quinta-feira, 31 de maio de 2012

A natureza auto-contraditória do naturalismo

Quando o erro é examinado de forma exaustiva, invariavelmente as contradições internas tornam-se evidentes. Só a Verdade é que sobrevive ao exame minucioso. Uma das instâncias onde isto é notório é na posição mantida pelos naturalistas ateus. O ateu afirma:

    Recuso-me a acreditar em qualquer coisa que não seja natural – cuja explicação não possa ser encontrada na natureza. Tudo tem que – e pode – ser explicado através dos processos naturais.

Portanto, segundo o naturalismo ateu, a existência de tudo o que se encontra no universo – bem como universo em si – têm que ser explicadas através de meios naturais; nada não-natural (ex: Um Ser Sobrenatural) pode ser levado em consideração.

O geólogo evolucionista Robert Hazen, que obteve um Ph.D. em “Earth Science” (Harvard), é um cientista de pesquisas no Geophysical Laboratory da Carnegie Institution of Washington e um professor de “Earth Science” na George Mason University. Na sua série de palestras com o nome de Origins of Life, Hazen disse:

 Nesta série de palestras eu faço a pressuposição básica de que a vida emergiu segundo um tipo de processo natural. Proponho que a vida surgiu como efeito duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. Com esta pressuposição eu alinho-me com a forma de pensar da maioria dos cientistas.

 Acredito num universo que está ordenado segundo estas leis naturais. Tal como outros cientistas, eu dependo do poder de observação, dos testes e do raciocínio teorético para entender a forma como o universo chegou até nós da forma que está. (2005, ênf. adicionado).

O problema é que, ao manter esta forma de pensar, o naturalista rapidamente esbarra numa parede de factos científicos que contradizem a sua posição.

As leis da ciência são declarações formais (repetidamente provadas pela ciência) em torno do que acontece da natureza sem excepção. O naturalista não pode manter uma visão que contradiz as leis da natureza sem ao mesmo tempo entrar em contradição. Mas é nesta posição em que ele se encontra ao postular uma explicação que contradiz as leis da natureza ou mais pontos. Por exemplo, a explicação do adepto do naturalismo em torno da origem da matéria e da energia (isto é, geração espontânea ou existência eterna) não é natural visto que contradiz a Primeira e a Segunda Lei da Termodinâmica. (Miller, 2007).

O naturalista tem que continuar a contradizer-se ao alegar um processo não-natural para a origem da vida (isto é, abiogénese, que contradiz a Lei da Biogénese; Miller, 2012). Para piorar as coisas, o naturalista tem que se contradizer ao alegar que os vários tipos de formas de vida podem gerar tipos de vida totalmente distintos através da “macroevolução” – um processo que, ao contrário da “microevolução” [que não é evolução nenhuma] nunca foi observado na natureza.

A abiogénese, a geração espontânea, e a “macroevolução” são sugestões não-naturais uma vez que nunca foram observadas na natureza, embora sejam fundamentais para a visão não-natural do naturalista. Isto demonstra que a visão naturalistas é auto-contraditória. Se é auto-contraditória, então é falsa.

A cosmovisão que está de acordo com as evidências – e que não se contradiz – é a visão Cristã descrita nas páginas da Bíblia Sagrada. O naturalista não consegue explicar o universo sem recorrer a métodos não-naturais. O Cristão não tem problemas com as explicações sobrenaturais uma vez que a Bíblia declara que Deus – Um Ser Sobrenatural – criou o universo e a vida contida nele (exclusivamente na Terra).

A Verdade não se contradiz. Quando a mesma é examinada, a Verdade mantém-se firme. Quando uma pessoa decide combater a Verdade, invariavelmente prejudica-se a si mesma.

DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade:
não há ninguém que faça o bem. Salmo 53:1

REFERENCIAS

Hazen, Robert (2005), Origins of Life, audio-taped lecture (Chantilly, VA: The Teaching Company).

Miller, Jeff (2007), “God and the Laws of Thermodynamics: A Mechanical Engineer’s Perspective,” Reason & Revelation, 27[4]:25-31, April, http://www.apologeticspress.org/articles/3293.

Miller, Jeff (2012), “The Law of Biogenesis [Parts I & II],” Reason & Revelation, 32[1/2]:1-11,13-22, January-February, http://www.apologeticspress.org/APContent.aspx?category=9&article=4165&topic=93.

Thompson, Bert (2002), The Scientific Case for Creation (Montgomery, AL: Apologetics Press).

Fonte:  Darwinismo


Nota do leitor Eduardo:“Pressuponho”, “proponho”, “analiso” e outras são palavras constantes nas pesquisas e teses de vários cientistas, pois eles nunca poderão falar “Afirmo”, “provo” ou um simples “mostro” porque não há como provar o que eles têm fé que aconteceu, rs. E digo e repito, para crer na evolução é necessária tanta fé quanto crer na criação, mas nenhum cientista “racional” admitirá isso.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cientistas seculares continuam sem respostas

À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% “naturais” para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou “Porque é que o universo existe?” e “Porque é que existe algo em vez de nada?” (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como “se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente.” (Ibid, 29)

Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos (Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De facto, a mais básica de todas as leis científicas – a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) – torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.

Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A “ciência” secular desconhece: O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto. (Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)

A repórter Amanda Gefter diz: É uma sorte nós estarmos aqui. (Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)

Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).

Nota do blog Darwinismo: As “explicações” naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Actualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial – com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) – de alguma forma construiu-se a ela mesma na “sopa primordial” de Darwin.

Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta “sopa” ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.

De facto, Michael Marshall reportou: “Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?” (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e “A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma.” (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)

“Deve ter” é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal “deve” existir uma explicação totalmente naturalista.

Mais à frente no artigo, Marshall lamenta: Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas. (Ibid, 35.)

À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.

Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que “deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início“. Problema resolvido!

No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:

Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. “Essa experiência será feita”. (Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)

Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).

A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.


 
Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes.

Fonte: Darwinismo

Enguia fóssil tem coluna parecida com a humana

Um estudo publicado nesta segunda-feira (14) mostrou que uma enguia que viveu há cerca de 350 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] já tinha uma coluna vertebral semelhante à dos animais terrestres, incluindo os humanos. Em geral, os peixes têm uma anatomia mais simples, dividida apenas em duas partes – antes e depois da cauda. Já os animais terrestres têm a coluna separada em cinco seções – cervical (no pescoço), torácica (na parte de cima do tronco), lombar (na parte de baixo do tronco), sacrais (na altura da pélvis) e caudais (na cauda). As vértebras de cada uma dessas regiões possuem características próprias, que revelam a que parte ela pertence. O fóssil do Tarrasius problematicus, encontrado na Escócia, revela que essa enguia pré-histórica tinha a versão mais complexa, com as cinco subdivisões. A descoberta de Lauren Sallan, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, publicada pela revista científica Proceedings of the Royal Society B traz um problema para os paleontólogos. Normalmente, as características das vértebras eram usadas para determinar se um fóssil era de um animal aquático ou terrestre. Com a novidade, esse traço sozinho não será mais suficiente para revelar os hábitos de um animal pré-histórico.

Fonte:
G1 Notícias via Criacionismo

Nota: Bota problematicus nisso esse novo fóssil! É mais uma evidência factual que mostra o quão pouco os darwinistas sabem sobre a história passada da vida na Terra. E esse não é o único problema com que eles têm que lidar. A questão é: Como explicar tremenda complexidade em tempos tão remotos, como ocorre com esta água viva, por exemplo? Como explicar que órgãos tão complexos tenham evoluído independentemente em seres tão diversos, como ocorre também com o olho da lula e do ser humano? E mais: Essa descoberta relacionada ao Tarrasius problematicus adiciona outro ponto constrangedor à história: durante muito tempo, animais aquáticos e terrestres foram diferenciados com certeza por essas características nas vértebras. É mais ou menos como a suposta evolução humana: as certezas do passado volta e meia são derrubadas por novas descobertas (geralmente fragmentos de ossos sujeitos a muita interpretação subjetiva). Sem dúvida, é um golpe no orgulho de pesquisadores que acham que já sabem de tudo sobre evolução e origem da vida. Repensar teorias não deveria doer tanto...[Michelson Borges]

O artigo original (“Tetrapod-like axial regionalization in an early ray-finned fish”) pode ser lido aqui.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Menos religião e mais Jesus Cristo!


Fonte: Bíblia e a Ciência


Nota: É para refletir. Parece contraditório este banner, mas não é! Temos que repensar nosso verdadeiro significado do cristianismo. Viver um cristianismo teórico é uma coisa, práticá-lo tem outra postura! [FN]

sábado, 19 de maio de 2012

ACONTECEU NA MINHA VIDA - Bebê ressuscita após médica cristã orar a Deus


A Drª Marta Martínez em entrevista ao Christian News Today testemunhou que sem poder fazer nada pelo bebê apenas orou a Deus: “Eu vivi este milagre alguns anos atrás, enquanto estava trabalhando em um hospital numa cidade pequena, longe da capital”. disse a médica uruguaia.

Ela conta que chegou a desistir de tentar fazer algo pela criança, devido ao seu estado e às condições sociais da família.

“Era um bebê com cerca de um mês de idade e sua mãe era uma adolescente muito pobre. O bebê chegou ao hospital em estado crítico, com desidratação, desnutrição e septicemia. Não parecia que podíamos fazer algo para mudar o quadro. Ele morreu pouco tempo depois. Eu estava observando-o no momento da morte, e pensei: ‘É melhor para ele morrer, porque no meio ambiente que vive e esse tipo de família, ele não teria qualquer chance de sucesso. Toda a sua vida seria um ‘Calvário’, com falta de esperança e sem oportunidades”, relata a médica.

A Dra. Martínez porém afirmou que sentiu um desejo repentino de orar pela criança: “Senti Deus falando comigo: ‘Ele tem o direito de viver’. Imediatamente, coloquei minha mão sobre o menino, comecei a orar e agradecer a Deus por aquela vida. Ele foi ressuscitado. Voltou a viver! Foi um milagre incrível”.

Após a ressurreição, a criança foi transferida pra um hospital com mais recursos, onde foi submetido a tratamento intensivo. A médica relata que meses após, precisou ir ao hospital onde a criança havia sido internada, e teve foi surpreendida pela enfermeira chefe, que contou que a criança havia melhorado.

 “Quando o vi, fiquei surpresa ao ver que ele era um bebê muito grande e saudável. Deus me permitiu ver o milagre completo. Eu vi também outras curas. Acredito na cura divina, porque, em primeiro lugar, está escrito na Bíblia, e segundo porque vi outros curados de uma maneira milagrosa. Também tive experiências em meu próprio corpo”, testemunha a Dra. Martínez.

Maria Martínez acredita que a fé na cura divina não pode ser deixada de lado: “Não apenas os médicos cristãos, mas todos os cristãos devem acreditar na cura divina. Isso está escrito na Bíblia e também foi uma parte muito importante do ministério de Jesus na terra”.

Atualmente a Dra. Martínez está na cidade de Nairobi, no Quênia, onde participará nos dias 25 e 26 /05 da Conferência Anual da Rede de Médicos Cristãos (WCDN), organização interdenominacional que reúne profissionais da área de saúde em todo o mundo.

Fonte: Adbangu

Nota: Ás vezes, como cristão nos dias de hoje, me sinto um pouco cético a respeito de milagres extraordinários, como este testemunhado e vivido pela Dr. Martínez. E você, se sente assim também? Mas, por que não acreditá-los?

Nos últimos tempos presenciamos constantemente muitas desonestidades e falsas curas (da parte de algumas igrejas evangélicas com o objetivo de conquistar fieis para suas congregações - movidos pela teologia da prosperidade, que no meu ver, é antibíblica) e com isso faz aumentar nosso ceticismo a respeito do assunto.

Todavia, mesmo no século em que vivemos - de descréditos e de pouca fé - pretendemos reafirmar que estes milagres que acabamos de ler (como na época de Cristo) ainda podem acontecer.

Para tanto, a partir de hoje, abrimos este espaço, no blog Ciência e Fé, para o amigo leitor, que queira também dividir conosco sua história ou testemunho daquilo que Deus tens feito em sua vida. A proposta é que os referidos testemunhos sirvam de exemplo e fortalecimento espiritual para outros irmãos cristãos que estão fracos para a caminhada celestial.

Vale ressaltar, que seu testemunho além ser publicado no blog Ciência e Fé, também poderá ser lida no Programa Gospel de Rádio na 96,3 FM (www.guanambifm.com.br) realizado por Firmo Neto. Então, se você realmente tem uma história marcante para nos contar, escreva para o meu e-mail: firmonneto@hotmail.com e coloque o título: Aconteceu na Minha Vida. Estarei aguardando! [FN]


sexta-feira, 18 de maio de 2012

As três principais deficiências na evolução darwinista conforme ensinadas hoje nas escolas públicas

Nós geralmente recebemos e-mails de estudantes buscando informação sobre a evolução. Recentemente um estudante universitário fez a seguinte pergunta: “Quais são a três principais deficiências na teoria evolucionária sendo ensinada hoje nas escolas públicas?” Minha resposta foi a seguinte:

“Infelizmente a maioria das escolas públicas NÃO ensinam sobre as deficiências na teoria evolucionária. Em vez disso, eles censuram esta informação, escondendo dos alunos toda a ciência que desafia a evolução darwinista. Mas em um mundo perfeito, se a evidencial contra a teoria darwinista fosse ensinadas, essas seriam as minhas três escolhas principais:

(1) Dizer aos alunos que o registro fóssil frequentemente não tem formas transicionais e que há “explosões” de novas formas de vida, um padrão de radiações que desafia a teoria evolucionária darwinista.

(2) Dizer aos alunos que muitos cientistas têm desafiado a capacidade da mutação aleatória e a seleção natural produzir características biológicas complexas.

(3) Dizer aos alunos que muitas linhas de evidência a favor da evolução darwinista e do ancestral comum são fracas:

a. Os embriões vertebrados começam a se desenvolver muito diferentemente, em contraste com os desenhos dos embriões frequentemente encontrados nos livros didáticos que, na maioria, aparecem semelhantes.

b. A evidencia do DNA pinta quadros conflitantes da “árvore da vida”. Não existe nenhuma única “árvore”."

c. A evidencia de mudanças de pequena escala, tais como as mudanças modestas no tamanho dos bicos de tentilhões ou as leves mudanças nas frequências de cor nas asas das “mariposas almiscaradas”, mostra microevolução, NÃO MOSTRA macroevolução.

É claro, em um mundo perfeito, eu também preferiria que mais do que meramente ‘três deficiências na teoria evolucionária” fossem ensinadas aos estudantes.

Eu também indiquei ao estudante um recurso que nós enviamos regularmente para alunos universitários, The College Student's Back-to-School Guide to Intelligent Design [O guia sobre Design Inteligente do estudante universitário de volta à escola], que contém um punhado de respostas úteis para as objeções comuns ao Design Inteligente.


Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica

É FALSA a afirmação de Nélio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe, de que é “anticientífica” a maneira com que alguns pesquisadores vêm questionando publicamente a teoria evolutiva.

A proposta deste grupo de cientistas para a Universidade de São Paulo criar um Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) sobre Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução Biológica, é mais do que bem-vinda, mas será um Núcleo sério se ensinar objetivamente as muitas deficiências fundamentais da teoria da evolução encontradas no contexto de justificação teórica. Se não houver esta verdadeira atitude científica, será mais uma trincheira blindando Darwin de quaisquer críticas, até as científicas mencionadas frequentemente neste blog.

Se assim for, será um grande desperdício de dinheiro público e uma inominável deformação científica da educação de nossos alunos. Este blog irá se contrapor ao NAP caso ele tiver esta função canhestra de manutenção do dogma da Nomenklatura científica: DARWIN LOCUTA, EVOLUTIO FINITA!!!

Problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia


Este artigo discute problemas com a Árvore da Vida evolucionária que você não aprendeu em aula de Biologia

Se apenas os evolucionistas dissessem ao mundo o que eles dizem entre si. Na mídia popular, nos livros detalhados sobre a evolução e nos livros-texto [de Biologia do ensino médio] uma frente unificada é apresentada: a evolução é um fato assim como é a gravidade ou a esfericidade da Terra. Seria perverso e irracional concluir o contrário. A evidencial científica a favor da evolução é esmagadora. Não existem problemas científicos substancias com a evolução, apenas questões científicas sobre detalhes. Simplificando, nós sabemos que a evolução ocorreu, apenas não sabemos como ocorreu.

Mas, nas entranhas das bibliotecas acadêmicas, as publicações de pesquisas altamente técnicas contam uma história diferente. As evidências científicas que os evolucionistas geralmente se reportam como confirmando tão fortemente a evolução, na verdade, não confirmam. Sim, existem evidências que são consistentes com a evolução, mas também há muitas evidências que não são. Na verdade há muitas evidências que argumentam contra a evolução. Isso é evidente nas muitas predições fundamentais feitas pela evolução que falharam. Há uma incompatibilidade escancarada entre as altas afirmações dos evolucionistas e a ciência verdadeira. [Continue lendo aqui!]

Evolução para idiotas (em poucas palavras)

Como vimos nesta postagem, a posição de consenso entre os evolucionistas é que a evolução é um fato, cada pedacinho dela, assim como a gravidade, a esfericidade da Terra e o heliocentrismo são fatos. Mas a evidência científica não mostra a evolução como sendo um fato, então o que está acontecendo? Por exemplo, os evolucionistas recorrem ao registro fóssil, mas os fósseis revelam que as espécies existiram no passado, não como elas chegaram lá. Adaptações mínimas são sugeridas nos fósseis, mas a mudança evolucionária de grande escala deve ser inferida de ter ocorrido entre fósseis de espécies diferentes. Na verdade, o registro fóssil revela explosões de diversidade e novas formas surgindo abruptamente.

Os evolucionistas também recorrem à anatomia comparativa. Mas, novamente, esses exemplos não nos dizem como as espécies surgiram. A semelhança entre as espécies não implica uma relação evolucionária. Na verdade, a anatomia comparativa comumente revela padrões contraditórios. Espécies distantes compartilham dos mesmos designs, e espécies irmãs mostram designs muito diferentes.

Os evolucionistas também recorrem à adaptação de pequena escala que podemos observar. Mas não sabemos se essas adaptações geralmente se acumulam para criar a mudança de grande escala que a evolução exige que ocorra. Na verdade, até os evolucionistas têm concordado que isso é muito duvidoso, e que algum outro mecanismo desconhecido se faz necessário. De fato, essas adaptações são produzidas como consequência de estruturas moleculares complicadas, e de mecanismos cujas origens a evolução não explica.

Há evidência a favor da evolução? Certamente, há bastante evidência a favor da evolução. Mas existem problemas significativos com a evolução. Há bastante evidência a favor da evolução, assim como há bastante evidência a favor do geocentrismo. Mas a ciência não se revelou boa para as duas teorias.

Assim, a evidência a favor da evolução segue este padrão geral: até no seu melhor, ela não prova a evolução como sendo um fato. E, além disso, a evidência revela problemas substanciais com a evolução.

Então como podem os evolucionistas proclamar a evolução como sendo um fato, com tanto fervor? Parece haver um descompasso gritante entre a evidência e as afirmações de verdade dos evolucionistas. A resposta é que os evolucionistas usam o raciocínio contrastante. A evolução não é afirmada como sendo um fato baseado em quão bem ela se encaixa na evidência, mas, antes, quão pobremente a alternativa se encaixa na evidência. A evolução é provada ser um fato pelo processo de eliminação.

Por exemplo, os evolucionistas explicam que os designs da natureza aparentemente inúteis ou prejudiciais não fazem sentido, a não ser à luz da evolução. Tais designs prejudiciais não são, na verdade, preditos pela evolução. Eles são probabilidade baixa em evolução, mas esses designs prejudiciais são pelo menos entendidos considerando-se a falta de planejamento da evolução. Os designs podem ser de probabilidade baixa, mas não de todo impossíveis.

Mas, se as espécies foram planejadas inteligentemente, então esses designs inúteis e prejudiciais não fazem nenhum sentido. Assim, podemos dizer que a evolução é provada não por evidências positivas, mas por evidências negativas. E, na verdade, quanto pior for a evidência, melhor para a evolução, porque tais evidências negativas são muito piores para a alternativa.

Na verdade, não existem demonstrações do fato da evolução que não apelem para tal raciocínio contrastante. Os evolucionistas têm um grande número de provas a favor do fato da evolução, mas eles sempre trazem alguma forma desse raciocínio contrastante. Eis como o filósofo Eliott Sober explica o raciocínio contrastante:

“Este ultimo resultado fornece um lembrete de quão importante é o quadro contrastante para avaliar a evidência. Parece ofender o senso comum dizer que E é a evidência mais forte a favor da hipótese da ancestralidade comum, quanto menor for o valor de [a probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade comum]. Isso parece equivalente dizer que a evidência apoia melhor a hipótese quanto mais milagrosa fosse a evidência se a hipótese fosse verdadeira. Entramos em um mundo a la Lewis Carroll, onde para baixo é para cima? Não, o ponto é que, nos modelos que temos examinado, a proporção [a probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade comum dividida pela probabilidade de E considerando-se a hipótese da ancestralidade separada] sobe enquanto [a probabilidade de E considerando-se a hipótese de ancestralidade comum] desce. ... Quando as verossimilhanças das duas hipóteses estão ligadas dessa maneira, é um ponto a favor da hipótese da ancestralidade comum que diz ser a evidência muito improvável” (Evidence and Evolution, p. 314).

Esses argumentos e conclusões evolucionários são muito poderosos. Parece que o argumento do evolucionista é convincente. As espécies devem ter surgido espontaneamente via mecanismos evolucionários. Mas, em tudo isso, tem uma pegadinha.

A ciência não pode saber todas as explicações alternativas para a origem das espécies. Quando os evolucionistas concluem que a evolução é um fato via processo de eliminação, eles estão fazendo uma pressuposição sutil, mas não uma pressuposição científica crucial – a de que eles sabem todas as explicações alternativas.

Assim, todos esses argumentos evolucionários poderosos a favor do fato da evolução não são científicos. Em outras palavras, a evolução tem argumentos extremamente poderosos e convincentes, mas o custo de construir tal caso poderoso é que a ideia não é científica.

Sem essas provas poderosas, a evolução ficaria exposta aos muitos problemas e contradições científicas. A ideia de que o mundo, e tudo da biologia, surgiu espontaneamente é, de uma perspectiva estritamente científica, extremamente improvável. Mas a evolução é blindada de tais problemas pelas suas poderosas provas não científicas.

Esse aspecto não científico da evolução é imenso e seria difícil subestimá-lo. Ele tem alterado dramaticamente a própria percepção de ciência e de sua evidência. Considerando-se o fato da evolução, toda a biologia é interpretada de acordo com essa ideia. Os muitos problemas científicos com a evolução se tornam “problemas de pesquisas” mais amigáveis. E a teoria se torna imune ao ceticismo científico.

Fontes: Cornelius Hunter, via Desafiando a Nomenklatura Científica via criacionismo

Nota: O livro Evolution for Dummies (Evolução Para Idiotas) pode ser comprado na Amazon Books ou na Livraria Cultura.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Crocodilo gigante viveu na África

Pesquisadores da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, descobriram que o possível maior crocodilo que já existiu viveu entre 2 e 4 milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista] no Quênia, na África Oriental. O animal, com mais de 8 metros de comprimento, era grande o bastante para engolir um humano [se é que o ser humano tinha a altura atual, no tempo em que esse crocodilo realmente viveu]. “É o maior crocodilo já encontrado. Ele pode ter ultrapassado os 8 metros de comprimento. Para comparar, o maior animal dessa espécie era o crocodilo-do-nilo, com quase 6,5 m de comprimento. E a maioria é bem menor”, disse o autor do estudo, Christopher Brochu. Segundo o site Phenomenica, os pesquisadores reconheceram o Crocodylus thorbjarnarsoni a partir de fósseis examinados há três anos no Museu Nacional do Quênia, na cidade de Nairóbi. Alguns foram encontrados em lugares importantes para descobertas de fósseis humanos.

“Ele viveu com nossos ancestrais, e provavelmente se alimentou deles. Não temos fósseis humanos com mordidas de crocodilo, mas esses animais da época eram maiores que os de atualmente, e nós éramos menores, então provavelmente não teria muita mordida envolvida”, afirma Brochu. [Quanta imaginação a partir de evidências ausentes!]

Fonte: Terra

Nota do blog criacionismo: Constantes descobertas de fósseis de animais de grande porte (cujas espécies existem até hoje, mas em tamanho menor) são uma evidência de que o criacionismo tem razão, afinal, uma de suas premissas é a de que, antes do dilúvio global, os seres vivos tinham força, estatura e longevidade maiores.[Michelson Borges]

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mulher que só mexe olhos e queixo defende doutorado na USP

Uma mulher que praticamente só mexe os olhos e a boca tornou-se nesta quarta-feira (9) doutora pela Universidade de São Paulo (USP). Ela produziu sua tese de doutorado em arte e educação utilizando apenas os olhos e pequenos movimentos do queixo – únicas formas pelas quais ela consegue se expressar.

Ana Amália perdeu os movimentos há dez anos. Ela se preparava para defender seu mestrado quando teve um acidente vascular cerebral (AVC) e perdeu quase todos os movimentos do corpo, ficou muda e impossibilitada de mastigar e engolir. Desde então, se comunica por meio de um programa de computador.

Para uma banca examinadora emocionada, Ana apresentou seu trabalho de três anos com crianças com paralisia cerebral. Ela levou um ano para escrever as 185 páginas da tese.

“Para mim, significa ela ter deixado de ser vítima para conduzir a própria vida. Isso é importantíssimo para os deficientes, não se conformarem em ser vítimas, não ter pena, mas potencializarem o que restou”, disse Ana Barbosa, mãe de Ana Amália.

A própria doutoranda brincou com a dificuldade em responder às perguntas da banca, e após três horas, teve sua tese aprovada.

Fonte: G1

Nota: Uma história de motivação e superação que fica de exemplo para todos nós - 'Querer é poder'.   Sem dúvida, tudo nesta vida é possível ser realizado, mesmo com algumas limitações!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ciclo de palestras em química forense

O Conselho Regional de Química da 4ª Região realizará, nos dias 26 de maio e 2 e 16 de junho, o Ciclo de Palestras em Química Forense. Voltado a estudantes no último ano de graduação de química, técnicos de nível médio e profissionais atuantes na área, o objetivo do evento é discutir a contribuição da química na investigação e esclarecimento de crimes. A programação do encontro será composta por palestras, que serão proferidas por especialistas brasileiros. “Nanotecnologia aplicada à química forense”, “Metodologia utilizada para constatação de falsificação ou adulteração de medicamentos” e “Constatação de incêndio de natureza criminosa” são alguns temas que serão abordados durante o ciclo de palestras. O evento será realizado na sede do CRQ, localizado na R. Oscar Freire, nº 2.039, em São Paulo (SP).

Clique aqui para obter mais informações.

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “A Química Forense procura detectar sinais de inteligência na cena do crime. Qual teoria científica propõe detectar sinais de inteligência na natureza? A teoria do Design Inteligente! Alguém aí avise ao Nelio Bizzo, da Faculdade de Educação da USP, Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, Paulo Sano, do Departamento de Botânica da USP, Maria Isabel Landim, também do Museu de Zoologia, e Acácio Pagan, do Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe [clique aqui para entender por quê], que a metodologia da teoria do Design Inteligente já está em ação na comunidade científica há muitos anos! E o Conselho Regional de Química da 4º Região vai realizar o Ciclo de Palestras em Química Forense, ou seja, sem querer querendo, vão promover a teoria do Design Inteligente! E os nossos amigos mencionados há pouco vão ficar de bico calado sobre esse evento do CRQ 4º Região! Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin, Unicamp, veja que seus críticos soezes negam a plausibilidade científica da teoria do Design Inteligente, mas a aplicam no dia a dia e, apesar de serem especialistas de renome em suas áreas, são tardios em perceber que a metodologia heurística da teoria do Design Inteligente é utilizada em várias áreas científicas.”

Fonte: criacionismo

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sites religiosos são mais perigosos que os de pornografia

De acordo com um novo relatório publicado pela empresa de segurança Symantec, é mais provável que um computador sofra um ataque por vírus quando um internauta visita um site religioso do que quando visita um site de pornografia.

O relatório revelou que as páginas com conteúdo ideológico ou religioso oferecem três vezes mais riscos do que aquelas relacionadas a conteúdo adulto. Isso provavelmente se deve ao fato de os proprietários dos sites de pornografia ganharem muito dinheiro com a internet, portanto, é de seu interesse investir em opções de segurança para que os internautas continuem visitando suas páginas.

A Symantec se baseou em informações coletadas durante o ano passado em mais de 200 países, através do monitoramento de ataques cibernéticos. Segundo a empresa, 5,5 bilhões de ataques foram bloqueados em 2011, representando um aumento de 81% com relação ao ano anterior. Além disso, a Symantec também identificou um forte aumento nos ataques a tablets e celulares, assim como a funcionários de grandes empresas e agências governamentais.

Fonte: Tecmundo

Cientistas fazem água boiar sobre óleo

Novas descobertas apontam que a água pode ficar sobre o óleo. Embora isso vá de encontro com a sabedoria convencional, pode ter aplicações importantes na remoção de petróleo, quando houver algum acidente ou vazamento que ameace a vida marinha.

O que determina esse efeito de “boiar” é a densidade. Mas, segundo cientistas da Universidade Curtin, na Austrália, isso pode estar errado. A chave por trás desse resultado contra intuitivo envolve quão firmes são as ligações entre as moléculas de uma e de outra substância.

Essa força entre as moléculas é que determina a tensão superficial do líquido. Por isso, os pesquisadores adicionaram pequenas gotas de água a gotas de vários tipos de óleos.

As gotas de água boiavam sobre o óleo, dependendo de quão largas eram e de que tipo de óleo era usado. Em contraste, com óleos minerais puros, como hexano, octano e decano, isso não foi observado.

E os pesquisadores descobriram que o ar tem um papel importante também. As gotas de água, devido ao seu peso, pressionam certas partes da gota de óleo, criam ondas na superfície do óleo que permitem que pacotes de ar entrem para equilibrar o peso das gotas, evitando que afundem.

Fonte: hypescience

terça-feira, 1 de maio de 2012

Globo Ciência fala de “criacionismo”

Por que coloquei a palavra criacionismo entre aspas no título desta postagem? Simples: porque o repórter do Globo Ciência se propôs entender a controvérsia entre criacionismo e evolucionismo, mas não entrevistou sequer um criacionista de fato. Pra falar a verdade, até entrevistou, mas simplesmente dispensou a entrevista. Daqui a pouco eu revelo esse bastidor da matéria. Antes, porém, vou esperar que você assista à reportagem (basta clicar aqui). Em seguida, farei alguns comentários pontuais.

[E então, assistiu? O que achou?] Com todo o respeito aos entrevistados, todos eles embarcaram na “onda” de polarizar a discussão como sendo religião (criacionismo) versus ciência (darwinismo), quando se sabe (ou deveria saber) que ambos os modelos se valem do método científico, mas estão “contaminados” por uma visão filosófica. No caso do criacionismo, é o teísmo bíblico que assume a priori a existência de Deus e interpreta as evidências de design na natureza à luz dessa cosmovisão. No caso do darwinismo, é o naturalismo filosófico, que assume, também à priori, a não existência do sobrenatural e interpreta as evidências de design na natureza como resultado de causas naturais não dirigidas. É verdade que há um esforço conciliatório por parte de alguns darwinistas no sentido de tentar convencer o exército de crentes liberais (como os católicos) de que o darwinismo seria compatível com a religião (tratei desse tema neste texto). E isso é notado nas entrevistas desse programa da Globo, já que todos os pesquisadores admitiram ter algum tipo de “espiritualidade”. Assim, parece que foram escolhidos a dedo.

Outro detalhe (que é recorrente em discussões sobre evolução) é que alguns entrevistados apresentam evidências de diversificação de baixo nível (microevolução) – como o desenvolvimento de resistência a antibióticos por parte das bactérias – como se fossem evidências de macroevolução, ou seja, de que uma “simples célula” teria dado origem a todos os seres vivos que conhecemos. Isso é extrapolação, a partir de dados observacionais, para o campo da metafísica, de hipóteses não comprovadas e não verificáveis.

Mas o pior de tudo nessa reportagem é o que não foi mostrado. A equipe do Globo Ciência entrevistou o geólogo criacionista Dr. Nahor Neves de Souza Júnior, diretor da filial brasileira do Geoscience Research Institute e professor do Unasp, campus Engenheiro Coelho. Nahor falou sobre o criacionismo bíblico a apresentou evidências científicas que dão sustentação a esse modelo. Mas, na hora de editar o programa, os responsáveis simplesmente optaram por descartar a entrevista com um verdadeiro criacionista para colocar no lugar dela a fala de um clérigo católico que apenas apresenta argumentos diluídos advindos de uma visão darwinista teísta que mal compreende do que se trata o verdadeiro criacionismo bíblico. Ou seja: num programa que pretende tratar de criacionismo, o único defensor do criacionismo entre tantos darwinistas é um bispo que, na verdade, não é criacionista! (Ah, detalhe, a doutora em filosofia entrevistada é da Unisinos, universidade jesuíta/católica.)

Assim fica difícil para o público formar opinião sobre o tema, como parecia ser a proposta desse programa da Globo. Assim as pessoas estão sendo é doutrinadas, em lugar de ser esclarecidas.


Uma coisa é certa: o criacionismo está cada vez mais em evidência, mas a que preço para os criacionistas?

Um vídeo como este (clique aqui) poderia fornecer mais base para reflexão e análise do que os vinte e tantos minutos de reportagem do Globo Ciência.


Fonte: Criacionismo

O desespero darwinista

No embalo da recente polêmica envolvendo o ensino do criacionismo nas escolas, o jornal O Estado de S. Paulo deste domingo publicou duas matérias relacionadas com o assunto. Na primeira, “Jovens brasileiros conciliam bem ciência e religião”, é dito que “a maioria dos jovens brasileiros vive em paz com suas crenças religiosas e a ciência da teoria evolutiva. Tem fé em Deus e, ao mesmo tempo, concorda com as premissas estabelecidas por Charles Darwin mais de 150 anos atrás, de que todas as espécies da Terra - incluindo o homem - evoluíram de um ancestral comum por meio da seleção natural”. A legenda abaixo da imagem que ilustra a matéria (essa aí acima) evidencia o esforço conciliatório do darwinismo brasileiro (consciente da força da religião em nosso país): “Futuro? Uma interpretação mais elástica das doutrinas religiosas e mais sensível à ciência.”

A reportagem explora os dados obtidos a partir de um questionário sobre religião e ciência respondido por estudantes de escolas públicas e privadas de todas as regiões do País, com média de 15 anos de idade. Se os pesquisadores mal sabem do que se trata o criacionismo, o que se pode esperar desses adolescentes geralmente mal informados sobre questões científicas e/ou filosóficas?

“Ainda vamos fracionar e analisar mais profundamente as estatísticas, mas já dá para perceber que os alunos religiosos brasileiros são bem menos fundamentalistas do que se esperava”, avalia Nelio Bizzo, coordenador da pesquisa. Nessa declaração de Bizzo, fica evidente que cada vez mais o termo pejorativo “fundamentalistas” vai sendo aplicado aos criacionistas que creem no relato literal da criação em Gênesis. Isso é perigoso e explico por que neste vídeo (em três partes).

A ideia de darwinistas como Bizzo é convencer esse exército de jovens religiosos de que é possível crer sem, necessariamente, dispensar Darwin. Numa nação majoritariamente católica e de interpretação liberal da Bíblia, isso não é difícil (é bom lembrar que os donos do Estadão também são católicos e que de vez em quando é realizada uma missa nas dependências do jornal). (Clique aqui para saber por que evolução e Bíblia são incompatíveis.)

Bizzo diz ainda que “a porcentagem dos que rejeitam completamente a origem biológica do homem é menor que a de evangélicos da amostra, o que é uma surpresa, já que os evangélicos no Brasil costumam ser os mais fundamentalistas na interpretação do relato bíblico. A teoria evolutiva é talvez a coisa mais difícil de ser aceita do ponto de vista moral pelos religiosos. Mesmo assim, os dados mostram que a juventude brasileira é sensível aos produtos da ciência.” Aqui se destacam duas coisas: (1) muitos evangélicos adotam a teologia liberal e poucos são realmente bíblicos (estes, sim, considerados “fundamentalistas”), o que mostra que cada vez mais um pequeno grupo vai se destacando como verdadeiramente criacionista; e (2) o velho esforço para associar macroevolução (metafísica) com ciência (experimental), o que não é correto.

Depois de explicar alguma coisa da teoria da evolução (e nada de explicar criacionismo nem design inteligente), o Estadão cita o físico e teólogo Eduardo Cruz, professor do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade CATÓLICA de São Paulo: “O problema é que a maioria dos estudantes - ainda mais com 15 anos - não tem muita clareza sobre o que está envolvido na teoria darwiniana [muito menos sobre o que está envolvido no modelo criacionista]. Com isso há o potencial de surgirem respostas contraditórias.”

Em seguida, o Estadão recorda a pesquisa nacional realizada pelo Datafolha em 2010, com 4.158 pessoas acima de 16 anos, que indicou que 59% dos brasileiros acreditam que o homem é fruto de um processo evolutivo que levou milhões de anos, porém guiado por uma divindade inteligente – ou seja, é o velho jeitinho brasileiro. Só 8% acreditam que o homem evoluiu sem interferência divina, e esses são os mais coerentes, pois entendem que, no fim das contas, o darwinismo é uma teoria naturalista ateia.

A segunda reportagem, “Biólogos querem reforçar ensino da evolução”, informa que, “preocupado com a maneira ‘anticientífica’ com que alguns pesquisadores vêm questionando publicamente a teoria evolutiva, um grupo de cientistas está propondo à Universidade de São Paulo a criação de um Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) sobre Educação, Divulgação e Epistemologia da Evolução Biológica. O problema, segundo eles, é que os questionamentos não são feitos com base em argumentos científicos, mas em dogmas religiosos ‘disfarçados’ de ciência”.

“Temos assistido a alarmantes manifestações de membros da comunidade científica se posicionando publicamente a favor da perspectiva criacionista, distorcendo fatos para questionar a validade científica da evolução biológica”, justificam os pesquisadores na proposta de criação do NAP, submetida à USP no mês passado. “Tais ações visam a influenciar os currículos escolares brasileiros, por meio de polemistas que ostentam supostas credenciais científicas e utilizam argumentos pretensamente complexos extraídos de diferentes campos.”



A matéria cita o cientista brasileiro Marcos Eberlin (foto acima), da Unicamp (leia entrevista com ele a fim de conferir suas credenciais e ideias). Se o Dr. Eberlin é tido como polemista descredenciado, o que se pode esperar por parte da mídia em relação aos outros “simples criacionistas fundamentalistas”? Isso é que é exemplo de argumento ad hominem – melhor atacar a pessoa do que discutir as ideias dela.

A matéria menciona a carta enviada à Academia Brasileira de Ciências (ABC) em março, na qual 15 membros manifestam “preocupação com a tentativa de popularização de ideias retrógradas que afrontam o método científico”, por meio da “divulgação de conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da ciência”, e admite que o alvo das críticas é o Dr. Eberlin: “O nome que não é citado nos documentos, mas que é o foco da preocupação, é o do bioquímico Marcos Eberlin, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Depois de reconhecer o currículo do cientista, o texto acrescenta um “mas”: “mas defende, no que diz respeito à evolução, uma teoria que a maioria dos cientistas considera ser de natureza puramente religiosa: a do design inteligente, segundo a qual a vida na Terra não evoluiu naturalmente, mas foi projetada e guiada por um criador.”

No meu entender, a pior distorção é esta: “Evangélico, Eberlin é adepto da linha criacionista, que rejeita a evolução biológica [o criacionismo não rejeita todos os aspectos do darwinismo]. Ele crê que todos os seres vivos foram criados por Deus da maneira como existem hoje [quando é que vão entender DE UMA VEZ POR TODAS que criacionistas bem informados não são fixistas?]. “Não aceito a evolução porque as evidências químicas que tenho falam contra ela. É uma falácia”, disse Eberlin ao Estado. Mas o Estado não se deu ao trabalho de conhecer essas evidências.

“Estamos há 150 anos defendendo uma coisa que não é verdade”, diz ele. “Do ponto de vista molecular, a teoria simplesmente não fecha as contas. Gostando ou não, a gente tem de admitir isso”, disse Eberlin, na última de suas poucas frases publicadas na matéria. E o texto acrescenta: “Em suas palestras, Eberlin diz que as evidências científicas corroboram perfeitamente os relatos bíblicos sobre a criação do universo e da vida, mesmo ‘quando dizem que o homem foi feito do barro’. ‘Não temos acesso a Deus, mas temos acesso à sua obra’, diz.” É realmente admirável que um cientista desse quilate tenha coragem de ir contra o mainstream científico. Postura comparável à dos grandes pais da ciência, como Galileu e Copérnico, que foram contra a igreja oficial e a academia de sua época, ambas, curiosamente, novamente de mãos dadas contra os que seguem a Bíblia e os cientistas que pensam de modo diferente do naturalismo filosófico reinante. A história parece realmente se repetir. Só falta esse poder mancomunado outra vez acender as fogueiras contra os “hereges”.

Segundo o Estadão, “o que mais preocupa os evolucionistas é o fato de Eberlin apresentar o design inteligente como uma teoria científica válida, dizendo ter ‘provas’ de que a vida foi criada por Deus e de que a evolução biológica não é viável. Uma argumentação que, segundo [o geneticista Francisco] Salzano, dá força a segmentos religiosos que querem tornar o ensino do design inteligente obrigatório nas aulas de ciência ou cercear de alguma forma o ensino da própria evolução”. Novamente o repórter não se dá ao trabalho de perguntar ao Dr. Eberlin que provas são essas. Mas o mais irônico de tudo é a maneira como os darwinistas e a mídia comprometida com essa visão de mundo acabam virando o jogo. Na verdade, são os darwinistas que querem impedir o ensino do criacionismo mesmo em escolas confessionais, e agora vêm dizer que são os religiosos que querem “cercear” o ensino da evolução?! Não sabem que as escolas adventistas, por exemplo, também ensinam o evolucionismo?

Mario de Pinna, do Museu de Zoologia da USP, também é citado na reportagem (você contou quantos evolucionistas foram entrevistados contra apenas um criacionista?). Para ele, é preciso melhorar muito ainda o ensino da teoria evolutiva no Brasil. “A quantidade de gente que dá aula de Biologia e não entende evolução é infelizmente muito grande”, diz. “Precisamos de um esforço amplo de educação e divulgação para suprir essa deficiência.” Se é assim para os evolucionistas, o que se poderia dizer quanto ao criacionismo? Quantos professores estariam aptos a tratar das premissas criacionistas com precisão? Por esse e outros motivos, o ensino do criacionismo não pode mesmo ser incentivado em escolas públicas.

A despeito da intenção clara dessas duas reportagens, pelo menos para uma coisa elas servem: mostrar as estratégias darwinistas apoiadas pela mídia:

1. Procurar mostrar que evolução e religião são “compatíveis”.
2. Aprimorar o ensino da evolução nas escolas fundamentais e o preparo/doutrinação dos professores.
3. Descaracterizar as pessoas (cientistas ou não) que ensinam criacionismo e/ou design inteligente.

Os criacionistas precisam acordar para estes novos tempos. O assunto está saindo dos círculos restritos e ganhando a imprensa popular. Vai chegar também às escolas e às rodas de bate-papo. O que estamos fazendo para tornar clara nossa visão de mundo?

Igrejas, escolas, professores e cientistas criacionistas precisam ser mais proativos na disseminação coerente, lógica e equilibrada de suas ideias. Os professores precisam ser mais bem capacitados para ensinar o criacionismo e aproveitar o know-how de instituições como a Sociedade Criacionista Brasileira, que ministra cursos de capacitação e publica obras de referência em criacionismo.

Enfim, novos tempos e novos desafios exigem nova postura e novas estratégias.

Fonte: Criacionismo

A perversão farmacêutica

Os vários negócios de uma indústria poderosa e lucrativa que se alimenta na reprodução de uma sociedade hipermedicada.

A toda poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento do capitalismo uma força e importância incalculável para a sociedade mundial.

Seu poder tanto político e econômico é avassalador, pois sua atividade está ligada a uma das necessidades básicas dos seres humanos, a saúde, ou seja, a superação das doenças e dos males que afetam as pessoas.

Os laboratórios farmacêuticos cujas sedes estão localizadas nos Estados Unidos e na Europa tentam garantir, a todo custo, e, ai vale qualquer artifício, seus lucros, que são gigantescos, de qualquer forma.

A indústria farmacêutica atua no mundo de forma desumana e cruel. Ela tem pautado suas atuações como um setor de produção qualquer, ou seja, a procura de todas as formas de lucro, de acumulação, se inserindo, assim como um dos setores produtivos - entre milhares - que compõe a estrutura do modo de produção capitalista. [Continue lendo aqui]

Ateus e "fiéis" se conscientizam do absurdo da vida sem Deus quando pensam na morte

Sartre observou que a morte não é ameaçadora enquanto a vemos como a morte do outro, do ponto de vista da terceira pessoa, por assim dizer. É somente quando nós internalizamos a morte e olhamos a morte a partir da perspectiva da "primeira pessoa", isto é, "minha morte; eu vou morrer", que a ameaça do não-ser se torna real.

Como Sartre aponta, muitas pessoas nunca assumem essa perspectiva da primeira pessoa durante a vida e passam a vida toda olhando para a própria morte do ponto de vista da terceira pessoa, como se a minha morte fosse a morte do outro ou mesmo de um animal. Mas o verdadeiro significado existencial da minha morte só pode ser apreciado a partir da perspectiva da primeira pessoa, quando eu percebo que eu vou morrer e deixar de existir para sempre. Minha vida é apenas uma transição momentânea de esquecimento em esquecimento.

Tendo isso em mente, leia a reportagem da veja.com:

Pensar na morte pode mexer com as certezas de crentes e ateus, afirma estudo realizado pelo departamento de psicologia da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, que será publicado na próxima edição do Journal of Experimental Social Psychology. Segundo a pesquisa, quando ateus pensam na própria morte, a fé em Deus aumenta em nível inconsciente, mas diminui em nível consciente. Já para religiosos, pensar na morte aumentou a fé tanto consciente ou inconscientemente.

No estudo, 265 estudantes universitários, religiosos e ateus, foram separados em dois grupos: um escreveria sobre a própria morte e outro sobre o que viam na TV.

Pessoas religiosas que escreveram sobre a própria morte mostraram maior fé em suas crenças que os religiosos que escreveram sobre TV. Entre os ateus, o efeito foi o contrário: o 'grupo da morte' mostrou ainda mais ceticismo que o 'grupo da TV'.

O quadro mudou, no entanto, quando os pesquisadores analisaram as crenças inconscientes. Enquanto os religiosos mostraram ainda mais certeza de sua fé, os ateus demonstraram ter menos confiança em sua descrença.

Para sondar a 'fé inconsciente', os pesquisadores mediram a velocidade com que os participantes apertavam um botão para admitir ou negar a existência de Deus. Depois de escrever sobre a própria morte, os religiosos apertaram mais rápido o botão que confirmava a existência de Deus e os ateus passaram a demorar mais para apertar o botão que a negava.

"O medo da morte é uma experiência quase universal e as crenças religiosas parecem ajudar a lidar com essa ansiedade", disse o professor Jamin Halberstadt, coautor do estudo. "Como agora sabemos, essas crenças agem tanto em nível consciente como inconsciente, permitindo que mesmo autoproclamados ateus façam proveito delas."

Nota do blog Origens e Destino: Sabemos que a vida sem Deus e sem a crença na imortalidade é absurda, pois não possui propósito, significado e valor. Essa é a vida dos ateus e daqueles que acreditam em Deus e na imortalidade (os "fiéis" do estudo), mas vivem como se eles não existissem.

Segundo o estudo, aparentemente esse absurdo da vida sem Deus e a imortalidade se torna real no subconsciente dos ateus e dos "fiéis" de tal forma que eles "desejam se aproximar" de Deus.

E ao se aproximarem de Deus, os ateus e os "fiéis" "não tem nada a perder e tudo a ganhar", conforme disse Pascal.
Fonte:  Origens e Destino

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