sexta-feira, 19 de julho de 2013

O mau uso da palavra “evolução”

Uma das palavras mais mal usadas dentro do empreendimento científico é inquestionavelmente a palavra “evolução”. Os evolucionistas usam a palavra “evolução” para classificar a transformação dum réptil para uma ave (uma impossibilidade científica), como também para classificar o fato de gatos brancos gerarem gatos pretos, cinzentos ou brancos. No exemplo que se segue, veremos como os evolucionistas usam essa mesma palavra para catalogar uma transformação que em nada deve às fábulas de Darwin.

Embora no mundo selvagem elas gostem de açúcar, as baratas aprenderam a evitar armadilhas envenenadas cobertas de açúcar. Podem-se ver as baratas mais inteligentes no clip de vídeo que se encontra no site Live Science.

Como normalmente acontece quando o assunto é evolução, as manchetes das publicações científicas fizeram a sua parte na guerra cultural utilizando termos que não estão adequados aos fenômenos observados. Stephanie Pappas criou um título onde se lia, “Yikes! Baratas Evoluíram Para Evitar Armadilhas Açucaradas.” Os autores do artigo presente na Science alegaram que as baratas alemãs “evoluíram rapidamente uma aversão comportamental adaptativa à glicose.” Eles falaram da aversão à glicose como o “ganho duma adaptação funcional” que “emergiu” durante o estudo das populações de baratas.

No entanto, os cientistas não declararam se as baratas aversas à glicose era uma nova espécie. Contrariamente ao que muitos crentes evolucionistas alegam, a evolução darwiniana não se limita apenas às mudanças no comportamento adaptativo que ocorrem dentro da espécie, mas sim ao aparecimento duma nova espécie. Se as baratas aversas à glicose podem se cruzar com as baratas que não são aversas à glicose, então não ocorreu qualquer tipo de evolução (tal como entendemos o termo “evolução”).
Para além disso, o artigo presente no site Live Science revela que um dos autores admitiu que a aversão à glicose pode ser uma característica antiga que emergiu dentro das novas condições ambientais onde elas lidam com armadilhas feitas pelo homem:

Algumas plantas produzem compostocs agri-doces tóxicos que as baratas teriam que evitar antes do aparecimento dos seres humanos.

Para piorar as coisas, as baratas aversas à glicose podem até ser menos saudáveis que as demais. No artigo presente no site Science Daily, o mesmo co-autor admitiu que elas crescem mais devagar sem o stress ambiental.

As baratas têm que se adaptar a uma variedade de fontes de alimento duvidosas, e a aversão à glicose limita ainda mais o tipo de nutrição que elas podem obter.

De qualquer das formas, esta observação não serve de evidência em favor da evolução darwiniana – descendência comum através da seleção natural.

Fonte: Creation evolution via Darwnismo

Um comentário:

  1. O interessante é que a vida foi feita por Deus para se adaptar a situação, se elas já possuíam esta característica antes e são menos saudáveis, isso pode ser qualquer coisa, menos evolução.

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