quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Darwin Day na USP-Ribeirão Preto. Não vão abordar a crise epistêmica...

Agência FAPESP – A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP) realizará no dia 5 de março a primeira edição do Darwin Day.

O evento é uma celebração global da ciência e racionalismo e tem por objetivo a propagação de ideias relacionadas à evolução e ciências biológicas, além do pensamento científico e sua divulgação, não apenas para a comunidade acadêmica, mas para a sociedade em geral.


Participam do evento pesquisadores como Tom Wenseleers (KU Keuven, Bélgica), que falará sobre “Evolution and its role in Science and Society”, e Maria Isabel Landim (Museu de Zooologia da Universidade de São Paulo), com a palestra “Por que celebrar o Dia de Darwin”.

Gratuito e aberto ao público, o Darwin Day ocorrerá a partir das 9 horas no Anfiteatro Lucien Lison, na FFCLRP (Av. Bandeirantes, 3.900, Ribeirão Preto).

Mais informações: www.facebook.com/darwindayrp e (16) 3602-3704.


Fonte:
Desafiando a Nomenklatura Científica
Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica:
Se é para adaptar-se a cada argumento, eis aqui uma relação de argumentos que demonstram a fragorosa falência epistêmica de teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z!!!) no contexto de justificação teórica, demandando a revisão ou descarte mais do que necessário da Síntese Evolutiva Moderna:

Dez principais problemas fundamentais na teoria da evolução:

1. A falta de um mecanismo evolucionário para produzir altos níveis de informação complexa e especificada. Relacionado a esses problemas com o mecanismo darwinista produzir características de complexidade irredutível, e os problemas dos estágios não funcionais ou estágios intermediários deletérios;

2. O fracasso do registro fóssil em fornecer apoio à evolução darwinista;

3. O fracasso da biologia molecular em fornecer evidência para uma grande “Árvore da Vida”;

4. A seleção natural é um método extremamente ineficiente em espalhar as características nas populações, a menos que uma característica tenha um coeficiente de seleção extremamente alto;

5. O problema da evolução convergente parece ser demasiado - nos níveis genético e morfológico, muito embora sob a teoria darwinista isso seja altamente improvável);

6. O fracasso da química em explicar a origem do código genético;

7. O fracasso da biologia do desenvolvimento explicar por que os embriões de vertebrados divergirem desde o início do desenvolvimento;

8. O fracasso da evolução darwinista em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies;

9. Uma longa história de predições inexatas inspiradas pelo neodarwinismo concernente aos órgãos vestigiais ou o tão chamado DNA “lixo”;

10. Os humanos mostram muitas características comportamentais e cognitivas, além de capacidades que não oferecem nenhuma vantagem de sobrevivência (e.g. música, arte, religião, capacidade para ponderar sobre a natureza do universo).

Essas dificuldades não serão consideradas neste evento beija-mão, beija-pé de Darwin.

Pobre ciência!

O Código da Vida: Acidente ou Design?

"O código do DNA. Assinatura de um designer prá lá de inteligente, ou ganhamos várias vezes seguidas na loteria da Vida? Analise as evidências e decida."

Nota: Palestra apresentado pelo químico, Dr. Marcos Eberlin, no IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, no auditório Ruy Barbosa na Universidade Presbiteriana da Marckenzie em São Paulo no dia 23/10/2012. Saiba mais sobre este evento clicando aqui!

Unicamp cria “laboratório CSI” para desvendar crimes

A investigação tecnológica de crimes, popularizada pela série de TV “CSI” em cenários como Las Vegas e Nova York, caminha para ganhar nova temporada no Brasil. Campinas, no interior de São Paulo, não será mais uma franquia do programa, mas planeja ter, até o fim de 2014, um laboratório forense para desenvolver e aprimorar tecnologias usadas por peritos para desvendar extorsões, mortes e crimes cibernéticos [ou seja, detectar sinais de inteligência]. O CSI: Campinas, como vem sendo chamado pelos criadores, é uma iniciativa de professores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e tem nome de   batismo menos glamouroso: LPMF (Laboratório Multidisciplinar de Pesquisas Forenses). Aprovado pela pró-reitoria de pesquisa da Unicamp no fim do ano passado, o LPMF ficará em um dos quatro prédios erguidos pela universidade para abrigar laboratórios multidisciplinares. O custo total estimado é de R$ 30 milhões, com equipamentos.

Os 15 pesquisadores da equipe inicial também não agirão sob holofotes. A ideia é que eles trabalhem na retaguarda, em algo que poderia ser definido como “fábrica de CSI”. “Vamos desenvolver soluções”, explica o professor doutor Anderson Rocha, do Instituto de Computação (IC).

Além do IC, farão também parte da “fábrica de CSI” o Instituto de Química, o Instituto de Biologia e a Faculdade Engenharia Elétrica e de Computação. As quatro áreas previstas para integrar o laboratório já auxiliavam, separadamente, em investigações de crimes, por meio de convênios com a Polícia Federal e a Polícia Civil. Também colaboravam com órgãos internacionais, como a Fundação Nacional de Ciência, dos EUA.

Os principais objetivos da iniciativa, ao unir as forças, é ampliar a atuação e entregar resultados forenses para todos os tipos de casos e formar novos especialistas. Uma vez em pé, a estrutura do CSI: Campinas permitirá aprofundar pesquisas já em curso. Segundo o professor doutor Arício Linhares, da Biologia, as equipes criarão insetos para testar como reagem a drogas para futuras investigações, por exemplo.

Segundo Rocha, os órgãos responsáveis pelas pesquisas, hoje, possuem tecnologia de ponta, mas não têm tempo para desenvolver novas soluções que antevejam a criatividade criminosa, justamente o plano para agora. [...]

Fonte: Jornal da Ciência via Criacionismo

Nota do blog Desafiando a Nomeklatura Científica: “E agora José? Disseram que a Teoria do Design Inteligente, ao propor que sinais de inteligência eram detectados na natureza, era pseudociência. O que dizer agora da Unicamp, uma das maiores universidades da América Latina, sem querer, querendo, vai montar um laboratório para “detecção de sinais de inteligência na natureza”? Pano rápido, o bom em ciência é que uma ideia além do seu tempo é inicialmente desprezada, depois execrada e finalmente aceita. Será que o Design Inteligente já se encontra na última etapa? E em uma de nossas mais conceituadas universidades?

sábado, 23 de fevereiro de 2013

"Não dá pra não ler!"

Diferentemente de muita gente, neste feriado de carnaval passei todo esse período em minha casa na companhia de dois grandes livros. Confesso que foi premeditado e planejado, pois desde outubro do ano passado já esperava e ansiava por este dia. Assim, chegou o feriadão e... "Não dá pra não ler!" Gostei tanto dos dois livros que indico agora ao amigo leitor, principalmente se você for um educador ou tiver um filho em fase escolar e também querer saber como se encontra hoje a teoria evolucionista. Vamos às indicações:

O primeiro livro a ser 'degustado' foi, O que estão ensinando aos nossos filhos - uma avaliação crítica da pedagogia comteporânea  apresentando resposta da educação escolar cristã, da Editora Fiel.

Perguntas pertinentes como: Existe uma proposta de educação que se harmoniza com a fé cristã? Podemos desenvolver uma estrutura e metodologia com bases cristãs?  São perguntas que são respondidas ao longo de suas 302 páginas. O autor (Solano Portela) experiente  há muito anos na área educacional reafirma e demonstra que nenhuma área do saber pode ser adequadamente compreendida quando estudada ou transmitida divorciada do conceito bíblico de Deus.

Dividido em três partes (cenário, contraste, proposta), o tema da educação escolar cristã é tratado com seriedade e conhecimento de causa pelo autor, que tem atuado intensamente neste campo.

Partindo de uma análise cuidadosa do modelo de educação que tem sido aplicado no Brasil  nessas últimas décadas, o autor revela a fragilidade deste e propõe aquilo que ele chama de “pedagogia redentiva”, apontando para uma proposta de educação escolar cristã eficiente e capaz de promover profundos avanços em todo processo de aprendizagem.


Outro livro que 'devorei' rapidamente foi Darwin no banco dos réus - O evolucionismo não se apoia em fatos. Sua base é a fé no naturalismo filosófico da Editora Cultura Cristã.

Este polêmico livro que vos apresento mexeu com os fundamentos científicos. E, por quê? Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico.

O autor (Phillip Johnson), argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que dêem suporte à teoria.

Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos.

Como meu amigo Enézio Filho (ele fez a tradução deste livro para o português), falou e disse: "se você crítico de Darwin ainda não leu esse livro, leia e conheça as muitas dificuldades fundamentais que essa teoria sofre. Se você evolucionista ainda não leu, leia e mostre que você se sujeita às evidências aonde elas forem dar por ser uma pessoa objetiva que se convence pelos dados e não pela retórica darwiniana. O livro de Johnson continua, apesar de publicado há 22 anos, sendo um desafio devastador à Nomenklatura científica.”

É a censura uma forma válida de fazer ciência?

Uma equipe de pesquisadores deu uma apresentação na “2012 Western Pacific Geophysics Meeting” (Singapura, 13-17 de Agosto) onde disponibilizaram os resultados da datação 14C feita em muitas amostras de ossos de 8 espécimes de dinossauro. Todas as datas variavam entre os 22,000 e os 39,000 anos, algo que está bem mais próximo das expectativas criacionistas do que os imaginários “milhões de anos” propostos pelos crentes evolucionistas. 1 Afinal, se os dinossauros tivessem realmente vivido há milhões de anos atrás, não se deveria encontrar um único átomo de 14C neles.

Este evento comum, levado a cabo pela “American Geophysical Union” (AGU) e a “Asia Oceania Geosciences Society” (AOGS), aparenta ter tido a presença de pesquisadores que se debruçaram sobre o assunto de forma consideravelmente profissional, incluindo o facto de terem levado a cabo medidas que eliminassem a contaminação dos ossos com carbono moderno. O palestrante-chefe foi o Dr Thomas Seiler, um físico alemão com um PhD obtido na “Technical University of Munich”. O video da sua apresentação encontrava-se na YouTube aquando da escrita deste relatório.

Os pesquisadores parecem estar associados a grupos criacionistas católicos, visto que eles terem reportado a conferência de forma mais vocal que os criacionistas evangélicos. Um destes relatórios declarou posteriormente que o texto “abstracto foi removido do site da conferência por parte de dois presidentes (inglês: “chairmen”) porque eles não poderiam aceitar os resultados. Sem disposição para contestar os dados de forma aberta, eles apagaram o relatório público sem nada ser dito aos autores nem aos oficiais da AOGS – até depois duma investigação. O relatório não vai ser reposto.“2

De facto, pode-se ir ao site e obter um printscreen da agenda original. No entanto, se nos dirigirmos ao site oficial da conferência, o relatório foi claramente removido. (Dirigam-se à Quarta-Feira, sala Leo 2, duplo-clique em BGO2, que é a sessão da apresentação. Os números saltam do 4 para o 6, omitindo o 5, que era relativa ao 14C nos ossos de dinossauro.) Este deve ser aquele “espírito científico” que os crentes nos imaginários milhões de anos tanto falam. O ‘poder do paradigma’ pode ser claramente visto neste incidente.

Dois dos co-autores físicos do relatório, o Professor Dr Robert Bennett e Dr Jean de Pontcharra, que até recentemente faziam parte da “French Atomic Energy Commission’s Grenoble Research Centre”, não só estão a apelar aos colegas que levem a cabo as suas próprias datações dos ossos de dinossauro, como afirmam que os média deveriam encorajar os cientistas a fazer isto mesmo, apresentando posteriormente os seus achados abertamente e honestamente em conferências semelhantes.

Sem dúvida que isto seria do interessa da verdade cientifica, especialmente depois dos repetidos achados de tecido macio nos ossos de dinossauro e, mais recentemente, a presença irrefutável de ADN nos espécimens de dinossauro.3  O público tem o direito de saber a verdadeira cronologia dos dinossauros, e, de facto, a verdadeira cronologia da Terra.

Claro que geralmente as pessoas que vocês conhecem não ouvirão esta informação poderosa proveniente das fontes de informação regulares. Várias organizações criacionistas frequentemente deparam-se com pessoas surpresas por ouvirem dizer que cientistas seculares encontraram tecido macio dentro de ossos de dinossauro. Se os dinossauros tivessem os mitológicos “milhões de anos”, isto muito dificilmente aconteceria.

Nós vivêmos numa altura muito positiva para se ser um criacionista uma vez que temos acesso a esta informação, e temos a liberdade para difundi-la entre outros Cristãos. Tu já fizeste isso? Tens propagado informação deste e de outros sites que defendem a Autoridade da Bíblia? Se não, porque não?

Continuemos a mostrar como a ciência está de perfeito acordo com a Palavra do Criador (nem poderia ser de outra forma), mas mais importante ainda, continuemos a anunciar o Evangelho da Salvação a toda a carne.

Fonte: Darwnismo via Creation

Nota: É sempre assim, quando se trata de pesquisas favorecendo diretamente os criacionistas, há um silêncio ou censuras nas grandes mídias especializadas. Por exemplo, leia esta notícia: A evolução do cérebro humano: não somos 99% idênticos aos chimpanzés - talvez 70% [FN].

A evolução do cérebro humano: não somos 99% idênticos aos chimpanzés - talvez 70%

O aumento de genômica comparativa e tecnologias relacionadas adicionou novas dimensões importantes para o estudo da evolução humana. O nosso conhecimento dos genes que sofreram alterações de expressão ou foram alvos de seleção positiva na evolução humana está a aumentar rapidamente, como é o nosso conhecimento de duplicações de genes, translocações e deleções.

 É agora claro que as diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés são muito mais extensa do que se pensava; seus genomas não são 98% ou 99% idênticos. Apesar do rápido crescimento em nossa compreensão da evolução do genoma humano, a nossa compreensão da relação entre as alterações genéticas e fenotípicas mudanças é tênue. Isso é verdade mesmo para o gene mais intensivamente estudado, o FOXP2, que sofreu seleção positiva na linhagem humana e do terminal é pensado para ter desempenhado um papel importante na evolução da linguagem humana e linguagem. 

Em parte, a dificuldade de se ligar genes para fenótipos reflete o nosso conhecimento geralmente pobre de especializações fenotípicas humanos, bem como a dificuldade de interpretar as consequências das alterações genéticas em espécies que não são passíveis de pesquisas invasivas. No lado positivo, as investigações sobre o FOXP2, junto com pesquisas do genoma de expressão genética alterações e mudanças seleção orientadas seqüência, oferecem a oportunidade de "descoberta fenótipo", fornecendo pistas para humanos especializações fenotípicos que antes eram insuspeita. 

O que é mais, pelo menos, algumas das especializações que têm sido propostos são passíveis de testes não-invasivos com técnicas experimentais apropriadas para o estudo de humanos e macacos.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Outros cientistas têm chegado aos 70% de semelhança genômica entre humanos e chimpanzés, mas essas pesquisas não ganham divulgação por contrariar o dogma da Nomenklatura científica sobre a evolução humana. Ter a afirmação de que não é 99% semelhante em uma publicação de renome como o PNAS já deveria ter sinalizado à Grande Mídia de que outras perguntas devem ser feitas aos cientistas quando falarem sobre a evolução humana.

Simples assim, mas é preciso ter cojones para fazer isso. Coragem é artigo em baixa no jornalismo científico e em outros jornalismos...


 

A [teoria da] evolução se esqueceu dos eucariotos

Mas ainda assim um fato...
 Em seus momentos de honestidade os evolucionistas dizem todo o tipo de coisas interessantes. Que tal este artigo de 1998 onde os evolucionistas admitem que “One of the most important omissions in recent evolutionary theory concerns how eukaryotes could emerge and evolve.” [Uma das mais importantes omissões na recente teoria evolucionária diz respeito como os eucariotos poderiam surgir e evoluir]. A [teoria da] evolução omitiu como os eucariotos podiam surgir e evoluir? Isso seria igual a Física omitindo a gravidade, a política omitindo as eleições ou o baseball omitindo os homeruns [O maior ponto neste jogo – destaque deste blogger]. Mesmo assim, este artigo veio um século depois de os evolucionistas começarem a insistir que está além de toda dúvida razoável que as espécies, e isso seria que todas as espécies, surgiram espontaneamente.

Como poderia a origem espontânea de todas as espécies ser além de toda a dúvida razoável se a teoria tinha omitido os eucariotos que, como você aprendeu na aula de biologia, são as células mais complicadas com um núcleo e que constituem, hummm, as plantas e os animais?

Nós não sabemos como as plantas e os animais evoluíram, mas nós sabemos que eles evoluíram?

Bem, sim. Quanto à origem dos eucariotos, e tudo mais por esta razão, é meramente um problema de pesquisa, que não deve ser confundido com o fato da evolução. Você sabe, há o fato da evolução e a teoria da evolução. O fato da evolução nos garante que as espécies surgiram espontaneamente, mas não nos diz como surgiram. Isso é para a teoria da evolução destrinchar.

Tudo isso faz sentido para os evolucionistas porque o fato da evolução não vem da ciência.

Fonte: Desafiando a nomenklatura Ciêntífica

Produção de energia molecular: desafio maior que Itaipu

Você já teve a oportunidade de visitar uma usina hidrelétrica? Há alguns anos tive visitei a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta, a Itaipu Binacional. Durante a visita, é possível conhecer alguns setores da usina e aprender um pouco sobre o funcionamento de uma hidrelétrica. Usinas desse tipo utilizam a energia das águas de um rio para produzir energia elétrica. Para isso, são construídas duas grandes estruturas principais: o vertedouro e a barragem. A barragem tem a função de represar o rio, formando um reservatório de água, um lago. O vertedouro possui comportas por onde escoará o excesso de água represado e que não será utilizado na produção de energia elétrica. Os vertedouros geralmente são a maior atração aos visitantes, como, por exemplo, na usina de Itaipu, onde o vertedouro tem capacidade de vazão equivalente a 40 Cataratas do Iguaçu! Ver toda essa água escoando por um declive de 30 metros é realmente um espetáculo!

A usina hidrelétrica de Itaipu é realmente um gigantesco desafio da engenharia concretizado. A altura da barragem chega a 196 metros, o equivalente a um prédio de 65 andares! O concreto utilizado na construção da usina permitiria construir 210 estádios como o Maracanã, e o ferro e aço utilizados seriam suficientes para a construção de 380 torres Eiffel! Quando a usina completou 20 anos de operação, em 2004, já havia produzido energia suficiente para abastecer o mundo inteiro durante 36 dias! Por esses e outros motivos, a usina hidrelétrica Itaipu Binacional foi considerada pela Associação Norte-Americana de Engenheiros Civis como uma das sete maravilhas do mundo moderno.

Mas como é produzida a energia? O princípio básico é simples: o reservatório de água represada encontra-se num nível elevado em relação à continuidade do rio após a barragem. A barragem, por sua vez, possui canais que ligam os dois lados dela, e dessa forma a água represada despenca com grande força através desses canais. No interior dos canais encontra-se a turbina, uma espécie de hélice que gira quando a água passa empurrando suas pás, rodando um eixo onde está preso um ímã que, consequentemente, também gira. Devidamente posicionado à frente do ímã está uma bobina, um conjunto de fios de cobre onde os elétrons são impulsionados pela corrente alternada gerada pela rotação do ímã. A corrente de elétrons, ou seja, a eletricidade é conduzida da bobina para transformadores que fazem os ajustes necessários para a distribuição da energia elétrica. Em resumo, trata-se de um equipamento de conversão da energia cinética da água para uma forma de energia que é melhor para ser utilizada pelo ser humano: a energia elétrica.

Apesar da fácil compreensão, para que o processo funcione é necessário que várias complicadas leis da física sejam precisamente ajustadas por diversas máquinas e estruturas de grande engenhosidade e alta complexidade tecnológica.

É possível visualizar na imagem acima a base do processo que acabei de descrever. E se eu lhe dissesse que cada pessoa é dona de uma tecnologia como essa? Que cada um possui toda essa tecnologia organizada de forma microscópica dentro do seu próprio corpo? Parece difícil de acreditar? Saiba que não é apenas uma ilustração didática, estou realmente falando de um mecanismo muito parecido; ideia impossível sob uma perspectiva evolucionista, mas completamente normal sob o ponto de vista criacionista. Temos dentro de nós uma surpreendente estrutura chamada mitocôndria!

A mitocôndria é uma importante organela celular que, assim como uma usina hidrelétrica, tem a função de converter um tipo de energia em outro de melhor utilização; no caso do nosso corpo, converter a energia estocada na forma de açúcares e gordura em moléculas de adenosina trifosfato (ATP). Como a energia dessas moléculas é liberada por meio da quebra de suas ligações, açúcares e gorduras são substâncias de difícil utilização, pois são muito estáveis; além disso, possuem energia muito concentrada: se essa energia fosse diretamente usada seria produzido tanto calor que as células queimariam instantaneamente. Já o ATP é um composto instável e a enzima (ATPase) que quebra suas ligações liberando energia é abundante na célula. O ATP pode ser produzido em grande quantidade a partir dos açúcares e das gorduras, e suas ligações são menos energéticas, o que permite uma liberação gradual de energia.

Duas membranas delimitam a mitocôndria, uma externa e outra interna. Na membrana interna, estão localizadas duas estruturas principais, sobre as quais falarei mais adiante, que são a cadeia transportadora de elétrons e a partícula submitocondrial (ou corpúsculo elementar).

Por meio de uma série de reações em cascata (esquematizadas no mapa metabólico) que iniciam fora da mitocôndria e terminam em seu interior, açúcares e gorduras são transformados numa substância chamada Acetil-coenzima A. Essa substância passa por uma nova série de reações em cascata dentro da mitocôndria liberando prótons (H+) e elétrons. Os elétrons liberados são conduzidos através da membrana interna da mitocôndria pela cadeia transportadora de elétrons, uma cadeia de proteínas ricas em ferro e cobre que formam uma verdadeira rede de “fios elétricos” na membrana interna mitocondrial! A corrente elétrica formada pela passagem dos elétrons por essa cadeia gera energia para o bombeamento dos prótons para o espaço existente entre as duas membranas mitocondriais. Com esse processo, acaba se formando um acúmulo de prótons em grande concentração no espaço entre as membranas, muito maior que no espaço mais interior da mitocôndria delimitado pela membrana interna, onde os prótons foram inicialmente liberados a partir da Acetil-coenzima A. Comparando com a usina hidrelétrica, poderíamos dizer que ocorre um represamento de prótons de um lado da membrana interna mitocondrial, sendo que esta acaba servindo como uma barragem, separando os diferentes níveis de prótons encontrados em cada lado, assim como a barragem da usina hidrelétrica separa os dois lados com diferentes níveis de água.

A barragem da usina possui canais por onde a água em nível mais elevado fluirá para o outro lado a fim de usar a força da passagem da água para mover a turbina. A mesma coisa ocorre na “barragem” da mitocôndria! Os prótons em alta concentração passarão através de canais na membrana interna para o lado menos concentrado e, por incrível que pareça, essa passagem dos prótons serve para movimentar uma turbina existente no interior desses canais! O conjunto “canal-turbina” é a partícula submitocondrial, e a turbina é formada por uma estrutura proteica chamada ATP sintase. Essa proteína possui uma parte que fica dentro do canal, a qual tem o formato de hélice, e quando os prótons passam pelas pás da hélice a movimentam. Fixado à hélice existe um eixo que se estende para fora do canal e também gira com a hélice, e na extremidade exterior do eixo está outra parte da ATP sintase, a qual por meio da rotação vai encaixando moléculas numa sequência exata, formando finalmente o ATP.

É muito interessante ressaltar que essa usina mitocondrial é bem completa, possuindo também o vertedouro! Proteínas na membrana interna chamadas termogeninas atuam liberando o excesso de prótons do espaço intermembranas, os quais não serão utilizados na produção de energia.

Construir uma usina grande como a de Itaipu foi um tremendo desafio para a engenharia, mas imagine o inverso: construir tudo isso no tamanho de apenas alguns nanômetros (um nanômetro equivale a uma parte de um milímetro dividido em um milhão de partes)! Quem seria capaz disso? Não é maravilhoso saber que temos verdadeiras usinas geradoras de energia em nosso corpo? Porém, enquanto a gigante Itaipu possui apenas 20 turbinas, cada mitocôndria possui milhares, e cada célula possui milhares de mitocôndrias! Enquanto as melhores unidades conversoras de energia projetadas pelo ser humano têm rendimento de 20% a 30%, sendo o restante dissipado na forma de calor, a conversão energética realizada pela célula tem rendimento de 50%! São valores consideravelmente mais altos. O restante dissipado em calor é o que mantém nossa temperatura ao redor dos 37ºC, temperatura ideal para o funcionamento do metabolismo humano! Se fosse mais baixa, as reações químicas não aconteceriam, se a temperatura fosse mais alta, as proteínas seriam degradadas. Quem será que fez isso? Desafio alguém a dar uma resposta melhor do que esta: “Foi o Criador!” 

Existem muitas obras humanas idênticas ou que muito se assemelham a processos ou mecanismos orgânicos presentes naturalmente nos seres vivos, entretanto, o exemplo aqui descrito é um dos mais impressionantes, justamente pela sua semelhança com uma das mais fantásticas obras da engenharia humana: as usinas hidrelétricas, e principalmente quando vemos que nosso gerador consegue ser ainda melhor! Essa semelhança é uma fortíssima evidência (eu diria até uma prova) de que os principais processos e estruturas que compõem os seres vivos devem ter uma origem muito inteligente, sendo que na maioria das vezes são ainda mais complexos e mais sofisticados do que maravilhosas obras humanas projetadas e construídas por dezenas dos melhores engenheiros, arquitetos, físicos, químicos e operários, entre outros. Quem tem coragem de dizer que a mitocôndria evoluiu em etapas sucessivas deveria ter a mesma coragem de dizer que a Itaipu Binacional poderia ter sido resultado de múltiplos terremotos no rio Paraná!

Fonte: Criacionismo

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dez problemas fundamentais na teoria da evolução não abordados nos livros recomendados pelo MEC PNLD 2012

 1. A falta de um mecanismo evolucionário para produzir altos níveis de informação complexa e especificada. Relacionado a esses problemas com o mecanismo darwinista produzir características de complexidade irredutível, e os problemas dos estágios não funcionais ou estágios intermediários deletérios;

2. O fracasso do registro fóssil em fornecer apoio à evolução darwinista;

3. O fracasso da biologia molecular em fornecer evidência para uma grande “Árvore da Vida”;

4. A seleção natural é um método extremamente ineficiente em espalhar as características nas populações, a menos que uma característica tenha um coeficiente de seleção extremamente alto;

5. O problema da evolução convergente parece ser demasiado - nos níveis genético e morfológico, muito embora sob a teoria darwinista isso seja altamente improvável);

6. O fracasso da química em explicar a origem do código genético;

7. O fracasso da biologia do desenvolvimento explicar por que os embriões de vertebrados divergirem desde o início do desenvolvimento;

8. O fracasso da evolução darwinista em explicar a distribuição biogeográfica de muitas espécies;

9. Uma longa história de predições inexatas inspiradas pelo neodarwinismo concernente aos órgãos vestigiais ou o tão chamado DNA “lixo”;

10. Os humanos mostram muitas características comportamentais e cognitivas, além de capacidades que não oferecem nenhuma vantagem de sobrevivência (e.g. música, arte, religião, capacidade para ponderar sobre a natureza do universo).

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: As resenhas do Guia de Livros Didáticos - PNLD 2012* recomendando oito livros pelo seu conteúdo biológico atualizado, falaram muitos de controvérsias e polêmicas, mas nenhuma delas mencionou a existência desses problemas fundamentais da teoria da evolução nos livros-texto recomendados e o que isso significa no contexto de justificação teórica. O nome disso é DESONESTIDADE CIENTÍFICO-ACADÊMICA, pois o status epistêmico da teoria da evolução é discutida livremente nas publicações científicas. E os resenhistas têm acesso a estas publicações científicas...

O que teme a Nomenklatura científica quando a questão é Darwin??? Que Darwin está nu e a sua teoria sobre a origem e evolução da vida não é assim uma Brastemp??? Por que estão em silêncio sobre a nova teoria da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada - que somente será anunciada em 2020??? Que pelas montanhas de evidências negativas não pode e nem deve mais ser selecionista e, pasme, vai incorporar aspectos teóricos lamackistas?

Por que tudo isso é PROIBIDO ser discutido em salas de aula de ciência???

Ué, mas não ensinam nas universidades que a ciência abomina o vácuo epistêmico? Então sob qual referencial teórico está sendo feito Biologia evolucionária?

Pano rápido, Darwin kaput!!!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Em busca das Origens - Criação ou evolução?

Criação ou evolução? Um programa pra você que busca a origem da vida…
No primeiro bloco, o jornalista da Casa Publicadora Brasileira, mestre em teologia e mantenedor do blog criacionismo, Michelson Borges, conversa com o biólogo e doutor em genética Wellington Silva, da Faculdade Adventista da Bahia. O assunto é a origem da vida e as evidências de design inteligente na natureza, especialmente no genoma humano.

No segundo bloco, o geólogo e doutor em engenharia Nahor Neves de Souza Jr. aborda o tema do dilúvio de uma perspectiva geológica e fala também sobre métodos de datação.

Finalmente, no terceiro bloco, Michelson entrevista o doutor em teologia e em arqueologia Rodrigo Silva. Ambos conversam sobre as evidências históricas e arqueológicas que respaldam a Bíblia como fonte segura de informações para o criacionista.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

RNA que 'vira' DNA pode explicar origem da vida na Terra?

Moléculas de estruturas simples, como as do RNA, podem se agrupar e formar uma cadeia complexa de genes, semelhante à do DNA, dando pistas sobre a origem da vida, afirma estudo no Journal of the American Chemical Society. 
 
Os cientistas tentam desvendar como a vida pode ter surgido na Terra há bilhões de anos, quando o planeta era ainda um ambiente oceânico. Uma das teorias mais conhecidas indica que o RNA, o ácido nucleico responsável pela síntese das proteínas nas células, pode ter sido um catalisador dessa "sopa" de materiais orgânicos e criado uma forma rudimentar de informação genética.

Porém, os pesquisadores não conseguiam explicar como esse processo ocorreu no passado, já que os nucleotídeos do RNA – conhecidos pelas siglas A, C, G e U – não se agrupam espontaneamente na água. Nicholas Hud, do Instituto de Tecnologia da Georgia, nos Estados Unidos, afirma que um proto-RNA pode solucionar esse mistério.

Junto com um químicos do Instituto de Pesquisas em Biomedicina de Barcelona, na Espanha, Hud viu que as moléculas de dois componentes químicos, o ácido cianúrico (CA) e a triaminopirimidina (TAP), formavam em anéis que, em seguida, podiam ser "empilhados" em uma cadeia quando estavam em um solvente orgânico.

Para conseguir o mesmo efeito na água, meio em que a dupla não conseguia se ligar, os pesquisadores tiveram de "tapear" as moléculas: eles aumentaram uma das pernas da TAP, criando um novo componente, o Tapas, que foi capaz de se agrupar ao CA para criar os anéis empilháveis.

Hud afirma que o experimento não prova que os dois elementos fazem parte desse protótipo do RNA, mas oferece uma explicação plausível para a formação da vida quando a Terra era um grande oceano.

Fonte: uol notícias


Nota do químico Dr. Marcos Eberlin: Gente, Olha mais esta... Design Inteligente na síntese e na "trapaça" de "criando novos componentes" e querem me convencer que isto poderia "quem sabe" explicar a Vida na terra. Experimentos e síntese controlados feitos por químicos inteligentes em laboratórios isolados e com reagentes químicos puros. Pura desesperação, e tem gente que acredita. Fala sério! A evolução torçe mesmo para que você não saiba Química, e que não leia a parte experimental do artigo, só a conclusão "pré-conceituosa". Explicação plausível = pura especulação, retórica naturalista, sonho infantil baseado em um paradigma falido.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

‎"Beijo do desprezo"

Não é difícil perceber como as manchetes das revistas do último fim de semana se referem à tragédia humana da boate Kiss de Santa Maria: “Quando o Brasil vai aprender?”, “A asfixia não acabou”, “Tão jovens, tão rápido e tão absurdo” e “Futuro roubado”. É também uma tragédia que pode ser associada às escolas de todo o Brasil. É como se a boate de Santa Maria fosse uma metáfora da escola brasileira.

Na primeira delas, os jovens perderam a vida por inalar um gás venenoso; na outra as crianças perdem o futuro por não inalarem o oxigênio do conhecimento. A imprevidência de proprietários, músicos e fiscais levou à morte por falta de ar; a de políticos, pais e eleitores leva a uma vida incompleta por falta de educação. A tragédia despertou para os riscos que correm nossos jovens em seus fins de semana em boates, mas ainda não despertou para o que perdem nossas crianças e jovens no dia a dia de suas escolas.

Estamos fechando boates sem sistemas de segurança, mas ainda deixamos abertas escolas sem qualidade. Os pais começaram a não deixar seus filhos irem a boates inseguras, mas levam confiantemente suas crianças a escolas que não asseguram o futuro delas. Exigimos que as boates tenham portas de emergência, mas não exigimos que as escolas sejam a porta para o futuro das crianças.

A tragédia de Santa Maria provoca a percepção imediata da fragilidade vergonhosa na segurança de boates, mas a tragédia de nossa educação, apesar de suas vítimas, não é percebida. Isto porque ela é uma tragédia à qual nos acostumamos e nos embrutece, ou porque são crianças invisíveis pela pobreza, ou ainda porque somos um povo sem gosto pela antecipação, só ouvimos o grito de fogo e vemos a fumaça depois que matam. Por isso fechamos os olhos à tragédia da educação que hoje devasta a economia, a política e o tecido social do Brasil.

O abandono de nossas escolas não mata diretamente, mas dificulta o futuro de cada criança que não estuda. Se as escolas fossem de qualidade para todos, teríamos menos violência urbana, maior produtividade, mais avanços no mundo das invenções de novas tecnologias e um país melhor.

Por isso, ao mesmo tempo em que choramos as trágicas mortes dos jovens de Santa Maria, choremos também pelo futuro das crianças que não vão receber a educação necessária para enfrentar o mundo. Choremos pelos que perderam a vida na boate ao respirar o ar venenoso, e pelos que não vão receber nas escolas o ar puro do conhecimento.

Não vamos recuperar as vidas eliminadas na boate Kiss, podemos apenas chorar e nos envergonhar. Mas podemos evitar o desperdício das vidas que estão hoje nas “Escolas Kiss”: metáfora que une boate e escola, sobretudo, quando lembramos que a boate se chamava Kiss, nome que também deveríamos dar às nossas escolas de hoje: beijo do desprezo. Desprezo pelas vidas de jovens ou pelo futuro de nossas crianças.

Por: Cristovam Buarque é senador (PDT-DF)

Fonte: Facebook

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Gabi e Malafaia: dois extremos de uma questão

A entrevista do pastor evangélico Silas Malafaia no programa De Frente com Gabi deu o que falar. O sucesso foi tanto (na TV e nas redes sociais) que o SBT já pensa em repetir a dose. O “gancho” do programa foi a informação dada pela revista Forbes em matéria na qual se afirma que Malafaia seria dono de uma fortuna avaliada em 300 milhões de reais, o que faria dele um dos pastores evangélicos mais ricos do Brasil. Malafaia se esforçou para provar que seu patrimônio não passa de quatro milhões. Mas o tema que mais despertou polêmica – e a indignação da jornalista Marília Gabriela – foi o casamento de homossexuais e a adoção de crianças por “casais” gays. Dali para diante, a entrevista “esquentou” e assumiu tom de bate-boca.

Malafaia, que, além de pastor da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo também é psicólogo, a certa altura afirmou que ninguém nasce homossexual, sendo a homossexualidade um comportamento adquirido. Bastou para que outro personagem oportunista entrasse em cena e embarcasse no vácuo gerado pela entrevista explosiva: o biólogo Eli Vieira mais do que depressa postou um vídeo em seu canal no YouTube tentando refutar as ideias do pastor psicólogo. Eli é figura conhecida na internet por debater com criacionistas e ofender religiosos (já fui alvo de seus ataques e desrespeito, como nesta postagem em que ele usa indevidamente minha foto).

Do alto de sua autoridade como doutorando em genética evolutiva molecular na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Eli afirma: “Posso garantir, com base em literatura farta, que, sim, existe uma contribuição dos genes na manifestação da orientação sexual. Isso não é passível de ser negado mais, já se acumulam muitos estudos [sobre essa relação].” Ele diz mais: “A genética está dizendo que quando um gêmeo é homossexual o outro também é, e a chance aumenta conforme aumenta o parentesco entre eles, isto é, a similaridade genética entre eles. Então como a genética não tem nada a ver com a orientação sexual, Malafaia?”

O pastor Malafaia também não perdeu tempo e respondeu: “Toda a argumentação que [Eli] apresenta é apenas suposição científica, sem prova real, e tremendamente questionada pela própria Genética. É igual à teoria da evolução, uma argumentação científica que não pode ser provada. Não existe ordem cromossômica homossexual, só de macho e fêmea. Então, pseudodoutor, não existe uma prova científica de que alguém nasce homossexual, apenas conjecturas."


Malafaia prossegue: “Dados de pesquisas americanas: 86% dos homens homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relação com mulheres; 66% das mulheres homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relações com homens. Como alguém nasce homossexual se já teve relação heterossexual? Isso é uma piada!

“46% dos homens homossexuais já sofreram abuso por homens. A pesquisa é mais estarrecedora ao mostrar que 68% dos homens homossexuais só se identificaram com o homossexualismo após o abuso.

“Se o rapaz metido a doutor em Genética quiser saber mais, leia o livro Nascido Gay?, do Dr. John S. H. Tay, que tem mestrado em Pediatria e dois doutorados: um em Genética e outro em Filosofia, e analisou 20 anos de pesquisas sobre o assunto.

“Mais uma para o pseudodoutor sobre os gêmeos monozigóticos, que são idênticos geneticamente: 35% desse tipo de gêmeo que é homossexual, o seu irmão gêmeo é heterossexual. Logo, conclui-se que geneticamente não se nasce homossexual, e o fator externo, do ambiente, é fundamental para determinar isso. Preferência aprendida ou imposta. Ou todos teriam de ser homossexuais ou todos teriam de ser heterossexuais no caso de gêmeos monozigóticos.”

Autoridade reconhecida no campo da Genética, a Dra. Mayana Zatz, em sua coluna no site da revista Veja, deixa claro que a suposta origem genética da homossexualidade não pode ser demonstrada cientificamente, como o estudante Eli tenta fazer parecer. Ela diz: “Embora em minha opinião exista uma predisposição genética para um comportamento homossexual, pesquisas científicas que provem isso na prática são muito difíceis de serem realizadas [então, Eli, cadê a literatura farta?]. Pesquisas genéticas são difíceis de serem realizadas com seres humanos porque não há como analisar comportamentos de pessoas sem levar em conta o ambiente em que vivem ou foram criados. Além disso, o fato de pessoas com comportamento homossexual não procriarem dificulta a definição de um padrão de transmissão genética entre gerações. Estudos de gêmeos idênticos que foram separados ao nascer e criados por famílias diferentes poderiam potencialmente trazer informações importantes. Por exemplo, se a concordância (preferência sexual) entre eles for igual à de gêmeos criados juntos, isso apontaria para uma predisposição genética. Entretanto, estudos como esses são difíceis de serem realizados na prática porque requerem amostras muito grandes para terem uma comprovação estatisticamente significante. [...] Reitero que, ainda que eu pessoalmente acredite que possa haver uma influência genética para a homossexualidade, ainda não existe uma comprovação científica.”

(Se você quiser saber mais sobre isso, leia também este artigo.)

Para o Dr. Marcos Eberlin, da Unicamp, de certa forma ambos, Silas Malafaia e Eli Vieira, estão errados. “O Silas, porque disse que a homossexualidade não é hereditária, e o tal ‘geneticista-mirim’, porque disse que sim, é. A verdade é que ninguém sabe. Não há como se ter certeza. Há variáveis demais e amostragem de menos”, diz o cientista.

Os cristãos entendem que o ser humano tem uma tripla natureza – física, mental e espiritual. Referir-se ao ser humano como uma criatura apenas comportamental ou genética é um reducionismo exagerado. Tudo deve ser levado em conta e, assim, mais variáveis são adicionadas.

Comentando a opinião da Dra. Mayana, Eberlin diz: “Ela acha, com base em seu viés naturalista, que é [a homossexualidade é um “assunto”] do corpo; eu acho com base no meu viés que é essencialmente da alma; mas a Ciência não comporta ‘achismos’, e aqui, incapaz, se cala.”

Fonte: Michelson Borges

Leia mais sobre adoção de crianças por “casais” homossexuais (clique aqui).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Maioria dos baianos quer distância do carnaval

Toda quarta-feira de cinzas é a mesma coisa. Tristes com o fim da festa, turistas dos quatro cantos do mundo mostram-se infelizes por ter que voltar para casa, após curtir os seis dias da maior festa a céu aberto do mundo. A capital baiana parece enfeitiçar os visitantes que chegam a dizer que, se pudessem, se mudariam imediatamente para cá. Mas, para os soteropolitanos, a folia já não é mais motivo de tanta alegria, o que faz com que boa parte da população queira fugir da agitação do período, como mostra o resultado parcial de uma enquete realizada no site da Tribuna da Bahia. Nela, 83% das pessoas que responderam à pergunta “O que você vai fazer no carnaval?”, responderam que irão ficar longe da folia. 6,5% planejam pular atrás do trio elétrico, mas fora dos blocos; estes são a opção de 5,1% das pessoas, e 4,7% irão para um camarote.

Diante de a maioria esmagadora assumir querer distância dos grandes centros da festa, a reportagem da Tribuna foi às ruas saber o que mantém os soteropolitanos longe dos circuitos. Questões ligadas à religião, ao tumulto nas ruas e à violência apareceram como as principais causas. [...]

Fonte: Tribuna da Bahia via criacionismo

Nota do blog criacionismo: No restante do Brasil também é assim, mas a mídia vai mais uma vez dar a ideia de que todos os brasileiros são foliões.[Michelson Borges]

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Deus Existe? - Debate entre William Craig & Peter Atkins

O debate é sobre as evidências a favor ou contra a existência de Deus prevalecem. O apresentador das evidências da existência de Deus é o professor William Lane Craig, que acredita que suas evidências prevalecem. E do outro lado, está o famoso químico Dr. Peter William Atkins, um grande defensor do ateísmo.


















Por que universitários cristãos estão perdendo a fé


As estatísticas são sombrias. Alguns chegam a afirmar que em média, 60% dos jovens evangélicos que adentram a universidade se afastam da comunhão dos santos e da igreja. Ora, seria simplista da minha parte afirmar de modo absoluto os reais motivos para a apostasia de nossos jovens, todavia, acredito que algumas razões são preponderantes para o esfriamento da fé da juventude cristã:

1- Nossos jovens não estão sendo preparados pela igreja para enfrentar as demandas sociais, comportamentais e filosóficas na universidade.  Na verdade, afirmo sem a menor sombra de dúvidas de que a igreja não está oferencendo a sua juventude ferramentas necessárias para a desconstrução de valores absolutamente anticristãos. Por exemplo, as universidades públicas estão repletas de conceitos marxistas. Volta e meia eu recebo a informação de professores que em sala de aula zombam de Cristo, ridicularizando  publicamente todos aqueles que se dizem cristãos.

2- Nossos jovens não estão sendo preparados pelos pais com vistas ao enfrentamento cultural. Vivemos numa sociedade multifacetada, cujo os valores relacionados a sexo, família, trabalho, sucesso e moral foram relativizados. Nesta perspectiva não são poucos aqueles que ao longo dos anos tem sucumbido diante da avalanche de conceitos extremamente antagônicos aos pressupostos bíblicos-cristãos.

3- Nossos jovens não tem sido preparados pela igreja para responder as perguntas de uma sociedade sem Deus como também oferecer respostas àqueles que lhes questionam a razão da sua fé.  Nesta perspectiva os conceitos "simplistas" de alguns dos nossos rapazes e moças  tem sido facilmente descontruídos num ambiente onde o cetiscismo e a incredulidade se fazem presentes.

4- Nossos jovens tem sido influenciados negativamente pelo secularismo, hedonismo e satisfação pessoal. Sem sombra de dúvidas acredito que o secularismo é um grave problema em nossos dias. A Europa por exemplo transformou-se num continente secularista onde o que mais importa é o bem estar comum e a ausência de Deus. Nesta perspectiva vive-se para o prazer, nega-se uma fé transcendente quebrando todo e qualquer paradigma que nos faça lembrar de Cristo ou da igreja.

Diante deste funesto quadro surge a pergunta: O que fazer então?

1-  A Igreja precisa fortalecer a família oferecendo aos casais ferramentas para a edificação de lares sólidos cujo fundamento é infalível Palavra de Deus.

2-
A Igreja precisa preparar os seus jovens para responder as perguntas da sociedade. Nessa perspectiva, deve-se investir numa formação apologética, cujo foco deve ser oferecer a juventude "armas" espirituais capazes de anular sofismas.

3- A Igreja precisa investir em universitários promovendo grupos de comunhão, debates, além de discussões teológicas, sociológicas e filosóficas, oferecendo a estes condições de responder aos seus inquiridores o porque da sua fé.

4-
A Igreja precisa estudar teologia com os universitários. Questões relacionadas ao pecado, juízo eterno, salvação, morte e sofrimento além de tantos outros conceitos relacionados aos nossos dias precisam ser explicados e entendidos pelos nossos jovens.

5- A Igreja precisa preparar os seus jovens para se relacionarem com a cultura. O problema é que em virtude do maniqueísmo que nos é peculiar satanizamos o mundo bem como todas as suas vertentes culturais. Por outro lado, existem aqueles que em nome da contextualização "mundanizaram" a Igreja, levando o povo de Deus a um estilo de vida ineficaz cujos frutos não tem sido muito bons.

6- A Igreja precisa fomentar em seus jovens o desejo de conhecer a Deus e se relacionar com Ele. Jovens que se relacionam com Deus através da oração e das Escrituras Sagradas tornam-se mais fortes diante dos embates desta vida.

Que Deus nos ajude diante hercúlea missão e que pela graça do Senhor nossa juventude possa ser bênção da parte do Senhor na universidade.

Fonte: criacionismo via Renato Vargens

Existe uma religião verdadeira?


A resposta óbvia seria aparentemente um sonoro “não”, pois como diz o velho ditado, todos os caminhos levam a Deus, logo, ninguém pode dizer que uma religião é verdadeira e a outra falsa.

Um blog americano chamado “livro de reflexões de Jesreel trouxe um artigo anônimo intitulado “unidade na diversidade” no qual o autor expressava sua opinião a esse respeito:


Fonte: Evidências

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