sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Cuidado com a ilusão! Celacanto, o fóssil vivo.

Como os evolucionistas imaginavam antes
Um peixe que vive a 200 metros de profundidade cuja descoberta abalou a estrutura da teoria da evolução - o celacanto. 

Até cerca de 70 anos atrás os evolucionistas não podiam supor que de fato essa criatura existisse hoje. Um peixe fóssil - o Celacanto - que se estimava ter vivido até há cerca de 140 milhões de anos, outros estudiosos afirmavam que ele teria sido extinto juntamente com os dinossauros há 65 milhões de anos. 

Esse peixe, através do registro fóssil, era apresentado, na época de sua descoberta, como uma forma de transição, com pulmão em formação, cérebro desenvolvido, sistema circulatório e digestivo prontos para funcionar em terra, e mesmo um mecanismo primordial para deslocamento no solo. O celacanto foi considerado como uma forma de transição genuína, que comprovaria a transição da água para a terra.
Fóssil de Celacanto
Entretanto, em 22 de dezembro de 1938, foi feita uma interessante descoberta no Oceano Índico. Um espécime da família dos celacantos foi apanhado vivo! A descoberta de um protótipo vivo de celacanto indubitavelmente causou um severo choque aos evolucionistas. O peixe foi pescado pelo Capitão Hendrick Goosen que informou que o havia pescado perto de Chalumna River, no Oceano Índico.

O paleontologista J. L. B. Smith, do Rhodes University, Grahamstown, ficou surpreendido ao reconhecer no desenho o celacanto, porque era sabido que o celacanto havia sido extinto e apenas um fóssil para comprovar a existencia deste animal. Ele ainda afirmou que não poderia ficar mais surpreso se tivesse se deparado com um dinossauro vivo. No decorrer dos anos que se seguiam, foram apanhados 200 celacantos em diferentes partes do mundo.
 Foto de um celacanto fêmea em Moçambique, 1991
Os celacantos vivos revelaram quão longe puderam ir os evolucionistas na montagem de seus cenários imaginários. Contrariamente às alegações, os celacantos não tinham nem pulmão incipiente, nem cérebro mais desenvolvido. O que os pesquisadores evolucionistas designavam como pulmão incipiente nada mais era do que uma bolsa de gordura. Além do mais, o celacanto, que havia sido apresentado como "um candidato a réptil sendo preparado para a passagem do mar para a terra", na realidade era um peixe que vivia nas profundezas dos oceanos, e nunca havia chegado a menos de 180 metros de profundidade.
Celacanto de 1,78m e 98kg
Nota do blog Reflexões Sobre a Origem da Vida: Algumas perguntas ficam no ar e poderíamos perguntar: porque os celacantos, mesmo com 410 milhões de anos, continuam iguais até hoje? Deveriam ter evoluído com o passar do tempo, não era?

8 comentários:

  1. Esses débeis mentais criam teorias absurdas para tentar dar credibilidade a teoria evolucionista. Não me surpreende o fato de encontramos celacantos vivos em nossos dias, pois a criação de Jeová ainda perdura e vai perdurar pela eternidade. Infelizmente, esse se dizem gênios, enquanto a verdadeira genialidade se encontra nas Escrituras Sagradas, quando dizem que Deus foi quem criou tudo.

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    1. Parabéns pelo fanatismo religioso e completa estupidez

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    2. Meu irmão, estes "débeis mentais" também são filhos do Criador. A forma como você se dirige a eles não parece ser amorosa, como Deus espera de nós. Você defende tanto a Bíblia dos outros, mas não a defende de si mesmo. Seja o amor que quer ver no mundo.

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  2. Engraçado, alguns biólogos dizem o oposto. https://youtu.be/Kyp9X7ubP9Q

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    1. O link ou vídeo indicado é cheio de mimimi... não tem nada concreto!

      Qualquer biólogo honesto sempre soube que a grande pedra do sapato de Darwin foi a geologia. Não foram ainda encontrados nenhum registros fósseis com transições, por isso que são chamados de elos perdidos. Sem falar nos conhecimentos da bioquímica, que veio para dificultar ainda mais as possibilidades da teoria macro-evolutiva ter existido.

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  3. Prezado prof. Firmo Neto
    Estava procurando outros posts, além deste, para montar uma resposta. Mas este aqui me tirou toda e qualquer vontade de fazê-lo.
    http://www.cienciaefe.net/2016/10/o-computador-darwinista.html

    Sério? Software da vida? Entre explicações das eras glaciais, grande dilúvio, e outras, cara... Duvidar da datação de carbono 14 é simplesmente irracional. O cálculo é pura matemática, num processo químico uniforme (talvez o mais uniforme que se conheça). 4600 anos? com todo respeito, isso é uma piada. Mas pra reflexão vai um desafio:

    1- Suponhamos que o Grande Dilúvio haja acontecido, em padrões mundiais (já que há relatos de possíveis fósseis vítimas do dilúvio na Alemanha e outros locais mencionados em seu blog).
    2- Segundo a Bíblia (veja, eu sou cristão e estudo a Bíblia, não apenas leio-a, então, não tiro todo seu valor de conhecimento e ensino) o mar subiu 15 côvados (66cm * 15= 990cm ou 9.9m).
    3- A área superficial da Terra é de 510.100.000 km². Considerando que a água subiu, no mínimo, 15 côvados, teríamos um volume V = 510.100.000 Km² * 0.099km. Então, temos V= 50.499.900km³.
    4- A elevação mais alta do mundo é o Everest, com 8.848m de altitude. Ele se eleva cerca de 4cm/ano. Vamos considerar 4600 anos, que seria o ano máximo do dilúvio, uma vez que é quando teria sido criado o mundo. Assim, o Everest teria 18400cm a menos, ou cerca de 7000m. Substituindo na fórmula, V = 510.100.000 Km² * (0.099Km + 7Km). V = > 3.620.000.000.000Km³ de água.

    Minha pergunta é: pra onde foi essa água?
    Paz e bem.

    P.S.: Sou biólogo, sou espírita e realmente consigo pensar num criacionismo evolucionista, de forma racional. Se estiver disposto a dialogar, eu estarei.

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    1. Olá, Diogo, fiquei feliz pela sua vista em nosso blog. Obrigado também por colaborar com seus dados e questionamentos. Achei bastante sincero e lógico sua posição, porém falta muitas informações em seus dados para compreensão completa deste assunto.

      Para responder suas indagações e outras peruntas aconselho primeiro ler o meu post "Para onde foi toda a água do Dilúvio?"(http://www.cienciaefe.net/2013/05/para-onde-foi-toda-agua-do-diluvio.html) e depois ler o livro "ORIGENS -RELACIONANDO A CIÊNCIA COM A BÍBLIA" da Editora Casa Publicadora Brasileira. (https://www.cpb.com.br/produto/detalhe/5044/origens). O livro é um clássico!! Boa leitura!!!

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