sábado, 23 de fevereiro de 2013

A evolução do cérebro humano: não somos 99% idênticos aos chimpanzés - talvez 70%

O aumento de genômica comparativa e tecnologias relacionadas adicionou novas dimensões importantes para o estudo da evolução humana. O nosso conhecimento dos genes que sofreram alterações de expressão ou foram alvos de seleção positiva na evolução humana está a aumentar rapidamente, como é o nosso conhecimento de duplicações de genes, translocações e deleções.

 É agora claro que as diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés são muito mais extensa do que se pensava; seus genomas não são 98% ou 99% idênticos. Apesar do rápido crescimento em nossa compreensão da evolução do genoma humano, a nossa compreensão da relação entre as alterações genéticas e fenotípicas mudanças é tênue. Isso é verdade mesmo para o gene mais intensivamente estudado, o FOXP2, que sofreu seleção positiva na linhagem humana e do terminal é pensado para ter desempenhado um papel importante na evolução da linguagem humana e linguagem. 

Em parte, a dificuldade de se ligar genes para fenótipos reflete o nosso conhecimento geralmente pobre de especializações fenotípicas humanos, bem como a dificuldade de interpretar as consequências das alterações genéticas em espécies que não são passíveis de pesquisas invasivas. No lado positivo, as investigações sobre o FOXP2, junto com pesquisas do genoma de expressão genética alterações e mudanças seleção orientadas seqüência, oferecem a oportunidade de "descoberta fenótipo", fornecendo pistas para humanos especializações fenotípicos que antes eram insuspeita. 

O que é mais, pelo menos, algumas das especializações que têm sido propostos são passíveis de testes não-invasivos com técnicas experimentais apropriadas para o estudo de humanos e macacos.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Outros cientistas têm chegado aos 70% de semelhança genômica entre humanos e chimpanzés, mas essas pesquisas não ganham divulgação por contrariar o dogma da Nomenklatura científica sobre a evolução humana. Ter a afirmação de que não é 99% semelhante em uma publicação de renome como o PNAS já deveria ter sinalizado à Grande Mídia de que outras perguntas devem ser feitas aos cientistas quando falarem sobre a evolução humana.

Simples assim, mas é preciso ter cojones para fazer isso. Coragem é artigo em baixa no jornalismo científico e em outros jornalismos...


 

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