sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Did God Use Evolution? (Será que Deus usou a evolução?)

Cada dia que passa com os avanços da tecnologia, fica bem evidente para qualquer estudioso da ciência que está cada vez mais difícil de acreditar que o mundo e tudo que nele há surgiram por um acaso.

Com isso, por motivos bem claros, percebo que o número é muito grande de evolucionistas ateus que se "converte" para outra filosofia evolucionista por não conseguir manter em uma teoria bastante refutada e criticada. Então, para não se render totalmente a uma fé em um Deus mantenedor, estes ex-ateus evolucionistas preferem seguir outra opção de crença: a evolução teísta.

De acordo com o ponto de vista da evolução teísta, Deus começou o processo de evolução sem guiar e sem mesmo conduzir, isso ao longo de milhões de anos. Werner Gitt, como um cientista da informação, em seu livro analisa criticamente e rejeita os pressupostos e as consequências da doutrina da evolução teísta. 

Vale a pena ler. Para adquir o livro dê um clique aqui. Infelizmente, a literatura não está disponível em português, mas fica a dica. Boa leitura!

Leia também o por que evolucionismo x teísmo não se mistura no post Mistura impossível.

Professor da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas, contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo

Richard Lewontin
"Billions and Billions of Demons" é o título da crítica literária do Prof. Richard Lewontin, publicada no New York Times, ao livro de Carl Sagan intitulado "The Demon-Haunted World: Science as a Candle in the Dark".

Na crítica, Richard Lewontin, da Universidade de Harvard, reconhece que os "cientistas" aceitam histórias absurdas do tipo "é porque é", que são contra o bom senso, em função de seu compromisso prévio com o materialismo. Leiam um trecho de sua confissão:

Nossa disposição de aceitar afirmações científicas que são contra o bom senso são a chave para uma compreensão da verdadeira luta entre a ciência e o sobrenatural. Assumimos o lado da ciência, a despeito do patente absurdo de alguns de seus constructos, a despeito de sua falha em cumprir muitas de suas promessas extravagantes de saúde e vida, a despeito da tolerância da comunidade científica pelas histórias do tipo "é porque é", porque nos comprometemos previamente com o materialismo. Não é que os métodos e as instituições científicas de alguma maneira tenham nos compelido a aceitar uma explicação materialista de um mundo fenomenal, mas, pelo contrário, nós é que somos forçados, por nossa própria aderência a priori às causas materiais, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam as explicações materialistas, independentemente de quão contra-intuitivas e mistificadoras possam ser para o não iniciado. Além do mais, esse materialismo é absoluto, pois não podemos permitir a entrada de nada que seja divino.

Fonte: Origem e Destino


Nota: Leia mais citações do professor Richard Lewontin aqui.

Evolucionista honesto, 'falou e disse': os cientistas não sabem explicar as extinções das espécies

David M. Raup
 "A realidade perturbadora é que para nenhuma das milhares das extinções bem documentadas no passado geológico nós temos uma explicação sólida do por que ocorreu a extinção. Nós temos muitas propostas em casos específicos, é claro: … Eles são todos cenários plausíveis, mas não importa quão plausíveis, eles não podem ser demonstrados como verdadeiros além da dúvida razoável. Cenários alternativos igualmente plausíveis podem ser inventados com facilidade, e nenhum tem o poder preditivo no sentido de que pode mostrar a priori que uma dada espécie ou tipo anatômico foi destinado à extinção."

Fonte: Desafinado a Nomenklatura Científica

Nota: Os criacionistas têm respostas para esta pergunta. Leia aqui. [FN]

Único gene mantém embrião vivo

Pesquisadores descobriram que o Arih2, um gene envolvido no processo de manter um embrião vivo, também tem importante papel na atuação do sistema imunológico. Segundo esses especialistas, quando esse gene é desativado, a resposta imune do corpo aumenta. Isso pode, por um lado, ajudar a combater doenças que atacam o sistema imunológico, como a aids, mas também desencadear condições autoimunes (quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo), como a artrite reumatoide. Os achados, publicados nesta segunda-feira na revista Nature Immunology, portanto, podem fazer com que esse gene se torne alvo para tratamentos contra esses dois tipos de doença.

O estudo, desenvolvido no Instituto de Pesquisa Médica Walter and Eliza Hall, na Austrália, foi feito com camundongos. Os pesquisadores, que já desconfiavam do papel do Arih2 sobre o sistema imunológico, primeiro retiraram esse gene dos embriões dos animais e observaram que eles morreram em seguida. Isso confirmou que uma deficiência nesse gene resulta na morte embrionária. “Nós não compreendemos completamente o motivo pelo qual a deficiência no gene Arih2 provoca a morte embrionária. Acreditamos que a causa mais provável seja a morte de um grande número de células do fígado do embrião que ocorre com a resposta inflamatória gerada por essa deficiência”, disse Marc Pellegrini, coordenador do estudo, ao site de Veja.

Depois, a equipe removeu o mesmo gene de camundongos adultos. Sem o gene, o sistema imunológico desses animais foi impulsionado por um curto período de tempo (seis semanas), mas depois passou a ser tão ativo que começou a atacar células saudáveis dos roedores – o que acontece quando existe uma doença autoimune. “É como um acelerador. Nas doenças infecciosas, você quer frear esse gene e, no caso de doenças autoimunes, você quer acelerar a sua ação com o objetivo de parar a resposta imune”, diz Pellegrini.

Embora a pesquisa tenha sido feita com camundongos, os autores acreditam que o gene Arih2 tem potencial para se tornar alvo para tratar e, eventualmente, combater doenças em humanos que, hoje, são incuráveis.

Fonte: Veja via criacinismo

Nota do criacionismo: Se apenas um gene tem a capacidade de evitar a morte de embriões e, na vida adulta, regular a resposta imune, fica no ar outra pergunta de complexidade irredutível: Até que esse gene “evoluísse”, como “se viravam” os seres vivos que dele dependem? Sem esse gene, o primeiro embrião teria morrido. E agora? [Michelson Borges]

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Cientistas encontram fósseis de pinguim gigante

 Cientistas argentinos descobriram fósseis de um pinguim de dois metros de altura que viveu na Antártida há 34 milhões de anos [segundo a majorada cronologia evolucionista]. Paleontólogos do Museu de Ciência Natural da província de La Plata, onde está Buenos Aires, disseram que os vestígios foram encontrados no continente gelado. “Este é o maior pinguim conhecido em termos de tamanho e massa corporal”, afirmou a cientista Carolina Acosta, destacando que o recorde atual pertence aos pinguins imperador, que atingem 1,2 metro de altura. Marcelo Reguero, o chefe das pesquisas, disse ainda que a descoberta, anunciada na terça-feira, “permitirá realizar um estudo mais intensivo e complexo sobre os ancestrais dos pinguins modernos”.

Em sua próxima expedição à Antártica, durante o verão no hemisfério sul, a equipe vai procurar fósseis adicionais da espécie recém-descoberta, assim como informações sobre sua anatomia e de como o pinguim gigante podia se locomover.

Descobertas anteriores feitas com pinguins pré-históricos indicaram que os animais não possuíam as penas pretas e brancas que caracterizam as aves hoje, mas uma plumagem marrom-avermelhada e cinzenta.

Fonte: Yahoo Notícias

Nota do blog criacionismo: Duas coisas: (1) de quando em quando, são descobertos fósseis de animais cujos correspondentes atuais são menores e mais fracos; plantas e animais “gigantes” são comuns no passado, como prevê o modelo criacionista; (2) quando se descobre o fóssil de uma espécie que existe em nossos dias, percebe-se que, com exceção do tamanho, características morfológicas sofreram pequenas alterações, o que pode bem ser descrito como “diversificação de baixo nível”, ou “microevolução”, algo também previsto pelo modelo criacionista.[Michelson Borges]

domingo, 25 de novembro de 2012

Academia em Debate com Michael Behe




Nota: Assista às palestras deste cientista e saiba mais sobre Michael Behe em uma matéria que publicamos neste blog com o título: O silêncio da Grande Mídia sobre Michael Behe no Brasil

É a abiogénese irrelevante para a teoria da evolução?

A Lei da Biogénese diz que na natureza, a vida só pode surgir proveniente de outra vida do mesmo tipo (Miller, 2012). Devido a isso, segundo as evidências científicas a abiogénese (isto é, a vida a surgir de material sem vida) é impossível. Como é que, então, uma teoria ateísta como a evolução darwiniana pode ser considerada aceitável?

Existe uma tendência crescente entre os evolucionistas de tentar evitar o problema da abiogénese alegando que a teoria da evolução não está de maneira nenhuma relacionada com a origem da vida, mas é sim uma teoria que começa com a vida já existente – e explica a origem das espécies a partir da forma de vida original. No entanto, esta posição esperançosa é um esforço para evitar a consequência lógica da Lei da Biogénese.

Historicamente, os evolucionistas reconheceram que a abiogénese é uma pressuposição fundamental inerente à teoria da evolução, e intuitivamente ela deve ter acontecido. Em 1960, o fisiologista evolutivo G.A. Kerkut listou a abiogénese como primeira suposição numa lista de suposições não-provadas sobre as quais assenta a teoria da evolução:

A primeira suposição é a de que coisas sem vida deram origem a material com vida, isto é, a geração espontânea ocorreu (Kerkut, 1960, p. 6).

A teoria da evolução é uma tentativa de explicar a origem das espécies através de meios naturais – sem Criação sobrenatural. Logicamente falando, a menos que se queira conceder a existência de Deus e subscrever ao evolucionismo teísta como forma de explicar a origem da vida (posição que já se mostrou ser insustentável, cf. Thompson, 2000), a abiogénese deve ter ocorrido no princípio como forma de dar início ao processo da evolução Darwiniana. A abiogénese é requerida pela evolução como um ponto de partida.

Para além disso, o geólogo evolucionista ateu, Robert Hazen, que recebeu o seu doutoramento em Harvard, admitiu que ele assume que a abiogénese ocorreu. Na sua palestra com o nome Origins of Life, ele diz:

 Nesta palestra eu faço a suposição inicial de que a vida surgiu através de algum processo natural. Proponho que a vida surgiu como resultado duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. (2005).

Mais uma vez, a teoria da evolução é uma tentativa de explicar a vida através de processos naturais, e a abiogénese tem que ser associada à teoria.

Hazen continuou declarando que ao fazer esta suposição, ele está a agir “da mesma forma que a maioria dos cientistas age” (2005). Faz sentido que os evolucionistas ateus admitam a sua crença na abiogénese uma vez que sem esta, não há ponto de partida para a evolução ateísta. No entanto, muitos evolucionistas não querem publicamente admitir tal crença uma vez que não existe qualquer tipo de suporte científico para ela; é uma fé cega, um dogma religioso.

É verdade também que os ateus usam o termo “evolução” como uma palavra abrangente, que engloba todos os modelos naturalistas que se focam nas nossas origens – incluindo a origem do cosmos. Uma simples busca pelos termos “evolução cósmica” ilustra esta alegação.

Consideremos, por exemplo, o título do site do astrofísico da Universidade de Harvard Eric Chaisson: “Evolução Cósmica: Do Big bang até a Humanidade” (2012). Consideremos também os comentários do historiador principal da NASA, Steven Dick:

 A evolução cósmica começa . . . com a formação das estrelas e a formação de sistemas planetários, e procede . . . para a vida primitiva e complexa, culmina com a inteligência, tecnologia e astrónomos . . . a contemplar o universo . . . Esta história da vida no universo, do nosso lugar nele, é conhecida como evolução cósmica (2005).

Se o ateísmo é verdadeiro (isto é, se Deus não existe), na mítica história de Steven Dick o Universo deve ter evoluído do nada para o tudo e a abiogénese deve ter ocorrido algures pelo meio. Portanto, a abiogénese é um fenómeno fundamental e implícito da teoria da evolução. Os criacionistas apenas usam os termos dos evolucionistas ateus da mesma maneira que eles o usam.

A verdade dos factos é que, não é possível dar início a um estudo das Ciências Naturais ou Biologia – disciplinas que são intimamente conectadas à teoria da evolução pela maioria da comunidade científica – sem primeiro estudar a origem de tal vida que alegadamente evoluiu duma organismo unicelular para as várias formas de vida presentes actualmente na Terra.

De forma quase unânime, os livros escolares das Ciências Naturais e de Biologia incluem uma discussão da biogénese, da abiogénese (ironicamente, discute-se o trabalho de Pasteur, Spallanzani, e Redi, que refutaram a teoria da abiogénese), e uma extensa discussão da teoria da evolução como se todas fizessem parte do mesmo corpo de doutrina.

Mas o estudo da vida – Biologia – tem que ter um ponto de partida. Portanto, os próprios evolucionistas estabelecem ligação entre o problema da abiogénese com a teoria da evolução. Se a comunidade evolucionista deseja separar o estudo da Biologia do estudo da teoria da evolução – uma posição que eu recomendo fortemente – então os evolucionistas podem colocar as suas cabeças na areia e ignorar o problema da abiogénese. Mas a distinção da teoria da evolução com a origem da vida não será feita enquanto os evolucionistas não separarem a teoria da evolução da Biologia.

A verdade dos factos é que a abiogénese permanece intimamente ligada à teoria da evolução como uns dos pilares fundamentais do ateísmo, e é aí que ela vai ficar. As duas encontram-se intimamente ligadas; ou elas subsistem juntas ou ambas vão abaixo. Chegou a hora do naturalista ser mais frontal e admitir que a sua crença religiosa na teoria da evolução baseia-se na aceitação cega dum fenómeno que contradiz as evidências cientificas: a vida a surgir como resultado das forças naturais (e não como efeito do Poder criativo de Deus).

“Muito tenho que dizer e julgar de vós, mas Aquele que Me enviou é Verdadeiro; e o que Dele tenho ouvido, isso falo ao mundo.”  João 8:26

Fonte: Darwnismo

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Faz mal ouvir

Enquanto a música toca no rádio, fico pensando sobre o impacto que produz na cabecinha da molecada. Imagine o baixinho que ouve frases e canções do tipo:

    Quando eu passava por você
    Na minha CG você nem me olhava.
    Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber,
    Mas nem me olhava.

    Aí veio a herança do meu “véio”,
    E resolveu os meus problemas, minha situação.
    E do dia pra noite fiquei rico,
    “To” na grife, “to” bonito, “to” andando igual patrão.

    Agora eu fiquei doce igual caramelo;
    “To” tirando onda de Camaro amarelo.
    Agora você diz: vem cá que eu te quero;
    Quando eu passo no Camaro amarelo.

    E agora você vem, né?
    Agora você quer.
    Só que agora vou escolher,
    “Tá” sobrando mulher.

Ou algo do tipo:

    Não faz muito tempo,
    Que eu andava a pé, não pegava nem gripe muito menos mulher
    Só pegava poeira, não olhavam pra mim
    Um dia eu decidi, eu vou sair daqui.

    Quem não tem dinheiro é primo primeiro de um cachorro
    O trem era tão feio que nem sobrava osso pra mim
    Agora eu to mudado
    O meu bolso tá cheio
    Mulherada atrás
    Eu quero ouvir cada vez Mais

    Vem ni mim Dodge RAM
    Focker duzentos e oitenta, a mulherada louca
    Israel Novaes arrebenta!

Gosto é gosto, é verdade. E tem coisas piores que isso aí. Entretanto, alguns estudos psicológicos apontam que os valores culturais são reforçados pelas nossas relações sociais. E, obviamente, aquilo que a gente ouve ajuda a produzir crenças.

Músicas como essas, além de atropelarem a língua portuguesa, reproduzem o completo desprezo ao humano. Gente passa a ser medida pelo que tem. Gente passa a ser desejada pelo que possui.

Um pesquisador conhecido do século passado, o francês Pierre Bordieu, ao falar sobre a cultura, apontou que certas mensagens têm o poder de fixar valores, crenças. Ele ressalta que as imagens criadas pela sociedade fazem crer e ver. Exercem um poder mágico sobre as pessoas. Isto quer dizer que os atos individuais são movidos pela visão de mundo que adquirem.

É por isso que esse tipo de canção – entre outras mensagens midiáticas – me preocupa. O russo Vigotsky já dizia no início do século passado que a constituição psicológica do sujeito se dá de acordo com as condições sócio-históricas da sociedade. Então, se o garotinho cresce ouvindo que num determinado dia alguém pobre não é amado, ninguém gosta dele, mas no outro, quando passa a dirigir um carrão importado todo mundo lhe quer, todo mundo lhe deseja, que tipo de referência vai desenvolver?

Na Grécia antiga, um filósofo chamado Aristóteles defendia a tese de que a arte e a educação de um povo revelam quão grandiosa é uma nação.

Cá com meus botões, fico pensando: o que nossas músicas comerciais revelam sobre nós?

A cultura de um povo se mostra através do conjunto de valores que possui. Cultura não é ser culto. O que somos, o que gostamos revelam nossa cultura. Ou seja, se a gente acha que carro é sinônimo de sucesso com as mulheres, esta passa a ser a “verdade” de uma época, a “verdade” de um povo.

De alguma forma, a nossa consciência – entendida como nossa visão de mundo – é alimentada por esse tipo de discurso. E a molecadinha é alvo, ainda no desenvolvimento de seu psiquismo, desse tipo de mensagem. Uma mensagem que deturpa, inclusive, as relações afetivas. A garota não gosta do sujeito pelo que ele é. Gosta pelo carro que ele tem e tamanho da conta bancária.

Entretanto, outro russo, chamado Alexei Leontiv, aponta que o homem é o único dos animais que tem a capacidade e pode, intencionalmente, humanizar-se, transformar-se. Claro, não faz isso sozinho. Mas é capaz de desenvolver-se, inclusive do ponto de vista criativo.

Isto me faz lembrar, inclusive, de uma frase do Renato Russo. Ele dizia:

    Tudo está perdido, mas existem possibilidades.

Ou, como também defendia Vigotsky, o homem é capaz de humanizar-se, mesmo em condições adversas.

Essas premissas me fazem acreditar que há espaço para o desenvolvimento de um outro tipo de sensibilidade. Uma sensibilidade que valorize o bem comum, que rompa com nosso ajeito apressado de ser, que nos reaproxime do que é belo, do que é pleno.

Porém, isso passa por uma transformação do nosso modelo de educação. Não dá, por exemplo, para proibir que mensagens que deturpam valores éticos sejam veiculadas no rádio e na televisão. Todavia, por meio da educação, podemos desenvolver nas pessoas a habilidade de interpretar o que significam determinadas mensagens. E, ao mesmo tempo, promover uma outra sensibilidade estética.

Uma sociedade devidamente educada tem maior consciência e, consequentemente, criticidade a ponto de libertar-se de valores tão rasos e de completa desvalorização do humano. E se é por meio da ação do próprio homem que se desenvolve a cultura, por que não romper com esse modelo, com essa formação empobrecida de uma sociedade de aparência e tão pouca ética? Pois é, depende de nós.

Fonte: Blog do Ronaldo

Advertências

Nota do Amilton Menezes em seu facebook: "Me faz lembrar Provérbios 6 e 7. Imagem extremamente significativa. Por causa de um momento de "prazer", uma vida de amargura e remorso para tantos outros..."

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O deus de Dawkins: examinando os ataques ateus contra o Cristianismo

Aproveitei a viagem para Manaus, ida e volta, para ler no avião o livro de Alister McGrath "O Deus de Dawkins: genes, memes e o sentido da vida", publicado pela Shedd Publicações em 2007. A leitura é cativante e embora os temas sejam complexos para quem não tem formação em biologia, química e física, como eu, McGrath consegue falar deles de maneira simples e fácil. Acho que entendi os pontos principais da obra.

Como todo mundo sabe, Richard Dawkins é um dos principais ateus modernos, conhecido pela maneira radical e raivosa com que ataca a religião e os religiosos em geral. Possuidor de uma vasta cultura e sólida formação em sua área (biologia evolutiva), Dawkins é um dos mais ferrenhos defensores do evolucionismo darwinista, tendo sido apelidado de "o rottweiler de Darwin".

Alister McGrath tem doutorado em biofísica e teologia, ambos em Oxford. Foi ateu e evolucionista darwinista até se converter ao Cristianismo ainda estudante universitário. Este é seu segundo livro sobre Dawkins. O primeiro, "O delírio de Dawkins," foi uma reposta ao "Deus - um delírio" do famoso ateu, best-seller no Brasil.

McGrath leu todas as obras de Dawkins – O Gene Egoísta, O Capelão do Diabo, Desvendando o Arco Íris, etc. – e responde em "O Deus de Dawkins" às principais acusações de Dawkins à religião em geral e ao cristianismo em particular, que são estas: (1) A visão darwinista de mundo tornou Deus uma ideia desnecessária e impossível; (2) A religião faz afirmações com base na fé e abandona a verdade calcada em evidências; (3) A religião oferece uma visão de mundo extremamente pálida e pobre; (4) A religião leva ao mal, como um vírus (meme) que infecta a mente.

Foi intelectualmente satisfatório ler a demolição radical que McGrath faz destes conceitos usando os mesmos argumentos de Darwin e de outros cientistas ateus, sem sequer citar a Bíblia uma única vez. McGrath traz informações e resultados da pesquisa histórica e científica que Dawkins faz questão de omitir em sua obra, como por exemplo os 80 a 100 milhões de mortos debaixo dos regimes comunistas ateus ou ainda as mudanças de paradigmas científicos ao longo da história da ciência. McGrath submete as idéias de Dawkins a rigoroso exame científico e empírico e constata que, em que pese o brilho do cientista ateu e sua extraordinária capacidade e domínio da sua área, boa parte de seus ataques ao cristianismo não passa de retórica, por vezes do mais baixo tipo.

Recomendo a obra de McGrath para quem lida com colegas, amigos ou professores ateus admiradores de Dawkins. Veja os links para os livros de McGrath sobre ateísmo em português: aqui e aqui.

Fonte: O Tempora, O Mores

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Álcool inibe os benefícios do vinho tinto e ao mesmo tempo em que estes benefícios estão presentes no suco de uva. E o pior: o vinho aumenta o risco de câncer nas mamas.

 Os polifenóis são encontrados nas uvas e agem contra o envelhecimento do organismo. A substância reduz a oxidação de outras moléculas, diminuindo, por exemplo, a proporção de radicais livres.

Mas o estudo espanhol mostrou que a ação dos polifenóis do vinho é diminuída por causa do álcool. 67 voluntários beberam vinho e suco de uva, alternadamente. O suco foi associado com a redução da pressão arterial, com uma chance 14% menor de infarto e 20% menor de AVC. Os mesmos benefícios não foram observados com o vinho.

Para quem procura benefícios para o coração, os cientistas recomendam o consumo de suco de uva. O estudo completo pode ser visto no site da revista Circulation Research.

Fonte: Exame

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A alegação: suco de uva tem os mesmos benefícios que o vinho tinto. Os fatos: A essa altura, os benefícios cardiovasculares do consumo diário de um cálice de vinho tinto já são bem conhecidos. Mas muitos abstêmios imaginam se não seria possível colher as mesmas recompensas com o parente não fermentado do vinho, ou se esse é um benefício de saúde do qual estão excluídos.

O suco de uva pode não ser muito embriagador, mas ainda assim permite um brinde à boa saúde, no que tange à sua capacidade de prevenir doenças cardíacas.

O álcool, consumido em doses moderadas [está certificado de que muitos alcoólicos começaram com "doses moderadas"], pode relaxar os vasos sangüíneos e elevar os níveis de HL, o "bom colesterol". Mas as substâncias vistas como responsáveis por boa parte dos benefícios do vinho tinto - o resveratrol e os flavonóides - também existem no suco de uva, especialmente a variedade produzida com uvas Concord, vermelhas escuras.

Estudos independentes constataram que, como o álcool, o suco de uva pode ajudar a reduzir o risco de coágulos sangüíneos e prevenir o LDL, ou "mau colesterol" de aderir às artérias coronárias, entre outros benefícios cardíacos.

Um dos estudos, conduzido por cientistas da Universidade de Wisconsin e publicado pela revista Circulation, estuda os efeitos de duas doses diárias de suco de uvas Concord sobre 15 pessoas portadoras de doenças cardíacas coronárias.

Depois de suas semanas, os participantes tinham fluxo sangüíneo melhor e oxidação reduzida do LDL. O LDL oxidado pode danificar as artérias.

Outros estudos conduzidos com seres humanos e animais, entre os quais uma pesquisa de um ano reportada em artigo na revista Atherosclerosis, demonstraram que o consumo diário pode reduzir a pressão arterial e os níveis de colesterol. Mas atenção: algumas variantes de suco têm açúcar e ingredientes artificiais.

Em resumo: os estudos sugerem que alguns tipos de suco de uva podem oferecer os mesmos benefícios cardíacos do vinho tinto [e melhor: sem os ricos e malefícios do álcool].

Fonte: Terra

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Apenas meia taça de vinho ingerida diariamente aumenta a possibilidade de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford conduzido por um dos principais médicos britânicos da área. Ian Gilmore afirmou em entrevista ao jornal Daily Mail que 10 gramas de álcool diários aumentam em 10% o risco de câncer nas mulheres.

A pesquisa foi realizada com mais de um milhão de mulheres e revela que a bebida alcoólica altera os níveis hormonais, podendo causar uma elevação da quantidade de células cancerígenas no organismo.

Conforme o especialista, não existem níveis seguros para ingestão de álcool, mas o risco nas mulheres aumenta, ainda que o consumo esteja dentro do limite normalmente recomendado. [...] As taxas de câncer de mama têm subido nos últimos 30 anos e estima-se que uma em cada oito mulheres irá desenvolver a doença em algum momento de sua vida. O aumento dos casos tem sido atribuído em parte aos altos níveis de obesidade, tabagismo e alcoolismo.

Fonte: Diário Catarinense


Nota: Então, por que a grande mídia não exibe estes dados para a população? Talvez seja pelo mesmo motivo que também não divulga os resultados dos malefícios do café e das carnes vermelhas: interesses comerciais e publicitários! Portanto, os fatos estão aí para comprovar que o plano original de Deus são aqueles descritos no livro de gêneses. Neste caso, bebidas ideais para o consumo humano: somente água mineral e de coco e os sucos naturais das frutas. [FN]

“Homens das Cavernas” eram pensadores avançados

Um grupo de paleontólogos afirmou ter descoberto pequenas lâminas numa caverna da África do Sul que comprovam que o homem arcaico [sic] era um pensador avançado e que fazia instrumentos de pedras há 71.000 anos [segundo a cronologia evolucionista] antes do que se achava até agora. As descobertas sugerem que nossos primeiros antepassados da África tinham uma capacidade maior para o pensamento complexo e a produção de armas deu a eles uma vantagem em termos de instinto evolucionário sobre o homem de Neanderthal [outro homem bastante avançado], segundo os autores de um estudo publicado na revista Nature.

Os cientistas concordam que nossa linhagem apareceu na África há mais de 100 mil anos [mas também há pesquisas que indicam uma origem asiática], mas há muito debate sobre quando a personalidade cultural e cognitiva do Homo sapiens começou a se assemelhar com à do homem moderno. As pequenas lâminas achadas na África do Sul teoricamente teriam sido manufaturadas entre 65.000 e 60.000 anos [sic].

Agora, uma equipe de cientistas descobriu lâminas muito mais antigas, chamadas microlíticas e produzidas através de lascas de pedra aquecidas, em uma caverna perto da Baía de Mossel, litoral sul da África do Sul. “Nossa pesquisa mostra que a tecnologia microlítica se originou na África do Sul, evoluiu durante um longo período de tempo (cerca de 11.000 anos) e tinha um complexo tratamento com calor”, afirmam os autores do estudo. “Tecnologias avançadas na África eram antigas e duradouras”, explicaram, acrescentando que a longa ausência de artefatos instrumentais no registro paleontológico é explicada por um número relativamente pequeno de sítios escavados até o momento, e não por uma inexistência de conhecimento tecnológico do homem primitivo.

A descoberta evidencia que o antepassado do homem moderno na África do Sul tinha a habilidade de fazer artefatos complexos e ensinar seus companheiros a como fazê-los. Isso permitiria que eles produzissem instrumentos como flechas capazes de atingir maiores distâncias que as lanças manuais.

“As armas do tipo projéteis microlíticos ampliaram a capacidade de sucesso na caça, reduziram o risco de ferimentos dos caçadores e estenderam o raio de violência letal interpessoal”, afirma a equipe. “Também conferiram vantagens substanciais ao homens da época quando deixaram a África e encontram representantes do homem de Neanderthal equipado apenas com lanças manuais.”

O homem de Neanderthal viveu em partes da Europa e partes da Ásia por cerca de 300.000 [sic], mas desapareceu há 40.000 anos [sic].

Comentando o estudo, a antropóloga Sally McBrearty, da Universidade de Connecticut, afirmou que, ao fazer essas armas, os humanos arcaicos teriam usado lascas de pedras cuidadosamente selecionadas por sua textura e com uso do calor para poder trabalhar com elas mais facilmente. Eles teriam moldado as lâminas em formas geométricas, provavelmente para o uso de flechas atiradas de arcos.

Isso, por outro lado, implicaria que aqueles homens teriam que coletar outros materiais como madeira, fibras, penas, osso e tendões por um período de dias, semanas ou meses, o que teria sido interrompido por outras tarefas mais urgentes.

“A habilidade de preservar e manipular operações e imagens de objetos na memória, e depois executar procedimentos posteriormente, é um componente essencial da mente moderna”, escreveu McBrearty.

Fonte: Info via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Tente ler esse tipo de texto eliminando as fantasias e os elementos criados pela imaginação fértil dos pesquisadores, e fique apenas com os fatos. Fato 1: aos poucos, o mito do homem das cavernas troglodita e ignorante vai caindo por terra. Fato 2: como admite a reportagem, “a longa ausência de artefatos instrumentais no registro paleontológico é explicada por um número relativamente pequeno de sítios escavados até o momento, e não por uma inexistência de conhecimento tecnológico do homem primitivo”; portanto, todo o conhecimento factual sobre os tais homens das cavernas é baseado em evidências mínimas, pois é pequeno o número de sítios escavados. Fato 3: “O antepassado do homem moderno na África do Sul tinha a habilidade de fazer artefatos complexos e ensinar seus companheiros a como fazê-los.” Fato 4: “A habilidade de preservar e manipular operações e imagens de objetos na memória, e depois executar procedimentos posteriormente, é um componente essencial da mente moderna.” Entre as elucubrações e os fatos, com o que você fica?[Michelson Borges]

sábado, 10 de novembro de 2012

Mistura Impossível

[Esta semana recebi um e-mail de um professor da USP que se declara ser um evolucionista teísta, ou seja, acredita que Deus é o criador mas não o mantenedor. O legal de tudo isso é que tivemos uma ótima troca de correspondências. Então, pensando em nossas conversas, resolvi publicar este artigo de Michelson Borges que retrata mais ou menos o que nós conversamos.]
 
À medida que as pesquisas no campo da Bioquímica e da Biologia Molecular avançam, mais o homem se conscientiza da enorme complexidade da vida. A ideia de que tudo teria surgido por mero acaso, através de fatores aleatórios ao longo de bilhões de anos, já não é tão aceita em nossos dias. E é nesse vácuo entre fé e teorias científicas ateias que vem surgindo com força o evolucionismo teísta.

É interessante observar as reviravoltas que ocorrem na História. Durante a Idade Média não foram poucos os casos em que a ciência teve que se submeter à Igreja. Por meio da "Santa" Inquisição, o romanismo impunha o medo e mantinha sua dominação ideológica sobre a massa desinformada. A própria Bíblia era negada ao povo pois, "a fim de Satanás manter seu domínio sobre os homens e estabelecer a autoridade do usurpador papal, deveria conservá-los na ignorância das Escrituras. Suas sagradas verdades deveriam ser ocultadas e suprimidas. Durante séculos a circulação da Bíblia foi proibida pela Igreja de Roma. Ao povo foi proibida a sua leitura. Sacerdotes e prelados interpretavam-lhes os ensinos de modo a favorecer suas pretensões" (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 33 - Ed. Condensada).

Os anos passaram. Pudemos ver, no fim do século 20, outra reviravolta. A Igreja Romana (quem diria!) se submetendo às proposições da ciência. Pior: às incertezas da ciência. Pelo menos foi o que se pôde perceber através dos jornais de todo o mundo, no fim de outubro de 1997.

A revista Veja, por exemplo, trouxe à página 47, de sua edição de 30 de outubro daquele ano, o seguinte subtítulo: "O Papa surpreende ao dizer que a teoria da evolução é mais do que uma simples hipótese." E o artigo de Laurentino Gomes continua: "A Igreja [Católica] há muito tempo admite que alguns textos bíblicos são narrativas alegóricas, que não devem ser tomadas ao pé da letra. É o caso do livro Gênese..."

Bem, isso não é nenhuma novidade, mas a seguinte declaração do falecido Papa foi: "As novas descobertas levam à constatação de que a teoria da evolução é mais do que uma hipótese... se o corpo humano tem sua origem em matéria pré-existente, a alma foi criada diretamente por Deus" (Aqui João Paulo II repetiu uma frase da encíclica "Humani Generis", do papa Pio XII). Essa declaração papal conferiu grande força à evolução teísta.

Na verdade, mesmo que o papa não tivesse dito isso, as pessoas estão percebendo que Deus se explica (ou se aceita) pela impossibilidade de, sem Ele, se poder explicar tudo o que existe. Cada vez mais a ideia lógica de um Planejador cósmico é admitida, mas o pensamento macroevolucionista ainda resiste, uma vez que, para muitos (como os católicos), é sinônimo de verdade científica incontestável.

Qual a solução, então? "Bem" - explicam alguns, - "Deus criou a matéria através do Big Bang e deu início ao processo evolutivo." Simples, não? Na verdade, parece simples, mas não é.

Se partirmos da premissa de que Deus é o Criador, mas Se utilizou de processos evolutivos para trazer a vida como a conhecemos à existência, a primeira a ser atingida por esse raciocínio "conciliatório" é a Bíblia. Vejamos por quê.

A Palavra de Deus deixa clara a nossa responsabilidade diante do Criador. Mas se a espécie humana é o resultado final do acaso e da evolução através das eras cronológicas, temos nós qualquer responsabilidade diante de um poder mais elevado? De acordo com o Dr. S. J. Schwantes (Colunas do Caráter, p. 205 - Casa), "que estímulo há para se forjarem caracteres nobres e se praticarem atos heróicos numa filosofia que não reconhece outra lei que não a da selva, nem outra sanção que não a sobrevivência do mais forte?"

Se a espécie humana evoluiu, tem significado o importante conceito "todos são criados iguais"? E como a regra áurea "fazei aos outros o que quereis que vos façam" encontra significado na sociedade, se a "sobrevivência dos mais aptos" tem sido responsável por trazer a humanidade ao seu presente estado de inteligência superior?

As duas ideias não parecem ser compatíveis. Aliás, se a teoria evolucionista estiver correta, nem ao menos poderemos estar certos de que a "raça" branca, a "raça" negra, ou qualquer outra "raça" não seja inferior.

Como se pode ver, a teologia bíblica é atingida bem no centro se rejeitarmos o relato da Criação. Importantíssimas doutrinas da Bíblia dependem desse relato. Por exemplo: a Bíblia afirma que a morte ocorreu como resultado do pecado (ver Gênesis 2). E na carta de Paulo aos Romanos, lemos que "por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte" (Romanos 5:12). Mas a evolução ensina que a morte existiu desde o princípio, muito antes que houvesse um ser humano. Em outras palavras: a morte não é um resultado do pecado.

Nesse caso, qual é o significado teológico da vida e morte de Jesus? Paulo diz: "Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de Um só muitos se tornarão justos" (Romanos 5:19).

Por que precisamos de redenção e libertação? Se não houve um Jardim do Éden, com sua árvore da vida, qual é o futuro que Apocalipse 22 descreve para os remidos? Se as rochas da crosta terrestre já estivessem cheias de restos fossilizados de bilhões de animais, e mesmo de formas hominídeas que pareciam homens, então o próprio Deus é diretamente responsável por ter criado o sofrimento e a morte, não como julgamento pela rebelião, mas como fator integral da Sua obra de criação e governo soberano. E isso significa caos teológico!

O quarto mandamento da Lei de Deus diz: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar, seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus... porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou" (Êxodo 20:8-11).

Além de ser um mandamento e um sinal distintivo entre o Senhor e Seu povo (ver Ezequiel 20:20), o sábado comemora a obra criadora de Deus, em seis dias literais. Cristo confirmou esse mandamento guardando-o (ver Lucas 4:16). A Bíblia assegura que na Nova Terra (Apocalipse 21) também será observado o sábado (ver Isaías 66:23).

Pela teoria evolucionista teríamos que ignorar também esse importante conceito bíblico que é uma evidência de nosso amor ao Criador (ver João 14:15), memorial da Criação e selo de obediência e fidelidade a Deus.

Como se pode ver, evolução e criação é uma mistura impossível. A tentativa de conciliação (talvez para se evitar maiores discussões) acaba originando uma teoria amorfa e ilógica.

A Criação não pode ser provada em laboratório, é verdade. Mas a macroevolução biológica também não. No fundo, tudo é uma questão de fé. De minha parte, prefiro crer no Deus Criador Todo-Poderoso, a crer no acaso e no tempo como os fatores "desencadeadores" da vida.

Fonte: Outra leitura

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Resolvido mistério sobre natureza fundamental da luz

Dois grupos de físicos, trabalhando de forma independente, garantem ter chegado a um veredito final sobre a chamada dualidade onda/partícula.

De Newton a Maxwell, a luz foi sempre considerada como uma onda. Foi Einstein quem ganhou o Prêmio Nobel de Física demonstrando o efeito fotoelétrico, cuja explicação depende de que os fótons sejam vistos como partículas.

E daí pôde então surgir toda a mecânica quântica, que prevê que os fótons, os elementos fundamentais da luz, assim como qualquer outro "sistema quântico", podem ser partículas e ondas simultaneamente.

Contudo, as discussões sobre o assunto nunca foram suspensas porque o resultado - onda ou partícula - dependerá de como a medição é realizada. Meça um fóton de um jeito, e ele lhe dirá que é uma partícula. Altere a medição, e ele se transmutará em partícula.

Isso criou correntes entre os físicos que gostariam de encontrar uma resposta "mais fundamental" - uns defendendo que fótons são essencialmente partículas e outros defendendo que eles são essencialmente ondas.

O que essas correntes buscam é a "verdadeira natureza da luz", porque parece esquisito demais ter que assumir que uma "coisa pode ser duas coisas".

As duas correntes assumem que o fóton se transmutaria em sua segunda personalidade sob condições a serem ainda especificadas ou descobertas. Continue lendo aqui.

Coloquem chip nos políticos

Para muitos, a ideia parece genial, mas é estúpida. Escolas estão colocando chips nos uniformes dos estudantes para monitorar se eles não matam as aulas.

É um sistema de controle que transforma o aluno quase em prisioneiro. A escola é chata, o currículo defasado, os professores desestimulados ( isso quando estão em sala de aula), repetem-se, em sala de aula, coisas que ninguém sabe como, se ou quando serão usadas. A solução com os faltosos é monitorá-los.

Faria mais sentido colocar o chip nas roupas dos políticos para saber se estão indo ao trabalho - e, como sabemos, matar trabalho nesse ambiente é parte da rotina. Podiam fazer o mesmo com os funcionários públicos ( inclusive professores) e aí veríamos a taxa de absenteísmo bancado com dinheiro público.

A escola é para ser um templo da curiosidade, onde aprendemos a nos encantar com a vida - o resto é prisão. E perda de tempo.

Fonte: Folha.com

Sobre o assunto: Escola põe chip em uniforme para pai monitorar estudante

Por que a maconha venceu

 Além de Barack Obama, um dos vitoriosos nas eleições nos Estados Unidos foi a maconha - e uma vitória de impacto mundial, tanto quanto a do presidente.

Em referendo paralelo às eleições, dois Estados (Washington e Colorado) decidiram liberar o uso da droga para fins recreativos. Por que a maconha venceu?

Ninguém deve se iludir: embora possa ter aplicações médicas, o abuso da maconha faz mal à saúde física e mentalmente, como está provado em toneladas de estudos.

Mas as pessoas (e com razão) não estão convencidas de que a maconha seja tão pior do que a bebida ou o cigarro.

E passaram a ficar convencidas de que a repressão é um remédio ruim, enjaulando dezenas de milhares de pessoas nos Estados Unidos - e com pouco efeito.

Como os EUA são o xerife do mundo em relação às drogas, o que aconteceu nesses referendos terá impacto mundial no caminho certo: não é um problema de polícia, mas de saúde pública.

Fonte: Gilberto Dimenstein

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

História da Bíblia e selos que contam a história do protestantismo

Meu amigo, Clério Moura e eu, tivemos a oportunidade de conhecer no mês passado (23/10), no centro de São Paulo uma exposição muito interessante: a história da Bíblia com diversos acervos e seus dialetos e a história do Cristianismo Reformado contado por meio da filatelia. 

Como vão notar em algumas fotos postadas aqui, são acervos que trazem diversas bíblias com vários dialetos em diferentes modelos: bíblia que podem ser inserido na água e não estragam, bíblia áudio, radiola rústica para ouvir a bíblia em locais inexistentes a energia elétrica e também outras raridades. Confira abaixo estes detalhes:
Bíblia a prova d'água
Bíblia áudio
Vitrola artesanal de papelão com uma ponta de prego fino
Diversas bíblias para crianças

Folhas autênticas da bíblia de Gutemberg
Primeira bíblia  poliglota de 1514
No mesmo local também estava uma exposição de uma coleção de selos que conta a história do protestantismo no mundo. Vale ressaltar que cada selo acaba contando um pouco da história do protestantismo através das suas respectivas imagens. Nesta exposição, encontram-se exemplares raros, um acervo que reúne ainda carimbos e cartões postais lançados em vários países. Veja abaixo uma matéria que a TV Gazeta realizou sobre esta coleção que está em exposição:



Nota: Todas estas preciosidades podem ser visitadas numa exposição em cartaz em São Paulo na Universidade Presbiteriana da Marckenzie. Quem puder visitar, vale a pena ir e conferir! [FN]

Verdadeira evolução

O fato, Fato, FATO da evolução ocorrendo diante de nossos olhos. Rir, porque Darwin não era de ferro!
Fonte: Via facebook de Enézio Filho

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Compartilhando Karla Viviane

Mandacaru plantado ao lado de um edifícil
[Compartilhando Karla Viviane é mais um blog que costumo visitar. Diferente dos temas aqui abordado, confesso que gosto de ler suas críticas e reflexões. Com sensibilidade e de uma forma simples e com inteligência, ela conduz o leitor a rever vários conceitos do dia-a-dia, valorizando os pequenos detalhes da vida. A saber, compartilho com você uma de suas redações e espero que curtam muito suas ideias.]

De você, eu não sei. De mim sei bem o que não quero.

Não quero viver apenas para pagar contas, contar as mesmas histórias, julgar e condenar as verdades dos outros, pensar em casamento como bom investimento, ficar ao lado de pessoas que me olhem com pressa, falar de silicone, gordura localizada, botox, enxergar só o feio nas pessoas, correr desenfreadamente atrás daquilo que nunca alcançaremos, ganhar beijo sem emoção, abraçar sem me sentir acolhida, repetir o discurso da TV e do rádio, entrar na onda da mídia para me sentir parte. 

Quero e vou querer para sempre, coisas e  pessoas que sejam capazes de despertar o melhor em mim, que me emocionem pelo simples fato de existirem. Não sei viver na pele, na superfície, preciso do âmago, da paixão e sobretudo da simplicidade. Tantas são as coisas que falam, dialogam com a minha alma faminta, que deixam minha pele mais viçosa, meu riso mais aberto e feliz e me impulsionam a não desistir.

Aqui perto do meu apartamento plantaram um mandacaru num espaço pequeno. Sabe o que aconteceu? Por falta de espaço ele foi se enrolando nele mesmo, sempre que passo pelo local, sinto tanto por ele,  enrolado em si mesmo, sem condição de sair de onde foi plantado e logo penso em mim, eu posso me movimentar, posso querer, escolher e não sei para os outros transeuntes, mas para mim ele está lá como a me dizer: _ aproveita, agradeça pela sua condição de  humano e queira, transforme, viva.

Ás vezes desanimo, mas tem uma vozinha aqui dentro, provavelmente da criança que já fui um dia, que me motiva e que me diz:_ tivemos tanto trabalho para chegar até aqui, você é uma mulher, porte-se como tal, abra a janela da vida e do coração, fale do bem, diga que é possível, respire mais, brinque, dance, ame.

Sabe o que penso nessas horas? Eu rezo pedindo para ser valente o suficiente para defender essa minha crença na felicidade, para não deixar que as mentiras dos outros nublem minhas verdades, para não ficar presa ás minhas escolhas passadas. Todo dia para mim é um começo, e como é meu quero enfeitá-lo, criar meu cenário, a melhor trilha sonora e ter como parceiros gente que compartilhe dos meus sonhos.

Quero, quero muito: delicadeza, intimidade, cor, paz, oportunidade, a beleza das dualidades, doçura, rir de mim mesma e ter a chance de ir vivendo e aprendendo.
Karla Viviane - www.compartilhandokarlaviviane.blogspot.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Criativa campanha vegetariana

No facebook existem várias campanhas ativistas vegetarianas contra matanças de animais. Uma delas, que gosto bastante de ver, por causa de sua criatividade e bom censo é a Ativeg Ativismo (www.facebook.com/ativeg). Estes ativistas trazem várias charges e fotos ilustrativas com o objetivo de conscientizar os internautas das matança indiscriminada de animais.

Um dos mais interessantes é este banner que fala sobre as Choconilhas, insetos no qual são usados para fazer corantes artificiais. Inclusive, chegamos a publicar neste blog anos anteriores sobre este assunto - clique aqui e veja as duas matérias.


Outra informação bem desconhecida por muitos consumidores, inclusive vegetarianos, é como são feitos as gelatinas. A resposta vem logo em seguida entre duas fotos: uma gelatina sabor morango ao lado de outra foto de aglomerados ossos de animais, que segundo os ativistas, este produto provém dos cortes de pele crua e das cabeças de bovinos, que consequentemente, passam por um processo de extração e raspagem do couro fresco e dos ossos, que são desengordurados e esmagados após 24 horas do abate. Leia os detalhes no banner abaixo.

Uma interessante charge que também faz parte do acervo desta campanha vegetariana é de um franguinho bastante conhecida nas propagandas comerciais na televisão brasileira. Esta grande empresa usa a imagem do próprio frango em estado de felicidade para chamar atenção dos consumidores para consumi-lo. Uma tremenda contradição que muitos não percebem! Assim, a charge chama atenção de todos mostrando uma dona de casa escolhendo este referido frango para ser levado para casa...Veja e reflita!
Bem, estas e outras gravuras você pode encontrar no facebook (www.facebook.com/ativeg). Mas, vale ressaltar que, particularmente, não sou totalmente radical e contra a matança de animais, mesmo sabendo que ela não é a principal fonte de proteína para humanos e nem a ideal. Vejo que muitas pessoas dependem desta proteína para sua sobrevivência, mesmo sabendo que não é mais inteligente té-los em nossas mesas. Veja os por ques aqui.

 No entanto, cada dia que passa, os seres humanos devem começar a pensar em uma alternativa para substituir este produto. Aproveito e faço o convite para você ler meu artigo que publiquei neste blog [leia aqui] e tenho certeza que entenderá os motivos reais de minha afirmação. Lembrando, que este artigo foi um dos mais polêmicos posts publicado até hoje neste blog. Boa leitura! [FN]

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Uma perspectiva fundamentalmente nova sobre a origem e evolução da vida

Philip J.Darlington, Jr. (1904 - 1983)

Destaque
Uma perspectiva fundamentalmente diferente sobre a origem e evolução da vida foi fornecido mais de 17 anos e deve ser seriamente considerada hoje por todos os pesquisadores da área de estudo evolução.

Resumo

Hipótese de darwin de que todas as formas de vida existentes são descendetes de uma célula ancestral comum e diversificação das formas de vida resulta mutação gradual mais seleção natural representa uma visão comum que influenciou biologia e até mesmo a sociedade por mais de um século.

No entanto, esta visão darwiniana da vida é contrariada por muitas observações e carece de uma explicação físico-química plausível. Forte evidências surgerem que hipótese de célula ancetral comum é falha mais fundamental do darwnismo.

Por outro lado, uma perspectiva totalmente diferente sobre a origem e evolução da vida afirmada que as formas de vida celulares eram descendentes de já diversificadas formas de vida acelulares. As formas de vida,  independetemente originaram evoluir em grande parte, certa forma paralela, embora eles também interagir uns com os outros. Alguns evolucionistas "lacunas" naturalmente existem entre linhas evolutivas. Similaridade pode não ser o único resultado de herança filogenética, mas pode ser um resultado de um mecanismo convergente da origem e da evolução.

A evolução não é um processo aleatório, mas segue alguns básicos princípios físico-químicos, como resultado da interação de energia e entropia sobre a matéria.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

 Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: A Nomenklatura científica diz que o fato, Fato, FATO da evolução foi explicado pela teoria da evolução de Darwin através da seleção natural (núcleo duro da teoria que, mesmo sem evidências que corroborem sua ação criadora (ARGH!!!) evolucionária, e n mecanismos evolutivos (de A a Z), é defendida com unhas e dentes e tacapes pelos evolucionistas.

Nada mais falso 1! Desde 1980 que evolucionistas honestos como Stephen Jay Gould afirmaram que a Síntese Evolutiva Moderna era uma teoria científica morta e que posava, NOTA BENE, posava como ortodoxia SOMENTE nos livros didáticos de Biologia do ensino médio, outrora aprovados, hoje apenas recomendados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM. Quer dizer então que em duas décadas o que foi ensinado sobre a evolução químico-biológica nas escolas públicas brasileiras foi em cima de uma teoria morta??? Chamam isso de ciência? Eu chamo de DESONESTIDADE CIENTÍFICA dos autores desses livros-texto! 171 EPISTÊMICO!!!

Nada mais falso 2! A Síntese Evolutiva Moderna está mais furada do que queijo suiço e, o que era o upgrade Darwin 2.0, após os 16 de Altenberg, demanda o upgrade Darwin 3.0 - A SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA (ou Expandida como quer a Nomenklatura científica). Só que essa nova teoria não pode e nem deve ser selecionista, pois há montanhas de evidências demonstrando a falência da seleção natural como mecanismo evolutivo. A SEA deverá incorporar aspectos lamarckistas, o que não é novidade nenhuma, pois Darwin, apesar de esculhambar com Lamarck no Origem das Espécies, na sexta edição (1872) foi mais lamarckista do que o próprio Lamarck. O tempora, o mores!!!

Nada mais falso 3! Aprendi na universidade que a ciência ABOMINA O VÁCUO EPISTÊMICO. Ora, se a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários não é corroborada no contexto de justificação teórica desde 1859, a pergunta que não quer se calar é: Sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo ciência normal em biologia evolucionária se a  SEM foi considerada uma teoria científica morta desde 1980? Abracadabra? Alakazam? Varinha mágica? Búzios? Tarô???

Pano rápido...

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A morte vai morrer!

Hoje é dia de finados. Não é um dia “legal”. Aliás, quando menino, morei em frente a um cemitério. Tinha pesadelos à noite depois dos sepultamentos. Aquelas velas acesas, que tremulavam até altas horas da noite, eram assustadoras para mim.

A Bíblia, porém, garante a morte da morte. E isso é maravilhoso. Tudo não acaba na sepultura, onde estão hoje dormindo todos os mortos – bons e maus. Deus promete a ressurreição de todos eles. Para os justos, quando Ele voltar segunda vez. A chamada primeira ressurreição. Para os maus, injustos ou ímpios, só mil anos depois, na “segunda ressurreição”, conforme conta o Apocalipse, capítulo 20.

Veja só que texto pleno de conforto para você que chora a saudade de um querido: “Porque o mesmo Senhor descerá dos céus com alarido e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Tessalonicenses 4:16). Veja mais: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a ultima trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Coríntios 15:52). “E deu o mar os mortos que nele havia, e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia…” (Apocalipse 20:13).

Que coisa impressionante! No dia da volta de Cristo, todos os mortos justos de todos os tempos, serão chamados por um poder muito maior que a própria morte, e sairão do mar e da terra, para fazer parte da grande família Deus.

Hoje choramos e lamentamos quando perdemos alguém que amamos, mas a morte não é o fim para um cristão. Um dia ela terá fim. O que já venceu a morte virá para resgatar dela todos os que são seus e libertá-los para sempre.

O que é preciso fazer? A resposta está novamente na Palavra de Deus: “Quem tem o filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida” (I João 5:12).

Jesus é a garantia da ressurreição. Se Ele não tivesse ressuscitado, seria vã a nossa fé. O cristianismo seria uma enganação.É preciso, porém, como diz o texto acima, ter o Filho de Deus em nossa vida. Você já O aceitou como Salvador pessoal? Se ainda não, faça-o agora. Confesse os pecados e comece nova vida com Ele.

Esse é o caminho para o novo tempo quando Ele “enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4).

Eu creio. Do fundo do meu coração. E você?

Fonte: Amilton Menezes

Terapia e oração podem mudar homossexualidade

 Durante a maior parte de sua vida, conta Blake Smith [foto ao lado], “meu corpo todo ansiava por contatos sexuais masculinos”. Smith, 58, que diz acreditar que comportamento homossexual seja errado por motivos religiosos, tentou resistir ao máximo. Dedicou 17 anos a um casamento fracassado, combatendo suas necessidades dia a dia, conta, e sonhando com elas a cada noite. Mas nos últimos anos, ao avaliar sua infância em seu processo de terapia e em encontros de final de semana com grupos com nomes como “as pessoas podem mudar” e “jornada para a masculinidade”, ele descobriu que “meus sentimentos homossexuais praticamente desapareceram”. Smith concedeu a entrevista em sua casa em Bakersfield, na Califórnia, onde vive com sua segunda mulher, que se casou com ele oito anos atrás, conhecendo sua história. “Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente gostosa.”

Smith é um dos milhares de homens americanos, muitas vezes definidos como ex-gays, que acreditam que conseguiram mudar seus desejos sexuais mais básicos por meio de alguma combinação entre terapia e oração - algo que a maioria dos cientistas diz jamais ter sido provado empiricamente, e que provavelmente representa uma ilusão.

Os homens ex-gays muitas vezes vivem no armário, temendo ser ridicularizados pelos militantes homossexuais que os acusam de se autoiludirem, e também temem a rejeição de suas comunidades religiosas, que podem repudiar seu passado maculado.

Na Califórnia, essa sensação de pressão se intensificou depois de setembro, quando o governador Jerry Brown assinou uma lei que proíbe o uso de “terapias de conversão” sexual, desacreditadas por quase todos os estudiosos, por menores de idade o que, na opinião de alguns dos ex-gays, representa uma contestação à sua validade pessoal.

Ao assinar a lei, o governador Brown repetiu a posição assumida pelo sistema psiquiátrico e organizações médicas, afirmando que “essa lei proíbe ‘terapias’ não científicas que levam os jovens à depressão e ao suicídio”, acrescentando que essas práticas “agora ficarão relegadas à lata de lixo da história”.

Mas muitos ex-gays continuam a buscar ajuda desses terapeutas e dos grupos de auxílio para homens, afirmando que sua experiência pessoal é prova suficiente de que o tratamento pode funcionar.

Muitos ex-gays guardam seu segredo, mas se reúnem discretamente em grupos de apoio em todo o país, compartilhando ideias sobre como evitar tentações ou, talvez, como revelar seu passado a mulheres com quem estejam saindo. Alguns deles estão tentando salvar casamentos heterossexuais. Alguns esperam um dia casar com uma mulher. Outros optam pelo celibato como alternativa superior ao que veem como vida de pecado homossexual.

Tendo passado por terapia reparadora formal ou não, a maioria dos ex-gays concorda com seus preceitos, ainda que estes sejam rejeitados pelos cientistas convencionais.

As teorias, que também foram adotadas pelos religiosos conservadores que se opõem ao casamento gay, afirmam que o homossexualismo masculino deriva da dinâmica familiar - por conta de um pai distante ou de uma mãe dominadora - ou de abusos sexuais sofridos na infância. Confrontar essas feridas psíquicas, afirmam, pode causar mudança no desejo sexual, se não necessariamente uma “cura total”.

(Embora algumas mulheres também enfrentem problemas de identidade sexual, o movimento dos ex-gays é quase exclusivamente masculino.)

Cameron Michael Swaim, 20, diz estar no estágio inicial de seu esforço para superar o desejo homossexual. Swaim não trabalha e vive com os pais no condado de Orange, Califórnia, onde seu pai é pastor da Igreja dos Amigos Evangélicos do Sudoeste. Ele tentou a vida gay, “mas não me acomodei a ela”, diz, e por fim decidiu que “tem de haver um meio de curar esse mal”.

Por meio de reuniões de final de semana e de sua participação em um grupo de apoio no sul da Califórnia, Swaim começou a estudar seus relacionamentos familiares, o que vem sendo doloroso mas parece estar ajudando. “Estou criando confiança no convívio com homens”, disse, “e isso aumenta minha confiança quando estou em companhia de mulheres.”

Dentro de cinco anos, Swaim espera estar noivo ou casado. Enquanto isso, ele está tentando juntar dinheiro para começar a se consultar com um terapeuta “reparador”.

Fonte: Folha.com via criacionismo

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Expulsos - Não se permite inteligência


Expelled - No intelligence allowed [Expulsos - Não se permite inteligência] é o documentário de Ben Stein entrevistando cientistas e acadêmicos sobre a teoria da evolução de Darwin através da seleção natural.

Neste documentário é narrada a saga dos cientistas que ousaram criticar cientificamente o status epistêmico da Síntese Evolutiva Moderna no contexto de justificação teórica, e o modus operandi da Nomenklatura científica contra os dissidentes de Darwin: foram expulsos das universidades ou tiveram suas carreiras acadêmicas tolhidas pela perseguição e patrulhamento ideológico.

E ainda têm a cara de pau de dizer que na ciência é livre o debate das ideias. Nada mais falso!!!

Sigam os demais episódios aqui mesmo através do YouTube.

Fonte: Desafinado a Nomenklatura Científica

Conheça a história do homem que nasceu pobre e hoje doa mais de R$ 5 milhões por mês

Dr. Milton Afonso
Ao se aproximar o aniversário de uma das maiores personalidades mundiais no empreendedorismo e trabalho social do país, o Brasil Diário, com a colaboração do jornalista J.Washington trás até você, uma reportagem especial sobre a vida de Milton Afonso, fundador e proprietário da Golden Cross que já foi a maior companhia de saúde na América do Sul e a quarta maior no mundo.

Quem vê a vida de Milton Afonso, que já teve como sócio Roberto Marinho, foi amigo de Tancredo Neves, e que hoje doa, por mês, mais de R$ 5 milhões para custear os estudos de 60 mil jovens e muitos outros projetos sociais, não imagina que o mesmo já foi um garoto pobre, nascido em 1921, mas que só registrado apenas em 1934, que foi preso durante a ditadura e que um milagre salvou sua saúde física e financeira.

Por trás do grande empreendedor Milton Afonso, existe uma história magnífica, dignificante e motivadora, onde muitas pessoas, como você, poderão compreender que quando o sonho do homem é o mesmo sonho de Deus, nada nesse mundo poderá abalá-lo. [Continue lendo aqui]

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