quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Famosas fraudes evolucionistas

Queremos demonstrar através deste texto, de que maneira através da história, os defensores da evolução vêm forjando suas fraudes, com intuito de criar evidências que sustentem a Teoria da Evolução das Espécies, proposta por Charles Darwin, e de que maneira vergonhosa tais fraudes, bastante conhecidas, perpetuam-se em livros didáticos, com intuito de fundamentar uma teoria que não foi comprovada.

Vamos começar com a famosa teoria da recapitulação embrionária proposta por Ernst Haeckel em 1866, que tinha o objetivo de “comprovar” que nas primeiras semanas, o feto humano assemelhar-se-ia às várias fases do desenvolvimento evolucionário, tendo uma vez as brânquias como um peixe, outra vez um rabo como de macaco, etc.
Haeckel publica seu famoso desenho, que ilustraria a suposta semelhança entre o feto humano e o feto dos demais animais como: peixe, salamandra, tartaruga, galinha, porco e coelho, como vemos na figura acima.

O fato é que, sabemos hoje, Haeckel deliberadamente fraudou os desenhos, como vemos na figura abaixo que mostra o comparativo entre o desenho de Haeckel e o feto real fotografado.

Tal fraude, apesar de bastante conhecida, ainda é publicada em livros de biologia em todo o mundo e no Brasil não é diferente. Então pergunto, de que maneira podemos dar crédito a uma teoria que precisa ser respaldada em mentiras para se manter de pé?

Vamos a mais uma conhecida fraude, o Homem de Piltdown, que foi alardeado como um ancestral, ou elo entre homens e macacos com a reivindicação de que esse “hominídeo” seria um intermediário de 500.000 anos de idade. O Jornal New York Times publica o seguinte artigo: “Teoria de Darwin prova-se verdadeira.”

Depois de praticamente 40 anos exposto no museu britânico, e 90 teses de doutorado dos eruditos ateus, em 1953, a fraude veio à tona. Para resumir, em 1912, uma gangue de fraudulentos, querendo ganhar notoriedade e explorando a crendice de uma sociedade apóstata, que queria acreditar na evolução de qualquer jeito, inventou um homem macaco chamado Piltdown. Os “cientistas” juntaram um pedaço de crânio humano com a mandíbula de um macaco. Os dentes foram lixados e tudo tratado com substâncias químicas para parecer objeto fossilizado, e aí temos uma fraude quase perfeita, que por muito tempo passou despercebida.

Vamos agora a mais um famoso hominídeo, o Homem de Nebraska. Em 1922 a evidência fóssil foi descoberta, logo foi usado para apoiar a evolução em 1925, onde seria feita a reivindicação de que o homem de Nebraska seria um Elo entre homem e macaco de 1 milhão de anos.
O que aconteceu, na verdade, foi o seguinte: de um dente, montaram a mandíbula; da mandíbula, montaram o crânio; do crânio, montaram o esqueleto; do esqueleto, fizeram pele, cabelo e até a sua namorada ou esposa (agachada no desenho). Fizeram a famosa exposição sobre a evolução em Dayton, Tennessee, chamada de Scopes Trial, foi nela que o Homem de Nebraska foi apresentado como prova incontestável da evolução. Quando William Jennings Bryan protestou contra os argumentos apresentados e pela insuficiência, riram-se dele ridicularizando-o. Em 1927 descobriram a fraude: o dente era de um porco selvagem da America do Sul chamado Peccary.

E para encerrarmos a primeira parte de nossa matéria sobre as fraudes evolucionistas, vamos falar sobre o Ramapithecus, que foi alardeado também como um dos mais primitivos ancestrais do homem, datado como um intermediário de 14 milhões de anos entre macacos e humanos.

Em 1930 foi encontrado um maxilar dividido em duas partes, que posteriormente seria emendado propositalmente na forma de parábola, forma que caracteriza a estrutura do maxilar humano, como vemos na figura. Pela maneira que o maxilar foi encaixado, imediatamente via-se um ancestral entre o homem e macaco, uma vez que, o maxilar de um macaco tem a forma de “U” e não de parábola como mostra a figura, com isso, acreditava-se que o ramapithecus realmente seria um ancestral, um elo perdido entre os homens e os macacos. A notícia foi tão bombástica que a revista Time publicou: “Ramapithecus é estruturado para ser um antepassado ideal de hominídeo. Se ele não for, nós não temos qualquer outra coisa que é."

O interessante é que, desde 1970, foi descoberto um babuíno que vive na Etiópia, com mesma estrutura dental, características morfológicas semelhantes achadas no ramapithecus, e só posteriormente em 1977, pouco depois da publicação da revista Time citada, a montagem errada do maxilar foi descoberta, o que tornou o ramapithecus 100% macaco, excluindo-o, de uma vez por todas, da linhagem humana.

Vimos nesses quatro exemplos, como muitos cientistas evolucionistas, têm usado de má-fé para endossar a sua tese. E é lamentável, que muitas dessas fraudes, ainda sejam publicadas em livros didáticos, colocadas como evidências da evolução, prejudicando assim, a boa ciência, aquela que busca a verdade. Ademais, convido a todos a fazerem sempre uma análise crítica dessas evidências, e da motivação que há por trás das mesmas.

Fonte: Prof. Ronaldo Xavier

2 comentários:

  1. Há uns 10 anos, quando eu estava no ensino médio, o meu livro de biologia trazia a ultrapassada teoria de Lamarck. Eu acho que é preciso ter muita fé para acreditar no evolucionismo, pois é uma teoria com muitas falhas e buracos, que vive mudando a toda hora.

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  2. Realmente,por mais evidências claras contra os evolucionistas eles sempre tentando justificar as coisas,existe muitoa blogues tentando negar isso!

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