quarta-feira, 6 de junho de 2012

Genes exclusivamente humanos

Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro de um animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, localizados em três regiões distintas no cromossomo número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012, “Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication”, Cell, 149: 912-922).

Aparentemente, eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012, “Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation”, Cell, 149: 923-935).

A descoberta mais importante talvez seja o fato de que três dos quatro genes (SRGAP2B, SRGAP2C e SRGAP2D) são encontrados unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais, quando comparadas umas com as outras.

Os evolucionistas alegam que, de uma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2, herdado de um [suposto] ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossomo 1 e se modificou de modo a desempenhar novas funções. Isso supostamente aconteceu várias vezes no passado distante, depois de os seres humanos terem divergido do imaginário ancestral entre humanos e chimpanzés.

Mas essa mitologia histórica se depara agora com problemas graves.

Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossomo 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e em sua estrutura. Os genes não parecem ter sido duplicados. O ónus da prova se encontra do lado dos evolucionistas, uma vez que são eles que têm que explicar como o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossomo, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isso sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.

O segundo problema reside na localização exata das versões B, C e D do gene SRGAP2. Elas rodeiam o centrômero do cromossomo, que é uma porção especializada do cromossomo – geralmente perto do centro –, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitetura cromatina (Thomas, B. “Genomes Have Remarkable 3-D Organization”, Creation Science Updates, posted on icr.org, November 15, 2012, accessed May 15, 2012).

Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, essas duas regiões junto ao centrômero são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior dessas sequências superestáveis, muito menos se reorganizarem posteriormente.

Como seria de esperar, o fato de três genes recentemente descobertos estarem presentes somente nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.

Claramente, essa descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que fomos criados de forma única “à imagem de Deus”, tal como nos diz o livro de Gênesis.

Fonte: Darwnismo

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