quarta-feira, 29 de maio de 2013

Pedagogia da reclamação

O aluno não é autodidata, carece do mediador
Vida de professor não é fácil. Na sala de aula ou fora dela. Entretanto, embora exista muita reclamação com a burocracia, o que mais escuto são lamentos pelo que acontece em sala de aula. O profissional reclama do aluno. Reclama da conversa, reclama do desrespeito, reclama do desinteresse, reclama da ausência de leitura, reclama do não cumprimento de atividades.

Do outro lado, a rotina do estudante não é nada divertida. As aulas seguem a lógica “giz e quadro negro” ou, no máximo, datashow com textos resumidos. Se o professor não escreve e/ou lê o tempo todo, fala o tempo todo. É maçante. E inúmeras atividades são solicitadas. O aluno tem dez disciplinas? Terá, no mínimo, dez trabalhos para fazer – além das aulas. Ele acha tudo chato, quer mudanças, deseja ser respeitado. Sem ser ouvido, prefere ficar trocando mensagens no celular ou navegando nas redes sociais.

O professor reclama; o estudante também. Embora ambos estejam insatisfeitos, não chegam a um acordo. Nem a insatisfação gera mudança.

Cá com meus botões, entendo que as duas partes têm falhado em seus deveres. Por ser professor, prefiro, neste momento, a autocrítica. Sinceramente, não gosto de ver colegas reclamando de alunos. Fico pensando: por que não muda de profissão? Entendo que enfrentamos problemas. E não são poucos. Mas aprendi que, quando o estudante percebe que o professor se importa com ele, a gente recebe de volta pelo menos um pouco de respeito.

Eles falam da gente pelas costas? Claro. Criticam? Certamente. Não são santos. Porém, acredito que é possível assegurar um ambiente mínimo para promoção do conhecimento. Além disso, não é nada produtivo ter esse conflito, essa espécie de “queda de braços” entre professores e alunos. Como haver aprendizado num ambiente como esse? Como produzir conhecimento se é transferido para o outro a obrigação de interessar-se pelo saber? O aluno deve querer aprender. Mas o educador carece de generosidade, deve ter vontade de partilhar, de estimular o desejo pelo saber.

Embora não acredite ser adequada a comparação, penso que, em alguns aspectos, o professor é como um pai. O filho (aluno) nem sempre quer fazer determinadas coisas. Também é birrento, briguento, arruma confusão, é desinteressado. O pai não desiste. Insiste, corrige quando necessário, alerta… Porém, não abandona o filho, não o deixa largado. O professor deveria ser assim. Não muda nada ficar reclamando, se lamentando, argumentando que “eles são todos iguais: um bando de desinteressados”.

Educar é persistir. É reconhecer que o saber se constrói por meio da interação. E interação acontece quando a gente se interessa pelo outro. Reclamar e abandonar o aluno a própria mercê só desgasta as relações e amplia as distâncias entre professor e aluno.

Fonte: Blog do Ronaldo

Professor da USP de São Carlos lança curso on-line de escrita científica

Agência FAPESP – O professor do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC/USP) Valtencir Zucolotto lançou na internet e em DVD o “Curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto”, com dicas para pesquisadores e estudantes de pós-graduação que escrevem textos para publicações científicas.

Os DVDs, com vídeo-aulas abordando a estrutura e a linguagem dos artigos, serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas e instituições públicas. Eles serão enviados às universidades públicas paulistas e a outras universidades federais – neste caso, sob demanda e de acordo com a disponibilidade.

O material – que consiste em oito módulos, divididos em dois DVDs – tem tópicos como seções de um artigo regular, aspectos de linguagem e editoração. Um dos módulos fala especificamente sobre a redação em inglês. De acordo com o professor, por enquanto não há previsão de colocar os DVDs à venda.
Prof. Valtencir Zucolotto
Material preparado por Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física, está disponível gratuitamente na internet e em DVD; são oito módulos, que tratam da estrutura e da linguagem dos artigos científicos (www.escritacientifica.com)

Todo o conteúdo está disponibilizado na página www.escritacientifica.com. “Os interessados poderão acessar não apenas os vídeos dos cursos, mas também fazer o download de apostilas e outros materiais de apoio”, afirmou Zucolotto.

Além de professor no IFSC, onde coordena o Laboratório de Nanomedicina e Nanotoxicologia, Zucolotto é membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e editor associado da publicação internacional Journal of Biomedical Nanotechnology. Ele ministra cursos de escrita científica há mais de oito anos. O DVD foi produzido em parceria com o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cepof) do IFSC/USP.

Mais informações pelos telefones (16) 3373-9778 e 3373-9779 e pelo e-mail bib@ifsc.usp.br.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

segunda-feira, 27 de maio de 2013

I Encontro Nacional de Fé e Ciência para o Século XXI

Nos dias 14 e 15 de maio a Universidade Presbiteriana Mackenzie sediou o I Encontro Nacional de Fé e Ciência que uniu estudiosos e debateu sobre os conflitos entre as duas áreas.

Os conferencistas que explicaram as diferenças e as semelhanças da fé e da ciência foram formados por professores de universidade de renome como a FEI, Mackenzie e Federal de Mato Grosso do Sul. Assistam abaixo às respectivas palestras:


A Interface Entre Fé e Ciência: Olhares Sobre o Método Cientifico



A Ciência Refuta a Fé Cristã?



A Teoria do Design Inteligente: Ciência ou Religião?


Conectividade entre Ciência e Fé

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Três fatos cruciais para entender a existência dos fósseis

1º: Fósseis mostram rápido e catastrófico soterramento

Superfícies inclinadas abaixo e seqüência de espessas camadas de extracto acima fornecem evidência de rápida inundação e erosão pós-inundação. Os fósseis fornecem evidência universal de rápido soterramento e até mesmo de morte agonizante.

Rápido soterramento é imprescindível para sepultar organismos como o primeiro passo no processo de fossilização. Os abundantes fósseis de invertebrados marinhos encontrados por todos os extractos de terra demonstram uma extraordinária condição de soterramento.

Polistratos de troncos fósseis (troncos de árvores em posição vertical atravessando várias camadas sedimentares) são comuns em camadas fósseis e é clara evidência de rápido soterramento.

Fósseis de vertebrados mostram rigidez cadavérica e sua posição é indicativa de sufocamento – asfixia repentina do animal.

2º: Fósseis são encontrados em todas as camadas.

A Terra é coberta de camadas de rocha sedimentar, muitas contendo fósseis microscópicos tais como plâncton, pólen e esporos. A totalidade de registros fósseis consiste principalmente de invertebrados marinhos (animais sem espinha dorsal), incluindo moluscos, águas-vivas e corais. O que é surpreendente é que este oceano de criaturas são encontrados principalmente nos continentes e raramente em profundas bacias oceânicas.

Mais conchas são encontradas em picos de montanhas do que sobre o leito do oceano. Das camadas mais profundas até as camadas mais altas a maior parte dos fósseis são de criaturas marinhas.

Os níveis superiores apresentam um crescente número de vertebrados, tais como peixes e anfíbios, répteis e mamíferos, mas os fósseis encontrados nas camadas mais profundas são igualmente tão complexas como qualquer animal de hoje.

Todos os tipos de fósseis aparecem repentinamente, plenamente formados e plenamente funcionais, sem ancestrais menos complexos nas camadas abaixo deles.

O registro fóssil é forte evidência de súbito surgimento de vida pela criação, seguido de rápido soterramento durante uma enchente global.

3º: Fósseis mostram formas estáticas e não formas transicionais.

O registo fóssil reflete a diversidade de vida original, não uma evolução de aumento de complexidade. Há muitos exemplos de “fósseis vivos”, onde as espécies que estão vivas hoje são encontradas igualmente em registros fósseis.

De acordo com o modelo evolucionista para explicar a existência de registros fósseis, existem três prognósticos:

1. Mudança em larga escala de organismos através do tempo
2. Organismos primitivos deram origem a organismos complexos
3. Derivação gradual de novos organismos produziram forma transicionais.

Porém, estes prognósticos não são confirmados pelos dados do registro fóssil. O trilobite, uma espécie de crustáceo, por exemplo, aparece repentinamente no registro fóssil sem qualquer forma transicional. Não há fósseis entre organismos simples como seres unicelulares, tais como bactérias e complexos invertebrados, como o trilobite.Os extintos trilobites tinham uma complexidade organizacional como qualquer invertebrado dos dias actuais.

Em adição aos trilobites, bilhões de outros fósseis encontrados subitamente apareceram plenamente formados, como mariscos, caracóis, esponjas e medusas. Mais de 300 tipos diferentes de estruturas foram encontradas sem qualquer fóssil transicional entre eles e organismos unicelulares.Peixes não tem ancestrais ou formas transicionais para mostrar como invertebrados, com esqueleto exterior tornaram-se vertebrados com esqueleto interior.

Fósseis de uma grande variedade de insectos voadores e terrestres aparecem sem qualquer forma transicional. Por exemplo, a libélula, aparece repentinamente no registro fóssil. O altamente complexo sistema que capacita as habilidades aerodinâmicas da libélula não apresenta nenhum ancestral no registro fóssil.

Em todo o registro fóssil, não há uma simples forma transicional inequívoca provando uma casual relação entre duas espécies quaisquer. Dos bilhões de fósseis que se tem descoberto, deveria haver milhões de claros exemplos, se eles existissem.

A falta de transições entre espécies no registro fóssil é o que seria esperado se a vida foi criada.

Fonte: Desafio Cristão

A evolução da vagina: pergunta sem resposta

Vagina: o único órgão encontrado apenas em mamíferos, mas não em peixes, anfíbios, répteis ou pássaros. E como surgiu [sic] esse diferencial da nossa classe? [...] O desenvolvimento nos conta uma parte da história de como surgiu a vagina. Os tratos reprodutivo e urinário são entrelaçados no início do nosso desenvolvimento, surgindo juntos de dois pares de canais, os ductos de Müller e de Wolff, que são modificados de forma complexa para formar uma série de rins (da qual mantemos apenas o último, os metanefros), um conjunto de vias para os testículos, e ainda outro conjunto para os ovários das fêmeas. Nos mamíferos que não pertencem à subclasse Theria, todos esses tubos têm um destino comum, uma única saída para o mundo exterior: a cloaca. [...]

Mamíferos marsupiais e placentários dispensaram algumas dessas funções, e expandiram outras [sic]. Uma parte do oviduto adquiriu [sic] um epitélio vascularizado e especializações para investir e nutrir um embrião residente, tornando-se um útero [fácil assim?]. Isso é uma função surpreendente e inovadora em si, mas, além disso, também formou, de outro canal separado, a vagina. A vagina é uma estrutura completamente nova, que não tem homólogo em anfíbios ou répteis.

Essa é uma observação interessante. É uma estrutura totalmente original que surgiu [sic] algum tempo depois da separação monotreme-marsupial, uma novidade evolucionária. Como isso aconteceu? Como podemos estudar um evento único, que ocorreu mais de 150 milhões de anos atrás? [Segundo a cronologia evolucionista que precisa ser muuuuiiiito longa, já que, em “apenas” milhares de anos toda a complexidade verificada na vida não poderia ter “evoluído”.]

O pressuposto básico de uma abordagem de evolução molecular para o estudo das novidades evolutivas é que as mudanças na regulação desenvolvimental deixam vestígios na estrutura molecular do genoma, e que um estudo genômico comparativo das estruturas deve ser capaz de identificar alterações genéticas coincidentes com uma novidade fenotípica. Pesquisadores usaram essa abordagem para tentar descobrir como surgiu a vagina.

Esse processo de consolidação e individuação deve ter deixado cicatrizes detectáveis no genoma – os genes envolvidos devem ter adquirido alterações necessárias para corrigir o fenótipo na população [somente alterações dariam origem a novos órgãos complexos e funcionais?]. Essas alterações teriam sido feitas aos genes reguladores que controlam especificamente a expressão gênica de tecido. E que genes são esses?

Existem alguns prováveis candidatos, como os genes HoxA, que têm regiões de domínio específicas no trato reprodutivo feminino. A questão é saber se há alguma evidência de que esses genes particulares têm sinais de qualquer conjunto de mudanças que estejam associadas com transições particulares na evolução de vertebrados – em particular, existem diferenças que podem ser rastreadas para a transição entre os monotremados e os Theria, e entre placentários e marsupiais – e, de acordo com a pesquisa feita até agora, a resposta parece ser sim.

Mas ainda há muito a ser feito. Os genes Hox são bastante elevados na cadeia de genes regulatórios, por isso há muitos mais genes que precisam ser analisados. Nós também estamos muito longe de descobrir como esses padrões de expressão gênica definiram os processos morfogenéticos que criaram essa estrutura adorável – a vagina. O importante, porém, é que existem essas questões à espera de ser respondidas – um problema para a ciência investigar.

Essa é a graça da biologia evolutiva: perguntas interessantes, antepassados excitantes e a promessa de ferramentas para entendermos mais e melhor nosso corpo e nossa história.

Fontes: Hypescience via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Percebeu o tom sensacionalista e especulativo, e a ausência de respostas na matéria acima? Há certos assuntos (como este) que os evolucionistas deveriam deixar “quietos” sob pena de, ao tocar neles, saírem envergonhados. Como surgiu a vagina? Não sabemos, mas estamos à espera “de ferramentas para entendermos mais e melhor nosso corpo e nossa história”. Essa é boa! Ciência pré-datada! Entender como o corpo funciona é uma coisa (e frequentemente esse estudo leva ao design inteligente); entender nossa história é outra coisa bem diferente. A biologia explica bem o funcionamento da vida, mas será que tem o mesmo sucesso quando dá uma de “ciência histórica”? Certamente que não. Investigar um passado remoto é levantar hipóteses desprovidas de evidências empíricas e observacionais. Ninguém estava lá para saber se as coisas foram assim mesmo como dizem os macroevolucionistas. Ciência depende de observação, e não pode ser feita somente na base de hipóteses e modelos computacionais. A verdade é que o “surgimento” da vagina (assim como o de qualquer outro órgão complexo) é um grande problema para os evolucionistas. O texto acima admite que “a vagina é uma estrutura completamente nova, que não tem homólogo em anfíbios ou répteis”. Se é completamente nova, foi necessário o acréscimo de grande quantidade de informação genética para que ela passasse a existir. De onde teria vindo essa informação? Além disso, como qualquer outro sistema de complexidade irredutível, o sistema reprodutor feminino, para funcionar bem, depende de vários mecanismos interligados que não poderiam “surgir” aos poucos, já que são interdependentes. O sistema reprodutor feminino não se trata apenas de um tubo de carne. Ele é de uma complexidade maravilhosa, com seus músculos especializados, glândulas, terminações nervosas (que presenteiam a mulher com o prazer do sexo) e a capacidade de abrigar uma (ou mais de uma) nova forma de vida, suprindo-lhe as necessidades por nove meses (pergunte a um ginecologista). E quando se fala em reprodução, é inevitável perguntar: Como podem ter evoluído numa mesma geração e numa mesma área geográfica (do contrário, seriam inúteis) dois órgãos tão diferentes e tão compatíveis como os aparatos sexuais do macho e da fêmea? Realmente, esse assunto é um problemão para os evolucionistas![Michelson Borges]

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A dança dos vegetais - Plantas preferem Beatles ou Beethoven?

Até Charles Darwin procurou saber se a música influenciava o crescimento das plantas. Conta-se que ele sentou diante de um exemplar de Mimosa L. e tocou seu fagote para estimular o movimento das folhas dessa planta. A experiência foi um fiasco, mas despertaria o interesse de outros cientistas no futuro.

Cem anos depois de Darwin, os pesquisadores R. Klein e P. Edsall analisaram alguns grupos de Tagetes erecta L. expostos a canto gregoriano, sinfonia de Mozart, jazz de Dave Brubeck e som dos Beatles [Espera aí, isso é experimento científico ou uma happy hour?]. As plantas eram expostas à sonorização duas vezes ao dia e mantidas em ambiente com temperatura, umidade e luz controladas. A experiência não apresentou resultados significativos entre os grupos de plantas.

Mito
Mas há quem acredite que estilos musicais podem auxiliar ou corromper o desenvolvimento de uma planta. A notória experiência de Dorothy Retallack, nos anos 1970, é usada para atestar que os gêneros musicais afetam o crescimento dos vegetais, embora nenhuma outra verificação posterior obtivesse resultado semelhante.

Naquele experimento, algumas plantas teriam crescido em direção às caixas de som que tocavam música clássica europeia e outras plantas teriam crescido em direção oposta à fonte sonora que tocava rock. Assim, se até as plantinhas queriam escapar do rock, então os seres humanos deviam evitar esse estilo a todo custo. Sabe-se lá a que tipo de pauleira musical os pobres vegetais foram expostos, tadinhos.

Além disso, de que tipo de rock estão falando? Da Jovem Guarda, do Sepultura, do Pink Floyd? E, se for música erudita, estão falando dos acordes retumbantes de obras de Stravinski ou de trechos melancólicos de certas peças de Chopin? Não podemos descartar a agressividade de muitas músicas a nossa fisiologia. Nem se pode negar que outras tantas músicas são capazes de tranquilizar nossos nervos urbanos estressados.

Fato
No entanto, uma recente pesquisa do Instituto de Biociências da Unesp avaliou que é “grande a dificuldade de se comprovar a possível influência de estilos ou composições musicais sobre um organismo vegetal” (p. 71). Essa pesquisa relata que uma planta pode responder de maneira diferente a um mesmo estímulo sonoro. Vai depender se a frequência e a intensidade estão adequadas. Ou seja, para sua germinação, as plantas não dependem de estilos musicais, e sim da interação das ondas sonoras. 

Há pessoas que usam os resultados obtidos com plantas e tentam aplicá-los a seres humanos. Porém, plantas não são capazes de julgamento estético, não cantam para os seus raminhos dormirem nem assobiam um hino quando estão felizes. Além disso, seria preciso submeter as pessoas às mesmas condições de temperatura, luz e sonorização dos experimentos com plantas. Mas isso não corresponde à realidade acústica e musical do nosso cotidiano.

Histórico musical
O estudo conclui dizendo que “todos os seres humanos têm um aparato sensório, neurológico, psicológico e cognitivo, que os permite responder a partir da interação que a percepção tem com seu histórico musical e mesmo estado emocional” (p. 78).

Como criaturas emocionais e intelectuais, ao contrário das plantas, podemos selecionar nossa escuta a partir do que faz bem para nossa inteligência e recreação. E se você busca bom alimento espiritual, selecione músicas que o aproximem do Criador e mantenham sua mente voltada para valores morais dignos.

 Fonte: Conexão 2.0

Nota do site Conexão 2.0: Citações da dissertação Estudos sobre a ação de vibrações acústicas e música em organismos vegetais, de Marcelo Silveira Petraglia (Unesp - Biologia Geral e Aplicada).

Dr. Marcos Eberlin na UFMG



Nota: Quem não puder assistir à palestra do Dr. Marcos Eberlin na UFMG no dia 01 de Junho poderá assistir sua palestra em Vitória da Conquista - Bahia, nos dias 15 e 16 de novembro de 2013 no I Simpósio Baiano sobre as Origens. Nas próximas semanas estaremos divulgando todos os conferencistas e minicursos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Enquanto o país ocupa o penúltimo lugar em ranking de educação, disseminam-se erotismo e violência em salas de aula

Segundo ranking realizado pela Pearson Internacional (referido em matéria de O GLOBO), o Brasil ocupou, em uma lista de 40 países, a penúltima colocação - a despeito de constituir a sexta economia do Mundo -, estando à frente apenas da Indonésia. Tal ranking utiliza informações de resultados de três testes aplicados a alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental.

Os dados provém do PIAE (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), do TEIMC/TIMSS (Tendências de Estudo Internacional de Matemática e Ciência) e do PEIA/PIRLS (Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização). Tais índices abrangem resultados e habilidades matemáticas, científicas e de leitura.

Neste contexto, proliferam-se, nas escolas, demonstrações eróticas - quando não pornográficas - de funk, realizadas por menores de idade, agressões de alunos contra professores, brigas entre gangues e espancamentos realizados entre alunos.

Ao mesmo tempo, noticiam-se, diariamente, fechamentos de escolas, redução em valores de investimentos na educação pública, acréscimo de violência no interior das escolas e no entorno, além de índices preocupantes no que toca aos resultados em aprendizagem. Infelizmente, as "novidades" acabam se restringindo ao lado negativo, não havendo melhorias, ainda que mínimas, no estado da educação pública. Infelizmente, poucos ainda podem entender esta situação, pois os índices de analfabetismo funcional, lamentavelmente, crescem e atingem níveis absurdos. Até quando perdurará esta situação?

Fonte: Folha Política

terça-feira, 21 de maio de 2013

Darwinistas estão dizendo: a Síntese Evolutiva Moderna já foi para a lata do lixo da História da Ciência!!!

A "Síntese Moderna" (neo-darwinismo) é um século visão gene-centric meados do XX da evolução, com base em mutações aleatórias que se acumulam para produzir uma mudança gradual por meio da seleção natural.

Qualquer função de uma função fisiológica em influenciar a herança genética foi excluída. O organismo tornou-se um mero portador dos objetos reais de seleção: os seus genes. Sabemos agora que a mudança genética está longe de ser aleatória e muitas vezes não é gradual.


 A genética molecular e seqüenciamento do genoma ter desconstruído este ponto de vista desnecessariamente restritiva da evolução de uma forma que reintroduz a função fisiológica e interações com o meio ambiente como fatores que influenciam a velocidade ea natureza da mudança herdada.

Características adquiridas podem ser herdadas e, em alguns casos, mas poucos crescente de que a herança agora tem sido mostrado para ser robusto para muitas gerações. O século XXI pode olhar para a frente a uma nova síntese que vai reintegrar fisiologia com a biologia evolutiva.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica
 
Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Quando levantamos a lebre aqui de que Stephen Jay Gould dissera em 1980 que a Síntese Evolutiva Moderna era uma teoria científica que, pelas montanhas de evidências contrárias no CONTEXTO DE JUSTIFICAÇÃO TEÓRICA, era uma teoria morta que teimava ortodoxia científica APENAS NOS LIVROS DIDÁTICOS, alguns membros da Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin disseram que eu falava do que não sabia. Bem, nada melhor do que ser corroborado e por um darwinista.

Agora uma pergunta causticante: não ensinam nas universidades que a ciência ABOMINA o vácuo teórico? E que a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA somente será anunciada em 2020? Gente, alguém me belisque, mas sob qual referencial teórico estamos fazendo biologia evolucionária??? Abracadabra??? Hocus pocus??? Búzios??? Cartas de tarô??? Horóscopo???

Fui, nem sei por que, rachando de rir da cara de alguns membros da Nomenklatura científica tupiniquim e da Galera de meninos e meninas de Darwin, cada vez mais órfãos...

Pano rápido... Espera sentado que os darwinistas vão empurrar com a barriga tudo isso. São useiros e vezeiros, mas quando a pimenta acerta neles, eles, covardemente, não gritam e nem dão um pio!!! 

Seleção natural está tornando mulheres mais altas?

Em muitos lugares ao redor do mundo, casais estão vivendo mais e tendo menos filhos. A mudança na reprodução e longevidade humana pode estar afetando o modo como a seleção natural age sobre o tamanho do corpo feminino. Uma nova pesquisa mostra que, graças a esse novo estilo de vida das pessoas, as mulheres tendem a ser mais altas e magras. Isso porque mulheres com esse biotipo tendem a ter mais filhos. O fenômeno foi observado em comunidades rurais na Gâmbia, mas estudiosos acreditam que pode ser observado no resto do mundo. Pesquisadores da Universidade de Durhan (Inglaterra) analisaram dados de duas comunidades femininas na Gâmbia, coletados pelo Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido entre 1956 e 2010. Essas informações forneceram o peso, altura e índice de massa corporal (IMC) das habitantes das aldeias durante quatro gerações.

Durante esse período, a vida das mulheres mudou consideravelmente, com o declínio acentuado de taxas de mortalidade e natalidade. Pesquisadores acreditam que isso está relacionado com a melhoria da nutrição e cuidados médicos nas comunidades, que receberam uma nova clínica de saúde em 1974.

O peso e a altura das mulheres também mudou ao longo dos anos. A análise feita no estudo mostrou que a seleção natural para a reprodução inicialmente favorecia as mulheres baixas e mais gordas, mas com o tempo passou a beneficiar as mulheres mais altas e magras, que passaram a ter mais filhos que a média.

Os pesquisadores afirmam que não é totalmente claro por que a seleção natural mudou a média do tamanho do corpo das mulheres ao longo dos anos. Em parte, isso pode ter acontecido porque a seleção começou a atuar menos na mortalidade – anteriormente elevada na região – e mais na fertilidade ao longo do tempo. Mas outras mudanças ambientais podem ter desempenhado um papel importante também.

Como as taxas de mortalidade e natalidade estão se alterando por todo o planeta, a seleção pode ser observada em ação por outras regiões do mundo, de acordo com pesquisadores.

Fonte: Hypescience

Nota do blog criacionismo: Esse é um bom exemplo de “microevolução” (ou diversificação de baixo nível) em ação. Quando certa característica já presente na espécie se torna vantajosa, acaba predominando, sendo selecionada. Mas note que não há qualquer tipo de adição de informação genética aqui (o que ocorre, muitas vezes, é a perda de informação). Há apenas a seleção de uma informação já presente no patrimônio genético. A configuração do corpo feminino pode mudar ao longo do tempo, mas, por causa disso, as mulheres nunca deixarão de ser o que são para se tornar, digamos, girafas.[Michelson Borges]

Os seios de Angelina e a prevenção radical

[Leia com moderação e tire suas conclusões. Adaptado de Natural News.] Embora não tenha câncer de mama, a atriz Angelina Jolie decidiu remover cirurgicamente seus dois seios e citou números de risco como a base para a sua decisão. Ela disse que, segundo os médicos, seu risco de desenvolver câncer de mama era de 87%. Com os seios removidos, ela diz que seu risco de desenvolver câncer de mama agora está reduzido a apenas cinco por cento. A mesma lógica bizarra poderia ser aplicada a homens que decidissem extrair os testículos para “prevenir” câncer de testículo? E se tiver chance de desenvolver câncer no cérebro? Isso seria insano e ninguém faz isso porque um dos princípios básicos da medicina é que você não submete pacientes aos riscos consideráveis ​​e aos custos de uma cirurgia com anestesia para remover órgãos que não têm nenhuma doença!

A própria ideia de que se tem tantos por cento de chances de desenvolver câncer de mama é uma mentira. Na realidade, todas as pessoas têm microtumores no corpo. O câncer não é uma doença que você “pega”, como se fosse atingido por um raio, aleatoriamente. É algo que você deve “gerenciar” ou “impedir” a cada dia, a cada refeição, pela escolha de um estilo de vida que envolve boa nutrição, consumo de vegetais e prevenção contra químicos e alimentos cancerígenos. Assim, quando um médico diz que você tem tantos por cento de “chance” de desenvolver câncer, o que ele está sugerindo é que você não tem nenhum controle sobre a doença, e isso é mentira.

Mesmo Jolie, com seu gene BRCA1, que está ligado ao câncer de mama, pode facilmente seguir um plano de dieta e estilo de vida que suprimam a expressão desse gene. E isso pode ser feito com alimentos simples que custam alguns dólares por dia. Esses mesmos alimentos também ajudam a prevenir doenças cardíacas, diabetes, mal de Alzheimer e outras doenças crônicas. A propósito, um produto químico natural encontrado em vegetais como brócolis e repolho oferece prevenção eficaz contra a expressão do gene BRCA1. Mas você quase não ouve oncologistas dizendo para as mulheres comer mais couve, porque isso não movimenta “a indústria do câncer”.

É espantoso que os médicos não acreditem em sorte ou vodu, por exemplo, sobre qualquer assunto que não seja o câncer. Mas, quando se trata de câncer, eles querem que todas as mulheres assumam mentalidade de vítima, de que o câncer é puramente uma questão de “sorte” e que, portanto, elas não têm controle sobre a própria saúde.

É surpreendente que a “indústria do câncer” não acredite em causa e efeito. Preferem assustar as mulheres com as estatísticas de “risco” segundo as quais as pessoas não têm controle sobre o câncer. Capacitar as mulheres com um senso de controle sobre sua própria saúde é a última coisa que a “indústria do câncer” quer fazer, porque isso iria levá-los a perder clientes e dinheiro. É muito mais rentável assustar todas as mulheres e deixá-las num estado de pânico irracional a ponto de elas concordarem com as coisas mais loucas que se possa imaginar, como “decepar” seios saudáveis. Essas mulheres são, então, convencidas de que eles literalmente lhes salvaram a vida, ao concordar em ser mutiladas por cirurgiões.

A verdade é que existem muitas outras maneiras de prevenir o câncer e suprimir a expressão dos genes BRCA1. Mas Jolie e a “indústria do câncer” dão a entender que só existem a quimioterapia, a radioterapia ou a cirurgia. Apenas três opções. Na verdade, Angelina Jolie teve maior risco de morrer na mesa de operações do que morrer de câncer de mama, se ela simplesmente seguisse um estilo de vida anticâncer.

Nota do blog criacionismo: Ao publicar este texto, não quero de forma alguma minimizar a importância dos métodos diagnósticos e dos tratamentos convencionais, quando se detecta um câncer que precisa ser tratado. E, graças a Deus e aos pesquisadores, houve muitos avanços nessas áreas. Mas a atitude radical da atriz Angelina Jolie pode ter ajudado a reforçar certo tipo de mentalidade preventiva oposta àquela que realmente previne: um estilo de vida saudável. A matéria de capa da revista Veja desta semana, por exemplo (“A escolha de Angelina”), ocupa dez páginas, mas não traz uma linha sequer sobre estilo de vida anticâncer, alimentação, abstinência de álcool e controle de estresse.[Michelson Borges]

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Para onde foi toda a água do Dilúvio?

Segundo o evolucionista Bill Butler, “A maior ficção geológica que os Criacionistas subscrevem é o Dilúvio de Noé” (2002). A ideia de que a água cobriu toda a Terra,  incluindo os montes e as montanhas mais altas (Génesis 7:19-20), é supostamente impensável e impossível . Os evolucionistas levantam várias questões quando revelam a sua descrença no Dilúvio de Noé e uma dessas questões foi levantada por Butler no seu artigo, “Creationism = Willful Ignorance” ["Criacionismo = Ignorância Voluntária"]. Diz Butler:

Se a superfície terrestre foi coberta com 8840 metros adicionais de água, como é que nos livramos dela?

Se o Monte Evereste atinge os 8840 metros de altura, então alegadamente a Bíblia indica que as águas do Dilúvio superaram essa marca – aproximadamente 7 metros acima do ponto mais alto do Monte Evereste (Génesis 7:20). Se isso realmente aconteceu, para onde foi toda a água do Dilúvio?Primeiro que tudo, a Bíblia é mais específica quando fala de Quem causou a redução da altura da água do que para onde especificamente se dirigiram as águas. Génesis 8:1,3 diz:

e Deus fez passar um vento sobre a terra, e aquietaram-se as águas. . . . E as águas tornaram de sobre a terra continuamente, e ao cabo de cento e cinquenta dias as águas minguaram.

Anos mais tarde, o Profeta Isaías trouxe à lembrança a forma como YAHWEH comparou a promessa que Ele havia feito com Israel com a promessa de que “as águas de Noé não inundariam mais a terra” (Isaías 54:9). Embora estas passagens não nos digam de modo específico para onde se dirigiram as águas de Noé, para o Cristão que acredita na inspiração da Bíblia tal revelação deveria ser adequada: Deus fez algo com as águas do Dilúvio.

Segundo: a crença do céptico (de que a quantidade de água que actualmente existe sobre a Terra não é suficiente para que o Dilúvio reportado na Bíblia tenha mesmo ocorrido) fundamenta-se em suposições inválidas. A verdade é que não sabemos a altura que as montanhas tinham durante os dias de Noé, nem sabemos a profundidade que os vales oceânicos tinham por essa ocasião.

Portanto, não podemos saber a quantidade de água que existia durante o Dilúvio de Noé. O Salmo 104:6-8 indica que, a dada altura do passado, Deus estabeleceu novas altitudes e novas profundidades para os montes e para os vales da Terra. Dirigindo os seus comentários a YAHWEH, o salmista proclamou:

Tu a cobres com o abismo, como com um vestido: as águas estavam sobre os montes; À Tua repreensão fugiram, à voz do Teu trovão se apressaram. Sobem aos montes, descem aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.

Da mesma forma que Deus milagrosamente alterou a topografia terrestre durante a Semana da Criação (Génesis 1:9-13), e tal como Ele milagrosamente enviou as águas do Dilúvio sobre a Terra, aparentemente Deus também milagrosamente causou a que as águas do Dilúvio baixassem de nível.O mundo antideluviano muito provavelmente era vastamente diferente da Terra actual (vêr 2 Pedro 3:6).

HimalaiasÉ bem provável (e razoável de se acreditar) que as montanhas dos dias de Noé eram muito menores que, por exemplo, as altitudes que o Monte Evereste ou o Monte McKinley têm hoje em dia. Tendo isso em conta, as águas do Dilúvio não teriam que alcançar os 8840 metros de altura de modo a cobrir toda a Terra.
Sabemos, segundo a Palavra do Criador, que as águas cobriram todas as montanhas do mundo, mas nós não sabemos a altura que essas montanhas tinham durante a época do Dilúvio. (Curiosamente, fósseis marinhos foram encontrados perto do topo do Monte Evereste, confirmando que essa parte do monte esteve coberta de água.)

Conclusão:

Fossa das MarianasPara onde foi toda a água do Dilúvio? A resposta mais lógica à luz das Escrituras parece
ser aquela que defende que Deus ajustou a topografia terrestre de modo a que o nível de água baixassse. A maior parte da água do Dilúvio provavelmente recuou para as partes mais profundas das trincheiras oceânicas – vales que, em algumas partes, chegam a ter uma profundidade que pode atingir os 11.000 metros (“A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo uma profundidade de 11.034 metros”).


Fonte: Darwinismo
 
Leia também: Dilúvio: águas de cima e de baixo, Oceanos podem estar escondidos dentro da Terra

Limites biológicos contradizem a teoria da evolução

Segundo a Teoria Geral da Evolução, durante os imaginários milhões de anos que alegadamente ocorreram na Terra (posição religiosamente defendidos pelos crentes evolucionistas, mas refutada pela ciência), os peixes evoluíram para anfíbios, que por sua vez evoluíram para répteis, que evoluíram para mamíferos, de onde surgiram os seres humanos. Supostamente, as alterações que ocorreram não foram de alguma forma limitadas: os invertebrados evoluíram espinha dorsal, os peixes evoluíram pernas, os répteis evoluíram cabelo, e os símios evoluíram a moralidade. Uma vez que, alegadamente, a evolução não tem limites, desde que haja tempo, tudo é possível. Infelizmente, para os evolucionistas, tudo aquilo que conseguimos observar à nossa volta testemunha para o fato de as alterações genéticas terem limites. Existe um ponto para lá do qual os tentilhões estudados por Darwin já não se podem modificar (ler), e depois de cem anos de experiências, de imensas mutações causadas em laboratório, e milhões de espécimes geradas, os evolucionistas finalmente aprenderam que a mosca da fruta comum (Drosophila melanogaster) nunca se modifica para nada mais que uma mosca de fruta (ler). Embora milhares de anos de reprodução seletiva nos tenham dado uma enorme variedade de tipos de cães, eles nunca deixaram de ser cães.

Recentemente, a proeminente publicação evolucionista New Scientist se debruçou sobre o tema dos limites das variações genéticas dos vários animais e dos seres humanos. No artigo com o título de “Where dogs have led, humans follow” [“Para onde os cães foram, os seres humanos seguiram”], é dito:

“O que os galgos, os cavalos e as mulheres velocistas têm em comum? Todos eles podem ter atingido o ponto mais alto das suas capacidades” (2008, 200[2685]:16).

Segundo Mark Denny, da Stanford University, na Califórnia, “as marcas recordistas estabelecidas por atletas, galgos e cavalos desde 1920 [...] revelaram limites na velocidade que os animais e os humanos podem atingir” (p. 16).

Os galgos e os cavalos vencedores foram-se tornando cada vez mais rápidos até os anos 70, quando eles começaram a estabilizar. Denny é de opinião de que isso ocorre porque esses animais atingiram o ponto mais alto da velocidade possível dentro da sua espécie, algo que pode ser consequência do fato de a reprodução seletiva ter criado o tipo de corpo ótimo.

As mulheres velocistas começaram a estabilizar suas marcas recordistas nos anos 70, com poucos e cada vez mais reduzidos avanços desde então. [...] Usando esses recordes, Denny criou um modelo que prevê que os homens irão eventualmente atingir o ponto mais alto da sua velocidade quando atingirem a marca dos 9,48 segundos para os 100 metros – 0,21 segundos mais rápido que o atual recorde mundial mantido por Usain Bolt (p. 16).

Embora a New Scientist abertamente aceite a Teoria Geral da Evolução, a publicação já admitiu a existência de limites biológicos para as mudanças. Independentemente da quantidade de vezes que os geneticistas levam a cabo a reprodução seletiva de animais, ou da quantidade de hormônios que são introduzidos no corpo humano e no corpo de animais, contrariamente ao que os evolucionistas defendem, existem limites para as modificações e mutações genéticas. Quer se fale de velocidade, tamanho ou força, existem limites além dos quais os humanos e os animais já não são biologicamente capazes de atravessar.

É possível que os cães se tornem mais rápidos, maiores ou mais fortes, mas eles nunca atravessarão os limites biológicos impostos pelo Criador, evoluindo para se tornar um gato, morcego ou rato (ou qualquer outra forma de vida). Isso é muito importante de se ter em consideração, uma vez que, contrariamente ao que imaginam os crentes evolucionistas, os limites existem e isso tem confirmação científica.

Tal como a Bíblia testemunha há mais de 3.500 anos, Deus criou todos tipos de animais de modo a que eles se reproduzissem “segundo o seu tipo” (Gênesis 1:21, 24, 25). Os evolucionistas, ao defenderem alterações ilimitadas nas formas de vida, não só não se encontram do lado da ciência, como fomentam uma ideologia religiosa que contradiz a Palavra dAquele que formou o que evolucionistas dizem ser o resultado de um processo natural.

Fontes: Apologetic Press, via Darwinismo

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Foto Histórica: Grandes nomes do Desing Inteligente

Foto Histórica - tirada no Auditório Ruy Barbosa, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, em 22/10/2012.
Da direita da foto para ao lado esquerdo: Firmo Neto ao lado do Dr. Michael Behe (professor de Bioquímica da Universidade Lehigh, Bethlehem, PA, Estados Unidos); Enézio Almeida Filho (Coordenador do Núcleo Brasileiro de Desing Inteliegente (NBDI); Dr. Marcos Eberlin professor titular da Universidade Estadual de Campinas, membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comentador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É membro também da Academia Brasileira de Ciências (2002). É presidente (2009) da Sociedade Internacional de espectrometria de Massas (IMSF) e vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS).

Leia mais sobre esta histórica foto aqui!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

I Encontro Nacional de Fé e Ciência para o Século XXI

Seca revela fósseis de animais gigantes no Agreste em PE

Uma descoberta paleontológica no Agreste pernambucano intriga moradores da região e pesquisadores. Com a forte estiagem que abate o Nordeste brasileiro, uma espécie de lago entre pedras no topo de uma serra no sítio Carneirinhos, em Dois Riachos, na zona rural de Caruaru, a 130 quilômetros do Recife, secou completamente pela primeira vez, revelando centenas de fragmentos de fósseis de animais pré-históricos [sic]. Entre eles, há exemplares da megafauna, que habitaram a região na conhecida Era do Gelo, há pelo menos 10 mil anos atrás. Com as chuvas das últimas semanas, o reservatório voltou a encher, mas a curiosidade permanece. Aos poucos, o local começou a virar ponto turístico. A comunidade científica já se debruça sobre o material a fim de datar os ossos e descobrir quando eles foram parar naquele lugar. O G1 foi conhecer o “cemitério de fósseis”, que ainda guarda possíveis pinturas rupestres.

O responsável pela descoberta dos ossos foi o agricultor José Carlos Silva, contratado pelo proprietário do sítio para limpar a lama que cobria o reservatório, cujo fundo chega a quatro metros. Pelas diferentes colorações nas paredes é possível enxergar os níveis que a água chegou ao longo do tempo. “Logo no primeiro metro, já apareceu um ‘bocado’ [de ossos]. Eu tomei um susto. Moro há 41 anos aqui e nunca tinha visto isso. Achei fantástico, pensava que era de dinossauro. Parei o serviço para avisar ao patrão”, contou.

Professora de História, Elenilma Melo, esposa do proprietário do terreno, foi quem percebeu o valor da descoberta. “Eu disse: ‘Não bole em nada aí’, pois sabia que era tudo muito frágil, podia quebrar. Procurei outros colegas de trabalho, que entraram em contato com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). A notícia tem se espalhado e a gente está cada vez mais ansioso para saber o que tem lá [na lago]”, comentou. “Nossa ideia é preservar o local para guardar esse pedaço da história. A casa está aberta para quem quiser nos visitar”, complementou o comerciante José Severino Silva, dono do sítio.

O biólogo Alexandre Nunes já analisou algumas peças e identificou, por exemplo, partes de uma mandíbula, de um fêmur e de uma terminação do rabo de uma preguiça gigante, que devia medir seis metros. Também há fósseis de tatus, que na época eram do tamanho de um Fusca; de mastodonte e toxodonte, parentes distantes do elefante e do hipopótamo, respectivamente. “Sabe aquele filme ‘A Era do Gelo’? São animais daquele período geológico, o Pleistoceno, que habitavam essa região, favorável à sobrevivência deles, sem mata fechada e com comida. Eles foram extintos por conta das mudanças climáticas, passaram por quatro eras glaciais”, explicou.

O paleontólogo Gustavo Ribeiro, professor do Departamento de Biologia da UFRPE, está responsável pela análise do material. "Já pegamos mandíbula, ossos longos e ossos menores, cerca de 10 a 15 materiais, que serão estudados para divulgação científica até o fim deste ano. Acredito que os animais iam buscar água naquele local e morriam próximo dali, e as enxurradas levavam os ossos para o fundo daquela depressão [sempre a explicação das enxurradas...]. Agora, quando foram parar ali, vamos ter que usar técnicas de isótopos radioativos, como caborno-14, para datação", argumentou o estudioso, que voltará ao sítio, na próxima semana, para recolher mais amostras.

Esta não é a primeira jazida fossilífera localizada em Pernambuco. Segundo a paleontóloga da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Alcina Magnólia Barreto, há ocorrências em pelo menos 40 municípios do estado. A maior parte fica em Brejo da Madre de Deus, perto do sítio em Dois Riachos, onde há 15 depósitos identificados.


E eles dão pistas sobre as características dos fósseis encontrados na região. "A datação deles tem ficado entre 50, 60 e 70 mil anos atrás [segundo a cronologia evolucionista]. Entre os fragmentos coletados, estavam ossos petrificados de preguiças, lhamas, toxodontes, mastodontes", apontou. "É importante preservar essa recém-descoberta porque ela pode ser um local chave na compreensão da ocupação da área pela fauna e pelo homem pré-histórico [sic]", complementou.

No sítio em Dois Riachos, um paredão com a ponta mais curva, que serviria de abrigo aos nossos ancestrais, tem possíveis pinturas rupestres, que ainda serão pesquisadas. "São desenhos que representam o cotidiano dos homens pré-históricos, que podem ter coexistido ou não com os animais gigantes, isso precisa ser estudado", explica o biólogo Alexandre Nunes.

Fonte: G1 Notícias via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Mudanças climáticas, simplesmente, parecem não explicar convenientemente a abundância de fósseis (que precisam de soterramento instantâneo em lama para serem preservados) numa região alta e tão distante do mar – e isso ocorre em diversas partes do mundo. É mais uma evidência de que em alguma ocasião no passado o sertão virou mar, e essas águas cobriram rapidamente animais de grande porte, diferentes dos seus descendentes atuais (algo previsto pelo criacionismo).[MB]

segunda-feira, 13 de maio de 2013

I Encontro Nacional de Fé e Ciência vai acontecer no Mackenzie

Nos dias 14 e 15 de maio a Universidade Presbiteriana Mackenzie estará sediando o I Encontro Nacional de Fé e Ciência que vai unir estudiosos para debater sobre os conflitos entre as duas áreas.

Os conferencistas que explicarão as diferenças e as semelhanças da fé e da ciência já foram confirmados. O quadro é formado por professores de universidade de renome como a FEI, Mackenzie e Federal de Mato Grosso do Sul.

O encontro vai acontecer no Auditório da Escola Americana, que fica no campus do Mackenzie em Higienópolis. As inscrições podem ser feitas pelo site da universidade pelo link ead.mackenzie.br.

As palestras acontecerão durante todo o dia, iniciando às 9h e seguindo até as 19h30 do dia 14 e até as 20h30 do dia 15. O chanceler da universidade, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, também estará presente.

Confira a lista dos palestrantes do I Encontro Nacional de Fé e Ciência:

José Maria Bechara, professor adjunto do Centro Universitário da FEI;
Karl Heinz Kienitz, professor associado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA);
Marcel Mendes, vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM);
Marcos Nogueira Eberlin, professor da Universidade Estadual de Campinas;
Johannes Gérson Janzen, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Jan Carlo Morais Delorenzi, professor da UPM.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 5 de maio de 2013

Incoerência Total

Nota: Hoje, pelo facebook, dois amigos mandaram duas charges evolucionistas para eu comentar. Vou repeti o que disse: São charges INCOERENTES chegando ser até BOBAS. Quem elaborou, com certeza, ainda não conhece a diferença entre as teorias criacionista e evolucionista.

Como muitos sabem a bíblia origina da filosofia judaica-cristã onde o livro de gênese descreve a CRIAÇÃO dos seres viventes em apenas seis dias literais por um Criador Inteligente (sem macromutações). Do outro lado defende uma forte corrente filosófica naturalista que explica o surgimento de seres vivos por processos naturais, gradual mais conhecida como EVOLUÇÃO (com macromutações).

Portanto, é bem notório que as duas teorias (Criação e Evolução) são totalmente opostas. Mas, vale ressaltar que existem outras filosofias que interpretam que a vida surgiu de um Criador Inteligente e que depois passou por processo evolutivo. Esta última hipótese, com certeza, é a mais INCOERENTE  de todas as hipóteses que existem. Confira aqui as impossibilidades de misturar estas duas teorias (criacionismo e evolucionismo), ok? [FN]

Evento misterioso alterou linhagem genética humana

A linhagem genética dos europeus foi misteriosamente transformada há cerca de 4.500 anos, é o que sugere uma nova pesquisa. A descoberta, detalhada hoje [23 de abril] na revista Nature Communications, foi extraída da análise de vários esqueletos desenterrados na Europa Central e que têm idade de até 7.500 anos. “O que é intrigante é que os marcadores genéticos desta primeira cultura pan-europeia, que foi claramente muito bem sucedida, foram repentinamente substituídos há cerca de 4.500 anos, e não sabemos o porquê”, disse em comunicado um dos autores do estudo, Alan Cooper, do Centro Australiano para DNA Antigo da Universidade de Adelaide. “Alguma coisa importante aconteceu e o objetivo agora é descobrir o que foi.”

O novo estudo também confirma que as pessoas que deixaram a Turquia [o Ararate está lá...] colonizaram a Europa, provavelmente como consequência da revolução agrícola, chegando à Alemanha cerca de 7.500 anos atrás.

Durante décadas, os pesquisadores se perguntaram se as próprias pessoas, ou se apenas suas ideias teriam se espalhado a partir do Oriente Médio, durante a revolução agrícola que ocorreu após o período Mesolítico. Para descobrir, Cooper e seus colegas analisaram o DNA mitocondrial, encontrado em estruturas de produção de energia das células e que é transmitido através da linhagem materna, em 37 restos mortais da Alemanha e dois da Itália, esqueletos de seres humanos que viviam em várias culturas que floresceram entre 7.500 e 2.500 anos atrás. A equipe observou um DNA específico de um determinado grupo genético, chamado haplogrupo H, que é encontrado amplamente em toda a Europa, mas é menos comum na Ásia Central e Oriental.

Os pesquisadores descobriram que os primeiros agricultores da Alemanha tinham íntima relação com os povos do Oriente Próximo e da Anatólia, sugerindo que a revolução agrícola trouxe, de fato, migrações de pessoas para Europa que substituíram os primeiros caçadores-coletores. Mas esse influxo inicial não é parte significativa do patrimônio genético da Europa atual.

Em vez disso, entre 5.000 e 4.000 anos atrás, alterações radicais do perfil genético sugerem que algum evento misterioso levou a uma grande reviravolta na população que veio a constituir a Europa.

A Cultura Campaniforme, que surgiu na Península Ibérica por volta de 2.800 a.C., pode ter desempenhado algum papel nessa revolução genética. A cultura, que pode ter sido a responsável por erguer alguns dos megalíticos de Stonehenge, tem esse nome pela sua singular cerâmica em forma de sino e de seus ornamentos funerários. Ela também teve seu papel na expansão das línguas celtas ao longo da costa.

“Estabelecemos que as bases genéticas para a Europa moderna só foram estabelecidas no Mesoneolítico, depois dessa grande transição genética cerca de 4.000 anos atrás”, como declarou Wolfgang Haak, outro autor do estudo também do Centro Australiano para DNA Antigo. “Essa diversidade genética foi então modificada pelas sucessivas migrações e expansões das culturas da Ibéria e da Europa Oriental, no decorrer do período final do Neolítico.”

Fonte: LiveScience; tradução: Marcelo II

Nota do blog criacionismo: Que evento “misterioso” ocorrido há cerca de quatro mil anos teria promovido essa alteração na linhagem genética europeia? Teria sido algum tipo de catástrofe que promoveu um “gargalo” na humanidade, tendo sido reconstruída toda uma linhagem a partir desse evento? Só sei de uma coisa: quatro mil anos no passado nos colocam exatamente na época do dilúvio de Gênesis...[Michelson Borges]

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O Cético: detalhes

Clique na imagem para ampliar!

Qual é o tamanho de Deus?


Aqui é só o que um homem consegue imaginar!

"Pude ler diferentes tipos de pontos de vista sobre a Ordem e o Caos existente no universo. Tanto de Ateístas como de Deístas, alguns falam do Caos como uma guerra de cegos com metralhadoras colocados aleatoriamente no campo de batalha, e a Ordem como as coreografia de um complexo balé.

O que concluí é que no espaço Ordem e Caos andam de mãos dadas, assim como num governo humano, onde leis e estatutos definem uma ordem pra sociedade, porém, nem todos estão sujeito a essas ordens, sendo um caos no meio dela. No universo não é diferente.

Tanto aqui como lá, sabemos que para haver ordens tem de haver um regente, é aí que entra a questão? Quem ou o Que Rege a Ordem?

Acredito em Deus e sou apaixonado pela Ciência como muitos podem ver em meus vídeos, nada pode provar que Deus existe como nada pode provar que ele não existe, mas eu creio na Ordem, creio na incrível ordem complexa de uma minúscula Célula, creio na tremenda organização que existe nos filamentos de um DNA, A maravilhosa padronização que há na natureza e a fantástica Sequencia de Fibonacci. Desde os campos da Genética, passando pela Geometria e chegando a imensidão do Universo. É nessas ordens atribuídas a ninguém em que acredito, e no que regeu todas elas." Revelação (Apocalipse) 4:11

Fonte: YouTube via TheJahChannels

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Professores terão de melhorar alunos para ganhar diploma

 O Ministério da Educação lançará nas próximas semanas programa para tentar melhorar o desempenho de alunos e professores em matemática, física, química e biologia, tanto no ensino médio quanto no superior.

As quatro matérias são as que mais possuem problemas de qualidade, de acordo com o próprio governo federal. Uma das ações será a oferta de pós-graduação em universidades federais e privadas a professores que lecionam as disciplinas nas escolas públicas de ensino médio. O certificado garantirá aumento salarial ao docente (progressão na carreira), mas só será concedido se houver a comprovação de que seus estudantes melhoraram --exigência inédita em programas federais de educação.

"Hoje, gasta-se muito com formação dos professores, mas a melhoria não chega aos alunos", disse Mozart Neves, que coordenará o programa do Ministério da Educação.

A forma de avaliar a evolução dos estudantes não está definida. O docente reprovado poderá refazer o curso. O número de professores participantes do programa dependerá da adesão dos Estados, que são os responsáveis pelos docentes.

O país tem cerca de 250 mil docentes de ensino médio em matemática, física, química e biologia, segundo os últimos dados do governo. Mas boa parte não tem formação na área --em física, são 90%.

OUTRAS FRENTES

"Temos um número insuficiente de professores nessas áreas. E a procura pelas licenciaturas é insuficiente", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Para tentar reverter o quadro, o programa terá outras duas frentes.

Em uma delas, o governo tentará incentivar alunos do ensino médio a escolherem o magistério nessas áreas.
Para isso, estudantes com interesse nessas matérias passarão a ter aulas de reforço e ganharão ajuda mensal de R$ 150 (paga pela União).

Eles participarão também de atividades nas universidades em grupos que reunirão docentes universitários, alunos de licenciaturas e professores das escolas básicas. A meta é recrutar 100 mil estudantes do ensino médio.

Em outra frente, os estudantes que já estão nas licenciaturas poderão fazer aulas de reforço nos conteúdos básicos, numa tentativa de diminuir a evasão nos cursos.

Ex-diretor da Unesco no Brasil (braço da ONU para educação), Jorge Werthein diz que o programa é interessante. Ele faz, porém, ressalva sobre a vinculação do certificado de pós-graduação ao professor à melhoria dos alunos. "Ainda não se encontrou uma boa forma de avaliar o trabalho do professor. Pode haver injustiças."
Fonte: Folha

Simples assim...

Clique na imagem para ampliar!
Nota: Realmente, isto é um fato e muito simples! Mas para completar este post, veja o vídeo abaixo que o Dr. Enéas - há muito tempo - comentou em um programa de televisão. Diga-se de passagem, tempo este que não se ouvia muito a palavra homofobia.


Leia também: Sou o "diferente"

DNA 60 anos: celebrando o desconhecido

“O quadro atual de como e onde a evolução opera, e como isso modela os genomas, é algo bagunçado... Raramente um sussurro desse debate vibrante chega ao público. Tome, por exemplo, a descrição do biólogo evolucionista Richard Dawkins feita ano passado na revista Prospect sobre o gene como um replicador com ‘seu status exclusivo de uma unidade de seleção darwiniana’. Isso evoca o quadro há décadas de um pequeno trecho de intenção autônoma do DNA em copiar a si mesmo, sem nenhuma indicação de que a seleção opera em todos os níveis de hierarquia biológica, inclusive o nível 2 supraorganismal, ou que a própria ideia de ‘gene’ se tornou problemática.

“Por que essa relutância aparente em reconhecer a complexidade? Um obstáculo pode ser o sentimentalismo. A biologia é tão complicada que pode ser profundamente penoso para alguns ter que abandonar a promessa de um mecanismo elegante fundamental.

“Em cosmologia, um só fato destruidor (a expansão acelerada do Universo) reescreveu prontamente a narrativa. Mas, em evolução molecular, os argumentos antigos, por exemplo, sobre a importância da seleção natural e a deriva genética na condução da mudança genética, estão colidindo agora com questões sobre o RNA não codificante, epigenética e a teoria da rede genômica. Ainda não está clara qual a nova história a ser contada.”

Fonte: “DNA: Celebrate the unknowns”, Philip Ball, Nature 496, 419-420 (25 April 2013) doi:10.1038/496419a, Published online 24 April 2013. Nesse artigo [“Celebrando os 60 anos da dupla hélice”], Philip Ball foi contundente: não entendemos totalmente como a evolução opera em nível molecular.

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Philip Ball, sem querer querendo, jogou de vez na lata do lixo da História da Ciência a alegação de que a teoria da evolução é uma teoria científica tão corroborada como a lei da gravidade e assim como a Terra gira em torno do Sol. Gente, queria ver a cara de alguns cientistas da Nomenklatura científica e a galera dos meninos e meninas de Darwin que a cada dia mais ficam sem pai nem mãe, oops!, sem contra-argumentos. E a nova teoria geral da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada (Estendida) – que somente será anunciada em 2020? Como está sendo feito biologia evolucionária se a ciência abomina o vácuo epistêmico? Pano rápido: os cientistas não entendem totalmente como a evolução opera em nível molecular.

Dawkins, o principal pensador de 2013?

A revista britânica Prospect divulgou na quarta-feira uma lista com os 65 principais pensadores de 2013. O primeiro lugar ficou com o biólogo britânico e hoje defensor ferrenho do ateísmo Richard Dawkins, que revolucionou o estudo da evolução com seu livro O Gene Egoísta, publicado há 37 anos [e no qual ele defende a ideia dos memes]. A primeira mulher da lista aparece na 15ª posição: Arundhati Roy, escritora e ativista política indiana. Seu primeiro livro, O Deus das Pequenas Coisas, publicado em 1997, ganhou o Booker Prize, uma das mais importantes premiações literárias do mundo. O único brasileiro a marcar presença na lista é o filósofo Roberto Mangabeira Unger, ex-ministro de Assuntos Estratégicos, que ficou no 40º lugar. A pesquisa que deu origem à lista, denominada World Thinkers 2013, contou com mais de 10.000 votos em mais de 100 países.

Fonte: Veja

Nota do blog criacionismo: A revista Prospect é britânica. Será coincidência que o primeiro lugar na lista de pensadores tenha ficado com o britânico Richard Dawkins? Será que o editor também é ateu? Sei lá... Uma coisa é certa: é no mínimo estranho deixar em oitavo lugar o físico Peter Higgs, pai do Bóson de Higgs, partícula subatômica à caça da qual estão cientistas de todo o mundo e cuja detecção envolve um aparelho que custou bilhões de dólares (o LHC), cientista considerado o favorito para o Prêmio Nobel deste ano, e premiar o neoateu militante fundamentalista que não deve entrar num laboratório faz muitos anos (pois vive escrevendo um livro atrás do outro para “detonar” a religião). Se Dawkins (autor de um livro com propaganda enganosa) é o principal pensador do mundo, estamos numa “roubada”![Michelson Borges]

Enfrentando verdades desconfortáveis

Em uma recente entrevista à Al-Jazeerah, Richard Dawkins foi convidado a dar sua opinião sobre Deus. Ele argumentou que o deus do “Antigo Testamento” era “horrível”, “um monstro”, e reiterou sua declaração contida no livro Deus, um Delírio de que o Deus da Torá era o personagem mais desagradável “na ficção”. Foi perguntado se ele tinha a mesma opinião sobre o Deus do Alcorão. Dawkins foi evasivo e disse: “Não sei muito sobre o Deus do Alcorão.” Como o ateu mais destemido do mundo, famoso por suas opiniões veementes sobre os deuses cristãos e judeus, poderia declarar saber tão pouco sobre o Deus do Alcorão? Será que o professor não teve tempo para isso ou está simplesmente revelando a característica mais crítica de sua espécie: o instinto de sobrevivência.

Para responder à pergunta, vale a pena considerar os recentes acontecimentos na Dinamarca. Em Copenhague, no dia 5 de fevereiro, um conhecido crítico do Islã – assim como o professor Dawkins é um crítico do Judaísmo e do Cristianismo – escapou por pouco de uma tentativa de assassinato.

Lars Hedegaard é jornalista, historiador e fundador da Free Press Society. Depois do tumulto causado pelos cartuns sobre Maomé na Dinamarca em 2005, Hedegaard se tornou o principal defensor dos direitos dos autores e artistas dinamarqueses de expressarem suas opiniões, sem medo de intimidação e assassinato.

Desde o caso dos cartuns, tem havido diversas conspirações de extremistas islâmicos para assassinar políticos, editores e outros. No dia do Ano Novo de 2010, um dos cartunistas, Kurt Westergaard, recebeu em sua casa a visita de um islâmico somali treinado que tentou decapitá-lo com um machado, nos moldes de um ritual. Westergaard escapou para o “quarto do pânico”, que os órgãos de segurança instalaram em sua casa.

Este mês foi a vez de Hedegaard. A campainha de sua casa tocou e na porta apareceu um estrangeiro que lembrava um muçulmano, usando uniforme de carteiro. O jovem mirou uma arma na cabeça dele, um senhor de 70 anos, a menos de um metro. Errou o disparo. Hedegaard atacou seu agressor, que deixou cair a arma, mas pegou novamente, apontando novamente para a cabeça do jornalista. A arma travou e o homem fugiu.

O ataque foi mencionado de forma superficial no site da BBC, pela Associated Press e por mais uns poucos veículos de comunicação. Mas sem contar esses meios, nada mais foi dito a respeito. Ou seja, apenas a mídia escandinava, que têm de forma consistente – principalmente na Suécia – conseguido culpar Hedegaard pelo ataque. Hedegaard foi constantemente descrito apenas como “um crítico do Islã”. Portanto, ele trouxe o problema para si mesmo. Já devia ter imaginado que isso poderia acontecer. Devia ter aprendido a lição pelo episódio do cartunista. Um jornal sueco – com um estilo mais saudita ou iraniano do que sueco – até chamou Hedegaard de “um inimigo do Islã”. Quem diria que só isso já seria um crime?

O professor Dawkins não é um inimigo dos judeus ou cristãos. Ele é um crítico dessas religiões. Lars Hedegaard não é um inimigo dos muçulmanos. Ele é um crítico de alguns aspectos da religião islâmica. Se o professor Dawkins fosse assassinado amanhã por um judeu ortodoxo, dificilmente o mundo iria ignorar o fato. E suspeito que dificilmente as pessoas colocariam a culpa na vítima e não no agressor.

Mas é claro que nada vai acontecer com o professor Dawkins, pois da árvore antirreligiosa de conhecimento ele colhe apenas o fruto mais fácil e que está no galho mais baixo. Hedegaard – e alguns outros – têm tentado lidar com uma questão mais difícil e globalmente mais urgente. Na reação e falta de reação ao fato, a crítica mordaz e o silêncio, muito pode ser dito sobre a situação da época em que vivemos. Isso agora é norma na Europa. Culpar a vítima ou fingir que ela já sabia que ia acontecer é o nosso mecanismo de defesa mais fácil, pois, fazendo isso, significa que podemos evitar ter que enfrentar verdades desagradáveis. Ou achar que podemos. Por enquanto.

Fontes: Douglas Murray, The JC.com; tradução: Lucas lemos via criacionismo

Nota do blog criacionismo: A mesma coisa acontece com as ativistas da Femen e com certos militantes gays: batem em quem sabem que não vai revidar e acusam de intolerantes aqueles que, no máximo, discordam pacificamente de seu estilo de vida. Se Deus (qualquer deus) é um delírio e se a religião (qualquer religião) é um mal para a humanidade, por que Dawkins não diz isso abertamente de Alá e do islamismo também? Por que ele escolheu especificamente o judaísmo e o cristianismo? Se Dawkins é tão seguro de suas ideias, por que se recusa debater com "gente grande" como o filósofo e teólogo William Lane Craig?[Michelson Borges]

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