terça-feira, 22 de janeiro de 2013

15 perguntas que os evolucionistas mais temem

1. Como é que a vida surgiu?

O evolucionista Paul Davies admitiu:

    Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula.
    (Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.)

Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse:

    Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta.
    (Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004)

Por mais pequena que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria.

Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?
2. Como é que o código genético surgiu?

Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixeis no ecrân)

Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do ADN surgiu sem ser obra de design inteligente?
3. Como é que as mutações – acidentes na cópia (“letras” do ADN trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc) – geraram os enormes volumes de informação de ADN nos sistemas biológicos?
Como é que tais erros poderiam gerar 3 mil milhões de letras de informação ADN de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? Há informação para construir proteínas mas também para controlar o seu uso – tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes. Um se o outro não serve para nada.

As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como é que a mistura de informação ADN existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nano-máquinas biológicas?

 4. Porque é que a selecção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução” como se isso explicasse a origem e diversidade da vida?

Por definição, a selecção natural (SN) é um processo selectivo (escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criaturas a viver num ecossistema específico) mas não a origem dos mais aptos

A morte de formas de vida mal-adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente.

 5. Como é que as novas reacções bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram?

Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima” para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:

    Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas.
    (Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)

Porque é que as escolas públicas – pagas por todos – escondem este tipo de declarações?

 6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram?

O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu:

    A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projectadas [criadas] com um propósito.
    (Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)

Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu:

    Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu.
    (Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)

O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente?

No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente.

Porque é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão actual do Naturalismo?
7. Como é que a vida multi-celular surgiu?

Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?
8. Como é que o sexo surgiu?

A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser seleccionada?

Como é que a forças da Física e da Química conseguiram, ao mesmo tempo, e na mesma área geográfica, inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear futura coordenação entre macho e fêmea.
9. Porque é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?

Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:

    A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia.
    (Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)

Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
10. Como é que os “fósseis vivos” permanecem essencialmente na mesma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período?

O evolucionista Gould escreveu:

    A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo.
    (Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.)

Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
11. Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade?

Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

 12. Porque é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?

Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:

    As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto — excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente — excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.

    Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente — muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas.
    (Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)

Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria “científica”?
13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?
Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz

    De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.

    A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

    (citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)

O Dr Skell escreveu:

    É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores.
    (Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes magazine, 23 Feb 2009)

Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Porquê, então, as escolas e as universidades ensinarem o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo à biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade?
14. A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Porque é que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional?

Nós não podemos experimentar — ou observar — o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse:

    A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer.
    (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html>, 3 December, 2004.)

Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?

 15. Porque é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças de falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência?

Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:

    O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa.
    (Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)

Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:

    A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

    A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

    Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.

    Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

    (Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)
 


Observação: Se “não se pode ensinar religião nas aulas de ciência”, porque é que se ensina a “teoria” da evolução?

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