domingo, 26 de agosto de 2012

Drew Berry - Astonishing molecular machines: Impressionantes máquinas moleculares - Sorprendentes máquinas moleculares

"Mero acaso, fortuita necessidade ou 100% Design Inteligente? Darwin sequer explicou a variação genética no livro em que ele se propôs explicar a origem das espécies... Muito menos um sistema de comunicação molecular como este!!!" Enézio Filho

Evolucionistas tentam confirmar hipótese refutada há mais de 100 anos

“Cientistas britânicos recriam as moléculas que geraram a vida” – este é o título dum artigo recentemente colocado no Mail Online (Enoch, 2012). Um título tão presunçoso e corajoso certamente que agarra a nossa atenção, considerando que o mesmo deixa-nos com a impressão de que, contrariamente ao facto científico de que, na natureza, a vida biológica só pode surgir a partir da vida biológica, a abiogénese foi finalmente comprovada (Miller 2012). Infelizmente para os evolucionistas ateus, o artigo admite mais más notícias do que boas para a sua preciosa teoria. Continue lendo aqui...

domingo, 19 de agosto de 2012

Brasileiro é prata em Olimpíada de Química

Daniel Hara, de São Paulo, competiu com jovens de 72 países. Três estudantes do Ceará ganharam medalhas de bronze (Foto: Divulgação)

Agência FAPESP – O estudante paulista Daniel Arjona de Andrade Hara conquistou a medalha de prata na 44ª Olimpíada Internacional de Química (IChO, na sigla em inglês).

Hara já havia conquistado medalhas de ouro na Olimpíada de Química do Estado de São Paulo (OQSP-2012) e na Olimpíada Ibero-americana de Química de 2011.

A 44ª IChO 2012 foi disputada entre 21 e 30 de julho, em Washington, nos Estados Unidos, com a participação de jovens de 72 países.

Os demais membros da delegação brasileira, Gabriel Matheus Pinheiro, Ramon Gonçalves da Silva e Vitória Medeiros, todos do Ceará, retornam da 44ª IChO com medalhas de bronze.

Outros estudantes paulistas já haviam conquistado medalhas de bronze em edições anteriores: Tábata Pontes, na 43ª IChO 2011, na Turquia, e Jéssica Kazumi Okuma e André Silva Franco, na 42ª IChO 2010, no Japão.

Mais informações: www.icho2012.org

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Radiação causa deformidades em borboletas

 Ainda não se conhecem os efeitos sobre a saúde humana do acidente nuclear que afetou Fukushima, no Japão, no ano passado. Mas cientistas japoneses já flagraram deformidades ligadas à radiação em borboletas que vivem na área do desastre. Os efeitos, que incluem asas de tamanho desigual ou amarfalhadas, antenas com pontas duplas e olhos malformados, estão descritos em artigo na revista especializada Scientific Reports. A equipe liderada por Atsuki Hiyama, da Universidade das Ilhas Ryukyu, coletou borboletas da espécie Zizeeria maha. Elas são consideradas bons indicadores do estado do ambiente porque seu organismo é sensível a alterações ambientais.

Insetos que viviam nas vizinhanças do acidente foram coletados em maio e setembro de 2011 (o acidente ocorreu em março, quando os bichos estavam na forma de larva). Nas borboletas capturadas em março, já havia aberrações morfológicas leves, em 12% dos casos.

Alguns dos animais coletados foram então cruzados em laboratório, tanto entre si quanto com borboletas de outros locais. O que os cientistas viram foi um aumento gradativo das anormalidades ao longo das gerações – aumento que também se verificou com as borboletas coletadas mais tarde na natureza. Para os cientistas, os dados servem como sinal de alerta.

Fonte: Folha.com via criacionismo

Nota: Algo semelhante (porém induzido) ocorre com as moscas-das-frutas, investigadas há um século para se saber do que as mutações são capazes. Somando-se isso ao que aconteceu com as borboletas de Fukushima, podemos afirmar o que ocorre nas mutações: perdas e deformidades. Difícil imaginar como as mutações podem ser tidas pelos darwinistas como um dos “motores” da evolução...[Michelson Borges]

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Por que eu não sou um neo-ateu

Alguns ficam confusos com a minha posição quanto à religião. Alguns chegam a pensar que sou católico e quando digo que sou ateu se assustam. Isto porque não me engajo em militância ateísta, não me identifico com os “neo-ateus” e acho a antirreligião uma babaquice que vai contra os princípios de liberdade individual ao culto, à associação e à expressão.

Sou um ateu despreocupado. Não me preocupo se as pessoas adoram Javé, Allah, ou Iansã. Isto não é relevante para mim. Deuses não são relevantes para mim. Eu os desconsidero em toda e qualquer atividade cotidiana da minha vida. Penso que a religião é um hábito, uma tradição da maioria das pessoas, embora hajam aqueles que de fato tenham e vivam a fé.

Tive minha fase de contestação da religião e de “neo-ateísmo”, mas nunca tive uma oposição forte à “rebeldia” inicial por causa da educação que minha mãe, descrente, me deu. Por isso acho muito infantil o modo como se portam hoje ateus de mais de 20 anos na cara que parecem pré-adolescentes com oxiúros. Por isso listei dez razões para que você, ateu level 1, não seja um neo-ateu por muito tempo.[Continue lendo aqui]

sábado, 4 de agosto de 2012

13 “golpes de sorte” que permitiram o surgimento da vida na Terra

Não são poucos os astrônomos que dedicam tempo, energia e recursos em busca de evidências de vida em outros planetas espalhados pelas galáxias afora, e um número crescente de pessoas parece acreditar que não estamos sozinhos no universo.

Mas você só está hoje lendo este texto e respirando neste mundo graças a um intrincado conjunto de condições ambientais, e sem qualquer uma das quais este planeta seria tão deserto quanto qualquer rocha cósmica por aí.

Confira uma compilação de “acasos” que se juntaram para permitir a prosperidade dos seres vivos da nossa Terra: leia aqui!

Extinção de dinossauros foi súbita, reforça novo estudo

A análise de fósseis de dinossauros encontrados nas montanhas dos Pirineus, na fronteira entre França e Espanha, reforça a hipótese de que a extinção desses animais foi repentina e ocorreu, provavelmente, como consequência do impacto de um asteroide sobre a Terra. O estudo foi publicado na revista científica Paleo 3. A pesquisa foi feita em fósseis do fêmur de saurópodes, dinossauros herbívoros de cauda e pescoço longos, que andavam sobre as quatro patas. Na época da extinção – no fim do período Cretáceo, há 65 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] –, a região dos Pirineus fazia parte da chamada Ilha Ibero-Armoricana, um antigo arquipélago que existiu no sul da Europa. O resultado da análise desses fósseis mostra que esses saurópodes mantiveram sua diversidade até a extinção, o que indica que ela ocorreu de forma repentina e não gradual.

O estudo foi feito por especialistas espanhóis da Universidade de Zaragoza e da Universidade Autônoma de Barcelona, junto com cientistas franceses e italianos. Segundo eles, essa é a análise mais exaustiva já feita em fósseis do período Cretáceo porque há poucos lugares no mundo com um registro fóssil de dinossauros que coincide com essa época.

A maior parte da informação registrada até agora se baseava no abundante e bem conhecido registro fóssil de dinossauros do oeste da América do Norte, enquanto o que tinha acontecido no resto do planeta era bastante desconhecido.

Fonte: Veja

Nota do blog criacionismo: A teoria do asteroide até hoje é bastante controvertida, mas uma coisa parece estar se tornando consenso: os dinossauros morreram repentinamente. Além disso, quase sempre há indícios de água (“antigo arquipélago”) e outros fósseis apontam para morte por afogamento. Para o bom entendedor, essas evidências dizem muito...[Michelson Borges]

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Antes do alimento para a alma....

Nota: "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus". (Mateus 4:4)

Craig Venter deixa Dawkins de cabelo em pé

Nota do blog Desafiandoa Nomenklatura Científica: “A partir de 09:00:00, veja a negação de Craig Venter sobre a existência de uma Árvore da Vida – ‘There’s no tree of life’ [Não existe uma árvore da vida], e a reação de incredulidade de Richard Dawkins com esse questionamento! Aos 11:00, há uns estalos estranhos quando Dawkins vai rebater Venter. Não existe apenas um código genético! Demais, Venter!!! Alô, Francisco Salzano, Sergio Danilo Junho Pena et al, vocês vão escrever uma carta para quem agora? Alô, Sociedade Brasileira de Genética, vocês vão escrever um manifesto contra o Venter? Fui, nem sei por que, feliz da vida e rindo dessa ‘estudantada’ toda pelos nossos maiores luminares científicos que, alguns em fim de vida, poderiam ficar sem ter passado por esse papel juvenil! Ciência, senhores, se faz com evidências, e elas não estão corroborando as especulações transformistas de Darwin no contexto de justificação teórica, e isso é mantido mais pela camisa-de-força imposta sobre os cientistas para que não contrariem Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve. Será que foi realmente a maior ideia que toda a humanidade já teve, ou a ideia de Darwin não é assim uma Brastemp, no contexto de justificação teórica?”

Fonte:  Desafiandoa Nomenklatura Científica via Criacionismo

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