sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pergunte os meninos e meninas de Darwin, eles têm as respostas!


Porque a ciência não é inimiga da religião

 Quando o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama anunciou em 8 de julho de 2009, que ele iria anunciar o renomado geneticista Francis Collins para ser o novo diretor do National Institutes of Health, alguns cientistas e jornalistas deram suas opiniões de "especialistas" dizendo que um religioso devoto da fé não tinha qualificação para assumir um cargo desse. Alguns em particular, estavam preocupados como um cristão, que acredita em milagres, não seria pessoa certa para comandar o cargo mais importante na ciência dos Estados Unidos. Collins, mesmo assim, foi unânime confirmado pelo Senado dos EUA em 2009 para o cargo, mas a controvérsia aumentou ainda mais o debate entre aqueles que acreditam que os cientistas podem ser bem sucedidos sendo religiosos, onde a ciência e a religião são dois reinos separados capazes de examinar os questionamentos que temos na vida vida e aqueles que acreditam que somente a ciência é o único caminho para entender as verdades do universo.

Um pesquisa feita com os cientistas que são membros da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), conduzida pela Pew Research Center for the People & the Press entre Maio e Junho de 2009, revelou que os membros desse grupo são, menos religiosos que o público em geral. Mas revelou outros dados importantes. De acordo com a pesquisa, 51% dos cientistas acreditam em alguma forma de deidade ou poder superior, mais especificamente 33% deles acreditam em Deus e 18% acreditam em algum espírito universal ou poder superior. Só para título de comparação, 95% dos americanos, na mesma época, acreditavam em algum tipo de deidade ou poder superior. De acordo com a mesma pesquisa, 41% dos cientistas entrevistados não acreditavam em qualquer tipo de deidade, poder superior ou forma sobrenatural. Acesse a pesquisa original aqui.

 Ao contrário do que as pessoas na Internet, Richard Dawkins, Sam Harris, etc., dizem, a maioria dos cientistas americanos não são ateus.

E ao longo da história? Os cientistas tentaram realmente derrubar a religião? Vamos ver o que os mais importantes cientistas ao longos dos séculos tem a dizer sobre isso. Dê um clique aqui e aqui leia!

Fonte: Base blog

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

55% dos professores dão aula sem ter formação na disciplina


Pouco mais da metade (55%) dos professores do ensino médio da rede pública do país não tem formação específica na área em que atua. Em números absolutos, o percentual equivale a quase 280 mil docentes do país.

Em física, a proporção de especialistas na matéria cai a 17,7%; em química, a 33,3%.
Na rede particular, a situação é só um pouco melhor: do total de professores, 47% não possuem a formação ideal.

O levantamento, inédito, foi tabulado pelo Inep (instituto de pesquisas do Ministério da Educação), a pedido da Folha. A base é o Censo Escolar de 2012 (o mais recente).

Os últimos dados oficiais divulgados sobre deficit de professores no país referiam-se a uma estimativa da Capes (outro órgão da pasta), com informações de 2005, que englobavam também os anos finais do fundamental.

Considerando as redes públicas e privadas juntas, hoje 53,5% dos docentes do ensino médio não têm a formação ideal. Naquele ano, eram 51% (fundamental e médio).
A Bahia é o Estado que possui menor proporção de professores com a formação ideal (8,5%) no sistema público.

FORA DA LEI

Na outra ponta da lista está o Distrito Federal (71%). São Paulo possui 57% - o Estado afirma que, se o professor não tem a formação específica na matéria, ao menos tem diploma em área correlata (por exemplo, docente de matemática para física).

"Não existe uma oferta de profissional no ritmo que [a rede] precisa", reconhece o secretário de educação básica do Ministério da Educação, Romeu Caputo.
Ele ressalta, porém, que parte do deficit é proveniente de matérias recentemente incorporadas ao currículo, como sociologia e filosofia.

Para Ana Lúcia Marques, diretora da escola Setor Leste, de Brasília, licenciatura faz diferença no ensino.

A escola, referência de ensino público na capital, diz ter todo corpo docente com formação específica. "Uma pessoa que faz engenharia [e dá aula de física] pode ter o domínio do conteúdo, mas não aprendeu o manejo da classe, que também é extremamente necessário", disse a diretora.

Para o professor de física no Distrito Federal Paulo Sérgio Alves, 54, a especialização não é um fator determinante, mas é importante. "Na área de física, a maioria dos professores é de matemática porque sabe resolver, mas falta definição do conceito, falta habilidade para passar de onde vem aquilo."
Na tentativa de reverter o quadro, o Ministério da Educação lançou o pacto nacional para o fortalecimento do ensino médio. A medida prevê a realização, a partir do próximo ano, do curso de formação continuada para docentes da rede pública. Serão 90 horas de capacitação, com bolsa mensal de R$ 200.

O curso do ministério terá o objetivo não apenas de atualizar o conhecimento dos professores na área de atuação como desenvolver atividades para aproximá-lo dos alunos em sala de aula, afirma o secretário da área.


Fonte: Folha Online 

Leia também:
Faltam professores de exatas e biológicas nas escolas públicas,   O valor do professor, Cai total de formandos em cursos que preparam docente para ensinar criançasAdeus, docência,

Neurocientistas descobriu novos "mini-computador neural" no cérebro

Uma nova pesquisa está indicando que o cérebro é ainda mais poderoso do que se pensava. A célula nervosa, ou neurônio (ver ilustração), pode ser considerado como tendo entradas e saídas.

A saída básica é um sinal elétrico que percorre a cauda do neurônio chamada axônio. O axónio pode conectar-se a tecidos, tais como o músculo por meio de uma ligação de uma sinapse. A sinapse também pode conectar o axônio para outro neurônio, e isso nos leva a lado da entrada do neurônio. Os ramos de entrada, levando da sinapse para o órgão central do neurônio, são chamados dendritos. Assim, para um dado neurónio, há um certo número de sinais de entrada provenientes dos dendritos, e um número de sinais de saída na extremidade de cauda do axónio.

Mas o que acontece no meio? Além de simplesmente propagar esses sinais elétricos, em algum lugar do neurônio precisa fazer algum processamento dos sinais de entrada, que determina os sinais de saída que são gerados. Como é que este trabalho de processamento, e onde ela ocorre?

A nova pesquisa indica que, embora os dendritos foram pensados ​​principalmente para transmitir sinais, eles também realizam o processamento substancial também. Como disse um dos pesquisadores, explicou:

 Este trabalho mostra que os dendritos, pensado para simplesmente canalizar os sinais de entrada em direção ao SOMA, em vez desempenham um papel fundamental na ordenação e na interpretação da enorme barragem de inputs recebidos pelo neurônio. Dendritos actuam assim como dispositivos de computação em miniatura para detectar e amplificar tipos específicos de entrada.

Ou, como outro pesquisador concluiu: " De repente, é como se o poder de processamento do cérebro é muito maior do que tinha pensado originalmente." Este trabalho, acrescentou, é um pouco como engenharia reversa de um pedaço de tecnologia estrangeira:

    Imagine que você está a engenharia reversa de um pedaço de tecnologia alienígena, e o que você pensava que era a fiação simples acaba por ser transistores que computam informações. Isso é o que este achado é semelhante. As implicações são interessantes para se pensar.

É assim que a ciência funciona, e contradiz a afirmação do evolucionista de que a teoria da evolução é necessária para realizar pesquisas de ciências humanas. Nada poderia estar mais longe da verdade. Pressupostos da evolução não só são desnecessárias, elas ficam no caminho. Ciência analisa a natureza e descobre como ela funciona.

Estes resultados também contradizem a afirmação do evolucionista de que a evolução é um fato, para os evolucionistas não têm explicação, além da vaga e bobo de contar histórias, pois como tal maravilha como o cérebro e seus neurônios poderia ter evoluído. A metafísica torna a evolução um fato, mas do ponto de vista estritamente científico, a evolução é uma teoria bizarra e inane .

Fonte: Darwin's God

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Vida no interior da célula - Mitocôndrias



Juntos, Universidade de Harvard e XVIVO, desenvolveram esta jornada de animação 3D para graduação de Harvard Molecular e Biologia Celular estudantes sobre o mundo microscópico das mitocôndrias.  

A animação destaca a criação de adenosina trifosfato (ATP) - moléculas celulares que armazenam energia química derivada da quebra de alimentos à base de carbono.  

Moléculas de ATP atuar como uma espécie de moeda, dando energia química para alimentar todos os componentes funcionais da atividade celular. Esta peça é o segundo de uma série de animações premiadas XVIVO que está criando para BioVisions, site educativo de Harvard em Harvard. O primeiro programa, Vida Interior da Célula, recebeu aclamação internacional e pode ser visto tanto em nosso site e no site BioVisions.

Cientistas estão perdidos quando se fala em evolução humana

 Não fiquei alheio às notícias sobre a leitura do DNA de humano primitivo de 400.000 anos encontrado em Atapuerca, Espanha:
Cientistas leem o mais antigo DNA de humano primitivo

Cientistas encontram em Atapuerca DNA humano de cerca de 400 mil anos

Cientistas decodificam o mais antigo DNA 'humano'

Razão do meu silêncio? É que há tanta confusão, controvérsia e polêmica entre os maiores especialistas de evolução humana diante das evidências encontradas e interpretações dadas que eu me perguntei se valeria a pena considerar o que foi alardeado pela Grande Mídia.

Desta vez foi muito, mas muito diferente. Por que? Porque foi publicado um artigo na Nature, a publicação científica fundada por Thomas Huxley et al para defender e promover as ideias evolucionárias de Darwin, com esta chamada “Hominin DNA baffles experts” [DNA de hominídeo confunde os especialistas]. É que as peças do quebra-cabeça da evolução humana estão caindo em lugares onde não deveriam cair, contrariando expectativas teóricas. Não seriam expectativas ideológicas???

E o que era fato, Fato, FATO da evolução humana diante das evidências encontradas se torna um mistério “Another ancient genome, another mystery” [Outro genoma antigo, outro mistério]. E pensar que tem darwinista ortodoxo, fundamentalista, xiita, pós-moderno, chique e perfumado a la Dawkins, como Pazza e Tessler que têm a evolução humana como sendo um fato científico tão bem estabelecido quanto à lei da gravidade, que a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO! Ainda continua Mysterium tremendum. Coisa que este blogger vem dizendo há anos! Desde 1998...

 O interessante e inesperado nesta pesquisa de DNA retirado de fêmur de 400.000 anos encontrado em Sima de los Huesos, Atapuerca, na Espanha, é a relação desse hominídeo e os denisovanos que, sabe-se, viveram muito mais recente na Sibéria.

Pela teoria, os ancestrais europeus deveriam ser mais proximamente geneticamente relacionados com os Neanderthais do que com os denisovanos. Foi isso que deixou os pesquisadores “confundidos”. Chris Stringer disse “não é o que eu esperaria [encontrar].” Svante Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, disse “Isso realmente levanta mais perguntas do que respostas.” Digno de nota é a sugestão no artigo de como explicar a evidência que contraria o esperado pela teoria, “pesquisadores interessados na evolução humana estão se esforçando para explicar o elo surpreendente, e todo mundo parece ter suas ideias.”

O que a maior parte da Nomenklatura científica e a Galera dos meninos e meninas de Darwin querem é esperança, mas diante das evidências, os especialistas ofereceram somente perplexidade:

Clive Finlayson, arqueólogo do Museu de Gibraltar Museum, considera o mais recente artigo como sendo “moderado e renovador”. Ele disse que as muitas ideias [SIC1] sobre evolução humana têm sido derivadas de amostras limitadas de fósseis e de ideias preconcebidas [SIC 2]. Neste caso, ele afirmou “A genética, para mim, não mente”.

Até Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, admite que ficou surpreso com a última descoberta de sua equipe: “A minha esperança, é claro, é que eventualmente nós não tragamos confusão, mas clareza para este mundo”.

Outras publicações também mostraram terem sido surpreendidas com a descoberta:

National Geographic reportou que isso “embaralha” o quadro da origem humana.

Live Science reportou sobre um “braço misterioso da humanidade.”

Science Now traz Pääbo dizendo que eles pensavam que este genoma seria encontrado na China e não na Europa. Outro paleoantropólogo disse “Isso é muito mais complex do que nós pensávamos.” Vários “especialistas” propõem “cenários” para responder esse enigma, “O que o DNA de denisovano está fazendo em um proto-neanderthal a 7.500 kilômetros da Sibéria?”

A BBC até brincou: da Sibéria para a Ibéria?

A história fica complicada com os diversos grupos incompatíveis cruzando entre si, mas perdendo o DNA que eles ganharam.

O artigo deixou alguns pesquisadores bem frustrados, pois os autores “não chegaram a nenhuma conclusão... Isso não é um grande avanço, deixando todas as hipóteses no ar”, resmungou Emiliano Bruner, do Centro Nacional Espanhol de Pesquisa para Evolução Humana em Burgos.

Ian Tattersal disse, curiosamente: “Tudo o que eu posso dizer é que isso fica cada vez muito mais misterioso.”

Science Daily reportou que parece similar aos primitivos primatas e “Lucy”, mas não com os primatas vivos: “Primatas atuais têm suas histórias evolucionárias longas e independentes, e as suas anatomias modernas não devem ser pressupostas como representando a condição ancestral de nossa linhagem humana”, disse William Jungers, da Escola de Medicina Stony Brook.

PhysOrg reportou que esta espécie (foi chamada de “Homem do Milênio”) se mostrou ser “menos parecida com chimpanzé do que foi pensado.” Ele parece estar descrevendo um arbusto evolucionário e não uma árvore. Então, o que do fato, Fato, FATO da evolução humana pode ser deduzida dos fósseis? Como os cientistas sabem que esses galhos não foram galhos de primatas que simplesmente se extinguiram, e nada tinham a ver com a origem humana?

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: É bom ser vindicado pelas evidências. Muito bom mesmo é ser vindicado pelos evolucionistas HONESTOS! Neste blog sempre mostramos ceticismo saudável e localizado sobre o fato, Fato, FATO da evolução humana alardeado como fato científico assim como a lei da gravidade, como a Terra é redonda e gira em torno do Sol. NADA MAIS FALSO!!!

O nome disso é DESONESTIDADE ACADÊMICA, pois a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários (de A a Z, vai que um falhe...) não é corroborada no contexto de justificação teórica.

Por que nossos alunos do ensino médio não podem ficar sabendo que o fato, Fato, FATO da evolução não é assim uma Brastemp de aceitação entre os cientistas evolucionistas COMPETENTES e HONESTOS???

Fui, nem sei por que, rindo igual ao Gato de Cheshire!!!

Ponto de vista de John Hawks sobre esta questão polêmica e controversa:
The Denisova-Sima de los Huesos connection

P.S.: Este cientista evolucionista não abre espaço para comentários em seu blog. Foi nele, Galera de meninos e meninas de Darwin e alguns cientistas da Nomenklatura científica, que me inspirei. Capice?

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Cheirando o Câncer

 Pesquisadores desenvolveram uma nanosensor [center] composto por um único fio de DNA ligado a um nanotubo de carbono que pode detectar o odor das células da pele humanas cancerosas.

Melanoma, a forma mais letal de câncer de pele, muitas vezes provoca mudanças sutis na pele, tais como descoloração ou manchas ligeiramente aumentados. O método de detecção de costume, uma inspeção visual da pele, pode ignorar esses sinais. Em vez de olhar apenas para o câncer de pele, no entanto, pode ser melhor para fareja-lo.

IEEE Membro A.T. Charlie Johnson, professor de física na Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, e sua equipe desenvolveram um nanosensor revestidas de DNA que podem sentir o odor a partir de células da pele humana que viraram canceroso. Chamado nariz eletrônico da equipe deve chegar a contextos clínicos nos próximos dois anos. Tal como acontece com a maioria dos cânceres, a taxa de sobrevivência para o melanoma depende de quão cedo ele for detectado. Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 65000 pessoas morrem anualmente da doença.

Com colaboradores do Centro Monell, um laboratório de pesquisa na Filadélfia focada sobre os sentidos do olfato e paladar, a equipe de Johnson foi capaz de identificar sulfona dimetílico, um composto orgânico volátil ( VOC ) específico para melanoma. O composto não pode ser percebida pelo sistema olfativo humano.

"Nossos corpos fazem este composto, mas não podemos sentir o cheiro ", diz Johnson. "Em contraste, o sistema de sensores que desenvolvemos usando nanotubos de carbono pode detectar dimetil sulfona de melanoma até concentrações de algumas partes por bilhão."


 Sistema do animal
 
Um crescente corpo de pesquisa constata que o odor pode ser usado para detectar vários tipos de doença, Johnson observa. O estímulo para esse tipo de pesquisa tem sido o sistema olfativo canino, incluindo a investigação bem documentado sobre a capacidade dos cães para detectar odor associado com câncer de pulmão, diz ele.

Algumas raças têm um sentido de cheiro estimada em, pelo menos, um milhão de vezes mais sensível do que a dos seres humanos. Não é de admirar. O nariz humano tem cerca de 5 milhões de receptores de cheiro, um cão de caça tem cerca de 300 milhões.


É na biologia do cão que o modelo existe para projetar o sistema olfativo eletrônico, de acordo com Johnson. E o nariz de sua equipe tem como objetivo replicar sentido de um cão de cheiro com milhares de receptores de detecção de odor incorporadas ao sensor. Os receptores são feitos com oligômeros de um único filamento de DNA ou complexos moleculares, revestido em uma grande variedade de transistores de nanotubos de carbono. Esses transistores são então colocados dentro de um instrumento que capta o vapor liberado pela pele, diz Johnson. O vapor interage com as cadeias de ADN, conduzindo a alterações nas características elétricas dos transistores de nanotubos que podem ser utilizados para identificar um número de compostos orgânicos voláteis, não apenas dimetil sulfona .

A saída de matriz conterá informações a partir de milhares de diferentes receptores à base de ADN, o que irá então ser combinados de uma forma similar a como o córtex olfativo no cérebro processa as mensagens dos receptores de neurónios olfactivos. Em um aplicativo do mundo real, o dispositivo poderia chamar a vapor a partir de uma lesão na pele suspeito de ser o melanoma. Eventualmente, pode também ser possível detectar o cancro por cheirar o COV no sangue, saliva ou urina de um paciente, de acordo com Johnson.

Technologies Adamant , uma empresa de San Francisco que produz sensores químicos para uma série de aplicações médicas, está trabalhando para trazer o nariz eletrônico desenvolvido pela equipe de Johnson para ambientes clínicos. É importante que a taxa de falsos positivos, um diagnóstico positivo de um paciente que está livre da doença ser muito baixa, explica Johnson. "Essa é uma das dificuldades de tomar um novo tipo de método de triagem para uma escala de massa", diz ele . "Os resultados falso poderia causar mais mal do que bem. "

Medicina personalizada

Com o novo nanosensor, não só pode ser possível detectar mais facilmente melanoma estágio inicial, mas o progresso ou o declínio do câncer também pode ser monitorado, e que a informação poderia afetar a forma como a doença é tratada.

"Os médicos não terá apenas um pedaço de informação sobre o câncer de pele, mas idealmente várias informações de um composto que irá proporcionar um olhar muito mais personalizado em opções de tratamento", diz Johnson.

Os resultados dos exames pode levar a terapias contra o câncer específicos para pacientes individuais, diz ele, acrescentando: " Trabalhando com cientistas da área biomédica, aprendendo com eles e ajudá-los a entender o potencial de dispositivos habilitados para nano vai deixar nossa equipe fazer muitas coisas na área de diagnóstico da doença que não podíamos fazer antes.

Fonte: The Institute

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Porque a maioria dos cientistas aceita a evolução?

 Por Marcos Eberlin

Hoje no face me confrontei com a questão: Porque a maioria dos cientistas aceita a evolução?

Sabe o porque? Vou te explicar, porque sou cientista há muitos anos e conheço bem a questão... A ciência hoje é mega-fragmentada... ninguém entende bem toda uma área... ninguém sabe Química em toda a sua "vastidão". Ninguém entende bem biologia em sua abrangência toda... e como a evolução é um processo que, para entendê-la você precisa saber Química, Bioquímica, Genética, Biologia, e até Matemática, para fazer as contas de probabilidade, e Computação, para entender as estratégias do código, e um pouco mais ainda de quase tudo em ciência, ninguém entende bem a evolução... e ai tem um monte de cientista com "c" que se acha, e se achando diz que a evolução - que ele conhece muito bem obrigado- tá mais provado que a gravidade - e como ninguém tem coragem de falar o contrário, pois não tem conhecimento suficiente para perceber as falhas da argumentação- e se percebe não tem coragem de confrontar, pois a tarefa é com certeza tremenda - pois além de requerer muito conhecimento você vai ter que enfrentar toda uma legião de "discípulos", de "inquisidores seculares", os "bulldogs de Darwin", os meus colegas fazem então infelizmente coro com a blablação da evolução, meio sem escolha todos vão no embalo e se juntam ao bloco.

Mas quando alguém que sabe um pouco de Química e Bioquímica, e Genética, e Matemática, como eu sei um pouco, decide se aprofundar ao máximo no assunto, e se dedica com afinco a entender a "coisa horrorosa" ao nível molecular, como o cientista da foto ai que vai a fundo e investiga o DNA e os diversos códigos da Vida - e decide não aceitar provas a la bico de passarinho mas estuda o que o fez o bico mudar - genética e bioquimicamente - descobre o quê? Que a evolução é uma farsa científica monstruosa que se perpetua na Ciência e é "aceita" por boa parcela dos cientistas por conta não de suas evidências científicas, mas da ignorância da maioria dos cientistas quanto a própria teoria, e a incapacidade desses cientistas de entenderem as falácias da evolução, e a confiança então que depositam em seus "colegas", que lhes afirmam ser a "defunta" verdade absoluta, provada por uma "avalanche de dados"...

Evolução, ópio da ciência, trevas da ignorância, que só sobrevive pela força de um paradigma imenso, mas falido! Pela propaganda dos "bispos de Darwin"... pela exclusão da concorrência com definições espúrias do que é e não é ciência, pela difamação - e não refutação- de teorias concorrentes.


Fonte:
Facebook 

MEC diz que criacionismo não é tema para aula de ciências

 O Ministério da Educação tomou posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país. Para o MEC, o modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais (ligados a uma crença religiosa).

"A nossa posição é objetiva: criacionismo pode e deve ser discutido nas aulas de religião, como visão teológica, nunca nas aulas de ciências", afirmou à Folha a secretária da Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar.

Apesar do posicionamento, o MEC diz não poder interferir no conteúdo ensinado pelas escolas, pois elas têm autonomia.

Conforme informou o colunista da Folha Marcelo Leite no último dia 30, o colégio Mackenzie (presbiteriano) adotou neste ano apostilas que apresentam o criacionismo nas aulas de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental.

Outras escolas, como as adventistas, por exemplo, praticam opção semelhante.

Teorias

Os criacionistas dizem que o Universo foi criado por um ser superior, assim como os seres vivos. Para eles, a vida é muito complexa para ter surgido sem intervenção sobrenatural.

Essa crença se opõe à teoria da evolução desenvolvida por Charles Darwin, presente nas diretrizes curriculares nacionais, segundo a qual todas as espécies provêm de um ancestral único --e, a partir dele, se diferenciaram, chegando à diversidade atual de seres vivos.

O entendimento do MEC é semelhante ao dos pesquisadores contrários ao criacionismo: o modelo não pode ser considerado teoria científica por não estar baseado em evidências (preceito tido como básico para se definir o que é ciência).

"[O ensino do criacionismo como ciência] é uma posição que consideramos incoerente com o ambiente de uma escola em que se busca o conhecimento científico e se incentiva a pesquisa", afirmou Pilar.

O presidente da Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, Christiano da Silva Neto, tem entendimento diferente.

Para ele, como não há consenso sobre qual teoria está correta, "a maneira mais justa e honesta de lidar com a questão é apresentar ambos os modelos nas aulas de ciências, dando-se destaque aos pontos fortes e fracos de cada um".

Escolas

O criacionismo é ensinado no Colégio Presbiteriano Mackenzie desde 1870, quando a instituição foi fundada.

O conteúdo é abordado no sexto ano do fundamental --para crianças com idade por volta dos 11 anos--, assim como a teoria evolucionista.

Neste ano, no entanto, o colégio passou a adotar um novo material nos três primeiros anos do ensino fundamental. São apostilas com conteúdos didáticos convencionais, onde há a explicação criacionista, mas sem a teoria evolucionista.

Segundo o colégio, nessa idade (por volta dos oito anos) os alunos não estão preparados para aprender o darwinismo. O colégio anunciou que alterará o conteúdo das apostilas, abrandando o caráter religioso, mas manterá o criacionismo.

O Pueri Domus Escolas Associadas, uma rede laica que reúne 160 escolas no Brasil inteiro, algumas com orientação católica ou protestante, também apresenta o criacionismo nas aulas de ciências.

O conteúdo é exposto com o evolucionismo no oitavo ano do ensino fundamental das escolas. Para Lilio Alonso Paoliel-lo Júnior, diretor de conteúdo da rede associada, o objetivo é promover o debate.

"Negativo seria não deixar que a discussão acontecesse. É uma questão de posição pedagógica. O conteúdo é aceito por pais das escolas laicas e das religiosas", diz o diretor.

A visão também é defendida por Maria Lúcia Callegari, orientadora do colégio Santa Maria (zona sul de SP). "Quando falamos sobre o surgimento da vida, abordamos o criacionismo e o evolucionismo. Trabalhamos com pluralidade na ciência, para romper a idéia de uma verdade absoluta."

Na escola, o conteúdo é ensinado para os alunos do quinto ano do ensino fundamental e, segundo ela, não há reclamação de pais por causa do conteúdo.

Fonte: Folha Online

Nota: Leia o comentário do leitor da Folha Online, Armando Pereira:

Senhores:

Não li toda a reportagem. O assunto é tão debatido, que até podemos nos poupar! O que me preocupa é ver pessoas - e até cientistas? - argumentando de que o Criacinismo seria imprório para a Escola, por que não é Ciência! Mas quem lhes ensinou que teoria é ciência?! Eu transfereria de escola evolucionista, tanto um filho, como um meu dependente. Ora, se o próprio professor ignora os "passos para a Ciência (teoria, tese; e, finalmente, a Ciência), como um aluno iria dar os passos para a Ciência de sua Formação?! A crença (Criacionismo); ou uma teoria (evolucionismo), pondero, qual seria a mais util - ou mais inutil, se alguém o quiser - considerando-se o tão sublime Objetivo do Ensino ( formar pessoas, inclusive)?! Coerente é que, se o objetivo é Educar através de Conteúdo consistente - como deve pensar, aliás, todo educador autêntico - jamais deve incutir na mente do educando teorias com ares ou pretensão de ciência! Nessa Visão Pedagocêntrica da Educação, ambos, crença e teoria são imprórios para esse Objetivo!

- Se eu não tivesse escolha, ou se todas as Escolas, ou fossem criacionistas, ou evolucuinistas, sem dúvida optaria pela criacionista! Não se trata de querer "forjar" ares de Ciência ao Criacionismo. Mas é que - desculpem a franqueza - na História, nenhum Crente usou trapaças para impor sua Fé como Ciência! Antes, todo Crente na Criação, é Consciente da Finalidade da sua Fé! Mas, de trapaceiros evolucionistas a História está cheia!

Que os Céus nos Protejam.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Bactéria pode produzir ouro em instantes

De acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade McMaster de Hamilton, no Canadá, a bactéria Delftia acidovorans é capaz de solidificar íons de ouro e criar estruturas sólidas semelhantes à pepitas, com o objetivo de se protegerem do próprio ouro, metal que é letal para sua sobrevivência. O ouro produzido pelas bactérias acaba ganhando uma forma não-tóxica para elas.

Uma bactéria chamada Cupriavidus metallidurans também vive nas mesmas pepitas de ouro, e o metaboliza no interior de suas células, o que também acaba as protegendo contra o metal.

Diferentemente dessas bactérias, a D. acidovorans ejeta uma molécula que precipita os íons de ouro em suspensão na água, criando estruturas sólidas, similares à pepitas. Esse processo leva somente alguns segundos para ser concluído, e ocorre somente quando a bactéria está em temperatura ambiente e em condições de acidez neutra.

Segundo os cientistas, isso é uma prova de que microrganismos têm uma importante função no acúmulo e depósito de ouro na origem de pepitas.

Fonte: HuffingtonPost

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Fomos Planejados

O DVD que vem como mais uma pá de cal na que jaz refutada, e com um exército de evidencias científicas e dados sólidos e interpretação racional quer testificam sobre o Design Inteligente como única fonte conhecida, suficiente e necessária para o Universo e a Vida!

São 4 palestras:
1) O Registro Fóssil;
2) A Vida ao Nível Molecular;
3) Terra: Um Planeta sem Igual
4) A Teoria do Design Inteligente.

Palestras gravadas em estúdio, mega high tech, de meu amigo Halan Pauzer, coisa de profissional.

Quer adquirir algumas cópias? Faça seu pedido pelo email elisabethluz@hotmail.com que minha Linda Elisabeth Eberlin lhe enviará pelo correio.

Pedido por caixas com 10 cópias cada.
Preço $ 25,00 por DVD (preço de custo, alias abaixo do custo, sem lucro algum para o autor) + despesas de envio.

ÓTIMO PRESENTE DE NATAL, (os atrasados), ou PARA VOCÊ MESMO - pois você quer saber a Verdade- ou SEU NATURALISTA PREDILETO, ou SEU IRMÃO EVO-TEÍSTA, ou SEU PASTOR, ou SEU PROFESSOR DE BIOLOGIA, ou AQUELE "ERUDITO" AMIGO TEU!

Fonte: Marcos Eberlin

Para quem acredita em Papai Noel...

Nota: Para quem acredita em Papai Noel... Uma história do conto de fadas adornada com plumas da ciência!

Fonte: facebook

DARWIN ou MENDEL ?

Charles Darwin a esquerda da foto e Gregor Mendel a direira
Gregor Mendel foi o primeiro cientista a explicar os mecanismos da hereditariedade em um experimento sobre cruzamento de ervilhas publicado em 1866. Com os seus estudos, Mendel comprovou que as características eram determinadas por pares de elementos, herdados de cada um dos genitores e que passavam de uma geração a outra de forma particulada, ou seja, esses elementos permaneciam intactos. Apesar de sua grande relevância, esse trabalho teve pouco impacto na época e passou desapercebido aos estudiosos da evolução por quase meio século, incluindo o próprio Darwin. Com a redescoberta dos trabalhos de Mendel no início do século XX, os elementos envolvidos na herança foram denominados genes e a disciplina que estuda a hereditariedade passou a ser chamar genética.

Os primeiros geneticistas, no entanto, não acreditavam na eficácia da seleção natural como mecanismo evolutivo, mas sim da mutação, que era mais compatível com a herança mendeliana na época . Com isso, no início do século XX, a genética mendeliana e a evolução darwiniana eram incompatíveis, contribuindo para o "eclipse do darwinismo". Enquanto as ideias de Darwin se baseavam em fundamentos errôneos e não testados sobre hereditariedade, como a herança por mistura ou de caracteres adquiridos, as conclusões de Mendel eram fundadas em experimentação cuidadosa. Os trabalhos de Mendel e Darwin só puderam ser reconciliados nos anos de 1930 e 1940 com a chamada Síntese Moderna , que se baseou nos fundamentos da genética de populações desenvolvidos nas décadas anteriores.

RESPOSTA: SE NÃO PODE COM MENDEL, JUNTE-SE A ELE!

Fonte:
Facebook

Cientistas apontam que origem da vida pode estar no barro

A Bíblia afirma no Livro de Gênesis que Deus formou o homem do pó da terra. Este evento pode agora ser confirmado por um estudo realizado por cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York.

Liderados pelo professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, o estudo indica que alguns tipos de argilas facilitaram a formação de moléculas orgânicas que tornam possível a vida no planeta. Essa argila contém uma série de minerais, como alumínio, silício e oxigênio, e sua composição forma uma substância chamada “hidrogel”.

Trata-se de um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos capazes de absorver líquidos, tais como uma esponja, em que são produzidas as reações químicas para a síntese de proteínas, DNA e as células vivas.

O material sugere que “nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu a função de contenção de biomoléculas que catalisam reações bioquímicas”. Para testar a sua hipótese, os pesquisadores usaram hidrogéis sintéticos. Ficou comprovado que o material celular formou as proteínas que codificam o DNA.

Hidrogéis de argila poderiam ser um lugar seguro e protegido para as moléculas orgânicas longas, evitando a sua degradação por influência externa, até a membrana que envolve as células vivas foi desenvolvida para criar a chamada “sopa primordial”, onde a vida apareceu, afirmam os pesquisadores.

Esse tipo de barro (argila) mostrou-se um caminho promissor para as biomoléculas, que tendem a aderir à sua superfície, quando ele se comporta como um hidrogel. O professor Luo garante que o hidrogel de argila protege melhor seu conteúdo das enzimas “nucleases” (consideradas prejudiciais) que podem desmantelar o DNA e outras biomoléculas.

"Colabora para isso os relatos de eventos geológicos, que coincidiriam com os eventos biológicos. Ainda é preciso estudar como essas máquinas biológicas evoluíram", reconhece Luo.

Fonte: Gospel Prime

Conheça o novo elemento: Ununpentium

É hora de definir mais um lugar na tabela periódica: Em 2013, uma equipe internacional de físicos e químicos nucleares encontrado novas provas e confirmando que estabelece um novo elemento químico - um dos crescente família de substâncias superpesados​​.

A equipe criou 30 átomos do elemento 115, disparando um feixe de átomos de cálcio em um pedaço de folha de amerício. O ununpentium radioativo (um nome temporário que significa "um-um-five") existe há apenas uma fração de segundo antes de decair em outros elementos.

Em seguida, os físicos e químicos vai tentar fazer mais do misterioso metal para explorar seus "modos à mesa" - suas propriedades e estrutura.


Fonte: Discover

[Este artigo foi publicado originalmente na imprensa como "Conheça o novo elemento:. Ununpentium"]

domingo, 15 de dezembro de 2013

Gratuitos: “Coleção Educadores”

O Ministério da Educação disponibilizou a Coleção Educadores para download gratuito.

A série conta com 62 livros, sendo 30 sobre pensadores brasileiros, 30 estrangeiros e dois manifestos: “Pioneiros da Educação Nova”, de 1932, e “Educadores”, de 1959.

Concluídas em novembro de 2010, as obras são voltadas para professores, educadores e interessados em geral.

Paulo Freire, Jean Piaget, Antônio Gramsci, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, são apenas alguns dos pensadores abordados nos títulos da coleção.

Confira a coleção completa do portal Domínio Público.

Fonte: Catraca Livre

Os quatro piores alimentos industrializados

Em um mundo cada vez mais globalizado, o tempo vira artigo cada vez mais escasso na vida de muitas pessoas. Às vezes, fica difícil até realizar as atividades mais básicas a qualquer ser humano, como fazer as refeições. É aí que a praticidade ganha terreno. Alimentos industrializados, prontos para o consumo, fazem sucesso, porque são práticos e dispensam muito tempo para o preparo. Mas o custo disso pode ser alto.

Esses alimentos são verdadeiros vilões da vida saudável, contém inúmeras substâncias que podem não só engordar, mas também, colocar em risco à sua saúde. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, um em cada dez adultos tem diabetes – 1,6 milhão de casos são diagnosticados por ano. Além disso, 70% da população é considerada acima do peso. Nós brasileiros também não temos o que comemorar. Hoje, 50% da população está com sobrepeso. Fique atento e conheça alguns dos piores alimentos industrializados, segundo o site Curiosidades Insanas.

1 - NUGGETS

Os nuggets estão no topo da lista dos alimentos industrializados mais consumidos em todo mundo. Muito embora alguns defensores de comida saudável já tenham provado seus males, a maioria das pessoas ignora os fatos e continua comendo esse tipo de gordura. Mas, vamos a realidade: os nuggets são compostos de boa parte de gordura e carboidratos, além do glutamato monossódico, substância que dá aquela vontade de comer sem parar.

Além disso, são processados com a pior parte do frango: olhos, patas, miúdos, bicos, tudo muito rico em gorduras e amônia (sim, amônia!), para evitar a contaminação por bactérias, corantes e aromatizantes.

2 - MIOJO

Criado pelos japoneses após a Segunda Guerra Mundial, o miojo é um dos vilões da vida saudável. Para que o macarrão fique desidratado, daquela forma que encontramos no pacote, ele é pré-cozido e frito. Por isso, possui o triplo de calorias do que o macarrão convencional, além de gorduras trans. Se não bastasse, pesquisas recentes mostraram que o macarrão instantâneo faz mais mal do que se imaginava.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), recentemente, analisou dez marcas de macarrão instantâneo e chegou a uma conclusão assustadora: o tempero em pó de algumas marcas do produto contém mais sódio do que a quantidade indicada para o consumo em um dia inteiro. Miojo, sinônimo de sobrevivência: será?

3 - LASANHA DE MICRO-ONDAS

Os adeptos da comida congelada precisam ficar mais atentos, pois esse tipo de alimento semi-pronto é rico em gordura saturada, ou seja, eleva os níveis do colesterol ruim e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Tais refeições também são ricas em sódio que, em excesso, pode ocasionar aumento da pressão arterial. Além disso, são extremamente calóricos. Uma lasanha de micro-ondas possui, em média, 900 Kcal, quase a metade de calorias que você deve ingerir por dia.

4 - TEMPERO INSTANTÂNEO


Temperar a comida fica muito mais fácil com caldo de carnes ou legumes, não é mesmo? Mas esses cubinhos são quase um “veneno” para sua saúde. Eles contém elevada concentração de sódio e de aditivos químicos – como o glutamato monossódico, responsável por realçar o sabor. Esses aditivos estimulam o paladar, fazem com que as pessoas demorem ainda mais a ficarem satisfeitas, aumentando o prejuízo.

Pior ainda, também há uma suspeita de que o glutamato monossódico possa causar câncer no trato intestinal, além de inúmeros danos à pressão arterial.

Alimentar-se bem é essencial para sua saúde, evite os alimentos citados acima e procure fazer refeições ricas em proteínas, legumes e frutas. Tudo é uma questão de equilíbrio.

Fonte: Eco D

sábado, 14 de dezembro de 2013

Dr. John Lennox - A Origem da Vida e os Novos Ateus


Filosofando como gente grande

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro perguntou ao segundo:

- Você acredita na vida após o nascimento?

- Certamente. Tem que haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída. O cordão umbilical é muito curto.

- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita em mamãe? E onde ela supostamente está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

- Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou a sente, quando ela afaga nosso mundo. Sabe, eu penso então que a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela.

(Autor desconhecido)

Nota: Muito criativo esta reflexão. É assim mesmo quando seres humanos filosofam a respeito da existência ou não de Deus. Muitos não conseguem ver, ouvir ou até mesmo sentir o óbvio - a existência de um grande Design Super Inteligente ao redor de nosso Habitat. Por fim, assim como 'este bebê' de grande fé, muitos cristãos também esperam a tão sonhada nova vida - a eternidade ao lado de Cristo! [FN]

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cientistas descobrem segundo código genético


Há muito tempo os cientistas acreditavam que o DNA diz às células como produzir proteínas. Mas a descoberta de um segundo código secreto de DNA, nesta quinta-feira, sugere que o corpo na verdade fala dois idiomas diferentes.

A descoberta, publicadas na revista Science, pode ter fortes implicações em como especialistas médicos usam os genomas dos pacientes para interpretar e diagnosticar doenças, afirmaram os pesquisadores.

O recém-descoberto código genético, encontrado no interior do ácido desoxirribonucleico, o material hereditário existente em quase todas as células do corpo, foi escrito bem acima do código de DNA que os cientistas já tinham decodificado.

Ao invés de se concentrar nas proteínas, este DNA instrui as células sobre como os genes são controlados.

Sua descoberta significa que o DNA muda, ou que mutações que ocorrem com a idade ou em resposta a vírus podem fazer mais do que os cientistas pensavam anteriormente.

"Por mais de 40 anos, presumimos que as mudanças no DNA que afetam o código genético impactavam unicamente a forma como as proteínas são feitas", disse o principal autor do estudo, John Stamatoyannopoulos, professor associado de ciência do genoma e de medicina da Universidade de Washington.

"Agora nós sabemos que esta suposição básica sobre a leitura do genoma humano está incompleta", afirmou.

"Muitas mudanças no DNA que parecem alterar a sequência das proteínas podem na verdade causar doenças interrompendo programas de controle genético ou inclusive ambos os mecanismos simultaneamente", prosseguiu.

Os cientistas já sabiam que o código genético usa um alfabeto de 64 letras denominado códons. Mas agora os pesquisadores descobriram que alguns desses códons têm dois significados.

Denominados "duons", estes novos elementos da linguagem de DNA só têm um significado relacionado ao sequenciamento proteico e outro que é relacionado ao controle genético.

As últimas instruções "parecem estabilizar certas características benéficas das proteínas e de como são feitas", destacou o estudo. A descoberta foi feita como parte de uma colaboração internacional de grupos de pesquisa conhecidos como projeto Enciclopédia do Elementos de DNA ou ENCODE.

Ele é financiado pelo Instituto Nacional de Pesquisas do Genoma Humano com o objetivo de descobrir onde e como as direções de funções biológicas são armazenadas no genoma humano.

Fonte: Exame.com

Esqueça Adão e Eva; viemos de uma porca e um macaco!

 De acordo com um geneticista, a espécie humana surgiu após uma fêmea de porco ter relações sexuais com um chimpanzé. A afirmação é extremamente controversa e causou polêmica. A alegação é do pesquisador Eugene McCarthy, da Universidade da Geórgia, considerado líder mundial sobre assuntos que envolvam animais híbridos. Ele ressalta que enquanto os seres humanos têm muitas características em comum com os chimpanzés, também temos uma infinidade de coisas que não são compartilhadas com outros primatas. O Dr. McCarthy afirmou que essas características divergentes são, provavelmente, o resultado de uma origem híbrida em algum ponto distante na história evolutiva humana. Além disso, ele sugere que há um animal que tem todas as características que distinguem os seres humanos de nossos primatas no reino animal: “O que é esse outro animal que tem todas essas características? Ele pergunta retoricamente. A resposta é apenas uma: o porco.”

Dr. McCarthy elaborou sua hipótese e surpreendeu o mundo em um artigo publicado no site Macro Evolution. Ele comentou ainda que isso é apenas uma hipótese, mas existem provas [sic] convincentes que podem sustentá-la.

Atualmente, os cientistas supõem que os chimpanzés são mais próximos dos parentes evolutivos dos seres humanos atuais, uma teoria amplamente apoiada pelas evidências genéticas [embora haja controvérsias não mencionadas aqui]. No entanto, o Dr. McCarthy aponta que, apesar da similaridade genética, há um grande número de características anatômicas que distinguem as duas espécies. Essas características distintas, incluindo a pele sem pelos densos, uma espessa camada de gordura subcutânea, olhos claros, nariz saliente e cílios pesados são apenas alguns pontos ressaltados por ele que são compartilhadas com os suínos.

Há também certo número de semelhanças menos óbvias, mas igualmente inexplicáveis, entre os humanos e os porcos, como a estrutura da pele e os órgãos. Na verdade, os tecidos da pele do porco e suas válvulas cardíacas podem até ser usados na medicina devido à semelhança e compatibilidade com o corpo humano.

Ele disse que o porco-chimpanzé original foi, provavelmente, seguido por várias gerações de “backcrossing”, onde os filhos dele viviam entre os chimpanzés e se acasalavam com eles – tornando-se mais como chimpanzés e menos suínos a cada nova geração.

Isso ajuda a explicar o problema da infertilidade dos híbridos. Ele afirma que a crença popular de que os híbridos são sempre estéreis é uma afirmação falsa e que, em muitos casos, eles são capazes de reprodução com companheiros da mesma espécie de um dos pais.

Depois de várias gerações, a cepa híbrida teria se tornado fértil o suficiente para reproduzir entre si.

Evidentemente, a teoria de McCarthy foi alvo de inúmeras críticas por biólogos evolucionistas.

Fonte:
Jornal Ciência, R7

Nota do blog criacionismo: É curioso ver biólogos evolucionistas criticando a teoria da hibridização, enquanto defendem a hipótese da ancestralidade comum de todos os seres. No fim das contas, todos os seres vivos – árvores, baleias, ursos, vermes e humanos – descenderiam de um mesmo organismo unicelular desconhecido, ancestralidade essa que misteriosamente não ficou devidamente “impressa” no registro fóssil. Sinceramente, quando leio sobre essas elucubrações, a história de Adão e Eva me parece ainda mais interessante e lógica. [MB]

sábado, 30 de novembro de 2013

GRANDES NOMES CRISTÃOS XLII

Francis Collins (1950 - ) é um geneticista estadunidense, um dos cientistas mais respeitados da atualidade. Foi diretor do Projeto Genoma Humano e um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida.

“O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma”. “Ele pode ser adorado numa catedral ou em um laboratório”.

Nota: Conheça outros grandes nomes cristão aqui!

Jovens ainda preferem ler livros em papel

Formato digital, os e-books, foram preferidos só por 38% dos entrevistados que alegaram gostar de ‘segurar o livro’

A “geração conectada” pode não ter virado as costas para os formatos tradicionais de consumo de produtos culturais como livros, filmes e música. Uma pesquisa feita agência londrina Voxburner, especializada em análise de comportamento jovem, concluiu que o formato em papel dos livros ainda é preferido pela maioria dos jovens (62%), à frente de filmes (48%), jornais e revistas (47%), CDs (32%) e videogames (31%).

“É surpreendente porque nós pensamos nos jovens de 16 a 24 anos muito ligado a seus smartphones e dispositivos digitais”, disse Luke Mitchell, da Voxburner, ao Guardian. As razões apontadas pelos entrevistados se sintetizam em preço (28% dos jovens acreditam que o ebooks deveriam custar a metade do valor atual) e depois a conexão emocional com os livros físicos.

A agência solicitou aos entrevistados que selecionassem frases que expressassem os motivos de preferirem as versões físicas. “Eu gosto de segurar o produto” foi escolhida por 51% deles, e seguida de “Não fico restrito a um dispositivo em particular” (20%), “Posso facilmente compartilhar o livro” (10%), “Gosto do produto (capa, ilustrações)” (9%) e “Posso vender depois de ler” (6%).

Além destes, os comentários espontâneos reúnem os argumentos mais conhecidos como “eu coleciono”, “gosto do cheiro” e até “gosto de estantes cheias”.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Saber que algo é prejudicial e continuar fazendo é uma 'tolice'?

Costumo postar no meu blog Ciência e Fé, estudos, artigos e até mesmo raras matérias publicadas em alguns sites sobre os perigos dos refrigerantes, açucares e estimulantes que podem ocasionar no indivíduo que o ingerem. Você leitor deste blog é testemunha disso.

Hoje, em meu site de relacionamento uma amiga deixou sua opinião (mais para uma ironia do que opinião) quanto ao meu uso de refrigerantes - principalmente a base de cola.

Confesso que foi interessante a sua observação (ironia) e de grande relevância para nossa reflexão, com isso, tive que tentar explicar minhas razões e o por que de tanta publicação no blog ciência e Fé sobre refrigerantes , açúcar e cafeína e a aparente controvérsia da minha parte. Acredito que ao dividir com você as minhas declarações e testemunho, com certeza irá entender todos os motivos.

Para entender melhor todo o contexto, leia antes como tudo começou:

"Vc [Firmo Neto] sabendo disso [malefícios das bebidas com cafeína] e fica tomando né
?? aiai deixa isso pros tolos que sabem que fazem mal e continuam consumindo."



Olá, minha amiga, Grace Oliveira, com certeza a matéria é bombástica e bem convicente e com certeza é muito raro ler estas reportagens nas grandes mídias. Todavia, acredito que por motivos capitalistas os meios de comunicação silenciam em suas publicações e telejornais o referido anuncio. Consequentemente, a população fica desinformada dos perigos que estas bebidas provocam a nossa saúde.

Particularmente, sempre soube que estes produtos (publicada na foto acima) são bebidas ricas em cafeína e açucares que ocasionam energia de imediato ao cérebro, pois todas elas são energéticas e estimulantes. É por este motivo e outros que muitos estudantes e pessoas que trabalham nos horários noturnos tem o costume de ingerir diariamente este tipo de produto. Não diferente da maioria, o USO CONSTANTE destas bebidas tinha como meu objetivo deixar-me mais 'aceso' e acordado até altas horas da noite para puder ter mais concentração nos estudos e na leitura.

Diante disso tudo, a informação que não conhecia e acabei descobrindo com muita leitura de artigos e livros é que: ao indivíduo ingerir diariamente este tipo de substância, principalmente ao longo de sua vida, em minha pesquisa conclui que este ato causará sérios efeitos colaterais em seu organismo como: insônia, aceleração ou irregularidade dos batimentos cardíacos, irritabilidade, agitação e até mesmo dependência.

Percebendo a gravidade que vinha cometendo contra minha saúde ao longo destes anos, tomei a decisão de deixar de ingerir as referidas bebidas e também esta forma de estudar. Digo, deixar esta forma de estudar porque descobrir que nosso organismo também precisa de boas horas de sono (o equivalente a 8 horas) e inclusive, nos horários adequados. Segundo estudos recentes, os horários mais adequado seriam entre 22h00min e 5h00min.

Por conscientizar da importância de ter um estilo de vida saudável, confesso que desde o ano de 2009 venho tomando atitudes para tentar colocar meus hábitos em conformidade com as leis da saúde. Comecei a praticar esportes, alimentar mais de verduras, legumes e frutas e abster alimentos com muitas gorduras, carnes, sorvetes e bebidas como os refrigerantes.  Além disso venho incentivando e alertando outros a fazerem o mesmo aqui neste blog.

Extremos no Regime

Como todo ser humano, no início há sempre aquela impogação na mudança com objetivo de buscar uma melhoria rápida na qualidade de vida. Não diferente, fui muito ao extremo no regime, pois queria chegar logo aos resultados finais. Foram quase dois anos na prática de esporte e sem ingerir nada que vinha de carnes e bebidas como refrigerantes, só tomando água e sucos (sem açúcar, é claro). Infelizmente, não chegaram dois anos.

Todavia, desconhecia que a forma mais correta de se ter uma reforma dietética deve ser progressiva. Em outras palavras: deve ser lenta, gradual, mas constante com substituição de alimentos até que o organismo se adapte ao novo estilo.

No livro, A ciência do bom viver, na página 334, a autora Ellen White afirma: "a reforma de saúde aos extremos fazem frequentemente mais mal dentro de pouco tempo do que  se poderia desfazer em toda uma existência de vida coerente."

Assim, hoje procurando o equilíbrio, o bom censo e a moderação, posso dizer que consigo conciliar com a vida moderna sem o sentimento de culpa que tinha antes. Aos poucos já consegui tirar muitos costumes errôneos que fazia parte da minha vida diária. Mas quanto o dito refrigerante, se não tiver outra opção de bebida mais saudável no local, costumo pedir e tomar socialmente.

Portanto, saber que algo é prejudicial e continuar fazendo é considerado uma 'tolice'? Depende! Pela experiência vivenciada e relatada aqui, poderia dizer que 'tolo' é o homem conhecer e não tentar buscar realizar mudanças nos seus hábitos e comportamentos.

Vale ressaltar que, o verdadeiro sentido da busca por uma alimentação saudável está registrado nos conselhos do apóstolo Paulo: "Quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (I Coríntios 10:31).

O incrível poder da matéria estranha

A matéria estranha, como os cientistas a chamam, é sem dúvida estranha. É diferente de qualquer matéria da Terra. Por um lado, é mais pesada do que a matéria comum que conhecemos, mas isso é apenas o começo. Nossa amada e familiar matéria é organizada. Ela é feita de átomos, que contêm núcleos embalados com prótons e nêutrons.A matéria estranha, como os cientistas a chamam, é sem dúvida estranha. É diferente de qualquer matéria da Terra. Por um lado, é mais pesada do que a matéria comum que conhecemos, mas isso é apenas o começo. Nossa amada e familiar matéria é organizada. Ela é feita de átomos, que contêm núcleos embalados com prótons e nêutrons.

De fato, nossos quarks, que são partículas básicas, estão arrumados dentro dos prótons e nêutrons. Mas, na matéria estranha, não há limites, é apenas um local onde os quarks correm livremente, vagando de cima para baixo e de ponta a ponta. É importante dizer que não sabemos se a matéria estranha existe em qualquer lugar do universo. Isso é um detalhe importante. Físicos surgiram com a ideia da matéria estranha na década de 1970, quando se perguntaram o que aconteceria se os prótons e nêutrons fossem duramente esmagados.

Vamos repetir uma versão semelhante a um experimento teórico, imaginando que temos um átomo de ferro, além de um pistão capaz de esmagá-lo com uma força enorme. Ao comprimir o núcleo do átomo de ferro, acrescentamos energia a seus 26 prótons e 30 nêutrons. Se pressionarmos bastante, os prótons e nêutrons vão colapsar no que eles são feitos: partículas menores chamadas quarks.

Temos então uma confusão de quarks – os tipos de quarks chamados “up” e “down” são os mais comuns. Espremendo-os, eles quarks mudam suas identidades. Alguns vão ficar muito mais pesados e se tornam strange quarks (quarks estranhos). Quando quarks strange se combinam com quarks “up” e “down” em números iguais, a partícula resultante chama-se strangelet, que forma a matéria estranha.
O poder da matéria estranha

A matéria estranha, teoricamente, é capaz de transformar a matéria comum em strangelets. Em outras palavras, tudo o que um strangelet toca (exceto um buraco negro), é transformado em novos strangelets, gerando um cataclísmico efeito cascata capaz de transformar um corpo celeste inteiro em matéria estranha, que o deixaria semelhante a um pudim. [As 10 melhores formas de destruir a Terra]

A matéria estranha está na Terra agora? Os físicos já consideraram. Eles já experimentaram diversos elementos e não encontraram nada. Eles consideraram a possibilidade da criação de matéria estranha em aceleradores de partículas como o LHC, uma vez que poderia colidir núcleos atômicos com força suficiente para derrubar os quarks para fora dos átomos e, potencialmente, converter alguns deles em quarks estranhos. Mas os físicos descobriram que os aceleradores de partículas criam tanto calor que eles iriam derreter potenciais strangelets. A probabilidade da criação de matéria estranha em um acelerador de partículas seria tão baixa como fazer um cubo de gelo em um forno.

Os físicos também se perguntaram se a matéria estranha pode existir no espaço. Alguns acreditam que strangelets podem ter sido criados no início do universo, mas a maioria acredita que a incrível pressão em estrelas de nêutrons pode criar a matéria estranha. [O que é uma estrela de nêutrons?]

No núcleo desses corpos, você tem densidades e pressões grandes o suficiente para formar a matéria estranha. Se a matéria estranha é formada no núcleo, ela iria comer tudo no seu caminho para fora e consumir a estrela. Debaixo de sua crosta, a estrela de nêutrons pode ser  um pedaço de matéria estranha, ou uma estrela estranha. Se duas estrelas estranhas colidirem, elas poderiam enviar matéria estranha no espaço, no qual parte dela poderia vir em direção à Terra.

Como já dito, os físicos não têm certeza se a matéria estranha de fato existe. Além do mais, se a presença da matéria estranha em grandes quantidades for provada, o fato pode ter um efeito profundo sobre as teorias relativas e se o universo é suficientemente denso ou não para, eventualmente, colapsar sob o seu próprio através da gravidade.

Fonte: Mistério do Mundo

Descoberta contradiz teoria do Big Bang

“Embora seja difícil de entender a dimensão deste ‘grande grupo de quasares’ (LQG), podemos dizer com toda a certeza que é a maior estrutura já vista em todo o Universo”, disse o Dr. Clowes, da Universidade Central de Lancashire’s Jeremiah Horrocks Institute. “Isso é extremamente empolgante, porque vai contra a nossa compreensão atual da escala do Universo. Mesmo viajando na velocidade da luz, levaríamos cerca de quatro bilhões de anos para atravessar essa estrutura. Isso é importante não apenas por causa de seu tamanho, mas também porque desafia o princípio cosmológico, que tem sido amplamente aceito desde Einstein. Nossa equipe tem estudado casos semelhantes que agregam ainda mais peso a esse desafio, e vamos continuar a investigar esses fenômenos fascinantes.”

Esse grande grupo de quasares desafia o princípio cosmológico, a suposição de que o Universo, quando visto em uma escala suficientemente grande, tem a mesma aparência, não importa de onde você o esteja observando. A teoria moderna da cosmologia é baseada na obra de Albert Einstein, e depende do princípio cosmológico. O princípio é assumido, mas nunca foi demonstrado através de observações que não gerassem dúvidas.

Quasares são núcleos de galáxias dos “primeiros dias” do Universo. Um único Quasar emite de 100 a 1.000 vezes mais luz e energia do que uma galáxia inteira com 100 bilhões de estrelas. Eles se submetem a breves períodos de altíssimo brilho que os tornam visíveis através de grandes distâncias. Esses períodos são “breves” em termos de Astrofísica, mas na verdade são cerca de 10 a 100 milhões de anos. Desde 1982, tem sido aceito que os quasares tendem a se agrupar em grupos ou “estruturas” de dimensões surpreendentemente colossais, formando os grandes grupos de quasares, ou LQGs, na sigla em inglês.

Para dar uma noção de escala, nossa galáxia, a Via Láctea, está separada de sua vizinha mais próxima, a galáxia de Andrômeda, por cerca de 0,75 Megaparsecs (MPC), ou 2,5 milhões de anos-luz. Grupos de galáxias podem ter de 2 a 3 MPC, porém, os LQGs podem ter cerca de 200 MPC ou mais de diâmetro.

Com base no princípio cosmológico e na moderna teoria da cosmologia, cálculos sugerem que os astrofísicos não poderiam encontrar uma estrutura maior do que 370 MPC. O que eles não esperavam do recém-descoberto LQG é que sua dimensão fosse de 500 MPC. Como esse grupo de quasares é alongado, sua dimensão chega a 1.200 MPC (4 bilhões de anos-luz), cerca de 1.600 vezes maior do que a distância entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda.

A cor de fundo da imagem ao lado indica os picos e depressões na ocorrência de quasares na distância do LQG. Cores mais escuras indicam mais quasares, cores mais claras indicam menos quasares. O LQG é claramente visto como uma longa cadeia de picos indicados por círculos pretos. (As cruzes vermelhas marcam as posições dos quasares em um LQG diferente e menor.) Os eixos horizontais e verticais representam ascensão reta e declinação, o equivalente celeste de longitude e latitude. O mapa cobre cerca de 29,4 por 24 graus no céu, indicando a grande escala da estrutura recém-descoberta.

A equipe publicou seus resultados na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fontes: Galeria do Meteorito via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Quando evidências contrárias vão se acumulando, um modelo pode ser revisto ou até descartado (dependendo, é claro, do grau de teimosia de seus defensores, como dizia Thomas Kuhn). Pelo menos na astronomia os pesquisadores parecem ter mais coragem de divulgar dados que contradigam o modelo mais aceito. Infelizmente, quando o assunto é evolução, a tendência dos evolucionistas é ignorar os fatos contraditórios ou reinterpretá-los de acordo com o modelo, salvando a teoria. [Michelson Borges]

Maná ainda cai do céu na África

No ano de 1948, a Revista Adventista publicou no mês de novembro, nas páginas 26 e 27, uma história sobre o maná que havia caído na Missão Adventista da Namba, em Angola, África. Eu era adolescente na época (tinha 15 anos) e lembro que havia lido essa história que muito me impressionou. Agora, mais recentemente, depois de trabalhar por 52 anos na obra adventista como pastor e professor e me aposentar oficialmente em 2008, minha esposa e eu fomos convidados a realizar um trabalho voluntário, como professor nos seminários de Moçambique e Angola. Estivemos em Angola durante o ano escolar de 2010 ensinando algumas matérias no Seminário Adventista de Huambo, capital da Província de Huambo. Certo dia, enquanto conversávamos com o pastor Teodoro Elias, presidente da União de Angola, ele nos contou que na Missão Adventista de Namba, ainda hoje, caía algum maná desde aquela ocasião, em 1939. Ficamos empolgados e curiosos, e pedimos-lhe para ver o lugar, mesmo que não caísse maná naquele dia, pois haviam nos informado que o maná continuava caindo às quartas-feiras e às sextas-feiras, e como dávamos aulas naqueles dias da semana, não poderíamos ver o fenômeno.

O pastor Teodoro foi muito gentil em conseguir a ajuda de um de nossos irmãos, que tinha um carro 4X4 (carros comuns não conseguem chegar até lá). No dia 14 de novembro de 2010, ele nos levou até a Missão, numa viagem de cerca de 160 quilômetros. Após três horas de viagem (somente a metade do percurso é pavimentada, o restante é uma trilha na montanha), chegamos à missão. Alguns irmãos estavam colhendo batatas e fomos muito bem recebidos com boas-vindas de todos. Quando dissemos que havíamos vindo para ver o lugar onde caía o maná, um dos irmãos nos disse: “Hoje pela manhã caiu um pouco de maná e penso que ainda há alguma coisa lá.”

Corremos para ver com os próprios olhos esse incrível milagre e, realmente, lá estava. Espalhados sobre o solo e sobre as folhas de grama e arbustos havia uma porção de flocos brancos semelhantes a flocos de pipoca. Colhemos alguns e começamos a comer. Enquanto isso, lágrimas rolavam pela nossa face, tocados que fomos por uma emoção intensa. Minha esposa dizia: “Que privilégio ver, tocar, colher e experimentar o que o povo de Israel havia provado por 40 anos há cerca de 3.500 anos.”

O gosto é realmente conforme descrito na Bíblia: “Sabor de bolos de mel.” Essa foi realmente uma experiência fantástica e empolgante!

Procuramos, então, verificar se não haveria uma explicação natural para o fenômeno. Primeiro notamos que caia numa pequena área atrás da igreja. Os irmãos estavam concluindo a reconstrução do templo que fora destruído pela guerra civil que se abateu sobre Angola por mais de 30 anos, e agora, mediante a contribuição de igrejas de além-mar, podiam ter outra vez um templo. Então pensamos que talvez fosse algo que caía das árvores de eucalipto que há lá, mas, quando verificamos que também caía na grama e nos arbustos onde não havia eucalipto, descartamos essa hipótese.

Perguntamos aos irmãos mais antigos a respeito dessa história e nos contaram que de modo semelhante ao início, quando caiu da primeira vez, também no período da guerra civil, durante a estação seca em que nada se produzia, eles também colhiam o maná, tendo assim algo para comer. No entanto, quando Savimby, o líder revolucionário, tomou nossa Missão da Namba para fazer dela um quartel para seus soldados e nossos irmãos tiveram que fugir, o maná não mais caiu.

No fim da guerra, tão logo a propriedade foi devolvida pelo governo à nossa igreja, e nossos irmãos puderam voltar e começar a reconstruir a missão que fora arrasada pelos revolucionários, o maná voltou a cair. Agora, ao terem eles seu próprio alimento (naquele dia estavam colhendo de batatas que dão em abundância), o maná continua caindo em pequena quantidade.

Outro fato digno de nota é que ninguém vê o maná cair. Quando amanhece o dia, lá estão os flocos. Pode ser que Deus queira dizer que eles não têm nada a temer, pois Ele ainda é Aquele que cuida de Seu povo.

Colhemos algumas amostras do maná para mostrar aos nossos irmãos no Brasil, quando voltamos, no fim do ano de 2010. Contamos para alguns irmãos e eles experimentaram e acharam o maná apetitoso. Deixamos alguma amostra na sede da Sociedade Criacionista Brasileira, em Brasília, e o presidente, Dr. Ruy Vieira, nos sugeriu que levássemos parte da amostra para um dos melhores laboratórios de espectrometria de massa no Brasil, localizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para fazerem uma análise.

O Dr. Marcos Eberlin e seu associado, Marcos A. Pudenzi, mostraram-se interessados e gratuitamente fizeram uma profunda análise do material e concluíram com um relatório que demonstra que a amostra é composta “principalmente de oligossacarídeos, constituídos por hexose (C6H12O6); mais açúcar, pequenas quantidades de compostos nitrogenados e óxidos de elementos metálicos adequados para a alimentação humana... Boa fonte de nutrientes para a dieta humana”. Esses óxidos eram de potássio, cálcio, fósforo, ferro, silício, enxofre e cobre. Todos esses elementos, como carbono, hidrogênio e nitrogênio, que estão presentes no açúcar e nas proteínas, têm função importante no metabolismo humano. Não são somente aceitáveis, mas essenciais para o funcionamento do organismo.

No e-mail que nos enviou, o Dr. Eberlin afirma que é muito provável que os flocos sejam maná.

Quão grande Deus é o nosso Deus! “Bem aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor.”

Fontes: Criacionismo via Pastor Gerson Pires de Araújo

Leia também a reportagem publicada no site Gospel Mais (aqui) e o relatório da Unicamp (aqui).

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