sábado, 30 de junho de 2012

GRANDES NOMES CRISTÃOS XXXVIII

John Houghton físico galês (1931 - ) ex-diretor do Serviço Meteorológico Britânico, além de co-presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e atual diretor da Organização John Ray, uma instituição assistencial ligada a questões ambientais.

"Nossa ciência é a ciência de Deus. Ele é responsável por toda a história científica [...] A notável ordem, consistência, confiabilidade e a  fascinante complexidade presentes na descrição científica do universo refletem a ordem, consistência, confiabilidade e complexidade da atividade de Deus."

Nota: Conheça mais outros Grandes Nomes Cristãos aqui! [FN]

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Coca-Cola brasileira tem maior índice de substância cancerígena no mundo

Um estudo norte-americano feito pelo Centro de Ciência de Interesse Público apontou que as latas de Coca-Cola vendidas no Brasil têm os índices mais altos de 4-metil-imidazol (4-MI), substância que, em excesso, poderia até resultar em câncer.

Nos refrigerantes brasileiros, o valor encontrado foi de 267 mg de 4-MI a cada 355 mL de bebida. O número é superior ao dos encontrados em refrigerantes de outros países. No Quênia, o valor encontrado foi de 177 mg; no Canadá, 160 mg; nos Emirados Árabes, 155 mg; nos Estados Unidos, 144 mg; e na China, 56 mg.

Apesar de o número ser o mais alto, o valor encontrado nas bebidas brasileiras está abaixo do limite máximo permitido pela Anvisa. Segundo informações divulgadas pela Coca-Cola no início do ano, para que uma pessoa tivesse risco de desenvolver um câncer em função da substância, seria necessária a ingestão de pelo menos mil latinhas por dia.


Fonte: CSPI via Tecmundo

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O porco e o cavalo

 Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

– Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse: – Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:

– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
 – Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu campeão!!!!

Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: – Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa… “Vamos matar o porco!!!”

Ponto de reflexão:

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem o mérito pelo sucesso.

“Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.”

Nota: Encontrei esta reflexão no blog de uma jornalista, amei e resolvi publicar!

Fonte: Meu Cantinho

O dogma começa a derreter

 A revista Veja da semana passada publicou reportagem de quatro páginas intitulada “Um dogma que começa a derreter”, apontando evidências de que os céticos do aquecimento global causado pelo ser humano podem estar com a razão. Segundo a semanal, o próprio ambientalista inglês James Lovelock, de 92 anos, ainda lúcido, afirmou ter sido alarmista em suas considerações sobre as mudanças no clima (confira). “Foi uma tolice de minha parte”, reiterou Lovelock a Veja. “O ser humano não é mais culpado do que as árvores no que diz respeito ao aumento das temperaturas.” Para Veja, nem o Climagate – o escândalo sobre a manipulação de dados nos relatórios do IPCC, o painel climático da ONU – foi um golpe tão duro para os defensores da ideia de que a humanidade vive uma emergência planetária iminente, resultado da emissão excessiva de CO2 na atmosfera, quanto as palavras de Lovelock. Isso porque ele é tido como uma espécie de guru dos aquecimentistas, mais ou menos como o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore, que comprou uma casa à beira-mar avaliada em milhões de dólares, muito embora pregue que o mar vai subir! [Leia mais aqui o comentários de Michelson Borges no Observatório da Imprensa sobre a referida matéria da revista Veja.]

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O biblia.com.br está de cara nova

O Biblia.com.br está em uma nova fase. E para inaugurar esse momento lhe convidamos para refletir em sua própria religião. Será que ela é a mesma de Jesus? Não se trata de questionar suas convicções ou que igreja você frequenta. A pergunta é se você está vivendo como Jesus viveu e ensinou.

A maneira como Jesus amou seus amigos e a paciência com que tratou seus inimigos, o tempo que Ele dedicava a oração, o compromisso que tinha em obedecer o que estava nas escrituras e as ordens do Pai… tudo isso revela a religião de Jesus.

Nosso convite é para que você siga o exemplo dEle. Torne a Bíblia seu principal livro de leitura. A lâmpada para seus pés e a luz para seus caminhos. Lendo e seguindo os ensinamentos da Bíblia você poderá dizer que a sua religião é a mesma de Jesus.

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.” João 5:39

Acesse, conheça e compartilhe, Biblia.com.br

Fonte: Novo Tempo

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Rio+20 e Eco-92

Fonte: facebook

Esqueça o macaco; evoluímos do tubarão!

A mandíbula foi um ganho considerável na evolução das espécies. Muitos anos depois de já haver animais vertebrados, ela ainda não havia sido incorporada ao crânio dos seres mais desenvolvidos [Uau! Afirmações tremendamente seguras com base em evidências mínimas. Isso é que é fé! - MB]. Essa vantagem anatômica, surgida por volta de 400 milhões de anos (no chamado período Siluriano) [segundo a majorada cronologia evolucionista], foi adquirida no mar. E um dos “pioneiros da mandíbula”, conforme explicam [explicam ou conjecturam?] cientistas irlandeses, parece ter sido um ancestral do ser humano [sic]. Uma informação biológica não muito divulgada é que os primeiros peixes a dominarem os mares do planeta eram tubarões. Ou melhor, os ancestrais dele. A partir desse tubarão rudimentar, outras espécies de peixe foram se emancipando.

Essas espécies primitivas [sic] tinham esqueleto feito de cartilagem. Mas uma das primeiras que se desmembrou do tubarão, adquirindo estrutura óssea rígida, seria o ponto inicial da linhagem que acabaria dando origens a nós, Homo sapiens.

Cientistas da Universidade de Dublin (Irlanda), que estudavam essas ligações evolutivas, imaginavam que esse “ponto inicial” já fosse distinto do tubarão. Aparentemente, no entanto, não era tanto assim: há cerca de 290 milhões de anos [sic], viveu nas águas do planeta um peixe chamado Acanthodes bronni (ilustração acima).

Esse seria o peixe do qual partiram os animais com esqueletos avançados que viriam no futuro. O nome científico, por si próprio, remete à classe Acanthodii, que foi completamente extinta há muito tempo.

A partir de um minucioso estudo ósseo, baseado em fragmentos de fósseis conservados em museus, os pesquisadores da Irlanda traçaram uma suposição de árvore genealógica do nosso ancestral marinho, e descobriram uma série de semelhanças com o tubarão. Em suma: somos mais aparentados com os tubarões do que imaginávamos há até pouco tempo.

Fonte: Hypescience via criacionismo

Nota do blog criacionismo: A matéria que começa altamente afirmativa termina com um tom mais humilde: admite que as pesquisas são baseadas em meros fragmentos fósseis e usa a palavra “suposição”. Isso é típico desse tipo de reportagem evolucionista que procura sustentar a hipotética macroevolução. Curiosamente, há seres vivos e comportamentos de seres que ainda existem que são quase um mistério para os cientistas, no entanto, os darwinistas querem que acreditemos que eles são capazes de, com evidências mínimas, traçar todo o nosso suposto passado evolutivo. Sinceramente, não tenho fé suficiente para ser macroevolucionista.[Michelson Borges]

Em tempo: Antes que me encham a paciência dizendo que, para os evolucionistas, o ser humano não evoluiu do macaco, etc. e tal, quero adiantar que o título desta postagem é apenas uma brincadeira.[Michelson Borges]

segunda-feira, 18 de junho de 2012

No dia do químico, conheça alguns dos maiores da História

 Hoje, 18 de junho, é dia do Químico. Para homenagear esse profissionais, pedimos à Silvia Waisse, professora do grupo de história da ciência da PUC-SP, que selecionasse os químicos que mais contribuíram com a humanidade. Suas descobertas foram decisivas para chegar-se ao conhecimento atual do que é química - que, somada as outras ciências, contribuem nas transformações e desenvolvimento da ciência.

A mudança da alquimia para a química moderna, a descoberta dos gases, da estrutura molecular, dos átomos. Confira aqui quais foram os passos que colocaram seus nomes na história.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Os mais vendidos

Nota do amigo Marcos Peter (´Membro do Núcleo de Pesquisa criacionista da Bahia) no facebook: "Bom seria que de fato a Bíblia fosse o livro mais lido do mundo. Sem dúvida é o mais vendido, porém, não o mais lido. Se o fosse o mundo seria melhor e não haveria violência, maldade ou literatura falando de mal e bruxaria como Harry Poter, Senhor dos Anéis e as obras de Paulo Coelho...."

Coreia do Sul se rende às teorias criacionistas

[Meus comentários seguem entre colchetes. – Michelson Borges] Mencione a teoria do criacionismo e muitos cientistas logo pensarão nos Estados Unidos, onde crenças religiosas ganham fôlego contra Darwin e a evolução das espécies nas escolas públicas.  Mas os sucessos da religião nos EUA são modestos comparados com a Coreia do Sul, onde o sentimento antievolução parece estar ganhando sua batalha com a ciência [como se ciência fosse sinônimo de evolução]. No mês passado, o Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia sul-coreano acatou uma petição que pedia a remoção de livros didáticos do ensino médio com exemplos da evolução de cavalos e de aves [é bom lembrar que esses exemplos sempre são de macroevolução, com aquelas ilustrações fictícias do maior espécime para o maior, arrumados convenientemente numa “escadinha” evolutiva]. O movimento tem alarmado os biólogos [darwinistas], que dizem que não foram consultados. A campanha da petição foi liderada pela Sociedade Textbook Rever (STR), que, de acordo com o site da instituição, “visa a eliminar o erro da evolução dos livros didáticos para ensinamentos corretos aos alunos sobre o mundo”. O site diz ainda que a sociedade tem entre seus membros professores de biologia e professores de ciências do ensino médio.

O STR também está fazendo uma campanha para remover o conteúdo sobre “a evolução dos seres humanos” e a “adaptação dos bicos dos tentilhões com base no habitat e modo de sustento”, uma referência a uma das observações mais famosas de Charles Darwin, em A Origem das Espécies. Como argumento, a STR destaca as recentes descobertas de que o Archaeopteryx é um dos muitos dinossauros com penas, e não necessariamente um ancestral de todas as aves [o que está correto]. Segundo o psicólogo evolucionista da Universidade Kyung Hee, em Yongin, explorar esses debates sobre a linhagem da espécie é uma “estratégia típica de criacionistas para atacar a evolução em si”. [Ainda que seja isso, é duro para eles ver uma estratégia darwinista sendo usada contra eles mesmos, afinal, para evitar o debate em torno das insuficiências do modelo darwinista, darwinistas vivem desviando o assunto para religião ou temas “periféricos”.]

Em uma pesquisa realizada em 2009 para o documentário sul-coreano “A Era de Deus e Darwin”, quase um terço dos entrevistados disseram não acreditar na evolução. Destes, 41% disseram não haver provas cientificas para comprová-la, 39% afirmaram que a evolução contradiz suas crenças religiosas e 17% alegaram não entender a teoria. Os números são semelhantes aos dos Estados Unidos, onde uma pesquisa realizada pela empresa Gallup mostrou que 40% dos norte-americanos não acreditam que os seres humanos evoluíram de uma forma menos avançada de vida. [Certamente essas pessoas poderiam aceitar a evolução, se lhes fossem apresentados apenas exemplos científicos de microevolução, como as variações nos bicos dos tentilhões, por exemplo. Mas mesmo o senso comum – que dirá o método científico – não consegue aceitar a macroevolução do ser humano, das baleias, das sequoias, etc., a partir de uma “célula primordial”. Isso é pura especulação metafísica.]

As raízes para a aversão da Coreia do Sul ao evolucionismo não são claras, embora especialistas sugiram que elas venham, em parte, do forte movimento do cristianismo no país. Cerca de metade da população da Coreia do Sul possui alguma religião, a maioria dividida entre o cristianismo e o budismo. [Para entender a rejeição ao darwinismo, eles sempre têm que apelar para a religião, como se seres pensantes não pudessem rejeitar a filosofia darwinista em bases racionais, ou, pior, como se religiosos não pudessem ser seres pensantes.]

Até agora, a comunidade cientifica tem feito pouco para combater o sentimento antievolução no país: “O maior problema é que existem apenas 5-10 cientistas evolucionistas no país que ensinam a teoria nas escolas de graduação e pós-graduação”, diz Dark Jang, um cientista evolucionista da Universidade Nacional de Seul. Jang está organizando um grupo de peritos, incluindo cientistas evolucionistas e teólogos que acreditam na evolução, para contrariar a campanha da STR. [A “briga” vai ficando acirrada.]

Fonte: Nature, via Opinião e Notícia via criacionismo

Nota do blog criacionismo: O que deixa os darwinistas de cabelo em pé (embora não admitam) é o fato de que a Coreia do Sul tem um dos melhores e mais exigentes sistemas educacionais do mundo. Não é à toa que o país está a um passo de ultrapassar economicamente o Japão. Nos EUA, país sabidamente desenvolvido e tecnologicamente avançado, a aceitação do criacionismo também é grande. Parece estar caindo por terra o argumento de que apenas os mal instruídos aceitam o modelo criacionista.[Michelson Borges]

Os darwinistas estavam errados

Quando li o título acima no site da Folha de S. Paulo, senti uma lufada de leve e momentânea esperança – que durou pouco e foi se dissolvendo à medida que lia o texto de Rafael Garcia. Inicialmente, pensei que alguém, finalmente, tinha reunido coragem para colocar o dedo na ferida de um modelo científico-filosófico (mas que quase ninguém sabe ser metafísico) frequentemente blindado pela grande imprensa. Mas a constatação contrária veio logo, ao ler que Garcia considera os criacionistas norte-americanos como “movimentos religiosos conservadores que tentavam sabotar o ensino da teoria da evolução no país”. Garcia cita, em seguida, a pesquisa de opinião divulgada na semana passada pelo Instituto Gallup, segundo a qual 46% dos norte-americanos acreditam que Deus criou a espécie humana do nada. “O número é o mesmo de 30 anos atrás, quando o levantamento foi feito pela primeira vez”, ele acrescenta. Continue lendo aqui.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Genes exclusivamente humanos

Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro de um animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, localizados em três regiões distintas no cromossomo número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012, “Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication”, Cell, 149: 912-922).

Aparentemente, eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012, “Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation”, Cell, 149: 923-935).

A descoberta mais importante talvez seja o fato de que três dos quatro genes (SRGAP2B, SRGAP2C e SRGAP2D) são encontrados unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais, quando comparadas umas com as outras.

Os evolucionistas alegam que, de uma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2, herdado de um [suposto] ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossomo 1 e se modificou de modo a desempenhar novas funções. Isso supostamente aconteceu várias vezes no passado distante, depois de os seres humanos terem divergido do imaginário ancestral entre humanos e chimpanzés.

Mas essa mitologia histórica se depara agora com problemas graves.

Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossomo 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e em sua estrutura. Os genes não parecem ter sido duplicados. O ónus da prova se encontra do lado dos evolucionistas, uma vez que são eles que têm que explicar como o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossomo, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isso sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.

O segundo problema reside na localização exata das versões B, C e D do gene SRGAP2. Elas rodeiam o centrômero do cromossomo, que é uma porção especializada do cromossomo – geralmente perto do centro –, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitetura cromatina (Thomas, B. “Genomes Have Remarkable 3-D Organization”, Creation Science Updates, posted on icr.org, November 15, 2012, accessed May 15, 2012).

Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, essas duas regiões junto ao centrômero são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior dessas sequências superestáveis, muito menos se reorganizarem posteriormente.

Como seria de esperar, o fato de três genes recentemente descobertos estarem presentes somente nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.

Claramente, essa descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que fomos criados de forma única “à imagem de Deus”, tal como nos diz o livro de Gênesis.

Fonte: Darwnismo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quase metade dos americanos rejeita teoria da evolução

Quase metade dos americanos acredita que Deus criou os humanos em sua forma atual há menos de 10.000 anos, informa uma pesquisa do instituto Gallup, divulgada pela rede CNN na última sexta-feira. O levantamento indicou que 46% dos entrevistados rejeitam a teoria da evolução e adotam uma visão criacionista do mundo. A segunda crença mais comum é a de uma evolução humana direcionada por Deus, com 32%. A visão defendida pela teoria de Charles Darwin, e aceita pela maior parte da comunidade científica, de que os humanos evoluíram sem intervenção divina ao longo de milhões de anos ficou em terceiro lugar, com apenas 15%. O número de pessoas nos EUA que creem em uma visão bíblica da origem humana mudou pouco nos últimos trinta anos, quando o instituto começou a questionar os americanos sobre o tema. Em 1982, 44% das pessoas eram criacionistas, um número dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais da pesquisa.

Como era esperado, a religiosidade influencia diretamente na resposta do entrevistado. Quase 70% daqueles que afirmaram frequentar a igreja toda semana são criacionistas, contra 25% dos que vão pouco ou nunca. A filiação partidária também faz diferença na hora da resposta. Entre os republicanos, 60% acreditam no criacionismo, enquanto 41% dos democratas compartilham a mesma visão.

“Seria difícil discordar que a maioria dos cientistas acredita que a espécie evoluiu ao longo de milhões de anos, e que relativamente poucos cientistas acreditam que os humanos surgiram em sua forma atual há apenas 10.000 anos, sem a ajuda da evolução”, ponderou Frank Newport, responsável pelo levantamento. “No entanto, quase metade dos americanos hoje têm uma crença contrária à maior parte da literatura científica”, concluiu o pesquisador.

Fonte: Exame via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Como os EUA se tratam de um país desenvolvido, com boa educação e acesso à informação, os números favoráveis à visão criacionista acabam sendo “justificados” pela religião, e descaradamente a matéria procura acentuar a conveniente e artificial polarização entre ciência e religião. Newport comete um erro ao dizer que “quase metade dos americanos hoje têm uma crença contrária à maior parte da literatura científica”. Ocorre que, segundo pesquisa realizada por Michael Behe e outros, não existe sequer um artigo científico que trate de aspectos macroevolutivos do darwinismo, isso porque a macroevolução simplesmente não pode ser empiricamente provada. Todos os artigos e argumentos usados para defender o darwinismo têm que ver unicamente com a microevolução ou diversificação de baixo nível (como ocorre com as drosophilas, por exemplo). Infelizmente, poucos entendem e/ou admitem isso. Detalhe: embora quase 50% dos americanos creia que Deus criou o ser humano em sua forma atual, os criacionistas, na verdade, sustentam que houve uma "involução e que nossa espécie era superior no passado.[Michelson Borges]

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Nova York quer limitar venda de refrigerantes em lanchonetes

Preocupado com o avanço da obesidade, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, quer impor restrições à venda de refrigerantes e outras bebidas ricas em açúcar. A ideia é proibir a venda dessas bebidas em grande volume em restaurantes, lanchonetes, carrinhos de rua e salas de cinema da cidade.

A proposta encaminhada formalmente nesta quinta-feira (31) limitaria a 473 mililitros – ou 16 onças, que é a medida usada nos EUA – o volume das bebidas vendidas em estabelecimentos que servem comida – mercados e supermercados não entram na lista. A medida deve valer tanto para garrafas quanto para copos.

A prefeitura argumenta que as bebidas ricas em açúcar são as principais responsáveis pelo aumento do consumo de calorias, com base em um estudo de 2006. Por isso, elas estão ligadas ao avanço da obesidade e, por consequência, da diabetes e das doenças cardíacas.

Pelo projeto, a medida só vai valer para bebidas que tenham mais de 25 calorias para cada 8 onças – pouco mais de uma caloria por mililitro. Portanto, as bebidas dietéticas não serão impactadas. As bebidas que tiverem pelo menos 50% de leite ou de algum substituto também ficarão isentas.
saiba mais

A proposta só entra em vigor se for aprovada pelo conselho de saúde do município, o que é provável, já que todos os integrantes foram indicados pelo prefeito Bloomberg. A proibição pode começar a valer a partir de março de 2013.

A iniciativa provocou críticas de moradores que a consideram uma intromissão exagerada do poder público em questões particulares.

Representantes dos produtores de refrigerantes também se expressaram contrários. “A obsessão doentia do Departamento de Saúde de Nova York em atacar os refrigerantes mais uma vez o leva a cometer exageros. O município não vai resolver a questão da obesidade atacando o refrigerante porque o refrigerante não está aumentando a taxa de obesidade”, afirmou Stefan Friedman, da Associação de Bebidas de Nova York.

A Coca-Cola também divulgou uma nota criticando a atitude do prefeito. “A população de Nova York é muito mais inteligente do que o Departamento de Saúde de Nova York pensa”, dizia o texto. “Somos transparentes com nossos consumidores. Eles podem ver exatamente quantas calorias há em cada bebida que servimos”.


Fonte: G1

Nota: No canto direito deste blog (em Assuntos Publicados) você encontrará mais reportagens e estudos sobre os malefícios dos refrigerantes e do açúcar. Vale a apena conferir! [FN]

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