domingo, 30 de dezembro de 2012

Assinatura química do Criador

Marcos N. Eberlin é, desde 1982, professor doutor titular da Universidade Estadual de Campinas. Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos, e orientou diversos mestres, doutores e pós-doutores. Entre as pesquisas realizadas por seu grupo, destacam-se os estudos de reatividade de íons na fase gasosa, que levaram à descoberta de vários novos íons e novas reações com diferentes aplicações analíticas e sintéticas. Uma dessas reações hoje leva seu nome: Reação de Eberlin.

Membro da Academia Brasileira de Ciências, o Dr. Eberlin é comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações.

Nascido em Campinas, SP, é casado com Elisabeth Eberlin e tem duas filhas: Thaís e Lívia.

Nesta entrevista, concedida a Michelson Borges, o Dr. Eberlin, que é batista, fala de suas pesquisas e de sua fé no Criador.

Ao recomendar um livro criacionista, o senhor escreveu: “Como químico, percebo a assinatura do Criador em tudo, nos átomos e nas moléculas, na periodicidade dos elementos, na singularidade da água e do carbono, nos aminoácidos, proteínas e enzimas, nas máquinas moleculares e na obra-prima maior, a molécula de DNA.” Poderia falar um pouco sobre como cada um desses detalhes corresponde à “assinatura de Deus”?

A vida, quando observada “mais de longe”, superficialmente, já se mostra extremamente bela, complexa, simétrica, sincronizada, uma obra de arte, um esplendor absoluto. Veja as flores, os pássaros, a Lua e as estrelas, o homem e os animais, um espetáculo indefinível que nos apresenta, através da criação, um pouco de beleza, inteligência, engenhosidade; atributos inigualáveis de nosso Deus. Mas como cientista e mais particularmente como químico, tenho a oportunidade de observar a obra de Deus de um ponto de vista mais próximo, mais detalhado, em nível molecular.

Como químico, estudo a arquitetura da matéria, como foram formados os átomos, as moléculas, quais são as leis que regem o mundo atômico e molecular e suas transformações. Percebo, então, em uma dimensão atômica e molecular, como Deus é realmente um Ser de suprema inteligência e elegância, o Arquiteto, o Artista sem-par. Nessa dimensão, percebo uma riqueza extraordinária de detalhes, uma arquitetura constituída das mais diferentes formas geométricas, lindas, harmônicas, periódicas, perfeitas. Como a água, com sua estrutura angular simples, mas única, que rege suas propriedades também únicas, impressionantes, e que forma lindos cristais de gelo, de um design sem igual.

Veja os átomos e o balé sincronizado de seus elétrons em orbitais. As proteínas, outro espetáculo, uma arquitetura química tridimensional e com pontos de encaixe engenhosamente posicionados que confere a essas moléculas propriedades diversas, uma eficiência extraordinária como aceleradores de reações jamais igualada por qualquer outra espécie química. Beleza, simetria, design, engenhosidade, sincronismo, ordem, linguagem e periodicidade, quantização, tridimensionalidade – são assinaturas inquestionáveis de um Deus em tudo absolutamente espetacular! Evidências que nos tornam a todos, cientistas ou não, inescusáveis.

É um delírio duvidar desse Deus e questionar Sua existência. É um devaneio não admitir Sua majestade; uma insanidade zombar de Seu poder e glória.

O senhor e sua equipe do Laboratório Thomson, do Instituto de Química da Unicamp, têm se destacado por suas pesquisas sobre homoquiralidade. Do que se trata isso?

Algumas moléculas, como os aminoácidos e os açúcares, que são constituintes básicos de todos os seres vivos, podem se apresentar na forma de isômeros chamados de isômeros óticos ou enantiômeros. Esses isômeros diferem apenas pelo posicionamento de seus átomos em um espaço tridimensional (um Deus trino e um espaço tridimensional!). Em um desses isômeros, por exemplo, um átomo X está à direita e outro átomo Y à esquerda. No outro isômero, as posições estão trocadas, invertidas. Essas moléculas são “quase” idênticas, e pela lei das probabilidades em um sistema não controlado, teriam a mesma chance de se formar em uma reação química. Mas, por decisão do Criador, que em nós quis adicionar uma “assinatura química” que autenticaria Sua obra, todos os aminoácidos do corpo humano são de um único tipo, do tipo L, sem exceção, e 100% puros. E, para confundir ainda mais os “sábios deste mundo”, todos os açúcares também são de um único tipo, sem exceção, mas do tipo oposto, ou seja, D. Somos, portanto, seres únicos, enantiomericamente puros, homoquirais! Escolhidos pelo nosso Criador a dedo, entre alternativas muito mais prováveis, mas menos interessantes, para assim sermos. Entre a possibilidade maior, a possibilidade caótica de sermos metade L e metade D (racêmicos), ou entre as quatro improváveis LL, DD, LD ou DL, Ele escolheu que seríamos todos LD, e 100%! Pelo poder de Sua Palavra! Um enigma e tanto que estonteia os naturalistas e que cala os céticos!

Por que o senhor vê, especialmente nas moléculas quirais, as digitais do Criador?

Em todas as moléculas vemos “a mão e a mente” de nosso Criador. Mas as moléculas quirais são especiais, pois o acaso, o tempo, o caos, os “deuses naturalistas” nenhuma possibilidade teriam de criar seres 100% puros, homoquirais, especificamente seres exclusivamente LD. Os seres criados pelos “deuses naturalistas” seriam, no máximo, racêmicos (misturas 1:1 de L e D), ou talvez um pouquinho mais pra L ou mais pra D, ou misturas de LD e LL. Mas 100% LD, para todos os aminoácidos e açúcares? Por isso, sabemos que não há no Céu e não há na Terra Deus como o Senhor!

Quando Charles Darwin elaborou e publicou sua teoria, a bioquímica ainda ensaiava seus primeiros passos, já que a descoberta da primeira enzima ocorreu em 1833. De lá para cá, tanto a bioquímica quanto a biologia molecular se desenvolveram muito e foram feitas descobertas que mostraram que a vida é muito mais complexa do que Darwin poderia sequer supor. Em sua opinião, por que, a despeito disso, a idéia da origem espontânea da vida ainda persiste?

Na época de Darwin, o “equipamento científico” mais utilizado era a cadeira de balanço, onde Darwin e outros pensadores e filósofos elaboraram as teorias naturalistas sobre a origem da vida. Porém, o trabalho árduo e sério de muitos cientistas utilizando métodos modernos, equipamentos científicos cada vez mais poderosos, desvendou uma vida muitíssimas e muitíssimas vezes mais complexa, organizada, sincronizada e elaborada do que os “vaivéns” das cadeiras de balanço ou as viagens de barco poderiam revelar. Mas a evolução foi contada com tanto entusiasmo por mais de 150 anos, foi pregada com tanto fervor, foi catequizada com tanta veemência, está estampada e detalhada em tantos livros científicos com tanta pompa, deu tantos prêmios a tantos, serviu de alívio a tantos que tentam escapar da iminência de um encontro face a face com Deus, foi apregoada por céus e mares como cientificamente provada em todos os seus aspectos, foi apresentada como a verdade mais cristalina frente à ignorância dos religiosos, foi adotada como o evangelho-mor dos naturalistas, está permeada em tantos conceitos e projetos científicos, que seria uma catástrofe sem precedência na história científica admitir sua falha, sua total inconsistência frente à química e a bioquímica modernas. Mas, quando a caixa preta de Darwin foi aberta, quando foram desvendados os segredos da máquina mais complexa e espetacular deste planeta (a célula), a verdade foi, pouco a pouco, sendo revelada.

Deus “deu corda”, mas hoje Ele está dirigindo o processo de desmontagem do castelo naturalista, imenso, gigante, monstruoso, mas que precisa e vai cair.

Por que o senhor acha que teorias como a panspermia cósmica (origem espacial) têm conquistado espaço no meio científico, a despeito de todas as improbabilidades com que elas têm que lidar?

Qualquer explicação para a vida e o Universo que não inclua a intervenção de nosso Criador, de Deus, será assim mesmo um delírio. Mesmo assim, homens acreditarão nelas e com elas se embriagarão, pois muitos se recusam a admitir que Ele existe e que comanda o Universo.

O senhor declarou a um jornal que sua grande motivação para fazer ciência é entender como Deus cria as coisas, usando as próprias leis da química e da física. Esse tipo de postura não lhe causa problemas no meio acadêmico? Como seus colegas cientistas encaram sua postura religiosa?

Até hoje não tem causado, não. Deus tem me livrado pela Sua misericórdia e poder. Ao contrário, tenho tido o privilégio único de fazer amigos que, apesar de se declararem ateus ou descrentes, têm com sinceridade encontrado em mim uma voz com um discurso diferente, um discurso de esperança, um discurso de alegria, de reconciliação, que fala do amor sublime do Criador Supremo pelos Seus filhos, que mostra nossa importância como seres criados à semelhança de Deus, para Seu louvor e glória; seres com propósito, com destino, um destino de glória e honra, ao lado dEle.

É possível harmonizar ciência e religião? Como cada uma delas pode contribuir na busca da verdade?

Sem dúvida. A ciência é uma dádiva de Deus. Ela existe para minimizar os males causados pela queda do homem, e que se agravam a cada dia. A ciência pura e verdadeira deve ser exercida para o bem do homem e a preservação da obra de nosso Criador. Deve ser usada também para que o homem, imagem e semelhança de Deus, tenha a oportunidade de criar, de influenciar, de mudar um pouco o curso deste mundo. A ciência mostra que Deus existe, mas as religiões nos apresentam formas de nos relacionarmos com deuses ou com o Deus verdadeiro. Cabe a nós, cientistas, remover da ciência a religião naturalista que dela se apoderou e exercer uma ciência desvinculada de amarras religiosas de qualquer tipo. E cabe aos religiosos a busca pelo Deus verdadeiro e a observância de Seus mandamentos.

Por que o naturalismo filosófico tem tanta força no meio científico hoje, quando sabemos que os fundadores do método científico tiveram boa convivência com a fé?

Em determinado momento do desenvolvimento da ciência, baseado em informações imprecisas e incompletas, percebeu-se que a ciência poderia ser o berço do nascimento de uma religião conhecida hoje como naturalismo. Essa “religião” prega que a vida é obra de um “deus trino” (o acaso, o tempo e as mutações) e teve sua gênese em uma explosão cósmica, o Big Bang. Infelizmente, isso ocorreu de uma forma intensa, e muitos têm se convertido a essa crença. Mas Deus, que até hoje “deu corda”, que com ela confundiu os sábios deste mundo, Se cansou dessa situação e está revertendo tudo e restabelecendo a verdade, livrando a ciência ¬– que tanto bem tem trazido a todos nós – desse empecilho que prejudica um avanço científico ainda maior.

A controvérsia entre criacionismo e evolucionismo está crescendo e ganhando cada vez mais espaço na mídia. A que o senhor atribui essa tendência e onde isso vai parar?

Deus, que por 150 anos “deu corda”, resolveu dar um basta! O vento está soprando, e o castelo de areia naturalista vai cair.

Fonte: Entrevista Criacionista


Leia e assista também: Dr. Marcos Eberlin


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

100 anos depois da fraude do Homem de Piltdown pelos evolucionistas, por que os cientistas ainda fraudam suas pesquisas científicas???

By Bruce Ramsey
Times editorial columnist
Terça-feira é o centenário da mais grosseira fraude de 20 a ciência do século: homem de Piltdown. É um caso vale a pena lembrar.

Em 18 de dezembro de 1912, o geólogo amador Charles Dawson apresentado à Sociedade Geológica de Londres um crânio parcial. Era suposto ser um ancestral humano 500.000 a 1 milhão de anos, uma idade cientistas agora atribuir ao Homo erectus. Dawson disse que encontrou os fósseis em uma cascalheira perto de Piltdown comum, ao sul de Londres.

Dawson não tinha credenciais científicas, mas seu amigo Arthur Smith Woodward fez. Woodward era o guardião do departamento de geologia no Museu Britânico. Ele tinha sido na escavação e que tinham visto o maxilar "voar" do solo sob o golpe de picareta de Dawson.

Houve um problema com o maxilar. Foi a partir de um orangotango apenas algumas centenas de anos de idade. Foi equipado com dois dentes fossilizados de chimpanzé, lixados para fazê-los parecer mais com dentes humanos. Os fragmentos do crânio eram humanos, desde a Idade Média. Todos tinham sido tratados com uma solução de ferro e de ácido para torná-los mais velhos.

Os cientistas não têm muitos crânios de fósseis em 1912, mas nenhum deles parecia um crânio humano com uma mandíbula de macaco.

Vários cientistas, incluindo um da Smithsonian Institution, argumentou que a mandíbula eo crânio não coincidem. Foram necessários 40 anos para que eles ser provado, e ainda mais para Dawson para ser confirmado como o vigarista responsável.

Ciência é humano. Ele está sujeito a erro e, o que é mais, malícia. Ao contrário de alguns outros caminhos supostamente verdade, a ciência tem uma maneira de detectar erros, mas não de forma automática. Alguém tem de fazê-lo.

Um século, homem de Piltdown parece pitoresca, mas a fraude não é.


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota: Leia mais sobre as Famosas fraudes evolucionistas

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Membro do Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens realiza palestra criacionista

Na manhã do dia 15 de dezembro de 2012, na Igreja Adventista do Sétimo Dia central de Guanambi - Bahia foi realizada uma palestra sobre Criacionismo x Evolucionismo pelo blogueiro e estudante de química, Firmo Neto, cujo tema foi: "Origens - relacionando a ciência com a fé bíblica".

Segundo o palestrante, o objetivo deste evento é despertar nos cristãos a importância de estudar mais o livro de gênesis, pois este livro sagrado oferece um grande embasamento em todas as doutrinas bíblicas. Além disso, a palestra direcionou os ouvintes - a todo momento - para as possibilidades reais de uma junção entre ciência e fé cristã.

Assim, no final da oratória, o palestrante que também é presidente da NUBEPO (Núcleo Baiano de Estudo e Pesquisa sobre as Origens) divulgou o mais novo núcleo de estudos e pesquisa sobre as origens e também abriu as inscrições para quem se interessar a estudar mais sobre este assunto.  Firmo, aproveitou e divulgou também em primeira mão a data e local do primeiro simpósio da NUBEPO que será realizado na cidade de Vitória da Conquista - Bahia no dia 15 e 16 de novembro de 2013.

Foi esclarecido também que o NUBEPO não tem vínculos com nenhuma instituição religiosa e políticas. Para participar ou se inscrever neste núcleo, deve primeiro entrar no site www.nubepo.org e ler antes o seu estatuto e consequentemente procurar inscrever-se na modalidade que mais se adequou como sócio.

Sobre o logomarca da NUBEPO: “O ornamento representa uma molécula de DNA, o código da vida extrapolando os limites da filosofia e pensamento humano representado pela caixinha. Uma semântica de que os atributos e desígnios divinos estão acima da compreensão humana. As cores da bandeira da Bahia fecham a identidade e origem do movimento”.
Para maiores esclarecimentos sobre o NUBEPO entrar em contato no site www.nubepo.org

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ateus e criacionistas concordam: existe design no mundo natural

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas. – Revelação 4:11

O conceito da criação através de um Criador Sobrenatural tem sido um aspecto persuasivo e poderoso da verdade desde o início dos tempos. A ideia de que não existe nenhum Criador sobrenatural, e que tudo no Universo – desde os colibris até aos seres humanos – evoluiu através de processos impessoais e aleatórios, foi avançada como tentativa de refutar a verdade da criação.

Uma das razões por trás do falhanço do evolucionismo naturalista em refutar por completo a noção da criação é o facto de, intuitivamente, os seres humanos serem capazes de observar que o mundo exibe sinais de design inteligente. Até mesmo o mais ardente ateu evolucionista admite este ponto, embora de modo tácito. Por exemplo, Richard Dawkins declarou:

    “As formas de vida não foram criadas, mas a selecção natural Darwiniana autoriza uma posição de design em relação a elas. Nós chegamos mais facilmente à resposta certa se assumirmos que o coração foi feito para bombear sangue.“ (2006, p. 182).

Apanharam o que ele disse? Essencialmente ele afirma que as formas de vida não foram criadas mas que o nosso entendimento em relação à sua funcionalidade é maior se assumirmos que as coisas existem segundo um propósito [isto é, criadas].

No seu livro “Why Evolution is True“, Jerry Coyne, professor da Universidade de Chicago, escreveu:

    “Se há algo que é verdade em relação à natureza, é que as plantas e os animais parecem criadas de modo intrincado e quase perfeito para viver as suas vidas.“ (2009, p. 1).

Ele acrescentou ainda:

    “A natureza tem a aparência duma máquina bem lubrificada, onde cada espécie é uma engrenagem ou uma roda dentada.“ (p. 1).

Na página 3 do mesmo livro, ele escreveu:

    “Quanto mais nós aprendemos sobre as plantas e os animais, mais ficamos maravilhados com a forma como o seu design se ajusta ao seu estilo de vida.“

No seu livro “Why Darwin Matters“, o ateu Michael Shermer declarou:

    “A inferência de design chega até nós de modo natural. O motivo que leva muitas pessoas a pensar que um Criador moldou o mundo é porque o mundo realmente parece que foi criado.“ (2006, p. 65)

Consideremos outro exemplo. Kenneth Miller [que não é ateu mas acredita virtualmente no mesmo modelo evolutivo que os ateus]  é um biólogo evolucionista da Brown University e co-editor do livro escolar (publicado pela Prentice Hall) que é amplamente usado nas escolas do país.

TigresNo seu livro “Only a Theory: Evolution and the Battle for America’s Soul“, Miller admite que, à medida que eles estudam a ordem natural, os biólogos moleculares e os biólogos estruturais frequentemente fazem menção da presença de design nas suas explorações. Ele mesmo admite que o corpo humano exibe evidências de design – apontando como exemplos o design “juntas + bola + soquetes” do quadris e dos ombros, bem como a curva em “S” da espinha dornal humana que nos permite caminhar de forma erecta (2008).

A inferência de design é tão poderosa que Dawkins foi forçado a admitir:

    “A ilusão [de design] é tão poderosa que enganou as mentes mais brilhantes durante séculos, até que Charles Darwin apareceu em cena.“ (2009, p. 416).

A ironia da situação é que cada um destes escritores afirma que tal design é produto de factores naturalistas e impessoais, mas as suas declarações sublinham a conclusão óbvia: se Um Designer Inteligente realmente tivesse criado o mundo, qual seria a aparência deste último? Resposta: Exactamente tal como ele é hoje!

Portanto, discutir se Deus existe ou não existe, é mais ridículo do que dois peixes questionarem a existência da água. As evidências para a existência de Deus são tão óbvias que a negação das mesmas não tem como base a ciência, mas a ideologia.

“Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.”
Jeremias 27:5

Fonte: Darwnismo

domingo, 9 de dezembro de 2012

James Shapiro 'falou e disse': o papel da seleção natural na evolução é muito limitado

 "Coyne e (eu acho) Pigliucci construíram suas carreiras [acadêmicas] aceitando o dogma central da seleção natural como uma força criadora na evolução. Eu penso que o papel da seleção natural é muito mais limitado. [...] Levantar questões sobre o papel da seleção natural é um grande tabu na biologia evolucionária. Eu tenho violado esse tabu. Eu creio que isso explica a hostilidade deles. Isso faz sentido para você?"

Leia a opinião completa de James Shapiro em: O conceito reducionista evolucionista do 'gene' impede o avanço da biologia 
 
Fonte: Desafiando a nomenklatura Científica

Encontrado fóssil de peixe de água salgada em MG

 Fósseis de uma família primitiva [sic] de peixes foram encontrados por pesquisadores do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro). A espécie, segundo o coordenador da pesquisa, Agustín Martinelli, viveu na época dos dinossauros, há  85 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O fóssil encontrado pode ser considerado um “tataravô” da família amiídeos, que ainda tem espécie viva no mundo, como a Amia calva, um peixe que tem cerca de 90 centímetros. “O interessante é que eles são típicos de água salgada.” Agora, o paleontólogo afirma que irá investigar como o peixe, natural de água salgada, foi encontrado no Triângulo Mineiro.
A equipe achou os fósseis no sítio de escavações Serra da Galga, em Peirópolis, distrito que fica a 20 quilômetros de distância de Uberaba. O osso é craniano e, de acordo com Martinelli, é o primeiro registro desta família de peixes que viveu no período Cretáceo superior.

“Em outros países também foram encontrados fósseis do mesmo animal, mas de uma época diferente, do período de 30 milhões de anos mais velhos [idem]”, explica o pesquisador. “Tem sido uma pesquisa minuciosa. Fazemos isso o ano todo e passamos horas em busca de pequenos ossos, dentes e qualquer informação que possa identificar a fauna primitiva que vivia na região.”

Para Martinelli, a novidade aumenta a diversidade de animais encontrados na bacia Bauru, região sedimentar onde fica Peirópolis. “Essa fauna de pequenos animais nos dá um panorama muito mais amplo e complexo dos animais encontrados que viveram junto com os grandes dinossauros. Em conjunto, constituem a biota do cretáceo.”

Alunos de biologia, geografia e biomedicina da UFTM colaboraram nos trabalhos da descoberta, assim como funcionários do Complexo de Peirópolis.

A região de Peirópolis e Uberaba é conhecida no Brasil como uma região rica em fósseis de dinossauros. Os primeiros registros foram entre os anos de 1949 e 1961, quando foram encontrados dinossauros do grupo dos Titanossauros. Além deles, também há registros de tartarugas, moluscos bivalves e peixes. [Ou seja, animais marinhos no interior do Brasil...]

Todos estão expostos no museu que fica em uma fazenda do distrito. “Essa região é ótima para pesquisas de Paleontologia. O fato de ter uma reunião com muito material fóssil dá pra estudar muito”, concluiu Agustín Martinelli.

Fonte: uol via criacionismo

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