domingo, 13 de janeiro de 2013

Quais são os limites das mutações genéticas?

Supostamente os peixes evoluíram para seres humanos através de mutações genéticas, mas relatórios recentes mostram que as mutações têm efeitos desastrosos. Não só são os genes individuais essenciais, como a sua inibição causa a que redes genéticas inteiras sejam perturbadas, resultando em problemas severos de crescimento e desenvolvimento no organismo.

Um dos organismos usados para o estudo das funções genéticas é o pequeno verme conhecido como nematóide; este pequeno animal não só é o mais abundante animal à face da Terra, como consegue viver nos mais variados ecossistemas. Para além disso, eles são excelentes animais de testes para estudos genéticos nos laboratórios porque são fáceis de criar, possuem um genome relativamente pequeno, e muito se sabe da sua biologia.

No passado, os cientistas usaram uma variedade de tecnologias como forma de inibir sequencialmente os genes do genoma do nematóide. O seu propósito era determinar quais os genes essenciais para a sobrevivência. No entanto, nestes estudos mais antigos os pesquisadores apenas analisaram os efeitos das mutações genéticas olhando para os nematóides individuais. Eles também só avaliaram os efeitos das mutações numa única geração. Devido a isto, eles não detectaram os resultados da inibição dos genes onde quer que os efeitos fossem subtis.

Neste mais recente estudo, os cientistas observaram os efeitos de 550 genes sequencialmente inibidos dentro da aptidão dos nematóides durante 8 gerações. A aptidão é a habilidade duma população de crescer e se reproduzir através do tempo quando comparada com uma população controlada que não possui a mutação. (…)

Na maioria dos casos, a perturbação de genes individuais reduziu a aptidão das populações de nematóides. Isto foi um efeito que continuou a crescer com o passar das gerações. Teoricamente, isto culminaria na extinção. Como resultado, os pesquisadores concluíram que a maior parte dos genes testados eram essenciais para a sobrevivência do nematóide. Uma vez que a aptidão dos vermes mutantes diminuiu durante as sucessivas gerações, os pesquisadores concluíram que até as mutações únicas têm um impacto negativo nas redes genéticas.

Os pesquisadores escreveram:

Em contraste com as estimativas anteriores, nestes ensaios com populações multigeracionais apuramos que a maioria dos genes afectam a aptidão, e isto sugere que as redes genéticas não são robustas perante as mutações. Os nossos resultados demonstram que numa única condição ambiental, a maior parte dos genes desempenham um papel essencial.

No modelo da evolução biológica, o processo da mutação genómica não só envolve a hipotética alteração das sequencias genéticas, como também engloba a ideia de que nem todos os genes são essenciais para a vida. Por outras palavras, segundo a teoria da evolução, dentro do sistema celular há espaço para que o ADN se altere de modo aleatório de modo a produzir alguma sequência genética útil, gerando assim um progresso evolutivamente relevante.

No entanto, este novo estudo mostra que, apesar dos sistemas celulares desta forma de vida serem dinâmicos e responderem ao meio ambiente, o afinado sistema informacional baseado no ADN não pode ser corrompido sem que isso reduza a sua habilidade para sobreviver. Portanto, para além de refutar a teoria da evolução, as redes genéticas dos nematóides possuem todas as evidências de serem o resultado de um processo de engenharia habilidoso e cuidadoso.

E desse Engenheiro Cósmico a Palavra de Deus diz que, “E em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos.” (Actos 4:12)

Fonte: Darwnismo

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