segunda-feira, 18 de junho de 2012

No dia do químico, conheça alguns dos maiores da História

 Hoje, 18 de junho, é dia do Químico. Para homenagear esse profissionais, pedimos à Silvia Waisse, professora do grupo de história da ciência da PUC-SP, que selecionasse os químicos que mais contribuíram com a humanidade. Suas descobertas foram decisivas para chegar-se ao conhecimento atual do que é química - que, somada as outras ciências, contribuem nas transformações e desenvolvimento da ciência.

A mudança da alquimia para a química moderna, a descoberta dos gases, da estrutura molecular, dos átomos. Confira aqui quais foram os passos que colocaram seus nomes na história.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Os darwinistas estavam errados

Quando li o título acima no site da Folha de S. Paulo, senti uma lufada de leve e momentânea esperança – que durou pouco e foi se dissolvendo à medida que lia o texto de Rafael Garcia. Inicialmente, pensei que alguém, finalmente, tinha reunido coragem para colocar o dedo na ferida de um modelo científico-filosófico (mas que quase ninguém sabe ser metafísico) frequentemente blindado pela grande imprensa. Mas a constatação contrária veio logo, ao ler que Garcia considera os criacionistas norte-americanos como “movimentos religiosos conservadores que tentavam sabotar o ensino da teoria da evolução no país”. Garcia cita, em seguida, a pesquisa de opinião divulgada na semana passada pelo Instituto Gallup, segundo a qual 46% dos norte-americanos acreditam que Deus criou a espécie humana do nada. “O número é o mesmo de 30 anos atrás, quando o levantamento foi feito pela primeira vez”, ele acrescenta. Continue lendo aqui.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Genes exclusivamente humanos

Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro de um animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, localizados em três regiões distintas no cromossomo número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012, “Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication”, Cell, 149: 912-922).

Aparentemente, eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012, “Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation”, Cell, 149: 923-935).

A descoberta mais importante talvez seja o fato de que três dos quatro genes (SRGAP2B, SRGAP2C e SRGAP2D) são encontrados unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais, quando comparadas umas com as outras.

Os evolucionistas alegam que, de uma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2, herdado de um [suposto] ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossomo 1 e se modificou de modo a desempenhar novas funções. Isso supostamente aconteceu várias vezes no passado distante, depois de os seres humanos terem divergido do imaginário ancestral entre humanos e chimpanzés.

Mas essa mitologia histórica se depara agora com problemas graves.

Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossomo 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e em sua estrutura. Os genes não parecem ter sido duplicados. O ónus da prova se encontra do lado dos evolucionistas, uma vez que são eles que têm que explicar como o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossomo, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isso sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.

O segundo problema reside na localização exata das versões B, C e D do gene SRGAP2. Elas rodeiam o centrômero do cromossomo, que é uma porção especializada do cromossomo – geralmente perto do centro –, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitetura cromatina (Thomas, B. “Genomes Have Remarkable 3-D Organization”, Creation Science Updates, posted on icr.org, November 15, 2012, accessed May 15, 2012).

Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, essas duas regiões junto ao centrômero são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior dessas sequências superestáveis, muito menos se reorganizarem posteriormente.

Como seria de esperar, o fato de três genes recentemente descobertos estarem presentes somente nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.

Claramente, essa descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que fomos criados de forma única “à imagem de Deus”, tal como nos diz o livro de Gênesis.

Fonte: Darwnismo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quase metade dos americanos rejeita teoria da evolução

Quase metade dos americanos acredita que Deus criou os humanos em sua forma atual há menos de 10.000 anos, informa uma pesquisa do instituto Gallup, divulgada pela rede CNN na última sexta-feira. O levantamento indicou que 46% dos entrevistados rejeitam a teoria da evolução e adotam uma visão criacionista do mundo. A segunda crença mais comum é a de uma evolução humana direcionada por Deus, com 32%. A visão defendida pela teoria de Charles Darwin, e aceita pela maior parte da comunidade científica, de que os humanos evoluíram sem intervenção divina ao longo de milhões de anos ficou em terceiro lugar, com apenas 15%. O número de pessoas nos EUA que creem em uma visão bíblica da origem humana mudou pouco nos últimos trinta anos, quando o instituto começou a questionar os americanos sobre o tema. Em 1982, 44% das pessoas eram criacionistas, um número dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais da pesquisa.

Como era esperado, a religiosidade influencia diretamente na resposta do entrevistado. Quase 70% daqueles que afirmaram frequentar a igreja toda semana são criacionistas, contra 25% dos que vão pouco ou nunca. A filiação partidária também faz diferença na hora da resposta. Entre os republicanos, 60% acreditam no criacionismo, enquanto 41% dos democratas compartilham a mesma visão.

“Seria difícil discordar que a maioria dos cientistas acredita que a espécie evoluiu ao longo de milhões de anos, e que relativamente poucos cientistas acreditam que os humanos surgiram em sua forma atual há apenas 10.000 anos, sem a ajuda da evolução”, ponderou Frank Newport, responsável pelo levantamento. “No entanto, quase metade dos americanos hoje têm uma crença contrária à maior parte da literatura científica”, concluiu o pesquisador.

Fonte: Exame via criacionismo

Nota do blog criacionismo: Como os EUA se tratam de um país desenvolvido, com boa educação e acesso à informação, os números favoráveis à visão criacionista acabam sendo “justificados” pela religião, e descaradamente a matéria procura acentuar a conveniente e artificial polarização entre ciência e religião. Newport comete um erro ao dizer que “quase metade dos americanos hoje têm uma crença contrária à maior parte da literatura científica”. Ocorre que, segundo pesquisa realizada por Michael Behe e outros, não existe sequer um artigo científico que trate de aspectos macroevolutivos do darwinismo, isso porque a macroevolução simplesmente não pode ser empiricamente provada. Todos os artigos e argumentos usados para defender o darwinismo têm que ver unicamente com a microevolução ou diversificação de baixo nível (como ocorre com as drosophilas, por exemplo). Infelizmente, poucos entendem e/ou admitem isso. Detalhe: embora quase 50% dos americanos creia que Deus criou o ser humano em sua forma atual, os criacionistas, na verdade, sustentam que houve uma "involução e que nossa espécie era superior no passado.[Michelson Borges]

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