sábado, 29 de junho de 2013

Parafuso de “300 milhões de anos” intriga pesquisadores

Uma expedição de pesquisadores na Rússia realizou uma surpreendente descoberta: um parafuso fossilizado que, após análises, foi datado com idade superior a 300 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista, claro]. Tudo começou no decorrer de 1996, quando um grupo de pesquisadores russos, dedicado ao estudo de fenômenos ufológicos, partiu em busca de fragmentos de um meteorito que caiu na região russa de Kaluga. Eles, contudo, nunca imaginariam o que estavam prestes a encontrar. Em vez de um meteorito, descobriram o fóssil de um parafuso, de aproximadamente dois centímetros de comprimento. Após recolher cuidadosamente as rochas que estavam incrustadas no objeto e depois de analisar com raio x as amostras obtidas, os pesquisadores determinaram que esse parafuso remonta à época em que os répteis começaram a aparecer na Terra, ou seja, há aproximadamente 320 milhões de anos. E o parafuso não estava só, já que dentro das pedras foi encontrado ao menos outro parafuso.

A comunidade científica recebeu esse achado com grande surpresa. Como é possível que uma ferramenta de tecnologia semelhante pudesse existir em uma época em que o homem ainda sequer existia na Terra? Seria um indício de que civilizações avançadas teriam rondado o nosso planeta? As perguntas ainda são muitas e, quem sabe, novas ferramentas de pesquisa nos ajudem em breve a obter algumas respostas.

Fonte:
History Channel

Nota do blog criacionismo: Se os pesquisadores conseguissem pensar/ver as coisas de acordo com a ótica criacionista, não precisariam fantasiar que “civilizações avançadas teriam rondado nosso planeta”. Na verdade, civilizações muito avançadas viveram em nosso planeta e conviveram com os dinossauros, há não muito tempo. Isso poderia explicar o fato de ter sido encontrado esse artefato de metal numa rocha datada de supostos milhões de anos. Com o achado na mão, parece que os pesquisadores podem chegar a apenas três conclusões: (1) os métodos de datação estão errados e a rocha pode ser recente, (2) alienígenas inteligentes deixaram cair um parafuso de seu “disco voador”, ou (3) havia seres humanos inteligentes e tecnológicos no passado remoto da Terra. Tudo indica que os pesquisadores preferem optar pela alternativa 2, por mais inverossímil que seja.[Michelson Borges]

Nota do blog Ciência e Fé: E agora Darwinistas? Mais um artefato achado de fabricação há mais de 300 milhões de anos. Será que este método de datação está errado ou existiu mesmo vida inteligente há mais 300 milhões de anos? Evolucionistas, por favor, não vão dizer que este parafuso caiu de 'disco voador', tá? [FN]

Leia também a contestação deste achad
o aqui. [Nada provado até hoje - 29/06/2013]

Leia também: Peça encontrada em carvão de “300 milhões de anos” e O Cético: artefato "extraterrestre"

domingo, 23 de junho de 2013

NUBEPO – Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens

NUBEPO
Por que muitos cientistas e educadores experientes, em pleno século XXI, ainda duvidam da teoria evolutiva? Por que alguns deles ainda preferem acreditar no livro de Gênesis, que explica a existência de um Design Inteligente, a acreditar na evolução darwinista ou mesmo na evolução teísta a qual explica que um ser de mente inteligente e todo-poderoso é o direcionador desses processos evolutivos?

Consequentemente, mais perguntas são levantadas: Por que a ciência ainda não consegue enterrar Deus? A teoria da evolução é mesmo confiável? Qual a origem do universo e da vida? Viemos do macaco? Quem surgiu primeiro, o DNA ou a proteína? Os resultados das pesquisas sobre o caldo primordial, que poderia ter existido há bilhões de anos, são realmente verdadeiros? Poderiam cientistas acreditar que a vida na Terra tem provavelmente menos de 10.000 anos de idade? Os métodos de datação de rochas são confiáveis? Qual é mesmo a idade da Terra? O dilúvio de gêneses é lenda ou fato? É possível harmonizar a ciência e a bíblia?

 Assim, perguntas como essas são provocadas sob diversas cosmovisões filosóficas cujos campos de debate saíram dos laboratórios e universidades para o público em geral. Hoje, tanto cientistas como leigos querem uma resposta mais plausível para suas indagações sobre as origens.

Por outro lado, as grandes mídias, inclusive a brasileira, infelizmente, “não tem informado devidamente sobre os meandros da discussão científico-filosófica envolvida na controvérsia entre criacionismo e evolucionismo. A mídia (especialmente a popular) colabora para o aprofundamento do preconceito contra a teoria do criacionismo e do Design Inteligente”. Michelson Borges – editor, jornalista e escritor.

Seus Fundadores

Estas observações e indagações levaram um grupo de professores e estudiosos de várias áreas do saber como bioquímica, matemática, teologia, pedagogia e estudantes universitários a reunir-se na cidade de Guanambi - Bahia, no dia 23 de setembro de 2011, para fundar um Núcleo de Estudo e Pesquisa Sobre as Origens - NUBEPO. 
Fundadores da associação NUBEPO - Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens.
Esse núcleo se organizou como associação e tem como objetivo promover e incentivar o estudo, a pesquisa e os resultados científicos próprios e de outrem, que apoiem a tese da existência de planejamento, propósito e desígnio em todos os campos da natureza observável, em contraposição à tese do mero acaso mecanicista. Por conseguinte, pretende-se promover exposições com maquetes, cartazes, banners, portfólios, fotografias, vídeos, filmes, documentários, livros, revistas, réplicas de fósseis ou demais materiais didáticos e para-didáticos em escolas e outras instituições públicas ou privadas; organizar cursos, simpósios, palestras e encontros em diversas instituições educativas ou grupos de estudos, além de divulgar esses conhecimentos relativos ao estudo e pesquisas das origens em publicações de diversos gêneros, tais como: revistas científicas, meios de comunicação de massa e mídia eletrônica.

 É válido esclarecer que essa associação, sem fins lucrativos, não tem vínculos com nenhuma instituição religiosa e/ou política.

Na ocasião da formação do NUBEPO, em sua primeira reunião, com a conformidade dos presentes que formaram a nova assembleia, foi votada e nomeada a primeira diretoria:

Presidente:
Prof. Firmo Neto;
Vice-Presidente: Prof. Marcos Peter;
Secretário: Prof. Clério Moura;
Coordenador da Comissão científica: Prof. Dr. Pedro Vieira;
Tesoureira: Prof (a). Miley Araujo.

Sobre a logomarca:
 
O ornamento representa uma molécula de DNA, o código da vida extrapolando os limites da filosofia e pensamento humano representado pela caixinha. Uma semântica de que os atributos e desígnios divinos estão acima da compreensão humana. As cores da bandeira da Bahia fecham a identidade e origem do movimento.

Associe-se:

Para participar do Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens – NUBEBO, o interessado deve primeiro entrar no site www.nubepo.org, ler o estatuto da associação e, posteriormente, inscrever-se na modalidade que mais se adéqua, sendo:

•    Pesquisador Pleno;
•    Pesquisador Júnior;
•    Pesquisador Leitor.

Todo aquele que se interessar pelo estudo e diálogo a respeito das origens em suas diferentes vertentes: materialismo, evolucionismo (darwinista, teísta e etc.), Design Inteligente, criacionismo (bíblico ou científico) ou outra cosmovisão filosófica sobre como tudo começou é convidado a conhecer e fazer parte do NUBEPO.

A sede do NUBEPO, atualmente, localiza-se em Guanambi – Bahia. Este ano, 15 e 16/11/2013, a cidade de Vitória da Conquista foi escolhida para sediar o I Simpósio Baiano Sobre as Origens.

O NUBEPO nomeia em cada evento uma nova coordenação composta por membros associados para representar a cidade sede do próximo evento.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Nanotecnologia e religião: uma relação complexa

Há muitas evidências de que a opinião do público sobre a nanotecnologia será moldado por crenças religiosas

Na ficção curta história de Halo, um painel de estudiosos muçulmanos discutir uma tira de bacon feito por um "montador molecular", um dispositivo capaz de produzir a carne diretamente a partir de átomos individuais, ao invés de cortar a carne de um animal. Toda a carne de um porco é proibido de acordo com as leis do Islã halal [também entre judeus ortodoxo e adventistas]. Toucinho sintético é idêntico ao real, mas que nunca foi parte de um porco vivo. É ainda proibido?

"A história pode parecer uma piada, mas mostra como a capacidade da nanotecnologia para manipular átomos podem mudar o mundo material, de modo a levantar questões religiosas", diz Chris Toumey, uma antropóloga cultural da Universidade da Carolina do Sul, que estudou em profundidade a relação entre nanotecnologia e fé.

É, sobretudo, vozes seculares que expressaram seus pensamentos e preocupações sobre a nanotecnologia até agora, mas há uma série de evidências de que a opinião do público sobre ele vai ser moldado por crenças religiosas. Por exemplo, uma pesquisa de 2009 descobriu que a força das crenças religiosas nos EUA está relacionado negativamente para apoiar o financiamento da nanotecnologia. Um estudo do mesmo ano descobriu que a um país mais religioso, menos ela tende a encontrar nanotecnologia moralmente aceitável.

Até agora, as religiões têm sido notavelmente em silêncio sobre a nanotecnologia, Toumey ressalta. Nada comparado às controvérsias bioéticas duras sobre a fertilização in vitro no mundo católico, por exemplo. "A nanotecnologia é um órgão heterogêneo de ciências e tecnologias: algumas comunidades de fé têm universidades ou revistas suficientes para examinar uma questão tão complicada", diz Toumey. "Sua atenção pode ser atraída, se algum acontecimento dramático acontece: ou positivo, algo como uma cura para um câncer, ou negativo, como um desastre ambiental." A escassez de documentos oficiais torna difícil adivinhar pontos de vista religiosos, mas é uma oportunidade para os cientistas a se preparar com antecedência.
"Eu acho que não tem havido muita preocupação sobre a nanotecnologia no pensamento religioso, porque se você olhar para ele em detalhes, as preocupações que surgem não vêm de nanotecnologia em si, mas sim a partir de aplicativos específicos, como os de alimentos e meio ambiente, ", diz Donald Bruce, fundador da consultoria Edinethics com sede em Edimburgo, que já trabalhou para a Igreja da Escócia.

A análise dos poucos estudos realizados sobre as opiniões dos crentes de Toumey encontrou uma preocupação partilhada por várias religiões: a de que a nanotecnologia vai remodelar a natureza humana. "As comunidades de fé estão reagindo à representação da nanotecnologia feito por um popular grupo de escritores, chamado trans-humanistas", Toumey ressalta.

Transhumanismo é uma corrente cultural que pensa que a tecnologia (incluindo o nano) vai orientar a evolução humana artificialmente, eliminando as doenças, prolongando a vida indefinidamente, e utilizando a tecnologia da informação para alcançar cyberimmortality, algo como o armazenamento de "alma" de uma pessoa em um disco rígido. Um de seus mais famosos defensores é o futurista Ray Kurzweil. Idéias dos Transhumanistas sobre imortalidade e The Clash alma diretamente com postulados compartilhada pela maioria das religiões. "No entanto, a identificação de nanotecnologia com o tipo de valorização humana que transhumanists falar é um erro", diz Bruce.

Uma segunda preocupação comum é o medo de que a nanotecnologia pode tirar controle individual da vida, através da criação de impactos ambientais sem o consentimento das pessoas, ou pelo fornecimento de ferramentas para uma vida melhor só para os ricos. "Essas preocupações eco das preocupações gerais dos crentes no que diz respeito à tecnologia em geral", diz Toumey. "Alguns deles podem mesmo ser compartilhada por pessoas não-religiosas, mas estudos mostram que os crentes são mais articulado em discuti-las." O vocabulário de Deus, alma, espírito, vida eterna e fornece um conjunto de metáforas, símbolos, narrativas e figuras de linguagem que são úteis para navegar questões éticas levantadas pela tecnologia, de acordo com esses estudos.

Além de preocupações compartilhadas, diferentes denominações religiosas exibir uma variedade de abordagens, nos poucos documentos oficiais disponíveis. Católicos relaciona a questão com os problemas de bioética clássicos: será que novos diagnósticos de embriões provenientes de nanotchnology levar ao aborto? Será nanomedicina respeitar a dignidade humana, mesmo quando as condições de saúde se deteriorar até um ponto onde a eutanásia poderia ser considerado?

Cristãos não-católicos expressam suas preocupações sobre a arrogância humana: por exemplo, um autor compara a nanotecnologia para a alquimia, alertando sobre os perigos do "controle total sobre a natureza da capacidade de transmutar qualquer substância para qualquer outro". Muçulmanos tomam um caminho muito diferente: em vez de debater se a nanotecnologia é certo ou errado, eles discutem quem tem a autoridade para tomar uma decisão: a questão é fundido em termos de ijtihad, os procedimentos para a emissão de islâmicos decisões judiciais. Escritores judeus enquadram o debate na narrativa do Golem, esta é uma criatura em forma humana montados por homens com poderes religiosos ou de magia, cujo comportamento pode ser benéfica ou maléfica, em diferentes histórias: a linha de base é que a tecnologia pode melhorar a criação, mas isso vem com uma carga de responsabilidade para os seres humanos.

"Eu acho que nem o científico, nem as comunidades religiosas estão preparados para um debate sobre a nanotecnologia", diz Toumey. "Os crentes estão reagindo às idéias extravagantes de transumanismo, que na verdade tem pouco a ver com a nanotecnologia real. Eles seria sensato dedicar alguma atenção à nanotecnologia antes de tomar uma decisão. Por outro lado, os cientistas devem reconhecer que a religião pode trazer pensativo e opinião construtiva. Seria maravilhoso se todo mundo sabia muito sobre a nanotecnologia, e se as decisões podem ser tomadas com base nessas informações, mas, infelizmente, isso é extremamente improvável ".

De acordo com Toumey, os não-especialistas irá formar sua opinião com base em seus valores - bem estabelecida e posições polarizadas sobre a tecnologia, que trazem conceitos como privacidade, autonomia, justiça - e não em informações objetivas.

"Seria bom para dirigir um diálogo de duas vias entre cientistas e não especialistas, onde podiam trocar informações e preocupações", diz Toumey. Ele acha que este diálogo é urgente. Não será necessário esperar por promessas dos transumanistas a tornar-se realidade: algo tão prosaico como uma fatia de bacon sintético pode provocar controvérsia.

Fonte: The Guardian

domingo, 16 de junho de 2013

Origens - Relacionando a Ciência com a Fé Bíblica


“Elo perdido” ou mais especulações?

O estudo do rosto do chamado “Chico de la Gran Dolina”, um adolescente que viveu na Sierra de Atapuerca, no norte da Espanha, há quase um milhão de anos [segundo a cronologia evolucionista], confirma a hipótese de que pode se tratar de uma nova espécie: o Homo antecessor, do qual apenas encontraram restos nessa região. Parte do estudo foi publicada na revista científica Plos One, informou José María Bermúdez de Castro, um de seus autores e membro da equipe científica de Atapuerca, nesta terça-feira (11). A análise, realizada por cientistas do Centro Nacional de Pesquisa sobre a Evolução Humana e da Universidade de Nova York (EUA), concluiu que o rosto tem traços modernos, já que é visível uma expansão craniana e os dentes também são modernos, embora ainda possuam “traços primitivos”. “Sem dúvida alguma”, de acordo com Bermúdez de Castro, se trata de uma espécie distinta de todas encontradas até agora.

O paleontólogo diz acreditar que o Homo antecessor pode estar “muito próximo” ao antepassado comum entre o Homo neandertal e o homem moderno, “inclusive poderia ser esse ancestral”, embora seja algo que ainda tem que ser debatido com a comunidade científica. Trata-se de um tronco comum que deve ter surgido em uma zona situada entre o leste da África e o sudoeste da Ásia entre o Homo neandertal, que se expandiu pela Eurásia, e o homem moderno, cuja origem é situada na África.

Bermúdez de Castro reconhece que a comunidade científica não está totalmente de acordo em relação a esse ponto e pede uma opinião, embora ele tenha lembrado que quase não foram feitos estudos sobre restos do Homo antecessor do que os realizados pelos membros da equipe de Atapuerca.

O estudo foi focado no rosto mediante um remodelador facial que permitiu saber qual teria sido o aspecto do adolescente - cujos restos foram encontrados em escavações em 1995 - quando alcançasse a idade adulta.

Seus restos também foram comparados aos de um Homo ergaster, ser mais primitivo, encontrado em uma jazida em Marrocos e com a mesma idade dental. Existem “diferenças evidentes” entre os dois, já que o segundo apresenta uma menor reabsorção facial, por isso seus traços são “mais primitivos”, além de possuir uma dentadura também menos evoluída e um crânio menor.

Os restos do Chico de la Gran Dolina, que morreu na Serra de Atapuerca, não são os únicos que poderiam permitir estudos sobre essa espécie. Até agora, foram localizados 140 restos de 11 indivíduos, embora a maioria deles seja de crianças e adolescentes, havendo apenas restos de dois adultos.

Bermúdez de Castro lembrou que os vestígios do Homo antecessor foram encontrados em uma escavação e está convencido de que, quando conseguirem escavar toda a extensão da região, encontrarão milhares de restos mais, o que seria “uma orgia científica”.

No entanto, também lembrou que ainda faltam décadas para que se chegue a esse ponto, e por isso “é provável que sejam meus netos os que irão vê-los”.

Fonte:
UOL Notícias

Nota do blog criacionismo: Notou o grau de incerteza e quantas especulações estão contidas no texto? Releia as partes grifadas. “Orgia científica” é sair publicando artigos com base em poucos estudos (o pesquisador admite isso) de apenas alguns restos, a espera de que possam ser encontrados milhares de outros restos. Espera por espera, os criacionistas também esperam que possam ser encontrados (ou não) fósseis de seres humanos “gigantes”, algum dia, ou mesmo fósseis humanos com fósseis de dinossauros (o que parece ser bem difícil, devido à diferença entre os habitats desses dois tipos de criaturas). Perguntar não ofende: Caso pigmeus e jogadores de basquete estivessem extintos há muito tempo e em locais diferentes fossem encontrados fósseis desses dois tipos de seres humanos, quais seriam as conclusões dos pesquisadores evolucionistas? Concluiriam se tratar de fósseis de seres humanos que viveram na mesma época, sendo apenas variações de uma mesma espécie? Pois é...[Michelson Borges]

sábado, 15 de junho de 2013

Desing Inteligente



Nota: O que é Design Inteligente? Qual sua história e seu papel na ciência? E nas salas de aula? Descubra mais neste documentário feito para aula de Documentário no curso de Cinema da Universidade Anhembi Morumbi.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Professor do ensino médio terá bolsa para melhorar desempenho

Professores do ensino médio da rede pública receberão uma bolsa do Ministério da Educação para participar de curso de aprimoramento.

A medida faz parte de uma série de ações em estudo pela pasta, em parceria com o Consed (conselho de secretários estaduais de educação), para melhorar a qualidade dessa etapa da educação.

O objetivo é corrigir eventuais deficiências da graduação do docente, com foco nos métodos usados em sala de aula e no novo currículo escolar, multidisciplinar, a exemplo da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

A bolsa pode ter início ainda no segundo semestre, mas ainda não há orçamento definido. A medida segue projeto já adotado pelo MEC para os professores alfabetizadores.

Esses docentes vêm recebendo desde 2012 auxílio de R$ 200 para participar de curso de formação de dois anos.

"Vamos trabalhar em princípio com todas as matérias, mas nosso maior desafio hoje é matemática, física e química. É onde não temos professores formados nessas áreas e onde estão as maiores deficiências", afirmou o ministro Aloizio Mercadante.

Fonte: Folha de S. Paulo

domingo, 9 de junho de 2013

Deus Se revela de várias maneiras

1- Deus Se revelou pessoalmente.
2 - Deus Se revela pela natureza.
3 - Deus Se revela pela Escritura Sagrada.
Ana Paula (minha noiva). Tem sido assim: após eu pregar, ela vem e enCANTA!
Nota: Depois de um longo debate de ideias sobre a existência de Deus entre amigos ateus, resolvi pregar este tema: Deus Se revela de várias maneiras. Hoje, mais do que nunca, a conclusão que cheguei é que Ele é tão real que quase dá para tocá-lo. Não sei como tem pessoas que ainda não consegue senti-lo! [FN]

Pastores receiam admitir dúvidas sobre criacionismo

Deus criou o mundo em seis dias literais de 24 horas? Ele usou a evolução para criar a vida em sua forma atual? BioLogos encomendou recentemente um estudo para ver como pastores protestantes responderam a essas e outras perguntas sobre a origem humana. Uma pequena maioria dos pastores (54%) ainda sustenta o criacionismo da Terra jovem [YEC, na sigla em inglês], mas um número surpreendente aceita outros pontos de vista. 15% aceitam o criacionismo progressivo [PC] (Deus criou a vida em sua forma atual durante um período de tempo, mas não via evolução), e 18% apoiam a evolução teísta [TE] (Deus criou a vida através de um processo natural como a evolução). O estudo também revelou:

- A maioria dos pastores (72% de YECs e 73% dos TEs) concorda que os cristãos precisam olhar seriamente para a compreensão da ciência e da origem humana.

- No entanto, 58% dos YECs e 41% dos PCs admitiram que levantar dúvidas sobre a origem humana iria causar impacto negativo sobre seu ministério.

- 60% dos pastores reconhecem que algumas partes das Escrituras são simbólicas, mas autoritativas.

- Mais da metade dos pastores pesquisados ​​expressa preocupações com a ideia de que Deus usou a evolução para criar a vida em sua forma atual. Suas razões? A ideia de que isso “mina a autoridade das Escrituras” (64%), “veem trechos da Bíblia como não literal, como Genesis” (62%), “levantam dúvidas sobre Adão e Eva históricos” (61%), e “levantam questões sobre como e quando a morte e o pecado entraram no mundo” (59%).

Fonte: Christianity Today

Nota do blog criacionismo: A pesquisa do BioLogos foi realizada entre pastores evangélicos. Percebe-se claramente que o liberalismo teológico vem minando a fé numa criação literal, segundo narra o livro de Gênesis. O relativismo e o pós-modernismo vêm fazendo estragos no meio evangélico, ainda mais se levarmos em conta que muitas dessas igrejas têm pregado um evangelho existencialista e/ou funcionalista/utilitarista, distanciado-se mais e mais das páginas sagradas da Bíblia. E cada vez mais um grupo específico vai sendo isolado em sua compreensão literal do relato da criação em seis dias de 24 horas; um grupo que reserva o sétimo dia da semana (o sábado) para atividades exclusivamente religiosas justamente porque crê que Deus fez a mesma coisa no fim de Sua obra criativa, reservando o sábado como memorial dessa criação literal (Gn 2:1-3). Por abraçar a mistura impossível do evolucionismo teísta (que, na verdade, é péssima teologia somada a péssima ciência), a maioria dos cristãos está reforçando o coro dos ateus, agnósticos, sem religião e outros, segundo os quais gente como os adventistas do sétimo dia são “fundamentalistas”, fanáticos de visão estreita. A polarização cresce cada vez mais. Só não vê quem não quer.[Michelson Borges]

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Deus Se revela de várias maneiras


Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima

A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus. “Não há nada para se fazer além de comprar outra”.

É possível fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da SOP (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.

O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.

As lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como aquelas geladeiras Frigidaire ou máquinas de lavar Westinghouse que duravam a vida toda.

Uma filosofia empresarial mais conforme com nossos tempos, graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não gerem resíduos que, por vezes, acabam desembocando em containers de lixo no terceiro mundo. 
Veja a entrevista onde ele fala sobre seu projeto.

    Se trata de um movimento que denuncia a Obsolescência Programada. Lutamos para que as coisas durem o que tenham que durar, porém os fabricantes de produtos eletrônicos os programam para que durem um tempo determinado e obrigam os usuários a comprar outros novos. A lei permite!

    O consumo de nossa sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável. Os fabricantes devem ser conscientes de que as crises de endividamento como a que vivemos são inevitáveis e que podemos deter o crime ecológico.

    Repórter: A lavadora de minha mãe durou 35 anos.

    Benito Muros: E agora aos seis já da problemas. Também, antes havia umas meias de náilon irrompíveis. Deixaram de fabricar, por isso, porque duravam demais. Más hoje, por exemplo temos uma lâmpada que está acesa a 111 anos em um parque de bombeiros de Livermore (California). Foi então que surgiu a idéia de criar, junto com outros engenheiros, uma linha de iluminação que dure toda a vida.

    Repórter: Não queima nunca?
    Benito Muros:Nunca! Dura mais de cem anos, porém como não veremos, oferecemos uma garantia de 25 anos.

    Repórter: Não se vê isto nos grandes armazéns.
    Benito Muros:Não, porque as distribuidoras nos dizem que vivem das que se queimam. Inclusive recebemos ofertas de milhares de dólares para tira-la do mercado.

    Repórter: E quanto custa sua lâmpada?
    Benito Muros: Pode ser comprada online por uns 37 euros. Aos fabricantes não lhes interessa.

    Repórter: Um gênio ou um louco?
    Benito Muros: Nem um nem outro. Somente buscamos uma sociedade mais justa. Ainda que isto signifique estar ameaçado de morte.

A lâmpada criada pela OEP Electrics responde à necessidade atual de um compromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos ao mesmo tempo em que permite uma poupança energética de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.

Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com a descoberta. Benito Muros diz que está sendo ameaçado devido a seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar seu produto do mercado.

- “Senhor Muros, você não pode colocar seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.

Para realizar sua pesquisa, Muros viajou até o parque de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contatou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a respeito.

Com esta informação conseguiu as bases para começar sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na não Obsolescência Programada.
Conheça a lâmpada neste vídeo:


Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e OEP Electrics:

- Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às alógenas e 70% em relação às fluerescentes.
- Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano.
- Não se queima no caso de acender e pagar varias vezes. A empresa OEP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias.
- Ela acende na hora. Não precisa esperar ela esquentar.
- Não emite ultra violeta e nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos)
- Não faz zumbido.
- Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero.
- Não contém tungstênio e nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais.
- Emite 70% a menos de CO².
- Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza.
- Praticamente não esquenta utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar.
- Por não esquentar e não produzir radiação evita deteriorar os materiais que estão perto.
- Evitam risco de incêndio.
- Não prejudicam o frio dentro de câmaras frigorificas.

Veja uma entrevista de Benito Muros:


Fontes: OEP ElectricsEl Economista, Terra

Nota: Por que as lâmpadas queimam? Por que as lâminas de barbear oxidam com tanta facilidade?  Por que os pneus desgastam tão rapidamente? Estes e outros questionamentos já foram socializados neste blog por um texto que publiquei: Alquimia e química, ontem e hoje. Assim, com esta matéria em mãos e outras observações realizadas ao longo destes anos não posso duvidar que as respostas para tantas indagações podem ser encontrados no capitalismo desenfreado. É notório que este fato seja a mais pura realidade, pois estas perguntas e outras poderiam ser evitadas em pleno século 21 quando estes problemas poderiam ser resolvidos pela própria ciência contemporânea. Por outro lado, confesso que sou cético quando se fala em preservação ao meio ambiente. Fica difícil de acreditar em uma revolução ecológica em pleno sistema capitalista, onde o principal interesse desta sociedade é o consumismo desenfreado.[FN]

“É difícil mulher rodada encontrar um cara legal”

Marina Ruy Barbosa, 17, falou sobre virgindade em entrevista à revista Quem. A atriz, que vive a Nicole de “Amor à Vida” (Globo), namora Klebber Toledo, 26, há quase dois anos. “[Perder a virgindade] tem que ser com a pessoa certa, com alguém em que você confie e que seja legal com você”, afirmou. “Cada um sabe sua hora.” “É uma coisa que não banalizo”, disse. “Acho feio banalizar, acho que perde a graça. A vida é bonita, então, vamos fazer ficar bonito.” “Por ser mais velho, o Klebber não tem tanta pressa de tudo, já viveu, já fez, já conheceu”, explicou. “Nunca dormi fora e o Klebber nunca dormiu na minha casa.” “No começo, eu era mais ciumenta, mas o Klebber me passa muita segurança”, contou. “Barraco, não faço. Nunca.” “Há mulheres muito galinhas. É louco, né? Acho que não se comportam e, aí, os caras não valorizam”, avaliou. “Não adianta querer um príncipe se você não é uma princesa.” “É muito difícil uma mulher rodada encontrar um cara legal”, ensinou. “Só vai encontrar sapo.”

Fontes: Folha.com via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Conselhos interessantes e corajosos de alguém que vive num meio em que as pessoas geralmente valorizam coisas como “pegada”, “curtição”, “casualidade”, e por aí vai. Marina diz que se deve perder a virgindade com a pessoa certa. Eu acrescentaria que é preciso entregar a virgindade para a pessoa certa, no momento certo e no contexto certo, e isso tem nome: casamento. A atriz tem toda razão quando diz que princesas atraem príncipes e que mulheres “rodadas” atraem sapos. Se querem ser valorizados, homens e mulheres devem se valorizar e respeitar uns aos outros. Parabéns, Marina![Michelson Borges]

Masatoshi Nei e o "núcleo duro" da evolução

Você acha que o mundo surgiu espontaneamente? Ninguém concordaria com isso, nem mesmo um evolucionista. Mas isso, na verdade, é o que os evolucionistas acreditam. Na verdade, eles dizem que isso é um fato. Um fato tanto quanto a gravidade ou a Terra ser redonda. Não deve haver nenhum design, não há causas finais, nem teleologia. O mundo deve ter surgido por si mesmo – espontaneamente. E não, a seleção natural não muda isso. Não existe uma varinha de condão ou um feedback loop que faça o processo evolucionário hipotetizado não ser um processo espontâneo. E, de qualquer maneira, a seleção natural finalmente está encontrando seu fim há muito aguardado, e confirmando ainda mais o que é ser evolucionista.

Eis um teste. Quando eu lhe disser uma palavra, você me diz a primeira coisa que lhe vem à mente. Eis a palavra: “Evolução”. Resposta: Seleção natural, certo? Se o seu professor de Biologia pudesse usar somente uma ideia para descrever a evolução, provavelmente teria sido seleção natural. Ela era praticamente sinônima de evolução. Mas isso era ontem; agora é assim.

O conceito de seleção natural sempre teve problemas e em anos recentes eles ficaram cada vez mais fortes. Tão fortes que os evolucionistas, um por um, estão admitindo aos poucos que a seleção natural não poderia ser a fonte importante, primária que era defendida por muito tempo como sendo assim.

Considere, por exemplo, o novo livro de Masatoshi Nei, Mutation-Driven Evolution [Evolução guiada por mutação]. A expressão “guiada por mutação” quer dizer que as mutações não somente são tidas como fornecendo as matérias brutas para a mudança evolucionária, mas que elas também são tidas como causando a mudança evolucionária sem a ajuda da venerável seleção natural.

Você pode estar reclamando agora se se lembrar de todas as vezes que lhe disseram que o neodarwinismo – evolução por meio de mutação aleatória e seleção natural – era um fato. Se os evolucionistas tais como Nei estão agora descartando tão facilmente o antes alardeado “fato”, então por que nós devemos crer na nova versão deles? Particularmente, quando a nova versão é ainda mais improvável do que a antiga versão, se isso fosse possível.

Mas, cuidado! Os evolucionistas nunca quiseram afirmar que o neodarwinismo era um fato. Eu sei que isso foi o que eles disseram, e bem energicamente. Mas eles disseram isso somente por que o neodarwinismo era a atual versão da teoria evolucionária. O que eles quiseram realmente dizer é que a evolução, amplamente construída, é um fato. O neodarwinismo, como todas as hipóteses particulares da evolução, era sempre descartável.

As hipóteses da evolução podem ser atiradas debaixo do ônibus a qualquer hora. O que não pode ser questionado é a evolução amplamente construída, ou como Ernst Mayr costumava dizer, a evolução por si mesma. E o que é evolução por si mesma? Que as espécies surgiram de acordo com os eventos aleatórios e lei natural – acaso e necessidade. A biologia não tem mão que dirija, não tem nenhum design ou causas finais. Deve ter surgido espontaneamente. Isso, como Lakatos afirmaria, é o núcleo duro da evolução. E isso é que é ser um evolucionista.

Fontes: Cornelius Hunter via Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Queria ver a cara de alguns cientistas da Nomenklatura científica tupiniquim e da galera dos meninos e meninas de Darwin – a cada dia que passa é mais um prego no caixão da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z e em todos os multiversos (se existirem...). Pano rápido, pois em ciência tem coisas mais interessantes do que contos da carochinha ou mitos de criação secularistas...”

terça-feira, 4 de junho de 2013

Refrigerante faz tão mal aos dentes quanto crack e cocaína

Se você tem o hábito de tomar muito refrigerante e é daquelas pessoas que esquecem que existe água, prepare-se para a verdade: esse tipo de bebida faz tão mal à sua dentição quanto o uso de drogas ilegais. Isso se dá pela presença de elementos corrosivos presentes nas bebidas gaseificadas.

A corrosão começa pelo comprometimento do esmalte, essa película que dá brilho e protege nossos dentes. Sem essa proteção, nossa estrutura dentária fica mais suscetível a cáries, sensibilidade, rachaduras e ao amarelamento. Cientistas afirmam que o consumo abusivo de refrigerantes provoca os mesmos estragos que os percebidos em quem usa cocaína e crack.

As pesquisas trabalharam com comparações entre a saúde bucal de indivíduos que consumiam muita bebida gaseificada e aqueles que eram viciados nas drogas acima citadas. Essas pessoas admitiram também que não tinham bons hábitos de higiene bucal.
O autor do estudo, Mohamed A. Bassiouny, explicou que cada uma das pessoas avaliadas apresentam erosões dentais sérias e que isso está diretamente relacionado às drogas que consomem: meta-anfetamina, crack e refrigerante. Um dos grandes problemas do refrigerante – tanto nas versões normais como dietéticas e de baixa caloria – é a presença de substâncias como o ácido cítrico. Da mesma forma, algumas drogas apresentam elementos tão ácidos quanto esse ingrediente das bebidas superpopulares.

Para que os prejuízos sejam tão preocupantes quanto aqueles presentes em dependentes químicos, bastaria que você consumisse dois litros de refrigerante por dia, durante três anos, o que pode ser comum na rotina de muitas pessoas. A recomendação básica é diminuir a ingestão de refrigerantes e aumentar a de água. Será que não está na hora de mudar seus hábitos um pouquinho?

Fonte: Mega curioso

Leia mais sobre refrigerantes clicando aqui.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Foto Histórica: Quem ainda lembra de Serra Pelada - Pará?

Foto acima, acompanhado com o senhor Garcia, ex-garimpeiro e hoje vereador de Curionópolis-Pa. Abaixo, garimpeiros na década de 80.
Nota: O antes na década de 80 e o depois em 30-03-2013, completamente cheio de água. Hoje este terreno é propriedade de uma empresa Canadense - a Colossus. Ainda são extraídos toneladas de ouro, agora de forma mecanizada! Leia aqui mais detalhes desta nova extração![FN]

sábado, 1 de junho de 2013

A história da Ciência moderna

Quais foram os seus pioneiros? Como a ciência afeta a nossa vida? E quais são os desafios que aguardam os cientistas nesta primeira parte do século 21? Se olharmos bem a história das civilizações, perceberemos que desde os tempos mais antigos, a humanidade já investigava a natureza de um modo, digamos, “científico”. (Parte 01)


Em nosso último programa evidências iniciamos com você uma jornada pela história da ciência moderna. Ali você pode ver um pouco de como era a antiga busca pelo conhecimento e, ao mesmo tempo, como era difícil ter uma mente “cientifica” na chamada idade média, mas aí mencionamos ocorrência de um episódio que mudaria os rumos desta situação, nós falamos da redescoberta de Aristóteles no ocidente. Mas o que foi propriamente essa “redescoberta”? (Parte 02)


Seguindo a sequencia das últimas duas semanas, no programa de hoje vamos continuar nossa trajetória pela história da ciência moderna no programa anterior você pode acompanhar conosco a redescoberta de Aristóteles no ocidente e como o contato com seus escritos mudou a mente dos pensadores europeus, também vimos como o surgimento de homens como Nicolau Copérnico, Galileu Galilei e Francis Bacon contribuiu para os alicerces da chamada ciência moderna. (Parte 03)


Fonte: Evidência


Pesquisa indica que a humanidade ficou mais burra

Um provocativo estudo publicado recentemente na revista Intelligence sugere que, enquanto a tecnologia avança, a inteligência humana está em declínio. A pesquisa aponta que o quociente de inteligência (QI) dos ocidentais caiu 14 pontos desde o final do século 19. As informações são do Huffington Post. Segundo o professor da Universidade de Amsterdam Jan te Nijenhuis, co-autor do estudo, as mulheres mais inteligentes tendem a ter menos filhos do que aquelas com menor inteligência, o que poderia ser um dos fatores para esse declínio. Nijenhuis e alguns colegas analisaram os resultados de 14 estudos sobre a inteligência desenvolvidos entre os anos de 1884 e 2004, incluindo um feito por Francis Galton, antropólogo inglês primo de Charles Darwin. Cada pesquisa levou em conta o tempo que os participantes levaram para pressionar um botão em resposta a um estímulo. O tempo de reação reflete a velocidade de processamento mental de um indivíduo, e por isso é considerado uma indicação da inteligência.

No final do século 19, o tempo de reação visual era em média de 194 milésimos de segundo. Já em 2004, esse tempo havia aumentado para 275 milésimos de segundo. Ainda que a máquina utilizada para medir o tempo de reação do final do século 19 fosse menos sofisticada que a usada nos últimos anos, Nijenhuis afirmou ao Huffington Post que os dados antigos são diretamente comparáveis aos modernos.

Outros estudos recentes têm sugerido um aumento aparente no QI a partir da década de 1940. Porém, o especialista sugere que esses levantamentos refletem a influência de fatores ambientais – como melhor educação, higiene e nutrição –, que podem mascarar o verdadeiro declínio na inteligência herdada geneticamente no mundo ocidental.

Fonte: Terra

Nota do blog criacionismo: Não fosse a tecnologia, a ser humano atual seria uma cópia melhorada de “homem das cavernas”. Exagero? Pode ser, mas que as realizações do passado, quando supostamente a tecnologia não era tão avançada, ainda estão aí e nos surpreendem, como as pirâmides do Egito, por exemplo. De modo semelhante, não fossem a medicina e os remédios, creio que nossa expectativa de vida seria comparável à das pessoas da Idade Média. Pelo visto, evolução biológica (no sentido “ascendente”) não é o que vem ocorrendo. Degeneração, sim.[Michelson Borges]

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