domingo, 30 de setembro de 2012

Método fácil e perigoso de emagrecer

Nota: Achei o banner bem criativo. Ela vem se referindo a um estudo realizado em junho deste ano quando foi detectado um índice bem elevado de substâncias cancerígenas nesta bebida, vejam: Coca-Cola brasileira tem maior índice de substância cancerígena no mundo


Hebe Camargo morre. O que acontece depois da morte?

Hebe teve uma parada cardíaca enquanto dormia. O velório será realizado ainda neste sábado no Palácio dos Bandeirantes, edifício sede do Governo do Estado de São Paulo. A apresentadora Hebe Camargo faleceu hoje (29) aos 83 anos, de parada cardíaca, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo.

 Diagnosticada com câncer no peritônio em janeiro de 2010, ela lutava contra a doença desde então. Recentemente, a loira comemorou a volta para a emissora de Silvio Santos, após um ano de incertezas. Nascida em Taubaté, interior de São Paulo, em 1929, Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani tinha apenas um filho: Marcello Camargo.

Um dos ícones da televisão brasileira, Hebe iniciou sua carreira na década de 40 e participou da primeira transmissão da televisão brasileira, em 1950. Além de mais de 60 anos de trabalho na TV, Hebe também atuou em seis filmes e lançou oito discos como cantora. Hebe travava uma luta contra o câncer desde 2010, quando foi diagnosticado um tumor no peritônio (membrana que reveste os órgãos digestivos). 

Lamentamos pelo falecimento de Hebe Camargo. Neste momento, podemos refletir sobre a vida, a morte e entendermos o que acontece depois da morte. [Clique aqui e leia a resposta bíblica]

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Cientistas criam folha “biônica” para fazer fotossíntese

 Você já pensou na maravilha que é uma “simples” folha? Segundo matéria publicada no site Inovação Tecnológica, fazer fotossíntese artificial é o grande sonho dos cientistas que trabalham na área de energia. “Quando o homem conseguir replicar a ‘mágica’ das plantas, que transformam a luz do Sol em energia, estará resolvido todo o dilema energético e ambiental da nossa civilização”, diz o texto. Em busca desse alvo desejado, pesquisadores chineses criaram uma folha artificial usando uma folha de verdade como molde. “Dada a complexidade inerente a qualquer ser vivo, os cientistas vinham tentando compreender as moléculas envolvidas e reproduzir sinteticamente as reações químicas básicas que ocorrem no interior das folhas quando elas usam os fótons da luz solar para quebrar as moléculas de água e gerar íons de hidrogênio”, explica o site.

O Dr. Qixin Guo e seus colegas da Universidade Shanghai Jiao Tong substituíram alguns componentes da folha de uma anêmona (Anemone vitifolia), mas mantiveram estruturas-chave da planta, alcançando um rendimento na absorção de fótons e na geração de hidrogênio que não havia sido obtido até agora. Segundo a matéria, “em vez de criarem uma folha totalmente artificial, os cientistas optaram por criar uma folha semiartificial, mantendo estruturas da planta otimizadas pela natureza e de difícil reprodução”.

Embora os cientistas admitam a complexidade dos seres vivos, tentam convencer as pessoas de que houve uma “otimização” promovida pela natureza, como se a natureza fosse consciente e sábia o bastante para saber aonde queria chegar, já que teria desenvolvido nas folhas células superficiais parecidas com lentes (que capturam a luz vinda de qualquer direção), microcanais que dirigem os fótons até a parte mais profunda da folha e os tilacoides, estruturas com apenas dez nanômetros de espessura que aumentam a área superficial disponível para a fotossíntese. E são justamente essas partes da folha que os cientistas tiveram que preservar em sua folha “biônica”, a fim de que ela tivesse alguma eficiência.

Mesmo “apenas” imitando a folha original e aproveitando seus complexos sistemas de produção de energia, os cientistas tiveram que se valer de muito design inteligente (projeto). E o que dizer da folha originalmente criada por Deus? Seria ela fruto do acaso?

Fonte: Digitais do criador

Estória de jornalista

O grande jornalista é assim. Vai atrás da fonte aonde quer que ela esteja...

Sou o "Diferente"

Nota: Hoje (27/09 às 22:00 horas), depois de ouvir algumas opiniões e comentários em forma de debate na sala de aula entre colegas da faculdade sobre sexualidade, confesso que me senti o "Diferente", como na charge do cartunista Lobo.

Sendo assim, peço desculpas, aos caros colegas pela diferença de ideias. Agora, mais do que nunca, penso também colocar em prática a atitude do humorista Millôr Fernandes, quando certa vez afirmou que: “Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal... Eu vou-me embora, antes que se torne obrigatório.” [FN]

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Finalmente o 113?!

De acordo com uma notícia publicada pelo LA Times, cientistas japoneses afirmam ter sintetizado o raro elemento químico 113 — conhecido pelo nome temporário de unúntrio — em laboratório. Caso a façanha seja confirmada, essa será a primeira vez que um grupo asiático consegue sintetizar um elemento da tabela periódica, podendo, inclusive, receber a honra de poder renomeá-lo.

O unúntrio — do latim ununtrium ou “um-um-três” — é um elemento extremamente instável e raro que não pode ser encontrado na natureza, podendo ser obtido apenas em laboratório. Segundo os pesquisadores, a equipe conseguiu finalmente sintetizar esse elemento depois de nove anos de tentativas.

Os cientistas conseguiram a fórmula para sintetizar o elemento 113 depois de colidir zinco, que possui 30 prótons, com bismuto, que por sua vez possui 83 — o que resultou em um átomo com 113 prótons em seu núcleo, embora o elemento tenha se desintegrado rapidamente.

Entretanto, observar o comportamento do unúntrio pode ajudar a entender suas características químicas, e os pesquisadores esperam poder sintetizar outros elementos no futuro, como o 119, por exemplo.

Fonte: La Times

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Fé e Ciência - Entrevista com Karl Heinz Kienitz

Dr. Karl Heinz é engenheiro de eletrônica, graduado e pós-graduado (mestrado) pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Obteve seu doutorado em engenharia elétrica pela Escola Politécnica Federal de Zurique, na Suíça. Atualmente é professor no ITA. Sua área de especialidade chama-se Sistemas e Controle, a parte da engenharia diretamente relacionada à automação. Ele é membro da Igreja Batista em São José dos Campos.

É autor do blog Fé e Ciência, onde trata da relação entre estas duas realidades. Clique aqui para ler a entrevista!

Sem evolução durante “230 milhões de anos”

Os ácaros são demasiado pequenos para serem vistos sem ajuda tecnológica, mas mesmo assim, cientistas viram dois deles depois de fazerem um scan a mais de 70,000 gotículas de âmbar numa cama geológica pertencente ao período Triásico.

Sempre que se encontram formas de vida fossilizadas em camadas geológicas – supostamente com “milhões de milhões de anos”- , a pergunta tradicional a ser feita é: quão diferentes as criaturas atuais são das suas ancestrais? Neste caso, qual foi a variação que ocorreu no ácaros durante os mitológicos 230 milhões de anos que se passaram desde que supostamente os ácaros foram preservados no âmbar?

Hoje em dia, as 3,500 espécies de ácaros vivem em espécies de planta específicas, sendo que a maior parte deles subsiste em angiospermas. A maioria vive em superfícies externas das plantas hospedeiras, mas outras causam a que o tecido da planta forme galhas inchadas na superfície de modo a que eles – os ácaros – possam subsistir no seu interior.

Será que os ácaros das galhas existiram na antiguidade exatamente com a mesma forma com que eles existem hoje? Se estas pequenas criaturas evoluíram a partir de outro artrópode, então os fósseis deveriam exibir algum tipo de transformação contínua desde esse artrópode ancestral até ao ácaro moderno.

Sem surpresa alguma para quem acompanha a teoria da evolução, quando os cientistas descreveram alguns dos ácaros que se encontravam presos no âmbar, e os seus fósseis detalhados, eles – os evolucionistas – ficaram surpreendidos por observarem como os ácaros com “200 milhões de anos” são virtualmente idênticos aos atuais.
David Grimaldi é o auto-sénior do relatório da Proceedings of the National Academy of Sciences que descreve o novo fóssil de ácaro. Embora a sua equipa tenha descrito algumas distinções menores entre os ácaros antigos e as espécies atuais conhecidas, Gramaldi disse que, de forma geral, “eles são virtualmente idênticos aos modernos ácaros das galhas.“ O relatório técnico disse basicamente o mesmo.

Os pesquisadores descreveram também os traços fósseis das plantas que produzem a resina que endureceu e aprisionou os ácaros. Embora actualmente existam variedades da mesma planta, esta variante presente no fóssil encontra-se provavelmente extinta. Portanto, é bem provável que esta variedade de ácaros se tenha extinguido depois da planta onde ele hospedava também se ter tornado extinta. Como é óbvio, extinções não causam evolução.

A mesma fonte de âmbar revela também que, mesmo depois dos não-existentes “milhões de anos” que alegadamente se passaram desde a fossilização, a ameba unicelular não exibe qualquer tipo de modificação evolutiva uma vez que ela é idêntica às espécies actuais.

O paleontólogo Girard Vincent publicou descrições das amebas presas no âmbar – provenientes de França- afirmando que “A maior parte das amebas presas no âmbar são morfologicamente indistinguíveis das espécies modernas.“ Segundo o relatório de Grimaldi, as amebas do mesmo âmbar Triássico italiano, que contém os fósseis de ácaros, são idênticas às amebas ainda existentes com o nome de Centropyxis hirsuta.



Fonte: Darwnismo

Nota do blog Darwnismo: Os fósseis das amebas e os fósseis dos ácaros do âmbar italiano, tal como muitos outros fósseis de formas de vida (tais como aranhas e lagartos) não exibem qualquer sinal de progressão evolutiva vertical. Passados que estão os alegados 230 milhões de anos, os ácaros continuam a ser ácaros, e as maioria das amebas retidas no âmbar são exactamente idênticas às espécies ainda existentes.

Se a evolução não aconteceu durante todos estes [alegados] milhões de anos, então se calhar a evolução não aconteceu de todo.

sábado, 22 de setembro de 2012

Filmes para a sala de aula

A dica que trago hoje para vocês eu recebi pelo Facebook. Trata-se de um blog chamado "Filmes para Serem Usados em Sala de Aula".

Os filmes estão divididos por disciplinas e cada postagem traz a indicação do filme, onde encontrar e materiais complementares, como trabalhos relacionados e planos de aula (em alguns casos).

Clique aqui para acessar o blog e procure o que lhe interessa utilizando os marcadores na lateral direita. Aproveite um pouco mais do que o blog oferece, explorando os links abaixo dos marcadores.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Cuidado com a ilusão! Celacanto, o fóssil vivo.

Como os evolucionistas imaginavam antes
Um peixe que vive a 200 metros de profundidade cuja descoberta abalou a estrutura da teoria da evolução - o celacanto. 

Até cerca de 70 anos atrás os evolucionistas não podiam supor que de fato essa criatura existisse hoje. Um peixe fóssil - o Celacanto - que se estimava ter vivido até há cerca de 140 milhões de anos, outros estudiosos afirmavam que ele teria sido extinto juntamente com os dinossauros há 65 milhões de anos. 

Esse peixe, através do registro fóssil, era apresentado, na época de sua descoberta, como uma forma de transição, com pulmão em formação, cérebro desenvolvido, sistema circulatório e digestivo prontos para funcionar em terra, e mesmo um mecanismo primordial para deslocamento no solo. O celacanto foi considerado como uma forma de transição genuína, que comprovaria a transição da água para a terra.
Fóssil de Celacanto
Entretanto, em 22 de dezembro de 1938, foi feita uma interessante descoberta no Oceano Índico. Um espécime da família dos celacantos foi apanhado vivo! A descoberta de um protótipo vivo de celacanto indubitavelmente causou um severo choque aos evolucionistas. O peixe foi pescado pelo Capitão Hendrick Goosen que informou que o havia pescado perto de Chalumna River, no Oceano Índico.

O paleontologista J. L. B. Smith, do Rhodes University, Grahamstown, ficou surpreendido ao reconhecer no desenho o celacanto, porque era sabido que o celacanto havia sido extinto e apenas um fóssil para comprovar a existencia deste animal. Ele ainda afirmou que não poderia ficar mais surpreso se tivesse se deparado com um dinossauro vivo. No decorrer dos anos que se seguiam, foram apanhados 200 celacantos em diferentes partes do mundo.
 Foto de um celacanto fêmea em Moçambique, 1991
Os celacantos vivos revelaram quão longe puderam ir os evolucionistas na montagem de seus cenários imaginários. Contrariamente às alegações, os celacantos não tinham nem pulmão incipiente, nem cérebro mais desenvolvido. O que os pesquisadores evolucionistas designavam como pulmão incipiente nada mais era do que uma bolsa de gordura. Além do mais, o celacanto, que havia sido apresentado como "um candidato a réptil sendo preparado para a passagem do mar para a terra", na realidade era um peixe que vivia nas profundezas dos oceanos, e nunca havia chegado a menos de 180 metros de profundidade.
Celacanto de 1,78m e 98kg
Nota do blog Reflexões Sobre a Origem da Vida: Algumas perguntas ficam no ar e poderíamos perguntar: porque os celacantos, mesmo com 410 milhões de anos, continuam iguais até hoje? Deveriam ter evoluído com o passar do tempo, não era?

Americano é indenizado em US$ 7 mi por doença causada por pipoca

Um americano será indenizado em US$ 7,2 milhões (R$ 14,5 milhões) depois de alegar que desenvolveu uma doença conhecida como "pulmão de pipoca" por inalar manteiga artificial de pipocas de micro-ondas.

Um júri no Estado americano do Colorado decidiu a favor de Wayne Watson e determinou que a empresa fabricante das pipocas, Gilster-Mary Lee Corp., deve passar a colocar avisos em suas embalagens, dizendo que é perigoso inalar a fumaça dos pacotes.

Advogados da companhia argumentaram que os problemas de Watson teriam sido causados por anos de trabalho com produtos químicos de limpeza de carpetes. Ele desenvolveu problemas respiratórios em 2007, depois de comer pipoca regularmente, e deu início à ação na Justiça em 2008. "Pulmão de pipoca", grave forma de doença irreversível relacionada com a inalação de aromatizantes e condimentos, que constringe os bronquíolos do pulmão, dificultando a passagem do ar.

O veredito contra empresas fabricantes de pipocas de micro-ondas é o mais recente em uma série de casos, que incluem processos de funcionários de fábricas de pipoca que ficaram doentes. Os casos relacionam a inalação do diacetil, um dos ingredientes usados no produto para conferir o "sabor de manteiga", aos problemas de saúde.

Os jurados decidiram que a Gilster-Mary Lee Corp. é responsável por 80% da indenização. A rede de supermercados Kroger Co. foi considerada responsável pelos outros 20%. Watson já havia feito um acordo com a companhia produtora de aromatizantes FONA International Inc. "(A empresa fabricante) não fez nenhum teste para checar se o consumidor poderia estar correndo riscos", disse Watson ao canal de TV americano CBS.

A decisão favorável a Watson teve o auxílio do testemunho de Cecile Rose, a médica que o diagnosticou. Ela havia sido consultora para a indústria de aromatizantes e viu a mesma doença que Watson desenvolveu entre trabalhadores expostos ao químico, segundo a agência de notícias Reuters.

Fonte: Folha.com

Nós somos o futuro...

 Na história dos relacionamentos humanos, a regra sempre foi que populações locais ou vivendo próximos casassem entre si e gerassem descendentes. Isso propiciou populações com traços muito parecidos entre si, que foram identificadas como grupos étnicos específicos.

De acordo com Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolucionária em Yale, antes da invenção da bicicleta, a distância média, na Inglaterra, entre o local de nascimento de um homem e uma mulher que formavam um casal era cerca de 1.6 km.

Durante a segunda metade do século 19, bicicletas aumentaram para 48 km a distância média entre os locais de nascimento de membros de um casal. Padrões semelhantes foram verificados em outros países europeus. Desde que surgiram outras formas de se locomover com certa rapidez por grandes distâncias, no entanto, os horizontes do amor só aumentaram.

Stearns diz que globalização, imigração, difusão cultural e as facilidades modernas para viajar gradualmente homogeneizaram a população humana. Como traços recessivos dependem de duas cópias do mesmo gene para serem expressos, tais traços aparecerão mais raramente e traços dominantes serão a norma.

Tudo isso, claro, são hipóteses. É difícil afirmar se a miscigenação irá continuar e em qual ritmo. Barreiras culturais, xenofobismo e baixa taxa de migração podem frear esse processo.

Além disso, não é simples predizer como uma mistura de genes afeta a aparência física, mas segundo o biólogo John McDonald, a tendência é que os traços das pessoas sejam mais parecidos. A cor da pele e do cabelo médios do americano deverá escurecer levemente, e haverá menos pessoas com os cabelos e peles muito brancas ou muito negras.

A mistura genética em ação nos Estados Unidos está também ocorrendo em outras partes do mundo. E uma população forjada a partir da mistura de africanos, nativos americanos e europeus aparece como um arquétipo para o futuro da humanidade. Segundo Stearns, em alguns séculos todos estarão se parecendo com brasileiros. 

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Miraculosa vida das borboletas

[Trabalho de ciências de uma aluna do ensino fundamental realizado com minha ajuda] Quando olhamos uma simples borboleta sobrevoando em cada lugar, logo imaginamos que este inseto sempre foi desta forma: voadores brilhantes que vivem pousando em cada flor, dando assim uma graça maior na beleza da criação divina. Mas estas borboletas nem sempre tiveram esta forma, acreditem, antes estes insetos passaram por vários estágios de transformação até chegar ao formato final que todos conhecem, com asas coloridas ou com outras cores mais foscas. Estas transformações são chamadas de metamorfose.

A metamorfose de uma borboleta passa por três fases. Primeiramente, após o macho adulto fecundar a fêmea, ela em alguns dias, coloca o seu ovo. Com mais pouco tempo de sua postura, o óvulo irá se transformar em uma pequena larva, no qual se alimentará do próprio nutriente contido dentro do ovo. Ao animal sair da casca do ovo, ele se transforma em uma pequena lagarta que se alimentará dos nutrientes orgânicos espalhados por toda a natureza. E por fim, a lagarta crescerá de maneira tão rápida que automaticamente irá se preparar para sua última e espetacular etapa. Esta terceira transformação vai acontecer quando à própria lagarta se prepara para se imobilizar (ação conhecida como crisálida), ou seja, ela ficará totalmente encoberta no seu próprio casulo, onde dentro dele se transformará em uma linda e famosa borboleta.
Ariane Domingues

Com esta pesquisa escolar finalizada sobre o ciclo de vida das borboletas, pude perceber que a ‘vida natureza’ é muito mais fascinante e surpreendente do que imaginava, fazendo-me despertar ainda mais o interesse pelas aulas de ciências. Por que ao estudá-los, acredito que podemos conhecer um pouco mais da inteligência de Deus. Mas, o legal disso tudo é saber que nós seres humanos somos obra prima deste amoroso criador.

Ariane Domingues, estudante da 5º série do ensino fundamental pelo Colégio Universidade Infantil em Guanambi-ba.

Nota: Ariane só tem onze anos e começou a perceber em seus estudos que a vida não é tão simples assim. Sem dúvidas, os cientistas também concordam com ela, pois a vida deste inseto funciona quase de forma miraculosa, desafiando até mesmo as explicações evolucionistas que tentam afirmar que a sua origem veio do acaso e de forma gradual. Ao contrário de outros pesquisadores que acreditam que há planejamento inteligente na natureza. Pois, a ordem, a complexidade, os detalhes com suas diversidades de todas as maravilhas da criação não deixam dúvidas da existência de um grande projetista inteligente. O salmista no capitulo 19 verso 1 declara: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”[FN]

Metamorfose: A beleza e Design das borboletas



domingo, 16 de setembro de 2012

Vídeo finlandês questiona influência de pais alcoólatras para os filhos

Quão assustador você fica quando está bêbado?

Essa é a grande questão levantada pela organização finlandesa Infância Frágil (Lasinen Lapsuus), em uma campanha destinada a alertar pais sobre o uso responsável de álcool na presença de seus filhos.

A campanha destina-se a “ajudar os finlandeses a ser melhores pais”.

O vídeo traz essa mensagem cruamente: como seus filhos te vêem quando você está bêbado. Pode ser na forma assustadora de um assaltante mascarado, de um animal gigante ou um palhaço deformado, tudo encaixando a nova mensagem no imaginário infantil.

Nota do blog Realidade em foco: O vídeo é forte e chama a atenção para algo que infelizmente está se tornando comum em várias sociedades: o uso de bebida alcoólica cada vez mais cedo. Fala-se muito sobre os danos de drogas como cocaína e crack, principalmente no Brasil, mas quase nada sobre o álcool, que tem destruído mais vidas proporcionalmente. E quando falo em destruição de vidas, não me refiro apenas às mortes no trânsito, contudo à destruição de lares deixando um péssimo exemplo para as crianças. Cristãos que têm a Bíblia como regra de fé deveriam ser os primeiros a erguer a bandeira contrária à ingestão de álcool em qualquer medida e não procurar argumentos interpretativos na própria Palavra de Deus para justificar o uso de um pouco de álcool.

Há exemplos de Noé, Ló e de outros personagens que desagradaram profundamente a Deus em seu estado alterado por conta do álcool. As consequências, no caso de Ló, foram mais profundas, pois, embriagado, teve relações sexuais com as próprias filhas que deram origem a dois povos que foram dois dos maiores opositores ao povo de Israel posteriormente em sua trajetória à terra prometida.[FL]

Metade das jovens brasileiras pretendem seguir carreira científica

Metade das jovens brasileiras de 15 anos pretendem seguir carreira científica. 17,3% dos meninos imaginam ter profissões ligadas a engenharia, arquitetura ou computação. A informação é do relatório "Um Olhar sobre a Educação 2012" feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e divulgado no último dia 11.

Dentre os jovens brasileiros pesquisados, 46,1% pretende seguir alguma profissão relacionada à ciência. O índice é maior entre as meninas (50,6) que entre os meninos (40,3). O número é superior à média dos países da OCDE que mostra 33,2% dos jovens com pretensões científicas.

Outros 11% dos brasileiros imaginam seguir carreiras de engenharia, arquitetura ou computação. Entre os meninos, a profissão é mais popular: 17,3% deles contra 6% delas.

A área de saúde atrai a atenção de 24,1% dos jovens no Brasil, entre homens e mulheres, índice bastante superior à média em países da OCDE (13,6%). Nessa área, as mulheres lideram. 32% das brasileiras pretendem seguir profissão nessa área frente a 13,8% dos homens.

O quadro se repete mesmo quando são excluídas as funções de enfermaria ou de parteira: 29,5% das meninas querem seguir outras funções dentro da área de saúde, enquanto apenas 13% dos meninos se interessam pela área.

Fonte: uol 
 
Leia também: 9 em cada 10 homens com diploma universitário estão empregados, segundo aOCDE

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Brasil e China firmam acordo em nanotecnologia

O Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) e o Centro Nacional de Pesquisa em Engenharia de Nanotecnologia (NERCN) da China vão realizar pesquisas e desenvolver produtos com base na nanotecnologia em parceria. Na semana passada, o MCTI e o governo chinês firmaram um acordo que dividirá os benefícios das patentes geradas entre os dois países.

A proposta inicial é que os institutos desenvolvam projetos de pesquisa de longo prazo. Esses produtos são ligados ao meio ambiente, conservação de energia e redução de emissões, novos materiais como a biomassa para aplicação em energia, materiais funcionais como sensores para a saúde, além da aplicação de nanotecnologia na agricultura e na meteorologia.

De acordo com a Fundação Nacional de Ciência (NSF, pela sigla em inglês), o mercado que envolve nanotecnologia gera no mundo cerca de U$ 300 bilhões anuais. A expectativa é que o montante chegue a US$ 1 trilhão em 2015 e ao triplo desse valor em 2020.

O acordo de cooperação internacional com a China, segundo Adalberto Fazzio, assessor especial do ministério, é fundamental para o crescimento do Brasil. “Queremos desenvolver materiais que tenham funções eficientes. Com esse objetivo maior de produzir a riqueza você chega ao que é necessário, como gerar conhecimento, ter uma boa pesquisa, interagir com os empresários e estruturar laboratórios que possam dar uma dimensão de escala para os produtos”, afirmou.

Fazzio ressalta ainda, que o país asiático está formando uma grande quantidade de mão de obra especializada em áreas como engenharia, física e química, voltada à nanotecnologia, com a intenção de agregar valor à produção, e que o Brasil também deve se preocupar com a educação para ter destaque no setor.

Fontes: Gestão C&T online via CREA-BA

7º Encontro nacional de criacionistas

O encontro nacional de criacionistas é uma promoção do Núcleo de Estudo das Origens – NEO e  faz parte de uma longa tradição de eventos que tratam de temas relacionados ao criacionismo. O XII encontro pretende discutir, entre outros assuntos, a posição do criacionismo entre dois campos importantes do conhecimento humano, ou seja, a Ciência e a Religião.

                                                                   Palestrantes


                                              
Arthur Chadwick (Southwestern Adventist University – USA)

Tema: O que aconteceu com os dinossauros?

Tema: O que a tafonomia sedimentar revela sobre o tempo
   



Eduardo Lutz (Tools and Technologies - Brasil)

Tema: O Big Bang e a Criação





 


Frederik Moreira dos Santos (Universidade Estadual de Feira de Santana – Brasil)

Tema: Harmonizando crenças científicas e religiosas: algumas contribuições filosóficas
   



Leonard Brand (Loma Linda University – USA)

Tema: Criação: boa ciência e boa religião

Tema: O alcance e os limites da evolução

Marcos Nogueira Eberlin (Universidade Estadual de Campinas – Brasil)

Tema: Evidências de design inteligente na vida e no universo: do micróbio ao microbiologista
   






Nahor Neves de Souza Jr (Geoscience Research Institute – Subsede do Brasil)

Tema: O conhecimento científico: sua eficácia, limitações e incongruências






O evento será realizado no Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP, Campus SP, situado na Estrada de Itapecerica, 5859, Jardim IAE, São Paulo, SP. Está direcionado para Professores, líderes religiosos, pesquisadores, estudantes universitários e demais interessados.

Para maiores informações acesse: UNASP

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Viagem no interior da celula



Nota: Esta animação mostra como a informação digital codificada no DNA dirige a síntese de proteínas no interior da célula e oferece um olhar único para a evidência de design inteligente como descrito no livro Signature in the cell (Assinatura na celula) do Dr. Stephen C. Meyers.

Para mais informações, clique aqui!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dembski falou em 1998: o DNA “lixo” exibiria função

“Assim, do ponto de vista evolucionário, esperamos bastante DNA inútil. Se, por outro lado, os organismos são intencionalmente planejados, esperamos que o DNA, o tanto quanto possível, exibirá função. E, na verdade, as mais recentes descobertas sugerem que designar o DNA como ‘lixo’ meramente dissimula nosso conhecimento atual sobre função” (William Dembski, First Things, grifo meu).

Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCientífica:David Baltimore, biólogo molecular americano (prêmio Nobel em 1975, juntamente com Renato Dulbecco e Howard Martin Temin, pelas descobertas da interação entre os vírus de tumores e o material genético da célula), um dos biólogos moleculares mais famosos do mundo, afirmou: ‘A biologia moderna é uma ciência de informação.’

A teoria do Design Inteligente é uma teoria da informação, e deve ser analisada e julgada nesse seu aspecto teórico da informação complexa especificada, especialmente em biologia, pois a genômica tem confirmado a afirmação de Baltimore acima: a biologia é uma ciência de informação (Vide William Dembski, The Design Inference: EliminatingChance Through Small Probabilities, Cambridge, Cambridge University Press, 2000).

Quem mesmo, caras-pálidas, impede o avanço da ciência? Já em 1998, quase 15 anos atrás, teóricos do Design Inteligente se opunham ao konsenso da akademia sobre o DNA ‘lixo’.

Fui, nem sei por que, rachando de rir e querendo ver a cara de muitos mandarins da Nomenklatura científica tupiniquim, mais afeitos a escrever cartas e manifestos do que fazer ciência normal, e a cara tristinha da galera dos meninos e meninas de Darwin que, subitamente, ficou sem Darwin, ooops, sem pai nem mãe quanto a usar o DNA ‘lixo’ como argumento contra a teoria do Design Inteligente.

A ciência e a mentira não podem andar de mãos dadas, e os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar. E elas estão apontando para o Design Inteligente.

Descendência com modificação depois do ENCODE? Sou cético se essa especulação transformista ainda se sustentará!”

Fontes: Criacionismo via Desafinado a Nomenklatura Científica

Leia também: Pesquisadores comprovam: O "DNA lixo" tem funções operacionais - muito mais do que se pensava

Não permita que isso aconteça com seu filho



Fonte: Criacionismo

domingo, 9 de setembro de 2012

Pesquisadores comprovam: O "DNA lixo" tem funções operacionais - muito mais do que se pensava

Onze anos atrás, quando o primeiro rascunho de sequenciamento do genoma humano foi publicado, uma das maiores surpresas foi constatar que apenas 2% das 3 bilhões de "letras" químicas que o compõem correspondem a genes propriamente ditos - sequências chamadas "codificadoras", que carregam as instruções genéticas necessárias para a síntese de proteínas. Os outros 98% foram apelidados de "DNA lixo", por não ter função conhecida no organismo. Um apelido que sempre incomodou muita gente.

Agora, mais de uma década de ciência depois, chega a redenção. Mais de 30 trabalhos publicados simultaneamente em quatro revistas científicas de peso, incluindo Nature e Science, descartam em definitivo o apelido pejorativo, confirmando várias evidências acumuladas ao longo dos anos de que o "DNA lixo", na verdade, não é lixo coisa nenhuma. Os resultados, oriundos do projeto Enciclopédia de Elementos de DNA (Encode, na abreviatura em inglês, que significa "codificar"), indicam que mais de 80% do genoma humano têm algum tipo de função bioquímica operacional.

"Eu diria que o termo DNA lixo pode ser definitivamente jogado no lixo", diz a geneticista Mayana Zatz, coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP).

Dentro do que se chamava de lixo, os pesquisadores do Encode encontraram uma riqueza milionária de sequências chamadas reguladoras, que não codificam proteínas diretamente, mas interagem de alguma forma com o funcionamento dos genes. Algumas funcionam como interruptores, ligando-os ou desligando-os. Outras como um botão de volume, aumentando ou diminuindo a intensidade com que determinados genes se expressam em determinadas células, em determinadas situações.

É esse maquinário regulatório que permite ao ser humano ser uma espécie biologicamente tão complexa com "apenas" 20 mil genes - bem menos do que uma espiga de milho ou um grão de arroz. "O genoma humano é muito mais complexo do que imaginávamos", diz Mayana.

"O que eles estão confirmando é uma suspeita de muito tempo, de que essas sequências também têm um sentido biológico enorme", reforça Dirce Maria Carraro, diretora do Laboratório de Genômica e Biologia Molecular do Hospital A.C. Camargo. "É óbvio que elas não estão no genoma por acaso."

Os cientistas destacam a importância dos resultados para estudos clínicos que tentam relacionar mutações e outras formas de alterações genéticas à saúde. Milhares de alterações já foram identificadas que afetam a ocorrência ou a manifestação de doenças, mas a grande maioria não está nos genes (nos 2% do genoma que codificam proteínas), o que já era um forte indício de que o "DNA lixo" tinha alguma função relevante dentro das células - caso contrário, as mutações seriam inócuas.

Uma das teorias era de que o DNA lixo serviria como uma "zona de amortecimento", na qual mutações aleatórias poderiam se acumular ao longo do tempo sem maiores consequências para o organismo. Mas não. Os dados mostram que alterações nessas regiões reguladoras podem ser tão relevantes clinicamente quanto mutações nos genes.

"É uma quantidade imensa de informações. Vai demorar um pouco para darmos sentido prático a tudo isso", diz a pesquisadora. "Teremos de decifrar devagarzinho todos esses achados."

Segundo uma reportagem que acompanha os trabalhos na revista Nature, se todas as sequências genéticas produzidas pelo projeto fossem impressas numa escala de mil pares de bases por centímetro quadrado, o resultado seria uma pilha de papel com 30 quilômetros de comprimento e 16 metros de altura. Leitura suficiente para muitos e muitos anos de pesquisa.

Fonte: Estadão

Nota do blog Criacionismo: Lembra-se dos “órgãos vestigiais”? Alegava-se que eles seriam resquícios evolutivos de órgãos “deixados para trás”, sem função nos organismos modernos. Pois é, com o avanço da ciência, percebeu-se que eles têm funções, muitas vezes vitais! Lembra-se do tal “DNA lixo”? Pois é, mande essa expressão para o lixo da história da ciência. Os darwinistas alegavam que o ex-DNA lixo se tratava de “lixo” do processo evolutivo, sobras dos supostos milhões de anos de evolução biológica. Pois é, não era “lixo”. Com o avanço da genômica (ciência que tem se mostrado uma grande pedra no sapato dos evolucionistas por revelar complexidade específica além da imaginação), descobriu-se que, na verdade, o ex-DNA lixo é codificante, sim, senhor. O que falta a muitos cientistas, frequentemente, é humildade para admitir o que não sabem e bom senso para não empregar a teoria-explica-tudo [macroevolução] em toda e qualquer situação. Ponto para a ciência experimental!

Leia também: ENCODE: enterrou de vez a pseudociência do DNA "lixo" - Design Inteligente vindicado! e O DNA “lixo”, que virou “ouro puro”


Entenda melhor a estrutura do DNA neste infográfico!
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Salmão usa sofisicadas bússulas células. Ela é obra do acaso ou do Criador?

Como é que o salmão encontra o seu caminho desde o enorme oceano até ao mesmo local onde nasceu? Estudos demonstram que os peixes usam o seu apurado sentido de olfato para navegar, e desde logo, células quimio-receptores nos seus narizes detectam químicos específicos. Outros estudos demonstraram que o salmão e outros animais de alguma forma usam uma bússola interna. Os pesquisadores finalmente descobriram-no.

A bússola do salmão foi difícil de encontrar porque a mesmo é bastante pequena. As células individuais contém conjuntos microscópicos de cristais de magnetiteo mesmo mineral usado nas bússolas feitas pelo homem. Os cientistas isolaram-nos do resto do tecido do nariz do salmão e observaram-nos através dum microscópio.

Rodando um enorme campo magnético em volta do tecido, causaram que apenas as células de magnetite rodassem em sintonia. Eles escreveram o seguinte, no Proceedings of the National Academy of Sciences: "Observou-se que as células rodavam com mesma frequência que a frequência condutora do campo magnético externo."

Aparentemente, as células em redor das células que contém o magnetite detectam e transmitem os dados do ângulo de rotação para os nervos sensoriais que continuam até ao cérebro do peixe. O cérebro coordena a combinada informação química, magnética, e outra, permitindo ao peixe que navegue com sucesso.

Para além disso, apenas 1 em cada 10,000 células do tecido nasal do peixe continham magnetite e magneto-receptores. O autor-sénior do estudo, Michael Winklhofer (Universidade Ludwig-Maximilians em Munique), afirmou o seguinte à Live Science
 
"Se elas se encontrassem mais perto umas das outras, como as células foto-receptoras na retina ou as células capilares no ouvido interior, então elas interfeririam fortemente umas com as outras uma vez que as agulhas do compasso interno produziriam um campo magnético local que seria sentido pelas células magnéticas circundantes. Tal proximidade deterioraria o sentido magnético".2

As engenhosas e microscópicas células da bússola nunca chegariam a funcionar se não estivessem ordenadas da forma que estão entre as células

Agora sai a ciência, entra a teoria da evolução

Será que alguém alegaria que uma bússola totalmente funcional, possuindo já uma agulha rotativa, poderia alguma vez ser o efeito de forças não inteligentes? Aparentemente sim.

Um biólogo (e perito no comportamento magnético animal) da “University of North Carolina” afirmou à Live Science que, uma vez que outros animais parecem navegar com informação proveniente duma bússola interna, então também eles devem ter uma bússola semelhante ao do salmão. Dado isto, o biólogo sugeriu que outros tipos de magneto-receptores podem ter evoluído separadamente.

Reparem na lógica deste evolucionista: a única evidência que ele usa para a sua alegação de que “outros tipos de magneto-receptores podem ter evoluído separadamente” é o fato de existirem outros magneto-receptores. Só isso. Isto é o mesmo que alguém defender a evolução aleatória dos carros atuais usando como evidência a existência de vários tipos de carros.

Infelizmente para os crentes evolucionistas, não há a mínima evidência de que as bússolas biológicos evoluíram. Aliás, esta alegação – a de que as bússolas naturais são resultado dum mitológico processo evolutivo, e desde logo, construíram-se a elas mesmas, peça a peça, sem qualquer intervenção inteligente – ignora o fato do cerne irredutível da bússola não poder ser desprovido duma das partes sem que o todo deixe de operar.

Os cristais, a localização das células, os receptores entre as células, e o meio de comunicar os dados provenientes do magneto-receptor para o cérebro (para processamento) têm todos que existir ao mesmo tempo. E isso requer um designer – e não um designer qualquer mas Alguém com conhecimentos insondáveis de bioquímica, magnetismo, física, anatomia e hidrodinâmica.

De acordo com os dados disponibilizados pela ciência, ninguém melhor que o Deus da Bíblia está qualificado para ser o Criador do salmão e da bússola que ele carrega consigo.

Mas a melhor bússola que Deus criou não é aquela que se encontra nos animais, mas sim aquele que se encontra dentro do ser humano. Essa bússola , que invariavelmente aponta para o Senhor Jesus, indica-nos o caminho para a vida eterna mediante fé no Criador feito Homem. Para além da bússola interno que Deus criou dentro de todos os seres humanos, temos ainda a Bússola Escrita, a Bíblia, “à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça nos vossos corações” (2 Pedro 1:19).
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Mero acaso, fortuita necessidade ou 100% Design Inteligente? II


"Todos os dias, os cientistas estão descobrindo e inventando coisas que nenhum ser humano jamais viu antes. Nossa missão é dedicado a fazer essas descobertas visível, compreensível e convincente." Fonte: XVIVO NET

Nota: ... e nós do Ciência e Fé aproveitamos estas imagens para fazer você refletir e se perguntar: somos frutos do Mero acaso, fortuita necessidade ou 100% Design Inteligente?

Finalmente reconhecida a falência heurística da atual teoria da evolução

John Dupré
John Dupré é professor de Filosofia da Ciência e Diretor do Centro de Genômica CERS na Sociedade, da Universidade de Exeter.

[Artigo este traduzido pelo google tradutor] - Aqueles que acreditam que um ser sobrenatural criou o universo nunca ter posado um desafio intelectual à teoria evolucionista. Mas os criacionistas, se os fundamentalistas bíblicos ou crentes em "design inteligente", que representam uma ameaça para o pensamento científico. Na verdade, o gênio insidioso criacionismo reside na sua capacidade de reinventar evolução na sua própria imagem, como um sistema de crenças dogmáticas - e, portanto, a antítese da ciência.

Os criacionistas estão certos de uma coisa: ao contrário da impressão dada pela escrita popular muito sobre o assunto, a teoria da evolução está em crise. Mas este é um desenvolvimento positivo, pois reflete o progresso não-linear do conhecimento científico, caracterizado por aquilo que Thomas Kuhn descreveu em seu influente livro A Estrutura das Revoluções Científicas como "mudanças de paradigma".

Durante os últimos 70 anos, o paradigma dominante na ciência evolutiva tem sido a chamada "nova síntese". Amplamente divulgado nos últimos anos pela Oxford biólogo evolucionista Richard Dawkins, a nova síntese une teoria de Darwin sobre a seleção natural com a genética mendeliana, o que explica hereditariedade.

A atual crise na ciência evolucionária não implica a rejeição completa deste paradigma. Em vez disso, ela implica uma reorganização, major progressiva do conhecimento existente, sem comprometer os princípios fundamentais da teoria da evolução: os organismos vivos hoje desenvolvidos a partir de organismos significativamente diferentes no passado distante, organismos diferentes podem compartilhar ancestrais comuns, e seleção natural tem desempenhado um papel crucial neste processo.

Outros pressupostos, no entanto, estão sob ameaça. Por exemplo, na "árvore da vida" tradicional representação da evolução, os ramos sempre se afastam, nunca fusão, o que implica que a ascendência das espécies segue um caminho linear, e que todas as mudanças evolutivas ao longo deste caminho ocorrer dentro da linhagem está sendo rastreada. Mas um exame de genomas - particularmente os micróbios - mostrou que os genes que se deslocam entre os organismos distantemente relacionados são um importante catalisador da mudança evolucionária.

Além disso, a nova síntese assume que os principais motores da evolução são pequenas mutações geradas por acaso dentro de uma espécie. Mas a evidência recente sugere que as grandes alterações, causadas pela absorção de um pedaço de material genético estranho, pode ser tão significativa. Na verdade, a absorção de organismos inteiros - tais como as duas bactérias que formam a célula eucariótica primeiro (o tipo de célula mais complexa encontrada em animais multicelulares) - pode gerar grande e crucial mudança evolutiva.

Desestabilizador teoria evolutiva ainda é a crescente percepção de que muitos fatores, não apenas o genoma, determinam o desenvolvimento de um organismo individual. Ironicamente, como a descoberta da estrutura do DNA - inicialmente elogiado como o ato final no triunfo da nova síntese - levou a uma melhor compreensão do funcionamento genomas ", acabou enfraquecendo a crença em seu papel único na direção de desenvolvimento biológico. Aqueles que por muito tempo lamentou a omissão do desenvolvimento de modelos evolutivos - uma crítica de décadas feito sob a bandeira científica de biologia evolutiva do desenvolvimento ("evo-devo") - em conjunto com a insistência de que o desenvolvimento de organismos "baseia-se em uma grande variedade de recursos, ter sido inocentado.

Desenvolvimentos recentes na biologia molecular colocar o último prego no caixão do determinismo genético tradicional. Por exemplo, a epigenética - o estudo de alterações hereditárias do genoma que não envolvem alterações no código genético - está a aumentar. E os vários tipos de pequenas moléculas de RNA são cada vez mais reconhecidos como formando uma camada de regulamentação sobre o genoma.

Leia mais aqui: Project Syndicate

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: O ethos do artigo de Dupré é de um cientista desesperado em ver a sua teoria queridinha ir para a lata do lixo da História da Ciência. Culpados? Culpados de tudo isso são os criacionistas e a turma perversa do Design Inteligente que mostraram para a sociedade a falência epistemológica do Darwinismo no contexto de justificação teórica. Dupré, como os demais na Nomenklatura científica estão bufando de raiva por isso.

Queria ver a cara do Francisco Salzano, Sergio Danilo Junho Pena et al que escreveram carta ao presidente da Academia Brasileira de Ciências incomodados com o avanço do criacionismo e do Design Inteligente entre membros daquela organização científica, bem ver a cara dos que assinaram o Manifesto Ciência e Criacionismo da Sociedade Brasileira de Genética.

Na maior cara de pau, eles sempre se omitiram discutir ou falar publicamente sobre a crise heurística da Síntese Evolucionária Moderna, e que a revisão profunda necessária iria desaguar em uma nova teoria geral da evolução - a Síntese Evolutiva Ampliada - que pelas montanhas de evidências negativas não poderá e nem deve ser selecionista como deseja Dupré, e deve incorporar aspectos teóricos lamarckianos.

O nome disso é desonestidade científica. Pior ainda, esses barnabés são pagos com o nosso suado dinheirinho dos impostos. Como funcionários públicos devem sim, uma resposta à sociedade que, não somente tornou possível a educação, carreira acadêmica e pesquisas deles, paga seus salários. Mais transparência Srs. e mais humildade do alto de suas torres de marfim!!!

Darwin morreu! Viva Darwin!!!


Fontes: Project Syndicate Via Desafinado a Nomenklatura Científica

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Mero acaso, fortuita necessidade ou 100% Design Inteligente?

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Abertas as inscrições do IV Simpósio Internacional Darwnismo Hoje

Esta é a 4ª. edição do Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Essa série de eventos nasceu com o objetivo de se estudar e melhor conhecer as ideias de Charles Darwin, reconhecido como quem sistematizou e divulgou o conceito da evolução das espécies mediante a seleção natural e outros mecanismos evolucionários, bem como o atual status heurístico de sua teoria no contexto de justificação teórica nos dias de hoje.

Um grupo crescente de cientistas, filósofos e pesquisadores, alguns membros de Academias de Ciências, vêm apontando para a necessidade de uma reavaliação substancial da teoria da evolução para adequá-la às descobertas mais recentes que revelam a intrincada complexidade da vida no seu nível molecular. Entre eles estão pesquisadores que defendem o Design Inteligente, o conceito de que tal complexidade dificilmente teria sido originada ao acaso via seleção natural e que as evidências apontam para um propósito ou intencionalidade por detrás da origem da vida e de seu desenvolvimento.

O convidado internacional do IV Simpósio é Dr. Michael Behe, bioquímico norte-americano, professor de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia. Behe é famoso pelo seu argumento da complexidade irredutível em sistemas biológicos, um conceito que defende que algumas estruturas são muito complexas no nível bioquímico para serem adequadamente explicadas como resultado de mecanismos evolucionários não guiados e aleatórios.

Além de Dr. Behe, estão convidados renomados professores brasileiros para palestras e debates, entre eles defensores do evolucionismo darwinista e outros defensores do Design Inteligente.

Nosso alvo é lembrar que a Universidade, como o lugar do contraditório, deveria abrir espaço para ouvir teorias alternativas àquelas estabelecidas, pois é por meio do debate que avança a ciência para uma melhor compreensão da realidade que nos cerca.

Sejam todos bem-vindos.
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenziee

IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje
Conferencistas


Prof. Dr. Michael J. Behe – Possui doutorado em bioquímica pela University of Pennsylvania (1978). É professor de ciências biológicas na Lehigh University e pesquisador do Discovery Institute’s Center for Science and Culture. Além de mais de 35 artigos em periódicos bioquímicos, e editoriais em jornais e revistas de ampla circulação, ele já publicou três livros dos quais A Caixa Preta de Darwin (Jorge Zahar, 1997) foi muito resenhado e considerado um dos 100 livros mais importantes do século 20 de acordo com a revista National Review and World. Esse livro discute as implicações para o neo-Darwinismo do que ele chama de sistemas bioquímicos “irredutivelmente complexos”, isto é, com sistemas moleculares na célula que exigem múltiplos componentes a fim de funcionar.

Prof. Dr. Aldo Mellender de Araújo – (IB-UFRS, evolucionista). Possui graduação em História Natural (1967) e doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1973). Realizou estágios na University of Liverpool (1975) e na Cornell University (1976), sobre história da genética e evolução. Atualmente é professor titular do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IB - UFRS), atuando na área de história e epistemologia das idéias sobre evolução biológica.

Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin – (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela  Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional (IMSS) de Espectrometria de Massas. Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa buscar explicações científicas para a origem da vida. Já publicou mais de 350 artigos científicos com mais de 4 mil citações. Coordena uma equipe de diversos pesquisadores do Laboratório ThoMSon no Instituto de Química da UNICAMP e é hoje um dos cientistas brasileiros de maior destaque e produtividade (Prêmio Scopus-Capes 2008). A sua grande motivação para fazer ciência é ver nela uma oportunidade única de acesso, ao nível molecular, à mente do Criador; aos conceitos supremos de lógica e inteligência química que Ele utilizou para criar a Vida e o Universo.

Prof. Ms. Eduardo Rodrigues da Cruz  Bacharel em teologia pela Faculdade Teologia N.Sa. Assunção, São Paulo. Iniciou sua carreira como professor na PUC/SP em 1979, junto ao Depto. Teologia e Ciências da Religião. Em 1987 obteve o título de Doutor em Teologia pela Lutheran School of Theology at Chicago, em associação com a Universidade de Chicago. Realizou seu Pós-Doutorado no Institute for the Advanced Study of Religion na mesma instituição em 1993. Com vários livros, capítulos de livros e artigos em periódicos publicados, tanto em português quanto em línguas estrangeiras, tem também recebido vários auxílios da Fundação John Templeton. Participa regularmente de atividades acadêmicas no campo de Ciência e Religião, trabalhando atualmente sobre a noção de natureza humana, em recortes científico e religioso. É diretor do Centro Cardeal Arns de Estudos Interdisciplinares (CECREI) da PUC/SP.

Veja agora quem estará fazendo as Oficinas: Enézio E. de Almeida Filho, Gustavo Andres Caponi, Adauto J. B. Lourenço e Gildo M. dos Santos Filho.  

Para fazer a sua inscrição e ter mais informações sobre a programação do evento acesse: Mackenzie.

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