sábado, 23 de fevereiro de 2013

É a censura uma forma válida de fazer ciência?

Uma equipe de pesquisadores deu uma apresentação na “2012 Western Pacific Geophysics Meeting” (Singapura, 13-17 de Agosto) onde disponibilizaram os resultados da datação 14C feita em muitas amostras de ossos de 8 espécimes de dinossauro. Todas as datas variavam entre os 22,000 e os 39,000 anos, algo que está bem mais próximo das expectativas criacionistas do que os imaginários “milhões de anos” propostos pelos crentes evolucionistas. 1 Afinal, se os dinossauros tivessem realmente vivido há milhões de anos atrás, não se deveria encontrar um único átomo de 14C neles.

Este evento comum, levado a cabo pela “American Geophysical Union” (AGU) e a “Asia Oceania Geosciences Society” (AOGS), aparenta ter tido a presença de pesquisadores que se debruçaram sobre o assunto de forma consideravelmente profissional, incluindo o facto de terem levado a cabo medidas que eliminassem a contaminação dos ossos com carbono moderno. O palestrante-chefe foi o Dr Thomas Seiler, um físico alemão com um PhD obtido na “Technical University of Munich”. O video da sua apresentação encontrava-se na YouTube aquando da escrita deste relatório.

Os pesquisadores parecem estar associados a grupos criacionistas católicos, visto que eles terem reportado a conferência de forma mais vocal que os criacionistas evangélicos. Um destes relatórios declarou posteriormente que o texto “abstracto foi removido do site da conferência por parte de dois presidentes (inglês: “chairmen”) porque eles não poderiam aceitar os resultados. Sem disposição para contestar os dados de forma aberta, eles apagaram o relatório público sem nada ser dito aos autores nem aos oficiais da AOGS – até depois duma investigação. O relatório não vai ser reposto.“2

De facto, pode-se ir ao site e obter um printscreen da agenda original. No entanto, se nos dirigirmos ao site oficial da conferência, o relatório foi claramente removido. (Dirigam-se à Quarta-Feira, sala Leo 2, duplo-clique em BGO2, que é a sessão da apresentação. Os números saltam do 4 para o 6, omitindo o 5, que era relativa ao 14C nos ossos de dinossauro.) Este deve ser aquele “espírito científico” que os crentes nos imaginários milhões de anos tanto falam. O ‘poder do paradigma’ pode ser claramente visto neste incidente.

Dois dos co-autores físicos do relatório, o Professor Dr Robert Bennett e Dr Jean de Pontcharra, que até recentemente faziam parte da “French Atomic Energy Commission’s Grenoble Research Centre”, não só estão a apelar aos colegas que levem a cabo as suas próprias datações dos ossos de dinossauro, como afirmam que os média deveriam encorajar os cientistas a fazer isto mesmo, apresentando posteriormente os seus achados abertamente e honestamente em conferências semelhantes.

Sem dúvida que isto seria do interessa da verdade cientifica, especialmente depois dos repetidos achados de tecido macio nos ossos de dinossauro e, mais recentemente, a presença irrefutável de ADN nos espécimens de dinossauro.3  O público tem o direito de saber a verdadeira cronologia dos dinossauros, e, de facto, a verdadeira cronologia da Terra.

Claro que geralmente as pessoas que vocês conhecem não ouvirão esta informação poderosa proveniente das fontes de informação regulares. Várias organizações criacionistas frequentemente deparam-se com pessoas surpresas por ouvirem dizer que cientistas seculares encontraram tecido macio dentro de ossos de dinossauro. Se os dinossauros tivessem os mitológicos “milhões de anos”, isto muito dificilmente aconteceria.

Nós vivêmos numa altura muito positiva para se ser um criacionista uma vez que temos acesso a esta informação, e temos a liberdade para difundi-la entre outros Cristãos. Tu já fizeste isso? Tens propagado informação deste e de outros sites que defendem a Autoridade da Bíblia? Se não, porque não?

Continuemos a mostrar como a ciência está de perfeito acordo com a Palavra do Criador (nem poderia ser de outra forma), mas mais importante ainda, continuemos a anunciar o Evangelho da Salvação a toda a carne.

Fonte: Darwnismo via Creation

Nota: É sempre assim, quando se trata de pesquisas favorecendo diretamente os criacionistas, há um silêncio ou censuras nas grandes mídias especializadas. Por exemplo, leia esta notícia: A evolução do cérebro humano: não somos 99% idênticos aos chimpanzés - talvez 70% [FN].

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