terça-feira, 16 de julho de 2013

O porquê dos evolucionistas serem péssimos cientistas quando pensam como evolucionistas

No ano de 2010 pesquisadores usando tecnologia de ponta determinaram que as penas que se encontravam no fóssil de uma ave, como indicado pela parte das penas por eles digitalizada, eram bastante escuras quando o pássaro ainda estava vivo.1 Agora, e alguns anos depois, outra equipe de pesquisadores digitalizou ainda mais penas e os novos dados dão-nos uma imagem ainda mais clara da sua plumagem. Mas ao mesmo tempo que reportam os resultados, os fatos estão a ser misturados com a mitologia.

Os pesquisadores sediados na “School of Earth, Atmospheric and Environmental Sciences” da Universidade de Manchester, usando tecnologia de scan Raio-X (da SLAC National Accelerator Laboratory de Stanford University), obtiveram resultados onde era visível que a ave, um archaeopteryx alegadamente com 130 milhões de anos, tinha penas claras com pontas mais escurecidas. Como foi possível que um fóssil supostamente com essa idade revelasse um tal nível de detalhe?

Segundo notícias provenientes da Universidade de Manchester, “Eles encontraram metais-vestigiais que foram já associados com pigmentos e compostos orgânicos de enxofre que só podem ter a sua origem nas penas originais do animal." Mas as moléculas orgânicas tais como os pigmentos, e especialmente as proteínas, não deveriam estar presentes se o espécime tem mais do que um milhão de anos. Estes dados observacionais desafiam as datas na ordem dos “milhões de anos” que foram associadas ao fóssil.

No entanto, os crentes nos milhões de anos podem com frequência suprimir evidências contraditórias tais como esta. O auto-chefe do artigo – Phil Manning – disse o seguinte ao Journal of Analytical Atomic Spectrometry, O fato destes compostos terem sido preservados neste lugar durante 150 milhões de anos é extraordinário. 2

O “facto”? Qual foi a metodologia cientifica empregue que determinou que os alegados são um “fato”? A única parte factual desta história, confirmada pelas observações cientificas, identifica a existência de bioquímica primordial ainda encapsulada nas rochas. A mitologia dos “milhões de anos” é de fato a única parte “extraordinária” desta reportagem – demasiado extraordinária para o senso comum.

Fontes: Darwnismo via Institute Creation Research

Nota do blog Darwnismo: Esta é a forma como os evolucionistas operam: qualquer dado observado que contradiga a mitologia dos milhões de anos é minimizada, e o paradigma toma preeminência sobre os fatos. Se o fóssil deste animal ainda contém substâncias bioquímicas que nunca poderiam existir durante os imaginários “milhões de anos”, então a conclusão científica a tomar é inferir que o fóssil não tem milhões de anos.

É desta forma que toda a ciência opera – excepto a teoria da evolução.

Com a teoria da evolução, os dados são subservientes à teoria, e como tal, se o fóssil tem substâncias que nunca poderiam existir durante milhões de anos segundo condições normais, então é porque algo “extraordinário” deve ter preservado o fóssil. E nós sabemos que isto deve ser assim porque o Consenso Científico diz que a Terra tem milhões de anos.

Referências

1. Thomas, B. Archaeopteryx Fossil Shows ‘Striking’ Tissue Preservation. Creation Science Updates. Posted on icr.org May 19, 2010, accessed June 14, 2013.
2.  X-rays reveal new picture of ‘dinobird’ plumage patterns. University of Manchester News. Posted on manchesteracuk on June 12, 2013, accessed June 14, 2013.


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