segunda-feira, 25 de março de 2013

Evolução em ação? Beta-Lactams, mecanismos de ação e resistência


Esta animação começa com a explicação da síntese da parede celular bacteriana, o processo visado pela beta-lactâmicos.

Estruturalmente, a maioria das bactérias consistem de uma membrana celular cercada por uma parede de célula e, para algumas bactérias, uma camada externa adicional. Interno para a membrana celular é o citoplasma que contém ribossomas, uma região nuclear e, em alguns casos, grânulos e/ou vesículas. Dependendo das espécies de bactérias, um número de diferentes estruturas externas podem ser encontrados, tais como uma cápsula, flagelos e pili.

Em bactérias Gram-negativas, a distância entre a membrana celular e da parede celular é conhecida como o espaço periplasmático. Mais bactérias gram-positivas não possuem um espaço periplasmático, mas têm apenas periplasma, onde ocorre a digestão metabólica e peptidoglicano nova célula é anexado.

Peptidoglicano, o componente mais importante da parede da célula, é um polímero fabricado de N-acetil murâmico alternando com N-acetil glucosamina, que são reticulados por cadeias de quatro aminoácidos.

A função da parede celular bacteriana é a de manter a forma característica do organismo e para evitar que a bactéria de rebentamento quando os fluxos de fluido para dentro do organismo, por osmose. Síntese do peptidoglicano e, finalmente, a parede celular bacteriana ocorre em várias etapas.

Uma das primeiras etapas é a adição de 5 aminoácidos para ácido N-acetil murâmico. Em seguida, N-acetil-glucosamina é adicionado o ácido N-acetil murâmico para formar um precursor de peptidoglicano. Este precursor peptidoglicano é depois transportado através da membrana celular a um aceitador de parede celular no periplasma.

Uma vez que no periplasma, os precursores de se ligar a receptores de peptidoglicano da parede celular, e submeter-se a reticulação extensiva. Dois principais enzimas estão envolvidas na ligação cruzada: transpeptidase e D-alanil carboxipeptidase. Estas enzimas também são conhecidas como proteínas de ligação à penicilina por causa de sua capacidade de se ligar penicilinas e cefalosporinas.

Eventualmente, várias camadas de peptidoglicano são formados todos os quais são reticulados para criar a parede celular. As bactérias gram-positivas têm muitas camadas mais de bactérias gram-negativas e, assim, têm uma parede celular muito mais espessa.

Antibióticos beta-lactâmicos incluem todas as penicilinas e cefalosporinas que contêm uma estrutura química chamado de anel beta-lactama. Esta estrutura é capaz de se ligar às enzimas que cross-link peptidoglicanos.
Beta-lactâmicos interferir com a ligação cruzada pela ligação a transpeptidase e enzimas D-alanil carboxipeptidase, impedindo assim a síntese da parede celular bacteriana.

Pela inibição da síntese da parede celular, a célula bacteriana é danificado. As bactérias gram-positivas têm uma pressão interna elevada osmótica. Sem uma parede celular normais, rígida, estas células rebenta quando submetido à pressão osmótica pequena do seu ambiente circundante. Bem como, o antibiótico penicilina complexo proteína de ligação estimula a libertação de autolisinas que são capazes de digerir a parede celular existente. Antibióticos beta-lactâmicos são, portanto, considerados agentes bactericidas.

Resistência bacteriana aos antibióticos beta-lactâmicos pode ser adquirida por várias rotas. Um dos mecanismos mais importantes é através de um processo conhecido como transformação. Durante a transformação, os genes cromossómicos são transferidas a partir de uma bactéria para outra.

Quando uma bactéria que contém um gene de resistência a morrer, ADN nu é libertada para o ambiente circundante. Se a bactéria de semelhança suficiente para o morto é na vizinhança, ele será capaz de absorção do DNA nu que contém o gene de resistência.

Uma vez no interior da bactéria, o gene de resistência pode ser transferido a partir do DNA nu para o cromossoma da bactéria hospedeiro por um processo conhecido como transformação homóloga. Ao longo do tempo, a bactéria pode adquirir suficiente destes genes de resistência a resultar em uma remodelação do segmento do DNA hospedeiro.

Se este remodelado códigos de segmento de ADN de ligação cruzada para as enzimas (ou seja, as proteínas de ligação à penicilina), o resultado é a produção de proteínas de ligação à penicilina alteradas.
Estas proteínas de ligação à penicilina alterados ainda pode reticular as camadas de peptidoglicano da parede celular, mas tem uma afinidade reduzida para os antibióticos beta-lactâmicos, assim, que tornam a bactéria resistente aos efeitos de penicilina e de outros agentes beta-lactâmicos. Este processo resultou na transferência de S. pneumoniae resistente à penicilina, através da aquisição de genes de outras espécies que ocorrem naturalmente resistentes à penicilina do Streptococcus.

Um segundo mecanismo importante através do qual as bactérias se tornam resistentes aos antibióticos beta-lactâmicos é a produção de enzimas capazes de inactivar ou modificar a droga antes que tenha a oportunidade de exercer o seu efeito sobre as bactérias.

Fonte: Mechanismsin Medicine

Nota do químico Dr. Marcos Eberlin Evolution in Action? [Evolução em ação?] Alguma coisa nova formada? Algum novo orgão, nova estrutura molecular, ou um espetáculo indescúlpavel de Design Químico Hiper Mega Inteligente, de estruturas com complexidade Irredutível, de uma mente mega super inteligente que criou não só estes espetáculos mega inteligentes de paredes celulares nano-moleculares, mas também mecanismos pré-estabelecidos de defesa, através da diversificação de moléculas e estruturas pré-existentes?

Você, que pensa um pouco, e sabe um pouco de Bio(Química) como eu, pois "evolution hopes you don't know Chemistry" ["evolucionistas esperam que você não saiba Química"] que avalie e decida. Os fatos estão ai, mas a conclusão, como nos papers da Nature e da Science [papéis da Natureza e da Ciência], que muitas vezes menospreza os dados, dando vazão à subjetividade, é toda sua. Livre-arbítiro, que as vezes decide pelo me engana que eu gosto.

domingo, 24 de março de 2013

Existem evidências científicas em favor da “macroevolução” ?

Obs: Em relação aos termos "microevolução" e "macroevolução", leia este texto aqui!

É muito comum a comunidade científica evolucionista equivaler a palavra “ciência” com o termo “macroevolução”, “ou modificações em larga escala”. Isto já produziu um mau entendimento sério junto daqueles que tentam inteirar-se mais do assunto que gira em torno das nossas origens. Se as palavras “macroevolução” e “ciência” são usadas sinonimamente, então, por implicação, a ciência da criação é “anti-ciência”.

Antes de mais nada, é importante definir de forma correta os termos usados. Embora muitas definições tenham aparecido, a ciência pode ser descrita como aquilo que nós sabemos ser verdade através das nossas observações. O falecido G. G. Simpson (Harvard) declarou na revista Science que “encontra-se inerente em qualquer definição de ciência que qualquer declaração que não pode ser verificada através da observação não é realmente sobre qualquer coisa . . . ou pelo menos, não é ciência.”

Mas o debate em torno das nossas origens centra-se em torno da macroevolução, e a macroevolução nunca foi observada. Um dos arquitetos do neo-Darwinismo concorda:

É manifestamente impossível reproduzir em laboratório a evolução do homem desde o australopithecine, ou a evolução do cavalo moderno desde um Eohippus, ou a evolução dum vertebrado terreste desde o ancestral com a aparência de peixe. Estes eventos evolutivos são únicos, irrepetíveis e irreversíveis. (Theodosius Dobzhansky, American Scientist, December 1957).

Portanto, sempre que um evolucionista alega que a “evolução já foi observada”, ele está a usar outra definição para o termo “evolução”. Infelizmente para o militante evolucionista, e segundo fontes seculares, não há qualquer relação entre a ciência e a macroevolução (que é onde a batalha criação vs evolução é relevante).

Infelizmente também, este mal-entendido é propositadamente propagado por aqueles (=evolucionistas) que deveriam saber mais, e deveriam ser mais honestos nas suas apresentações. Só que para esses, é mais importante avançar com a sua agenda secularista anti-Cristã do que ser honesto nas palavras. No dia 8 de Novembro de 1999 John Tedesco (San Antonio Express News) reportou as palavras do laureado Steven Weinberg onde este afirmava: "Eu pessoalmente acho que o ensino da ciência moderna é corrosiva para a crença religiosa, e eu sou a favor disso".

John Maddox (antigo editor da revista Nature) observou: "Não deve faltar muito para que a prática religiosa seja qualificada de anti-científica".

Isto só é verdade se por “ciência” Maddox tem em mente a “macroevolução”. A verdadeira e Bíblica adoração do Deus Triuno nunca esteve relacionada com a filosofia naturalista partículas-para-pessoas (macroevolução). De fato, há não muito tempo atrás um laureado cientista criacionista declarou: "A ciência é um vislumbre de Deus na natureza. A própria existência do espantoso mundo dos átomos e das radiações aponta para uma criação intencional, e para a ideia de que existe Um Deus e um propósito inteligente por trás de tudo. (A. H. Compton [d. 1962])".

É precisamente isto que a Palavra de Deus diz em Revelação 4:11: "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas".


Fonte: facebook via Darwnismo

Nota do blog Darwismo: O mundo natural é o resultado da Vontade Sobrenatural do Criador, e não o efeito de eventos aleatórios não-inteligentes. A macroevolução, que é onde o debate é relevante, nunca foi observada, mas mesmo assim os evolucionistas consideram a sua veracidade como o facto mais firme de toda a ciência (!).

sexta-feira, 22 de março de 2013

38% dos estudantes do ensino superior não dominam habilidades básicas de leitura e escrita

Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. Vejam os principais resultados do INAF BRASIL 2011 aqui

O Cético: máquinas moleculares

Clique na imagem para ampliar
Fonte: criacionismo

Peça encontrada em carvão de “300 milhões de anos”

Ao acender fogo na chaminé, um habitante de Vladivostok descobriu uma cremalheira de metal presa em carvão. O homem entregou o achado extraordinário a cientistas da cidade. Após uma análise minuciosa, os pesquisadores concluíram que a peça tem uma idade de 300 milhões de anos [sic] e foi fabricada por um ser vivo [descoberta semelhante ocorreu anos atrás]. Mas cientistas não podem responder quem foi seu autor.

Um artefato estranho em carvão não é um caso único para nossos tempos. Tais achados extraordinários colocam cientistas num impasse por destruir diversas concepções fundamentais da ciência contemporânea. O primeiro artefato foi achado em 1851 nos Estados Unidos, em Massachusetts, durante os serviços de explosão numa pedreira. O vaso de prata e zinco foi feito no Período Cambriano, que começou há 500 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. Em 1912, em Oklahoma, foi encontrada em carvão uma marmita de ferro, cuja idade é de 312 milhões de anos [sic]. Em 1974, foi achada em areia na Romênia uma peça de alumínio de destino desconhecido. A peça, parecida com martelo ou apoio de pouso do vaivém espacial Apollo, não podia ser fabricada por um humano, porque data do Período Jurássico.

O recente artefato de Vladivostok voltou a surpreender os cientistas. O carvão em que foi achada a peça extraordinária foi trazido para a cidade da Khakássia e tem uma idade de 300 milhões de anos [sic]. Por isso os cientistas concluíram que a peça metálica deve ter a mesma idade.

Quando pesquisadores quebraram com cuidado o fragmento de carvão, eles descobriram uma peça [...] de sete centímetros de comprimento, feita de uma liga de alumínio (98%) e magnésio (2%). O alumínio puro é muito raro na natureza e foi feita uma suposição de que a peça tenha origem artificial. Ao mesmo tempo, a liga não ordinária permitiu explicar o bom estado de conservação do artefato. O alumínio puro produz uma película resistente de óxidos na superfície, que impede a corrosão. Em resultado, a liga com o teor de alumínio de 98% resiste a altas pressões, temperaturas extremas e a um meio ambiente agressivo.

Foi ponderada a possibilidade de origem espacial do alumínio. Graças ao estudo de meteoritos, a ciência conhece a existência do alumínio-26 extraterrestre que se desintegra no magnésio-26. Nomeadamente a presença de 2% do magnésio na liga pode testemunhar a origem espacial da peça. Mas para confirmar essa hipótese é necessário efetuar uma série de pesquisas adicionais.

O último detalhe que chocou os cientistas foi uma semelhança descomunal da peça com uma cremalheira contemporânea. É difícil imaginar que a natureza poderia criar um objeto com seis dentes de forma regular com espaços iguais entre eles. Ao mesmo tempo, os espaços são extraordinariamente largos em relação aos dentes. Provavelmente, essa cremalheira fosse uma parte de um mecanismo complexo. Peças semelhantes são utilizadas em microscópios contemporâneos e outros aparelhos. Pergunta-se, então, como tal peça complicada poderia ser fabricada por um humano há muitos milhões de anos?

Quando se tornou conhecido o achado, falou-se imediatamente que a peça pertenceria a um OVNI. Mas cientistas preferem não fazer declarações sensacionais antes de estudar adicionalmente o objeto encontrado.

Fontes: Voz da Rússia via criacionismo

Nota do blog criacinismo: É interessante notar como os pesquisadores, diante de um artefato indiscutivelmente fabricado por alguém inteligente, rapidamente concluem pelo óbvio: o objeto foi criado. Mas o que ele faz incrustado em carvão com supostos 300 milhões de anos? Das duas uma: ou a datação é falha (como sempre temos dito) ou extraterrestres o fabricaram. Claro que os evolucionistas preferem optar pela segunda "explicação", uma vez que não vão admitir que o método de datação é tão frágil, nem vão admitir que houvesse seres humanos num passado tão remoto; e muito menos darão o braço a torcer para os criacionistas, admitindo duas coisas ao mesmo tempo: (1) a Terra não é tão antiga e (2) os seres humanos do passado eram tão inteligentes que foram capazes de fabricar peças de ligas metálicas. Esses mesmos cientistas que não admitem que um simples pedaço de metal moldado pudesse ser fruto do acaso dizem isso quando analisam ultracomplexas máquinas moleculares presentes em todos os seres vivos. Vai entender...[Michelson Borges]

quinta-feira, 21 de março de 2013

XII Simpósio Universitário do UNASP

  As experiências, desafios e surpresas vivenciados por um estudante de nível superior em universidades públicas podem ser gratificantes: a excelência do corpo docente, a qualidade do ensino e as muitas possibilidades de se envolver em projetos de pesquisa científica, tanto para uma sólida formação profissional, como para uma promissora carreira acadêmica.

           No entanto, em determinados cursos, o significativo enriquecimento intelectual e acadêmico vem acompanhado de brilhantes exposições em que convincentes argumentos evolucionistas são entusiasticamente apresentados como verdades científicas, juntamente com manifestações intimidadoras que podem coibir o estudante de expor seus próprios argumentos e convicções.

          Na verdade, via de regra, o jovem cristão parece não estar preparado para enfrentar os sutis e bem elaborados argumentos apresentados pela estrutura conceitual evolucionista. Na maioria dos casos, sua consciência é despertada para essa perigosa situação somente quando passa a ser desafiada no meio acadêmico das universidades seculares.

         Sinceramente preocupado com essa realidade, o Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp) promove, no campus Engenheiro Coelho, o XII SIMPÓSIO NACIONAL ADVENTISTA DE UNIVERSITÁRIOS, com o tema O UNIVERSITÁRIO CRISTÃO E AS ORIGENS. Cientistas e pesquisadores, abertos ao diálogo, nas áreas de biologia, física, geologia, química, teologia e jornalismo, abordarão esse relevante tema, nos dias 24 a 26 de maio de 2013.

        Sem dúvida alguma, ser cristão é ser criacionista. Quando criteriosamente construídos e corretamente compreendidos, os modelos criacionistas das origens revelam notável coerência interna, pois se fundamentam em conhecimentos autênticos (bíblicos, científicos e filosóficos) que se complementam mutuamente.

        Por outro lado, os modelos exclusivamente evolucionistas, habilmente construídos – na sua concepção ateísta e, especialmente, na perspectiva teísta –, carecem de evidências (científicas e teológicas) que possam sustentá-los. Mesmo os argumentos filosóficos – presentes (geralmente camuflados) na cosmovisão evolucionista – mostram-se inconsistentes e contraditórios.

       Você mesmo, ou algum amigo especial, está enfrentando dificuldades no contexto da controvérsia evolucionismo x criacionismo? Você concorda ou discorda das considerações sobre modelos criacionistas e evolucionistas, acima expostas? Não está na hora de maior aprofundamento nesse tema relevante? Vamos aproveitar as oportunidades que o XII SNAU oferece! Maiores informações aqui.

A teoria da evolução através da seleção natural já era!

 Recentes descobertas sobre o DNA estão forçando a revisão drástica da teoria da evolução de Darwin. São três descobertas dentro de pesquisas científicas relacionadas com o DNA, o código da vida. Essas descobertas estão forçando um reexame radical de ideias previamente aceitas de como se originou a vida e como mudou em complexidade e variedade ao longo do tempo:

1. A descoberta de que todos os genomas em vários organismos diversos mostram que 30% dos genes não têm uma história evolucionária detectável. Os cientistas nomearam esses genes de Orphan.

2. Pesquisas em epigenética estão revelando que grande quantidade de mecanismos moleculares nas células afeta a expressão de genes e pode inibir totalmente sua expressão. Isso pode ser passado para a próxima geração.

3. Análise matemática do DNA parece ter revelado códigos detalhados escondidos dentro da estrutura do DNA. Esses padrões matemáticos não têm nenhuma função biológica concebível, e podem sugerir a evidência de que a origem do DNA foi intencional e planejada.

Enquanto isso, a Nomenklatura científica tupiniquim fica escrevendo cartas chorando as pitangas para o presidente da Academia Brasileira de Ciências, ou então assinando manifestos deplorando o avanço da teoria do Design Inteligente no Brasil. Senhores, a falência epistêmica da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários é uma questão científica que precisa ser debatida.

Tentar desviar o foco da gravidade paradigmática em biologia evolucionária é querer tapar o Sol das evidências contrárias a Darwin no contexto de justificação teórica com uma peneira furada da retórica do naturalismo/materialismo metodológico que posa como se fosse a própria ciência. Nada mais falso! Isso é desonestidade acadêmica – 171 epistêmico!

Ao debate, Srs., pois Darwin kaput! Que venga la nueva teoría de evolución – a Síntese Evolutiva Ampliada (ou Estendida), que, pasme, somente será anunciada em 2020!

Fontes: Desafiando a Nomenklatura Científica via criacionismo

sábado, 16 de março de 2013

Criação de vida artificial cada vez mais perto?

Pesquisadores do Instituto J. Craig Venter afirmam estar cada vez mais perto de criar vida artificial a partir do zero. Em 2010, o fundador do instituto, Craig Venter, famoso por criar a primeira célula com genoma sintético, anunciou que havia trazido à vida uma versão quase completamente sintética da bactéria Mycoplasma mycoides, transplantando-a na concha vazia de outra bactéria. A mais recente criação de Venter, que ele apelidou de “genoma Ave Maria”, será feita a partir do zero com os genes que ele e seus colegas do instituto, Clyde Hutchison e Hamilton Smith, consideram indispensáveis para a vida, segundo artigo publicado na Newscientist.

A equipe está usando simulações de computador para entender melhor o que é necessário para criação de uma célula autor replicante. A busca de Venter para projetar algas para produzir mais óleo do que o normal também vai bem. “Temos sido capazes de aumentar a fotossíntese tríplice, o que significa que temos três vezes mais energia por fóton (de sol) a partir de algas naturais”, disse. Ele também anunciou que seu programa para vasculhar os oceanos para a novela da vida microscópica, até agora, transformou-se em 80 milhões de novos genes para a biologia.

Fonte: O Globo via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Como assim “a partir do zero com genes”? Mesmo que eles criassem os próprios genes (o que ainda não será criação “a partir do zero”, afinal, eles estarão lá) a partir de matéria inorgânica, ainda estariam provando que é necessário que alguém faça isso.[Michelson Borges]

Leia também: Vida artificial - O jornalismo fantástico

quinta-feira, 14 de março de 2013

Continuar evoluindo...

Nota: Muito engraçado e criativo. No entanto, "é necessário muita informação genética para isso. Em que pese a retórica de que a evolução é um fato científico comprovado, os cientistas são profundamente ignorantes sobre como isso seria possível." Enézio Filho

quarta-feira, 13 de março de 2013

Os papas e a evolução

Como estamos em temporada papal, achei que seria uma boa ideia fazer um resuminho básico da relação entre a Santa Sé e a teoria da evolução – de jeito nenhum exaustivo, mas que pelo menos dá uma ideia geral das tendências históricas até aqui. E, conversa vai, conversa vem, relativamente pouca gente conhece esses fatos. Dá pra encontrar um bom relato sobre o tema no livro Pilares do Tempo (editora Rocco), do saudoso paleontólogo Stephen Jay Gould (1941-2002). Dividindo as coisas por século:

Século 19 – Não houve nenhum pronunciamento oficial da alta hierarquia católica quando Darwin inaugurou a biologia evolutiva moderna ao publicar A Origem das Espécies em 1859. O livro, é bom lembrar, nunca foi parar no famigerado “Index Librorum Prohibitorum”, o catálogo de livros vetados ao bom católico (hoje não mais existente).

Nenhum papa menciona diretamente o darwinismo ou a teoria evolutiva em suas encíclicas, as grandes cartas pastorais que são, na era moderna, o principal veículo do magistério (ensinamento) papal. Alguns teólogos mais inovadores que ensaiam como conciliar o pensamento cristão tradicional com as descobertas de Darwin e sucessores chegam a ser repreendidos pontualmente pela Igreja.

Século 20 – Os papas só se põem a mexer realmente no vespeiro a partir de Pio 12 (1876-1958; pontífice
Pio 12: Simplesmente um luxo
de 1939 até sua morte). Na encíclica “Humani Generis”, de 1950, vejamos o que Pio 12 diz: “A Igreja não proíbe que... pesquisas e discussões, por parte de pessoas com experiência em ambos os campos [ciência e teologia], aconteçam com relação à doutrina da evolução, enquanto ela inquira a respeito da origem do corpo humano a partir de matéria viva pré-existente.”

De temperamento conservador, o papa considera, portanto, a questão em aberto e alvo de discussão legítima, não sem uma pontinha de ceticismo. Na mesma encíclica, deixa claro o que, pra ele, é inegociável: a ideia de que, hominídeos à parte, a alma humana (em contraposição ao corpo) é criada diretamente por Deus; e a doutrina do pecado original: a situação “caída” do homem – o fato de estarmos afastados da graça de Deus desde o nascimento – só poderia ser explicada pela culpa original de Adão e Eva. É preciso, portanto, crer que descendemos do único casal original, e não de vários casais criados independentemente por Deus, doutrina apelidada de “poligenismo” e considerada herética.

O grande “salto para a frente” nas relações diplomáticas entre catolicismo e darwinismo, porém, foi mesmo o dado por João Paulo 2 (apesar do lado conservador do véio, é inegável sua abertura para dialogar com tradições externas à Igreja). O marco é um discurso do papa à Pontifícia Academia de Ciências, datado de 22 de outubro de 1996: “Em sua encíclica ‘Humani Generis’, meu predecessor Pio 12 já afirmava que não há conflito entre a evolução e a doutrina da fé a respeito do homem e de sua vocação, desde que não percamos de vista alguns pontos fixos [...] Hoje, meio século depois do aparecimento daquela encíclica, algumas novas descobertas nos levam a reconhecer que a evolução é mais do que uma hipótese. De fato, é notável que essa teoria tenha tido uma influência cada vez maior sobre o espírito dos pesquisadores, seguindo uma série de descobertas em diferentes disciplinas acadêmicas. A convergência dos resultados desses estudos independentes – que não foi nem planejada nem ativamente procurada – constitui, em si mesma, um argumento significativo em favor da teoria.”

Incidentalmente, vocês viram que o papa polonês distingue direitinho “hipótese” de “teoria”, certo? (Nada surpreendente para um sujeito com o treinamento filosófico dele, mas sempre é bom colocar os pingos nos is.) A ressalva, de novo, é a questão da alma – o único elemento de “criacionismo”, digamos, no pensamento dos papas. [E, infelizmente, um elemento pagão, não bíblico. Confira.]

Século 21 – Houve quem interpretasse algumas falas do então cardeal Joseph Ratzinger como uma possibilidade de aproximação entre a Igreja e o criacionismo, em especial em sua vertente disfarçada de “design inteligente” [sic]. Bento 16, porém, demonstra ter uma posição basicamente igual ao de seu predecessor (e, ao menos na linguagem que utiliza, parece até conhecer melhor as hipóteses sobre evolução humana, por exemplo). Por exemplo, veja: “O barro se tornou homem no momento em que um ser, pela primeira vez, tornou-se capaz de formar, ainda que de forma difusa, a ideia de ‘Deus’. O primeiro Tu, ainda que gaguejante, dito por lábios humanos a Deus marca o momento no qual o espírito surgiu no mundo. Aqui, o Rubicão da antropogênese [origem humana] foi cruzado. Pois não é o uso de armas ou o do fogo, nem novos métodos de crueldade ou atividade útil, que constituem o homem, mas sua capacidade de estar em relação imediata com Deus. Isso tem relação direta com a doutrina da criação especial do homem [...] e aí [...] está a razão pela qual o momento da antropogênese é impossível de ser determinado pela paleontologia: a antropogênese é o surgimento do espírito, que não pode ser escavado com uma pá. A teoria da evolução não invalida a fé, nem a corrobora. Mas, de fato, desafia a fé a se entender de forma mais profunda e, assim, a ajudar o homem a compreender a si mesmo e a se tornar cada vez mais o que ele é: o ser que deve dizer Tu a Deus pela eternidade.”

Fonte: Darwin e Deus via criacionismo

Nota do blog criacionismo: É interessante notar o distanciamento cada vez maior do catolicismo em relação ao criacionismo bíblico, visão defendida pelos próprios pais da ciência, como Galileu e Newton, por exemplo. Primeiramente, é bom lembrar que a teologia liberal católica favorece a ideia de que o relato da criação em Gênesis não passaria de lenda ou mito, contradizendo abertamente Jesus, Paulo e os demais autores bíblicos para os quais Adão e Eva eram personagens reais e eram factuais o relato da criação em seis dias e mesmo a história do dilúvio. Também não deve surpreender a defesa católica do evolucionismo teísta, uma vez que o criacionismo bíblico defende a observância do sábado do sétimo dia como memorial da criação histórica. Para sustentar a pretensa santidade do domingo (dia utilizado pelos antigos pagãos para adorar o deus Sol e introduzido na cristandade pelo imperador Constantino), o papado não poderia mesmo abraçar ou defender a visão criacionista das origens. (Os evangélicos que pregam o criacionismo, mas guardam o domingo, estão numa espécie de “vácuo” filosófico-teológico.) Com a eleição do novo papa, não devemos esperar grandes mudanças na concepção católica de evolução humana. Podemos, sim, assistir a uma maior polarização entre a defesa do sábado (selo de autoridade do Criador) e a pregação do domingo como dia sagrado (sinal da pretensa autoridade humana).[Michelson Borges]

terça-feira, 12 de março de 2013

A Nomenklatura científica nada fala sobre a nova teoria geral da evolução

 Um Darwinii mysterium tremendum sobre a nova teoria da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada
Sugestão para o jornalista Reinaldo José Lopes, Folha de São Paulo, do blog Darwin e Deus, que afirmou iria abordar pura e simplesmente o que há de melhor e mais atual na pesquisa sobre evolução:

1. Quais são as razões científicas que estão forçando a Nomenklatura científica elaborar uma nova teoria geral da evolução?

2. Por que o silêncio pétreo dos atuais mandarins da Akademia sobre o que isso significa em termos paradigmáticos se a teoria da evolução de Darwin já foi considerada como a teoria científica mais corroborada assim como a lei da gravidade e que a Terra gira em torno do Sol?

3. Por que a Síntese Evolutiva Ampliada será anunciada somente em 2020? A ciência abomina o vácuo epistêmico? Sendo assim, sob qual referencial teórico está sendo feita ciência normal em Biologia evolucionária?

4.
Por que a Grande Mídia, da qual Reinaldo José Lopes faz parte, nada fala sobre a falência da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica, e que foi considerada uma teoria científica morta em 1980 por Stephen Jay Gould, um evolucionista honesto?

Vou esperar sentado, pois em pé cansa... Espero desde 1998! E olha que a turma da Folha de São Paulo sabe das coisas, mas não tem cojones de abordar quando a questão é Darwin. Muito menos abordar que Darwin Kaput...

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

600 gerações de experimentos evolucionários, moscas continuou sendo moscas

Drosophila melanogaster
Esta matéria é uma análise do genoma de um experimento evolucionário a longo prazo com Drosophila.

Sistemas evolucionários experimentais permitem o estudo genômico de adaptação e, até agora isto tem sido feito principalmente em sistemas assexuadas com genomas pequenos, tais como as bactérias e os yeast1, 2, 3.

Aqui apresentamos dados do genoma inteiro Resequencing de populações de Drosophila melanogaster que sofreram mais de 600 gerações de seleção em laboratório para o desenvolvimento acelerado. Moscas em desenvolver essas populações selecionadas de ovo a adulto ~ 20% mais rápido do que as moscas das populações ancestrais de controle, e desenvolveram uma série de outros fenótipos correlacionados.

Com base 688.520 freqüência intermediária e de alta qualidade polimorfismos de nucleotídeo único, nós identificamos regiões genômicas várias dezenas que mostram diferenciação freqüência do alelo forte entre uma amostra colectiva de cinco populações idênticas selecionados para desenvolvimento acelerado e controles agrupados.

Com base nos dados de resequencing uma população única repetição com desenvolvimento acelerado, bem como de dados únicos de polimorfismo de nucleótidos a partir de moscas individuais a partir de cada população de repetição, inferimos diferenciação pouca frequência de alelos entre populações replicam no interior de um tratamento de selecção.

Assinaturas de seleção são qualitativamente diferente do que tem sido observado em espécies assexuadas, em nossas populações sexuais, a adaptação não está associado com "clássicos" varreduras em que recém decorrentes, mutações incondicionalmente vantajosas tornem fixos.

Explicações mais parcimoniosas incluem "incompleto" modelos de varredura, em que as mutações não tiveram tempo suficiente para consertar, e 'soft' modelos de varredura, em que a seleção atua no pré-existentes, variantes genéticas comuns.

Conclui-se que, pelo menos para os personagens da história de vida, tais como o tempo de desenvolvimento, os alelos incondicionalmente vantajosas raramente surgem, estão associados com pequenos ganhos líquidos aptidão ou não pode fixar coeficientes de seleção porque mudar ao longo do tempo.

Fontes: Nature via Desafiando a Nomenklatura Científica

segunda-feira, 11 de março de 2013

Declaração de um cientista criacionista

“Entendemos pela razão, pela observação da natureza e pelos conhecimentos mais recentes, referendados por um numero expressivo e crescente de cientistas das mais diversas áreas, e por teorias cientificas atuais como a do Design Inteligente, que um Ser todo-poderoso e de suprema inteligência criou o Universo e a vida de uma forma direta e objetiva, do jeito que Ele quis e projetou, sem Se valer de processos lentos, graduais e naturais não guiados, que iriam contra os fatos, a natureza e a lógica do Deus em quem cremos – e cremos pela fé racional, que nesse conhecimento cientifico se baseia, que esse ser é o Deus bíblico e que, portanto, Ele fez o Universo e a vida da forma como Seu livro, a Bíblia, nos revela.”

O Dr. Marcos diz ainda que “a evolução é péssima ciência. O evolucionismo teísta é péssima ciência somada com péssima teologia e filosofia. O criacionismo é ótima teologia com ótima filosofia, que se apoia hoje em ótima Ciência, Ciência com C maiúsculo; a que é livre das amarras do materialismo”.

Fonte: criacionismo

Leia também: Dr. Marcos Eberlin e Fomos Planejedos

Ateísmo Militante

Percival Puggina
Conheço muitos ateus. Gente da melhor qualidade e gente não tão boa assim, como em qualquer conjunto de indivíduos. Só recentemente, porém, passei a encontrar ateus militantes, engajados na tarefa de menosprezar e investir contra as crenças alheias. Ora, toda militância pressupõe o desejo de concretizar algum objetivo. O que pretende a militância ateia? 1º) Dar sumiço à ideia de Deus. Provocar e proclamar a falência total dos órgãos divinos, como fez o ensandecido Nietzsche. 2º) Eliminar as religiões para produzir uma humanidade nova, sob o senhorio do barro de que somos feitos.

***
Outro dia, nosso talentoso Luiz Fernando Veríssimo escreveu uma crônica cujo eixo expositivo firmava-se na ideia de que Deus é uma hipótese. Fiquei a pensar. Se Deus é hipótese, mera conjetura, um olhar em volta de nós mesmos revelará, então, a indispensável existência de um nada (quase escrevo esse nada com "n" maiúsculo) criador de quanto vejo. E seremos levados a atribuir a esse insignificante nada um verdadeiro frenesi criador. Surgirá, então, quem afirme que esse nada deu origem a tudo em seis dias e que no sétimo descansou sobre uma almofada de nuvens. Outros, mais em conformidade com o cientificismo do século 21, sustentarão que esse poderosíssimo nada, no exato milissegundo do Big Bang, de um até então inexistente tempo, fez explodir pequena bolinha de coisa nenhuma e... pronto! - estava criado o Universo. Onde? Onde? No imenso e absoluto vazio no qual o nada preexistia. Bum!

É interessante constatar, portanto, que ambos, tanto os crentes em Deus quanto os ateus não prescindem, para suas convicções, de algum ato de fé. Ou em Deus, ou no nada. Os primeiros partem dessa fé para as respectivas opções religiosas. Elas levam à oração, ao encontro do sentido da vida, ao consolo dos aflitos, ao repouso da alma. No caso dos cristãos, ao conhecimento do amor de Deus, à encarnação de Jesus, ao Divino que irrompe docemente no humano e na História, aos sacramentos, à meditação, ao perdão, à misericórdia. Levam, também, aos tesouros guardados onde não os corroem as traças. E, ainda, ao amor ao próximo e ao inimigo, ao luminoso exemplo dos grandes santos, a um precioso conjunto de verdades, princípios e valores que, entre outras coisas, compõe o cerne do moderno constitucionalismo. O leitor acha que é muita coisa? Pois isso tudo é apenas uma "palhinha". Há mais livros escritos sobre essa pauta do que a respeito de qualquer outro assunto de interesse humano.

A adesão vital ao hipotético nada, por sua vez, leva a coisa alguma. Ou por outra, leva o ser humano a deixar-se conduzir por um vórtice que se esgota em si mesmo. Organizado em militância, como vejo acontecer, compõe uma nova igreja, a igreja do non credo a que já me referi. Tal religião religa seus crentes a um hipotético nada onde não há perdão nem salvação. A fé no nada não mobiliza sequer um fio de cabelo. A esperança no nada é o próprio desespero. E tudo acaba sob sete palmos de terra. Se houver algum resíduo perceptível de espírito, algo assim como um ainda latejante fragmento de consciência, que disponham dele os vira-latas. Como é grande o prejuízo nessa escolha!

ZERO HORA, 10 de março de 2013

Fonte: blog do Percival Puggina

sexta-feira, 8 de março de 2013

SE Gênesis for mitologia...


Em uma pesquisa da DataFolha realizada no ano de 2010 constatou que a maioria dos brasileiros acredita em Deus e em Darwin. Esta semana o site da Folha de São Paulo lançou um blog sobre Darwin e Deus, autoria do jornalista Reinaldo José Lopes que se declara ser um cristão/católico, no qual promete publicar matérias voltadas ao evolucionismo teísta.

Bom, até aí nada de novidade que chame tanta atenção. Todavia, o que é assustador e surpreendente é ver também alguns grupos de cristãos questionarem a veracidade e literalidade histórica do livro do Gênesis. Ou seja, pensar e considerar que o relato de Gênesis é mitológico é o mesmo que desacreditar em todas as inspirações e revelações das Escrituras Sagradas.

Como o biólogo e cristão, Dr. Wellington dos Santos Silva relatou: “Para harmonizar criação com evolução, é preciso deixar de reconhecer que a doutrina da criação se sustenta sobre uma complexa metodologia teológica na qual desempenha importante papel hermenêutico, e que a criação é um componente que não pode se desvencilhar da lógica interna do pensamento bíblico, pois, desse modo, substituiria o óbvio significado histórico do registro do Gênesis por uma interpretação ‘teológica’.” Sendo assim, leia a seguinte reflexão do físico, Dr. Adauto Lourenço e constate esta afirmação:

1º) Suponhamos que SE Gênesis 1:1 (No princípio... Deus...) for mitologia,

... então é perfeitamente possível aceitar que não há Deus. Assim, Teologia seria uma ilusão!

2º) Suponhamos que SE Gênesis 1:1 (No princípio criou Deus...) For mitologia,

... então é perfeitamente possível aceitar que evolução aconteceu. Assim, Criação seria um mito!

3º) Suponhamos que SE Gênesis 1:26 - 27 ( ... homem e mulher os criou) for mitologia,

...então é perfeitamente possível aceitar que o homem evolui. Assim, Homossexualidade seria uma opção.

4º) Suponhamos que SE Gênesis 2:2-3 (... o descanso, a benção e a santificação de Deus no último dia de sua criação...) for mitologia,

... então é perfeitamente possível aceitar que o 7º dia não é o dia de descanso. Assim, o sábado não seria o memorial da criação.

5º) Suponhamos que SE Gênesis 3:1-24 (... depois de expulsar o homem...) for mitologia,

... então não faz sentido aceitar a queda do homem. Assim, pecado seria fruto da imaginação.

6º) Suponhamos que SE Gênesis 3:15 ( ... e o descendentes dela...) for mitologia,

... então não faz sentido aceitar a promessa de um salvador. Assim, salvação não seria necessária.

7º) Suponhamos que SE Gênesis 6 - 9 (... por causa da perversidade...) for mitologia,

... então não faz sentido aceitar que haverá um julgamento futuro. Assim, justificação seria irrelevante.

CONCLUSÃO: SE os relatos de gênesis não forem verdadeiros e literais (como algumas instituições religiosas pregam hoje), então podemos chegar a conclusão que todo o conteúdo da Bíblia, certamente não terá nenhum valor! Em outras palavras... Em uma equação seria assim: Evolução + Criação = Mitologia.

Nota: Na reflexão do Dr. Adauto, meu acréscimo no item 4. [FN]

Leia Também: Mistura Impossível

quinta-feira, 7 de março de 2013

Folha lança blog para defender evolucionismo teísta

O site do jornal Folha de S. Paulo acaba de lançar o blog Darwin e Deus, do jornalista Reinaldo José Lopes. Lopes foi editor de Ciência da Folha por alguns anos e admite ser religioso de orientação católica.

Na verdade, o que a Folha está fazendo é uma grande “sacada”. Eles sabem (porque o próprio Datafolha indicou) que cerca de 60% dos brasileiros acreditam em Deus e em Darwin, ou seja (ainda que nem saibam exatamente disso), são evolucionistas teístas. Bem, não é de se estranhar que assim seja, já que esse é mais ou menos o percentual de católicos em nosso país e, como se sabe, católicos são evolucionistas. Assim, Reinaldo tem um público garantido entre essa maioria dos brasileiros que procura equilibrar na corda-bamba o darwinismo e o cristianismo.

 No texto de apresentação de seu novo blog, Reinaldo escreveu: “Este é um blog que vai se dedicar a explorar a relação entre ciência e religião de modo geral, as conexões entre a teoria da evolução e a fé religiosa de modo mais específico [...] Sou católico, do tipo que só não entrou pro seminário porque queria ser marido e pai (beleza, ainda dá pra tentar ser diácono quando eu me aposentar). Minha compreensão dos artigos básicos da minha fé é basicamente ortodoxa. Ao mesmo tempo, desde que me entendo por gente, a complexidade e a beleza das coisas vivas e, em especial, da história delas, dos dinossauros aos australopitecos e neandertais, sempre me cativou. [...]

“A teoria da evolução é simplesmente... verdadeira. Tão apoiada em fatos e observações quanto a gravidade, embora não seja uma lei (nem poderia, já que descreve e explica fenômenos multifacetados demais para serem resumidos numa equação). [...] É preciso reconhecer, também, a seriedade do desafio trazido pela biologia evolutiva a algumas concepções religiosas tradicionais. Não dá para se agarrar a cada vírgula da Bíblia como a verdade literal. [...] [É bom lembrar que a biologia molecular também trouxe grandes desafios à evolução, ao revelar nanomáquinas ultracomplexas e sistemas de complexidade irredutível antes desconhecidos pelos seguidores de Darwin.]

“Entre religiosos e não religiosos, devotos de Cristo ou sequazes de Darwin, é preciso achar um “modus vivendi” – ou, ao menos, um “modus non moriendi”, se não um jeito de viver juntos, ao menos um jeito de não morrer juntos. [...] É melhor aprender a ouvir e, no mínimo, tentarmos nos concentrar no que nos une, e não no que nos separa.”

Note que o tom é conciliador (“concentrar no que nos une”) e que, a despeito de se declarar religioso e católico “ortodoxo”, Reinaldo assume sua teologia liberal ao dizer que não podemos nos “agarrar a cada vírgula da Bíblia como a verdade literal”. Mas ele se agarra à teoria da evolução como “verdadeira” e inquestionável, embora deva saber que os exemplos apresentados em defesa desse modelo se refiram tão-somente à chamada “microevolução”, e que a macro ou megaevolução continua nos domínios da filosofia naturalista, inobservável, irreprodutível.

Tenho a impressão de que esse será um blog de certa forma catequético, com o objetivo de convencer a maioria dos brasileiros de que seria mesmo possível crer em Darwin e em Deus (como eles já intuem); que eles podem continuar lendo suas Bíblias ao mesmo tempo em que acreditam serem parentes dos macacos, tendo sua origem numa caverna e não num jardim. A Bíblia tem “mitos” bonitos e inspiradores; a evolução lida com “fatos”. E quem pensa diferente disso é “fundamentalista” e luta contra o consenso, contra a paz e a harmonia. Vamos ver o que vem por aí nas páginas de Darwin e Deus.

Fonte: Criacionismo


Nota do blog Desafiando a Nomenklatura CientíficaDarwin deve estar se revirando em seu túmulo na Abadia de Westminster bufando de raiva com uma inciativa dessas. Ele escreveu que se sua teoria da evolução dependesse de ajuda externa - leia-se Deus - sua teoria seria bulshit.

A Nomenklatura científica tupiniquim não vai lançar nenhum manifesto contra esta heresia do Reinaldo José Lopes, da Folha de São Paulo? Aqueles cientistas - ou meninos??? que escreveram uma carta ao presidente da Academia Brasileira de Ciências contra o Dr. Marcos Nogueira Eberlin, não irão ficar irados com esta tentativa espúria de mesclar a maior ideia que toda a humanidade já teve sobre a origem e evolução das espécies com os mitos primitivos de subjetividades religiosas? E a Galera dos meninos e meninas de Darwin? Mano, eles uma hora dessas estão vomitando biles...

Darwin, que vergonha, seus discípulos cada vez mais desapontando e envergonhando você com essas tentativas de cooptação dos crentes para suas especulações transformistas estritamente materialistas???

Darwin, já não fazem mais darwinistas como antigamente...

Fui, nem sei por que, pensando que isso é mais um exemplar do samba do crioulo darwinista doido. Bote doido nisso!!!


Leia também: Mistura Impossível

O Cético: DNA lixo

Clique na tirinha para vê-la ampliada.

Nota: Leia sobre esta matéria aqui.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Como as células 'sabem' onde devem estar

Cell division - MIT
Regeneração de desenvolvimento, e até no dia-a-dia fisiologia requerem células vegetais e animais para tomar decisões com base em suas localizações. Os princípios pelos quais as células podem fazer isso são enganosamente simples. Mas quando a confiabilidade precisa ser alta, como muitas vezes ocorre durante as estratégias de desenvolvimento bem-sucedidos tendem a ser nada simples. Cada vez mais, o desafio que os biólogos é relacionar as diversas moléculas difusíveis, circuitos de controle, e as redes reguladoras de genes que as células de ajuda saber onde estão os constrangimentos variados, às vezes rigorosas, impostas pela necessidade de mundo real precisão e exatidão.


Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Ciêntífica Se a teoria da evolução através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z) é um processo cego e aleatório, desprovido de teleologia como que na realidade das formas bióticas há necessidade de tomar decisões que sejam precisas e exatas? Mero acaso? Fortuita necessidade? Ou 100% Design Inteligente?

Fui, nem sei por que, feliz da vida, sabendo que a ciência é a busca pela verdade das evidências encontradas na natureza. E elas estão cada vez mais apontando a falência epistêmica das especulações transformistas de Darwin, e apontando em outra direção - Design Inteligente!

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Obs:. Professores, pesquisadores e alunos de universidades públicas e privadas com acesso ao site CAPES/Periódicos podem acessar e ler gratuitamente este artigo da Science e de mais 22.440 publicações científicas.

domingo, 3 de março de 2013

Ciência e Religião


Nota: Dr. Wellington Silva fala sobre ciencia e religião em uma entrevista ao Jornalista Daniel Cruz.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Bíblia é o livro mais lido no Brasil, seguida dos didáticos

Quase todos os professores de escolas públicas no Brasil (98%) usam livros didáticos, segundo levantamento do QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos voltada para a educação. Do restante, 1% acredita que o livro não é necessário e 1% não usa porque a escola não tem. O levantamento é baseado nas respostas ao questionário socioeconômico da Prova Brasil 2011, aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Além disso, os livros didáticos ocupam o segundo lugar dentre os mais lidos pelos brasileiros, logo depois da Bíblia, segundo levantamento do Instituto Pró-Livro.

Fontes: Criacionismo via Terra

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