sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Darwin diante da morte

 
 Não é de duvidar por nenhum evolucionista e também qualquer criacionista que o final da vida de Charles Darwin foi de pura descrença no Deus bíblico, como podemos confirmar no livro, Darwin - a vida de um evolucionista atormentado, que segundo os críticos, é o melhor e a mais completa biografia já publicado e documentada da vida deste homem.

Uma confirmação do seu ateísmo está registrado neste livro onde os atores (Adrian Desmond e James Moore) mostram que pouco tempo antes de Darwin morrer, ele responde as várias indagações e dúvidas de todo o mundo que queria conhecer as opiniões religiosas dele. Então, em certa ocasião ele respondeu: 

"Sinto ter que informar que não acredito na Bíblia como uma revelação divina e, portanto, nem em Jesus Cristo como o filho de Deus", pág.646.

Outra passagem deste mesmo livro Darwin disse que preferia o termo agnóstico: "agnóstico era ateu dito de forma responsável", pág. 667.

Todavia, diferentemente do que foi registrado no livro anterior e desconhecido também pela maioria dos estudantes da teoria da evolução e também por todos, no fim de sua vida, Charles Darwin retornou à sua fé na Bíblia: É isso mesmo que você leu, amigo leitor. Darwin voltou a crer em Deus! Esta fonte pode ser considerado um mito, pode ser que seja, mas é muito interessante. Enfim, estes relatos estão registrados no livro, O que eles disseram a um passo da eternidade, onde o autor cita um registro da visita de Lady Hope a Charles Darwin.

Então, vejam o relato a seguir que foi feito por Lady Hope, de Northfield, Inglaterra, uma maravilhosa mulher cristã que esteve muitas vezes ao lado de sua cama nos seus dias finais.

“Foi numa dessas gloriosas tardes de outono que às vezes temos na Inglaterra que fui chamada para entrar e sentar-me com Charles Darwin. Sempre que eu o via, com sua presença elegante, eu imaginava que dele se podia pintar um quadro formidável para nossa Academia Real, mas nunca pensei tanto nisso como nessa ocasião em particular.
Ele estava sentado na cama, apoiado em travesseiros, olhando fixamente para uma cena distante no bosque e nos campos de milho que reluziam à luz de um maravilhoso pôr do sol.

“Seu semblante iluminou-se de prazer quando entrei no quarto. Ele acenou em direção à janela, apontando para a bela cena do poente. Em sua outra mão ele segurava uma Bíblia aberta, a qual ele sempre estava estudando.

“‘O que você está lendo agora?’, perguntei.

“‘Hebreus’, ele respondeu. ‘O Livro Real, como eu o chamo.’ Então, à medida que colocava seus dedos sobre certas passagens, ele comentava sobre elas.

“Fiz algumas alusões às fortes opiniões expressas por muitos sobre a história da criação, e sobre os julgamentos que faziam a respeito dos primeiros capítulos de Gênesis. Ele pareceu angustiado, crispando seus dedos nervosamente, e um ar de agonia tomou conta do seu rosto ao dizer: ‘Eu era um jovem com ideias informes. Soltava perguntas, sugestões, indagando o tempo todo sobre tudo. Para meu espanto, as ideias se alastraram como fogo. As pessoas fizeram delas uma religião.’

“Ele ficou em silêncio por um tempo e depois de dizer algumas frases sobre a santidade de Deus e a ‘grandeza deste Livro’, olhando com carinho para a Bíblia que estava segurando o tempo todo, ele disse: ‘Tenho um quiosque no jardim que comporta cerca de trinta pessoas. É ali (ele apontou através da janela aberta). Gostaria muito que você falasse lá. Sei que você lê a Bíblia nas aldeias. Amanhã à tarde gostaria que os empregados neste lugar e alguns inquilinos e vizinhos se reunissem ali. Você lhes falaria?’

“‘Sobre que devo falar?’, perguntei.

“‘Cristo Jesus’, ele respondeu num tom claro e enfático – e acrescentou num tom mais baixo: ‘e Sua salvação. Não é o melhor tema? Depois quero que você cante alguns hinos com eles. Você pode acompanhá-los com seu pequeno instrumento, não pode?’

“O brilho do seu rosto, quando ele disse isso, eu nunca esquecerei, pois acrescentou: ‘Se você fizer a reunião às três horas, esta janela estará aberta, e você saberá que estou cantando junto com vocês.’”

Haveria uma cena mais dramática? O âmago da tragédia nos é exposto aqui! Darwin, um entusiasta da Bíblia, falando sobre a “grandeza deste Livro”, e sendo lembrado de que o movimento evolucionista moderno na teologia, unido ao criticismo cético, destruiu a fé bíblica de multidões. Darwin, com um ar aflito, lamentando-se por tudo e declarando: “Eu era um jovem com ideias informes.” Que condenação avassaladora! As “ideias informes” do jovem Darwin são a base da teologia (e da ciência) moderna!

(Oswald Smith, Litt. D., artigo extraído de Prayer Crusade, publicada por The Little Church by the Sea, mc. Citado no livro: O Que Eles Disseram a um Passo da Eternidade, John Myers, p. 244, Worship Produções, D’Sena Editora)

Fonte: Em Família 23

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