segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Uma perspectiva fundamentalmente nova sobre a origem e evolução da vida

Philip J.Darlington, Jr. (1904 - 1983)

Destaque
Uma perspectiva fundamentalmente diferente sobre a origem e evolução da vida foi fornecido mais de 17 anos e deve ser seriamente considerada hoje por todos os pesquisadores da área de estudo evolução.

Resumo

Hipótese de darwin de que todas as formas de vida existentes são descendetes de uma célula ancestral comum e diversificação das formas de vida resulta mutação gradual mais seleção natural representa uma visão comum que influenciou biologia e até mesmo a sociedade por mais de um século.

No entanto, esta visão darwiniana da vida é contrariada por muitas observações e carece de uma explicação físico-química plausível. Forte evidências surgerem que hipótese de célula ancetral comum é falha mais fundamental do darwnismo.

Por outro lado, uma perspectiva totalmente diferente sobre a origem e evolução da vida afirmada que as formas de vida celulares eram descendentes de já diversificadas formas de vida acelulares. As formas de vida,  independetemente originaram evoluir em grande parte, certa forma paralela, embora eles também interagir uns com os outros. Alguns evolucionistas "lacunas" naturalmente existem entre linhas evolutivas. Similaridade pode não ser o único resultado de herança filogenética, mas pode ser um resultado de um mecanismo convergente da origem e da evolução.

A evolução não é um processo aleatório, mas segue alguns básicos princípios físico-químicos, como resultado da interação de energia e entropia sobre a matéria.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

 Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: A Nomenklatura científica diz que o fato, Fato, FATO da evolução foi explicado pela teoria da evolução de Darwin através da seleção natural (núcleo duro da teoria que, mesmo sem evidências que corroborem sua ação criadora (ARGH!!!) evolucionária, e n mecanismos evolutivos (de A a Z), é defendida com unhas e dentes e tacapes pelos evolucionistas.

Nada mais falso 1! Desde 1980 que evolucionistas honestos como Stephen Jay Gould afirmaram que a Síntese Evolutiva Moderna era uma teoria científica morta e que posava, NOTA BENE, posava como ortodoxia SOMENTE nos livros didáticos de Biologia do ensino médio, outrora aprovados, hoje apenas recomendados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. Quer dizer então que em duas décadas o que foi ensinado sobre a evolução químico-biológica nas escolas públicas brasileiras foi em cima de uma teoria morta??? Chamam isso de ciência? Eu chamo de DESONESTIDADE CIENTÍFICA dos autores desses livros-texto! 171 EPISTÊMICO!!!

Nada mais falso 2! A Síntese Evolutiva Moderna está mais furada do que queijo suiço e, o que era o upgrade Darwin 2.0, após os 16 de Altenberg, demanda o upgrade Darwin 3.0 - A SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA (ou Expandida como quer a Nomenklatura científica). Só que essa nova teoria não pode e nem deve ser selecionista, pois há montanhas de evidências demonstrando a falência da seleção natural como mecanismo evolutivo. A SEA deverá incorporar aspectos lamarckistas, o que não é novidade nenhuma, pois Darwin, apesar de esculhambar com Lamarck no Origem das Espécies, na sexta edição (1872) foi mais lamarckista do que o próprio Lamarck. O tempora, o mores!!!

Nada mais falso 3! Aprendi na universidade que a ciência ABOMINA O VÁCUO EPISTÊMICO. Ora, se a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários não é corroborada no contexto de justificação teórica desde 1859, a pergunta que não quer se calar é: Sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo ciência normal em biologia evolucionária se a  SEM foi considerada uma teoria científica morta desde 1980? Abracadabra? Alakazam? Varinha mágica? Búzios? Tarô???

Pano rápido...

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