quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Coisas que até um ateu pode ver

Thomas Nagel
Um número razoável de cientistas e filósofos ateus ou agnósticos vem em anos recentes engrossando as fileiras daqueles que expressam dúvidas sérias sobre a capacidade da teoria da evolução darwinista para explicar a origem da vida e sua complexidade por meio da seleção natural e da natureza randômica ou aleatória das mutações genéticas necessárias para tal.

Poderíamos citar Anthony Flew, o mais notável intelectual ateísta da Europa e Estados Unidos que no início do século XXI anunciou sua desconversão do ateísmo darwinista e adesão ao teísmo, por causa das evidências de propósito inteligente na natureza. Mais recentemente o biólogo molecular James Shapiro, da Universidade de Chicago, ele mesmo também ateu, publicou o livro Evolution: A View from 21st Century onde desconstrói impiedosamente a evolução darwinista.

 E agora é a vez de Thomas Nagel, professor de filosofia e direito da Universidade de Nova York, membro da Academia Americana de Artes e Ciências, ganhador de vários prêmios com seus livros sobre filosofia, e um ateu declarado. Ele acaba de publicar o livro Mind & Cosmos (“Mente e Cosmos”) com o provocante subtítulo Why the materialist neo-darwinian conception of nature is almost certainly false (“Por que a concepção neo-darwinista materialista da natureza é quase que certamente falsa”), onde aponta as fragilidades do materialismo naturalista que serve de fundamento para as pretensões neo-darwinistas de construir uma teoria do todo (Não pretendo fazer uma resenha do livro. Para quem lê inglês, indico a excelente resenha feita por William Dembski e o comentário breve de Alvin Plantinga).

Estou mencionando estes intelectuais e cientistas ateus por que quando intelectuais e cientistas cristãos declaram sua desconfiança quanto à evolução darwinista são descartados por serem "religiosos". Então, tá. Mas, e quando os próprios ateus engrossam o coro dos dissidentes?

Neste post eu gostaria apenas de destacar algumas declarações de Nagel no livro que revelam a consciência clara que ele tem de que uma concepção puramente materialista da vida e de seu desenvolvimento, como a evolução darwinista, é incapaz de explicar a realidade como um todo. Embora ele mesmo rejeite no livro a possibilidade de que a realidade exista pelo poder criador de Deus, ele é capaz de enxergar que a vida é mais do que reações químicas baseadas nas leis físicas e descritas pela matemática. A solução que ele oferece – que a mente sempre existiu ao lado da matéria – não tem qualquer comprovação, como ele mesmo admite, mas certamente está mais perto da concepção teísta do que do ateísmo materialista do darwinismo.

Ele deixa claro que sua crítica procede de sua própria análise científica e que mesmo assim não será bem vinda nos círculos acadêmicos:

“O meu ceticismo [quanto ao evolucionismo darwinista] não é baseado numa crença religiosa ou numa alternativa definitiva. É somente a crença de que a evidência científica disponível, apesar do consenso da opinião científica, não exige racionalmente de nós que sujeitemos este ceticismo [a este consenso] neste assunto” (p. 7).

“Eu tenho consciência de que dúvidas desta natureza vão parecer um ultraje a muita gente, mas isto é porque quase todo mundo em nossa cultura secular tem sido intimidado a considerar o programa de pesquisa reducionista [do darwinismo] como sacrossanto, sob o argumento de que qualquer outra coisa não pode ser considerada como ciência” (p.7).

Ele profetiza o fim do naturalismo materialista, o fundamento do evolucionismo darwinista:

“Mesmo que o domínio [no campo da ciência] do naturalismo materialista está se aproximando do fim, precisamos ter alguma noção do que pode substitui-lo” (p. 15).

Para ele, quanto mais descobrimos acerca da complexidade da vida, menos plausível se torna a explicação naturalista materialista do darwinismo para sua origem e desenvolvimento:

“Durante muito tempo eu tenho achado difícil de acreditar na explicação materialista de como nós e os demais organismos viemos a existir, inclusive a versão padrão de como o processo evolutivo funciona. Quanto mais detalhes aprendemos acerca da base química da vida e como é intrincado o código genético, mais e mais inacreditável se torna a explicação histórica padrão [do darwinismo]” (p. 5).

“É altamente implausível, de cara, que a vida como a conhecemos seja o resultado da sequência de acidentes físicos junto com o mecanismo da seleção natural” (p. 6).

Não teria havido o tempo necessário para que a vida surgisse e se desenvolvesse debaixo da seleção natural e mutações aleatórias:

“Com relação à evolução, o processo de seleção natural não pode explicar a realidade sem um suprimento adequado de mutações viáveis, e eu acredito que ainda é uma questão aberta se isto poderia ter acontecido no tempo geológico como mero resultado de acidentes químicos, sem a operação de outros fatores determinando e restringindo as formas das variações genéticas” (p. 9).

Nagel surpreendentemente defende os proponentes mais conhecidos do design inteligente:

“Apesar de que escritores como Michael Behe e Stephen Meyer[1] sejam motivados parcialmente por suas convicções religiosas, os argumentos empíricos que eles oferecem contra a possibilidade da vida e sua história evolutiva serem explicados plenamente somente com base na física e na química são de grande interesse em si mesmos... Os problemas que estes iconoclastas levantam contra o consenso cientifico ortodoxo deveriam ser levados a sério. Eles não merecem a zombaria que têm recebido. É claramente injusta” (p.11).

Num parágrafo quase confessional, Nagel reconhece que lhe falta o sentimento do divino que ele percebe em muitos outros:

“Confesso um pressuposto meu que não tem fundamento, que não considero possível a alternativa do design inteligente como uma opção real – me falta aquele sensus divinitatis [senso do divino] que capacita – na verdade, impele – tantas pessoas a ver no mundo a expressão do propósito divina da mesma maneira que percebem num rosto sorridente a expressão do sentimento humano” (p.12).

Para Nagel, o evolucionismo darwinista, com sua visão materialista e naturalista da realidade, não consegue explicar o que transcende o mundo material, como a mente e tudo que a acompanha:

“Nós e outras criaturas com vida mental somos organismos, e nossa capacidade mental depende aparentemente de nossa constituição física. Portanto, aquilo que explicar a existência de organismos como nós deve explicar também a existência da mente. Mas, se o mental não é em si mesmo somente físico, não pode, então, ser plenamente explicado pela ciência física. E então, como vou argumentar mais adiante, é difícil evitar a conclusão que aqueles aspectos de nossa constituição física que trazem o mental consigo também não podem ser explicados pela ciência física. Se a biologia evolutiva é uma teoria física – como geralmente é considerada – então não pode explicar o aparecimento da consciência e de outros fenômenos que não podem ser reduzidos ao aspecto físico meramente” (p. 15).

“Uma alternativa genuína ao programa reducionista [do darwinismo] irá requerer uma explicação de como a mente e tudo o que a acompanha é inerente ao universo” (p.15).

“Os elementos fundamentais e as leis da física e da química têm sido assumidos para se explicar o comportamento do mundo inanimado. Algo mais é necessário para explicar como podem existir criaturas conscientes e pensantes, cujos corpos e cérebros são feitos destes elementos” (p.20).

Menciono por último a perspicaz observação de Nagel, que se a mente existe porque sobreviveu através da seleção natural, isto é, por ter se tornado na coisa mais esperta para sobreviver, como poderemos confiar nela? E aqui ele cita e concorda com Alvin Plantinga, um filósofo reformado renomado:

“O evolucionismo naturalista provê uma explicação de nossas capacidades [mentais] que mina a confiabilidade delas, e ao fazer isto, mina a si mesmo” (p. 27).

“Eu concordo com Alvin Plantinga que, ao contrário da benevolência divina, a aplicação da teoria da evolução à compreensão de nossas capacidades cognitivas acaba por minar nossa confiança nelas, embora não a destrua por completo. Mecanismos formadores de crenças e que têm uma vantagem seletiva no conflito diário pela sobrevivência não merecem a nossa confiança na construção de explicações teóricas do mundo como um todo... A teoria da evolução deixa a autoridade da razão numa posição muito mais fraca. Especialmente no que se refere à nossa capacidade moral e outras capacidades normativas – nas quais confiamos com frequência para corrigir nossos instintos. Eu concordo com Sharon Street [professora de filosofia na Universidade de Nova York] que uma auto-compreensão evolucionista quase que certamente haveria de requerer que desistíssemos do realismo moral, que é a convicção natural de que nossos juízos morais são verdadeiros ou falsos independentemente de nossas crenças” (p.28).

Não consegui ler Nagel sem lembrar do que a Bíblia diz:

"Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim" (Eclesiastes 3:11).

"De um só Deus fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós" (Atos 17:26-27).

Nagel tem o sensus divinitatis, sim, pois o mesmo é o reflexo da imagem de Deus em cada ser humano, ainda que decaídos como somos. Infelizmente o seu ateísmo o impede de ver aquilo que sua razão e consciência, tateando, já tocaram.

[1] Os dois são os mais conhecidos defensores da teoria do design inteligente. Ambos já vieram falar no Mackenzie sobre este assunto.

Fonte: tempora Mores

Leia também: Filósofo ateu agradece aos proponentes do Design Inteligente

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Fóssil traz mais dúvidas sobre “evolução dos pássaros”

A descoberta dos restos fósseis de uma nova espécie de dinossauro no nordeste da China desafia as teorias mais aceitas sobre a evolução das aves e o surgimento do voo. Uma pesquisa publicada na última terça-feira na revista Nature Communications descreve o animal, conhecido como Eosinpteryx, como um dinossauro de apenas trinta centímetros de comprimento, cheio de penas e parecido com as aves modernas. As teorias mais conhecidas afirmam que as aves evoluíram a partir de um grupo de dinossauros chamados terápodos, no início do Período Cretáceo, há cerca de 120 ou 130 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. A ideia foi proposta ainda no século 19, quando foi descoberto um fóssil na Alemanha que mostrava uma mistura das características de aves e dinossauros. Nomeada de Archeopterix, a espécie se tornou conhecida como o ancestral mais antigo dos pássaros.

Nas últimas décadas, no entanto, novos fósseis revelaram outras espécies de dinossauros semelhantes às aves, questionando a ancestralidade do Archeopterix nesse processo [coisa que os criacionistas já haviam questionado]. “A descoberta do Eosinpteryx joga ainda mais dúvidas sobre a teoria de que o famoso fóssil de Archeopterix foi essencial na evolução dos pássaros modernos”, diz Gareth Dyke, paleontólogo da Universidade de Southampton, na Inglaterra.

O fóssil, que data do final do Período Jurássico, aumenta a diversidade de dinossauros semelhantes às aves que habitaram a Terra nessa época. Segundo a pesquisa, apesar de possuir penas pelo corpo, o animal era incapaz de voar por causa da pequena envergadura de suas asas e sua estrutura óssea. Além disso, a ausência de penas no rabo e na parte baixa das pernas indica que o animal era um bom corredor. [O avestruz também é.]

Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, isso demonstra que as aves podem ter surgido de dinossauros que não voavam [mais uma hipótese mirabolante]. “A descoberta mostra que a origem do voo foi muito mais complexa do que se pensava anteriormente”, afirma Gareth Dyke. [...]

Fonte:
Criacionismo via Veja

Nota do blog criacionismo: “Descoberto na Austrália mamífero semelhante a pato” [manchete fictícia, claro] (e o ornitorrinco não é ancestral comum de ninguém...). Se estivesse extinto e fossilizado, uma vez descoberto, seria comemorado como “elo perdido”.[Michelson Borges]

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Os nove pilares da teoria da evolução biológica

Newton Freire Maia
1. Em longo prazo, todos os seres vivos derivam, por transformações sucessivas, de seres vivos antecessores que deles eram diferentes.

2. Trata-se de um processo dotado da mais ampla continuidade e, por isso, todos os seres vivos guardam, entre si, certo grau de relacionamento evolutivo.

3. Esse processo teve início com o surgimento da vida a partir de matéria não viva (inorgânica).

4. A evolução é tanto um fenômeno do passado quanto do presente; tudo leva a crer que será também um fenômeno do futuro.

5. As causas desse processo são hoje as mesmas que atuaram no passado mais longínquo.

6. A mutação e a seleção natural representam os fatores mais importantes de toda a evolução.

7. O processo evolutivo se deve às mesmas causas em todos os seus níveis – da mais elementar variação das frequências gênicas (microevolução) à origem das mais altas categorias sistemáticas (megaevolução). Isso significa que as mesmas causas provocam as diferenciações em nível de raça, espécie, gênero, etc., como de reino, filo, classe, ordem, etc.

8. A evolução é, em geral, lenta, gradual e contínua.

9. A evolução não realiza um projeto; é ateleológica. Nada estava previsto em seu curso. As direções da evolução são mero resultado da interação entre o acaso (mutação) e a necessidade (seleção natural).

Minha pergunta: Quanto disso é verdadeiramente científico, admitindo-se a priori que, por científico, entende-se aquilo que está testado e comprovado?

O próprio autor no texto, responde:

“Não há um item sequer da lista acima de nove pontos que esteja provado.” E, com espetacular franqueza (e honestidade intelectual), ele continua: “Eu, por exemplo, apesar de aceitar a Teoria Geral da Evolução (1 a 4), nada sei sobre o item 5, duvido muito do 6, acho que o 7 deve estar errado, creio que o 8 não é geral e nego totalmente o 9.”

(Newton Freire Maia, A Ciência por Dentro, Editora Vozes: Petrópolis, RJ; colaboração: Prof. Euler Bahia, reitor do Unasp)

Fonte: criacionismo

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Pessoas inteligentes acreditam em Deus?



Nota: Ao longo da história houve muitas maneiras de demonstrar uma descrença em Deus alguns se tornaram ateus, isto é negaram a existência de qualquer divindade, outros optaram pelo deísmo, ou seja acreditam que existe um deus mas que ele não está aqui que abandonou nosso planeta.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Encontro de Universitários em Brasília - DF


Higgs critica fundamentalismo de Dawkins

Em se tratando de desentendimentos públicos, poucos já puderam se vangloriar de ter antagonistas que batem tão pesado. De um lado está Richard Dawkins, o célebre biólogo que fez uma segunda carreira demonstrando seu épico desdém pela religião. Do outro está o físico teórico Peter Higgs, que em 2012 se tornou figura corriqueira nas apostas para um futuro Prêmio Nobel, depois que cientistas do Cern, em Genebra, demonstraram que estava correta sua teoria sobre como as partículas fundamentais obtêm sua massa. A discussão deles gira em torno de nada menos que a coexistência entre religião e ciência. Higgs decidiu-se por coroar seu notável 2012 com mais um estrondo, ao criticar a abordagem “fundamentalista” adotada por Dawkins no trato com os crentes religiosos.

“O que Dawkins faz muitas vezes é concentrar seu ataque nos fundamentalistas. Mas há muitos crentes que simplesmente não são fundamentalistas”, declarou Higgs em entrevista a Pablo Jáuregui, do jornal espanhol El Mundo. “O fundamentalismo é outro problema. Quer dizer, Dawkins de certa forma é ele mesmo quase um fundamentalista, de outra espécie.”

Ele concordou com algumas das ideias de Dawkins sobre as consequências infelizes que resultaram de crença religiosa [mal entendida e mal aplicada], mas estava descontente com a abordagem do biólogo evolucionista ao lidar com os crentes, e se disse de acordo com aqueles que consideraram tal abordagem “embaraçosa”.

Dawkins, autor do best-seller Deus, Um Delírio, já foi muitas vezes acusado de adotar posições fundamentalistas. Em um texto publicado em 2007 no seu site, intitulado “Como vocês ousam me chamar de fundamentalista?”, Dawkins escreveu: “Não, por favor, não confundam paixão, que pode mudar de ideia, com fundamentalismo, que nunca irá [mudar]. Paixão por paixão, um cristão evangélico e eu podemos estar equiparados. Mas não somos igualmente fundamentalistas. O verdadeiro cientista, por mais apaixonadamente que possa ‘acreditar’, na evolução, por exemplo, sabe exatamente o que o faria mudar de ideia: provas! O fundamentalista sabe que nada o fará mudar de ideia.”

As críticas não levaram o biólogo a abrandar sua posição sobre a religião. Em uma recente entrevista à Al Jazira, ele insinuou que ser criado no catolicismo é pior para uma criança do que sofrer abusos físicos de um padre. Respondendo a uma pergunta direta do entrevistador Mehdi Hassan, Dawkins relatou a história de uma mulher dos EUA que lhe escrevera contando o abuso que ela sofrera quando criança nas mãos de um padre, e a angústia mental por ouvir que uma amiga sua, uma menina protestante, arderia no inferno. [Dawkins sempre se vale de exemplos extremos e negativos para julgar toda a religião. Esquece-se convenientemente que o ateísmo tem telhado de vidro.]

“Ela me contou que, desses dois abusos, superou o abuso físico, que foi nojento, mas ela superou. Já o abuso mental de falarem a ela sobre o inferno, esse ela levou anos para superar”, disse Dawkins. “Dizer a crianças assim que elas realmente acreditam que as pessoas que pecam vão para o inferno e assam para sempre, que sua pele cresce de novo quando você a arranca, me parece intuitivamente inteiramente razoável que isso seja uma forma pior de abuso infantil, que vai causar mais pesadelos, porque elas realmente acreditam.” [Ah, se Dawkins soubesse que o inferno não existe...]

Dawkins não respondeu a um pedido para comentar diretamente a acusação de “fundamentalista” feita por Higgs. [Ele está acostumado a correr do debate com “peixes grandes”.]

Na entrevista ao El Mundo, Higgs argumentou que, embora não seja um crente, considera que ciência e religião não são incompatíveis. “O crescimento da nossa compreensão do mundo por meio da ciência enfraquece parte da motivação que torna as pessoas crentes. Mas isso não é a mesma coisa que dizer que elas são incompatíveis. Só acho que algumas das razões tradicionais para a crença, que remontam a milhares de anos, ficam bastante prejudicadas.”

“Mas isso não encerra com a coisa toda. Qualquer um que seja um crente convencido, mas não dogmático, pode continuar tendo a sua crença. Isso significa que eu acho que você precisa ser bem mais cuidadoso a respeito de todo o debate entre ciência e religião do que algumas pessoas foram no passado.”

Ele disse que muitos cientistas na sua área possuem crenças religiosas. “Eu por acaso não sou um deles, mas talvez seja mais uma questão da minha origem familiar do que haver alguma dificuldade fundamental em conciliar as duas coisas.” [...]

Muitos cientistas acreditam que a descoberta [do bóson] coloca Higgs como franco favorito para um futuro Prêmio Nobel. [...]

Fonte: criacionismo via Folha.com

Nota do blog criacionismo: E agora, Dawkins, vai encarar? Agora não é um criacionista que está desafiando suas ideias fundamentalistas... Vai responder ou não vai “subir na tribuna” com Higgs para não dar a ele “verniz de respeitabilidade”, como você disse dos religiosos?[MB]

Camarão não mudou em “100 milhões de anos”

O único exemplar no mundo de um fóssil de camarão, com mais de 100 milhões de anos, foi encontrado na Bacia Sedimentar do Araripe. O achado [foi] apresentado ao público [...] na sede do Geopark Araripe, em Crato. A descoberta aconteceu em maio do ano passado, durante a maior escavação controlada do Nordeste, iniciada em agosto de 2011, na região. A concreção foi vista em Jamacaru, distrito de Missão Velha. O material foi identificado entre 1.236 peças retiradas dessa escavação. Somente agora vem à publico, porque estava em análise para descrição científica. Foram mais de 20 pesquisadores envolvidos no trabalho, iniciado em agosto de 2011, na cidade de Araripe. A pretensão inicial era também encontrar fósseis do período Jurássico.

Dessa escavação controlada, da pesquisa “Estudos Sistemáticos e Paleoecológicos da Fauna de Vertebrados das Formações Crato e Romualdo (grupo Santana) da Bacia do Araripe”, coordenada pelo pesquisador da Universidade Regional do Cariri (Urca) e paleontólogo, Álamo Feitosa Saraiva, foram encontrados mais dois grandes exemplares de fósseis.

A asa de um pterossauro gigante, além de uma tartaruga, que está sendo descrita, foram achadas logo no início dos trabalhos, em 2011. As escavações vinham sendo acompanhadas por um dos maiores nomes da Paleontologia brasileira, o pesquisador Alexander Kellner, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Museu Nacional. Ele será homenageado hoje, durante a solenidade de apresentação do exemplar, com o nome científico do material encontrado na reserva de Jamacaru.

O fóssil de camarão, do período Cretáceo, de mais de 100 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], é semelhante ao crustáceo do gênero que se conhece atualmente. Antes, segundo o pesquisador Álamo Feitosa, foram encontrados outros exemplares, mas na barriga de peixes fossilizados, comuns de serem vistos na área da Bacia Sedimentar do Araripe.

As novas descobertas mostram, para Álamo Feitosa, a importância do desenvolvimento da pesquisa na região e a variedade de fósseis que podem ser descobertos. “Em apenas uma escavação controlada, podemos comprovar isso”, acrescenta. A Bacia do Araripe sempre foi vista como um verdadeiro museu a céu aberto do mundo de fósseis. Somente durante essa pesquisa controlada, desenvolvida por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Nacional (CNPq), com apoio do Geopark Araripe, foram coletados mais de quatro mil exemplares. [...]

Fonte: Criacionismo Via: Diário do Nordeste

Nota do blog criacionismo: Curiosamente, sempre que é encontrado um fóssil de “milhões de anos”, seu correspondente vivo é praticamente igual (com exceção do tamanhos, que geralmente é maior nos bichos “pré-históricos”). As relações de ancestralidade macroevolutiva sempre são feitas com base em animais tidos como extintos, portanto, trata-se de uma construção hipotética e arbitrária.[Michelson Borges]

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

15 perguntas que os evolucionistas mais temem

1. Como é que a vida surgiu?

O evolucionista Paul Davies admitiu:

    Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula.
    (Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.)

Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse:

    Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta.
    (Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004)

Por mais pequena que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria.

Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?
2. Como é que o código genético surgiu?

Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixeis no ecrân)

Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do ADN surgiu sem ser obra de design inteligente?
3. Como é que as mutações – acidentes na cópia (“letras” do ADN trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc) – geraram os enormes volumes de informação de ADN nos sistemas biológicos?
Como é que tais erros poderiam gerar 3 mil milhões de letras de informação ADN de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? Há informação para construir proteínas mas também para controlar o seu uso – tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes. Um se o outro não serve para nada.

As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como é que a mistura de informação ADN existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nano-máquinas biológicas?

 4. Porque é que a selecção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução” como se isso explicasse a origem e diversidade da vida?

Por definição, a selecção natural (SN) é um processo selectivo (escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criaturas a viver num ecossistema específico) mas não a origem dos mais aptos

A morte de formas de vida mal-adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente.

 5. Como é que as novas reacções bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram?

Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima” para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:

    Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas.
    (Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)

Porque é que as escolas públicas – pagas por todos – escondem este tipo de declarações?

 6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram?

O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu:

    A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projectadas [criadas] com um propósito.
    (Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)

Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu:

    Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu.
    (Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)

O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente?

No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente.

Porque é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão actual do Naturalismo?
7. Como é que a vida multi-celular surgiu?

Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?
8. Como é que o sexo surgiu?

A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser seleccionada?

Como é que a forças da Física e da Química conseguiram, ao mesmo tempo, e na mesma área geográfica, inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear futura coordenação entre macho e fêmea.
9. Porque é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?

Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:

    A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia.
    (Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)

Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
10. Como é que os “fósseis vivos” permanecem essencialmente na mesma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período?

O evolucionista Gould escreveu:

    A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo.
    (Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.)

Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
11. Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade?

Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

 12. Porque é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?

Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:

    As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto — excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente — excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.

    Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente — muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas.
    (Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)

Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria “científica”?
13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?
Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz

    De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.

    A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

    (citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)

O Dr Skell escreveu:

    É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores.
    (Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes magazine, 23 Feb 2009)

Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Porquê, então, as escolas e as universidades ensinarem o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo à biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade?
14. A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Porque é que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional?

Nós não podemos experimentar — ou observar — o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse:

    A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer.
    (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html>, 3 December, 2004.)

Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?

 15. Porque é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças de falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência?

Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:

    O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa.
    (Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)

Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:

    A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

    A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

    Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.

    Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

    (Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)
 


Observação: Se “não se pode ensinar religião nas aulas de ciência”, porque é que se ensina a “teoria” da evolução?

Evolucionismo não é ciência

Há mérito na ciência e normalmente os cientistas desenvolvem um bom trabalho. No entanto, o Evolucionismo não é ciência.

Esclarecimento: existe um termo com o nome de “ciência histórica.” O problema é que as pessoas usam o termo “ciência” como se o seu significado fosse o mesmo, independentemente do seu contexto. Façam uma pesquisa ao termo “ciência” e vejam aS respostas que recebem.

A teoria da evolução, que tem como base uma colecção de mitos e histórias inventadas, não é baseada na ciência real, mas mesmo assim, os evolucionistas tentam caracterizar o que Deus revelou na Bíblia de “mito”. O realidade dos factos é que o Evolucionismo é um mito baseado em outros mitos. Os evolucionistas não são nem capazes de responder a estas 15 perguntas, demonstrando assim que a teoria da evolução mais não é que uma série de fábulas ardilmente inventadas.

Muitos cientistas foram erradamente ensinados de que o Evolucionismo é ciência, quando ele mais não é que uma proposta histórica sobre o nosso passado. Mas se eles investissem alguns momentos a pensar no que o Evolucionismo ensina, eles rapidamente se aperceberiam que essa teoria nunca pode ser ciência. É impossível testar a história evolucionista sem uma máquina do tempo. E como é que os vários cientistas repetiriam o teste?

Os evolucionistas aceitam para os dados científicos trazidos à tona pelo método científico, mas isso é insuficiente para transformar o  Evolucionismo em ciência. Não existem evidências em favor do Evolucionismo na genética, na paleontologia, na sedimentologia, nos métodos de datação, na geologia, e em quaquer  disciplinas científicas. Apesar disto, os evolucionistas declaram que todas estas ciências não só apoiam o Evolucionismo, como o confirmam / provam. Isto é pura e simplesmente falso.

A maior parte dos cientistas levou uma lavagem cerebral tão perfeita que não só ficam visivelmente afectados com a frase de cima, como são totalmente incapazes de pensar nela de modo objectivo. Outros cientistas têm uma mente mais aberta, mas são coagidos a afirmar crença no Evolucionismo. Eles são criacionistas no armário, temerosos do castigo que pode cair sobre eles se afirmarem publicamente as suas dúvidas em relação às teses de Darwin.

A elite Evolucionista tem o poder para retirar o financimento aos dissidentes, e levar a que estes sejam despedidos dos seus empregos. Devido a isto, muitos cientistas tem reservas em admitir que são Cristãos ou que acreditam na Criação. O Evolucionismo mantém o seu poder através da intimidação, fascismo, truques sujos e decepção. Os ímpios têm um desejo espantoso de tentar eliminar Deus – como se negar a Deus eliminasse o Julgamento Final.

A Evolução é uma fraude.

A fraude está a ser cometida repetidamente pelos evolucionistas. Eles chegam até a usar algumas fraudes do passado, sabendo bem que essas “evidências” são  fraudes já refutadas. Eles continuam a apresentar informação duvidosa como se fossem factos concretos. Eles falam da selecção natural como se ela tivesse uma mente capaz de desenvolver designs e executar desenvolvimentos com base nesses planos.

Quando estes “factos” são expostos como falsos, eles continuam a usá-los. (…) Alguns evolucionistas admitem que estas fraudes e mentiras são propositadas, mas tentam racionalizar várias linhas de defesa, métodos e prácticas. Obviamente que mal a Bíblia é retirada da equação, qual será o padrão para determinar o que está certo ou errado?

A Evolução não chega a ser uma teoria.

Segundo a forma como a palavra “teoria” é definida pelos próprios evolucionistas, a teoria da evolução não chega a ser uma disciplina científica. Para um evolucionista, uma teoria, tal como definida por eles, tem que possuir algo em si que já tenha sido confirmado. No entanto, não há qualquer tipo de evidência em favor da “história” que chamamos de “evolução”.

Embora os evolucionistas aleguem possuir “evidências” em favor da teoria da evolução, a verdade é que esta crença cai por terra após uma análise mais pormenorizada. O Evolucionismo está a tornar-se cada vez mais numa série de histórias especulativas, criadas com o expresso propósito de explicar as observações científicas que são usadas como evidência em favor da descrição Bíblica da origem do universo e de toda a vida, tal como originalmente criados por Deus.

Fonte: Darwnismo via seekfind

Dados ausentes significam lacunas na Árvore da Vida de Darwin

"Dos 6.193 artigos que entrevistamos em mais de 100 revistas peer-reviewed, apenas 17% apresentam árvores acessíveis e alinhamentos (utilizado para inferir parentesco). Contato com autores importantes para obter conjuntos de dados foi de apenas 19% de sucesso. Seqüências de DNA foram depositados no GenBank para quase todos esses estudos, mas são os alinhamentos de personagens reais que são fundamentais para a reprodução de análises filogenéticas. Estimamos que mais de 64% dos alinhamentos existentes ou árvores são perdidos para sempre. (grifo nosso)

Este problema irá dificultar cada vez mais a inferência filogenética como o uso de genoma inteiro conjuntos de dados torna-se comum. Revistas necessidade de reforçar uma política de deposição de dados on-line, seja como material suplementar ou em repositórios como TreeBASE (http://treebase.org) ou Dryad (http://datadryad.org) - inclusive para conjuntos de dados com base no anteriormente sequências publicadas. Ecologistas, biólogos evolucionários e outros, então, ter acesso a filogenia rigorosos para testar suas hipóteses.

Fonte:Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: Quase 4.000 (quatro mil) artigos onde as pesquisas não podiam ser corroboradas no contexto de justificação teórica, e Drew reconhece que o problema é sério: mais de 64% dos dados filogenéticos estão perdidos.Quase 4.000 (quatro mil) artigos onde as pesquisas não podiam ser corroboradas no contexto de justificação teórica, e Drew reconhece que o problema é sério: mais de 64% dos dados filogenéticos estão perdidos.

Pelo menos é isso o que alguns cientistas na comunidade filogenética argumentar, porque apenas cerca de quatro por cento de todos os filogenias publicados estão armazenados em locais como TreeBASE ou Dríade. Sua mensagem é muito simples: é hora de reunir mais bancos de dados com estimativas sobre como as espécies estão possivelmente relacionados entre si.

Vários periódicos no campo da biologia evolutiva, recentemente adoptado políticas que motivem ou exijam contribuintes fazerem seus dados on-line disponível publicamente. No entanto, isso só leva para o armazenamento de uma percentagem muito pequena de dez milhares de filogenias que foram construídos nas últimas décadas.


Quer dizer então que a hipótese de ancestral comum/descendência com modificação precisa ser cientificamente considerada cum grano salis??? Meio copo cheio, meio copo vazio??? Vide artigo Small portion of phylogenetic data is stored publicly - ‘The glass is still pretty empty’ do Open Tree of Life:

"Às vezes você quer saber se o copo está meio cheio ou meio vazio. Mas quando ela é preenchida apenas para quatro por cento - 96 por cento do outro é apenas o ar - não é apenas uma conclusão: é tempo para mais."

Queria ver a cara de alguns mandarins da Nomenklatura científica e da Galera dos meninos e meninas de Darwin... A Árvore da Vida é uma ilusão... projeção de mentes mesmerizadas pelo materialismo filosófico que não se rendem às evidências encontradas na natureza...

O bom é que a ciência é a busca pela verdade das evidências. Os cietistas devem segui-las aonde elas forem dar.



Filho de Darwin disse que ele era agnóstico

Publicamos na semana passada sobre o ponto de vista religioso de Charles Darwin ("Darwin diante da morte"). Como já imaginávamos, temos mais uma fonte e confirmação do filho dele negando a citação e a história de Lady Hope.

“A citação de Lady Hope sobre o ponto de vista religioso de meu pai é muito falsa. Tenho publicamente a acusado de falsidade, mas não vi nenhuma resposta. O ponto de vista agnóstico do meu pai é apresentado no meu Life and Letters of Charles Darwin, v. 1, p. 304-317. Você tem a liberdade de publicar a declaração acima. Na verdade, ficarei feliz se você fizer isso. Atenciosamente, Francis Darwin. Brookthorpe, Gloucester, 28 de maio de 1918.” [Sir Francis Darwin (1848-1925)]

(Citado por James Moore, The Darwin Legend, Baker Book House, MI: 1994, p. 21)

Fonte: criacionismo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Darwin diante da morte

 
 Não é de duvidar por nenhum evolucionista e também qualquer criacionista que o final da vida de Charles Darwin foi de pura descrença no Deus bíblico, como podemos confirmar no livro, Darwin - a vida de um evolucionista atormentado, que segundo os críticos, é o melhor e a mais completa biografia já publicado e documentada da vida deste homem.

Uma confirmação do seu ateísmo está registrado neste livro onde os atores (Adrian Desmond e James Moore) mostram que pouco tempo antes de Darwin morrer, ele responde as várias indagações e dúvidas de todo o mundo que queria conhecer as opiniões religiosas dele. Então, em certa ocasião ele respondeu: 

"Sinto ter que informar que não acredito na Bíblia como uma revelação divina e, portanto, nem em Jesus Cristo como o filho de Deus", pág.646.

Outra passagem deste mesmo livro Darwin disse que preferia o termo agnóstico: "agnóstico era ateu dito de forma responsável", pág. 667.

Todavia, diferentemente do que foi registrado no livro anterior e desconhecido também pela maioria dos estudantes da teoria da evolução e também por todos, no fim de sua vida, Charles Darwin retornou à sua fé na Bíblia: É isso mesmo que você leu, amigo leitor. Darwin voltou a crer em Deus! Esta fonte pode ser considerado um mito, pode ser que seja, mas é muito interessante. Enfim, estes relatos estão registrados no livro, O que eles disseram a um passo da eternidade, onde o autor cita um registro da visita de Lady Hope a Charles Darwin.

Então, vejam o relato a seguir que foi feito por Lady Hope, de Northfield, Inglaterra, uma maravilhosa mulher cristã que esteve muitas vezes ao lado de sua cama nos seus dias finais.

“Foi numa dessas gloriosas tardes de outono que às vezes temos na Inglaterra que fui chamada para entrar e sentar-me com Charles Darwin. Sempre que eu o via, com sua presença elegante, eu imaginava que dele se podia pintar um quadro formidável para nossa Academia Real, mas nunca pensei tanto nisso como nessa ocasião em particular.
Ele estava sentado na cama, apoiado em travesseiros, olhando fixamente para uma cena distante no bosque e nos campos de milho que reluziam à luz de um maravilhoso pôr do sol.

“Seu semblante iluminou-se de prazer quando entrei no quarto. Ele acenou em direção à janela, apontando para a bela cena do poente. Em sua outra mão ele segurava uma Bíblia aberta, a qual ele sempre estava estudando.

“‘O que você está lendo agora?’, perguntei.

“‘Hebreus’, ele respondeu. ‘O Livro Real, como eu o chamo.’ Então, à medida que colocava seus dedos sobre certas passagens, ele comentava sobre elas.

“Fiz algumas alusões às fortes opiniões expressas por muitos sobre a história da criação, e sobre os julgamentos que faziam a respeito dos primeiros capítulos de Gênesis. Ele pareceu angustiado, crispando seus dedos nervosamente, e um ar de agonia tomou conta do seu rosto ao dizer: ‘Eu era um jovem com ideias informes. Soltava perguntas, sugestões, indagando o tempo todo sobre tudo. Para meu espanto, as ideias se alastraram como fogo. As pessoas fizeram delas uma religião.’

“Ele ficou em silêncio por um tempo e depois de dizer algumas frases sobre a santidade de Deus e a ‘grandeza deste Livro’, olhando com carinho para a Bíblia que estava segurando o tempo todo, ele disse: ‘Tenho um quiosque no jardim que comporta cerca de trinta pessoas. É ali (ele apontou através da janela aberta). Gostaria muito que você falasse lá. Sei que você lê a Bíblia nas aldeias. Amanhã à tarde gostaria que os empregados neste lugar e alguns inquilinos e vizinhos se reunissem ali. Você lhes falaria?’

“‘Sobre que devo falar?’, perguntei.

“‘Cristo Jesus’, ele respondeu num tom claro e enfático – e acrescentou num tom mais baixo: ‘e Sua salvação. Não é o melhor tema? Depois quero que você cante alguns hinos com eles. Você pode acompanhá-los com seu pequeno instrumento, não pode?’

“O brilho do seu rosto, quando ele disse isso, eu nunca esquecerei, pois acrescentou: ‘Se você fizer a reunião às três horas, esta janela estará aberta, e você saberá que estou cantando junto com vocês.’”

Haveria uma cena mais dramática? O âmago da tragédia nos é exposto aqui! Darwin, um entusiasta da Bíblia, falando sobre a “grandeza deste Livro”, e sendo lembrado de que o movimento evolucionista moderno na teologia, unido ao criticismo cético, destruiu a fé bíblica de multidões. Darwin, com um ar aflito, lamentando-se por tudo e declarando: “Eu era um jovem com ideias informes.” Que condenação avassaladora! As “ideias informes” do jovem Darwin são a base da teologia (e da ciência) moderna!

(Oswald Smith, Litt. D., artigo extraído de Prayer Crusade, publicada por The Little Church by the Sea, mc. Citado no livro: O Que Eles Disseram a um Passo da Eternidade, John Myers, p. 244, Worship Produções, D’Sena Editora)

Fonte: Em Família 23

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