sexta-feira, 27 de julho de 2012

OBRA DO CRIADOR - Teias de Aranhas

As TEIAS de ARANHAS são conhecidas como o mais RESISTENTE dos BIOMATERIAIS.
Todavia, uma questão estava sem resposta: como uma solução protéica, dentro da aranha, se transforma numa fibra tão forte, onde as cadeias estão entrelaçadas e covalentemente unidas entre si?

A resposta apareceu em artigo INÉDITO desta semana: um grupo de químicos descobriu que, quando em solução nas glândulas da aranha, os polipeptídeos tem os grupos funcionais protegidos por grupos protetores inertes, que impedem a adesão intermolecular e fazem com que as proteínas se comportem como globulinas, enoveladas.

Mas, ao serem expelidas pelas glândulas, a solução recebe um suco de reagentes que clivam estes grupos protetores, ativam os grupos funcionais, e o processo de desnovelamento, adesão e construção da fibra ocorre espontaneamente.

Veja artigo COMPLETO GRÁTIS AQUI

 Fonte: Canal Fala Química

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Reabrindo a Caixa Preta de Darwin

A Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie promoverá o IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje nos dias 22 a 24 de outubro em seu auditório nobre, o Ruy Barbosa. Este ano o palestrante internacional será o conhecido Dr. Michael Behe.

Michael Behe é bioquímico norte-americano, professor-adjunto de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia. Inicialmente, ele aceitava os conceitos da teoria geral da evolução. Todavia, após leitura do livro de Michael Denton, Evolução, Uma Teoria em Crise, passou a questionar a teoria Darwinista. Mais tarde, Behe veio a acreditar que havia evidências, no nível molecular, de que os sistemas biológicos são "irredutivelmente complexos". Estes sistemas não poderiam, mesmo no princípio ter evoluído pela seleção natural e sim inteligentemente projetados. Estas evidências o levaram a entender que a única explicação possível e alternativa à teoria geral da evolução para a existência de tais estruturas era a intencionalidade inteligente com propósitos racionais e finalísticos, ao contrário da escalada aleatória da teoria da evolução.

Behe publicou o livro A Caixa Preta de Darwin, onde apresenta as suas idéias, e que se tornou um clássico do Design Inteligente. Este livro está esgotado, mas será republicado e lançado durante o evento no Mackenzie.

Estão convidados palestrantes evolucionistas para apresentar o lado do Darwinismo e interagir com Dr. Behe, como manda o ambiente universitário aberto ao contraditório e ao debate.

As inscrições ainda não estão abertas, mas já reserve em sua agenda, pois são limitadas as vagas

Fonte:O Tempora, O Mores

Planeta Terra


Cada quadro desse vídeo foi fotografado da Estação Espacial Internacional. Editado pelo fotógrafo Knate Myers.

Nota: "Ele estende o norte sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada. "(Livro de Jó Cap. 26 Ver. 7)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Brasiliana USP: Site disponibiliza 3 mil livros gratuitamente

O Brasiliana USP é uma biblioteca on-line que traz três mil publicações gratuitamente para o público em geral. A iniciativa é da Universidade de São Paulo (USP).

O acervo é composto por livros, imagens, documentos e manuscritos raros que foram doados à universidade pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Existem planos para aumentar a coleção para até 25 mil arquivos, o que incluirá as edições originais de Machado de Assis e Hans Staden.

O nome brasiliana é dado a coleções de livros e documentos cujo tema principal seja a história do Brasil. A meta do projeto da USP é, portanto, se tornar o maior acervo de arquivos sobre o País. Você pode conferir o site pelo endereço http://www.brasiliana.usp.br.

Fonte: Educação em Pauta

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Previsão científica feita em 1984 confirma Génesis e criação recente

O planeta Mercúrio fornece muitas pistas em favor da sua singular e recente criação. Por exemplo, a sua densidade e composição não estão de acordo com os modelos evolutivos planetários, e a geologia da sua superfície, bem como o seu campo magnéticos, estão demasiado activos para terem milhares de milhões de anos.1, 2, 3

Novos dados provenientes veículo espacial com o nome de MESSENGER — que tem estado a investigar a densa superfície de Mercúrio desde 2004 — confirmou outra previsão científica - feita há 28 anos atrás (1984) – baseada no modelo Bíblico.

O cientista criacionista D. Russell Humphreys descreveu o seu modelo e as suas previsões no Creation Research Society Quarterly (CRSQ), escrevendo que um dia mais tarde, os cientistas encontrariam magnetização remanescente nas rochas da crosta mercuriana. Na altura, o Dr Humphreys escreveu: "As rochas ígneas mais antigas de Mercúrio ou Marte têm que possuir uma magnetização natural remanescente, tal como as rochas lunares possuem.4"

“Remanescente” refere-se ao magnetismo prolongado ou duradouro (inglês: “lingering”). As rochas da crosta mercuriana capturaram algum do magnetismo planetário quando arrefeceram e solidificaram para aquilo que é hoje uma planície vulcânica no norte.

Segundo o modelo criacionista do Dr. Humphreys, os campos magnéticos planetários eram mais fortes imediatamente após terem sido criados a partir da água – há cerca de 6,000 anos atrás – e a sua força têm vindo a diminuir desde então.

Analisando as novas observações, 28 anos depois, quão acertadas foram as previsões do físico criacionista?

O magnetómetro da sonda espacial analisou o magnetismo das rochas vulcânicas da crosta mercuriana das regiões nortenhas do planeta, e os resultados, que foram apresentados na 43ª “Lunar and Planetary Science Conference” em Março de 2012, revelaram que Mercúrio tinha “um campo magnético residual” que provavelmente era “uma magnetização remanescente adquirida durante o período em que o campo magnético de Mercúrio se encontrava no lado oposto da polaridade, e provavelmente mais forte, que o campo magnético actual.” 5

Num fórum online criado para os cientistas criacionistas, (CRSnet), Humphreys escreveu: "Fico feliz pelo facto da magnetização da crosta de Mercúrio uma vez que está de acordo com mais uma das minhas previsões detalhadas no meu artigo de 1984 presente no artigo do CRSQ em torno dos campos magnéticos dos planetas. A parte que se referia a Marte foi cumprida há uma década atrás, e agora foi a vez da parte que se refere a Mercúrio.6"

O modelo criacionista de Humphreys – o modelo que apresentou as mais-tarde-cumpridas previsões em torno da magnetização de Mercúrio – assumiu a idade do universo inferida pela Bíblia, bem como assumiu as origens aquáticas do universo. 7, 8

Tal como as outras previsões que mais tarde se confirmaram, a crosta magnética de Mercúrio está de acordo com a Criação tal como Génesis a revela.

Fonte: Institute for Criation Research via Darwnismo

Nota do blog Darwnismo: Durante estes 28 anos muitos cépticos criticaram as suas previsões e gesticularam os seus dedos acusadores contra o Dr. Russ Humphreys. O tempo, esse eterno revelador, veio dar razão ao cientista ao mesmo tempo que refutou os crentes nos milhões de anos.

A questão agora é: uma vez que a ciência parece estar de acordo com a Terra Jovem, com que cara ficam todos os “Cristãos” que defendem que o universo tem “milhões e milhões de anos”?

Se a sua escolha pelo modelo naturalista em torno da idade do universo era consequência da sua aderência ao que eles pensavam serem “factos científicos”, será que eles irão, agora, mudar a sua opinião, confessar o seu pecado por terem duvidado de Deus, e proclamarem a Verdade da criação, tal como claramente revelada em Génesis e Êxodo 20:11?

Ou será que continuarão a acreditar nos mitológicos “milhões de anos”, apesar da ciência e da Bíblia mostrarem que a Terra é muito mais recente do que o tempo necessário para o processo evolutivo?

A minha crença pessoal é a de que eles – os “Cristãos ” que duvidam do que Deus disse em Génesis 1 e Êxodo 20:11 – continuarão a acreditar que o universo tem milhões de anos, independentemente das evidências, demonstrando assim que não era a ciência que os levava a escolher os milhões de anos e a rejeitar a Bíblia.

Em relação aos ateus evolucionistas, estes dados científicos não se ajustam à sua visão naturalista do mundo, e como tal os mesmos vão ser rejeitados como “conspirações criacionistas” ou “más interpretações”. É muito fácil ser-se evolucionista quando se rejeitam os dados da ciência.

Darwin, o último pilar do naturalismo, não está se sentindo muito bem...

 Pilares do Naturalismo: Freud está morto, Marx está morto, e Darwin não está se sentindo muito bem.

Para livrar a cara de Darwin por causa de suas especulações transformistas não serem confirmadas no contexto de justificação teórica, vem aí uma nova teoria geral da evolução que, pelas montanhas de evidências negativas, não será selecionista (contra Darwin) e deverá incorporar aspectos teóricos lamarckista (a favor de Darwin que se mostrou mais lamarckista do que o próprio Lamarck na sexta edição do Origem das Espécies): a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA.

Aguenta firme que a Nomenklatura científica somente irá anunciar esta nova teoria em 2020. Uma pergunta que não quer se calar - fomos ensinados nas universidades que a ciência abomina o vácuo teórico, então sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo biologia evolucionária??? Bola de cristal??? Tarô??? Búzios??? Uni, duni, tê???

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Então, se "a Psicologia não é ciência"... o Darwinismo é o que?

 De vez em quando aparece um artigo chamando os psicólogos a se explicar  a invocação do manto roxo da "ciência". Como explica Alex B. Berezow no jornal The Los Angeles Times, no último de tais artigos, as regras da ciência são estritas.

"A Psicologia não é ciência", ele afirma, "porque a psicologia frequentemente não cumpre os cinco requisitos básicos para que uma área seja considerada rigorosa cientificamente: terminologia claramente definida, quantificabilidade, condições experimentais altamente controladas, reprodutibilidade e, finalmente, previsibilidade e testabilidade".

Esses são, verdadeiramente,  os requisitos acordados da ciência? Algumas vezes vemos que eles são aplicados de modo semelhante ao design inteligente. Mas, estranhamente, parece que eles não são aplicados à biologia evolucionária, e especificamente ao neodarwinismo. Naquela área, as definições de termos frequentemente mudam dependendo da audiência ("evolução" mesmo sendo um exemplo). Quantificabilidade? (Como?) Condições experimentais altamente controladas? (Você está brincando.) Reprodutibilidade? (Mencione uma.) E, "finalmente, previsibilidade e testabilidade." Você pode ter um monte de tentativas de convencimento sobre este tópico, mas nenhuma precisão.


Parece que o termo "ciência" em si mesmo não é muito científico. Talvez Alex Berezow precise de alguns novos critérios pós-modernos, totalmente reducionistas que se aplicam quando for julgar as ciências daquelas que ele aprova, tais como a evolução darwinista, e outras que ele usa para aquelas, como a psicologia, que ele não aprova.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

segunda-feira, 16 de julho de 2012

GRANDES NOMES CRISTÃOS XL

Melvin Calvin (1911 - 1997)
Foi um bioquímico estadunidense. Foi agraciado com o Nobel de Química de 1961. Cientista célebre por seus estudos sobre a fotossíntese e por seu trabalho com determinadas plantas que produzem combustíveis, Calvin foi o responsável pela identificação do papel do carbono na fotossíntese.

“Quando tento discernir a origem dessa convicção, tenho a impressão de detectá-la na noção básica descoberta 2 ou 3 mil anos atrás e enunciada pela primeira vez no mundo ocidental pelos antigos hebreus; ou seja, que o universo é governado por um único Deus e não é o produto dos caprichos de muitos deuses, cada um governando seu próprio espaço segundo as suas próprias leis. Essa visão monoteísta parece ser o fundamento histórico da ciência moderna.” 

Nota: Conheça mais outros Grandes Nomes Cristãos aqui! [FN]

Dez problemas fundamentais da evolução darwinista

 Quais são os dez problemas principais com a evolução darwinista? Alguns meses atrás eu dei as minhas principais críticas da evolução darwinista que penso devem ser ensinadas nas escolas públicas. Todavia, os problemas com a evolução darwinista são muito mais profundos. Eis aqui meus dez problemas fundamentais com a evolução biológica e química: [Leia mais aqui]

Fonte: Evolution News, via Desafiando a Nomenklatura Científica

sábado, 14 de julho de 2012

Por que não se investe em Educação no Brasil?

Esta é a pergunta que não quer calar! Todo ano eleitoral é a mesma música, ouvimos as mesmas promessas de sempre: melhorar a educação e a saúde do Brasil e blá, blá, blá, blá... Promessas e mais promessas, mas por que não se investe em educação no país?

Hoje, chegamos a 100% das Universidades Federais de greve! Todas as universidades Federais estão em greve, é isso mesmo, todas! E muita gente ainda não sabe! E, além das 59 Universidades Federais, 36 dos 38 Institutos Federais e 18 dos 18 Cefets estão em greve parcial ou total. Conclusão: são dois milhões de alunos sem aula! Vale ressaltar aqui, no meu estado, a Bahia, hoje completa 95 dias que os professores estão também paralisados.

Abaixo, posto dois vídeos que talvez seja a resposta para minha pergunta... Vamos lá, espero que sirva de reflexão para todos nós!


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um ateu garante: “ateísmo é moda”

O funcionário público Rafael Schroder, 23 anos, por muito tempo frequentou a igreja apenas por causa dos pais, que queriam vê-lo participar da catequese, da eucaristia e da crisma. Apesar disso, ele sempre teve muitas dúvidas sobre a religião, até chegar o momento em que deixou de acreditar até mesmo na existência de Deus.

Nesta entrevista, concedida ao programa “Na Mira da Verdade”, Schroder conta sobre sua trajetória no ateísmo até chegar ao conhecimento de Jesus, e se tornar um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia na cidade Rio Claro, interior de São Paulo.

Na Mira da Verdade: Quando você se tornou ateu?

Schroder: Considerei-me um ateu a partir dos 16 anos de idade, quando me aprofundei na filosofia ateísta e passei a ver Deus como um fruto da fraqueza humana.

Na Mira da Verdade: Quais foram as questões que mais o inquietaram e o levaram ao ateísmo?

Schroder: Eu acreditava demais na ciência. Para mim, a ciência explicava tudo. Eu era e sou até hoje um apaixonado por assuntos astronômicos, gosto das ciências naturais, sempre filosofei muito sobre essas áreas. Enfim, gostava de pesquisar e entender tudo ao nosso redor e não trabalhava com a hipótese de haver um ser superior autor de tudo isso.

Eu tinha pavor de evangélico, pois acreditava serem todos “farinhas do mesmo saco”. Escândalos entre denominações religiosas, supostas aparições de Maria em vidros de janelas, pessoas que viam ou falavam com pessoas já falecidas, aparições de anjos, numerologia… Tudo isso era uma coisa só na minha cabeça e concluí que o ser humano estava chegando cava vez mais no fundo poço. Esses foram alguns fatores que contribuíram para reforçar a base que eu tinha para assumir uma postura ateísta convicta.

Na Mira da Verdade: Por que uma pessoa deixa de acreditar em Deus?

Schroder: Em minha opinião, o que leva uma pessoa a deixar de crer em Deus, além dos fatos que já mencionei, é a falta de conhecimento. Pior do que isso: não querer conhecer. Quem não crê ou não conhece a Deus adora colocá-lo “contra a parede”, e acusá-lo por todos os problemas de sua vida, da sociedade e do mundo, do passado e do presente. Responsabilizam Deus por tudo. O problema de muitos ateus (não a maioria) é ler um ou dois artigos na internet e já tirarem suas conclusões. O famoso “disse que me disse” chega a fazer do ateísmo uma moda. Outra postura que leva à descrença é se preocupar em conhecer apenas um ponto de vista, e não ter humildade para buscar e conhecer os demais. O ateu fica tão endurecido e convicto da sua versão da ideia que, quando vai analisar outro ponto de vista, já vai “armado” para discordar ou rejeitá-lo. Portanto, o endurecimento, normalmente, é a causa da descrença.

Na Mira da Verdade: Que argumentos são os mais usados pelos ateus para defender a própria visão de mundo?

Schroder: Falar sobre argumentos mais defendidos é difícil. Existem tantos tipos de ateus quanto existem diferentes denominações religiosas. Cada um defende seu ponto de vista de uma maneira diferente, e é difícil encontrar grandes grupos que tenham os mesmos argumentos.

É interessante perceber uma coisa: Quando você encontra pessoas com o mesmo argumento para defender a própria a visão de mundo, normalmente essas ideias já são influenciadas por outra, ou seja: muitos ateus são influenciados por obras de terceiros e não possuem uma conclusão particular. Sempre se baseiam em conclusões já existentes. É por isso que falo que ateísmo, para muitas pessoas, é mais uma moda do que uma decisão profunda do indivíduo.

Na Mira da Verdade: Como passou a acreditar em Deus?

Schroder: Tive experiências que só quem já foi ateu (e hoje acredita) é capaz de entender a intensidade do “choque” que levamos. Mas, o primeiro passo para acreditar em Deus foi tomar a atitude de sair do circulo vicioso dos argumentos para a inexistência dEle, e conhecer outro ponto de vista totalmente oposto, na tentativa de encontrar o porquê de eu não crer na divindade. Penso que isso foi fundamental.

Acredito que a maior parte dos ateus adota exatamente essa postura de “não estar disponível” para reciclar os próprios conceitos. Eles se intitulam ateus, mas nem se quer foram conhecer a Bíblia antes de formarem solidamente a própria opinião. Tecnicamente, isso seria o pré-conceito, ou seja, tiram conclusões de algo sem o conhecer verdadeiramente.

Na Mira da Verdade: Que argumentos racionais o convenceram que Deus é real?

Schroder: Particularmente, não precisei chegar aos argumentos para me convencer da existência do Criador. As experiências pelas quais passei foram marcantes. Na época que eu era um descrente, se uma pessoa me contasse as mesmas experiências que vivi, eu a chamaria de louca e fanática. Entretanto, para mim, os argumentos da existência de Deus estavam bem “debaixo do meu nariz”, mas, infelizmente, eu sempre havia recusado enxergá-los.

Olhe para o céu e imagine quão grande é o universo e que, mesmo assim, você não chegará “nem perto de ter a noção” do tamanho disso. Há incontáveis galáxias, estrelas, planetas. Em um lugarzinho do espaço, um pequenino planeta como o nosso abriga muitas formas de vida, umas diferentes das outras e, no meio de todo esse infinito, será que nós seríamos os únicos “abençoados” com a capacidade de amar? Para mim, Deus é a razão de toda a existência e tudo o que existe é a prova da existência dEle. Acredito que se não há Deus, então só nos resta o desespero.

Na Mira da Verdade: Conte-nos sobre algumas dessas experiências que o levaram a abandonar o ateísmo.

Schroder: Aconteceram coisas muito fortes comigo, e costumo testemunhar a respeito sempre quando tenho a oportunidade de falar para os amigos que já estão em Cristo. Porém, quando se trata de contar para um ateu, me preocupo como irei falar ou até se testemunharei ou não, pois normalmente o ateu não recebe bem esse tipo de experiência. Antes, quando ouvia sobre histórias sobrenaturais, eu duvidava da pessoa ou simplesmente não atribuía intervenção divina ao fato.

Por causa dessa dificuldade dos ateus em aceitar experiências que não sejam observáveis de maneira natural, não darei todos os detalhes, mas, o farei noutra oportunidade, se as pessoas quiserem saber mais sobre minha história.

Algumas vezes ouvia pessoas que estavam desempregadas e precisavam de um emprego. Elas afirmavam ter orado antes da conquista do emprego. Para mim, aquela pessoa só tinha conseguido emprego porque procurou e porque “quem procura acha.” Outro testemunho que ouvia muito era o de pessoas que estavam enfermas, mas depois de perseverarem em oração, ficaram curadas. Histórias como essas é que não conseguia aceitar, pois acreditava ser aquilo apenas obras de circunstâncias favoráveis à situação. Certamente, a grande maioria dos ateus pensa dessa forma também.

As primeiras boas experiências aconteceram quando comecei a estudar a Bíblia através de vários artigos, com os quais comecei a mudar meus pontos de vista, como por exemplo, a crença que eu tinha de que “se Deus existe, então ele [o Deus da Bíblia] é um psicopata”.

Através de vários materiais esclarecedores que encontrei na internet, acabei descobrindo a razão de milhares de mortes nos tempos bíblicos e que na verdade, psicopatas eram aqueles que foram mortos. Ao conhecer algumas práticas desses povos que foram exterminados, fiquei chocado, por exemplo, com a prática comum de sacrifícios humanos ao deus Baal.

Os sacrifícios ocorriam quando chegavam épocas de estiagem, aquele povo atribuía à ira daquele deus mitológico. Na tentativa de agradá-lo, era comum que as pessoas queimassem vivos os filhos primogênitos. Não eram diferentes os rituais aos deuses Moloque e Mamom. Moloque, por exemplo, era adorado com a chocante prática da prova de fogo (Dt 18:10).

Em tais rituais da “prova de fogo”, recém-nascidos eram passados em brasas e, caso eles não se queimassem, isso era “indício” de que eles tinham sido “aceitos” por Moloque. Se o mais provável acontecesse, tais crianças eram atiradas vivas de penhascos ou mortas ali mesmo, durante o ritual.

Para mim, conhecer a razão da fúria de Deus foi um verdadeiro “tapa na cara”. Sentimentos como esse é que começaram a derrubar as ideias superficiais e sem sentido do ateísmo em mim. Não tive provas da existência de Deus até aquele momento, mas comprovei Sua lealdade e tolerância para conosco.

Tempos depois, enquanto prosseguia nos estudos e conhecia a fundo o que eu não conhecia, fui notando a Bíblia não falava só de Deus, mas também possui um vasto e profundo estudo da natureza humana. Foi por isso que noutro dia, ao comentar o artigo do Prof. Leandro Quadros, intitulado “Nenhum ateu pode ser bom sem Deus”, eu havia afirmado ter me identificado com o conteúdo, pois, em meus estudos, já havia descoberto que o ser humano possui uma Lei Moral intrínseca.

Foram os estudos sobre a nossa natureza, incluindo as orientações dietéticas da Bíblia, que me prenderam, pois tendo gostado muito de tais princípios, comecei a praticá-los, guardá-los e a sentir os bons resultados em minha saúde física e mental.

Porém, a vida não é um mar de rosas. Havia noites que não conseguia dormir direito de tão atribulado que ficava com o dia que passara, e em uma dessas noites, finalmente cedi e fiz a minha primeira oração sincera. Assim como a Bíblia me ensinou, confessei meus erros a Cristo e pedi renovação para meu coração.

Naquela noite fria no mês de junho de 2011, clamei por socorro. Lembro-me que após a oração, senti uma tranquilidade e alívio tão grande como se tivesse desabafado para alguém real, em seguida, me cobri e rapidamente peguei no sono.

Na Mira da Verdade: Você acredita que a fé é algo cego ou existe racionalidade nela?

Schroder: Sobre a fé, eu gostaria que todo ateu pudesse compreender que a fé é um tiro certeiro no escuro. A questão não é “se nós vamos acertar”, mas, se vamos atirar. Se atirarmos, acertamos. Se não atirarmos, esse já é o erro em si.

Na Mira da Verdade: Ao fazer retrospectiva, você consegue afirmar que sua vida ao lado o Deus Invisível, é melhor que antes?

Schroder: Sem dúvidas. Inicialmente passei por dificuldades, mas elas acabaram me mostrando a fidelidade de Cristo para comigo. Os obstáculos apenas me fizeram conhecer ainda mais a Deus. Por isso, não me arrependo de nada e posso garantir a qualquer um que com humildade e coração aberto, poderá viver dias intensos  se apenas deixar que a palavra e o ensino de Deus entrem em seu coração.

Se eu disser que todas as dificuldades acabaram, estaria sendo hipócrita. Até hoje, continuo passando por momentos em que Deus aparentemente se ausenta, mas cada vez que ele “volta”, traz novas e boas experiências… É a caminhada árdua de alguém que procura ser um bom cristão. É gratificante. Para mim, é estranho afirmar se valeu ou não apena, mas digo que o sentimento é como se tivesse voltado para meu confortável e consolador abrigo, que é Cristo. Deus sabe a montanha que tirei das costas por simplesmente ter aceitado essa nova realidade.

Na Mira da Verdade: Que recado você tem para os ateus que estão lendo essa entrevista?

Schroder: Durante minha conversão, estudei a Bíblia por conta própria, com o coração aberto a novas verdades. Quando não cremos, a nossa mente insiste em rebater cada palavra lida, porém, gostaria que cada ateu fosse à Bíblia sem preconceitos e pudesse compreender que a vida é muito mais do que nascer e morrer.

As experiências que vivi me convenceram que existe um Deus. E por que eu tive essas experiências? Tive-as porque fui um ateu que resolveu dar um salto de fé. Deixei entrar no coração tudo o que sempre mantive do lado de fora. Por uma vez, procurei conhecer tudo o que eu não conhecia: Deus. E muito aquilo que conhecia, quando ateu, hoje não reconheço mais como verdade.

Amigo ateu: aconselho que também dê esse salto de fé. Pegue a Bíblia e artigos que a expliquem cientificamente, (que fazem uso das regras de interpretação do texto), e tente compreender a razão de existir dessas escrituras. Procure entender a mensagem central que ela passa para nós e a “moral da história” que ela transmite.

Se tiver dificuldades, saiba que também passei por muitas, assim como vários outros ex-ateus que superaram seus obstáculos. Porém, saiba que não estamos desamparados. Deus oferece inúmeros métodos para conhecê-Lo. Se você está acessando esse blog, saiba que isso já pode ser um passo para ter algum conhecimento sobre a divindade. Meios não faltam para isso. Só o que falta agora é você ter a simplicidade e humildade de vir conhecer da maneira profunda algo que ainda não conhece.

 [Lembre-se, amigo(a) internauta, do seguinte pensamento de Rafael Schroder: “A fé é um tiro certeiro no escuro. A questão não é se nós vamos acertar, mas sim, se vamos atirar. Se atirarmos, nós acertamos. Se não atirarmos, esse já é o erro em si.” – LQuadros].

Fonte: Na Mira da Verdade

terça-feira, 10 de julho de 2012

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXXIX

Sir Ghillean Prance (1937 -) é um botânico britânico. Ex-director dos Jardins Botânicos Reais de Kew em Londres (1988–1999), e durante oito anos liderou expedições botânicas à Amazónia.

“Acredito há muitos anos que Deus é o grande arquiteto por trás de toda a natureza [...] Todos os meus estudos científicos a partir daquele tempo confirmaram minha fé. Considero a bíblia como minha principal fonte de autoridade.”


Nota: Conheça mais outros Grandes Nomes Cristãos aqui! [FN]

Google usa 16 mil chips para simular cérebro humano

O Google X, laboratório secreto comandado pelo fundador do Google Sergey Brin, é conhecido por desenvolver carros sem motorista e óculos de realidade aumentada. Agora, vem à tona outro dos projetos mirabolantes de Brin e sua turma. Eles montaram uma rede de mil computadores, totalizando 16 mil núcleos de processamento, para simular o cérebro humano. E a primeira tarefa dessa rede neural foi identificar gatinhos em vídeos do YouTube. O experimento foi primeiro revelado pelo jornal New York Times. Mas o trabalho pode ser conhecido em detalhes por meio de um artigo acadêmico disponível no site da universidade de Cornell. Trata-se da maior rede neural já construída. O desafio era criar um sistema capaz de aprender a identificar imagens sem que fosse necessário ensinar a ele os critérios exatos para essa identificação.

O sistema processou 10 milhões de imagens obtidas de cenas escolhidas aleatoriamente em vídeos do YouTube. Ele mostrou-se capaz de determinar quais delas continham gatos e outros objetos. O mais interessante é que a rede aprendeu sozinha como reconhecê-los. “Nunca dissemos ao sistema, durante o treinamento, ‘isto é um gato’”, disse ao New York Times Jeff Dean, um dos responsáveis pelo experimento.

Trata-se de uma abordagem de força bruta. O enorme poder computacional foi empregado para permitir que, apenas analisando as imagens, os computadores aprendessem a classificá-las em função dos objetos, pessoas e animais contidos nelas.

A turma do Google X encarregou o sistema de identificar 20 mil categorias diferentes de objetos. As imagens não continham rótulos e nem legendas indicando seu conteúdo. O índice de acertos foi de 16%, o que representa uma melhora de 70% em relação a resultados obtidos anteriormente em experimentos similares.

A rede neural do Google X comprova que, com recursos computacionais suficientes, as máquinas podem aprender sozinhas. As aplicações práticas disso podem ser muitas, incluindo áreas como reconhecimento de voz e tradução. É uma tecnologia que vai se tornar muito mais atraente quando a evolução tecnológica permitir colocar o poder daqueles 16 mil núcleos de processamento em alguns poucos chips.

Fonte: Info via criacionismo

Nota: Usando a melhor tecnologia disponível hoje, os pesquisadores conseguiram simular apenas uma função do cérebro humano (reconhecimento de formas), com um índice de acerto de apenas 16%. Como se pode ver, estão muito longe de imitar a eficiência do mais complexo pedaço de matéria (com apenas 1,5 kg) do Universo. De qualquer forma, essa pesquisa mostra que, mesmo para imitar de longe um órgão humano, é preciso muito design inteligente.[Michelson Borges]

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A partícula sem Deus

 O mundo científico ficou agitado na primeira semana de julho. O Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN) anunciou, no dia 4, de manhã, em Genebra, a descoberta de uma partícula totalmente nova que pode ser o famoso bóson de Higgs, entidade subatômica cuja procura já dura quase 50 anos e que também ficou conhecido como Partícula de Deus. A nova partícula apresenta, em primeira análise, características de massa e comportamento previstas para o bóson de Higgs pelo chamado Modelo-Padrão, a “tabela periódica” da física das partículas.

A matéria sobre o bóson, publicada por um site brasileiro de divulgação científica, termina assim: “Sejamos gratos aos cientistas que descobriram mais uma parte misteriosa da natureza sem a qual nada do que conhecemos hoje existiria, nem sequer nós mesmos.” Assim, atribuem a criação do Universo a uma partícula, não ao Criador de todas as partículas. O site agradece aos cientistas e à partícula, apenas. Por isso, o certo seria chamá-la, do ponto de vista dessas pessoas, de Partícula Sem Deus.

A importância do bóson de Higgs, segundo os físicos, está em sua capacidade de conferir massa às demais partículas. É mais ou menos como uma pessoa que nada em uma piscina e sai dela molhada. As partículas, ao atravessar o “mar de bósons de Higgs”, saem dele com massa. Como isso acontece? Aí você terá que perguntar a um físico... De qualquer forma, a despeito das interpretações filosóficas, as pesquisas realizadas no LHC (Grande Colisor de Hádrons) têm sido muito importantes para entender o mundo das partículas subatômicas.

O press release sobre a descoberta procura arrefecer um pouco os ânimos. Diz o texto: “O próximo passo será determinar a natureza precisa da partícula e seu significado para nosso entendimento do Universo. [...] Toda a matéria que podemos ver parece não ser mais de 4% do total. Uma versão mais exótica da partícula de Higgs pode ser uma ponte para entender os 96% do Universo que permanecem obscuros.”

Podemos ver apenas 4% da matéria do Universo. 96% dele permanecem como um mistério para os cientistas. Isso nos dá uma ideia do quão pouco conhecemos sobre o Universo e a realidade que nos rodeia e deveria inspirar muita humildade aos cientistas.

A descoberta do bóson tem 4,9 sigmas de significância. Esses “sigmas” medem a probabilidade dos resultados obtidos. O valor de 4,9 sigmas representa uma chance menor que um em um milhão de que os resultados sejam mera coincidência. Por isso, os cientistas consideram esse número como uma confirmação da descoberta.

Curiosamente, as chances de que o Universo (com suas leis e constantes finamente ajustadas) tenha “surgido” por acaso e de que a vida tenha “aparecido” a partir de matéria inorgânica são ainda menores do que um em um milhão. Mas os cientistas darwinistas encaram essa improbabilidade como fato!

Resumo da ópera: é muitíssimo improvável que o Universo tenha surgido por acaso e conhecemos muitíssimo pouco desse Universo (4%). Logo, não deveríamos excluir a possibilidade de design inteligente na criação do cosmos. Se os números e as evidências factuais não nos falam contrariamente a essa conclusão, o naturalismo se trata unicamente de uma filosofia adotada por qualquer outro motivo que não o que seria oferecido pela ciência experimental.

Entender as partículas – e tudo o que nos rodeia – é uma aventura e tanto do conhecimento e é algo que deve sempre ser estimulado e promovido. Mas por que negar, baseado em opiniões e vontades, a existência do Criador das partículas e do Universo? (Michelson Borges)

Fonte: criacionismo

Leia também: Entenda o que Deus tem a ver com o bóson de Higgs e Porque o bóson de Higgs dá sentido ao universo [partícula de Deus]

domingo, 1 de julho de 2012

Tartarugas fossilizadas: Evidência em favor do Dilúvio de Noé

 E, como foi nos dias de Noé, assim será, também, a vinda do Filho do homem. Mateus 24:37

A palavra “excitação” não qualifica de modo exaustivo o evento. Os órgãos de informação anunciaram as “tartarugas em acasalamento” antes mesmo do artigo científico estar oficialmente disponível online.

O depósito fóssil de Messel Pit – Alemanha – forneceu já uma multitude de tesouros fósseis mas o anuncio da descoberta de vertebrados fossilizados em copulação era o sonho de qualquer editor informativo. Até a BBC deu publicidade à notícia com o título “Tartarugas fossilizaram num abraço sexual“.

Note-se que não foi só um par de tartarugas aquáticas que foram encontradas mas sim nove.

Do ponto de vista evolutivo, é fácil entender a excitação dos cientistas e dos órgãos de informação evolucionistas. Tendo como base o seu paradigma naturalista, é surpreendente que fóssil algum tenha sido encontrado – mais surpreendente ainda se forem encontrados 9. Como o pesquisador de renome Walter Joyce (Universidade de Tübingen – Alemanha) devaneou “não há razão alguma para se entrar no registo fóssil quando se está a acasalar.“

Se o paradigma uniformista evolutivo – que envolve milhões de anos de processos lentos e graduais – está correcto, então Walter tem razão no que diz. Tal como Joyce disse à LiveScience:

As probabilidades de ambos os parceiros morrerem exactamente na mesma altura são altamente baixas; as chances de ambos serem posteriormente preservados como fósseis é ainda mais baixas.

Por outro lado, tal como tem sido dito pelos cientistas criacionistas, as evidências fazem muito mais sentido à luz da descrição Bíblica da História. Estes nove pares de tartarugas são melhor entendidos como um legado dum enterramento rápido durante o Dilúvio de Noé.

Primeiro: note-se que os fósseis foram descritos como muito bem preservados: “espécimes fósseis incríveis“, “fósseis verdadeiramente excepcionais“, tais como todos os outros “milhares de extraordinariamente bem preservadas criaturas fósseis retiradas de Messel Pit”— fósseis conhecidos por serem “extraordinariamente bem preservados . . . [por exemplo] insectos e penas que possuem ainda indícios das suas cores originais.“

Segundo: note-se que estas tartarugas, identificadas como Allaeochelys crassesculpta, nas palavras do pesquisador Walter Joyce “teriam uma aparência similar a dos seus relativos vivos mais próximos, a tartaruga com nariz de porco (Carettochelys insculpta) da Nova Guiné e da Austrália, mas um bocado menor.” Isto é precisamente o que o artigo da Creation magazine reportou sobre as tartarugas.

Dito de outra forma, apesar dos alegados 47 milhões de anos terem entretanto passado desde a fossilização, as tartarugas são virtualmente idênticas às tartarugas actuais, isto é, não houve evolução.

Na verdade, o verdadeiro tempo decorrido desde que estas tartarugas foram enterradas rapidamente é de ~4500 anos – isto é, começando a contar desde o Dilúvio de Noé.

Terceiro: apesar das alegações evolucionistas de que “é raro um animal morrer e fossilizar-se enquanto está envolvido num comportamento“, a sua própria documentação está repleta de tais exemplos. Por exemplo, peixes que fossilizaram enquanto tinham presas na sua boca, e dinossauros que fossilizaram enquanto lutavam ou enquanto chocavam os ovos nos seus ninhos.

Devido a este acumular de evidências contraditórias não é de admirar que muitos paleontólogos se estejam a afastar do uniformitarianismo (“o presente é a chave do passado”) e estejam de modo crescente a invocar cenários catastróficos. No entanto, e como forma de manterem os seus empregos, prestígio profissional e financiamento, eles estão proibidos de invocar o Dilúvio de Noé como o tal evento catastrófico.

No caso destas tartarugas, o cenário preferido por Joyce e os seus colegas é o das mesmas terem sido preservadas num lago vulcânico.

As tartarugas acasaladoras dizem-nos que a superfície das águas do lago Messel eram suficientemente hospitaleiras para permitir que as tartarugas lá vivessem e lá acasalassem, mas os animais poderiam morrer acidentalmente quando – durante o acasalamento – se afundassem nas relativamente superficiais e venenosas camadas subsuperficiais.
 
Muitos animais entram num estado de transe quando estão a acasalar ou a colocar ovos, e é inteiramente possível que estas tartarugas simplesmente não se tenham apercebido que estavam a entrar em águas venenosas até que já era tarde demais.

Esta é inequivocamente uma criativa “estória” mas, e como é normal na teoria da evolução e nos milhões de anos, há falhas fatais. A Nature cita um estudante de paleontologia na Universidade da Carolina do Norte, Edwin Cadena – em processo de doutoramento – que considera plausível a explicação de Joyce para as tartarugas, mas insuficiente para explicar os outros fósseis encontrados no mesmo local.

A noção do lago estratificado funciona para o que aconteceu às tartarugas mas não funciona tão bem para outros fósseis encontrados em Messel, tais como morcegos, áves ou mesmo outros mamíferos.

Se as camadas superiores eram inóspitas, pergunta Cadena, o que é que causou a morte das áves e dos mamíferos terrestres? As tartarugas são apenas uma parte do mistério em decurso.  (Switek, B., Sex locked in stone, Nature doi:10.1038/nature.2012.10850, 20 June 2012.)

Na verdade, mesmo que nenhum outro animal tivesse sido achado fossilizado em Messel, a explicação de Joyce nem para as tartarugas funcionaria uma vez que seria preciso acreditar numa misteriosa ordem de eventos que se abateu sobre os nove pares de tartarugas, e que todos os nove pares tivessem sido protegidos da decomposição e da predação. Quais são as probabilidades disso ocorrer no mundo natural?

Fonte: Creation via Darwinismo

Nota do blog Darwnismo O contínuo “mistério fóssil” é facilmente explicável se olharmos para Génesis como o relato de eventos históricos – e não “mitos” ou “alegoria”. As evidências em favor do cataclismo com a duração dum ano que a Bíblia descreve encontram-se ao nosso redor, e por baixo de nós.

A melhor explicação para estas tartarugas que fossilizaram enquanto acasalavam é a subterração rápida após um dos muitos eventos catastróficos sedimentários que ocorreram durante o Dilúvio global descrito na Palavra de Deus. Que pena que muitos Cristãos ainda estejam do lado errado da ciência e da Verdade Bíblica.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca. E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem. Mateus 24:38-39

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