e a vários outros fatores criados com o propósito de produzir mutações (de modo a provar o evolucionismo).

Já foi ressalvado que mais de 3.000 novas mutações foram documentadas dentro do património genético destas moscas da fruta . Estas mutações (prejudicais e não benéficas) causaram características físicas como moscas sem olhos, moscas com olhos de cores diferentes, moscas com pernas a crescerem na sua cabeça, moscas com um par de asas extra, moscas com várias cores no corpo, moscas sem asas, moscas com asas anormalmente grandes, moscas com asas inoperacionais, moscas com asas torcidas, etc, etc. A lista poderia continuar por centenas de páginas.

As experiências com as moscas da fruta foram tão minuciosas que o número enorme de gerações produzidas, e as mutações geradas, poderiam ser equivalentes aos milhões de anos da alegada história evolutiva.

Para além disso, os cientistas agiram como o “agente selector”, acelerando a acumulação de mutações “benéficas”. Se a evolução através das mutações genéticas e da seleção natural pode realmente ocorrer, seria de esperar que a mosca da fruta se tivesse modificado para novos tipos de formas de vida que se haviam ramificado a partir da mosca da fruta original. Seria de esperar o aparecimento de criaturas que fossem parte moscas e parte outra coisa qualquer, mas o que é que nós observamos? Apenas moscas da fruta.

Após anos de experiências, milhares de mutações causadas em laboratório, e após a seleção inteligente dessas mutações, os cientistas mais brilhantes do mundo não foram capazes de produzir novos tipos de criatura a partir da Drosophila (mosca da fruta).

O que interessa reter de todas as experiências feitas é que as moscas da fruta permanecessem como sempre foram – moscas da fruta. Os resultados destas experiências ”voam” na cara do evolucionismo, mas eles são exatamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse a Palavra de Deus.

O modelo Criacionista declara de modo específico que todos os organismos se multiplicariam segundo o seu tipo (Génesis 1:11,21,24,25). Portanto, apesar do número de mutações introduzidas e seleccionadas, seria de esperar que as moscas da fruta se reproduzissem segundo o seu “tipo”. E é exatamente isto que os últimos 100 anos de pesquisas demonstraram.

Conclusão: É espantoso como uma pequena mosca pode colocar em causa todo o frágil edifício evolucionista.

Fonte: Darwnismo

“Cemitério” de baleias é encontrado no deserto

Cientistas preservaram em gesso a cauda e a caixa torácica do esqueleto pré-histórico de uma baleia adulta no Deserto do Atacama, no Chile, em 2010. O fóssil é de uma das 20 baleias com cerca de cinco milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] encontradas em uma estrada que passa pelo “cemitério”, a mais de meia milha (1km) da costa do Pacífico. Os especialistas anunciaram a descoberta no mês passado. Não se sabe por que as baleias foram encontradas juntas, disse Nicholas Pyenson, paleontólogo da Smithsonian Institution, que lidera a escavação. Mas as razões possíveis incluem uma tempestade capaz de empurrá-las de forma abrupta da costa, maré vermelha, proliferação de organismos microscópicos que liberam toxinas na água, fazendo as baleias encalhar em grupo - é o que disse Pyenson, do Comitê de Pesquisa e Exploração da National Geographic Society. [...]

Fonte: National Geographic 



Nota do blog criacionismo: Note que uma das possíveis causas da presença de fósseis de baleias no deserto a um quilômetro do mar, aventadas pelos pesquisadores, é uma tempestade, que teria de ser, necessariamente, muito forte para arrastar animais de grande porte a uma distância considerável (se é que o mar estava mesmo ali há milhares de anos). De qualquer forma, para que esses grandes mamíferos pudessem ser sepultados e fossilizados, não bastaria água; seria necessária grande quantidade de lama e sedimentos e um sepultamento rápido. Isso sugere um evento muito mais catastrófico do que uma tempestade localizada, evento esse causador de fenômenos semelhantes em todas as partes do mundo.[Michelson Borges]

O livro Darwin's Doubt (Dúvida de Darwin) do Dr. Stephen Meyer é best-seller no New York Times



Fonte e Nota do blog Desafiando a Nomenlkatura Científica: Darwin sabia que sua teoria da evolução através da seleção natural não explicava, e nem suas versões atualizadas explicam, a Explosão Cambriana. Este livro responde às dúvidas de Darwin e deixa a Nomenklatura Científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin desolados, pois fica patente no livro Darwin's Doubt, de Stephen Meyer, que Darwin e nem seus discípulos contemporâneos explicam a origem da informação genética necessária para a origem das espécies!

Darwin kaput desde 1859, e a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA/ESTENDIDA, se não incorporar teoricamente a questão da informação genética, será em 2020 uma teoria científica natimorta...

Fui, nem sei por que, rindo da cara daqueles que diziam que a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z não estava passando por nenhuma crise no contexto de justificação teórica. Nada mais falso. Aliás, mentir em nome de Darwin é costume dessa turma!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Já não se fazem mais darwinistas como antigamente...

"O que darwin errou"
“… alguns de nossos bons amigos, biólogos experimentais com patentes registradas (geralmente conhecidos como biólogos ‘com a mão na massa’) que leram versões prévias deste manuscrito, bateram em nossos pulsos porque eles pensam que o que nós estamos dizendo é um exagero. Eles nos disseram, ‘ninguém é mais este tipo de darwinista.’ Nós ficaríamos felizes se isso fosse verdade, mas há boa razão para se duvidar de que seja assim. E se for verdade, a notícia não tem sido amplamente disseminada entre os biólogos ‘com a mão na massa’ …”

(Jerry Fodor e Massimo Piatelli-Palmarini, What Darwin Got Wrong[London: Profile Books, 2010], p. 91)

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Isso explica, em parte, o silêncio dos darwinistas aqui no Brasil sobre a fragorosa falência da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural  n mecanismos evolucionários (de A a Z) no contexto de justificação teórica.

Nota deste blog Ciência e Fé: Posso também confirmar a referida nota acima, onde o autor blogueiro (Desafiando a Nomenklatura Científica) e especialista em história da ciência, Sr. Enézio Filho, veio afirmando o silêncio destes Darwinistas brasileiros.

O que vimos na prática - a cada dia - é, um distanciamento destes especialistas em teoria evolutiva nos simpósios e congressos realizados em todo o Brasil, no qual são promovidos debates com propósitos de trazer ao público pesquisas científicas que evidencia as novas descobertas sobre a origem da vida.

Neste ano, dois famosos cientistas biólogos evolucionistas brasileiros pertencentes de duas grandes Universidades Federal negou e o outro rejeitou de participar (antes aceito por um convite que fiz pessoalmente na cidade de São Paulo) do maior simpósio baiano já organizado sobre as teorias das origens.

O que convidei pessoalmente um ano antes do simpósio, me pediu por e-mail  (depois que estava faltando apenas três meses para o evento) os nomes dos conferencistas que convidamos para participar do I Simpósio Baiano sobre as Origens. Assim que enviei os temas e os nomes dos conferencistas, ele me respondeu imediatamente dizendo o seguinte :

"...Vejo que estão faltando visões científicas no grupo de palestrantes, pelo menos da relação que me envias na mensagem abaixo. É preciso defender o evolucionismo, o único modo de se lidar com o mundo natural; o mundo sobrenatural é outra história."

Oxe!! Como é que é?? No nosso grupo de convidados de palestrantes não tem nenhum com visões científicas? Quer dizer agora quem só faz ciência é só Darwinistas e evolucionistas? Então, amigos leitores, tire suas próprias conclusões e veja no banner abaixo (em primeira mão) todos os nomes dos cientistas convidados para participar do I Simpósio Baiano Sobre as Origens, nos dias 15 e 16 de novembro de 2013, em Vitória da Conquista - Bahia.
 Em menos de uma semana, estarão abertas as inscrições. Para inscrever-se deve acessar o site do NUBEPO - Núcleo Baiano de estudo e Pesquisa sobre as Origens ( www.nubepo.org ), instituição organizadora deste evento! [Firmo Neto]

Leia também: Famosos ateus fogem de debates com teólogo cristão Willian L. Craig por medo de nova humilhação

Por que o "FATO" da evolução não é uma Brastemp?

1. As mutações não são aleatórias.

2. As características adquiridas podem ser hereditárias.

3. A visão genocêntrica da evolução está errada.

4. A evolução não é um processo gradual gene a gene, mas deve ser macromutacional.

5. Os cientistas não têm tido a capacidade de criar novas espécies em laboratório ou estufa, e nós não temos visto a especiação ocorrer na natureza.

QED: Darwin kaput desde 1859 na explicação da origem das espécies! E estamos fazendo biologia evolucionária no vácuo epistêmico...

Ué, mas nos ensinaram nas universidades que A CIÊNCIA ABOMINA O VÁCUO EPISTEMOLÓGICO! Então, como está sendo feita a CIÊNCIA NORMAL em biologia evolucionária? Abracadabra? Entranhas de animais? Cartas de Tarô? Búzios? Leitura de mão? Horóscopo???

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Evolução versus Deus


A vida vem da vida?

Desde a antiguidade, as mais fantasiosas idéias haviam sido propostas para explicar o surgimento dos insetos, vermes ou outras criaturas em matéria em decomposição. Por exemplo, no século 17, um químico belga gabou-se de ter feito surgir ratos colocando uma blusa suja dentro de um jarro de trigo!

Na época de Pasteur, o debate na comunidade científica fervia. Enfrentar os proponentes da geração espontânea era um tremendo desafio. Mas, graças ao que havia aprendido de sua pesquisa sobre fermentação, Pasteur estava confiante. Por isso, fez experimentos com o intuito de pôr um fim na idéia da geração espontânea de uma vez por todas.

Entre suas experiências mais famosas está o experimento com frascos de vidro com gargalo em forma de pescoço de cisne. Um líquido nutritivo deixado ao ar livre num frasco de vidro aberto é rapidamente contaminado por germes. Mas quando colocado num frasco que termina no formato do pescoço de um cisne, o mesmo líquido permanece sem contaminação. Por quê?

A explicação de Pasteur era simples: ao passar pelo gargalo, as bactérias no ar se depositavam na parede do vidro, de modo que o ar chegava estéril ao líquido. Os germes que se desenvolviam num frasco aberto não eram produzidos espontaneamente pelo líquido nutritivo, mas transportados pelo ar.

Para provar a importância do ar no transporte de micróbios, Pasteur foi ao Mer de Glace, uma geleira nos alpes franceses. Numa altitude de mais de 1.800 metros, ele abriu frascos vedados e os expôs ao ar. Dos 20 frascos, apenas um ficou contaminado. Daí, ele foi ao sopé das montanhas Jura e repetiu a experiência. Ali, numa altitude muito mais baixa, oito frascos se contaminaram. Ele provou com isso que, devido ao ar mais puro das maiores altitudes, havia menos risco de contaminação.

Com essas experiências, Pasteur demonstrou convincentemente que a vida só vem de vida já existente. Nunca surge espontaneamente, ou sozinha.

O debate sobre a geração espontânea da vida, no qual Pasteur se envolveu e do qual saiu vitorioso, não foi apenas uma polêmica científica. Foi mais do que apenas um ponto interessante para alguns cientistas e intelectuais discutirem entre si. Tinha um significado ainda maior — envolvia provas da existência de Deus. François Dagognet, filósofo francês que se está especializando em Ciências, comenta que ‘os adversários de Pasteur, tanto materialistas como ateus, criam que poderiam provar que um organismo unicelular pudesse surgir de moléculas em decomposição. Isso lhes permitia excluir Deus da criação. Para Pasteur, porém, não havia nenhuma passagem possível da morte para a vida’.

Até hoje, todas as provas dos experimentos, da história, da biologia, da arqueologia e da antropologia continuam a confirmar o que Pasteur demonstrou: a vida só vem de vida preexistente, não de matéria inanimada. E as provas mostram claramente também que a vida se reproduz “segundo a sua espécie”, conforme declara a narrativa do Gênesis. A prole é sempre da mesma “espécie”, ou tipo, que a dos pais. — Gênesis 1:11, 12, 20-25.

Ciente ou não disso, pelo seu trabalho, Louis Pasteur forneceu provas e testemunho fortíssimos contra a teoria da evolução e a favor da absoluta necessidade de um criador para que a vida surgisse na Terra. Seu trabalho refletiu o que o humilde salmista reconheceu: “Sabei que Jeová é Deus. Foi ele quem nos fez, e não nós a nós mesmos.” — Salmo 100:3.

Fonte: yahoo

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Verdades bíblicas desenterradas pelos arqueólogos

A busca por evidências de que histórias relatadas na Bíblia realmente aconteceram fascina pesquisadores sérios. Um deles é a arqueóloga Eilat Mazar [foto], da Universidade Hebraica de Jerusalém. Começou a ganhar fama entre seus colegas em 2005, quando revelou as ruínas de um palácio, construído entre os séculos X e IX a.C., que ela acredita ter pertencido ao rei Davi. Agora, a arqueóloga apresenta outro achado: um fragmento de vaso de cerâmica com a inscrição linear mais antiga já achada em Jerusalém. Alguns pesquisadores veem o artefato como mais uma peça no quebra-cabeça que pode comprovar a existência dos reis Davi e Salomão. A inscrição foi encontrada próxima ao palácio onde eles podem ter reinado. “O fragmento, o palácio e outras evidências apontam mesmo na direção da historicidade desses personagens”, diz Gary Rendsburg, professor do departamento de estudos judaicos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos.

Os estudiosos levantam hipóteses, mas ainda não definiram a tradução e o idioma usado na inscrição. Para uns, é proto-cananita, uma forma de escrita que precede o domínio israelita em Jerusalém. Outros defendem que se trata de uma forma arcaica de hebraico ou fenício. Enquanto não chegam a essa definição, alguns estudiosos acenam com outras possibilidades decorrentes da descoberta. “Se as pessoas sabiam ler e escrever naquela época e local, isso indica que a Bíblia pode conter relatos autênticos, e não apenas lendas escritas 700 anos mais tarde”, diz Yossi Garfinkel, professor de arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Essa ideia pode animar quem defende o texto religioso como registro histórico, mas deve ser encarada com cuidado. A arqueologia feita para provar que “a Bíblia tinha razão” é traiçoeira. “A única coisa que a descoberta prova sem dúvida é que, em torno do ano 1000 a.C., na região que hoje chamamos de Israel, alguém sabia ler e escrever”, diz Cássio Murilo Dias da Silva, professor de história e literatura do Antigo Testamento na Faculdade de Teologia da PUC-RS. O que não significa que as letras impressas no barro sejam um retrato fiel da verdade.

Fonte: IstoÉ

Nota do blog criacionismo: A ressalva no fim da matéria deveria ser feita com mais intensidade quando são encontrados fragmentos de ossos fossilizados alegadamente tendo milhões de anos, ou mesmo pequenos pedaços de mandíbulas ou apenas dentes, sobre os quais se constroem histórias mirabolantes que quase ninguém questiona.[Michelson Borges]

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Conheça o Museu da Criação

Estátuas de Adão e Eva em representação do Jardim do Eden no Museu da Criação, no Kentucky
Funcionando no Estado de Kentucky, EUA, desde 2005, o Museu da Criação tem refutado a teoria evolucionista mostrando como aconteceu a criação do mundo de acordo com a Bíblia. Entre os assuntos mostrados nas instalações está a defesa da criação do mundo e de tudo que nele há em seis dias. Outro ponto mostrado diz respeito a quantidade de anos da formação da Terra: 6 mil anos.

Quem visita o espaço localizado em Petersburg, nos Estados Unidos, faz uma passeio pela História e consegue conhecer um pouco de como a Bíblia conta a história da criação.

 “O museu é uma forma de fazer chegar a mais pessoas a verdade, em conjunto com o site ‘Answers in Genesis’ (Respostas em Gênesis – www.answersingenesis.org)”, diz o pastor australiano Ken Ham que é mentor do museu. Ham é um dos defensores do criacionismo mais conhecido do mundo. O seu livro “Criacionismo: verdade ou mito?”,  é um best-seller que já alcançou milhões de pessoas.

 A exposição foi criada por diretores da Universal Studios e tem murais, cenários realísticos, efeitos visuais gerados em computador, mais de 50 animais exóticos reconstruídos, pessoas e dinossauros de tamanho real animados eletronicamente.

Por falar em dinossauros, os criacionistas mostram que na Arca de Noé algumas espécies de dinossauros chegaram a ser transportadas e que esses animais conviviam com os seres humanos, mas foram extintos naturalmente com o passar do tempo.

Fonte: iqc

Veja mais fotos aqui, aqui.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Enézio Filho, coordenador Brasileiro do Desing Inteligente explica o que é a TDI

O Coordenador do NBDI - Núcleo Brasileiro de Design Inteligente, Enézio E. de Almeida Filho, mestre em História da Ciência pela Pontifícia Universidade Católica – São Paulo – SP escreve a pedido do presidente do NUBEPO, Firmo Neto, uma matéria explicativa sobre a TDI. O objetivo deste pedido vem como propósito principal esclarecer esta nova teoria do Design Inteligente que a cada dia chama atenção e adere muitos cientistas no mundo e inclusive aqui no Brasil.

Leia a matéria completa aqui

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Fóssil australiano contradiz linha temporal evolutiva

Um conjunto especial de fósseis de peixes australianos descarrilou a preciosa história evolucionista em torno da origem dos peixes. Os espantosos fósseis preservaram de modo detalhado as características corporais dos tecidos moles, incluindo os locais exactos onde os músculos se anexavam aos ancestrais ossos do peixe. Estas pistas permitiram que os paleontólogos reconstruíssem a anatomia do agora-extinto peixe.

Para sua grande surpresa (uma vez que contavam encontrar características muito mais “primitivas”) os cientistas descobriram um peixe blindado, totalmente musculado e perfeitamente construído. Devido a mais um dado que não se ajusta às suas expectativas, os evolucionistas vêem-se agora na obrigação de reescrever (outra vez) a história evolutiva em torno da evolução das mandíbulas. (1)

O peixe extinto tem o nome de “placodermo” e os cientistas Australianos descreveram a forma como, durante décadas, a teoria da evolução propôs o “modelo do tubarão” como explicação para a origem das mandíbulas  (modelo esse que assumia que a estrutura dos músculos dos placodermos era semelhante à dos tubarões modernos). O seu artigo foi publicado na Science (2).

Os crânios de tubarão estão construídos de lado-para-o-lado, e eles usam músculos orientados para os lados. Mas os crânios dos placodermos estão formados de cima-para-baixo e, naturalmente, os músculos estão construídos de uma forma que os permite fazer um controle adequado. A história mitológica evolutiva explica que o primeiro peixe a evoluir as mandíbulas (…) não tinha evoluído ainda a musculatura completa necessária para mover a cabeça e as mandíbulas duma forma poderosa e com coordenação eficiente. Estas novas descobertas demonstram que os placodermos tinham tudo o que era necessário para um funcionamento adequado e completo das mandíbulas.

Estes peixes cascudos “apresentam uma anatomia que difere de uma forma radical do modelo do tubarão,” afirmaram os editores do estudo (2).

Colocar em causa o modelo do tubarão é algo de muito importante, uma vez que os placodermos supostamente representam a primeira e “a mais primitiva versão da anatomia dum vertebrado com maxilas.“(2) Que evolucionista não estaria interessado em descobrir mais sobre a suposta “transição de uma forma sem maxilas para um vertebrado com maxilas?” O que se observa é que os placodermos possuíam um pescoço bem desenvolvido e uma musculatura do tronco que operara as suas mandíbulas da mesma forma que qualquer outro animal ainda vivo opera – exceptuando os tubarões.

Os músculos do peixe encontravam-se, a dada altura, mineralizados, preservando as suas formas. Os músculos destes peixes cascudos antigos possuíam a postura antagónica necessária para elevar as suas cabeças, abrir a sua maxila inferior, e juntar a inferior com a superior (fechar a boca) quando era necessário alimentar-se.

O ponto a reter é que estes supostos “peixes primitivos” – que alegadamente representam o advento da evolução da mandíbula – aparecem no registo fóssil sem qualquer evidência de fazerem parte de alguma sequência de animais pertencentes a uma imaginária linha evolutiva progressiva.

Esta descoberta forçou os autores do estudo a inventar uma nova explicação para o facto das expectativas evolutivas terem sido refutadas com as observações. Em vez dos músculos do tronco ou do estômago evoluírem muitos milhões de anos depois da primeira mandíbula, os mesmos alegadamente evoluiriam nestes peixes-com-mandíbulas “primitivos”. Mais tarde, segundo a teoria da evolução, os músculos desapareceram nos descendentes que se seguiram. só para re-evoluíram mais tarde.

Ao contrário das contorções e das constantes revisões que os evolucionistas se vêem forçados a fazer na teoria da evolução como forma de acomodar a ciência com a sua fé, o modelo Bíblico não tem a necessidade reescrever a história ou colocar de lado alguns factos. A Bíblia Sagrada é absolutamente clara que o Senhor – e não a natureza – criou o peixe.

PlacodermosPara além disso, ficamos a saber mediante a Palavra de Deus que o mundo sofreu um Dilúvio global que, inquestionavelmente, também terminou com a vida de algumas criaturas oceânicas, para além dos animais que respiravam pelas narinas que não se encontravam na Arca. Portanto, o Dilúvio é muito provavelmente responsável pela mineralização espantosa e pelo enterro rápido destes placodermos Australianos.

Outro corolário em favor do modelo Bíblico pode explicar o porquê deste peixe particular se encontrar nas camadas sedimentares mais baixas. Isto acontece não porque eles evoluíram primeiro, mas sim porque a sua armadura óssea pesada os atrasou no momento em que eles tentavam escapar das águas rápidas do Dilúvio (3).

De qualquer das formas, este achado claramente mostra que os placodermos, o alegado ancestral mais antigo dos peixes com mandíbulas, tinha tudo o que era necessário desde o princípio – coisa que parece sugerir que foram criados.

Referências:
1. This episode of evolutionary history already drags baggage, as fossils have so far failed to confirm either of two main competing theories of jaw evolution—the “serial theory” and a more convoluted “composite theory.”

2. Trinajstic, K. et al. Fossil Musculature of the Most Primitive Jawed Vertebrates. Science. 341 (6142): 160-164.

3. For example, world renowned vertebrate fossil authority Clack noted that an Australian fossil cache contained “…a spectacular number of fossil fishes in extensive bedding planes that probably represent mass mortality events. Most of the fishes are placoderms.” Clack, J. A. 2012. Gaining Ground, Second Edition: The Origin and Evolution of Tetrapods (Life of the Past). Bloomington, IN: Indiana University Press, 78.


Fonte: Institute Creation Research

Breve digressão sobre a origem e significado da vida nas estruturas conceituais criacionista e evolucionista

EXCLUSIVO! O Presidente da Sociedade Criacionista Brasileira, Dr. Ruy Vieira, escreve um artigo exclusivamente para o NUBEPO. Veja sua afirmação: 

"Por solicitação de Firmo Neto, amigo e associado da SCB, incansável batalhador a favor das teses criacionistas, o Autor faz uma rápida e sucinta digressão sobre conceituações envolvidas na análise dos fenômenos que são objeto de estudo da Ciência, destacando que a interpretação desses fenômenos depende das estruturas conceituais ou pressuposições que sejam adotadas para a sua análise".

Para ler o artigo completo clique aqui.

 Nota: Saiba mais sobre o Dr. Ruy Vieira – Presidente Criacionista Brasileira, clicando aqui.

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.

A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a Science, Nature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.

É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper (títulos, introdução, resultados, conclusões). Há um tópico especial sobre a elaboração de textos científicos em inglês.

Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.

Inovação

O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013 produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.

A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.

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E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.

Informações: (11) 3091-2949

Fonte: Platamorfa da USP

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cientistas capturam imagem de reação química pela primeira vez

Em toda a história da ciência, nenhum laboratório havia conseguido capturar imagens de reações químicas em alta resolução. Pelo menos não até agora, pois um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley) conseguiu realizar o que todos tentavam há décadas. E o mais curioso é que isso aconteceu de uma maneira quase acidental.

Utilizando um microscópio de alta potência, eles estavam tentando realizar uma série de reações com grafeno. Com muita sorte, conseguiram chegar às imagens que você pode ver nesta notícia. Para o site Mashable, um dos cientistas afirma: “Nós não estamos pensando em fazer imagens bonitas, as reações eram o grande objetivo!”.

Essa é a primeira vez na história que um grupo de cientistas conseguiu capturar imagens em alta resolução de uma molécula sendo quebrada e depois tendo seus átomos realocados em outra liga. Para a sorte de todos, o processo ocorreu exatamente como todos imaginavam — em caso contrário, boa parte do que sabemos sobre ciência seria jogado no lixo.

Agora, os responsáveis pelo projeto estão confiantes em um futuro interessante para a ciência. Segundo eles, apesar de o ocorrido parecer muito simples, há grandes descobertas envolvidas no processo. Essas novas imagens podem, inclusive, colaborar nas pesquisas de nanoestruturas e até mesmo contribuir para novos métodos de arquitetura eletrônica em nanoescalas.

Fonte: Megacurioso

domingo, 4 de agosto de 2013

A metodologia de convergência das ciências sob a ótica da criação

A Teoria da Evolução tem sido considerada por alguns educadores como um paradigma e base para todas as demais disciplinas quanto à origem e comportamento das espécies. Há muito tempo, as escolas têm adotado livros didáticos que afirmam que a evolução é um fato incontestável. Partindo disso, qualquer questionamento à Teoria da Evolução é considerado como algo fora de cogitação. É como se questionasse os próprios fatos científicos. A idéia de um Criador ou de um projetista inteligente é totalmente descartada e sujeita apenas a uma religiosidade.

Pela negligência de questionamentos e de aprofundamento científico, muitos livros didáticos trouxeram, inclusive, fatos adulterados sem ao menos corrigi-los. Como exemplo, temos os embriões de Haeckel e as mariposas de Manchester. Esses exemplos ainda aparecem nos livros didáticos de Biologia do Ensino Médio, mesmo que a comunidade científica questione e veja-os como uma fraude. A escola usa livros que relatam a Teoria da Evolução como um fato indubitável e expõem-na como nem o autor da teoria fez, Charles Darwin, pois o próprio Darwin não apresentou a sua teoria como um fato inquestionável.

Muitos professores de biologia e alunos desconhecem completamente a Teoria do Design Inteligente. Por outro lado, os livros de Biologia trazem apenas como ensino e abordagem a Teoria da Evolução sem trazer nenhuma dificuldade, inclusive levantadas pelo próprio Charles Darwin.

Esse livro, que vem de pesquisas e estudos da minha tese de Mestrado e Doutorado, tenta demonstrar que a Teoria da Evolução tem muitas dificuldades ainda como teoria, e que a teoria do Design Inteligente e da Criação são perfeitamente científicos e viáveis como uma opção de estudo nos livros de Biologia, pois trazem argumentos científicos que apontam para uma mente criadora como resposta para a origem de complexidades irredutíveis e nanotecnologias biológicas.

Por:
Mario Magalhães

Fonte: Editora Reflexão-SP

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