sexta-feira, 27 de julho de 2012

OBRA DO CRIADOR - Teias de Aranhas

As TEIAS de ARANHAS são conhecidas como o mais RESISTENTE dos BIOMATERIAIS.
Todavia, uma questão estava sem resposta: como uma solução protéica, dentro da aranha, se transforma numa fibra tão forte, onde as cadeias estão entrelaçadas e covalentemente unidas entre si?

A resposta apareceu em artigo INÉDITO desta semana: um grupo de químicos descobriu que, quando em solução nas glândulas da aranha, os polipeptídeos tem os grupos funcionais protegidos por grupos protetores inertes, que impedem a adesão intermolecular e fazem com que as proteínas se comportem como globulinas, enoveladas.

Mas, ao serem expelidas pelas glândulas, a solução recebe um suco de reagentes que clivam estes grupos protetores, ativam os grupos funcionais, e o processo de desnovelamento, adesão e construção da fibra ocorre espontaneamente.

Veja artigo COMPLETO GRÁTIS AQUI

 Fonte: Canal Fala Química

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Reabrindo a Caixa Preta de Darwin

A Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie promoverá o IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje nos dias 22 a 24 de outubro em seu auditório nobre, o Ruy Barbosa. Este ano o palestrante internacional será o conhecido Dr. Michael Behe.

Michael Behe é bioquímico norte-americano, professor-adjunto de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia. Inicialmente, ele aceitava os conceitos da teoria geral da evolução. Todavia, após leitura do livro de Michael Denton, Evolução, Uma Teoria em Crise, passou a questionar a teoria Darwinista. Mais tarde, Behe veio a acreditar que havia evidências, no nível molecular, de que os sistemas biológicos são "irredutivelmente complexos". Estes sistemas não poderiam, mesmo no princípio ter evoluído pela seleção natural e sim inteligentemente projetados. Estas evidências o levaram a entender que a única explicação possível e alternativa à teoria geral da evolução para a existência de tais estruturas era a intencionalidade inteligente com propósitos racionais e finalísticos, ao contrário da escalada aleatória da teoria da evolução.

Behe publicou o livro A Caixa Preta de Darwin, onde apresenta as suas idéias, e que se tornou um clássico do Design Inteligente. Este livro está esgotado, mas será republicado e lançado durante o evento no Mackenzie.

Estão convidados palestrantes evolucionistas para apresentar o lado do Darwinismo e interagir com Dr. Behe, como manda o ambiente universitário aberto ao contraditório e ao debate.

As inscrições ainda não estão abertas, mas já reserve em sua agenda, pois são limitadas as vagas

Fonte:O Tempora, O Mores

Planeta Terra


Cada quadro desse vídeo foi fotografado da Estação Espacial Internacional. Editado pelo fotógrafo Knate Myers.

Nota: "Ele estende o norte sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada. "(Livro de Jó Cap. 26 Ver. 7)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Brasiliana USP: Site disponibiliza 3 mil livros gratuitamente

O Brasiliana USP é uma biblioteca on-line que traz três mil publicações gratuitamente para o público em geral. A iniciativa é da Universidade de São Paulo (USP).

O acervo é composto por livros, imagens, documentos e manuscritos raros que foram doados à universidade pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Existem planos para aumentar a coleção para até 25 mil arquivos, o que incluirá as edições originais de Machado de Assis e Hans Staden.

O nome brasiliana é dado a coleções de livros e documentos cujo tema principal seja a história do Brasil. A meta do projeto da USP é, portanto, se tornar o maior acervo de arquivos sobre o País. Você pode conferir o site pelo endereço http://www.brasiliana.usp.br.

Fonte: Educação em Pauta

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Darwin, o último pilar do naturalismo, não está se sentindo muito bem...

 Pilares do Naturalismo: Freud está morto, Marx está morto, e Darwin não está se sentindo muito bem.

Para livrar a cara de Darwin por causa de suas especulações transformistas não serem confirmadas no contexto de justificação teórica, vem aí uma nova teoria geral da evolução que, pelas montanhas de evidências negativas, não será selecionista (contra Darwin) e deverá incorporar aspectos teóricos lamarckista (a favor de Darwin que se mostrou mais lamarckista do que o próprio Lamarck na sexta edição do Origem das Espécies): a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA.

Aguenta firme que a Nomenklatura científica somente irá anunciar esta nova teoria em 2020. Uma pergunta que não quer se calar - fomos ensinados nas universidades que a ciência abomina o vácuo teórico, então sob qual referencial teórico os cientistas estão fazendo biologia evolucionária??? Bola de cristal??? Tarô??? Búzios??? Uni, duni, tê???

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Então, se "a Psicologia não é ciência"... o Darwinismo é o que?

 De vez em quando aparece um artigo chamando os psicólogos a se explicar  a invocação do manto roxo da "ciência". Como explica Alex B. Berezow no jornal The Los Angeles Times, no último de tais artigos, as regras da ciência são estritas.

"A Psicologia não é ciência", ele afirma, "porque a psicologia frequentemente não cumpre os cinco requisitos básicos para que uma área seja considerada rigorosa cientificamente: terminologia claramente definida, quantificabilidade, condições experimentais altamente controladas, reprodutibilidade e, finalmente, previsibilidade e testabilidade".

Esses são, verdadeiramente,  os requisitos acordados da ciência? Algumas vezes vemos que eles são aplicados de modo semelhante ao design inteligente. Mas, estranhamente, parece que eles não são aplicados à biologia evolucionária, e especificamente ao neodarwinismo. Naquela área, as definições de termos frequentemente mudam dependendo da audiência ("evolução" mesmo sendo um exemplo). Quantificabilidade? (Como?) Condições experimentais altamente controladas? (Você está brincando.) Reprodutibilidade? (Mencione uma.) E, "finalmente, previsibilidade e testabilidade." Você pode ter um monte de tentativas de convencimento sobre este tópico, mas nenhuma precisão.


Parece que o termo "ciência" em si mesmo não é muito científico. Talvez Alex Berezow precise de alguns novos critérios pós-modernos, totalmente reducionistas que se aplicam quando for julgar as ciências daquelas que ele aprova, tais como a evolução darwinista, e outras que ele usa para aquelas, como a psicologia, que ele não aprova.

Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Dez problemas fundamentais da evolução darwinista

 Quais são os dez problemas principais com a evolução darwinista? Alguns meses atrás eu dei as minhas principais críticas da evolução darwinista que penso devem ser ensinadas nas escolas públicas. Todavia, os problemas com a evolução darwinista são muito mais profundos. Eis aqui meus dez problemas fundamentais com a evolução biológica e química: [Leia mais aqui]

Fonte: Evolution News, via Desafiando a Nomenklatura Científica

sábado, 14 de julho de 2012

Por que não se investe em Educação no Brasil?

Esta é a pergunta que não quer calar! Todo ano eleitoral é a mesma música, ouvimos as mesmas promessas de sempre: melhorar a educação e a saúde do Brasil e blá, blá, blá, blá... Promessas e mais promessas, mas por que não se investe em educação no país?

Hoje, chegamos a 100% das Universidades Federais de greve! Todas as universidades Federais estão em greve, é isso mesmo, todas! E muita gente ainda não sabe! E, além das 59 Universidades Federais, 36 dos 38 Institutos Federais e 18 dos 18 Cefets estão em greve parcial ou total. Conclusão: são dois milhões de alunos sem aula! Vale ressaltar aqui, no meu estado, a Bahia, hoje completa 95 dias que os professores estão também paralisados.

Abaixo, posto dois vídeos que talvez seja a resposta para minha pergunta... Vamos lá, espero que sirva de reflexão para todos nós!


terça-feira, 10 de julho de 2012

Google usa 16 mil chips para simular cérebro humano

O Google X, laboratório secreto comandado pelo fundador do Google Sergey Brin, é conhecido por desenvolver carros sem motorista e óculos de realidade aumentada. Agora, vem à tona outro dos projetos mirabolantes de Brin e sua turma. Eles montaram uma rede de mil computadores, totalizando 16 mil núcleos de processamento, para simular o cérebro humano. E a primeira tarefa dessa rede neural foi identificar gatinhos em vídeos do YouTube. O experimento foi primeiro revelado pelo jornal New York Times. Mas o trabalho pode ser conhecido em detalhes por meio de um artigo acadêmico disponível no site da universidade de Cornell. Trata-se da maior rede neural já construída. O desafio era criar um sistema capaz de aprender a identificar imagens sem que fosse necessário ensinar a ele os critérios exatos para essa identificação.

O sistema processou 10 milhões de imagens obtidas de cenas escolhidas aleatoriamente em vídeos do YouTube. Ele mostrou-se capaz de determinar quais delas continham gatos e outros objetos. O mais interessante é que a rede aprendeu sozinha como reconhecê-los. “Nunca dissemos ao sistema, durante o treinamento, ‘isto é um gato’”, disse ao New York Times Jeff Dean, um dos responsáveis pelo experimento.

Trata-se de uma abordagem de força bruta. O enorme poder computacional foi empregado para permitir que, apenas analisando as imagens, os computadores aprendessem a classificá-las em função dos objetos, pessoas e animais contidos nelas.

A turma do Google X encarregou o sistema de identificar 20 mil categorias diferentes de objetos. As imagens não continham rótulos e nem legendas indicando seu conteúdo. O índice de acertos foi de 16%, o que representa uma melhora de 70% em relação a resultados obtidos anteriormente em experimentos similares.

A rede neural do Google X comprova que, com recursos computacionais suficientes, as máquinas podem aprender sozinhas. As aplicações práticas disso podem ser muitas, incluindo áreas como reconhecimento de voz e tradução. É uma tecnologia que vai se tornar muito mais atraente quando a evolução tecnológica permitir colocar o poder daqueles 16 mil núcleos de processamento em alguns poucos chips.

Fonte: Info via criacionismo

Nota: Usando a melhor tecnologia disponível hoje, os pesquisadores conseguiram simular apenas uma função do cérebro humano (reconhecimento de formas), com um índice de acerto de apenas 16%. Como se pode ver, estão muito longe de imitar a eficiência do mais complexo pedaço de matéria (com apenas 1,5 kg) do Universo. De qualquer forma, essa pesquisa mostra que, mesmo para imitar de longe um órgão humano, é preciso muito design inteligente.[Michelson Borges]

domingo, 1 de julho de 2012

Tartarugas fossilizadas: Evidência em favor do Dilúvio de Noé

 E, como foi nos dias de Noé, assim será, também, a vinda do Filho do homem. Mateus 24:37

A palavra “excitação” não qualifica de modo exaustivo o evento. Os órgãos de informação anunciaram as “tartarugas em acasalamento” antes mesmo do artigo científico estar oficialmente disponível online.

O depósito fóssil de Messel Pit – Alemanha – forneceu já uma multitude de tesouros fósseis mas o anuncio da descoberta de vertebrados fossilizados em copulação era o sonho de qualquer editor informativo. Até a BBC deu publicidade à notícia com o título “Tartarugas fossilizaram num abraço sexual“.

Note-se que não foi só um par de tartarugas aquáticas que foram encontradas mas sim nove.

Do ponto de vista evolutivo, é fácil entender a excitação dos cientistas e dos órgãos de informação evolucionistas. Tendo como base o seu paradigma naturalista, é surpreendente que fóssil algum tenha sido encontrado – mais surpreendente ainda se forem encontrados 9. Como o pesquisador de renome Walter Joyce (Universidade de Tübingen – Alemanha) devaneou “não há razão alguma para se entrar no registo fóssil quando se está a acasalar.“

Se o paradigma uniformista evolutivo – que envolve milhões de anos de processos lentos e graduais – está correcto, então Walter tem razão no que diz. Tal como Joyce disse à LiveScience:

As probabilidades de ambos os parceiros morrerem exactamente na mesma altura são altamente baixas; as chances de ambos serem posteriormente preservados como fósseis é ainda mais baixas.

Por outro lado, tal como tem sido dito pelos cientistas criacionistas, as evidências fazem muito mais sentido à luz da descrição Bíblica da História. Estes nove pares de tartarugas são melhor entendidos como um legado dum enterramento rápido durante o Dilúvio de Noé.

Primeiro: note-se que os fósseis foram descritos como muito bem preservados: “espécimes fósseis incríveis“, “fósseis verdadeiramente excepcionais“, tais como todos os outros “milhares de extraordinariamente bem preservadas criaturas fósseis retiradas de Messel Pit”— fósseis conhecidos por serem “extraordinariamente bem preservados . . . [por exemplo] insectos e penas que possuem ainda indícios das suas cores originais.“

Segundo: note-se que estas tartarugas, identificadas como Allaeochelys crassesculpta, nas palavras do pesquisador Walter Joyce “teriam uma aparência similar a dos seus relativos vivos mais próximos, a tartaruga com nariz de porco (Carettochelys insculpta) da Nova Guiné e da Austrália, mas um bocado menor.” Isto é precisamente o que o artigo da Creation magazine reportou sobre as tartarugas.

Dito de outra forma, apesar dos alegados 47 milhões de anos terem entretanto passado desde a fossilização, as tartarugas são virtualmente idênticas às tartarugas actuais, isto é, não houve evolução.

Na verdade, o verdadeiro tempo decorrido desde que estas tartarugas foram enterradas rapidamente é de ~4500 anos – isto é, começando a contar desde o Dilúvio de Noé.

Terceiro: apesar das alegações evolucionistas de que “é raro um animal morrer e fossilizar-se enquanto está envolvido num comportamento“, a sua própria documentação está repleta de tais exemplos. Por exemplo, peixes que fossilizaram enquanto tinham presas na sua boca, e dinossauros que fossilizaram enquanto lutavam ou enquanto chocavam os ovos nos seus ninhos.

Devido a este acumular de evidências contraditórias não é de admirar que muitos paleontólogos se estejam a afastar do uniformitarianismo (“o presente é a chave do passado”) e estejam de modo crescente a invocar cenários catastróficos. No entanto, e como forma de manterem os seus empregos, prestígio profissional e financiamento, eles estão proibidos de invocar o Dilúvio de Noé como o tal evento catastrófico.

No caso destas tartarugas, o cenário preferido por Joyce e os seus colegas é o das mesmas terem sido preservadas num lago vulcânico.

As tartarugas acasaladoras dizem-nos que a superfície das águas do lago Messel eram suficientemente hospitaleiras para permitir que as tartarugas lá vivessem e lá acasalassem, mas os animais poderiam morrer acidentalmente quando – durante o acasalamento – se afundassem nas relativamente superficiais e venenosas camadas subsuperficiais.
 
Muitos animais entram num estado de transe quando estão a acasalar ou a colocar ovos, e é inteiramente possível que estas tartarugas simplesmente não se tenham apercebido que estavam a entrar em águas venenosas até que já era tarde demais.

Esta é inequivocamente uma criativa “estória” mas, e como é normal na teoria da evolução e nos milhões de anos, há falhas fatais. A Nature cita um estudante de paleontologia na Universidade da Carolina do Norte, Edwin Cadena – em processo de doutoramento – que considera plausível a explicação de Joyce para as tartarugas, mas insuficiente para explicar os outros fósseis encontrados no mesmo local.

A noção do lago estratificado funciona para o que aconteceu às tartarugas mas não funciona tão bem para outros fósseis encontrados em Messel, tais como morcegos, áves ou mesmo outros mamíferos.

Se as camadas superiores eram inóspitas, pergunta Cadena, o que é que causou a morte das áves e dos mamíferos terrestres? As tartarugas são apenas uma parte do mistério em decurso.  (Switek, B., Sex locked in stone, Nature doi:10.1038/nature.2012.10850, 20 June 2012.)

Na verdade, mesmo que nenhum outro animal tivesse sido achado fossilizado em Messel, a explicação de Joyce nem para as tartarugas funcionaria uma vez que seria preciso acreditar numa misteriosa ordem de eventos que se abateu sobre os nove pares de tartarugas, e que todos os nove pares tivessem sido protegidos da decomposição e da predação. Quais são as probabilidades disso ocorrer no mundo natural?

Fonte: Creation via Darwinismo

Nota do blog Darwnismo O contínuo “mistério fóssil” é facilmente explicável se olharmos para Génesis como o relato de eventos históricos – e não “mitos” ou “alegoria”. As evidências em favor do cataclismo com a duração dum ano que a Bíblia descreve encontram-se ao nosso redor, e por baixo de nós.

A melhor explicação para estas tartarugas que fossilizaram enquanto acasalavam é a subterração rápida após um dos muitos eventos catastróficos sedimentários que ocorreram durante o Dilúvio global descrito na Palavra de Deus. Que pena que muitos Cristãos ainda estejam do lado errado da ciência e da Verdade Bíblica.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca. E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem. Mateus 24:38-39

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails